Resseguro entra em fase de calmaria tensa, com furacões e marco legal no radar

O encontro anual de Baden-Baden, na Alemanha, de 19 a 23 de outubro, tradicional espaço para discutir as renovações de contratos de resseguro na Europa, acontece neste mês em clima de expectativa. A pauta do mercado internacional reflete a transição de ciclo vivida pelos resseguradores: depois de dois a três anos de forte endurecimento, com aumentos de dois dígitos que devolveram rentabilidade ao setor, o mercado agora se encontra em trajetória de suavização. Os preços estão “flat” — sem altas ou quedas abruptas —, trazendo um alívio cauteloso em meio à instabilidade global de juros, geopolítica e economia.

Se o encontro de Monte Carlo, realizado em setembro, foi marcado por especulações, Baden-Baden costuma traduzir em negociações concretas o que se debateu semanas antes. Mas a diferença central é o calendário: outubro é historicamente o mês mais tenso para os resseguradores, porque a temporada de furacões do Atlântico Norte, que se encerra em novembro, está em seu auge. “É quando todos ficam de vela acesa, esperando que nada grandioso aconteça. Um único evento pode mudar completamente o humor e o preço das renovações”, afirma Pedro Farme, CEO da Guy Carpenter no Brasil.

O ano de 2025 já entrou para a história como um dos mais desafiadores para a indústria global. Em janeiro, incêndios florestais devastaram a região metropolitana de Los Angeles, deixando prejuízos segurados entre US$ 50 bilhões e US$ 80 bilhões. Desde então, as catástrofes naturais seguiram uma curva mais típica, levando analistas a projetar perdas totais em torno de US$ 150 bilhões no ano — patamar que se tornou o “novo normal”.

A temporada de furacões, no entanto, pode virar a mesa. Em setembro, o furacão Milton nasceu no Golfo do México e, em vez de seguir para o nordeste dos EUA, desviou à direita e atingiu a Flórida. “Esses fenômenos não impactam apenas o mercado americano, mas também os resseguradores com exposição na América Latina, que são fundamentais para o Brasil”, observa Farme.

Brasil já não é imune a catástrofes

Por décadas visto como um país de risco climático baixo, o Brasil passou a viver catástrofes de grande escala, como mostrou a tragédia no Rio Grande do Sul em 2024. O episódio deixou perdas econômicas superiores a R$ 100 bilhões, sendo R$ 6 bilhões em indenizações seguradas em linhas que foram do prestamista ao seguro de concessões e aeroportos.

Mais recentemente, em setembro deste ano, ventos intensos destruíram a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP). Apesar da gravidade, o impacto foi limitado porque a unidade tinha menos fornecedores locais do que outras plantas da montadora. Se fosse em Sorocaba, onde há um polo industrial, o efeito seria muito maior. “Esse tipo de destruição total por vento é inesperado, assim como ninguém esperava o que ocorreu no RS”, diz Farme.

A sucessão de eventos tem reforçado o interesse de resseguradores internacionais pelo mercado brasileiro. “O país já chegou a uma saturação na atividade primária. Agora, ter riscos catastróficos aumenta a demanda por resseguro, porque há mais negócios sendo feitos. Isso tem atraído novos players para a região”, avalia o executivo.

Mais do que os riscos climáticos, porém, o foco dos executivos no Brasil está na adaptação ao novo marco legal dos seguros, que entra em vigor em dezembro de 2025. A lei pode mudar o equilíbrio entre seguradoras, clientes e reguladores, elevando o grau de litigiosidade e exigindo novos parâmetros de precificação. “Os que já operam no Brasil sentem o desafio de se adaptar, enquanto os novos entrantes já chegam moldados à nova lei”, explica Farme.

Na prática, os contratos automáticos continuam com prazos de 12 meses, mas nos resseguros diretos e facultativos há maior procura por renovações de prazo mais longo, justamente para mitigar a incerteza. O aumento surpresa do IOF sobre o resseguro, anunciado neste ano, também entra na conta. “Ainda que o mercado não esteja focado nisso agora, o fato é que a soma do IOF com o marco legal pressiona custos e exige rediscussão das condições para 2026”, completa.

A entrada de novos resseguradores e MGAs (agências de subscrição) no Brasil e na América Latina, como Fidelis e Convex, tem ajudado a sustentar preços estáveis, mesmo diante das pressões. “Esse movimento funciona como contrapeso: ainda há incertezas, mas a chegada de capacidade adicional garante a continuidade de um mercado flat — sem redução e sem aumento relevantes”, afirma o CEO da Guy Carpenter.

Segundo ele, a expectativa é que o Brasil viva uma fase de maior litígio do que no passado, ainda que distante do nível observado nos EUA. “Nos primeiros anos de adaptação à lei, certamente teremos discussões mais longas e desafiadoras. Mas, com o tempo, o mercado tende a se ajustar”, avalia.

