Pesquisa da MetLife destaca a nova realidade da vida profissional e pessoal das pessoas

O estudo com quase 3 mil colaboradores foi realizado pela MetLife em duas etapas (pré e pós pandemia) e analisou as mudanças e tendências em suas rotinas  

Fonte: MetLife

A pandemia trouxe à tona diversos desafios na maneira como as empresas se comunicam e se relacionam com seus colaboradores, principalmente para a área de Recursos Humanos. Para ajudar a traçar os melhores benefícios oferecer aos tomadores de decisões das companhias um modelo de ações práticas para este novo momento, a MetLife lançou a 18° edição do Estudo de Tendências de Benefícios 2020, que foi realizado com colaboradores dos Estados Unidos.  

“Este estudo, traz um grande insight em relação a maior preocupação do século XXI, a saúde mental. Vemos uma tendência no comportamento dos colaboradores de esgotamento físico, mental e propensão da falta de engajamento e motivação no trabalho por conta da alta velocidade exigida pelo mundo moderno, e ainda pelo desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Contudo, é importante ressaltar o papel essencial das empresas em promover cada vez mais iniciativas e ações em prol da saúde e bem-estar dos colaboradores, além do cuidado e preocupação em garantir este equilíbrio com iniciativas de horário flexível e espaço para organização da vida pessoal. ”, explica Ramon Gomez, VP Employee Benefits.

“Além de gerar cada vez mais engajamento e motivação dentro das empresas com pessoas conectadas a propósitos e seguras do ambiente em que estão inseridas, é importante perceber que as empresas serão cada vez mais demandadas a encontrar soluções e benefícios que façam sentido para a vida de seus colaboradores e que auxiliem cada um deles a encontrar o equilíbrio necessário entre a vida pessoal e profissional, e ainda, um cuidado especial com educação financeira e saúde mental para gerar valor e resultados voltados a baixo turnover e satisfação no trabalho.”, conclui o executivo.  

Metodologia 

Para garantir maior assertividade nos resultados, o levantamento foi dividido em duas etapas:  

A primeira, também dividida em duas fases, realizada antes da pandemia, em agosto do ano passado, com 2.501 tomadores de decisão e influenciadores de benefícios e, posteriormente, com 2.650 colaboradores em período integral, com 21 anos ou mais, em setembro, sempre com empresas de no mínimo dois colaboradores.  

Já a segunda etapa, consistiu em 2.367 entrevistas, utilizando os mesmos critérios, mas realizada em abril de 2020, já em meio à pandemia do Covid-19. 

Vida Equilibrada: o funcionário holístico 

Entre os principais apontamentos, na pré-pandemia, constatou-se que 4 em cada 10 funcionários afirmaram que têm dificuldades para encontrar formas de atender às demandas e velocidade do mundo atual pessoal e profissionalmente. Já na segunda fase da pesquisa, quando a pandemia se iniciou, 7 em cada 10 funcionários afirmam que o momento afetou e acelerou ainda mais as rotinas.  

Ainda neste contexto, 60% dos colaboradores afirmaram não conseguir equilibrar vida pessoal e profissional, sendo apontados os seguintes sentimentos quanto à velocidade e falta de tempo para os afazeres do dia  a dia: cansaço (50%), tensão (50%), esgotamento mental (43%), desmotivação (34%) e depressão (28%). Estes profissionais destacaram também que as principais causas para estes sentimentos foram as finanças pessoais (34%), trabalho (32%) e saúde pessoal/familiar (19%).  

Essas tensões e desafios afetam negativamente a eficiência dos colaboradores no trabalho e causa impactos nos resultados comerciais, uma vez que preocupações pessoais podem levá-los a falta de engajamento e atenção nas atividades do trabalho. Além disso, a pesquisa mostra que os colaboradores, mais do que nunca, estão se preocupando com o bem-estar de forma completa e que estabelecem como compromisso da empresa, a possibilidade de construir uma rotina equilibrada e benefícios que auxiliem na organização do dia a dia e da melhor utilização do tempo em prol do bem-estar.”, afirma Ramon  

Nesta linha, existem fortes fatores que comprovam o benefício do complemento entre a vida pessoal e profissional, 62% dos funcionários acreditavam, já antes da pandemia, que essa combinação tinha um impacto positivo em suas vidas. Mesmo assim, metade dos funcionários (50%) questionados concordaram que a tecnologia moderna dificulta se desligar e não pensar sobre o trabalho e por isso, encontram-se em um desafio constante de equilíbrio entre os âmbitos de sua vida e sua saúde.  

