Novo marketplace chega ao mercado para unir corretores de seguros e cotações online

Segfy

Meu Seguro Novo foi lançado em Abril e visa levar leads qualificados para os corretores de seguros cadastrados na ferramenta

Fonte: Segfy

Mesmo em meio a crise mundial causada pelo Coronavírus, as insurtechs seguem desenvolvendo novas soluções que otimizam o desempenho do corretor de seguros. Seguindo essa onda, neste mês de maio, chegou ao mercado o Meu Seguro Novo. Um marketplace, criado pela startup curitibana Segfy, que otimiza, de maneira online, o fechamento de uma apólice de seguro.

A experiência do usuário é prática e intuitiva para que, em poucos minutos, receba as melhores propostas para a sua necessidade. O diferencial do Meu Seguro Novo é a inclusão do corretor de seguros nesse processo. O cliente acessa a ferramenta, seleciona o segmento de seguro correspondente a sua necessidade, preenche alguns dados e em poucos minutos receberá o contato do corretor com as melhores opções de cotação.

Corretor de Seguros, protagonista na ferramenta

O novo marketplace foi desenvolvido para que, corretor e segurado, participem ativamente do fechamento da apólice. O processo de compra é consistente e intuitivo para que ambos tenham uma experiência rápida dentro da ferramenta.

Os corretores de seguros que investirem nesta ferramenta terão a vantagem de receber os leads qualificados e prontos para o fechamento de uma apólice. É nisso que Marcos Villa, CEO da Segfy, aposta para obter sucesso.

“O marketplace foi desenvolvido pensando em trazer novas oportunidades que queiram contratar seguros, não apenas entusiastas. Para isso, todo o projeto está sendo concebido pela nossa equipe. Importante salientar, que o corretor de seguros é o protagonista da solução”.

A plataforma conta com mais de 3 mil corretores de seguros disponíveis para atender a demanda, organizados por uma fila dentro do marketplace para receber cada lead que der entrada após preenchimento do formulário. Ao fechar a apólice com esse lead, o corretor poderá gerir todos os dados deste novo contrato.

Ao corretor que já é cliente da Segfy, existe uma vantagem de poder transitar entre as listas de clientes da ferramenta de Gestão e do Meu Seguro Novo. Com isso, é possível saber por qual via o lead chegou e está sendo gerenciado.

Inovação e otimismo – O projeto desenvolvido pela Segfy espera preencher uma brecha no mercado de seguros online, priorizando a segurança de fechar uma apólice online com um corretor de seguros, regularizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A empresa prevê que 1 milhão de usuários sejam impactados pela plataforma e se tornem oportunidades de venda para os corretores. Com base nesses dados, Dielson Haffner, Diretor de Negócios da Segfy, espera que o lançamento do marketplace aqueça as vendas.

“Nossa missão é proteger financeiramente o futuro das pessoas. Dessa maneira, transcendemos o universo de cotação online. Com a nova solução, queremos impactar mais o mercado brasileiro como um todo. Sem dúvidas, o lançamento do Meu Seguro Novo chega para entregar os melhores benefícios, e isso fará com que haja consumidores ainda mais exigentes”.

Busca de seguro por profissionais da saúde triplica no Santander

Foram vendidas 5,3 mil apólices, garantidas pela Zurich, em um mês

O Santander registrou até o início de maio, quando completou um mês de existência do Seguro de Vida para profissionais da saúde, 5.331 contratações e não houve registro de sinistro aberto no período. O produto é garantido pela Zurich Santander. No mesmo mês do ano passado (abril), entre todos os seguros de vida oferecidos para os mesmos especialistas, as vendas somaram 1.634 apólices, liderados pelos médicos, técnicos em enfermagem e enfermeiros – mais que o triplo de proteções. E até o dia 20, foram registradas a soma de mais de 10 mil vendas ante 2.583 no acumulado do mesmo período do ano passado. 

Além desses profissionais, o seguro de vida Santander foi pensado em atender aos fisioterapeutas, farmacêuticos, biomédicos, odontólogos, instrumentadores cirúrgicos, terapeutas ocupacionais, técnicos em análises clínicas, exames, laboratórios e raio-x, nutricionistas e psicólogos.