O saldo, até aqui, é de estabilidade aparente. O Brasil tem seguradoras capitalizadas e com apetite para reter riscos, enquanto o mercado global parece se ajustar de forma gradual à virada do ciclo. Mas a sensação geral é de uma “calmaria tensa”, como resume Farme: “Vivemos um momento em que há muitas panelas cozinhando ao mesmo tempo. Isso dificulta prever o que pode acontecer. Tudo vai depender do que outubro nos reserva”.

M&A, corretores de resseguro, capital alternativo e AI

Segundo observações da McKinsey & Company sobre o evento de Monte Carlo, as fusões e aquisições perderam força nos últimos anos no setor de resseguros, reflexo de um desaquecimento mais amplo da atividade de mercado. Mas em Monte Carlo, esse foi novamente um dos principais temas, à medida que organizações buscam os benefícios da escala. Dois anúncios recentes, às vésperas do RVS, despertaram ainda mais interesse: a aquisição da Aspen Holdings Inc., de Bermudas, pela japonesa Sompo Holdings, por US$ 3,5 bilhões, e a compra da Apollo Group Holdings, especialista do Lloyd’s, pela Skyward Specialty Insurance Group, por US$ 555 milhões. Ambos os negócios têm foco em resseguro e sinalizam apetite por inovação, crescimento e modelos alternativos. Nas conversas em Monte Carlo, vários executivos já especulavam sobre os próximos movimentos.

O mercado de corretagem de resseguros era dominado por dois ou três grandes grupos, mas esse cenário mudou com a consolidação de players menores em busca de escala. Hoje, os cinco maiores respondem por cerca de 85% das colocações globais. Embora o ranking dos cinco principais não tenha mudado no último ano, os corretores em 3º, 4º e 5º lugares crescem de três a cinco vezes mais rápido que os dois primeiros. O resultado é um ambiente mais competitivo, que exige atenção redobrada dos líderes e beneficia todo o mercado.

Em um mercado com capital total estimado em US$ 800 bilhões, o capital alternativo — de investidores fora do setor de seguros — já representa cerca de 15%. Inicialmente visto com preocupação pelos incumbentes, ele hoje está consolidado como parte do tecido da indústria. Muitos grupos passaram, inclusive, a diversificar receitas com taxas de administração sobre esse capital de terceiros. A grande dúvida era o que aconteceria quando o ciclo de resseguro mudasse. A resposta parece ser: nada muda. O capital alternativo continua crescendo em linha com o mercado, deixando de ser ameaça e passando a ser complemento de capacidade.

Atualmente, é quase impossível realizar um evento de serviços financeiros sem que a Inteligência Artificial domine o debate — e no resseguro não foi diferente. Em Monte Carlo, falou-se muito sobre como a IA pode impactar modelos operacionais, elevando eficiência e eficácia. O grande diferencial da IA generativa — e agora da chamada agentic AI — é lidar com grandes volumes de dados não estruturados, automatizando etapas de coleta e verificação de informações. Já é possível treinar agentes de IA para preparar casos completos antes mesmo de chegar ao olhar humano. Isso abre caminho para um salto de produtividade, e já há pilotos relevantes sendo testados. No entanto, permanecem questões em aberto, como a escassez de talentos, o impacto em empregos e a real capacidade de gerar valor financeiro. Como em outros setores, ainda é cedo para conclusões definitivas.

Icatu Seguros desvenda mitos e verdades sobre o Seguro de Vida

por Icatu

O Seguro de Vida, produto que está cada vez mais presente nas conversas sobre planejamento financeiro das famílias, vem crescendo consistentemente ao longo dos últimos anos. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), a contratação da modalidade individual cresceu 13,2% no primeiro semestre de 2025.  

Mesmo em ritmo de crescimento, o mercado brasileiro ainda tem amplo potencial de expansão. Uma pesquisa da Fenaprevi em parceria com o Datafolha revela que apenas 18% dos brasileiros contam com a proteção de um seguro de vida. “Essa baixa cobertura reflete a falta de conhecimento e até um certo tabu acerca deste assunto, gerando insegurança na contratação –apesar de sua relevância para a proteção financeira”, revela a diretora de Produtos de Vida da Icatu Seguros, Luciana Bastos.

 Mitos e verdades sobre o Seguro de Vida

Um dos principais e mais disseminados mitos sobre o Seguro de Vida é a ideia de que ele só pode ser usado em casos de morte. Na realidade, o produto oferece uma série de coberturas para serem utilizadas em vida. “Ele garante segurança em todas as fases da vida, proporcionando proteção em situações inesperadas, como em casos de uma incapacidade temporária, uma doença grave ou invalidez”, afirma Luciana. “Nesses casos, a pessoa recebe uma indenização para utilizar da forma que desejar: seja para garantir o acesso a um bom tratamento, medicamentos, cuidadores ou até mesmo para o pagamento de contas no período em que estiver impedido de trabalhar”, complementa.