Insegurança Financeira prejudica o local de trabalho 

A preocupação com as finanças, ainda mais em momentos de instabilidade, afeta diretamente o dia a dia e o desenvolvimento dos funcionários Dentre as preocupação dos colaboradores, 74% se preocupam com o cuidado de aspectos voltados para seu bem-estar, afetados em consequência do momento atual (financeiro, social, mental e físico). Destes dados, a maior preocupação, se fosse motivo de escolha, seria o aspecto financeiro para 52% e, para 44%, a saúde mental, social e física, respectivamente.  

Neste cenário, e como observado, as empresas são cada vez mais demandadas a oferecer informação, dicas e auxílio na saúde e educação financeira de seus funcionários. 76% dos empregados afirmam que se sentem satisfeitos com ações da empresa voltada para educação e saúde financeira, apesar de 59% dos entrevistados ter alegado nunca ter recebido esse tipo de iniciativa por parte de seu empregador.  

“Vemos mais do que nunca a importância de falarmos em todos os canais sobre proteção financeira e educação financeira. Sabemos que a população tem carência no tema e a pandemia despertou um novo interesse das pessoas em se planejar e cuidar do futuro e daquilo que é importante para elas, por isso, ações e formas de benefícios voltados para educação e planejamento geraram valor e engajamento dos colaboradores neste momento”. Completa Ramon Gomez 

Bem-Estar, uma grande oportunidade 

Os apontamentos do estudo mostraram que, no cenário atual, os profissionais estão enfrentando desafios inéditos, o que tem causado ainda mais tensão e incerteza para 2 em cada 3 colaboradores. Entre as principais causas estão contrair o vírus, um amigo ou familiar contrair o vírus e o distanciamento social. Na prática, cerca de 50 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos, se sentem cansados, tenso e/ ou esgotado mentalmente no trabalho. 

Destes, os principais relatos estão focados em queixas como: cansaço (34%), tensão (34%), esgotamento mental (27%), desmotivação (22%), distração (19%), depressão (17%).  

Já com o olhar para a saúde dos funcionários, 59% afirmaram que seus empregadores ofereceram programas de benefício e bem-estar durante a pandemia.  Este apoio das empresas refletiu para 66% dos colaboradores, que se sentiram mais valorizados e reconhecidos ao trabalhar durante o início da pandemia do COVID-19, sendo que antes apenas 56% reconheciam as iniciativas das empresas dessa forma. Além disso, um tema levantado que deve ter a atenção no estudo é de 61% dos funcionários gostariam de poder personalizar seu pacote de benefícios para cada momento de suas vidas.  

“É fato que a saúde e bem-estar são temas de extrema relevância no cenário atual e estamos falando de uma geração que se preocupa com a saúde e por consequência com o futuro e isso faz com que as empresas tenham que se reinventar cada vez mais para criar um pacote de benefícios que atenda às necessidades do mundo atual e das rápidas mudanças que ele sofre dia após dia.” Finaliza Ramon. 

Pesquisa Complementar – Ipsos 2020 

– A MetLife encomendou junto à Ipsos uma pesquisa sobre as medidas adotadas para manter a saúde financeira das famílias durante a crise da COVID-19; 
– O estudo foi realizado com 6.000 pessoas no Brasil, Argentina, Colômbia e México, durante o mês de abril; 
– Entre os principais apontamentos o destaque foi de que metade das pessoas economizou ou planejou melhor suas ações financeiras com o objetivo de proteger suas famílias e terem um futuro mais seguro. 

– Dados:
– No Brasil 79% tomaram decisões ou planejaram ações financeiras neste período. Em comparativo com outros países da América Latina, vemos o México com 80%, Colômbia 77% e a Argentina 62%;  

– O estudo apontou que 69% dos brasileiros têm a pretensão de guardar dinheiro ou investir nas próximas semanas. Esta porcentagem diminui para 67% no México, 66% na Colômbia e cai ainda mais para 51% na Argentina. 

