Projeção maior da inflação acende luz amarela, comenta economista da CNseg

pedro simoes, CNSEG

Expectativa para a alta do IPCA em 2020 subiu de 1,78% para 1,94%, mas a projeção permanece abaixo do piso da meta oficial, de 4%

O ajuste da projeção para o PIB de 2020 subindo de -5,31% para -5,11% foi relevante, porém já esperado. Mas o que mais se acentuou no Relatório Focus desta segunda-feira, 14 de setembro, foi a inflação, que acende a luz amarela dos agentes financeiros e econômicos, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, que assina o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA em 2020, de 1,78% para 1,94%. “Ainda que não haja sinais de que as altas pontuais dos preços vão se disseminar causando um processo inflacionário propriamente dito, o assunto voltou ao debate e o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, ao se reunir nesta semana para decidir sobre a política monetária, deve tratar disso. As projeções indicam que a taxa Selic deve ser manter em 2% em 2020, com alta para 2,5% ao longo do ano que vem, comenta o economista.

O Copom tem ressaltado que a estratégia de política monetária será implementada com vistas a conter os efeitos de segunda ordem do choque de oferta e a garantir a convergência da inflação para a meta, de 4% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. “Vamos acompanhar a agenda de divulgação desta semana, com dados que podem influenciar as projeções futuras”.

Leia a análise completa abaixo:

Os resultados do PIB do 2o trimestre, mostrando que a economia contraiu 9,7% em relação ao 1o trimestre (um pouco mais que o esperado), acompanhados de forte revisão negativa dos dados do 1o trimestre, tiveram impacto limitado sobre as projeções anuais para a variação do PIB compiladas no Relatório Focus que, esta semana, voltaram a melhorar, subindo de -5,31% para -5,11%.

Como temos afirmado nas últimas semanas, apesar do noticiário agitado, as sinalizações da política também têm sido mais favoráveis do que desfavoráveis, e especulações como uma possível saída do Ministro da Economia foram substituídas por debates de efeito prático, como os entendimentos no Congresso para o andamento da reforma administrativa, e mesmo negociações para melhorar a convergência de propostas da reforma tributária e administrativa, ainda que preocupe a ausência de um acordo sobre a retomada dos trabalhos da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na Câmara.

Indicadores conjunturais de atividade continuam a sinalizar um movimento que destacamos nas últimas semanas: o
comércio e a indústria, beneficiados pelo deslocamento de gastos que fora do contexto de isolamento social seriam destinados aos serviços, se recuperaram de maneira mais rápida. Já os serviços, muitos dos quais dependem de maior circulação de pessoas, ainda se recuperam mais lentamente.

Como se trata do setor mais relevante para o PIB, os resultados para a economia como um todo recebem sua influência e isso pode ser verificado nos resultados de julho. A indústria já havia apresentado crescimento acima do esperado no mês (8%). Na semana passada, foi a vez do comércio varejista, com a PMC Ampliada crescendo 7,2% e grupos como “materiais de construção” e “móveis e eletrodomésticos” superando os patamares de vendas anteriores à pandemia.

A PMS, por outro lado, mostrou que os serviços cresceram apenas 2,6% em julho, abaixo do esperado, o que certamente influenciou o IBC-Br, divulgado hoje, dia 14/09, com expansão de 2,15% no mês, também abaixo do consenso do mercado.

Enquanto isso, as discussões sobre o comportamento da inflação, como também adiantamos em comentários anteriores, voltaram ao radar dos analistas, ainda que seja fundamental distinguir pressões pontuais em preços de itens importantes (como alguns alimentos no mês de agosto) de um processo inflacionário (aumento generalizado e consistente dos preços).

A variação de 0,24% do IPCA em agosto mostra isso. Em resumo, a aceleração dos preços de combustíveis e alimentos foi compensada pela deflação dos serviços que, como comentamos anteriormente, ainda caminham de lado e devem segurar a inflação ainda por algum tempo. Não é possível dizer que tais aumentos sejam surpreendentes, já que os preços no atacado vêm sinalizando uma pressão há alguns meses nos IGPs, que continuam a subir com força.

