Francesa CNP Assurances assina acordo entre Caixa Seguradora com Correios

A CNP Assurances anunciou a assinatura de um contrato não exclusivo de dez anos no Brasil entre a Caixa Seguradora e o Correios para a distribuição de seguros de capitalização e odontológico, segundo comunicado enviado pelo grupo francês.

Como operadora do serviço postal nacional do Brasil, o Correios é uma empresa estatal que fornece serviços de comunicação e logística para empresas e pessoas físicas. Possui mais de 6.500 agências e está presente em cada um dos 5.570 municípios do país.

O acordo permite que a CNP Assurances continue com seu desenvolvimento estratégico na América Latina por meio de uma abordagem multiparceria. Não prevê qualquer pagamento pela Caixa Seguradora e entrou em vigor a 3 de setembro de 2020, na data da sua assinatura.

“A CNP Assurances está muito satisfeita por ter assinado este novo acordo que nos ajudará a continuar fortalecendo nossa presença no mercado de seguros do Brasil, em linha com o modelo de negócios multiparceiros do Grupo”, disse Antoine Lissowski, CEO da CNP Assurances.

Icatu Seguros fecha parceria com a Equitas, especializada em ações, e lança fundo de previdência

Fonte: Icatu Seguros

Com o objetivo de oferecer cada vez mais produtos diversificados e que atendem aos mais diferentes perfis de investidores, a Icatu Seguros, um marketplace em Previdência, lançou um novo fundo previdenciário na live promovida no seu canal do YouTube : o Equitas Prev II Icatu FIC FIA. O fundo, que possui uma carteira composta por 20 a 25 papéis, é resultante de um processo de análise fundamentalista e uma extensa pesquisa proprietária, gerido por uma equipe de especialistas dedicados há mais de uma década no mercado financeiro. 

“O fundo tem como objetivo alcançar rentabilidade real superior ao custo de oportunidade local no longo prazo, sendo descorrelacionado dos principais índices de ações. Nosso foco serão clientes qualificados com exposição de até 100% em ações”, conta Luis Felipe Amaral, fundador da Equitas. A taxa de administração do novo fundo será de 2% e a de performance 20% sobre o que exceder o Ibovespa. Os valores mínimos de contribuição variam de R﹩ 1.000 mensais ou aporte/portabilidade de 20 mil reais. 

Luis Felipe é gestor dos fundos da empresa desde 2006 e conta com uma vasta experiência no mercado financeiro. Tem atuação em diversas organizações nacionais e internacionais, além de ser membro do Conselho Consultivo do Instituto VIS Foundation Brasil – Colégio Mão Amiga e ter sido Associate da Lehman Brothers, em Nova York, de 2001 a 2003. A Equitas é uma gestora de fundos especializada em renda variável que busca retorno superior em longo prazo, controlando risco e protegendo capital. Com isso, a Equitas já conseguiu entregar, desde 2010 até hoje em dia, mais de 500% de rentabilidade contra 60% do Ibovespa, segundo Luis Felipe. 

A Icatu vem realizando lives com a participação de especialistas e gestores de fundos com a intenção de trazer novidades do mercado financeiro e atualizações do cenário econômico brasileiro e global. Além disso, por meio da plataforma, a seguradora relata a importância da proteção, do planejamento a longo prazo e da educação financeira. 

Grupo SURA fecha o primeiro semestre com lucro de US$ 66 milhões

Apesar da pandemia, a receita somou US$ 2,718 bilhões, as despesas aumentaram apenas 2% e o lucro operacional foi de US$ 250 milhões

Fonte: Grupo SURA

Com o fechamento do primeiro semestre do ano, em um momento de desafios diante dos impactos da COVID-19, o Grupo SURA reportou um lucro líquido consolidado de US$ 66 milhões, que representa uma recuperação frente ao reportado em março deste ano, impulsionada pelo lucro positivo do segundo trimestre.

O resultado reflete a solidez dos negócios na atual conjuntura, com o crescimento de prêmios emitidos e a receita por prestação de serviços da Suramericana (Seguros SURA – especializada em seguros, tendências e riscos), assim como uma estabilidade nas receitas por comissões da SURA Asset Management (especialistas em pensões, poupança, investimento e gestão de ativos). Desta maneira, o lucro operacional consolidado foi de US$ 2,718 bilhões.

