Porto Serviço e LG Electronics do Brasil anunciam parceria para instalação especializada de produtos

por Porto

A Porto Serviço, unidade de negócios do Grupo Porto especializada em atendimentos emergenciais e de conveniência, anuncia uma nova parceria estratégica com a LG Electronics do Brasil, que tem como objetivo oferecer uma experiência de instalação de eletrodomésticos com a qualidade e a agilidade que são marcas registradas da Porto Serviço.

Por meio dessa parceria, a Porto Serviço passa a realizar a instalação de eletrodomésticos da LG Electronics do Brasil, como aparelhos de ar-condicionado, lava e seca e refrigeradores. Os clientes terão acesso a um atendimento ágil e seguro, com a garantia de um processo de instalação prático e eficiente.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria, que reforça nosso compromisso em oferecer soluções completas para os consumidores. É mais um passo na nossa jornada de aprimorar a experiência do cliente e ampliar nossa presença no mercado,” afirma Tomas Trabulsi, diretor de Negócios e Parcerias Estratégicas da Porto Serviço.

Para a LG Electronics do Brasil, a parceria representa um movimento estratégico alinhado à sua visão de entregar conveniência e confiança em todas as etapas da jornada do consumidor. “Sabemos que a praticidade é um fator decisivo para nossos clientes. Com a Porto Serviço, estamos simplificando o processo de instalação de nossos eletrodomésticos e garantindo a segurança de um serviço especializado. Essa colaboração reforça nosso compromisso de tornar a vida dos consumidores mais fácil e prazerosa, desde a compra até o uso dos produtos LG,” comenta Adriano França, Diretor de Serviços para América Latina da LG Electronics.

Com a iniciativa, a Porto Serviço amplia sua capilaridade e segue avançando em sua estratégia de expansão e inovação em soluções, oferecendo um atendimento de qualidade em todo o território nacional, sendo a LG Electronics do Brasil a primeira fabricante a ter essa parceria com a empresa.

CNseg: Augusto Braun fala sobre a realidade dos municípios frente a crise climática

por CNseg

O quarto episódio da série especial “Seguros na COP30” vai ao ar nesta quinta-feira (25), às 13h, dentro do canal SeguroPod. No programa, Augusto Braun, assessor especial da presidência da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), fala sobre a realidade dos municípios brasileiros, que, muitas vezes, precisam esperar mais de ano e meio para receber os recursos previstos.

Braun também detalha por que os municípios decretaram estado de emergência mais de 59 mil vezes na última década, acumulando prejuízos que ultrapassam R$ 400 bilhões. Além disso, aponta como o seguro climático e os consórcios de defesa civil podem ser a chave para construir um futuro mais seguro e resiliente no nível local.

Apresentado pelo jornalista Vagner Ricardo, editor da Revista de Seguros, o programa será transmitido no Spotify e no YouTube da CNseg, todas as quintas-feiras, às 13h, até o dia 6 de novembro, e reforçam o protagonismo da CNseg na construção de soluções que unem inovação, proteção financeira e sustentabilidade.
 

Ao longo das semanas, outros especialistas, executivos e autoridades públicas compõem a programação:

  • Roberto Santos, presidente do Conselho Diretor da CNseg destaca como seguradoras estão se preparando para o novo cenário climático;
  • Vinícius Brandi (Ministério da Fazenda) e Helena Venceslau (Ministério do Planejamento e Orçamento)abordam os desafios legislativos e regulatórios;
  • Gilberto Martins (Anfavea) fala sobre os impactos da transição climática na indústria;
  • Manoel Renato (Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos) destaca os desafios da infraestrutura e da resiliência urbana;
  • Deputado Fernando Monteiro (Republicanos-PE) comenta o papel do Legislativo na agenda climática;
  • Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e Gustavo Brum, superintendente-executivo da CNseg encerram a temporada com reflexões sobre adaptação e governança climática.