O produto está com desconto de 40% em seu preço (se comparado ao Seguro Vida Select), carência zero para morte de qualquer causa até 31 de junho e cobertura de R$ 100 mil a R$ 1 milhão. Lembrando também que a Zurich Santander incluiu a indenização sobre as possíveis ocorrências relacionadas à covid-19 para as apólices vigentes dos seguros de Vida, Habitacional, Prestamista, Acidentes Pessoais, assistência médica no Viagem e Previdência, que não haviam cobertura para pandemias.    

IRB Brasil negocia comprar carteiras de rivais no Brasil e no exterior, dizem fontes à Reuters

Fonte: Reuters

O IRB Brasil está em negociações avançadas para comprar carteiras de resseguros no Brasil e na América Latina, à medida que rivais estrangeiras reduzem operações na região, disseram à Reuters duas fontes próximas à empresa. 

Com a crise econômica deflagrada pela Covid-19, algumas resseguradoras globais têm mostrado interesse em sair total ou parcialmente da América Latina para se concentrar nas regiões de suas matrizes, Estados Unidos e Europa, abrindo espaço para consolidação, disseram as fontes, sem revelar nomes das empresas. 

“A crise está acelerando movimentos no setor”, disse uma das fontes. “E o IRB está negociando a compra de carteiras e fazendo alianças com mais seguradoras”, acrescentou a outra fonte, ambas pedindo anonimato, porque o assunto não é público. 

Embora haja cerca de uma centena de resseguradoras autorizadas a operarem no Brasil, esse mercado é bastante concentrado no país, com o IRB detendo cerca de 40%. Junto com Munich, Swiss Re e Chubb, o grupo tem mais da metade do mercado. O restante é distribuído entre marcas domésticas e internacionais, incluindo grupos de renome, como AIG e Allianz. 

Desde o ano passado, operações entre seguradoras têm sido intensa no país, incluindo a venda das carteiras de automóveis e ramos elementares da SulAmérica para a Allianz e a renovação parcial da parceria da francesa CNP Assurances com a Caixa Seguros. 

O movimento ocorre enquanto a maior resseguradora do país tenta se recuperar de uma sucessão de problemas que estilhaçaram sua reputação e, junto com a crise, fizeram as ações desabarem cerca de 80% no acumulado do ano até agora. 

Questionamentos da gestora de recursos Squadra sobre práticas contábeis do IRB e alegações de que a administração induziu investidores erroneamente a acreditarem que a Berkshire Hathaway tinha comprado ações da empresa precipitaram a saída dos principais executivos e uma ampla reformulação no conselho de administração da companhia neste ano.

MAG Seguros debate situação do Brasil e transformação pela inovação

A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos de atuação, promoveu hoje mais um webinar. Durante a live, que contou com nomes relevantes do cenário nacional, foram debatidos temas como os contextos político e econômico do Brasil, além de painel que discutiu sobre as transformações por meio da inovação.

No primeiro painel, o professor da PUC-RJ e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Luiz Roberto Cunha, contou que o mundo vinha em crescimento desde os anos 50 em razão da globalização. O estudioso acrescentou, ainda, que, para 2020, no Brasil, as projeções eram otimistas, tendo em vista a agenda de reformas e um modelo de economia mais liberal. 

Cunha apontou saídas para a crise econômica atual na qual o país passa, algumas medidas, como o ajuste fiscal com redução de despesas, reformas estruturais e utilização de reservas. No mesmo painel, o também membro do Conselho Consultivo e cientista político, Paulo Delgado, reforçou a necessidade do governo em atuar na solução da crise sanitária e desenvolver ações que visam a proteção do emprego e do caixa das empresas. 

O painel contou com a moderação de Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O executivo contou que acompanhou diversas crises no país por guerra, política e terrorismo, e reforçou duas características desta pandemia. “Esta crise atual em que estamos vivendo é democrática. Atinge ricos e pobres; empresas grandes, médias e pequenas. Também é a única que estou vendo que fará nascer um novo comportamento”, explica Nilton Molina. 

