Artigo: O risco de falhas profissionais com a retomada das obras de infraestrutura

por Breno Nardy, head de Financial Lines da Austral Seguradora


O cenário de pandemia freou a expectativa de melhora econômica do país em 2020, mas os próximos anos devem trazer investimentos em diversos setores de infraestrutura. Seja em portos, aeroportos, rodovias ou ferrovias, seja em energia, saneamento ou telecomunicações, muitas obras são necessárias para o avanço nacional. Quando se fala em obra, alguns produtos de seguros vêm à mente de corretores e segurados: Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil em Obras. Contudo, tão importante quanto os dois produtos citados é o seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros, especialmente em um momento em que o país aguarda ansiosamente a retomada de sua economia e a alavancagem de projetos de infraestrutura.

Com os avanços em marcos regulatórios, como o do saneamento, de energia elétrica e de telecomunicações, que vão ampliar a demanda por obras de engenharia, a expectativa do governo federal é de que a infraestrutura seja a protagonista dessa retomada. A União calcula algo em torno de R﹩ 250 bilhões em contratos até o final de 2022 e pelo menos cem leilões de concessões. Com isso, o tema da proteção ganha corpo outra vez e o mercado de seguros encontra oportunidades a serem aproveitadas.

O seguro de Riscos de Engenharia tem função semelhante à do seguro Patrimonial no canteiro de obras. Seu objetivo principal é garantir que o proprietário da obra mantenha seu patrimônio protegido contra imprevistos, desde os equipamentos até a construção em si. Já o seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG) em Obras tem como objetivo indenizar terceiros em função de acidentes que possam ser causados durante a obra.

Já com o seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP), também conhecido como seguro de Erros e Omissões (E&O), o segurado, seja ele engenheiro profissional liberal ou um escritório de engenharia em personalidade jurídica, estará protegido contra os danos que possa vir a causar a terceiros, em função de eventuais falhas profissionais.

Não importa o quão capacitado seja o engenheiro ou quão sofisticados sejam seus equipamentos, todo ser humano está sujeito a erros. Ou pior, todo profissional está sujeito a ser processado por supostos erros sob sua responsabilidade. E cada engenheiro sabe a culpabilidade que sua assinatura em uma ART pode trazer. Podem-se usar tantos coeficientes de segurança quanto forem necessários, que sempre existirá a possibilidade de uma execução incorreta, de uma supervisão negligente, de um material inadequado, entre outros.

O seguro de Engenharia se encerra com a entrega da obra. Qualquer dano que não tenha sido constatado durante a vigência da apólice ficará sem cobertura. Já o seguro de RCP para Engenheiros poderá oferecer cobertura para o dano identificado em período posterior, uma vez que seu gatilho é a falha profissional, não um acidente durante as obras. Muitos dos problemas somente serão descobertos algum tempo após a entrega do empreendimento, como por exemplo o desabamento da ciclovia Tim Maia ou o recente vazamento em barragem do Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco. Nesse momento, a apólice de Engenharia não estará mais vigente, enquanto a de E&O poderá estar.

Apesar de erros de projeto serem a cobertura mais disseminada do RCP para Engenheiros e Arquitetos, há apólices que oferecem cobertura também para erro de execução. Nesse sentido, é importante comentar sobre a existência da extensão de cobertura para subcontratados, de forma que o erro sob responsabilidade do segurado poderá ser coberto mesmo que não tenha sido diretamente cometido por ele. Cobertura para a responsabilidade do segurado em Joint Ventures também permite que a seguradora cubra prejuízos sob responsabilidade do segurado, mesmo que indiretamente causados.

Um dos pontos mais importantes da apólice de E&O é o adiantamento dos custos de defesa. O seguro permite que o segurado contrate advogados para sua defesa e, não havendo algum impeditivo para a cobertura, a seguradora paga antecipadamente os honorários advocatícios. Tais custos costumam ser elevados, muitas vezes sendo a principal preocupação dos contratantes do RCP.

As contratações do seguro podem ser feitas em apólices anuais e renováveis abrangendo todos os projetos sob responsabilidade do segurado ou de maneira pontual, com uma apólice por projeto específico. É possível que o proprietário da obra exija uma apólice de RCP para seu projeto especificamente, mesmo que já exista uma apólice abrangendo todos os projetos elaborados e executados pelo segurado. Isso acontece porque o limite de responsabilidade da apólice específica apenas poderá ser utilizado por aquela obra, não sendo, portanto, consumido por eventualidades em outras localidades.