CNseg: setor de seguros debate novos padrões rumo à COP30

Screenshot

por CNseg

Transparência não é mais diferencial, é exigência. E no setor de seguros, o reporte ASG ganha cada vez mais protagonismo como instrumento de credibilidade e confiança. Essa foi a conclusão do o webinar “Reporte ASG e Transparência no setor de seguros”, realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em 23 de setembro. 

O quarto e penúltimo encontro da série “Jornada do Setor de Seguros Rumo à COP30” reuniu especialistas para discutir a regulação internacional de reporte de sustentabilidade e seus impactos para o mercado segurador.

A abertura ficou a cargo do gerente de Sustentabilidade da CNseg, Pedro Werneck, e as apresentações foram conduzidas por Elanne Almeida, sócia de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade da EY Brasil, e Diego de França Pereira, sócio de ESG para o setor financeiro da EY Brasil.

Elanne Almeida iniciou sua apresentação abordando os IFRS S1 e S2, as normas internacionais de reporte de sustentabilidade elaboradas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB). Segundo ela, essa nova regulação visa atender à necessidade de divulgação do setor segurador em relação ao seu desempenho ASG (Ambiental, Social e de Governança) e como esse desempenho impacta as demonstrações financeiras.

O objetivo é criar uma base global de informações claras, comparáveis e úteis para investidores e demais stakeholders, conectando relatórios financeiros e de sustentabilidade em um modelo de relato integrado.

A executiva destacou que o Brasil já iniciou a adaptação às normas, com exigência obrigatória para companhias abertas a partir de 2026, conforme decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Até lá, haverá período de adoção voluntária.

Diego de França Pereira ressaltou as diferenças entre o IFRS e a Circular Susep nº 666, em vigor desde 2024. Enquanto a Susep adota um modelo mais prescritivo, com tabelas padronizadas a serem preenchidas pelas supervisionadas, o IFRS estabelece uma abordagem baseada em princípios, exigindo divulgações mais detalhadas e com foco direto no investidor e no mercado de capitais.

Apesar das diferenças, ambos os modelos compartilham a base do TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), com quatro pilares: governança, estratégia, gestão de riscos e métricas/metas.

Riscos, oportunidades e materialidade financeira

O debate também abordou como as seguradoras devem identificar e reportar riscos e oportunidades relacionados ao clima e à sustentabilidade. Isso inclui desde o impacto de desastres naturais sobre os sinistros e reservas técnicas até a possibilidade de desenvolver novos produtos e serviços para setores expostos a riscos climáticos.

Um ponto central, segundo os palestrantes, é a materialidade financeira: as informações divulgadas devem demonstrar de que forma as mudanças climáticas e outros fatores ASG afetam diretamente o desempenho econômico da companhia.

Os especialistas destacaram que a adoção dos novos padrões demandará maior integração entre as áreas de sustentabilidade, governança, controladoria, riscos e tecnologia. Também será necessário definir claramente os horizontes temporais de curto, médio e longo prazo, de acordo com as especificidades de cada setor.

“Para uma mineradora, longo prazo pode significar mais de 30 anos, enquanto no setor de moda o horizonte é de apenas cinco”, exemplificou Elanne Almeida.

Encerrando o webinar, Pedro Werneck reforçou que a série da CNseg prepara o setor de seguros para os desafios e oportunidades que estarão em evidência na COP30, em Belém, em 2025. “Transparência e reporte estruturado de informações ASG são fundamentais para consolidar a confiança do mercado e dos investidores”, concluiu.

Plataforma da CNseg registrou mais de 250 incidentes cibernéticos no 1º semestre

por CNseg

A era digital potencializou avanços inéditos, mas também impôs uma nova camada de vulnerabilidade. Somente no primeiro semestre deste ano, 253 alertas de incidentes foram emitidos pela plataforma de Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC), da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Uma média mensal de 42 eventos. 
Dos incidentes, o Alerta de Vulnerabilidade se destaca como o tipo mais comum de comunicação, com 43% do total, somando 108. Notícias sobre incidentes, Curiosidades e Fatos de cyber estão em segundo com 17%; e Campanhas de Phishing ou Fraudes em terceiro, com 16%.