Em caso de morte do segurado, o Seguro de Vida também garante proteção para a família, reforçando sua relevância como uma ferramenta estratégica de proteção patrimonial e sucessória. “A indenização não passa por inventário, trazendo liquidez para que a família dê entrada no processo de transmissão de bens inventariados e possa se reorganizar e reestruturar financeiramente”, diz Bastos. 

Indenização do Seguro de Vida pode ser rápida e descomplicada

Outro equívoco comum é pensar que acionar o seguro é difícil e que a indenização é demorada. Após o acionamento da seguradora, o prazo legal para o pagamento da indenização gira em torno de 30 dias, mas muitas vezes a liberação do valor pode ocorrer antes. “Por isso é tão importante trazer esse tema para o debate familiar. O ideal é que todos da casa tenham conhecimento da contratação do produto para que eles possam acionar a seguradora no melhor momento”, aconselha.  

 Produto acessível: proteção financeira a partir de valores baixos

Outra informação disseminada sobre o Seguro de Vida é a de que o produto é caro. No entanto, hoje em dia, é possível encontrar opções com valores cada vez mais acessíveis. “O Seguro de Vida é um produto para todos. Independentemente da sua classe social, idade, se é solteiro, casado, se tem filhos ou até mesmo se você já tem um seguro de vida em grupo. Contar com a proteção financeira de um seguro de vida é investir em um futuro mais seguro para si e para quem se ama”, conclui a diretora da Icatu Seguros.

Zurich Seguros patrocina Rio Open pelo segundo ano consecutivo e reforça compromisso com o futuro do esporte 

A Zurich Seguros anuncia a renovação do patrocínio ao Rio Open, evento da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) e maior torneio de tênis da América do Sul, realizado no Brasil. Esta será a segunda participação consecutiva da seguradora como patrocinadora oficial do campeonato, que em sua 12ª edição acontece entre os dias 14 e 22 de fevereiro de 2026, no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Rio de Janeiro. Entre os nomes já confirmados na chave de simples está o italiano Lorenzo Musetti (medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024). 

Mais do que uma plataforma de visibilidade institucional, o patrocínio consolida o esporte como um dos pilares estratégicos da marca Zurich. Em 2026, a atuação da companhia nesse território estará estruturada em quatro frentes complementares: apoio a grandes eventos esportivos, incentivo a projetos de base, investimento em ações sociais com foco na democratização do esporte e campanhas de mídia que reforçam os valores da seguradora junto ao público brasileiro. 

“Estamos muito felizes em renovar nossa parceria com o Rio Open, um evento que carrega a essência do tênis e conecta o público brasileiro à elite mundial do esporte. Essa iniciativa reflete o compromisso da Zurich em investir no futuro do esporte no Brasil, seja por meio de grandes competições, seja por projetos que promovem inclusão e impacto social”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. 

Além do patrocínio ao torneio, a Zurich mantém um histórico consistente de incentivo ao tênis como instrumento de transformação. Um dos principais exemplos é o apoio às Irmãs do Tênis, Agatha e Tabatha Carvalho, jovens atletas que são um exemplo da inclusão de meninas no esporte. A seguradora também atua em parceria com o Instituto Próxima Geração (IPG), em Belo Horizonte, por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de novos talentos e ampliam o acesso de crianças e adolescentes à prática esportiva. No campo da comunicação e engajamento com os fãs da modalidade, a Zurich também patrocina o New Balls Please!, podcast especializado em tênis apresentado por Fernando Meligeni e Fernando Nardini. 

A presença da Zurich no Rio Open integra uma estratégia mais ampla de posicionamento de marca, que busca alinhar inovação, empatia e responsabilidade social. O esporte, nesse contexto, é visto como uma poderosa ferramenta de inclusão, construção de valores e fortalecimento do vínculo com a sociedade. Ao apoiar iniciativas que promovem diversidade, educação e mobilidade social por meio do esporte, a seguradora reafirma sua ambição de ir além da proteção financeira e contribuir ativamente para um futuro mais justo e sustentável.  

Brasil 2050: o desafio de amadurecer com qualidade de vida

O Brasil está envelhecendo mais rápido do que a média dos demais países. Projeções demográficas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que, em pouco mais de duas décadas, em 2050, aproximadamente 23% da população brasileira terá 60 anos ou mais. Ainda segundo o instituto, essa proporção deverá atingir 37,8% em 2070, quando a idade média da população prevista será de 48,4 anos, frente aos 35,5 anos de 2023. 

O fenômeno, conhecido como Tsunami Prateado, é resultado da combinação entre o aumento da expectativa de vida ao nascer, que deve superar 81 anos até 2040 e chegar a 83,9 anos em 2070, e a queda da taxa de fecundidade, que passou de seis filhos por mulher nos anos 1960 para 1,6 em 2025, inferior ao patamar mínimo para reposição populacional. 

O desafio é claro: considerando a idade mínima de aposentadoria no Brasil, de 65 anos, será preciso garantir renda por cerca de duas décadas após o fim do período laboral. Mais do que uma questão individual, esse cenário representa um chamado coletivo para repensar como financiar a longevidade. É nesse ponto que a previdência privada se apresenta como ferramenta estratégica, ajudando famílias a atravessar esse período com mais segurança, bem-estar e qualidade de vida. 