Caso a perspectiva de crescimento no número de obras necessárias para o desenvolvimento nacional se concretize, surgirão oportunidades para a contratação do seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros. Dessa forma, não apenas os acidentes costumeiramente cobertos nas apólices de RCG e Engenharia poderão encontrar amparo no mercado segurador, mas também as chamadas falhas profissionais poderão ter a devida cobertura.
 

Operadoras estão prestes a voltar a níveis de atividade pré-pandemia

Indicadores como o de sinistralidade estão em alta, com retomada de procedimentos eletivos

Fonte: FenaSaúde

A economia brasileira – assim como a do resto do mundo – deverá enfrentar tempos turbulentos pela frente. Mas o mercado de saúde suplementar se mostra saudável para atravessar o período desafiador do pós-pandemia. O grau de dificuldades dependerá da velocidade da recuperação econômica e dos estímulos que o governo brasileiro será capaz de gerar para manter a capacidade de consumo das pessoas.

Em palestra realizada por meio virtual na manhã desta quarta-feira (30) junto ao Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), o presidente da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), João Alceu Amoroso Lima, abordou as perspectivas das operadoras de planos e seguros de saúde para os próximos meses.

“A partir de outubro, é possível que os volumes de frequência de procedimentos, como consultas e exames, já voltem ao nível pré-pandemia”, previu. “A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) mostrou que, em agosto, os indicadores de sinistralidade já começaram a subir muito e caminham para voltar ao normal”.

A pandemia também deve produzir outras mudanças no setor, segundo o presidente da FenaSaúde. Um dos mais significativos é a progressiva mudança no modelo de remuneração de prestadores pelas operadoras. “Cada vez mais se fala de sair do atual sistema de remuneração para algo mais amplo, que agregue mais valor à saúde. Teremos a redução gradual do ‘fee for service’ para o conceito de remuneração baseada em valor”.

Sob o tema “Saúde Suplementar: Impactos da Pandemia e Novas Perspectivas para o Mercado”, participaram do debate, além de João Alceu Amoroso Lima, os presidente do CSP-MG, João Paulo Mello; do Sincor (Sindicato dos Corretores de Seguros) de Minas Gerais, Maria Filomena Branquinho; e do SindSeg (Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros) de Minas, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, Marco Neves. O diretor do CSP-MG, Maurício Tadeu Morais, foi o mediador. 

Durante debate com os espectadores, que puderam interagir e enviar perguntas ao palestrante, o presidente da FenaSaúde disse que outra possível decorrência da pandemia é um maior processo de consolidação do mercado de saúde suplementar, com rearranjo entre os principais players em praças importantes, como tem acontecido nos últimos meses.

O modelo de negócios da saúde – não apenas suplementar – também deve sofrer alterações na forma de organizar a cadeia de suprimentos. A pandemia, avaliou Amoroso Lima, mostrou que é indesejável alta concentração de compras em poucos fornecedores, sejam países ou empresas específicas, o que impactou preços e disponibilidades de equipamentos no auge dos casos de covid-19. “A máxima de que é bom concentrar em alguns fornecedores para obter preços melhores será revista para termos uma melhor diluição dos riscos”. 

Foco de atenção do mercado é a proliferação de novas modalidades de acesso a atendimentos e procedimentos de saúde que foram facilitados pelas tecnologias e impulsionados pela permissão da prática de telemedicina durante o período de pandemia. É o caso de serviços baseados em plataformas digitais ou organizados sob o modelo de cartões de benefícios ou clubes de assinaturas.

“São empresas e serviços que estão mirando os consumidores que estão na ‘fronteira’, que não têm renda disponível para adquirir um plano de saúde e querem uma alternativa ao SUS. Há aí uma fronteira regulatória tênue (sobre se é ou não é um serviço de natureza securitária) e que certamente irá levar a ANS a ter que se manifestar”, comentou.

Neste sentido, para atrair este perfil de beneficiários e ampliar acessos, a FenaSaúde tem defendido a possibilidade de disponibilizar planos de saúde com coberturas moduladas que possam se adequar à capacidade de pagamento de cada empresa ou família. Além disso, busca novas regras que viabilizem a oferta de planos individuais: “Enquanto permanecerem as regras de reajuste que temos hoje, infelizmente não há incentivo para o mercado comercializar estes tipos de planos”. 

O presidente da FenaSaúde também salientou a importância das operadoras para manter o bom funcionamento da cadeia de prestação de serviços de saúde privados nos meses mais severos da pandemia. “Muitas operadoras socorreram prestadores, como hospitais em dificuldade em função do adiamento de procedimentos eletivos, com adiantamentos, empréstimos e antecipação de pagamentos. Na FenaSaúde, tentamos ajudar, facilitando estas conversas”.