Ainda assim, é preciso atenção, já que muitas dessas pressões nos alimentos (provocadas pelo câmbio depreciado e pela alta na demanda internacional) podem não arrefecer até o ano que vem. Além disso, esses itens correspondem a percentual relevante da cesta de consumo das famílias mais pobres, justamente aquelas que terão sua renda reduzida com a retirada gradual do estímulo do Auxílio Emergencial.

Nesse cenário, a projeção para o IPCA voltou a subir com um pouco mais de força, de 1,78% para 1,94% em 2020 e de 3,00% para 3,01% em 2021. Já a projeção para o IGP-M disparou de 11,72% para 15,03% este ano, ampliando uma diferença entre os índices que preocupa alguns segmentos do setor segurador.

As projeções para a Selic – em semana de reunião do Copom – continuam a ser alteradas respondendo menos aos dados correntes (afinal, expectativa de mais inflação, em tese, não deveria suscitar uma redução dos juros básicos) e mais a ajustes que ocorrem devido à conhecida “inércia” dessas projeções: enquanto as instituições Top 5 elevam sua projeção para a Selic ao final deste ano (a caminho dos 2,00%), a mediana do mercado ajusta sua projeção para o ano que vem: por mais que a inflação suba uma pouco mais que o previsto, ela deve permanecer no intervalo das metas em um contexto de atividade econômica ainda em recuperação por todo horizonte relevante para a política monetária.

Dessa maneira, não faz sentido que os juros subam muito ao longo do ano que vem. Por isso, a projeção mediana para a Selic ao final de 2021 caiu mais uma semana, para 2,50%. No calendário econômico da semana, destaque para o Monitor do PIB de julho, da FGV, e para o resultado da reunião do Copom, ambos na quarta-feira (16/09).

Você sabe o potencial risco ambiental da sua empresa?

Fonte: AIG

Hoje, quase todas as empresas possuem algum tipo de exposição ambiental e podem ser responsabilizadas por eventos de poluição. Em alguns casos ainda, a empresa é obrigada a reparar os danos causados ao meio ambiente, podendo gerar contas altíssimas para empresas que não possuem reservas em seu caixa para esse tipo de despesa.

É por isso que os especialistas em riscos ambientais da AIG prepararam o Guia de avaliação de riscos ambientais para as empresas: um material que irá ajudar você, empreendedor e gestor de negócios, a organizar a sua reflexão a respeito dos riscos ambientais para o seu negócio e avaliar algumas sugestões para colocar em prática os planos de prevenção e resposta emergencial em prática. Baixe agora!

Carreira científica é tema de abertura da 2ª temporada do D’Or Talks

Neurocientista relembra sua trajetória e divide experiências com os espectadores

Fonte: D’Or

O completo funcionamento do cérebro, mesmo amplamente estudado, continua a gerar dúvidas ainda não respondidas pelos cientistas. Stevens Reher, neurocientista e professor do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um dos profissionais que dedica a vida para encontrar explicações para esses fenômenos. 

Ele foi o convidado do episódio de estreia da segunda temporada do D’Or Talks, apresentado por Dr. Gustavo Guimarães, diretor de Saúde e Tecnologia da D’Or Consultoria. O programa é transmitido no canal da empresa no Youtube.

Atualmente, Stevens estuda a morte de células no sistema nervoso cerebral, tema importante para o desenvolvimento de medicações e tratamentos. Também é conhecido por ter participado do estudo que relaciona lesões neurológicas provocadas pela zika e as causas da microcefalia. Ele comentou sobre o papel do cientista, bem como os fatores que influenciaram na escolha profissional dele.

“Entendo que a figura do cientista ainda é muito desconhecida por grande parte da população, em detrimento da importância que carregamos na busca por novas soluções para a medicina e a saúde coletiva”, comenta.

Stevens ainda destacou o apoio que recebe pelo IDOR, considerando-o fundamental para o avanço da pesquisa que lidera. A estrutura disponibilizada pelo Instituto, bem como o contato com outros pesquisadores de interesses semelhantes, proporciona o positivo resultado que seu trabalho vêm apresentando ao longo dos anos.