– Mundialmente uma em cada cinco pessoas está considerando adquirir uma solução de seguro. No Brasil, essa procura representa 8% da população, mesmo percentual que a Argentina. Estes números sobem para 17% no México, seguido de 15% na Colômbia; 
– Para quem já tem uma apólice de seguro o interesse em manter a solução é alto. Globalmente 80% das pessoas pretendem manter o seguro de vida, já no Brasil o interesse em manter a contratação é de 69% das pessoas. No México sobe para 83%, na Argentina 80% e 79% para a Colômbia;  

O estudo será apresentado dia 01/10, das 14h às 16h, e as inscrições podem ser feitas a partir do link: https://ebts2020.com.br

Os seguros de danos no Brasil e o novo marco regulatório

Fonte: Valor Econômico

Solange Vieira, mestre em economia pela FGV-Rio e superintendente da Susep, e Rafael Scherre, mestre em economia pelo Ibmec-Rio e diretor da Susep, escreveram o seguinte artigo publicado pelo Valor Econômico.

As discussões sobre regulação e seus impactos sobre a economia têm sido uma constante nos últimos anos no Brasil.Não é diferente para o setor de seguros, no qual tem sido fundamental buscar uma efetiva racionalização da regulação, que ao longo do tempo se tornou excessivamente prescritiva.A primeira evidência do excesso de regulação produzida ao longo do tempo surge no próprio estoque regulatório do setor.

Considerando as normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), havia 540 atos normativos em vigor ao final de 2019.Este diagnóstico não é diferente quando falamos sobre os seguros de danos. Esse segmento envolve produtos variados com complexidades diferentes e clientes com graus de conhecimento distintos sobre os produtos ofertados.

Por isso é comum, em mercados mais maduros, haver separação entre seguros massificados e de grandes riscos. Há, por exemplo, diretiva da União Europeia que estabelece critérios objetivos para essa separação.Diante desse cenário, a Susep abriu consulta pública com o objetivo de discutir a flexibilização das regras aplicáveis aos seguros de danos.

A primeira importante alteração proposta é justamente separar a regulação de seguros de danos para coberturas de riscos massificados e de grandes riscos.O racional está relacionado à presunção sobre a capacidade de negociação da parte contratante do seguro e à complexidade do produto envolvido.

A regra atual, por exemplo, assume implicitamente que um consumidor individual, contratando um seguro de carro, tem a mesma capacidade de negociação de uma grande empresa contratando seguro contra riscos de engenharia. Esta hipótese não é razoável.

A distinção entre seguros massificados e de grandes riscos objetiva produzir uma regulação menos interventiva e que seja proporcional à necessidade de proteção dos agentes envolvidos. Atualmente, o grande volume de regras e restrições regulatórias sobre esses produtos produz diversos efeitos negativos justamente para o grupo que pretende proteger, os consumidores.

O excesso de restrições tem gerado baixa diversificação de produtos por parte das seguradoras e prejudicado o processo de inovação do setor – um efeito claro da cultura de produtos padronizados estabelecidos pelo regulador.Outro efeito negativo do excesso de regras é a estruturação de produtos com condições contratuais extensas que raramente são entendidas pelos segurados.

As propostas em consulta pública têm o objetivo de criar condições para a simplificação da estruturação dos produtos, mitigando o problema de assimetria de informação. Em relação aos seguros de grandes riscos, a liberdade contratual deve prevalecer sobre a intervenção regulatória. Neste caso, as falhas de mercado são reduzidas uma vez que a assimetria de informação é baixa ou inexistente entre contratante e contratado.

Logo, o resultado mais eficiente é uma menor intervenção no setor.A experiência de países com mercados de seguro desenvolvidos fornece clara evidência a favor dessa opção.Os órgãos reguladores internacionais concentram suas atividades em questões de solvência das seguradoras e na definição de normas gerais de conduta e transparência.Dados da OCDE mostram que há significativo espaço para crescimento do setor no Brasil. No final de 2019, os seguros de danos somaram em prêmios R$ 76 bilhões, representando 1,1% do PIB.