O CIC promove a troca de informações sobre ataques entre empresas com confidencialidade garantida, visando reduzir o tempo de resposta e aumentar a resiliência do setor. A notificação das vulnerabilidades, com agilidade, ajuda as organizações a tomarem ações preventivas, como o isolamento de sistemas em risco ou a aplicação imediata de correções. 

No ano passado, o Brasil registrou 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, movimentando cerca de R$ 17 bilhões em investimentos em segurança digital. Ainda assim, os prejuízos estimados chegaram a mais de R$ 2,3 trilhões, afetando cerca de 40 milhões de brasileiros.

No contexto corporativo, o aumento da superfície de exposição, impulsionado pela transformação digital, uso de serviços em nuvem e terceirização de processos, exige mais do que ferramentas tecnológicas: requer uma abordagem estratégica de gestão de riscos. Nesse cenário, o seguro de riscos cibernéticos vem ganhando protagonismo. Voltado exclusivamente para empresas, o produto oferece proteção contra danos causados por ataques virtuais, como vazamento de dados, interrupção de serviços, perdas financeiras e até ações judiciais por uso indevido de informações.

Essa necessidade não se limita às grandes corporações. As médias empresas, embora em crescimento e cada vez mais digitalizadas, enfrentam desafios ainda maiores diante da falta de estrutura para mitigar incidentes cibernéticos. Estudo da AON mostra que 55% delas ainda não buscam nenhuma proteção contra riscos digitais.
Para Victor Perego, membro da subcomissão de Linhas Financeiras da FenSeg, o seguro precisa estar alinhado à estratégia de gerenciamento de risco da empresa: “A interrupção do negócio, por exemplo, é uma das coberturas mais sensíveis. Mas é preciso entender qual o tempo de paralisação que a empresa consegue suportar antes de sofrer perdas irreversíveis. Essa análise define o melhor desenho de apólice e o período de carência de lucros cessantes.”

A legislação brasileira também evoluiu. A Circular SUSEP 638/2021 inseriu a cibersegurança no centro do sistema de controle interno das seguradoras, exigindo que todas as supervisionadas tenham políticas compatíveis com seu porte, grau de exposição e complexidade operacional. A norma também impõe o registro e comunicação de incidentes, capacitação contínua e monitoramento de terceiros com acesso a dados sensíveis.

Susep prorroga o prazo da consulta pública sobre Cobertura de Alagamento e Inundação

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou hoje (24), na Reunião do Conselho Diretor, a prorrogação do prazo da Consulta Pública nº 4/2025, que trata da minuta de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre Cobertura de Alagamentos e Inundação. A Consulta Pública, que inicialmente se encerrou em 17 de setembro, foi reaberta e poderá receber sugestões dos interessados até o dia 29 de setembro de 2025.

As sugestões podem ser realizadas por meio do preenchimento de questionário disponível no site da Susep, com posterior encaminhamento para o e-mail cgeco@susep.gov.br.

Para conhecer a minuta de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre cobertura de alagamento e inundação e baixar o questionário, acesse a página da Susep sobre a Consulta Pública n° 4/2025.

Sobre a Consulta Pública nº 4/2025:

O objetivo central da AIR é analisar o padrão de oferta da cobertura de alagamento e inundação no seguro compreensivo residencial e avaliar alternativas para ampliar sua penetração no mercado brasileiro.

A proposta de submissão da AIR à consulta pública apresenta-se como um instrumento inovador para a autarquia e que abre a possibilidade de participação social antes mesmo da decisão sobre a necessidade de medidas regulatórias. Dessa forma, o estudo em tela busca apresentar as análises realizadas até o momento e obter o retorno da sociedade sobre as alternativas consideradas e os critérios identificados, possibilitando a participação social antes da decisão final.