“O investimento que o Instituo realiza em mim e em minha pesquisa é o principal fator que me faz trabalhar no país e não pensar em atuar nas instituições estrangeiras. Tenho certeza de que esse alicerce muda a vida de qualquer pesquisador e amplifica o alcance de sua pesquisa. Hoje, contamos com uma pós-graduação consolidada, na qual são publicados de 80 a 100 artigos por ano.”, declarou Rehen.

Nova temporada

O novo formato do D’Or Talks, nesta segunda temporada, trará episódios quinzenais e o próximo abordará o tema: A importância da arte para a saúde mental. O entrevistado será o artista Guardiano, que está no clipe da campanha oficial de Setembro Amarelo da D’Or Consultoria, com a música Presente, que traz uma mensagem positiva que enfatiza a importância do agora. 

O artista conversará com Dr. Guilherme Malaquias, diretor executivo da D’Or Soluções e o episódio será transmitido pelo canal do Youtube da D’Or Consultoria, onde também é possível ter acesso aos que já foram lançados. 

Para não perder nenhuma novidade da nova programação do D’Or Talks, inscreva-se e ative o sininho em: youtube.com/dorconsultoria.

Serviço |

D’Or Talks: A importância da arte para a saúde mental

Data: quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Horário: 17h30

Link para participar: www.youtube.com/dorconsultoria

Proteção para celulares cresce 15% com a abertura do comércio e aquece setor de seguros

Pitzi insurtech celular

Aumento nas vendas de smartphones amplia oferta de descontos na compra de planos de proteção

Fonte: BemMaisSeguro

O aumento na procura por novos smartphones aqueceu também o mercado de seguros nos últimos meses, em especial com a abertura do comércio nas diversas regiões do país. É o que tem observado especialistas da BemMaisSeguro, plataforma de venda de seguros online, uma das pioneiras na oferta de proteção para equipamentos eletrônicos no Brasil. 

Já é fato que o celular é um item de primeira necessidade da grande maioria da população e com a abertura do comércio, aquecido com as ofertas da Semana Verde Amarela, ou a famosa Black Friday, muitas pessoas irão adquirir aparelhos mais modernos, e com isso, aumentará a procura pela proteção do equipamento. 

De acordo com Marcel Giacon, Superintendente Digital e Produtos da BemMaisSeguro, o mercado retraiu um pouco nos primeiros meses da pandemia, mas entre julho e agosto a retomada tem sido gradativa e o crescimento da busca por novos seguros para celulares acompanha esse ritmo. “Com a melhora gradual da economia, as pessoas entenderam que viver no novo normal é a nossa realidade. A partir da abertura das lojas, observamos também o crescimento na procura por seguros de celulares em torno de até 15%. E agora com a Black Friday, a expectativa é de que aparelhos mais modernos sejam adquiridos. Pensando nisso, a partir dessa semana daremos um desconto de 15% nas novas aquisições de serviços. ” 

Segfy representará o Brasil no ITC Global

Segfy insurtech

Startup curitibana conquistou a versão nacional do principal evento de insurtechs do mercado

Fonte: Segfy

Na última terça-feira (08/09) aconteceu a parada nacional do ITC + DIA World Tour, evento que celebra as melhores insurtechs brasileiras e a Segfy foi a escolhida por voto popular como a vencedora e representará o Brasil no ITC Global. A apresentação do pitch da startup curitibana mostrou toda a importância do sistema de tecnologia para fazer a ligação entre corretores, seguradoras e segurados.

A Segfy trabalha desenvolvendo soluções e estratégias para trazer praticidade ao mercado. Seus principais produtos são os Sistemas de Gestão e Multicálculo que auxiliam o corretor de seguros a gerenciar o seu negócio. Além disso, a empresa trabalha com BI e com estratégias de geração de demanda para os corretores. Todos esses produtos são desenvolvidos e atualizados por uma equipe com mais de 60 funcionários.

“O que nos move e faz o nosso coração bater mais forte é acabar com a complexidade e proteger as pessoas financeiramente. Entregamos para o segurado uma solução transparente que o conecta com o corretor de seguros; com soluções tecnológicas, ajudamos os corretores a venderem mais”, comentou Marcos Roque Villa, CEO da Segfy.