Icatu Seguros é eleita uma das melhores empresas para se trabalhar com matriz no RJ

Fonte: Icatu

Com quase 30 anos de existência, a Icatu Seguros conquistou mais um ano o ranking Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro do Great Place to Work (GPTW). A empresa, que tem como propósito contribuir para proteger e assistir às pessoas em todas as fases da sua vida, teve o reconhecimento interno, entre aqueles que ajudam a construir e fortalecer seu desenvolvimento, sendo eleita pelo sexto ano seguido como uma das melhores empresas para se trabalhar no Rio. 

Cerca de 94% dos colaboradores que responderam a pesquisa recomendariam a seguradora aos amigos e familiares como um excelente lugar para se trabalhar. Os times disseram ainda que a Icatu é uma empresa que desenvolve as pessoas e oferece oportunidades de crescimento, inclusive com reuniões de feedback mais de três vezes ao ano, o que aumenta o índice de confiança entre funcionários e empresa. Entre as percepções sobre a Icatu, os colaboradores afirmam ser uma empresa acolhedora, amistosa, descontraída e de fácil adaptação, mesmo nos casos de mudança de área. As equipes também relataram se tratar de uma empresa que valoriza a diversidade independentemente da idade, gênero, cor, etnia ou orientação sexual. Entre os entrevistados, 90% acreditam que a companhia continuará crescendo nos próximos dois anos. 

“Nossos colaboradores dizem ter orgulho de trabalhar aqui e isso nos deixa ainda mais orgulhosos. Nossa companhia vem crescendo significativamente na sua área de atuação nos últimos anos e acreditamos que o investimento em tecnologia e inovação têm impulsionado o resultado e o envolvimento de todos para melhorar o atendimento aos clientes e parceiros e para o nosso desenvolvimento como grupo. Nossa intenção é continuar entregando melhores oportunidades de trabalho, mantendo a união e o propósito que nos move internamente”, diz Camila Asenjo, diretora de Pessoas da Icatu Seguros. 

Com a missão de democratizar o acesso à proteção, contribuindo para a educação e o planejamento financeiro das pessoas, a Icatu Seguros também cuida do bem-estar e da qualidade de vida dos seus 1.900 colaboradores. A empresa busca valorizar o time para que todos se sintam parte fundamental de uma engrenagem. 

“Temos feito diversas iniciativas para fomentar o sentimento de pertencimento, sobretudo neste ano, em virtude do isolamento social. Oferecemos um programa interno de saúde mental e física visando justamente o bem-estar no dia a dia do trabalho e só temos a agradecer o engajamento dos nossos colaboradores que vêm mantendo ou melhorando a produtividade.” diz Camila. 

Que crise? Ativos financeiros globais aumentaram 1,5% no 1o. semestre de 2020

Allianz estudo

É o que mostra o Relatório de Riqueza Global da Allianz 2020:  riqueza imune

A Allianz revela a 11ª edição do seu “Relatório de Riqueza Global”, que coloca a situação de ativos e dívidas de famílias em quase 60 países sob o microscópio.

Nunca, nos últimos dez anos, pudemos reportar um aumento tão grande na riqueza: em todo o mundo, ativos financeiros brutos[1] aumentaram 9,7% em 2019, registrando o maior crescimento desde 2005. Este desempenho é nada além de surpreendente, dado o fato de que 2019 foi marcado por uma inquietação social, aumento dos conflitos comerciais crescentes e uma recessão industrial.

Mas, à medida que os bancos centrais inverteram o curso e embarcaram em uma flexibilização monetária de base ampla, os mercados de ações desvincularam-se dos fundamentos e dispararam 25%, elevando os ativos financeiros no processo: a classe de ativos de títulos negociáveis aumentou incríveis 13,7% em 2019; no século 21, nunca o crescimento foi tão rápido.

As taxas de crescimento das outras duas principais classes de ativos foram menores – mas, ainda assim, impressionantes: seguros e previdência atingiram alta de 8,1%, refletindo, principalmente, o aumento dos ativos subjacentes, e os depósitos bancários aumentaram 6,4%. De fato, todas as classes de ativos registraram um crescimento significativamente acima de suas médias de longo prazo desde a Grande Crise Financeira (GFC).

Outra peculiaridade de 2019: ao longo dos anos, a tabela da liga de crescimento regional costumava ser dominada por Mercados Emergentes. Não foi assim em 2019. As regiões que viram o crescimento mais rápido foram de longe as mais ricas: América do Norte e Oceania, onde os ativos financeiros brutos das famílias elevaram-se ao recorde de 11,9%, cada. Como consequência, pelo terceiro ano consecutivo, os Mercados Emergentes não foram capazes de superar seus pares muito mais ricos. O processo de atualização está paralisado. 