Na sequência, Helder Molina, CEO da MAG Seguros; Murilo Gun, Professor de criatividade e fundador da KeepLearning School; e Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, discutiram sobre como a inovação é uma aliada às transformações sociais. 

“Nós temos propósito e inovação. Isso que faz a nossa companhia ser tão diferente. Também investimos bastante em tecnologia nos últimos anos, o que certamente nos deixou preparados para um momento como este”, comenta Helder. 

Os painelistas destacaram, ainda, durante o bate-papo, a importância sobre o olhar para si e para o outro, reforçando o conceito de empatia, fundamental para os dias atuais. Murilo reforçou que vamos passar de pessoas “sábias” para pessoas mais “conscientes”, no mundo após o coronavírus. 

Cautela e visão de longo prazo são apostas de gestores em live realizada pela Icatu

A live realizada nesta quinta-feira, 21, pela Icatu Seguros, reuniu os gestores Breno Guerbatin, da Studio e Ney Miyamoto, da Alaska, em um bate-papo sobre fundos de ações em previdência, dicas para os investidores e as visões dos especialistas sobre o cenário atual. 

Para Ney, sócio fundador da Alaska, as altas de taxas de juros do país afastaram as pessoas da renda variável durante muito tempo, mas no último ano esse cenário mudou. “Quem investe para construir patrimônio tem que considerar ativos de verdade, então se você pensa em longo prazo, não tem como excluir investimentos em ações”, explica o gestor. 

Obviamente essa dica vem acompanhada de prudência – é importante ter uma reserva de emergência antes de começar a investir na bolsa, mantendo também investimentos em renda fixa – e paciência, que é a grande virtude do investidor. Sobre como a Alaska vem navegando nos mares turbulentos dos últimos meses, Ney ressalta a importância de acompanhar de perto os negócios escolhidos pela gestora. “Monitoramos cada empresa, como está o caixa, o perfil da dívida e assim mantemos a convicção que estamos em um bom negócio“, afirma. 

A Alaska manteve a mesma alocação nos fundos previdenciários que possui com a Icatu, o Alaska 70, que conta com 30% em caixa investido em LFTs e o Alaska 100, este 100% em ações. Com a crise, a gestora precisou rever seus investimentos, mas sem decisões bruscas, aumentando a aposta em empresas como Magazine Luiza e na Cogna, antiga Kroton. Seguindo o mantra de aproveitar boas oportunidades em um cenário negativo, a gestora acrescentou dois novos papéis ao seu portfólio. “São empresas que sempre admiramos, mas achávamos caras. Quando surgiu uma boa oportunidade, conseguimos aproveitar”, explica Ney. 

Breno, sócio fundador da Studio, destacou a importância da análise entre preço e longo prazo, muito mais eficaz do que previsões sobre o fim da crise, para a tomada correta de decisões no momento atual. “Se a ideia é ganhar dinheiro na bolsa em poucos dias, realmente o investidor vai precisar de respostas urgentes que ainda não existem. Mas se eu consigo olhar os investimentos específicos nas companhias, com o potencial de geração de resultado que aquele negócio tem pelos próximos 10 anos, não faz diferença acertar se o lockdown vai acabar em junho ou julho, por exemplo, pois essa variação vai representar muito pouco do negócio”, diz Breno. 

A Studio conta com o fundo previdenciário Studio Icatu, 100% alocado em equitiesque combina investimentos em empresas brasileiras listadas no exterior, como Stone, Mercado Livre e XP e também alocação dentro da carteira de Brasil

Embora os gestores não cravem previsões e evitem fazer projeções para o futuro, uma coisa é certa: para quem pensa a longo prazo, o cenário não é desesperador, mas pede cautela e resiliência. “O investimento é um aprendizado. É preciso buscar a geração de patrimônio de maneira sólida, sem movimentos arriscados, que parecem excitantes mas podem botar tudo a perder”, conclui Ney. 