Dentro do volume total de receitas do setor – R$ 248 bilhões em 2019 -, os seguros de danos representaram apenas 30% do mercado. Nos EUA, este número gira em torno de 50%.Enquanto estamos perto de 1% do PIB em prêmios de seguros de danos, países latino-americanos apresentam números bem superiores: Colômbia com 1,4%, Chile com 1,5% e Argentina com 3,6%.

Em países mais desenvolvidos, como França, EUA e Holanda, os números são respectivamente 4,6%, 6,6% e 7,8%. Ou seja, entre 4 a 7 vezes maior do que no Brasil.Espera-se, com a medida, uma nova dinâmica competitiva que traga inovação, produtos mais simples, diversificados e acessíveis aos consumidores. É o setor de seguros seguindo os princípios estabelecidos na Lei de Liberdade Econômica.

O país precisa do seguro para desenvolver sua infraestrutura, baratear suas obras e assegurar menor risco aos empreendimentos. Ganha o Brasil e ganha o consumidor, que terá bons serviços com menores preços. É fundamental expandir a cobertura de seguro no país para alavancar nosso crescimento econômico.

FenaPrevi tem novo comando na Comissão de Comunicação, Marketing e Eventos

Henrique Dias e Kelly Mitidiero assumem Presidência e Vice-Presidência

O executivo Henrique Dias, Superintendente de Marketing e Produtos da Seguros Unimed, é o novo Presidente da Comissão de Comunicação, Marketing e Eventos da FenaPrevi.  

Formado em administração de empresas, com especialização em Gerência de Produtos pela Fundação Getúlio Vargas e MBA – Marketing de Serviços pela USP, Dias está na Unimed desde 1991 onde já atuou no desenvolvimento de diversos projetos em marketing, produtos e CRM.  

O executivo é Professor da ENS – Escola Nacional de Seguros desde 1998, em cursos de habilitação de corretores na área de capitalização e previdência privada em São Paulo. Henrique Dias também é membro do CIU – Comitê Institucional das Unimeds.  

Kelly Conde Mitidiero, atua em Relações Externas e Comunicação Institucional na MAPFRE Brasil, e assumiu a Vice-Presidência da Comissão.  

Graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista e com especialização em Gestão Pública pela Universidade de São Paulo (USP), a executiva já atuou como assessora parlamentar e chefe de gabinete na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

A primeira reunião virtual, já sob a nova gestão, contou com a participação do presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser; do diretor mentor da Comissão, Oriovaldo Pereira Filho; e de Carlos de Paula, diretor executivo da entidade.  

AXA XL divulga estratégia para gestão de carbono

O compromisso e o roteiro para descarbonizar as operações da AXA XL estão em linha com a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5° C

A AXA XL apresentou sua Estratégia de Gestão de Carbono, que visa acelerar sua contribuição para a transição para uma economia mais sustentável e menos intensiva em carbono até 2050.

A estratégia, que se alinha às metas do Grupo AXA e aos objetivos do Acordo de Paris, destaca o compromisso e o roteiro da AXA XL para descarbonizar suas operações a fim de atingir a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C.

“Nosso objetivo é construir um planeta mais resiliente e não é segredo que uma mudança no clima e seus impactos no meio ambiente apresentam à nossa indústria uma série de desafios e oportunidades potenciais. Mas ações eficazes de Responsabilidade Corporativa devem começar por colocar nossa própria casa em ordem, fazendo tudo o que podemos para economizar energia, reduzir o desperdício e permitir que todos os nossos colegas adotem comportamentos de trabalho mais ecológicos. Como seguradora líder global, nosso papel deve ser o de garantir que estamos fazendo tudo que podemos para tornar nossos clientes e nossas comunidades melhor equipados para um mundo potencialmente mais quente”, disse Scott Gunter, CEO da AXA XL.

O plano de gestão de carbono é um foco central da estratégia da AXA XL, que se concentra nas mudanças climáticas, acesso à água e resiliência financeira. Após vários anos de monitoramento detalhado do consumo da organização e usando 2019 como linha de base, a AXA XL identificou as principais alavancas que ajudarão a descarbonizar seu impacto operacional.