Crise? Que crise?

A mesma história está prestes a se repetir em 2020 – mas apenas no extremo. Enquanto a Covid-19 mergulhava a economia mundial em sua recessão mais profunda em 100 anos, bancos centrais e autoridades fiscais em todo o mundo disparavam bazucas monetárias e fiscais sem precedentes, protegendo as famílias e seus ativos financeiros das consequências de um mundo em desordem.

Estimamos que as famílias privadas têm sido capazes de recuperar suas perdas do primeiro trimestre e registraram um ligeiro aumento de 1,5% nos ativos financeiros globais no fim do segundo trimestre de 2020, à medida que os depósitos bancários, alimentados por generosos esquemas de apoio público e poupanças preventivas, aumentaram incríveis 7%. Muito provavelmente, os ativos financeiros das famílias privadas podem terminar 2020, o ano da pandemia, no azul.

“Por enquanto, a política monetária salvou o dia”, disse Ludovic Subran, economista-chefe da Allianz. “No entanto, não devemos nos enganar. Taxas de juros zero e negativas são um doce veneno. Eles minam o acúmulo de riqueza e agravam a desigualdade social, pois os proprietários de ativos podem embolsar bons lucros inesperados. Não é sustentável. Salvar o dia não é o mesmo que ganhar o futuro. Para isso, precisamos mais do que nunca de reformas estruturais após a Covid-19 para lançar as bases para um crescimento mais inclusivo.”

Inversão de tendência

A diferença de riqueza entre países ricos e pobres aumentou novamente. Em 2000, os ativos financeiros líquidos per capita eram 87 vezes maiores, em média, nas Economias Avançadas do que nos Mercados Emergentes; em 2016, esse índice caiu para 19. Desde então, voltou a subir para 22 (2019).

Essa reversão do processo de recuperação é generalizada: pela primeira vez, o número de membros da classe de riqueza média global caiu significativamente: de pouco mais de 1 bilhão de pessoas, em 2018, para pouco menos de 800 milhões, em 2019. Olhando para o desenvolvimento desde a virada do século, no entanto, a ascensão dos mercados emergentes continua impressionante. Ajustado para o crescimento da população, a classe de riqueza média global cresceu quase 50%, e a classe de riqueza alta, 30% – enquanto a classe de riqueza mais baixa diminuiu quase 10%.

Apesar deste progresso, o mundo continua sendo um lugar muito desigual. Os 10% mais ricos em todo o mundo – 52 milhões de pessoas nos países abrangidos, com ativos financeiros líquidos médios de 240 mil euros – possuíam, juntos, cerca de 84% do total de ativos financeiros líquidos em 2019; entre eles, o 1% mais rico – com ativos financeiros líquidos médios acima de 1,2 milhão de euros – possui quase 44%.

O desenvolvimento, desde a virada do milênio, é impressionante: enquanto a parcela do décimo mais rico caiu sete pontos percentuais, a do mais rico aumentou três pontos percentuais. Assim, os muito ricos realmente parecem estar afastando-se cada vez mais do resto da sociedade. 

“É bastante preocupante que a diferença entre países ricos e pobres tenha voltado a aumentar antes mesmo da Covid-19 chegar ao mundo”, comentou Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “Porque a pandemia muito provavelmente aumentará ainda mais a desigualdade, sendo um retrocesso não só para a globalização, mas também prejudicando a educação e os serviços de saúde, principalmente em países de baixa renda. Se mais e mais economias estão voltando-se para dentro, o mundo como um todo será um lugar mais pobre”.

Brasil: crescimento em ativos e passivos estagnando

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras cresceram 10,9% em 2019, abaixo de sua média de dez anos, de 15,4%, e estagnou desde a crise de 2016. O passivo cresceu 11,9%, um ponto percentual acima de sua média de dez anos. Os ativos financeiros líquidos cresceram 10,5%, ligeiramente mais lento do que em 2018 (11,6%). Na década que se seguiu ao GFC (Grande Crise Financeira), o índice de endividamento no Brasil cresceu 11 pontos percentuais, e atualmente está em 43%, bem acima da média regional de 30%. Com um patrimônio líquido per capita de 6.796 euros, o Brasil alcançou a 39ª posição em nosso ranking de riqueza dos países. Em 2020, o crescimento será notoriamente menor, já que tanto a economia brasileira quanto a global têm sido duramente atingidas pela pandemia.