As lives da Icatu são realizadas semanalmente, sempre às quintas-feiras, com gestoras parceiras da companhia, levando informação sobre investimentos no cenário atual para clientes, corretores e parceiros. Para conferir todo o conteúdo, basta acessar o canal da seguradora no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCVyRx2WhYj1nfFc-BEtjBKw

SulAmérica divulga seu Relatório Anual 2019

sulamerica

Com objetivo de tornar seu Relatório Anual atraente e de fácil compreensão, a SulAmérica apostou em um jeito diferente de contar como foi o ano de 2019. Em um vídeo protagonizado por beneficiários, colaboradores e corretores, histórias reais mostram o investimento da companhia em inovação, tecnologia e digitalização de processos e serviços. “Decidimos deixar quem usa, promove e vende nossos produtos falar sobre nós”, comenta Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. 

Por meio do Relatório Anual, a SulAmérica presta contas à sociedade nos âmbitos financeiro, social, ambiental e de governança, em linha com as tendências internacionais de relato integrado e com as diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), referência mundial em metodologia para prestação de contas aos públicos de interesse das corporações. No ano passado, a SulAmérica obteve resultados muito positivos em seus negócios, destacando o principal valor da companhia que é o cuidado com as pessoas. 

Em uma pesquisa feita com seus colaboradores, a companhia passou de 42% de engajamento em 2012 para 80% em 2019. Entre os motivos do aumento estão as diversas ações implementadas, como os programas de home office e homeworking, valorização do trabalho feminino, com salto no número de mulheres em cargos de liderança (de 11% em 2014 para 23% em 2019) e pelos constantes investimentos em treinamentos. Além disso, o lançamento do novo dress code tangibilizou o respeito da SulAmérica pela diversidade e ao jeito de ser de cada um. 

Entre as ações para beneficiários e colaboradores, a SulAmérica destacou o projeto Futura Mamãe, uma rede de apoio que orienta a gestante quanto aos cuidados necessários com a alimentação, atividade física, exames preventivos e importância das consultas médicas, entre outras. Adicionalmente, os serviços do Médico na Tela, entrega de medicamentos em casa e a expansão do Médico em casa, que auxiliam beneficiários em todo Brasil, também foram destaque. 

A campanha Meu Primeiro PME, que registrou a participação de mais de 16 mil corretores e resultou em um aumento de mais de 23% nas cotações do Saúde PME, também foi lembrada. A diversificação dos produtos como o lançamento do Direto Rio, Sampa e Curitiba e o novo portal do corretor também foram pontos relevantes do ano de 2019. Outra importante ação da SulAmérica no ano passado foi a realização da 13ª edição do Corretor Nova Geração, que já treinou mais de 500 novos profissionais. 

Para conferir na íntegra o Relatório Anual de 2019 da SulAmérica e o vídeo, clique aqui.

REP Seguros contrata David Silva como diretor corporativo

Fonte: REP Seguros

A REP Seguros, empresa que atua há 34 anos em Gerenciamento de Riscos e Corretagem de seguros, com presença nacional e internacional, tem orgulho de apresentar seu novo Diretor Corporativo, David Silva.

Graduado em Eletrônica e Eletrotécnica pela Escola Técnica Federal de São Paulo e em Física, com especialização em Astronomia, pela Universidade de Guarulhos, David passa a integrar a equipe da REP e fortificar suas operações.

Com início de sua carreira na área de Prevenção de Perdas Patrimoniais, David seguiu sua carreira com trabalhos em São Paulo, onde foi responsável pela gestão de filiais de grandes corretores internacionais. Seu currículo conta com  passagens por Bradesco Seguros, Marsh e JLT, conferindo larga experiência no gerenciamento de riscos industriais e, principalmente, na administração de programas de seguros complexos de grandes corporações brasileiras e multinacionais.

Para Felipe Cervi, CEO da REP, o executivo traz elementos para potencializar os resultados da equipe. “Vemos nossa operação se fortificar ainda mais com a chegada do David. Sua experiência aliada com nossa agressividade comercial são elementos que temos em comum e aumentam a força pra chegarmos nos nossos objetivos”, explica.

Já Silva vê a atuação global da empresa e seu trabalho consistente ao longo de 3 décadas como um fator de grande motivação para a nova empreitada. “É uma corretora com visão de futuro e estrutura técnica robusta. Propicia um atendimento consultivo e não transacional aos clientes, com redução expressiva de custos e melhoria no escopo de coberturas securitárias”.