O objetivo principal da consulta é colher percepções, críticas e sugestões amplas da sociedade quanto à metodologia utilizada; às dimensões consideradas e seus respectivos pesos; aos possíveis impactos e seus respectivos pesos; e às notas atribuídas para cada alternativa, permitindo que tais contribuições enriqueçam o estudo e subsidiem eventuais medidas futuras.

Grupo HDI anuncia Tiago Barduchi como Chief Human Resources Officer

Como mais um passo de sua jornada de transformação, o Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – anuncia Tiago Barduchi como novo Chief Human Resources Officer. Na nova posição, o executivo será responsável por liderar o processo de fortalecimento de uma cultura cada vez mais ágil e voltada para programas de desenvolvimento de pessoas dentro da companhia. 

Com sólida carreira em consultoria estratégica e transformação organizacional, Tiago atuou como Associate Partner na McKinsey & Company e, mais recentemente, como consultor da Egon Zehnder, onde apoiou empresas internacionais em contexto de transformação digital e implementação de metodologia ágil. Além disso, o executivo tem uma trajetória de excelência, com liderança pautada pelo desenvolvimento da organização e das pessoas.

“É uma grande honra assumir a posição de Chief Human Resources Officer do Grupo HDI. Encaro esse desafio com entusiasmo e o compromisso de contribuir para a jornada de transformação da companhia, promovendo uma cultura cada vez mais inovadora e voltada para o desenvolvimento das pessoas, que são o centro dos nossos negócios e da experiência que entregamos a parceiros e clientes. Estou certo de que, juntos, vamos conquistar um futuro ainda mais extraordinário”, afirma Barduchi. 

Além de acelerar a transformação da companhia, a chegada do executivo representa um passo estratégico neste momento de consolidação do Grupo HDI.

Escritórios RPZ Advogados e Kennedys Law anunciam associação estratégica no Brasil em re/seguros

A poucos meses da entrada em vigor da Nova Lei de Seguros, o escritório brasileiro RPZ Advogados, focado no mercado de seguros e resseguros, e o Kennedys Law, banca de atuação global e referência entre resseguradores, anunciam uma associação estratégica. A união reforça a presença no Brasil de uma das principais firmas internacionais especializadas no setor, ampliando a capacidade de atendimento em grandes riscos, disputas complexas e consultoria regulatória.

O anúncio acontece em um momento decisivo para o mercado segurador. Em dezembro entra em vigor a Lei nº 15.040/2024, conhecida como “Nova Lei do Seguro”, que trará mudanças significativas na elaboração dos contratos de seguro e na análise e regulação de sinistros.

Segundo Dennys Zimmermann, sócio da RPZ Advogados, “a nova legislação impõe desafios significativos ao setor de seguros, especialmente no segmento de grandes riscos, exigindo das seguradoras e resseguradoras uma capacidade de adaptação rápida e estratégica. Nesse cenário, a atuação conjunta entre escritórios jurídicos se torna essencial”.

O advogado destaca que a associação entre RPZ Advogados e Kennedys Law“une expertise técnica, metodologias integradas e canais de comunicação mais fluidos entre Brasil e mercados internacionais”. Essa sinergia, defende Zimmermann, fortalece a prestação de serviços jurídicos, facilita o diálogo com players estrangeiros e contribui para decisões mais ágeis e assertivas.

A perspectiva do escritório brasileiro é que, mais do que nunca, os escritórios jurídicos precisam estar preparados para responder com eficiência às novas demandas regulatórias e operacionais, oferecendo ao mercado segurador e ressegurador um suporte sólido e alinhado aos desafios atuais.

Para Michael Hennessy, sócio do Kennedys Law, “esta associação é uma evolução natural da nossa estratégia regional. O Brasil é um mercado fundamental para os nossos clientes, e a colaboração com a RPZ Advogados nos permite oferecer solidez prática, respaldada pela nossa abrangência internacional”.

Wiz Co (WIZC3) tem 53,7% dos cargos de liderança ocupados por mulheres

por WIZ Co

A Wiz Co (WIZC3), especializada em bancassurance e distribuidora de consórcios e crédito, divulgou este mês o relatório de sustentabilidade referente ao ano de 2024, com destaque para a ampliação da liderança feminina, iniciativas ESG, a atuação no terceiro setor e o desempenho financeiro. 
 