Mais interessante do que esses números, no entanto, é a mudança na estrutura dos ativos das famílias desde a virada do milênio: os investidores brasileiros abandonaram os instrumentos seguros de investimento e aumentaram sua exposição a títulos negociáveis. Em 2019, a sua participação em títulos negociáveis como porcentagem do total de ativos financeiros era de 54%, contra 33% em 2000. Esta evolução, no entanto, torna-os mais vulneráveis a crises nos mercados financeiros. Até setembro, a B3 não tem conseguido recuperar as perdas sofridas em março.

“Em tempos como estes, é cada vez mais importante apoiar a educação financeira e a inclusão. Nos países em desenvolvimento, famílias são mais vulneráveis a choques adversos devido à falta de um estado de bem-estar; economias são uma proteção para esses choques”. disse Arne Holzhausen coautor do relatório. A América Latina tem sido uma das regiões mais afetadas pelo choque econômico da pandemia, mas uma recuperação não está fora de questão. Investidores brasileiros podem comandar a mudança, colocando seu dinheiro onde há mais chances de criar um impacto positivo, seja em investimentos verdes ou socialmente responsáveis.

Top 20 em 2019 por…

Pesquisa da MetLife destaca a nova realidade da vida profissional e pessoal das pessoas

O estudo com quase 3 mil colaboradores foi realizado pela MetLife em duas etapas (pré e pós pandemia) e analisou as mudanças e tendências em suas rotinas  

Fonte: MetLife

A pandemia trouxe à tona diversos desafios na maneira como as empresas se comunicam e se relacionam com seus colaboradores, principalmente para a área de Recursos Humanos. Para ajudar a traçar os melhores benefícios oferecer aos tomadores de decisões das companhias um modelo de ações práticas para este novo momento, a MetLife lançou a 18° edição do Estudo de Tendências de Benefícios 2020, que foi realizado com colaboradores dos Estados Unidos.  

“Este estudo, traz um grande insight em relação a maior preocupação do século XXI, a saúde mental. Vemos uma tendência no comportamento dos colaboradores de esgotamento físico, mental e propensão da falta de engajamento e motivação no trabalho por conta da alta velocidade exigida pelo mundo moderno, e ainda pelo desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Contudo, é importante ressaltar o papel essencial das empresas em promover cada vez mais iniciativas e ações em prol da saúde e bem-estar dos colaboradores, além do cuidado e preocupação em garantir este equilíbrio com iniciativas de horário flexível e espaço para organização da vida pessoal. ”, explica Ramon Gomez, VP Employee Benefits.

“Além de gerar cada vez mais engajamento e motivação dentro das empresas com pessoas conectadas a propósitos e seguras do ambiente em que estão inseridas, é importante perceber que as empresas serão cada vez mais demandadas a encontrar soluções e benefícios que façam sentido para a vida de seus colaboradores e que auxiliem cada um deles a encontrar o equilíbrio necessário entre a vida pessoal e profissional, e ainda, um cuidado especial com educação financeira e saúde mental para gerar valor e resultados voltados a baixo turnover e satisfação no trabalho.”, conclui o executivo.  

Metodologia 

Para garantir maior assertividade nos resultados, o levantamento foi dividido em duas etapas:  

A primeira, também dividida em duas fases, realizada antes da pandemia, em agosto do ano passado, com 2.501 tomadores de decisão e influenciadores de benefícios e, posteriormente, com 2.650 colaboradores em período integral, com 21 anos ou mais, em setembro, sempre com empresas de no mínimo dois colaboradores.  

Já a segunda etapa, consistiu em 2.367 entrevistas, utilizando os mesmos critérios, mas realizada em abril de 2020, já em meio à pandemia do Covid-19. 

Vida Equilibrada: o funcionário holístico 

Entre os principais apontamentos, na pré-pandemia, constatou-se que 4 em cada 10 funcionários afirmaram que têm dificuldades para encontrar formas de atender às demandas e velocidade do mundo atual pessoal e profissionalmente. Já na segunda fase da pesquisa, quando a pandemia se iniciou, 7 em cada 10 funcionários afirmam que o momento afetou e acelerou ainda mais as rotinas.  

Ainda neste contexto, 60% dos colaboradores afirmaram não conseguir equilibrar vida pessoal e profissional, sendo apontados os seguintes sentimentos quanto à velocidade e falta de tempo para os afazeres do dia  a dia: cansaço (50%), tensão (50%), esgotamento mental (43%), desmotivação (34%) e depressão (28%). Estes profissionais destacaram também que as principais causas para estes sentimentos foram as finanças pessoais (34%), trabalho (32%) e saúde pessoal/familiar (19%).  