Fundada em 1986, a REP Seguros tem matriz em Novo Hamburgo (RS) e conta com 6 escritórios em 5 estados brasileiros e atuação internacional em 4 continentes.

Sura traz seguro sob demanda para o Brasil em parceria com insurtech Trov

“Nós estamos genuinamente animados com a parceria da tecnologia de seguros sob demanda da Trov com a Sura. Junto esperamos lançar muitas inovações em seguros na América Latina”, diz Scott Walchek, CEO da Trov

Em meio à crise gerada pela pandemia do novo Coronavirus, a Seguros SURA, uma das maiores seguradoras da América Latina, acelerou o desenvolvimento de um modelo de negócio inédito no Brasil: o seguro sob demanda, tido por especialistas como um dos grandes potenciais do mercado segurador agora como também no pós pandemia. A tese é que as pessoas usam menos o carro e por isso querem pagar apenas quando usar.

A SURA já vinha estudando o comportamento do consumidor brasileiro antes da pandemia para oferecer a melhor experiência para um novo perfil de clientes. Segundo a seguradora, trata-se de um modelo de negócios inovador que oferece ao consumidor a possibilidade de comprar e fazer a gestão do produto de seguro a qualquer momento, de forma digital e flexível e pelo tempo que precisar, através de canais de distribuição como Instituições financeiras, bancos, empresas de varejo e plataformas digitais.  

Para viabilizar este modelo e disponibilizá-lo para o mercado brasileiro, a SURA firmou uma parceria exclusiva com a Trov, empresa líder em tecnologia para o mercado de seguros e que tem expertise global em plataforma de seguros sob demanda.  “Encontramos na Trov a expertise necessária e especializada para oferecer uma experiência diferenciada para o consumidor, com plataforma flexível, de fácil navegação e integração, que nos permite pensar na escalabilidade do negócio”, comenta Thomas Batt, CEO da seguradora. 

Outro ponto identificado pela Sura em pesquisas e observação do mercado, é que alguns consumidores de seguros têm a percepção de que a contratação convencional faz com que paguem por períodos que não necessitam. O seguro sob demanda atende exatamente a essa questão, pois permite a aquisição de uma cobertura temporária, contratada por um período que o cliente precisar, mais flexível e transparente para o consumidor. 

“Estamos trazendo para o mercado soluções que visam atender as necessidades de mobilidade e conectividade em que o cliente define o produto, as coberturas e limites que melhor atendam às suas necessidades, e faz tudo de maneira 100% digital. Além disso, a plataforma permitirá o cliente passar pela experiência e conveniência de fazer o processo de sinistro digital.”, explica Marcelo Biasoli, diretor de Estratégia Corporativa e Marketing da Seguros Sura.

A contratação do seguro sob demanda poderá ser feita por meio de canais de distribuição, a partir de parcerias com instituições que sejam relevantes em seu mercado de atuação e possuam modelos de negócios escaláveis, como instituições financeiras, bancos digitais, plataformas digitais, empresas de varejo e segmento de utilities, como telefonia, por exemplo. “Acreditamos neste modelo de distribuição pela experiência que temos na gestão destes canais e pela agilidade que trará para que o produto chegue ao consumidor, por meios que ele já está habituado a utilizar, com flexibilidade e conveniência. É uma proposta de valor diferenciada para os canais de distribuição”, comenta Cristiano Saab, VP de Vendas, Canais e Subscrição.

O modelo traz vantagens para os parceiros que têm oportunidade de ampliação de seus negócios e suas receitas. Uma startup de entregas, por exemplo, pode passar a oferecer seguro sob demanda para equipamentos eletrônicos, para uma bicicleta, para diversos itens de acordo com o que for mais estratégico para o negócio.   “Como a Sura já tem expertise no desenvolvimento de soluções focadas em pessoas e empresas, a escolha do produto a ser segurado vai depender dos parceiros de negócio e das necessidades de seus clientes”, explica Cristiano.