O evento ITC Global acontecerá entre os dias 21 e 23 de Setembro, com conteúdos, palestras e a apresentação das insurtechs representantes de cada país,

Susep implementa novas normas que permitem redução do capital base das seguradoras

Resoluções já estão em vigor e levam em consideração o porte e a complexidade das empresas do setor

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou as resoluções que dispõem sobre regras de segmentação e de aplicação proporcional da regulamentação prudencial no setor de seguros. Os objetivos das normas são aumentar a oferta de produtos e o acesso dos consumidores, sem o comprometimento da solidez das entidades supervisionadas. “A norma faz parte das iniciativas da Susep para modernizar e desenvolver o setor de seguros no Brasil, trazendo novos players para o mercado, aumentando a concorrência, diminuindo o custo dos produtos e aumentando a cobertura”, afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira. As normas foram aprovadas em reunião do Conselho Nacional de Seguros Privados.

De acordo com os procedimentos de segmentação, as entidades supervisionadas pela Susep serão classificadas em quatro categorias: S1, composta por 19 entidades supervisionadas, S2, composta por 60 entidades, e S3 e S4, onde 89 entidades estão inseridas. A distribuição das entidades supervisionadas nas categorias foi feita em simulação realizada pela Coordenação Geral de Regulação Prudencial da Susep, com base nos valores de prêmios e provisões referentes a dezembro de 2019. A classificação tem como base critérios de porte (prêmios anuais e provisões técnicas) e perfil de risco. As classificações não se aplicam a empresas participantes do Sandbox Regulatório.

Segundo o Coordenador-Geral de Regulação Prudencial, César Neves, a segmentação é uma ferramenta importante para a implementação da proporcionalidade no regramento atual. “Esse ato normativo é o ponto chave para início da regulação baseada no princípio da proporcionalidade. Com isso as ações da Susep não extrapolarão o necessário para que os objetivos da supervisão sejam atingidos, implicando que a regulação seja flexível”, afirma. A aplicação proporcional das regras prudenciais se dará de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. 

Algumas das alterações proporcionadas pela Resolução sobre Proporcionalidade envolvem a redução de capital-base, que ficará entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, respectivamente, para entidades enquadradas como S4 ou S3, e a periodicidade dos Questionários Prudenciais, que foi reduzida para todas as supervisionadas. As demonstrações financeiras referentes ao primeiro semestre de cada ano, por sua vez, não precisarão mais ser auditadas para entidades enquadradas nas categorias S3 e S4 e as seguradoras S4 usarão modelos simplificados de cálculo de capital baseado em risco, nos termos que serão regulamentados pela Susep.

Com a iniciativa, a autarquia visa promover a redução de custos operacionais para o setor e mais eficiência nos processos de supervisão da autarquia. Isto beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência.

O diretor da Autarquia, Vinicius Brandi, afirma que as Resoluções fazem parte de um momento de mudanças e desafios para a Susep. “As normas têm o potencial para atrair novas tecnologias, inovação e novos produtos para o setor, reduzindo as barreiras de entrada no mercado”, comenta.

A Resolução CNSP sobre a Segmentação das entidades supervisionadas pela Susep foi publicada na quinta-feira (10) e pode ser lida na íntegra pelo link. A Resolução que dispõe sobre a aplicação proporcional da regulação prudencial foi  publicada na sexta-feira (11) no Diário Oficial da União e pode ser lida pelo link.

Munich Re suspende venda de cobertura de pandemias para empresas

Com impacto relacionado ao coronavírus de US$ 1,8 bi no primeiro semestre, resseguradora informou que manterá opção nos contratos de vida e saúde

Fonte: Bloomberg

A Munich Re suspendeu a venda de cobertura para proteção contra perdas de empresas em futuras pandemias. A resseguradora alemã registrou impacto relacionad ao coronavírus de 1,5 bilhão de euros (US$ 1,8 bilhão) no primeiro semestre.

“No momento, estamos examinando se iremos oferecer novos contratos que incluam proteção contra pandemias em seguros patrimoniais e de acidentes no futuro”, disse Torsten Jeworrek, responsável por resseguros da Munich Re. “No momento, foi suspenso, por exemplo, no que diz respeito a cancelamentos de eventos”, afirmou o executivo em entrevista. A empresa continuará a cobrir pandemias em contratos de vida e saúde.

Seguradoras e resseguradoras tentam enfrentar danos da pandemia reservando caixa suficiente para cobrir sinistros futuros, embora haja um alto nível de incerteza sobre o custo final. O Lloyd’s of London estimou em maio que o setor de seguros deve registrar perdas de cerca de US 203 bilhões relacionadas ao coronavírus neste ano, com cerca de US 107  bilhões provenientes de subscrição de seguros e o restante de carteiras de investimentos.

Jeworrek disse que está cauteloso ao estimar as perdas potenciais no segundo semestre, dada a incerteza sobre o que acontecerá no quarto trimestre. “Podemos enfrentar um momento crítico novamente, por exemplo, se houver novos ‘lockdowns’”, disse.

O executivo está mais otimista em relação ao próximo ano.

“Provavelmente vamos superar a maioria das perdas da Covid neste ano”, disse Jeworrek. “Isso também se deve ao fato de que os contratos de seguro em questão geralmente têm prazo de um ano, e atualmente não estamos emitindo nenhuma cobertura adicional para pandemia. Então isso deve acabar.”

Olhando para o futuro, a Munich Re apoia a criação de fundos de seguro apoiados por governos para ajudar a proteger empresas contra perdas durante futuras pandemias, disse Jeworrek. O Lloyd’s lidera uma campanha no setor em defesa desses fundos e novos tipos de apólices de seguro para proteger contra emergências de saúde pública e ameaças globais.

Diversidade e inclusão, o novo normal para apoiar o crescimento do mercado segurador

webinar sonho seguro

O blog Sonho Seguro fez um webinar sobre o tema com participação da AIG, Chubb, Aon e Lloyd’s of London. O vídeo poder visto no YouTube e o podcast nas plataformas Spotify, Deezer e Apple. Ouça

“Nossa mãe, eu que nunca vou querer trabalhar no mercado de seguros. Olha isso. Tem mais de 1 mil pessoas aqui e não vejo negros, só algumas mulheres, poucos jovens e os gays são tão reprimidos que nem usam meias coloridas”. Foi no dia que minha filha Gigi me disse isso que percebi a dicotomia entre o que os executivos me falavam — e eu escrevia — e a realidade.

Depois disso, passei a prestar muita atenção ao tema. O que é realmente é uma prática dentro das empresas e o que é apenas marketing? É certo que há muitas ações colocadas em prática para transformar a cultura de um país com sérias deficiências educacionais escolares e familiares. No entanto, da mesma forma que a baixa penetração de seguros no PIB do Brasil é um sinal de grande potencial para o crescimento das empresas, apoiar a diversidade e inclusão também é.

Estou certa de que as seguradoras podem transformar a sociedade, não só garantindo proteção financeira para famílias e empresários seguirem adiante mesmo diante de acidentes, como também empoderando seus funcionários com ensinamentos que muitas vezes faltam nas escolas e nas relações familiares.

Este foi o bate papo que o blog Sonho Seguro promoveu “DIVE IN, diversidade e inclusão. Faça a sua parte” com Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil, Mariangela Morenghi, executiva de marketing e comunicação da AIG, Rafael Ramos, líder de Diversidade e Inclusão na Chubb e Kaue Macedo, embaixador do Dive-In da Aon Brasil. O video do evento, organizado com o apoio da jornalista Adriana Aguilar, está disponível no canal do Sonho Seguro no YouTube.

Milhões de pessoas já estão inscritas no evento DIVE-IN que acontece nos dias 22, 23 e 24 em todo o mundo, conta Rafaela

O debate está apenas começando no Brasil. Nos dias 22, 23 e 24, várias seguradoras, corretoras e prestadores de serviços realizarão o DIVE-IN Brasil. Trata-se de um evento criado pelo Lloyd’s of London em 2015 com o intuito de promover uma linha estratégica para o setor de seguros ao promover debates para a conscientização de inclusão social e diversidade.

Com o passar dos anos, o evento cresceu em números de parceiros e também para outras cidades para incluir algumas das maiores companhias de seguros, corretores, subscritores e serviços associados do mundo. “Agora congrega 32 países, atraindo mais de 10 mil pessoas”, ressalta Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil.

Kaue Macedo: “A empresa que não tem uma pauta de diversidade e inclusão acaba sendo menos bem vista pelos profissionais que vão ingressar no mercado de trabalho”

Macedo, da Aon, teve a oportunidade de participar do evento em Londres e contagiou outros executivos para que fosse possível realiza-lo também no Brasil. E conseguiu. A AIG, uma das patrocinadoras mundiais, bem como a Chubb, Willis entre outros passaram a apoiar diversas acoes, que agora vão muito além do evento. “Todos despertamos para a inclusão pois é uma temática que esta em nossa vida. Uns despertam mais cedo, outros mais tarde, mas todos despertam. Eu fui despertado quando participei da segunda edição do DIVE IN, em Londres, e me apaixonei pela temática de discutir o tema de diversidade e inclusão, sem barreiras das empresas. É um evento único, setorial e de total portas abertas. E deu certo. O evento cresceu e temos muitas ações que passaram a fazer parte do dia a dia do setor. Ainda é um primeiro passo, mas já é muito mais do que tínhamos anos atrás”.

Mariangela: É ótimo sermos todos diferentes. Cada um tem a sua própria identidade. A ideia é que um dia esses grupos deixem de existir pois todos nós seremos tratados de uma forma única”

A AIG, por exemplo, que participa pelo 4º ano consecutivo do DIVE IN Festival, tem cerca de 12 mil funcionários no mundo engajados em alguma discussão em um dos 147 grupos de diversidade (mulheres, LGBT, identidade racial, religião, gerações e geografias). “No Brasil, temos três grupos: Women@Work (WOW) Mulheres e Aliados, Diversitas LGBT e Aliados e DÆRC Diversidade Étnico-Racial Consciente”, conta Mariangela.

Segundo os participantes, o apoio dado pelas lideranças das empresas viabiliza uma série de ações realizadas dentro e fora do mercado segurador. O tema ganhou tanta relevância que em algumas companhias a área de diversidade e inclusão se reporta diretamente ao CEO e ao Conselho. São diferentes iniciativas de discussão e conscientização sobre equidade de gênero, desenvolvimento profissional mais igualitário para todos, conquistas e desafios da comunidade LGBTQ +, de pessoas com deficiência física e mental e da população negra, entre outras temáticas.

Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade no Brasil, citou Mariangela. Uma das iniciativas mais recentes é o treinamento sobre viés inconsciente a todos os funcionários AIG e também sobre microagressões no ambiente de trabalho.

“Na Chubb, o Brasil virou referencia no tema na América Latina por estar muito à frente de outros países”

Assista o vídeo. Se preferir, ouça o podcast nas plataformas Spotify, Deezer ou Apple e saiba mais sobre este tema tao crucial para que o mercado segurador cresça atraindo mais talentos e que possa ter mais criatividade para criar produtos para diferentes públicos. Rafael Ramos conta que a Chubb tem um modelo criado como uma governança, com os vice presidentes alinhados com as acoes. “O Brasil é se tornou referência na América Latina para a Chubb e isso nos traz muitos desafios. Neste ano lançamos o pilar de gerações e futuro do trabalho e vamos debater este tema nesta edição do DIVE-IN. É um tema muito relevante tanto para jovens como para pessoas com mais de 60 anos”, comemora.

Simone volta ao ‘palco’ em lives aos domingos com apoio da Icatu Seguros

Simone Icatu Seguros

Repertório da cantora trará canções clássicas, inéditas e releituras de sucessos

Fonte: Icatu

Quem gosta da cantora Simone terá a chance de acompanhar canções inéditas nas próximas lives da artista, que ocorrem sempre aos domingos no Instagram da artista (@simoneoficial), e passará a ter apoio da Icatu Seguros, companhia comprometida com a valorização da cultura brasileira. Acompanhada de violão e bases de instrumentos pré-gravados, a eterna Cigarra traz sua alegria, música e bom humor ao palco virtual. 

Além das canções inéditas, Simone vai apresentar ao seu público sucessos e releituras de seus 47 anos de carreira. Diretor de Marketing e Canais de Relacionamento da Icatu Seguros, Rafael Caetano ressalta o compromisso da companhia, como agente de transformação social. 

“Há quase 30 anos, apoiamos iniciativas e atividades de diferentes formatos que preservam a história e a identidade cultural do Brasil. Entre eles, shows, peças teatrais, livros e documentários. O momento atual trouxe adaptações em diversos setores, inclusive o cultural. Os artistas precisaram se reinventar e inovar suas apresentações e o apoio a eles neste cenário é essencial”, afirma Rafael. 

Zurich divulga seus canais digitais e simplifica o atendimento aos seus clientes

Ação será divulgada em diversas plataformas digitais, como Facebook, Instagram, Youtube, Google (Ads + Search) e Teads (tecnologia out-tream)

Fonte: Zurich

A Zurich tá online”. Este é o tema da campanha que a seguradora lançou hoje, 11 de setembro, com o objetivo de criar brand awareness e, principalmente, informar que seus canais digitais chegaram para simplificar e acelerar o atendimento aos clientes. Com criação de peças em 3D, ampla cobertura no universo digital e duração de 45 dias, a iniciativa destaca as diversas possibilidades de autosserviço disponíveis para quem possui os seguros de automóvel, roubo e furto, quebra acidental, garantia estendida e previdência.

Desenvolvida pela agência de comunicação CuboCC, a campanha também conta com uma landing page, animações em motion graphics e a presença da assistente virtual Laiz, que foi lançada recentemente pela companhia e ajuda a dar agilidade ao atendimento nos canais digitais.

Nas redes sociais, a campanha será divulgada no Facebook, que possui o maior potencial de alcance de usuários. Já no YouTube, haverá vídeos em formato in-stream, que são aqueles veiculados antes da exibição do vídeo escolhido pelo usuário, e in-discovery (visualizados como resposta a buscas).

A estratégia também contempla anúncios out-stream, mostrados em sites de veículos de imprensa, e que serão apresentados no formato in-read (aqueles que aparecem no meio do conteúdo). Haverá, ainda, anúncios no Google Display e Google Search. O primeiro possui mais de mil  audiências catalogadas e o segundo permite que o anúncio apareça quando os internautas fizerem buscas.

“Por ser uma das maiores seguradoras do mundo e se diferenciar por ser uma companhia multilinha, multisserviço, multicanal e cada vez mais digital, é natural que nossos esforços de marketing sejam no ambiente virtual, que se tornou ainda mais importante depois da pandemia, proporcionando comodidade e rapidez na prestação de serviços”, afirma o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros. “Estes, aliás, foram os motivos dos nossos esforços, já que, com o isolamento social, o mercado pediu por soluções que atendessem a essa necessidade. Nesse sentido que diversas funcionalidades foram e estão sempre sendo pensadas para proporcionar uma experiência cada vez melhor e mais agradável aos nossos clientes”, complementa.

Serviços digitais

O executivo se refere às medidas adotadas e intensificadas depois da pandemia para ampliar o contato e a proximidade com clientes (pessoa física e empresas), corretores e parceiros de negócios. 

Entre elas, atendimentos nos canais do site, chat, SMS e APPs, vistoria mobile, além de ampliação dos serviços do app Zurich Risk Advisor (para segurados e corretores realizarem autoavaliações de riscos via colaboração remota).

Além disso, os atendimentos foram complementados com o lançamento da assistente virtual Laiz, que ajuda a esclarecer dúvidas recorrentes e disponibiliza serviços como segunda via do boleto, do contrato de seguro (apólice) e acionamento e status do sinistro para clientes de Automóvel e de Afinidades, que possuem seguro de roubo e furto, garantia estendida ou danos acidentais.