Essas tensões e desafios afetam negativamente a eficiência dos colaboradores no trabalho e causa impactos nos resultados comerciais, uma vez que preocupações pessoais podem levá-los a falta de engajamento e atenção nas atividades do trabalho. Além disso, a pesquisa mostra que os colaboradores, mais do que nunca, estão se preocupando com o bem-estar de forma completa e que estabelecem como compromisso da empresa, a possibilidade de construir uma rotina equilibrada e benefícios que auxiliem na organização do dia a dia e da melhor utilização do tempo em prol do bem-estar.”, afirma Ramon  

Nesta linha, existem fortes fatores que comprovam o benefício do complemento entre a vida pessoal e profissional, 62% dos funcionários acreditavam, já antes da pandemia, que essa combinação tinha um impacto positivo em suas vidas. Mesmo assim, metade dos funcionários (50%) questionados concordaram que a tecnologia moderna dificulta se desligar e não pensar sobre o trabalho e por isso, encontram-se em um desafio constante de equilíbrio entre os âmbitos de sua vida e sua saúde.  

Insegurança Financeira prejudica o local de trabalho 

A preocupação com as finanças, ainda mais em momentos de instabilidade, afeta diretamente o dia a dia e o desenvolvimento dos funcionários Dentre as preocupação dos colaboradores, 74% se preocupam com o cuidado de aspectos voltados para seu bem-estar, afetados em consequência do momento atual (financeiro, social, mental e físico). Destes dados, a maior preocupação, se fosse motivo de escolha, seria o aspecto financeiro para 52% e, para 44%, a saúde mental, social e física, respectivamente.  

Neste cenário, e como observado, as empresas são cada vez mais demandadas a oferecer informação, dicas e auxílio na saúde e educação financeira de seus funcionários. 76% dos empregados afirmam que se sentem satisfeitos com ações da empresa voltada para educação e saúde financeira, apesar de 59% dos entrevistados ter alegado nunca ter recebido esse tipo de iniciativa por parte de seu empregador.  

“Vemos mais do que nunca a importância de falarmos em todos os canais sobre proteção financeira e educação financeira. Sabemos que a população tem carência no tema e a pandemia despertou um novo interesse das pessoas em se planejar e cuidar do futuro e daquilo que é importante para elas, por isso, ações e formas de benefícios voltados para educação e planejamento geraram valor e engajamento dos colaboradores neste momento”. Completa Ramon Gomez 

Bem-Estar, uma grande oportunidade 

Os apontamentos do estudo mostraram que, no cenário atual, os profissionais estão enfrentando desafios inéditos, o que tem causado ainda mais tensão e incerteza para 2 em cada 3 colaboradores. Entre as principais causas estão contrair o vírus, um amigo ou familiar contrair o vírus e o distanciamento social. Na prática, cerca de 50 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos, se sentem cansados, tenso e/ ou esgotado mentalmente no trabalho. 

Destes, os principais relatos estão focados em queixas como: cansaço (34%), tensão (34%), esgotamento mental (27%), desmotivação (22%), distração (19%), depressão (17%).  

Já com o olhar para a saúde dos funcionários, 59% afirmaram que seus empregadores ofereceram programas de benefício e bem-estar durante a pandemia.  Este apoio das empresas refletiu para 66% dos colaboradores, que se sentiram mais valorizados e reconhecidos ao trabalhar durante o início da pandemia do COVID-19, sendo que antes apenas 56% reconheciam as iniciativas das empresas dessa forma. Além disso, um tema levantado que deve ter a atenção no estudo é de 61% dos funcionários gostariam de poder personalizar seu pacote de benefícios para cada momento de suas vidas.  

“É fato que a saúde e bem-estar são temas de extrema relevância no cenário atual e estamos falando de uma geração que se preocupa com a saúde e por consequência com o futuro e isso faz com que as empresas tenham que se reinventar cada vez mais para criar um pacote de benefícios que atenda às necessidades do mundo atual e das rápidas mudanças que ele sofre dia após dia.” Finaliza Ramon. 

Pesquisa Complementar – Ipsos 2020 

– A MetLife encomendou junto à Ipsos uma pesquisa sobre as medidas adotadas para manter a saúde financeira das famílias durante a crise da COVID-19; 
– O estudo foi realizado com 6.000 pessoas no Brasil, Argentina, Colômbia e México, durante o mês de abril; 
– Entre os principais apontamentos o destaque foi de que metade das pessoas economizou ou planejou melhor suas ações financeiras com o objetivo de proteger suas famílias e terem um futuro mais seguro. 