“Os resultados do primeiro semestre são melhores do que tínhamos projetado diante da pandemia e mostram a capacidade de transformação, adaptação e resiliência da Seguros SURA e da SURA Asset Management, que têm tido uma recuperação paulatina nos últimos meses. Ao mesmo tempo, mantivemos nosso compromisso de criar mais valor às pessoas e às empresas, gerando emprego na região e investindo no desenvolvimento dos negócios. Queremos seguir com cautela, avaliando constantemente os impactos da conjuntura na região”, explica Gonzalo Pérez, Presidente do Grupo SURA. 

No segundo trimestre, o resultado dos rendimentos dos investimentos próprios das seguradoras e dos fundos de pensões foi melhor, após as fortes quedas dos mercados de capitais no mês de março.

Contribuiu também o aumento de apenas 2% das despesas consolidadas em linha com o controle e a eficiência aplicados na conjuntura, mesmo com os custos de prestação de serviços de saúde para atender em tempo hábil os afiliados e segurados na Colômbia. Desta maneira, o lucro operacional foi de US$ 250 milhões, 39.4% a menos que em junho de 2019. 

“Uma das prioridades na atual conjuntura é a eficiência dos negócios e o controle dos gastos, somados com a solidez patrimonial e a liquidez das companhias do Grupo Empresarial. Com a recente emissão local de prêmios, nos antecipamos para garantir a liquidez adequada para atender as obrigações em 2021 e melhorar nosso perfil de dívida de longo prazo”, comenta Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Finanças Corporativas do Grupo SURA.

O lucro líquido consolidado no fechamento do primeiro semestre foi de US$ 66 milhões, impulsionado pelo resultado do segundo trimestre, que somou US$ 87 milhões e compensou a perda registrada em março.

Para este resultado, contribuiu o maior rendimento por meio de participação do Grupo Nutresa, devido a um menor rendimento por este rubro do Bancolombia, diante do aumento das provisões que incidem no lucro do Banco, como medida prudente para se antecipar diante da incerteza do cenário.  

Desempenho das filiais

A Seguros SURA fechou o primeiro semestre com lucro líquido de US$ 79 milhões, 68,3% maior do que o mesmo período em 2019. Este resultado é sustentado pelos rendimentos totais que aumentaram 10,5% e somaram US$ 2,391 bilhões, com crescimento nos segmentos de seguros gerais (7,5%), Vida (7%) e na prestação de serviços na área da saúde (21,5%) na Colômbia. Além disso, a recuperação por rendimento de portfolios das seguradoras ganhou destaque, em particular a filial na Argentina, que contribuiu para o fechamento positivo do semestre.

“Estes resultados refletem nossos esforços para fidelizar os clientes em três frentes: transformação do modelo operacional; desenvolvimento de novas soluções e adaptação de outras, para responder às necessidades atuais das pessoas e das empresas; ao mesmo tempo que fortalecemos nossos acessos e canais. Dessa forma, temos o cuidado de comparar as reservas, a solvência e a liquidez com os cenários que projetamos frente a pandemia”, explica Juana Francisca Llano, Presidente da Suramericana (Seguros SURA).

A SURA Asset Management chegou a 20,9 milhões de clientes e os ativos na gestão (AUM) e cresceu 7.9% em comparação a junho de 2019, totalizando US$ 131,5 bilhões. Apesar dos efeitos do coronavírus no mercado de trabalho, os rendimentos por comissões no negócio diminuíram apenas 1,8%, em junho, e no voluntário aumentaram 14,2% devido a uma gestão comercial positiva e uma maior tendência à poupança na região. Também se mantém uma disciplina no gasto, que subiu somente 5,6% frente ao primeiro semestre do ano anterior, não obstante custos como os gerados pelas mudanças regulatórias no Peru. 

“No segundo trimestre, observamos uma melhoria nos mercados financeiros globais, que traduzem na recuperação dos portfolios que administramos, pertencentes a mais de 20 milhões de clientes na região. Assim continuamos trabalhando na gestão dos recursos para proteger e fortalecer a poupança dos latino-americanos”, diz Ignacio Calle, Presidente da SURA Asset Management.

A recuperação dos rendimentos entre abril e junho por investimentos próprios no Mandatório contribuiu para que o lucro líquido desta filial voltasse ao terreno positivo. Dessa forma, contribuiu com US$ 33 milhões ao lucro líquido do Grupo SURA no primeiro semestre, 72,1% a menos do que a alcançada em junho de 2019, que foi um ano bastante positivo para a SURA Asset Management.