“Envelhecer não é só ver o tempo passar, mas poder acompanhar o crescimento dos filhos, cuidar dos netos, realizar sonhos guardados e viver com mais calma. Para que esses anos a mais sejam de fato uma conquista, precisamos pensar no futuro desde já. A previdência privada contribui para que cada fase da vida seja usufruída com equilíbrio, acesso a oportunidades e perspectiva de realizações pessoais”, afirma Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência. 

O estudo Brasil Prateado, realizado pelo Data8, hub de pesquisa e inteligência focado em Economia da Longevidade, reforça essa urgência. Os brasileiros 50+ já consomem, em média, 38% a mais por mês do que os jovens, principalmente em moradia, saúde, transporte e alimentação. Em 2024, representavam 35% do consumo de saúde no país, e devem chegar a 43% até 2034. Apesar do maior poder de consumo, a cesta dos maduros é menos diversificada, refletindo necessidades específicas da longevidade. 

“A longevidade é uma conquista coletiva, mas só será plenamente aproveitada se vier acompanhada de preparo. Quanto antes cada um se planejar, maiores serão as chances de viver essa fase com autonomia e plenitude. A previdência privada é um instrumento que tem muito a contribuir nessa direção, com a vantagem adicional de oferecer soluções que se estendem para além da aposentadoria. Pode ser programada, por exemplo, para o pagamento de um bom plano de saúde em idades mais avançadas ou mesmo a aquisição de um imóvel, entre outras possibilidades” destaca Scripilliti.  

Além disso, a previdência privada possui atributos exclusivos frente às demais modalidades de investimentos, como dedução no Imposto de Renda dos valores investidos em até 12% da renda bruta anual, no caso do PGBL; escolha do regime tributário entre progressivo e regressivo; isenção da cobrança intermediária de IR, potencializando acumulação; portabilidade, que permite alterar a estratégia de investimento sem incidência de imposto; eficiência do planejamento sucessório, pois os recursos não entram em inventário, sendo transferidos diretamente aos beneficiários indicados no plano em no máximo 30 dias, sem incidência de ITCMD.  

“Há várias possibilidades para destinar as reservas acumuladas ao longo da vida na fase pós-laboral, mas todas envolvem uma dose de risco. Já a previdência privada oferece previsibilidade à renda futura, por meio da atualização monetária e da garantia de juros”, conclui o diretor da Bradesco Vida e Previdência.       

Bradesco Seguros redesenha área comercial para ganhar velocidade nos estados

Leonardo Pereira de Freitas Bradesco Seguros

por Denise Bueno

A Bradesco Seguros promoveu uma ampla reestruturação em sua área comercial, sob liderança de Leonardo Freitas, diretor responsável pelos ramos elementares. O movimento combina especialização na matriz, divisão mais granular das regionais e reforço no canal de assessorias, que já responde por 26% da produção da companhia. “O redesenho regional tem um norte: falar com realidades distintas. No Sudeste, onde está mais de 50% do mercado de Auto, a gestão mais granular busca ganhos de velocidade e ajuste fino de oferta. O objetivo da reestruturação é calibrar estruturas para avançar de forma sustentável, com mais especialização e proximidade com os corretores”, conta Freitas.

No nível executivo, Raquel Cerqueira da Costa, até então superintendente sênior de Produto Auto, assumiu a nova Superintendência Sênior de Planejamento e Gestão Comercial, com foco em equilibrar o mix de negócios – a seguradora é forte em frotas e pesados, mas busca ganhar terreno no individual – além de apoiar pequenos e médios corretores com ferramentas de produtividade e ampliar conexões com ecossistemas de distribuição, como varejo, farmácias e atacarejos.

Emanuel Paiva do Nascimento, antes superintendente de Planejamento e Gestão Comercial, passa a comandar a recém-criada regional Rio, Minas e Espírito Santo. Já Luiz Carlos Ferreira Gomes, que respondia pela região Sudeste, assume como superintendente sênior de Negócios em São Paulo, que agora foi subdividido em capital e interior.

Nas demais regiões, Cleverson Veroneze, que era superintendente comercial em Porto Alegre, passa a ser superintendente regional de Seguros para o Sul; Mateus Nunes Leandro Silva, vindo da superintendência comercial de Brasília, assume como superintendente regional de Seguros no Conem (Centro-Oeste e Nordeste); e Ricardo Luis Costa, antes em Campinas, torna-se superintendente regional de Seguros para o Sudeste.

A companhia estruturou governança dedicada, com painéis de gestão e uma liderança específica também para grupos. “O mundo comercial não é mais só relacionamento. É técnica, dados e pricing — sem perder a alma”, diz Freitas. Além da mudança organizacional, a companhia lançou o Programa Recompensa, que prevê remuneração adicional de até 7% e busca deslocar a narrativa da venda do menor preço para a entrega de valor em coberturas e serviços, especialmente no seguro de automóveis.