– Dados:
– No Brasil 79% tomaram decisões ou planejaram ações financeiras neste período. Em comparativo com outros países da América Latina, vemos o México com 80%, Colômbia 77% e a Argentina 62%;  

– O estudo apontou que 69% dos brasileiros têm a pretensão de guardar dinheiro ou investir nas próximas semanas. Esta porcentagem diminui para 67% no México, 66% na Colômbia e cai ainda mais para 51% na Argentina. 

– Mundialmente uma em cada cinco pessoas está considerando adquirir uma solução de seguro. No Brasil, essa procura representa 8% da população, mesmo percentual que a Argentina. Estes números sobem para 17% no México, seguido de 15% na Colômbia; 
– Para quem já tem uma apólice de seguro o interesse em manter a solução é alto. Globalmente 80% das pessoas pretendem manter o seguro de vida, já no Brasil o interesse em manter a contratação é de 69% das pessoas. No México sobe para 83%, na Argentina 80% e 79% para a Colômbia;  

O estudo será apresentado dia 01/10, das 14h às 16h, e as inscrições podem ser feitas a partir do link: https://ebts2020.com.br

Os seguros de danos no Brasil e o novo marco regulatório

Fonte: Valor Econômico

Solange Vieira, mestre em economia pela FGV-Rio e superintendente da Susep, e Rafael Scherre, mestre em economia pelo Ibmec-Rio e diretor da Susep, escreveram o seguinte artigo publicado pelo Valor Econômico.

As discussões sobre regulação e seus impactos sobre a economia têm sido uma constante nos últimos anos no Brasil.Não é diferente para o setor de seguros, no qual tem sido fundamental buscar uma efetiva racionalização da regulação, que ao longo do tempo se tornou excessivamente prescritiva.A primeira evidência do excesso de regulação produzida ao longo do tempo surge no próprio estoque regulatório do setor.

Considerando as normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), havia 540 atos normativos em vigor ao final de 2019.Este diagnóstico não é diferente quando falamos sobre os seguros de danos. Esse segmento envolve produtos variados com complexidades diferentes e clientes com graus de conhecimento distintos sobre os produtos ofertados.

Por isso é comum, em mercados mais maduros, haver separação entre seguros massificados e de grandes riscos. Há, por exemplo, diretiva da União Europeia que estabelece critérios objetivos para essa separação.Diante desse cenário, a Susep abriu consulta pública com o objetivo de discutir a flexibilização das regras aplicáveis aos seguros de danos.

A primeira importante alteração proposta é justamente separar a regulação de seguros de danos para coberturas de riscos massificados e de grandes riscos.O racional está relacionado à presunção sobre a capacidade de negociação da parte contratante do seguro e à complexidade do produto envolvido.

A regra atual, por exemplo, assume implicitamente que um consumidor individual, contratando um seguro de carro, tem a mesma capacidade de negociação de uma grande empresa contratando seguro contra riscos de engenharia. Esta hipótese não é razoável.

A distinção entre seguros massificados e de grandes riscos objetiva produzir uma regulação menos interventiva e que seja proporcional à necessidade de proteção dos agentes envolvidos. Atualmente, o grande volume de regras e restrições regulatórias sobre esses produtos produz diversos efeitos negativos justamente para o grupo que pretende proteger, os consumidores.

O excesso de restrições tem gerado baixa diversificação de produtos por parte das seguradoras e prejudicado o processo de inovação do setor – um efeito claro da cultura de produtos padronizados estabelecidos pelo regulador.Outro efeito negativo do excesso de regras é a estruturação de produtos com condições contratuais extensas que raramente são entendidas pelos segurados.

As propostas em consulta pública têm o objetivo de criar condições para a simplificação da estruturação dos produtos, mitigando o problema de assimetria de informação. Em relação aos seguros de grandes riscos, a liberdade contratual deve prevalecer sobre a intervenção regulatória. Neste caso, as falhas de mercado são reduzidas uma vez que a assimetria de informação é baixa ou inexistente entre contratante e contratado.

Logo, o resultado mais eficiente é uma menor intervenção no setor.A experiência de países com mercados de seguro desenvolvidos fornece clara evidência a favor dessa opção.Os órgãos reguladores internacionais concentram suas atividades em questões de solvência das seguradoras e na definição de normas gerais de conduta e transparência.Dados da OCDE mostram que há significativo espaço para crescimento do setor no Brasil. No final de 2019, os seguros de danos somaram em prêmios R$ 76 bilhões, representando 1,1% do PIB.

Dentro do volume total de receitas do setor – R$ 248 bilhões em 2019 -, os seguros de danos representaram apenas 30% do mercado. Nos EUA, este número gira em torno de 50%.Enquanto estamos perto de 1% do PIB em prêmios de seguros de danos, países latino-americanos apresentam números bem superiores: Colômbia com 1,4%, Chile com 1,5% e Argentina com 3,6%.