A empresa, atualmente, possui 53,7% das posições de lideranças ocupadas por mulheres, sendo 50% em cargos de liderança estratégica e 62,7% em liderança tática – impulsionadas pelo programa de protagonismo feminino, Acelera Ela. A companhia, que recebeu pelo décimo ano consecutivo a certificação GPTW, também registrou uma queda significativa na taxa de rotatividade entre os colaboradores: de 53,20%, em 2023, para 32,11%, em 2024, mostrando maior estabilidade e retenção de talentos.

Além disso, a Wiz Co aderiu ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que reforça o compromisso das empresas com a ética e a transparência. Do ponto de vista ambiental, a Wiz Co iniciou seu primeiro inventário de emissões de GEE (gases de efeito estufa) em 2024. 
 

A empresa planeja aprofundar a gestão de riscos e oportunidades climáticas em 2025, em linha com as novas normas IFRS S2, que definem requisitos para a divulgação de informações financeiras relacionadas ao clima e permitem à empresa avaliar tanto os impactos que ela gera no meio ambiente e na sociedade quanto os riscos e oportunidades que as questões ESG representam para o seu desempenho.

“A criação de valor de longo prazo, a gestão estratégica de riscos e oportunidades e o alinhamento à pauta ESG seguem no centro da nossa atuação. Na Wiz Co, entendemos que a sustentabilidade não é uma agenda reputacional, mas um fator estratégico e financeiro”, explica Marcus Vinícius de Oliveira, CEO da Wiz Co, em sua mensagem publicada no relatório de sustentabilidade. 
 

Além disso, a companhia investiu, por meio de leis e programas de incentivos fiscais, mais de R$ 1,2 milhão em 11 projetos sociais voltados, principalmente, para os ODS 1, 3, 4 e 10 do Pacto Global da ONU: Erradicação da Pobreza, Saúde e Bem-estar, Redução das Desigualdades e Igualdade de Gênero. “Reforçamos nossa responsabilidade social por meio de ações que valorizam o capital humano, fortalecem a cultura organizacional e promovem diversidade, equidade e inclusão em todas as esferas”, reforça o CEO.

Com relação aos resultados financeiros da Wiz Co, o lucro líquido ajustado da companhia cresceu 19,2% entre 2024 e 2025, totalizando R$ 439,2 milhões, de acordo com o relatório anual. A empresa distribuiu, ainda, mais de R$ 20 bilhões em crédito, consórcio e seguros em 2024, o que representa um crescimento de 15,9% em comparação a 2023.

MAG Seguros anuncia parceira de distribuição exclusiva com Banese

A MAG Seguros, especialista em vida e previdência com 190 anos de atuação ininterrupta no Brasil, acaba de firmar uma parceria estratégica com o Banco do Estado de Sergipe (Banese), para comercialização de seus produtos de acidentes pessoais e prestamistas, via corretores de rede da instituição.

“O Banese é um banco forte, referência regional quando se fala em solidez, credibilidade e busca incessante de ações e parcerias inovadoras, visando não apenas o fortalecimento da instituição, mas o crescimento econômico de Sergipe, e o desenvolvimento da nossa gente. Por isso estamos felizes e orgulhosos com a parceria estratégica firmada com a MAG Seguros, pois temos a certeza de que criamos uma poderosa aliança que gerará bons frutos para o mercado, que movimentará a economia local e melhorará a experiência oferecida à sociedade sergipana no tocante aos seguros prestamistas e de acidentes pessoais”, afirmou o presidente do Banese, Marco Queiroz.

A parceria exclusiva, que tem validade de dez anos, visa ampliar a oferta de soluções de proteção aos mais de 830 mil clientes do Banese, atrelado a expertise da MAG Seguros, que reforça o compromisso na democratização do seguro e o acesso a produtos de proteção e planejamento financeiro em todas as regiões do país.

“Celebramos com muito orgulho a parceria da MAG Seguros com o Banese, uma entidade que tem história no Sergipe e que assim como nós, possui a capacidade de inovar e evoluir junto com o mercado sem perder de vista seu propósito. Essa conquista simboliza a confiança em nossa solidez e olhar inovador ao longo destes 190 anos na proteção das famílias brasileiras na região”, afirma Helder Molina, Chairman e CEO do Grupo MAG.

Com quase dois séculos de atuação no setor de seguros, a MAG Seguros está presente em todo o país com 38 unidades de negócios e segue ampliando sua capilaridade nacional.

Master vende seguradora e negocia com FGC

acordos em seguros

Fonte: Valor

O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, acertou a venda da seguradora Kovr a executivos da própria companhia e tenta rolar mais uma vez o empréstimo de cerca de R$ 4 bilhões que pegou com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) enquanto a instituição financeira negocia outros ativos, de acordo com fontes a par das conversas.

Segundo comunicado enviado pela Kovr a parceiros, ao qual o Valor teve acesso, executivos que eram minoritários na companhia, como o CEO Thiago Moura, Eduardo Viegas e Renato Rennó, compraram toda a fatia do Master na seguradora.

A transação representa um desfecho diferente do esperado no mercado, já que havia a expectativa de que a Kovr fosse vendida para a holding J&F, da família Batista, até porque a seguradora tem um acordo para usar o balcão do Original/PicPay. A companhia estaria sendo oferecida por algo entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões.

Com isso, Vorcaro procura ganhar tempo para buscar alternativas depois de o Banco Central ter barrado a venda de parte da instituição financeira para o Banco de Brasília (BRB).

A linha oferecida pelo FGC ao Master já foi rolada por 30 dias, até o fim deste mês. Os grandes bancos, que são os maiores cotistas do fundo, não têm muita disposição para estender o prazo, mas não descartam totalmente a medida, pois uma intervenção do Banco Central representaria um passo mais drástico.

“Como toda operação, tem data de vencimento. E, como todo contrato, pode ser aditado”, diz um interlocutor a par das conversas. A chamada linha de assistência de liquidez do FGC não tem prazo fixo e pode ser estendida indefinidamente.

Para outra fonte com conhecimento do assunto, todos os interessados estão em negociação. “Como a exposição do Master só diminui, porque ele parou de captar novos depósitos e tem honrado seus CDBs, deveria haver espaço para renovação da linha” diz. “Não se trata de resolver a vida do Master, é resolver o dia de amanhã e ganhar algum tempo”, aponta um terceiro interlocutor. Vorcaro, inclusive, já teria apresentado novos planos mais detalhados ao BC em uma tentativa de salvar o banco.

Vorcaro também estaria negociando a venda do banco digital Will Bank, pretendendo levantar algo perto de R$ 200 milhões. O ativo atrai alguns interessados, mas não há um favorito claro.

Ao mesmo tempo, ele não desistiu de um acordo com o BRB, que poderia ser reapresentado em outros termos ao Banco Central, com um escopo menor, após essas outras vendas de ativos. “O BRB está assistindo o desenrolar das demais operações para definir se há algum caminho”, aponta um observador.

O controlador do Master contratou o advogado e ex-presidente da República Michel Temer para ajudá-lo a encontrar alternativas para o caso. “Não seria fazer com o BRB um acordo nos termos inaugurais, iniciais, mas talvez vir a fazer uma transação muito inferior, muito menor. Não sei se será possível ou não”, afirmou o próprio Temer em entrevista na semana passada.

Enquanto procura alternativas, o Master demitiu recentemente 86 bancários, o que levou o sindicato da categoria a fazer uma manifestação em frente à sede do banco, no Itaim Bibi, na capital paulista. “Os desligamentos foram gerais, com algumas áreas mais afetadas que outras. O clima no banco está muito estranho”, disse um funcionário.

Procurados, Master, BRB e FGC não se manifestaram.