Outro destaque é o programa de road shows, que percorre diferentes regiões do país em encontros de dois dias, primeiro com as equipes locais e depois com grupos de 30 a 40 corretores em microfone aberto. A dinâmica já resultou em 46 entregas concretas, entre ajustes de produtos, novas jornadas e mudanças de política comercial, sempre acompanhadas do selo “Você pediu, a gente fez”.

Para PMEs, o Empresarial foi segmentado em 10 modalidades (bares, restaurantes, consultórios, escritórios, entre outros), facilitando a prova de valor ao cliente. Em residencial, a seguradora enxerga espaço aberto no pós-pandemia. “A pequena e média empresa não pode desaparecer por um sinistro. A segmentação ajuda o corretor a mostrar, com clareza, a proteção certa.”

Para Freitas, bola na trave tem potencial de alterar o placar. “Quando algo não funciona, nossa equipe senta com o corretor para entender o problema e tem interesse genuíno em resolver. Dar a mão ao corretor virou processo e isso tem aumentando a conexão do time com nosso principal canal de distribuição”, destacou Leonardo Freitas

Conscientização: a importância do seguro de vida como ferramenta de proteção e liberdade financeira

Setembro é o mês dedicado à conscientização sobre o seguro de vida e sua importância na proteção e liberdade financeira das famílias. Segundo relatório elaborado pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), no primeiro semestre deste ano os valores arrecadados pelas companhias em seguro de pessoas, que incluem vida, funeral, acidentes pessoais, educacional, viagem, prestamista e por internação hospitalar, totalizaram R$37,8 bilhões, um incremento de 8,4% na comparação com o mesmo período de 2024.
 

Para o CEO e Chairman do Grupo MAG, Helder Molina, o crescimento do setor é possibilitado por três fatores: a mudança cultural a respeito do seguro, qualificação de profissionais do segmento e adoção de tecnologias pelo setor. “Nos últimos anos, as pessoas têm se conscientizado cada vez mais sobre a importância do seguro de vida. O seguro é uma alternativa para oferecer proteção em momentos de imprevisibilidade, tornando-se fundamental para assegurar a estabilidade financeira do segurado e das pessoas dependentes. Neste sentido, é fundamental que o corretor o apresente de forma consultiva e que faça sentido ao seu perfil e momento de vida”, afirma.
 

Paralelamente, corretoras, gestoras e consultorias estão atentas às necessidades do mercado e têm contado com profissionais cada vez mais qualificados. Eles precisam sugerir, de forma assertiva, as melhores oportunidades, gerenciar portfólios e ser um canal direto para tirar dúvidas, possibilitando uma relação de confiança com o cliente. “O trabalho dos profissionais tem amadurecido, possibilitando suporte aos segurados desde o primeiro contato, além de passarem a oferecer pacotes completos, que incluem aplicações, planejamento e educação financeira em um só pacote”, explica. 
 

Sobre inovações do mercado, Helder reforça que as empresas vêm trabalhando para ampliar seus portfólios para atender as necessidades dos mais diversos públicos. “No último ano, o Grupo MAG aplicou o uso de IA em processos de machine learning em diversas frentes do grupo, que otimiza as rotinas e processos, além de implementar a área de Experiência do Cliente para gerar uma jornada mais fluida para os corretores e clientes finais. Outra novidade interessante, nesse sentido de novas ofertas, é o lançamento da Favela Seguros, parceria entre a Favela Holding e a MAG, com apoio social da CUFA, voltada a atender os moradores de favelas brasileiras”, conclui Molina.

Tokio Marine anuncia internalização da Assistência 24h do Seguro de Vida

A Tokio Marine Seguradora anuncia a internalização da Assistência 24h do Seguro de Vida, já disponível para todo o país. Como parte deste movimento, a Companhia internalizou o gerenciamento da rede de Prestadores e toda equipe de atendimento aos Clientes nas Operações de Assistência 24h para serviços como Assistências fornecimento de cestas, Funeral, Pet, recolocação profissional, apoio psicológico e nutricional, entre outros.

De acordo com Andrea Ribeiro, Diretora de Operações da Tokio Marine, a estratégia tem como objetivo aprimorar a experiência de Corretores e Clientes junto à Companhia. “Sabemos que acionar uma Assistência ou comunicar um sinistro são momentos delicados. Nosso propósito com essa internalização foi justamente oferecer um cuidado ainda maior às vidas que protegemos, garantindo mais agilidade nos processos e maior eficiência na resolução de problemas”, destaca.

Além disso, a executiva enfatiza o impacto positivo dessa iniciativa para toda a Companhia. “Uma vez que somos responsáveis por esse atendimento direto, conseguimos também mensurar e avaliar melhor a qualidade desse serviço, implementando melhorias constantes na operação”, explica. 