Três áreas foram identificadas como fundamentais para a AXA XL trabalhar em direção a uma meta abrangente de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C, que é uma meta alinhada à descarbonização prática da indústria. Essas áreas são consumo de energia, movimentação de pessoas (viagens e frota de veículos) e recursos consumidos.

Dentro de cada área, a estratégia estabelece sub-metas para as principais áreas de impacto, incluindo metas absolutas de redução de emissões de gases de efeito estufa (redução de 25%) e de intensidade de consumo de recursos (ver infográfico).

Extrafarma e SulAmérica anunciam parceria através do autorizador ePharma

sulamerica

Beneficiários terão até 60% de desconto em medicamentos e condições exclusivas na Be Better, marca própria da rede

A partir de setembro, a Extrafarma inicia uma parceria com a SulAmérica, uma das maiores seguradoras do Brasil. Por meio do seu Programa de Benefícios, intermediado pelo autorizador ePharma, os segurados SulAmérica Odonto, SulAmérica Saúde e SulAmérica Vida passam a contar com descontos exclusivos na Extrafarma.

Com a parceria, os beneficiários terão descontos de até 60% em medicamentos, válidos em todas as unidades na rede. Além disso, a Extrafarma oferecerá aos usuários condições exclusivas, como 8% de desconto nos produtos da Be Better, marca própria da rede, e 5% de desconto em perfumaria e mais diversos itens.

“O propósito da Extrafarma é dar acesso a saúde e bem-estar para as pessoas viverem o seu melhor. Essa parceria com a SulAmérica está totalmente alinhada aos valores de ambas as Companhias”, diz  Miguel Jarros, diretor de Operações e Marketing da Extrafarma.

Liberty Seguros patrocina 9ª edição da Virada Sustentável São Paulo

Seguradora patrocina ação de conscientização e fórum online sobre temas relacionados a sustentabilidade

A Liberty Seguros anuncia que está patrocinando a 9ª edição da Virada Sustentável pelo 3º ano consecutivo, maior festival de sustentabilidade do Brasil. Esse ano, por conta da pandemia de COVID-19, a edição de São Paulo será dividido em dois formatos: físico com ocupações artísticas espalhadas por toda a capital paulista, e online, com diversos fóruns e painéis que acontecem entre os dias 16 de setembro a 18 de outubro.

Na edição de 2020, o objetivo do evento é inserir temas como biodiversidade, cidadania, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, bem-estar, consumo consciente e economia verde no dia a dia das pessoas. O conceito geral e a programação da Virada Sustentável são inspirados nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), que vão desde a erradicação da fome e a igualdade de gênero, à redução de desigualdade.

“O patrocínio da Virada é uma das iniciativas que fazem parte do Liberty mais Sustentável, plano de sustentabilidade da companhia alinhado aos objetivos da ONU”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Para nós, a Virada é importante pois está conectada ao nosso objetivo de conscientizar as pessoas e incentivá-las a viver em harmonia pelo bem da comunidade e do planeta, principalmente em um momento de pandemia como este que estamos passando”, completa. 

Seja a Mudança

Dentre as diversas ocupações que fazem parte da Virada em São Paulo, a “Seja a Mudança”, está ocupando as estações de Metrô da capital. E a Liberty Seguros está patrocinando uma delas, a intervenção nas escadas fixas da estação Brigadeiro, que de 28/09 a 04/10 traz cores e frases nas escadarias do local e visa trazer uma reflexão sobre a diversidade para os paulistanos em um local que muitos frequentam diariamente.

Diversidade no Fórum da Virada

Na plataforma digital da Virada acontece o Fórum Virada Sustentável  conta com uma programação diária repleta de discussões que propõe inspirações para a criação de um REFUTURO possível. Os painéis trazem assuntos variados como negócios e o futuro do capitalismo, o uso da inteligência artificial no funcionamento das cidades e suas consequências, entre outros.