Fatos recentes:

  • A Seguros SURA Colômbia fortaleceu a prestação de serviços de saúde para enfrentar a pandemia: hoje são atendidos 35 mil requerimentos por dia (teleassistência e telemedicina); aplicação de modelo de oxigenoterapia para afiliados e segurados; e Ajudas Diagnósticas SURA com aproximadamente 13% de provas no país.
  • O Grupo SURA, com o objetivo de antecipar os recursos requeridos frente as obrigações em 2021, colocou no último dia 11 de agosto US$ 265 milhões, em bônus no mercado colombiano, que foram demandados 2,23 vezes. Esta emissão foi qualificada como neutra por parte da S&P, ao ter como objetivo a substituição de passivos. 
  • A SURA Asset Management, mediante sua unidade de negócio Investment Management, lançou um fundo de US$ 86,5 milhões, na aliança com Credicorp Capital, para financiar projetos de infraestrutura na Colômbia, Peru, Chile e México.
  • S&P confirmou em julho a qualificação AAA da Suramericana (Seguros SURA) na dívida local, e igual nota obteve a Seguros SURA Colômbia, sua principal filial. Por sua parte, Fitch Ratings reafirmou ao Grupo SURA sua qualificação local AAA de longo prazo, com perspectiva estável. 
  • Como aporte à reativação econômica de pequenas e médias empresas: Suramericana (Seguros SURA) acompanhou 44.500 empresários na plataforma regional Empresas SURA; ao mesmo tempo que a SURA AM lançou na Colômbia uma linha de factoring e um fundo para financiar este segmento.

Parceria da Viva Previdência e Órama amplia opções de investimentos aos participantes

Silas Devair

Plataforma disponibiliza produtos como renda fixa, tesouro direto, renda variável e fundos

Fonte: Órama

A Fundação Viva de Previdência e a Órama Investimentos firmaram parceria para oferecer os produtos financeiros da plataforma aos participantes da entidade fechada de previdência complementar. Com isso, além da previdência, cerca de 50 mil participantes da Fundação de todo o país passam a ter maior oferta de produtos para investir, como renda fixa, tesouro direto, renda variável e fundos. “Isso é inédito no mercado. Não há nada igual”, ressalta o diretor-presidente da Viva, Silas Devai.

A facilidade foi possível com a tecnologia White Label desenvolvida pela Órama. O parceiro usa plataforma personalizada e com a seleção customizada de produtos. Para acessar, basta o participante entrar no site da Fundação e efetuar o cadastro. Com isso, a plataforma atingiu, no último mês, mais de 300 parceiros que adotam a tecnologia, 44% a mais que em agosto de 2019. O valor sob gestão do B2B da Órama cresceu 92,5% no período.

“Para a Viva Previdência, a vantagem é ter um serviço único, seguro e com melhor experiência aos usuários, que a partir de agora contam com uma variedade de opções para diversificar seus investimentos”, destaca Thiago Villela, diretor executivo da Órama.

Todo o relacionamento entre a Órama Investimentos e os participantes da Viva Previdência ocorre de forma on-line: da abertura da conta ao resgate dos investimentos, com isenção de taxas para abertura e manutenção de conta. Além disso, para investir em renda fixa, não são cobradas taxa de custódia, de corretagem ou de administração. A Órama também arca com os custos da TED de retirada de recursos dos investimentos para a conta bancária.

“Acreditamos que além da previdência, as pessoas tenham outras necessidades. Com a nova parceria, seremos capazes de suprir integralmente as necessidades de investimentos dos nossos participantes”, Silas Devai. Ele relata que a possibilidade de oferecer opções de investimento a participantes que já se aposentaram também impulsionou a parceria. “Essas pessoas, naturalmente, não vão mais investir em previdência, mas não necessariamente vão gastar todo o dinheiro da aposentadoria. Nossa ideia foi permitir que esse público também conte com opções mais interessantes e muito mais adequadas ao que precisam, sem sair da Viva”, argumenta.

Estratégia de Crescimento da Fundação Viva de Previdência
A parceira com a Órama Investimentos é parte de um rol de ações estratégicas da Viva de Previdência voltada para dinamizar as operações da Fundação. Fazem parte desse projeto a recente parceria com o Banco Original, o lançamento do PREV 4U, plataforma de cashback, e a gestão do plano AnaparPrev, que está em processo de transferência de gerenciamento da Petros para a Viva Previdência. Com R$ 3 bilhões em ativos e 50 mil participantes, a Viva receberá mais R$ 580 milhões em ativos e 3 mil associados, após a incorporação do AnaparPrev.