Estratégia consistente

Essa ação faz parte de uma estratégia da Companhia, que teve início em 2018, com a internalização da Assistência 24h do Seguro Auto. Em um movimento inédito no mercado segurador, a Companhia investiu R$ 20 milhões de reais e contratou 250 novos Colaboradores. Já em 2024, a Tokio Marine deu um novo passo em direção ao processo de transformação digital, com a integração da Assistência 24h dos Seguros Auto e Patrimonial para todo o País.

Porto anuncia produtos e reforça portfólio completo no Conec 2025 

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A Porto anunciou, ao longo do CONEC 2025, uma série de novidades que reforçam seu compromisso em oferecer soluções completas e segmentadas para todos os perfis de clientes, sempre com o corretor como elo essencial entre tecnologia e confiança. Em um ano marcante, no qual celebra 80 anos de história, a companhia apresenta evoluções em diferentes frentes de negócios e consolida sua atuação como um ecossistema de proteção, saúde, serviços e produtos financeiros.
 

Com mais de uma década de expertise no segmento premium, a Porto Seguro evolui sua atuação em Auto e Residencial com soluções voltadas a clientes de alta renda. Os novos produtos oferecem coberturas inéditas, assistência diferenciada e atendimento concierge com exemplos que vão desde a cobertura para eventos em pista, como track days, até a proteção de obras de arte, joias e bens exclusivos, além de assistências ampliadas para conveniência e manutenção residencial. O lançamento do novo seguro auto estará disponível a partir de 17 de outubro. 
 

Na outra ponta, a Azul Seguros lança o Azul Moto, produto que democratiza o acesso ao seguro para motociclistas de todo o Brasil. Com contratação simples, preço acessível e coberturas que atendem às reais necessidades desse público, o lançamento amplia a inclusão securitária em um mercado que cresce de forma acelerada no país. E o Azul Auto Compacto voltado a veículos com mais de 3 anos de uso e para motoristas que buscam um seguro com preço mais acessível, e traz como diferencial a utilização de Peças Novas de Reposição (PNR) e atendimento exclusivo em oficinas da Rede Referenciada.
 

No Porto Bank, a novidade é o lançamento do Porto Bank Visa Infinite Privilege, o cartão de crédito mais exclusivo do banco voltado ao público de altíssima renda. Com foco na diferenciação e na entrega de valor real, o produto chega ao mercado com um portfólio robusto de vantagens e com o posicionamento de ser o cartão ideal para quem busca sofisticação, liberdade e experiências ultra personalizadas no Brasil e no mundo. A adesão será feita mediante convite e estará disponível no quarto trimestre de 2025.
 

A Porto Saúde reforça sua atuação com o Time Médico, formado por 1.500 profissionais em 60 especialidades e presente em 430 endereços. A área também destaca a Linha PRO, plano regionalizado em expansão em São Paulo, e o serviço Proteção Medicamentos, desenvolvido em parceria com a RD Saúde.
 

Já a Porto Serviço leva ao estande o Twizy, veículo elétrico símbolo de sua frota e destaca ainda seu portfólio de soluções residenciais, que apoiam clientes e não clientes no dia a dia, com serviços como limpeza de estofados, instalação de ar-condicionado e manutenção doméstica, entre outras.
 

Por fim, foi lançada uma solução pensada pela Porto Serviço exclusivamente para segurados Porto Seguro Auto: o Porto 15 min!, que garante atendimento aos segurados em até 15 minutos durante a madrugada, entre 22h e 5h, na cidade de São Paulo. Mais do que velocidade, a iniciativa traduz a proposta de estar presente quando cada minuto importa, unindo inovação, agilidade e proximidade quando o cliente mais precisa.
 

Com os lançamentos, o Grupo destaca como seu ecossistema avança em uma jornada que vai da inclusão securitária, com soluções acessíveis e práticas, às ofertas mais sofisticadas em seguros premium e produtos financeiros. Esse movimento reforça o posicionamento da companhia de estar próxima dos corretores, ouvindo os diferentes tipos de demandas, e preparada para atender, com a mesma excelência, clientes que buscam conveniência e praticidade, assim como os que exigem mais sofisticação e personalização.
 

Uma jornada completa e segura 
 

A participação da Porto no CONEC 2025, em um espaço de mais de 720 m², foi pensada como uma verdadeira jornada de proteção. Cada vertical do ecossistema acompanha corretores e clientes em diferentes etapas desse caminho, demonstrando na prática a amplitude e a integração das soluções da companhia.
 

A Porto Serviço traduz o cuidado com o cotidiano e a organização da casa. A Porto Seguro garante proteção para pessoas, empresas e patrimônios, em ofertas que vão das soluções acessíveis às mais premium. O Porto Bank amplia a experiência com conveniência financeira, lounges exclusivos e benefícios em viagens. Já a Porto Saúde reforça o bem-estar e a atenção em cada momento da vida.
 

De forma integrada, essas frentes mostram que, em cada passo da jornada, há uma unidade da Porto dedicada a oferecer cuidado, confiança e soluções completas para corretores e clientes.