Patricia: “O patrocínio da Virada é uma das iniciativas que fazem parte do Liberty mais Sustentável, plano de sustentabilidade da companhia alinhado aos objetivos da ONU”

Além disso, haverá no Fórum uma programação voltada para a diversidade, e a  Liberty, vai promover um painel especial no dia 30/09 às 17h: “Isolamento e Empreendedorismo” – A vida das mulheres na pandemia” – que discutirá o impacto da pandemia para as mulheres, sob a perspectiva de três mulheres inspiradoras e com histórias incríveis: Renata Santos, Influencer do programa Liberty Mulheres Seguras representando a Liberty; Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, e Cláudia Reis do Empreendedoras Maduras.

Para se inscrever, basta acessar: www.viradasustentavel.org.br.

Denise Bueno fala sobre comunicação do setor no Panorama do Seguro #76, do SindSeg-SP

Denise Bueno jornalista seguros

“Tenha conteúdo relevante e fotos bacanas se quiser sair bem na mídia”, recomenda a jornalista que cobre o setor há quase 30 anos

A 76ª edição do programa Panorama do Seguro traz o formato Mídia em Pauta, que tem como objetivo entrevistar os representantes das principais mídias do setor de seguros. Essa quarta edição recebe a jornalista Denise Bueno, profissional especializada na cobertura de temas. 

O programa abordou a reação das seguradoras durante a pandemia, como a comunicação do setor com seus stakeholders precisa evoluir, a tendência do open insurance. “A ética é uma pauta do mundo. Quem estiver fora desta pauta, certamente perderá mercado”, afirmou. 

Assista o vídeo no Youtube

Denise afirmou que ser jornalista de seguro é como uma missão. “Tem de amar. Não é fácil não. Mas eu realmente gosto do propósito do setor, que é vender proteção para ajudar a recuperação daqueles que infelizmente sofrem infortúnios”, disse. “O mercado precisa falar dele com mais orgulho. Trazer gente de fora para falar. Ampliar seus públicos”. 

A jornalista afirmou que seu sonho na vida, como profissional, é ajudar o setor a atingir uma penetração maior no PIB. “E vamos conseguir com bons produtos, ética e uma boa comunicação, pois quem entende como o seguro funciona, compra. Se usa, indica”.

Francisco Galiza, consultor financeiro: “A Denise Bueno é uma das jornalistas mais bem informadas do mercado segurador brasileiro, com visão bastate precisa sobre o que esta acontecendo no setor”

Fernando Simões, diretor do SindSeg-SP: “Você realmente é uma pessoa diferenciada, que eu admiro muito.”

Paulo Alexandre: “A Denise mora no nosso coração”.

IRB Brasil Re aprova debêntures simples de até R$ 900 milhões

O IRB Brasil Re aprovou a emissão de debêntures simples, em duas séries, no valor de até R$ 900 milhões. Serão emitidas até 900 mil debêntures, em uma operação com esforços restritos (CVM 476), ou seja, voltada apenas para um grupo de investidores qualificados. A emissão está marcada para 15 de outubro de 2020. As debêntures da primeira série terão prazo de três anos, enquanto as da segunda terão prazo de seis anos. O objetivo da operação, de acordo com a companhia, é contribuir com o reenquadramento do IRB aos critérios definidos pela Susep e pelo Conselho Monetário Nacional (CVM).

Governo vai apoiar seguro paramétrico como opção para o produtor rural proteger suas atividades

pedro loyola

Com características diferenciadas, esse modelo de seguro rural com subvenção de 20% ao prêmio poderá ser uma alternativa a partir de 2021

Fonte: Canal Rural

Após autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovou a Resolução nº 79, que estabeleceu o percentual de subvenção ao prêmio de 20% para o seguro paramétrico, para qualquer atividade. A medida foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

O seguro paramétrico, ou seguro de índice, funciona baseado na definição de parâmetros para a ocorrência de eventos naturais. Caso o índice paramétrico estipulado seja alcançado ou excedido, a cobertura da apólice pode ser acionada. Por exemplo, no caso de chuva excessiva, um dos indicadores é uma precipitação pluviométrica superior a um determinado índice acordado entre o produtor rural e a seguradora. Trata-se, assim, de um modelo diferente do tradicional, que é estabelecido em virtude da ocorrência de um evento climático.

Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, a inclusão desse tipo de seguro no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) representa um avanço importante para o desenvolvimento do seguro rural no país, “esse seguro está se consolidando em diversos países e precisamos oferecer mais essa opção para o nosso produtor rural”

A comercialização desse seguro ainda está incipiente, porém possui um amplo potencial de crescimento, conforme relata Glaucio Toyama, diretor de seguros agro da Swiss Re Corporate Solutions, uma das seguradoras habilitadas no PSR. “Os seguros paramétricos para a agropecuária têm um grande potencial de desenvolvimento no Brasil. Os parâmetros climáticos podem ser utilizados para diversas soluções e encontrar aderência em diferentes modelos. Atualmente os parâmetros de falta ou excesso de chuva são os mais trabalhados para os principais cultivos de grãos e cana de açúcar, mas existem oportunidades para muitas outras situações nas outras atividades”.

Além da inclusão do seguro paramétrico, a resolução publicada hoje também trata de duas alterações nas regras do programa. A primeira refere-se ao percentual de subvenção ao prêmio para a cultura de feijão, que atualmente não difere entre feijão 1ª safra e 2ª safra, o percentual varia entre 20% e 30% do valor do prêmio do seguro, a depender do tipo de cobertura contratada. A partir de 2021 o feijão 2ª safra, por ter um risco maior durante o plantio, terá o percentual de 35% ou 40%, assim como já ocorre com o milho 2ª safra.

A outra alteração ocorreu no percentual de subvenção para o seguro de café, que na regra atual também pode variar entre 20% e 30%. Já no próximo ano esse percentual passará a ser de 40% (fixo), essa medida visa aumentar o número de contratações que ainda apresenta pouca adesão por parte dos produtores. “Essas mudanças no PSR já são frutos do trabalho do projeto Monitor do Seguro Rural, vídeo conferências em que foram avaliados junto a produtores e seguradoras o que poderia ser aperfeiçoado nos produtos de seguro rural e no programa” finaliza Loyola.

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Bradesco perde liderança em ranking de seguros gerais para BB Seguros em agosto

seguros

O ranking dos 30 grupos seguradores divulgado pela consultoria Siscorp traz uma visão interessante do que aconteceu no mercado de seguros durante a pandemia. Sem saúde, capitalização e PGBL, ressalta a consultoria, o volume de receitas entre janeiro e agosto deste ano totalizou R$ 150,5 bilhões, pequena queda de 0,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O pagamento de indenizações também recuou, passando a representar 40% dos prêmios ganhos, dois pontos percentuais a menos do que no ano anterior. As despesas de comercialização tiveram um ligeiro aumento sobre os prêmios ganhos, de 30,2% para 31%, totalizando quase R$ 20 bilhões. A margem de contribuição foi melhor em um ponto percentual, 28,6% sobre o prêmio ganho.

O Banco do Brasil desbancou a Bradesco Seguros da liderança no acumulado do ano até o mês de agosto, uma coisa rara de acontecer, com receitas de R$ 30 bilhões até agosto, R$ 6 bilhões acima do registrado pela Bradesco, que encerrou o período com R$ 24 bilhões. Ambas registraram queda de 4% nos oito primeiros meses deste ano comparado com 2019. Essa mudança na liderança do ranking as vezes acontece em alguns meses, porém no encerramento do exercício fiscal o grupo Bradesco volta à liderança.

Seguradoras que vinham antecipando o movimento de inovação, tanto com venda mais digital e produtos mais adaptados ao novo padrão de consumo do brasileiro, tanto em coberturas como em preços, foram beneficiadas, como Zurich Seguros (+8,4%), Santander (+24,9%), Tokio Marine (+12,6), HDI (7,5%), Icatu (+7,1%), Liberty (+9,5%), MAG Seguros (+30%) e Prudential (+14,8%).

A Allianz tem um crescimento expressivo de 97%, fruto da aquisição da carteira de ramos elementares da SulAmérica, assim como a Austral (+80,7%), que adquiriu a Terra Brasis. Outro ponto fora da curva é a XP Vida e Previdencia, com avanço de 407% de janeiro a agosto deste ano, para vendas de R$ 734 milhões, o que lhe dá a 24a. posição no ranking.

Veja abaixo o quadro completo dos 30 grupos com receitas de janeiro a agosto deste ano: