CNseg: senado aprova PLP da reforma tributária e exclui aplicação do ITCMD sobre planos de previdência privada

O Projeto de Lei Complementar 108/2024, foi aprovado nesta terça-feira (30), no Senado Federal e, por ter sofrido alterações, volta à Câmara dos Deputados para votação final. A proposta faz parte da Reforma Tributária: institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços, trata da distribuição do produto da arrecadação do IBS aos entes federativos e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD).

O setor segurador teve acatadas diversas sugestões, tendo como destaque a emenda ao texto do Senador Eduardo Gomes (PL-TO), que suprime artigo que poderia trazer insegurança jurídica na definição de “contrato de risco”, já plenamente estabelecida no Direito Civil. Tal dispositivo resultaria em incerteza quanto à incidência do Imposto sobre Doações e Causa Mortis (ITCMD) nos planos de previdência privada. Estima-se que mais de 15 milhões de famílias estão protegidas pelos planos previdenciários comercializados por seguradoras.

Entendendo a importância do tema, o relator da matéria, Senador Eduardo Braga (MDB-AM), deixou claro no texto a não incidência expressa de ITCMD nos benefícios de previdência privada e de seguro, sendo uma demanda de longa data do setor segurador. A decisão reflete a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do RE nº 1.363.013, com repercussão geral, cuja decisão transitou em julgado em março de 2025. A decisão estabeleceu que “é inconstitucional a incidência do ITCMD quanto ao repasse, para os beneficiários, de valores e direitos relativos ao plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) ou ao Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) na hipótese de morte do titular do plano”.

Para o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, a exclusão, garantida em lei, da incidência do ITCMD sobre os planos de previdência privada traz segurança jurídica à decisão do STF, que já havia declarado a inconstitucionalidade dessa cobrança sobre os planos de previdência privada, que protegem parcela importante da população brasileira.

“Diante de um cenário em que o Brasil envelhece de forma acelerada e a população tem menos filhos, o sistema de previdência pública necessita de parceiros para se sustentar. É fundamental que valorizemos a nossa longevidade e o futuro de nossas famílias, por isso não devemos permitir o aumento da tributação sobre a previdência que estamos formando”, ressaltou.

Colnago fez questão de parabenizar a atuação do Senado, juntamente com o Ministério da Fazenda, pelo aperfeiçoamento do texto que já havia sido aprovado pela Câmara e destaca, em nome do setor segurador, o empenho dos Senadores Eduardo Braga e Eduardo Gomes na construção deste importante marco legal.

Seguro de Vida da Zurich amplia acesso à mamografia 

por Zurich

Neste Outubro Rosa, a Zurich Seguros dá um passo inédito: ao contratar o Zurich Vida Para Você, seguro de vida individual da Zurich, clientes passam a contribuir automaticamente para ampliar o acesso a exames de detecção de câncer de mama. A iniciativa se soma ao movimento internacional que, desde os anos 1990, mobiliza ações voltadas à prevenção e ao cuidado com a saúde feminina. 

A cada apólice emitida em outubro, serão doadas duas mamografias para mulheres em situação de vulnerabilidade social, em parceria com a ONG Américas Amigas, instituição referência no combate ao câncer de mama e na promoção do diagnóstico precoce no Brasil. Além disso, clientes que incluírem a cobertura de Doenças Graves na contratação do seguro, também contribuirão para a doação de uma mamografia adicional. 

“Esta é a primeira vez que conectamos um produto da Zurich ao Outubro Rosa, reforçando nosso compromisso com a sociedade. De forma simples e sem burocracia, conseguiremos ampliar o acesso a exames preventivos e contribuir para a redução da mortalidade pelo câncer de mama”, afirma Daniela Cruz, superintendente de Produtos Vida, Previdência e Capitalização da Zurich. 

A executiva destaca ainda o papel do seguro de vida como aliado no cuidado com a saúde. “Quando falamos de seguro de vida, falamos de proteção financeira, mas também de tranquilidade e segurança para enfrentar os imprevistos. Nosso objetivo é mostrar que é possível unir proteção e impacto social, beneficiando clientes, corretores e, principalmente, ajudar essas mulheres a ter acesso ao exame de mamografia e obter um diagnóstico precoce”, completa Daniela. 

O Zurich Vida Para Você garante proteção financeira e segurança ao segurado e seus beneficiários, e agora também se conecta a uma causa social relevante. Com essa ação, cada apólice se transforma em oportunidade de cuidado e solidariedade, aproximando clientes e sociedade a uma causa muito importante. 

Newe Seguros anuncia nova identidade e reposicionamento estratégico

marcos newe seguros

por Newe Seguros

A Newe Seguros lança ao mercado sua nova identidade e posicionamento estratégico, em um movimento que marca o início de uma fase de transformação da companhia. O objetivo é se consolidar como uma seguradora multilinha, capaz de oferecer soluções diversificadas e adaptadas às diferentes necessidades dos segurados e parceiros, reforçando sua imagem como a escolha preferencial dos clientes, com atendimento diferenciado e customizado. O reposicionamento celebra os seis anos da companhia, em outubro, e marca um novo ciclo de crescimento e expansão.

Há seis anos no mercado, a seguradora amplia sua atuação com foco em linhas que vêm ganhando cada vez mais relevância, como seguro garantia, responsabilidade civil, property e transportes. Essa expansão busca não apenas diversificar o portfólio, mas também fortalecer a presença da marca em áreas de alto potencial de crescimento.

Com a visão de futuro apoiada por executivos com experiência reconhecida no mercado segurador, a Newe tem um planejamento audacioso para os próximos quatro anos. A companhia projeta ampliar o time comercial e canais de distribuição, visando aprimorar o atendimento a parceiros e corretores. A meta reflete o compromisso da empresa em crescer com solidez, mantendo a excelência técnica e a proximidade com os clientes como diferenciais competitivos, buscando ampliar sua presença e consolidar sua trajetória como seguradora multilinha.

“Estamos vivendo um momento de transformação e queremos ser reconhecidos pela capacidade de entregar soluções completas em diferentes segmentos e que todos os produtos tenham relevância na carteira. Essa visão está diretamente ligada à nossa forma de atuar: colocar o cliente no centro, ouvindo suas demandas, inovando e respondendo com agilidade. É dessa combinação que vem nossa confiança de crescer com consistência”, afirma o diretor Comercial da Newe, Marcos Vinicius Pereira.

A empresa também passou por uma reestruturação interna, com ampliação da equipe comercial e o fortalecimento da rede de corretores parceiros em diferentes regiões do país. O objetivo é aumentar a proximidade com o mercado, ampliar a capilaridade e oferecer suporte diferenciado aos canais de distribuição, considerados fundamentais para o crescimento sustentável da seguradora. Além disso, o movimento de reposicionamento está acompanhado de uma estratégia voltada para inovação.

O vice-presidente Comercial da Newe, Henrique Camillo, destaca que a seguradora planeja intensificar sua transformação digital por meio de investimentos em tecnologia, capacitação de pessoas e inovação de processos, com foco em garantir maior agilidade, ampliar a eficiência das operações e aprimorar a experiência do cliente em todos os pontos de contato.

“Essa nova fase vem acompanhada de um forte investimento em inovação e tecnologia, mas sem abrir mão daquilo que sempre nos diferenciou: o atendimento humanizado, próximo e customizado, desenvolvendo soluções sobre medida. Queremos que cada cliente perceba que está diante de uma companhia que combina eficiência digital com relacionamento verdadeiro e de qualidade”, afirma.

Nova identidade

O reposicionamento estratégico vem acompanhado de um manifesto e uma nova identidade visual, ambos concebidos de forma integrada para refletir o movimento de transformação da empresa. As mudanças de logo, cores e tipografia traduzem esse momento e reforçam sua evolução no mercado.

O vinho, adotado como cor central, busca transmitir intensidade, coragem e ação, ao mesmo tempo em que agrega maturidade e autoridade pelo tom mais escuro.

A proposta principal é reforçar valores de consistência, determinação e disposição para enfrentar os desafios que virão pela frente, além de ser visto como um parceiro que resolve problemas e traz soluções.

“Além de todo estudo e revisões visuais, sabemos que o mais importante é a real mudança de postura desse time comprometido e engajado com a entrega de valor aos nossos clientes e parceiros. Esse tem sido o nosso maior investimento ao longo deste ano, que culmina no novo manifesto e reposicionamento que trazemos agora ao mercado”, explica Pereira, que além da área comercial, também responde pela área de marketing da seguradora.

Porto apresenta episódio especial do PodPorto com Jayme e Bruno Garfinkel

Em celebração aos seus 80 anos e iniciando as comemorações do Mês do Corretor, a Porto apresenta um episódio especial do PodPorto, seu podcast oficial. A edição conta com a participação de Jayme Garfinkel, Acionista Controlador da Porto Seguro S.A., e Bruno Garfinkel, Presidente do Conselho de Administração da companhia, figuras centrais na história e evolução da empresa.
 

Na conversa, os executivos compartilham insights sobre o papel dos corretores no crescimento da Porto, discutem a transição geracional que fortaleceu a companhia e refletem sobre os desafios e oportunidades do mercado de seguros. O episódio também abordará a importância das novas tecnologias na corretagem e o futuro do setor.
 

Apresentado por Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing, e Emerson Valentim, Diretor Executivo Comercial Brasil, o episódio foi gravado durante o Conec, o maior congresso de corretores de seguros do Brasil, que reuniu mais de 6 mil profissionais.
 

O PodPorto será publicado no canal Corretor é Para Sempre no YouTube.

Volatilidade geopolítica entra pela primeira vez no ranking dos 10 riscos para negócios, aponta Aon

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A corretora de seguros Aon divulgou a edição 2025 do Global Risk Management Survey, levantamento que há 19 anos mapeia os principais riscos que impactam empresas ao redor do mundo. A pesquisa revela uma ascensão inédita da volatilidade geopolítica, que entrou pela primeira vez no grupo dos dez maiores riscos globais para os negócios.

O estudo reuniu respostas de quase 3 mil gestores de risco, executivos de C-level e líderes empresariais em 63 países. O tema “volatilidade geopolítica” saltou 12 posições desde o último levantamento, realizado em 2023. O avanço reflete um ambiente global cada vez mais instável, com repercussões diretas nas cadeias de suprimento, na regulação e no desempenho financeiro das companhias.

Apesar do aumento da preocupação, a maioria das organizações ainda não está preparada: apenas 14% dos entrevistados monitoram sua exposição aos dez principais riscos e só 19% utilizam análises quantitativas para avaliar o valor de seus programas de seguros.

“O aumento dramático dos riscos comerciais e geopolíticos evidencia uma nova realidade: volatilidade e incerteza tornaram-se constantes para as organizações”, afirma Joe Peiser, CEO de Risco Comercial da Aon. “Da evolução de tarifas a mudanças de alianças, esses fatores impactam diretamente o balanço das empresas. A resiliência só virá com análises robustas e planejamento de cenários.”

Os 10 maiores riscos globais em 2025

  1. Ataque cibernético ou violação de dados
  2. Interrupção dos negócios
  3. Desaceleração ou recuperação lenta da economia
  4. Mudanças regulatórias ou legislativas
  5. Aumento da concorrência
  6. Risco de preço de commodities ou escassez de materiais
  7. Falha na cadeia de suprimentos ou distribuição
  8. Danos à reputação ou marca
  9. Volatilidade geopolítica
  10. Risco de fluxo de caixa ou liquidez

Cibersegurança e IA: riscos persistentes e em evolução

A cibersegurança manteve a liderança do ranking, tanto no presente quanto nas projeções futuras. A rápida adoção de plataformas digitais e tecnologias de inteligência artificial expandiu a superfície de ataque, tornando incidentes cibernéticos mais complexos e frequentes.

“A escala e a complexidade do risco cibernético atual são inéditas”, observa Brent Rieth, líder global de Ciber da Aon. “Nossos clientes já utilizam a IA tanto para defesa quanto para ataque, buscando aumentar a resiliência e impulsionar crescimento. O diferencial competitivo estará em tratar a cibersegurança como pauta estratégica no conselho, investindo em quantificação e em estruturas de governança de riscos com IA.”

Apesar disso, apenas 13% dos respondentes afirmam ter quantificado sua exposição cibernética, evidenciando uma lacuna entre consciência e ação que contribui para a subcontratação de seguros e potenciais perdas financeiras e reputacionais.

Se em 2023 “falha em atrair e reter talentos” aparecia na quarta posição global, em 2025 os riscos ligados à força de trabalho caíram fora do top 10, mesmo diante de escassez de profissionais e aumento dos custos de saúde.

“É preocupante ver os riscos de capital humano caírem no ranking quando, na prática, continuam profundamente conectados à resiliência das empresas”, afirma Lisa Stevens, diretora administrativa da Aon. “A transformação trazida pela IA sobre como e onde as pessoas trabalham exige estratégias mais personalizadas, uso de analytics e foco em desenvolvimento de habilidades.”

O levantamento também projetou os principais riscos que devem dominar a agenda até 2028. Cibersegurança segue em primeiro lugar, mas inteligência artificial e mudanças climáticas entram na lista, refletindo o impacto crescente da tecnologia e dos eventos climáticos extremos sobre os negócios.

Com 2024 registrado como o ano mais quente da história e perdas seguradas globais por catástrofes naturais acima de US$ 145 bilhões, a mudança climática subiu para a 9ª posição no ranking de riscos futuros.

Top 10 riscos esperados para 2028

  1. Ataque cibernético ou violação de dados
  2. Desaceleração ou recuperação lenta da economia
  3. Aumento da concorrência
  4. Risco de preço de commodities ou escassez de materiais
  5. Volatilidade geopolítica
  6. Mudanças regulatórias ou legislativas
  7. Interrupção dos negócios
  8. Inteligência Artificial
  9. Mudanças climáticas
  10. Risco de fluxo de caixa ou liquidez

“O que chama atenção é a velocidade com que forças como IA e clima avançam para o centro do debate”, comenta Richard Waterer, líder global de Consultoria em Riscos da Aon. “Essas megatendências não apenas acrescentam complexidade, mas transformam a maneira como se constrói resiliência. O desafio será antecipar a interação entre tecnologia, geopolítica e pressões ambientais e adotar estratégias suficientemente flexíveis para se adaptar ao que vier.”

ABRELPS é criada para fortalecer a regulação de sinistros em meio à nova lei de seguros

O mercado segurador brasileiro ganhou nesta semana uma nova entidade representativa: a Associação Brasileira de Reguladores, Liquidantes e Peritos de Sinistros (ABRELPS), que tem como presidente o advogado Luís Felipe Pellon. Criada como uma instituição civil sem fins lucrativos, a associação nasce com a missão de fortalecer padrões técnicos, padronizar competências, prover certificação profissional e apoiar a resolução de disputas técnicas, em um momento considerado estratégico para o setor.

A fundação da ABRELPS ocorre às vésperas da entrada em vigor da Nova Lei de Seguros (Lei nº 15.040/2024), sancionada em dezembro passado e que passa a valer em dezembro de 2025. A norma moderniza o contrato de seguro e promete elevar a previsibilidade nas relações entre segurados e seguradoras. Um dos impactos diretos será a necessidade de adaptação técnica na regulação e liquidação de sinistros em todo o país, criando demanda por critérios claros e padronizados.

“Trata-se de uma oportunidade única de profissionalizar ainda mais o segmento, criando parâmetros de certificação técnica e ética e estabelecendo um canal de diálogo estruturado com seguradoras, resseguradoras e reguladores”, resume a entidade em nota.

O quadro de fundadores da ABRELPS reúne nomes reconhecidos em empresas de regulação e perícia de sinistros, advogados especializados em direito securitário e peritos com longa experiência no setor. A diversidade de perfis garante, desde a largada, legitimidade e voz qualificada para representar a categoria junto ao mercado e ao regulador.

A associação atuará por meio de Grupos de Trabalho temáticos, eventos técnicos e publicações especializadas, além da emissão de um Selo de Certificação para habilitação de profissionais e empresas. Outro projeto previsto é a criação de um centro de mediação e arbitragem para resolução de controvérsias técnicas, em linha com a tendência de maior litigiosidade que o setor deve enfrentar com a Nova Lei de Seguros.

A ABRELPS terá duas categorias de membros: individuais (profissionais habilitados em regulação, liquidação e perícia de sinistros) e coletivos (empresas regularmente constituídas nessas atividades). Em ambos os casos, a adesão exige compromisso com os princípios institucionais e participação ativa no desenvolvimento técnico da categoria.

Entre os benefícios oferecidos aos associados estão: acesso a uma rede de networking qualificado, participação em congressos, cursos e webinars com certificação, além de uma biblioteca digital com conteúdos técnicos e regulatórios. A associação também pretende oferecer convênios corporativos, diretórios digitais de profissionais certificados e parcerias estratégicas com entidades como Susep, CNseg, FenSeg, ENS, OAB, IBAPE e Sincor.

Para além das vantagens aos associados, a criação da ABRELPS é vista como um marco institucional para a profissionalização da regulação de sinistros no Brasil. Ao estabelecer padrões técnicos e fomentar a cooperação, a associação busca ampliar a credibilidade do setor, reduzir assimetrias entre seguradoras e segurados e consolidar um ambiente de maior confiança.

Seguros Unimed reforça protagonismo nos rankings de saúde e seguros

por Seguros Unimed 

A Seguros Unimed avançou posições no ranking “Exame – Melhores e Maiores 2025”, que traz a radiografia das mil maiores empresas que, juntas, somaram uma receita líquida de R$9,7 trilhões. O levantamento, referência no mercado, avalia as maiores companhias do país a partir de desempenho financeiro, relevância em seus setores e o impacto econômico com base nos dados de 2024.
 

A seguradora do Sistema Unimed figura como a 8ª maior no ramo saúde, mantendo-se no Top 10. Já no ranking de seguros é a 13ª colocada. No ranking geral, das mil maiores do Brasil, considerando os resultados consolidados da sua atuação nos ramos de saúde, vida e previdência, está na 200ª colocação.
 

“Essa trajetória de melhoria contínua em rankings qualificados, como o da Exame e do Valor Econômico, mostra o quanto temos crescido e ganhado espaço no mercado segurador, levando a marca Unimed para além do segmento de saúde. É o resultado da confiança de nossos clientes, da dedicação dos nossos 2 mil colaboradores e do compromisso em oferecer soluções completas de proteção e cuidado a mais de 6,6 milhões de pessoas”, afirma Helton Freitas, presidente da companhia.

O cooperativismo ganhou destaque na edição 2025 do ranking da Exame. A publicação enfatizou o faturamento total do setor de 2019 a 2024, que saltou 146%, atingindo R$758 bilhões. Nesse período, o número de cooperados aumentou 73%, somando 26 milhões de brasileiros, segundo dados da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), com previsão de R$1 trilhão de faturamento em 2027.
 

Valor 1000

A Seguros Unimed também se destacou recentemente no ranking “Valor Econômico – 1000 Maiores Empresas”, ocupando a 9ª posição no ranking geral no setor de saúde, com destaque para o sétimo lugar em lucro líquido e patrimônio líquido. Também ficou na sexta colocação em aplicações financeiras; e é a quinta entre as empresas que mais cresceram em prêmios ganhos. Já no segmento de vida e previdência, a seguradora ficou na 18ª colocação da lista — avançando três posições em relação à edição anterior.

Generali Brasil é reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do país pela MIT Technology Review 

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por Generali

A Generali Brasil foi premiada pela quarta vez no Innovative Workplaces 2025 como uma das 20 empresas mais inovadoras do país. O reconhecimento, concedido pela MIT Technology Review Brasil, destaca a combinação de estratégia e transformação digital para aprimorar a experiência do cliente, simplificar a comunicação e utilizar tecnologia de forma cada vez mais humanizada. 
 

A seguradora adotou diversas iniciativas nos últimos anos, como a aplicação de inteligência artificial e automação em diferentes setores da companhia, além de criar a área de Experiência do Cliente para manter o consumidor no foco de todas as suas decisões. 
 

Para Alexandre Muniz, Diretor de TI e Operações da Generali Brasil, o prêmio conquistado pelo quarto ano consecutivo confirma o compromisso da empresa com a inovação. “Nosso objetivo é oferecer aos segurados os melhores serviços. Para isso, acompanhamos tendências e novidades, mantendo-nos na liderança da disrupção do setor”, afirma. 
 

Projetos de destaque 
 

A Generali tem implementado ferramentas de inteligência artificial em diversas frentes. Um dos primeiros passos foi a criação de uma célula dedicada à inovação com governança própria para definir automações e gerar ganhos operacionais e de atendimento. “Na prática, essas ferramentas tornaram a operação mais eficiente e permitiram direcionar recursos para ações de maior valor estratégico”, afirma Muniz. 
 

Outra iniciativa de sucesso é o projeto de Embaixadores do Cliente, grupo interno de gestores que difundiu a cultura centrada no segurado. A ação resultou no redesenho de jornadas em cada ponto de contato do cliente com a companhia para personalizar o atendimento, proporcionando melhorias significativas de percepção e desempenho. Prova disso é que, no primeiro semestre de 2025, houve um avanço de 15 pontos no Net Promoter Score (NPS) da seguradora em comparação com 2024. 
 

Já o terceiro case submetido foi o do Projeto Facilita, que utiliza metodologias como Legal Design e UX Writing para simplificar o entendimento de documentações. Legal Design é uma abordagem que aplica princípios de design e da experiência do usuário ao universo jurídico, enquanto UX Writing se concentra em textos voltados para interfaces digitais, com foco em guiar o usuário de forma clara e objetiva. 
 

A Generali continua sua agenda de inovação, ampliando a implantação das ferramentas e práticas que contribuem para a eficiência, o aprimoramento da jornada do segurado e o fortalecimento da transformação digital no setor de seguros.

Coface reforça liderança regional e mira oportunidades de negócios na América Latina

Mariangela Coface

A Coface, uma das empresas líderes mundiais em Seguro de Crédito e em soluções de gestão de riscos, anuncia a contratação de novos líderes para compor sua diretoria regional América Latina, responsável pelas operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Diogo Machado é o novo COO e diretor de Business Technology para a América Latina. Com mais de 20 anos no setor de seguros e serviços financeiros, atuou na liderança de empresas como American Express e Marsh McLennan. 

Silvia Heidrich, após quatro anos de experiência na sede do Grupo Coface na França, à frente de projetos globais de engajamento, diversidade e transformação digital, retorna ao Brasil para liderar as estratégias de Recursos Humanos na região como diretora de Regional de Recursos Humanos.

Quedmar Camargo é a nova Diretora de Riscos América Latina. Com vasta experiência no mercado segurador, após passagens por empresas como Zurich, Chubb, Itaú Unibanco e PwC, ela se une ao time para fortalecer a região.

À frente de Marketing e Comunicação, Mariangela Morenghi traz sua experiência em projetos de reputação e relacionamento com o mercado, após 10 anos na AIG e experiência em empresas dos setores de tecnologia, infraestrutura, agronegócio e varejo, para fortalecer e ampliar a marca e oportunidades de negócios da Coface.

Os quatro novos líderes regionais da Coface estão baseados no escritório da companhia em São Paulo.

Expansão na América Latina

A Coface está entre as líderes de mercado em seguro de crédito em diferentes países da América Latina, e agora consolida sua estrutura ainda mais robusta para ampliar esse espaço. “No segmento de seguro de crédito, vemos oportunidades de crescimento, considerando o tamanho do mercado e espaços ainda pouco explorados, principalmente se consideramos o risco crescente de inadimplência e pedidos de recuperação judicial na região”, explica Marcele Lemos, CEO da Coface para a América Latina e Brasil. 

Segundo último levantamento da Latino Insurance, o mercado de seguro de crédito movimentou USD 521 milhões entre junho de 2024 e junho de 2025 na região, sendo que, em termos globais, o mesmo segmento atingiu USD 10 bilhões em 2024, segundo a ICISA (International Credit Insurance & Surety Association).

“Neste mesmo cenário de oportunidades, também temos expandido nossa oferta de serviços na América Latina, oferecendo soluções de gestão de riscos como informação de empresas e serviço de cobrança em mais de 200 países ao redor do mundo”, completa Marcele.

Seguradoras marcam presença nos Pavilhões Brasil da COP30 com painéis sobre riscos climáticos 

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgou na quinta-feira (25/09) o resultado da seleção de painéis que comporão a programação dos Pavilhões Brasil na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Este é um dos mecanismos de participação do setor privado e da sociedade civil na cúpula da COP30, que ocorrerá em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. Entre os destaques dessa lista estão propostas do setor segurador, que terá participação ativa nos debates, reforçando seu papel estratégico na construção de uma economia de baixo carbono e na adaptação às mudanças climáticas.

As propostas foram avaliadas pelo Comitê Técnico dos Pavilhões Brasil, formado por representantes do MMA, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Presidência da COP30, Casa Civil e outras pastas. O grupo recebeu aproximadamente 1.270 propostas, das quais 140 foram selecionadas.

Esse número de inscrições reflete o interesse crescente da sociedade brasileira em participar da cúpula. Na COP28, em Dubai, foram 700 propostas; na COP29, em Baku, 500. O salto para a COP30 representa aumento de 81% em relação a Dubai e 154% em relação a Baku.

A forte presença do setor segurador no processo simboliza a consolidação do tema climático como prioridade para as companhias. As seguradoras devem apresentar experiências ligadas à “inteligência climática”, uso de dados para gestão de riscos, resiliência de infraestruturas críticas e financiamento de soluções sustentáveis. 

Nos Pavilhões Brasil, elas terão espaço para dialogar com governos, empresas e sociedade civil sobre instrumentos que protegem populações vulneráveis, estimulam práticas empresariais sustentáveis e contribuem para reduzir perdas econômicas diante de desastres naturais.

Na Zona Azul, dedicada à cooperação internacional e à implementação da NDC brasileira no âmbito do Acordo de Paris, o setor vai defender a relevância do seguro como ferramenta de mitigação e compartilhamento de riscos globais. Já na Zona Verde, voltada ao contexto doméstico e à execução do Plano Clima até 2035, as seguradoras apresentarão iniciativas de inovação em produtos e políticas de adaptação, com foco na proteção das cidades e no fortalecimento da infraestrutura resiliente.

Os eventos nos Pavilhões Brasil ocorrerão entre 10h e 19h, com duração máxima de 60 minutos. Além disso, algumas propostas não selecionadas para a programação principal poderão integrar atividades autogestionadas na Zona Verde, ampliando ainda mais a presença da sociedade e do setor privado, incluindo seguradoras, na COP30.

A confirmação final de painelistas e moderadores será realizada nas próximas semanas. O MMA também divulgará até 10 de outubro uma nova lista de cerca de 80 painéis da sociedade civil, contemplando iniciativas adicionais de alto nível e qualidade.

Com sua presença ativa, as seguradoras reforçam que a transição climática não é apenas uma pauta ambiental, mas também de segurança econômica, social e de desenvolvimento sustentável.

Propostas aprovadas:

1 . Zona Verde – 14/11: I Investimentos Sustentáveis: como os setores financeiro e de seguros contribuem para o financiamento da transição climática? – parceria CNseg, Febraban e Anbima.

2 . Zona Verde – 14/11: participação no painel da EY (Ernst & Young): ” Perdas Climáticas: Inteligência de dados a favor da mitigação, adaptação e implementação do Plano Clima”.

3 . Zona Azul – 20/11: “Inteligência climática como instrumento de mitigação e adaptação: contribuições para a implementação do Plano Clima” – proposta exclusiva da CNseg.