Corte do Reino Unido decide que seguradoras devem pagar lucro cessante por COVID-19

A decisão ainda está sujeita a recurso, mas há grande expectativa do mercado de que seja cumprida voluntariamente pelos seguradores

O Tribunal Superior do Reino Unido decidiu que as empresas que tinham seguro de lucro cessante e foram forçadas a fechar devido à pandemia de COVID-19 têm direito a ser indenizadas pelas seguradoras e que, sujeito aos limites da apólice, essa indenização devem devolvê-los à posição em que estariam se a pandemia nunca tivesse acontecido. As seguradoras alegavam não ser devido, uma vez que não houve perda e dano de um bem patrimonial que afetasse o lucro para acionar o seguro.

Isso significa que os segurados venceram e a decisão pode influenciar outras em curso em vários países do mundo. Pelo menos por enquanto. A decisão ainda está sujeita a recurso, mas há grande expectativa do mercado de que seja cumprida voluntariamente pelos seguradores.

Segundo publicou o portal Insurance Business, o Test Case ajuizado pela FCA – Financial Conduct Authority contra diversas seguradoras afirmou ser devida a cobertura de Lucros Cessantes em razão da interrupção de negócios decorrente da pandemia. “O julgamento era muito esperado pelo mercado de seguros mundial, como possível balizador da posição dos seguradores acerca dessa modalidade de cobertura”, comentou Pedro Ivo Mello, sócio do escritório Raphael Miranda Advogados.

Comentando a decisão, Christopher Woolard, presidente-executivo interino da FCA, comentou que o caso foi levado ao Tribunal Superior a fim de resolver a falta de clareza e certeza que existia para muitos segurados que faziam reivindicações de interrupção de negócios e para o mercado mais amplo.

Leia a íntegra no portal Insurance Business

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No Dia do Cliente, AXA promove live com Maurício Vargas do Reclame Aqui

A live vai debater a relação com o cliente final e com os parceiros, impactos da digitalização e melhores práticas 

Fonte: AXA

Seguindo a estratégia de promover ações relevantes para parceiros e clientes, a AXA no Brasil fará uma live especial no dia 15.09, Dia do Cliente, a partir das 17h, com o tema “Elogie Aqui: da insatisfação à fidelização de clientes”. O convidado é Maurício Vargas, fundador e CEO do Reclame Aqui, site de reputação e de relacionamento entre empresas e clientes. A mediadora será Fernanda Cortese, vice presidente de Transformação, Tecnologia e Operações da AXA.

“Essa live tem como objetivo discutir e disseminar melhores práticas na companhia, o que faz parte de uma agenda mais ampla de transformação digital. Vamos debater os avanços desde a regulamentação e as tendências para o futuro tendo em vista a mudança de comportamento do consumidor com a pandemia.Também está na pauta a relação com parceiros e o atendimento compartilhado,” comenta Fernanda, que é advogada com especialização em Direito do Consumidor.

Maurício Vargas iniciou sua carreira na área de Relacionamento com Cliente em 2001 e, desde então, já falou para mais de 50 mil pessoas em palestras, cursos, MBA, eventos nacionais e internacionais. Além de ser reconhecido como influenciador focado no consumidor e nas relações de consumo, Maurício é também CEO do Leegal e do Sapato Laranja.

Contratos de seguro integram planos de 19,8 mil servidores vinculados à Prevcom

previdencia portabilidade

Proteção financeira extra é opção de 54% dos 36,4 mil participantes da entidade 

Fonte: Prevcom

Os contratos de benefícios de risco já constam dos planos de 54% dos participantes da Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom). A entidade, responsável pelo gerenciamento do patrimônio de 36.471 servidores públicos, registra a adesão de 19.862 funcionários ao seguro administrado pelo Grupo MAG Seguros (nova marca da Mongeral Aegon), uma das maiores empresas do setor. 

Os servidores que incluíram esta proteção extra à vida financeira de seus dependentes ou para as necessidades pessoais em caso de invalidez parcial ou permanente receberam cobertura adicional para ocorrências relacionadas ao novo coronavírus. O período de carência foi dispensado de todos os acordos fechados até 22/4/2020. 

Desde o início das inscrições, em fevereiro de 2013, a MAG efetuou 78 pagamentos que totalizaram R$ 6,8 milhões. Os valores contratados junto à seguradora são depositados pela Prevcom nas contas individuais dos assistidos. 

Seguro DPVAT ganha nova campanha sobre como ter acesso ao benefício

Seguradora Líder lança primeira edição de Cartilha Médica

Projeto de comunicação faz parte dos investimentos da Seguradora Líder para ampliar o conhecimento sobre o seguro social

Fonte: Seguradora Líder

A Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, lança nesta segunda-feira (14/09), em todo o Brasil, uma nova campanha publicitária para reforçar e destacar a importância e o conhecimento sobre o seguro social de acidentes de trânsito. Com o tema “DPVAT é para todos, é de todos e é do Brasil”, o projeto de comunicação mostrará como a população pode ter acesso ao seguro, que protege mais de 211 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito, tirando dúvidas sobre as coberturas, valores, documentações, prazos para dar entrada e canais de atendimento disponíveis gratuitamente.

Desenvolvida em parceria com a Agência 3, a campanha publicitária será exibida em diferentes veículos de comunicação e mídias digitais como TVs, rádios, outdoors sociais, disponibilizados nas 10 maiores comunidades de todo o Brasil, busdoors, sites e redes sociais. O objetivo é usar os meios de comunicação para que a população saiba que tem direito a esse benefício. “Estamos investindo cada vez mais na ampliação dos canais de atendimento e em soluções tecnológicas para que os processos de indenização sejam mais simples e ágeis, facilitando, assim, a jornada do nosso cliente. Com a campanha, esperamos que mais pessoas conheçam e saibam como acessar este importante benefício social”, explica Juliana Rocha, gerente de Marketing da Seguradora Líder. 

A campanha contará com o quadro “Seguro DPVAT responde” e apresentadores populares da TV esclarecerão, em seus programas, as dúvidas da sociedade, de forma completa e detalhada, sobre como funciona o Seguro DPVAT. Já nas plataformas digitais, cinco filmes abordarão temas como Documentação necessária, Prazos para dar entrada, Valores das indenizações, canais de Atendimento e os Tipos de Cobertura, mostrando, de maneira criativa, que cada letra da sigla DPVAT é uma fonte de informação sobre o seguro. 

Projeção maior da inflação acende luz amarela, comenta economista da CNseg

pedro simoes, CNSEG

Expectativa para a alta do IPCA em 2020 subiu de 1,78% para 1,94%, mas a projeção permanece abaixo do piso da meta oficial, de 4%

O ajuste da projeção para o PIB de 2020 subindo de -5,31% para -5,11% foi relevante, porém já esperado. Mas o que mais se acentuou no Relatório Focus desta segunda-feira, 14 de setembro, foi a inflação, que acende a luz amarela dos agentes financeiros e econômicos, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, que assina o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA em 2020, de 1,78% para 1,94%. “Ainda que não haja sinais de que as altas pontuais dos preços vão se disseminar causando um processo inflacionário propriamente dito, o assunto voltou ao debate e o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, ao se reunir nesta semana para decidir sobre a política monetária, deve tratar disso. As projeções indicam que a taxa Selic deve ser manter em 2% em 2020, com alta para 2,5% ao longo do ano que vem, comenta o economista.

O Copom tem ressaltado que a estratégia de política monetária será implementada com vistas a conter os efeitos de segunda ordem do choque de oferta e a garantir a convergência da inflação para a meta, de 4% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. “Vamos acompanhar a agenda de divulgação desta semana, com dados que podem influenciar as projeções futuras”.

Leia a análise completa abaixo:

Os resultados do PIB do 2o trimestre, mostrando que a economia contraiu 9,7% em relação ao 1o trimestre (um pouco mais que o esperado), acompanhados de forte revisão negativa dos dados do 1o trimestre, tiveram impacto limitado sobre as projeções anuais para a variação do PIB compiladas no Relatório Focus que, esta semana, voltaram a melhorar, subindo de -5,31% para -5,11%.

Como temos afirmado nas últimas semanas, apesar do noticiário agitado, as sinalizações da política também têm sido mais favoráveis do que desfavoráveis, e especulações como uma possível saída do Ministro da Economia foram substituídas por debates de efeito prático, como os entendimentos no Congresso para o andamento da reforma administrativa, e mesmo negociações para melhorar a convergência de propostas da reforma tributária e administrativa, ainda que preocupe a ausência de um acordo sobre a retomada dos trabalhos da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na Câmara.