Conec 2025 supera expectativas e reúne 10 mil participantes em São Paulo

por Thais Ruco

O Conec 2025 chegou ao fim neste sábado (27/09) com saldo extremamente positivo para o mercado de seguros. Realizado pelo Sincor-SP no Distrito Anhembi, o congresso reuniu cerca de 10 mil participantes, sendo 7 mil corretores de seguros inscritos como congressistas, além de lideranças do setor, autoridades, representantes de seguradoras e convidados internacionais – incluindo uma delegação de mais de 20 profissionais de Buenos Aires.

Com o tema “SinergIA Digital – O Futuro Inteligente do Corretor de Seguros”, a 20ª edição consolidou-se como o maior encontro do setor na América Latina, oferecendo três dias de intensa programação. Foram quatro talk shows, duas grandes palestras e 29 trilhas de conteúdo, que exploraram tendências de negócios, inovação tecnológica, regulação, sustentabilidade, transformação digital e novos modelos de relacionamento com clientes.

Conteúdo, negócios e relacionamento

Mais de 200 palestrantes e debatedores compartilharam diferentes visões sobre o futuro do corretor de seguros, reunindo executivos de seguradoras, especialistas em tecnologia, economistas, comunicadores e acadêmicos. Entre os destaques, estiveram os debates sobre a autorregulação, o uso de inteligência artificial no setor e o impacto das mudanças climáticas no desenho de produtos.

A abertura contou com a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, que destacou iniciativas tecnológicas voltadas à segurança pública, e de autoridades da Susep, como Airton Almeida, diretor de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos.

A Exposeg 2025, feira de negócios paralela ao congresso, registrou intensa movimentação, reunindo dezenas de expositores e oferecendo oportunidades de networking, geração de parcerias e apresentação de soluções inovadoras. Nesta edição, o Conec contou com recorde de apoio institucional e comercial, reunindo mais de 80 marcas patrocinadoras em diversas ativações.

Ao longo dos três dias, caravanas de todas as regiões do Brasil marcaram presença, demonstrando a força e a união da categoria. A diversidade também esteve em evidência, com maior engajamento feminino e a chegada de novos players, que ampliaram a pluralidade de vozes no debate.

Os congressistas tiveram diversos momentos para fortalecer conexões, além da Exposeg, como os almoços no Espaço Gastronômico e os jantares com shows musicais. A programação cultural animou as noites: na sexta-feira, com o samba do cantor Péricles, e no sábado, com o sertanejo raiz de Matogrosso & Mathias.

Um marco na história do setor

Para o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, o Conec 2025 refletiu o espírito de transformação que move a categoria: “O futuro do seguro não tem uma resposta pronta. Depende da nossa capacidade de integrar o conhecimento do passado com os aprendizados que vêm da inovação. O Conec mostrou que os corretores estão preparados para esse desafio, com união, conteúdo de qualidade e muito relacionamento”, declarou. A diretoria do Sincor-SP celebrou o sucesso da edição, ressaltando o zelo da organização e o engajamento dos participantes.

O Conec 2025 encerrou-se com a sensação de missão cumprida: entregar à categoria um espaço de reflexão, atualização profissional e fortalecimento do papel do corretor de seguros na sociedade.

A 20ª edição entra para a história como símbolo de inovação, pluralidade e protagonismo do corretor, reafirmando a importância do evento como referência para o mercado de seguros brasileiro e latino-americano. E já prepara o terreno para a próxima edição, marcada para 2027.

Longevidade

No último dia de evento, o presidente do Instituto de Longevidade MAG, Nilton Molina, foi o principal palestrante do encontro nacional Minha Vida Protegida, que aconteceu das 13h às 16h, no auditório do Inovabra, em São Paulo. Reconhecido como uma das principais vozes do mercado segurador brasileiro, Molina compartilhou sua visão sobre os desafios e oportunidades que a longevidade impõe à sociedade, reforçando o papel estratégico do seguro de vida na construção de um futuro mais estável e tranquilo.

“O Brasil está vivendo um processo acelerado de envelhecimento populacional. Esse cenário traz a necessidade urgente de repensar a forma como cada cidadão protege a si e à sua família. O seguro de vida é parte essencial dessa conversa e participar de eventos como este, são fundamentais para disseminar conhecimento e reforçar a percepção de que o planejamento financeiro deve ser visto como um investimento para o futuro das famílias brasileiras”, reforça Molina.

O encontro contou com a presença dos embaixadores Ricardo Tatantello e Felipe Sousa (Country Chair do MDRT na América Latina), além de outros nomes relevantes da indústria.

Seguradora Chubb lança estudo inédito “A Armadilha da Confiança nas Remessas”

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A Chubb, líder global em seguros, anunciou hoje os resultados de seu estudo global com 3.500 remetentes internacionais de remessas financeiras, apresentado no relatório inédito The Remittance Trust Trap: Revealing Hidden Vulnerabilities (“A Armadilha da Confiança nas Remessas: Revelando Vulnerabilidades Ocultas”). A pesquisa revela riscos críticos e muitas vezes negligenciados enfrentados por quem envia dinheiro para o exterior, com destaque para trabalhadores da crescente economia gig.