Segundo Biasoli a Sura acredita que o seguro sob demanda impulsionará o desenvolvimento do mercado securitário no país. “Esse novo modelo vai atrair novos consumidores de seguros e contribuirá com o aumento da participação de seguros no PIB do Brasil, que hoje está no patamar de 4%. Além disso, gera oportunidade de negócios para o desenvolvimento do mercado”  

“Nós estamos genuinamente animados com a parceria da tecnologia de seguros sob demanda da Trov com a Sura, empresa com sucesso comprovado no setor de seguros, a fim de atender as necessidades crescentes deste mercado, no Brasil. Juntos, esperamos lançar muitas inovações em seguros na América Latina”, diz Scott Walchek, CEO da Trov. 

A Sura espera fechar parcerias com pelo menos três parceiros nos próximos doze meses e quer atingir um mercado que ainda não consome seguros no Brasil e que está mudando seu perfil de consumo.   

Senado aprova inclusão de covid-19 na cobertura obrigatória de seguros para doença e morte

As operadoras do plano de saúde e seguro de vida ainda ficam proibidas de suspender ou o cancelar os contratos por falta de pagamento durante a emergência de saúde pública, que se encerra em 31 de dezembro deste ano

Fonte: Agência Senado

O Senado aprovou por unanimidade, com 77 votos, a inclusão das mortes decorrentes da pandemia de coronavírus na cobertura dos seguros de vida ou invalidez permanente. O mesmo se aplica à assistência médica ou hospitalar para os planos de saúde nos casos de infectados pela covid-19. O projeto (PL 2.113/2020), da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), determina que o seguro, inclusive o já celebrado, não poderá conter restrição de cobertura a qualquer doença ou lesão decorrente de emergência de saúde pública (Lei 13.979, de 2020). A matéria aprovada nesta quarta-feira (20) será analisada agora pela Câmara dos Deputados.

Pelo projeto, a alteração não poderá resultar no aumento do preço do prêmio pago pelo segurado. O texto estabelece também que o prazo máximo para o pagamento da indenização é de dez dias corridos, contados a partir da data de entrega da documentação comprobatória, requerida nos documentos contratuais, na sociedade seguradora.

As operadoras do plano de saúde e seguro de vida ainda ficam proibidas de suspender ou o cancelar os contratos por falta de pagamento durante a emergência de saúde pública, que se encerra em 31 de dezembro deste ano.

Acordo – O texto aprovado é um substitutivo ao projeto (PL 890/2020) apresentado originalmente pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para evitar que familiares das vítimas da covid-19 fiquem desamparados em consequência de fatalidades. A adoção do novo texto foi resultado de um acordo entre Randolfe e a relatora, senadora Leila Barros (PSB-DF), em homenagem a Mara Gabrilli, que foi diagnosticada com a covid-19.

— Seguradoras são protegidas na legislação brasileira para não darem cobertura em caso de morte por pandemias e epidemias. É algo tão absurdo que era inaceitável. E, a partir de agora, é com muito orgulho que eu quero nomear esse texto como “projeto Mara Gabrilli” — ressaltou Randolfe.

Mudanças – Relatora da matéria, Leila Barros acatou 16 das 21 emendas apresentadas ao texto. Ela aperfeiçoou a redação do projeto para garantir o pagamento dos prêmios de seguro de vida às vítimas da doença sem implicar aumento expressivo no valor das apólices.

A senadora destacou também que a regra atual permite ao segurado escolher livremente se quer incluir ou não na sua cobertura o risco de doença pandêmica.

“Trata-se de situação transitória que não deve resultar no aumento do preço do prêmio do seguro de forma permanente, uma vez que a medida não alcança futuras pandemias ou epidemias que podem, infelizmente, ser ainda mais graves do que a atual”, declarou a senadora.

A relatora considerou importante, no entanto, que o Senado retome a discussão sobre regras perenes, após o término da atual pandemia.

Seguradoras

Críticas às seguradoras foram quase unânimes na discussão do projeto. Entre elas, a do senador Weverton, que contribuiu com uma emenda ao texto. — Essa emenda vai beneficiar os quase 46 milhões de usuários de planos de saúde, esses que já deram aí uma enxurrada de lutas judiciais, porque muitos planos estavam negando que beneficiários fossem tratados agora, durante a pandemia de covid-19, por essa doença. Então, independentemente de carência, esses planos ficarão obrigados a atender esses beneficiários — comemorou.