Indicadores conjunturais de atividade continuam a sinalizar um movimento que destacamos nas últimas semanas: o
comércio e a indústria, beneficiados pelo deslocamento de gastos que fora do contexto de isolamento social seriam destinados aos serviços, se recuperaram de maneira mais rápida. Já os serviços, muitos dos quais dependem de maior circulação de pessoas, ainda se recuperam mais lentamente.

Como se trata do setor mais relevante para o PIB, os resultados para a economia como um todo recebem sua influência e isso pode ser verificado nos resultados de julho. A indústria já havia apresentado crescimento acima do esperado no mês (8%). Na semana passada, foi a vez do comércio varejista, com a PMC Ampliada crescendo 7,2% e grupos como “materiais de construção” e “móveis e eletrodomésticos” superando os patamares de vendas anteriores à pandemia.

A PMS, por outro lado, mostrou que os serviços cresceram apenas 2,6% em julho, abaixo do esperado, o que certamente influenciou o IBC-Br, divulgado hoje, dia 14/09, com expansão de 2,15% no mês, também abaixo do consenso do mercado.

Enquanto isso, as discussões sobre o comportamento da inflação, como também adiantamos em comentários anteriores, voltaram ao radar dos analistas, ainda que seja fundamental distinguir pressões pontuais em preços de itens importantes (como alguns alimentos no mês de agosto) de um processo inflacionário (aumento generalizado e consistente dos preços).

A variação de 0,24% do IPCA em agosto mostra isso. Em resumo, a aceleração dos preços de combustíveis e alimentos foi compensada pela deflação dos serviços que, como comentamos anteriormente, ainda caminham de lado e devem segurar a inflação ainda por algum tempo. Não é possível dizer que tais aumentos sejam surpreendentes, já que os preços no atacado vêm sinalizando uma pressão há alguns meses nos IGPs, que continuam a subir com força.

Ainda assim, é preciso atenção, já que muitas dessas pressões nos alimentos (provocadas pelo câmbio depreciado e pela alta na demanda internacional) podem não arrefecer até o ano que vem. Além disso, esses itens correspondem a percentual relevante da cesta de consumo das famílias mais pobres, justamente aquelas que terão sua renda reduzida com a retirada gradual do estímulo do Auxílio Emergencial.

Nesse cenário, a projeção para o IPCA voltou a subir com um pouco mais de força, de 1,78% para 1,94% em 2020 e de 3,00% para 3,01% em 2021. Já a projeção para o IGP-M disparou de 11,72% para 15,03% este ano, ampliando uma diferença entre os índices que preocupa alguns segmentos do setor segurador.

As projeções para a Selic – em semana de reunião do Copom – continuam a ser alteradas respondendo menos aos dados correntes (afinal, expectativa de mais inflação, em tese, não deveria suscitar uma redução dos juros básicos) e mais a ajustes que ocorrem devido à conhecida “inércia” dessas projeções: enquanto as instituições Top 5 elevam sua projeção para a Selic ao final deste ano (a caminho dos 2,00%), a mediana do mercado ajusta sua projeção para o ano que vem: por mais que a inflação suba uma pouco mais que o previsto, ela deve permanecer no intervalo das metas em um contexto de atividade econômica ainda em recuperação por todo horizonte relevante para a política monetária.

Dessa maneira, não faz sentido que os juros subam muito ao longo do ano que vem. Por isso, a projeção mediana para a Selic ao final de 2021 caiu mais uma semana, para 2,50%. No calendário econômico da semana, destaque para o Monitor do PIB de julho, da FGV, e para o resultado da reunião do Copom, ambos na quarta-feira (16/09).

Você sabe o potencial risco ambiental da sua empresa?

Fonte: AIG

Hoje, quase todas as empresas possuem algum tipo de exposição ambiental e podem ser responsabilizadas por eventos de poluição. Em alguns casos ainda, a empresa é obrigada a reparar os danos causados ao meio ambiente, podendo gerar contas altíssimas para empresas que não possuem reservas em seu caixa para esse tipo de despesa.

É por isso que os especialistas em riscos ambientais da AIG prepararam o Guia de avaliação de riscos ambientais para as empresas: um material que irá ajudar você, empreendedor e gestor de negócios, a organizar a sua reflexão a respeito dos riscos ambientais para o seu negócio e avaliar algumas sugestões para colocar em prática os planos de prevenção e resposta emergencial em prática. Baixe agora!