As remessas são o principal e, em muitos casos, canal financeiro de sustentação para milhões de famílias. Não se trata apenas de transações monetárias, mas de verdadeiros elos de sobrevivência, que garantem acesso a alimentação, saúde, educação e segurança financeira. Sem esses recursos, muitas famílias têm dificuldade para arcar até mesmo com necessidades básicas como moradia, roupas e alimentação. Além do impacto direto nos lares, as remessas também movimentam economias locais, ampliando o poder de consumo e fomentando o desenvolvimento comunitário.

O estudo mostra um descompasso significativo entre a confiança declarada pelos remetentes nos serviços de remessa e os riscos reais que enfrentam, medidos a partir do lançamento do primeiro Sender Market Vulnerability Index (SMVI) – Índice de Vulnerabilidade dos Remetentes. Esse índice avalia dimensões econômicas, sociais e tecnológicas em corredores-chave de envio de dinheiro (EUA, Reino Unido, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Singapura e Austrália).

Principais levantamentos do relatório “The Remittance Trust Trap”

  • Descompasso entre confiança e vulnerabilidade: O SMVI revelou um fenômeno contraintuitivo: remetentes que dizem confiar mais nos serviços de remessa tendem a enfrentar maior vulnerabilidade real. Nos Emirados Árabes, por exemplo, 33% dos remetentes mostraram altos níveis de risco, contra 27% da média global – apesar da elevada confiança no sistema.
  • Maior fragilidade de trabalhadores estrangeiros e da economia gig:Esses profissionais, que compõem parte expressiva dos remetentes, lidam com maior instabilidade econômica, redes de proteção social limitadas e mais exposição a riscos tecnológicos. Nos EUA, apenas 3% dos trabalhadores migrantes e gig afirmaram que conseguiriam manter suas despesas por mais de três meses sem renda.
  • Segurança digital em xeque: Embora os canais digitais ofereçam conveniência sem precedentes, mais de um terço (34%) dos remetentes globais afirmaram já ter sido vítimas de fraude ou crime cibernético. Entre trabalhadores estrangeiros e gig nos EUA, a taxa sobe para 39%. Esse cenário tem levado muitos a reduzir o uso de plataformas digitais, prejudicando a inclusão financeira.
  • Alta demanda, baixa adesão a seguros: Quase 90% dos entrevistados demonstraram interesse em produtos de seguro personalizados, como proteção de renda, assistência hospitalar, cobertura contra acidentes e seguro para proteção de pagamentos. No entanto, a adesão efetiva segue baixa, revelando uma grande lacuna de proteção.
  • Vulnerabilidades inesperadas em mercados estáveis: O estudo identificou fragilidade mesmo em países considerados está

“O sistema global de remessas é um salva-vidas para milhões de pessoas, mas nossa pesquisa mostra vulnerabilidades ocultas que exigem atenção urgente”, afirma Sean Ringsted, Chief Digital Business Officer da Chubb. “A Remittance Trust Trap deixa claro que confiança percebida não significa proteção real, especialmente para os trabalhadores que impulsionam a economia gig. É um chamado para que seguradoras, empresas de remessa e formuladores de políticas atuem em conjunto na construção de um futuro financeiro mais seguro e resiliente.”

Recomendações do relatório

Para empresas de remessa e seguradoras: criar produtos de seguro sob medida (contra perda de remessas, proteção de renda, acidentes pessoais, seguros cibernéticos); agilizar processos de sinistro; fortalecer a detecção de fraudes; ampliar campanhas de conscientização; adotar comunicação simples e empática; e colocar a resiliência financeira dos usuários como prioridade.

Para formuladores de políticas públicas: promover inclusão financeira e ampliar acesso a seguros acessíveis; investir em educação para alfabetização financeira e segurança digital.

Para os remetentes individuais: manter-se informados sobre ameaças cibernéticas; priorizar o uso de plataformas seguras; buscar conhecimento e agir com cautela.

“Enfrentar essas vulnerabilidades é uma necessidade não só econômica, mas também social”, reforça Ringsted. “Com inovação em proteção acessível, investimentos em segurança e transparência, além de regulação equilibrada, é possível fortalecer todo o sistema e garantir que a mobilidade global resulte em oportunidades duradouras para todos.”

Enfrentar essas vulnerabilidades é uma necessidade não só econômica, mas também social”, reforça Ringsted. “Com inovação em proteção acessível, investimentos em segurança e transparência, além de regulação equilibrada, é possível fortalecer todo o sistema e garantir que a mobilidade global resulte em oportunidades duradouras para todos.”

Metodologia

O estudo “The Remittance Trust Trap: Revealing Hidden Vulnerabilities” foi conduzido com mais de 3.500 remetentes internacionais de baixa renda domiciliar nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Singapura e Austrália, entre 28 de março e 10 de abril de 2025. Todos os participantes haviam enviado remessas internacionais nos últimos 12 meses.