Outros senadores apontaram “abusos” escondidos nos contratos do seguro de vida.— Além do sofrimento, da dor, da perda de um ente querido, as famílias são obrigadas a se submeter à frustração em razão de suas expectativas patrimoniais serem frustradas por apólices de seguros que atendem apenas o interesse, o lucro fácil das seguradoras — observou o senador Alvaro Dias (Podemos-PR).

A senadora Kátia Abreu (PP-TO) comparou as seguradoras às instituições bancárias. — As seguradoras são muito engraçadas. Elas querem escolher até o jeito de morrer do seu cliente. São mais ou menos iguais aos bancos: eles querem, de forma discricionária, escolher para quem vão emprestar. Regras claras não existem. Mas não podemos viver sem as seguradoras e os bancos. Por isso, o Congresso Nacional é tão importante: para ir torcendo o parafuso, apertando a rosca, para que eles não fiquem com as asas muito abertas devido à sua importância. Então, elas não vão escolher como nós vamos morrer — declarou.

Desconhecimento e má informação colocam saúde sob risco, afirma FenaSaúde

Fonte: FenaSaúde

A diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, expôs, nesta quarta-feira, 20/5, os riscos que o sistema de saúde tem sofrido devido à má informação sobre o seu funcionamento, sobretudo no período atual da pandemia de covid-19. As ameaças estão, por exemplo, na grande quantidade de projetos de lei que desorganizam a saúde suplementar e em propostas para adoção de uma fila única de leitos gerenciada pelo SUS.

“O desafio maior é manter o sistema organizado: SUS e saúde suplementar. Essa complementaridade está sendo colocada em risco”, afirmou Vera no webinar “O Desafio da Saúde Privada em Tempos de Covid-19”, promovido pelo Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde (CBEXs). 

Com relação à profusão de projetos de lei, a diretora executiva da FenaSaúde salientou que boa parte deles não contempla uma visão abrangente e realista sobre a complexidade do sistema de saúde brasileiro. Isso fica claro, por exemplo, quando busca-se permitir a inadimplência ou alterar prazos de carência.

“A saúde suplementar irriga todo o sistema privado. Ao comprometer algum elo dessa cadeia, estão comprometendo a cadeia como um todo e, claro, a assistência aos pacientes. O conceito de mutualismo, onde todos contribuem, não é bem compreendido”.

Com relação à fila única de leitos, Vera Valente lembrou que muitas das propostas não levam em conta sequer a recomendação do Conselho Nacional de Justiça segundo a qual a medida deve ser aplicada apenas quando se esgotarem todas as demais alternativas, em especial a contratação direta de bens e serviços pelo Estado junto aos prestadores privados. “Que seja feito chamamento público. Esse sistema tem de ser pago”, explicou. 

Também participaram do webinar o presidente executivo da Central Nacional Unimed,  Alexandre Ruschi, e o presidente da Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp), Yussif Ali Mere. A mediação foi do presidente do Conselho de Administração do CBEXs, Francisco Balenstrin.

Presidente executivo da Central Nacional Unimed, uma das 16 associadas à FenaSaúde, Ruschi defendeu a união de toda a cadeia de produção da saúde como medida essencial para superar a atual crise.

Segundo ele, a saúde suplementar sofre dificuldades adicionais, como em relação à regulação e a entraves impostos ao acesso às reservas das próprias operadoras, que, conforme proposto pela ANS, só podem ser utilizadas com a contrapartida de aceitação da inadimplência. “Ativos garantidores estão lá exatamente para os momentos de dificuldades que são esses que estamos vivendo”, afirmou Ruschi.

Vera Valente também criticou as pré-condições impostas pelo órgão regulador para acesso às reservas. “Se você tem uma medida da ANS que diz que todo esse público, se não pagar, continuará sendo atendido, não é difícil imaginar que irão parar de pagar. E isso traz o risco de colapso em todo o sistema”, alertou.