Em países mais desenvolvidos, como França, EUA e Holanda, os números são respectivamente 4,6%, 6,6% e 7,8%. Ou seja, entre 4 a 7 vezes maior do que no Brasil.Espera-se, com a medida, uma nova dinâmica competitiva que traga inovação, produtos mais simples, diversificados e acessíveis aos consumidores. É o setor de seguros seguindo os princípios estabelecidos na Lei de Liberdade Econômica.

O país precisa do seguro para desenvolver sua infraestrutura, baratear suas obras e assegurar menor risco aos empreendimentos. Ganha o Brasil e ganha o consumidor, que terá bons serviços com menores preços. É fundamental expandir a cobertura de seguro no país para alavancar nosso crescimento econômico.

FenaPrevi tem novo comando na Comissão de Comunicação, Marketing e Eventos

Henrique Dias e Kelly Mitidiero assumem Presidência e Vice-Presidência

O executivo Henrique Dias, Superintendente de Marketing e Produtos da Seguros Unimed, é o novo Presidente da Comissão de Comunicação, Marketing e Eventos da FenaPrevi.  

Formado em administração de empresas, com especialização em Gerência de Produtos pela Fundação Getúlio Vargas e MBA – Marketing de Serviços pela USP, Dias está na Unimed desde 1991 onde já atuou no desenvolvimento de diversos projetos em marketing, produtos e CRM.  

O executivo é Professor da ENS – Escola Nacional de Seguros desde 1998, em cursos de habilitação de corretores na área de capitalização e previdência privada em São Paulo. Henrique Dias também é membro do CIU – Comitê Institucional das Unimeds.  

Kelly Conde Mitidiero, atua em Relações Externas e Comunicação Institucional na MAPFRE Brasil, e assumiu a Vice-Presidência da Comissão.  

Graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista e com especialização em Gestão Pública pela Universidade de São Paulo (USP), a executiva já atuou como assessora parlamentar e chefe de gabinete na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

A primeira reunião virtual, já sob a nova gestão, contou com a participação do presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser; do diretor mentor da Comissão, Oriovaldo Pereira Filho; e de Carlos de Paula, diretor executivo da entidade.  

AXA XL divulga estratégia para gestão de carbono

O compromisso e o roteiro para descarbonizar as operações da AXA XL estão em linha com a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5° C

A AXA XL apresentou sua Estratégia de Gestão de Carbono, que visa acelerar sua contribuição para a transição para uma economia mais sustentável e menos intensiva em carbono até 2050.

A estratégia, que se alinha às metas do Grupo AXA e aos objetivos do Acordo de Paris, destaca o compromisso e o roteiro da AXA XL para descarbonizar suas operações a fim de atingir a meta de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C.

“Nosso objetivo é construir um planeta mais resiliente e não é segredo que uma mudança no clima e seus impactos no meio ambiente apresentam à nossa indústria uma série de desafios e oportunidades potenciais. Mas ações eficazes de Responsabilidade Corporativa devem começar por colocar nossa própria casa em ordem, fazendo tudo o que podemos para economizar energia, reduzir o desperdício e permitir que todos os nossos colegas adotem comportamentos de trabalho mais ecológicos. Como seguradora líder global, nosso papel deve ser o de garantir que estamos fazendo tudo que podemos para tornar nossos clientes e nossas comunidades melhor equipados para um mundo potencialmente mais quente”, disse Scott Gunter, CEO da AXA XL.

O plano de gestão de carbono é um foco central da estratégia da AXA XL, que se concentra nas mudanças climáticas, acesso à água e resiliência financeira. Após vários anos de monitoramento detalhado do consumo da organização e usando 2019 como linha de base, a AXA XL identificou as principais alavancas que ajudarão a descarbonizar seu impacto operacional.

Três áreas foram identificadas como fundamentais para a AXA XL trabalhar em direção a uma meta abrangente de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 ° C, que é uma meta alinhada à descarbonização prática da indústria. Essas áreas são consumo de energia, movimentação de pessoas (viagens e frota de veículos) e recursos consumidos.

Dentro de cada área, a estratégia estabelece sub-metas para as principais áreas de impacto, incluindo metas absolutas de redução de emissões de gases de efeito estufa (redução de 25%) e de intensidade de consumo de recursos (ver infográfico).

Extrafarma e SulAmérica anunciam parceria através do autorizador ePharma

sulamerica

Beneficiários terão até 60% de desconto em medicamentos e condições exclusivas na Be Better, marca própria da rede

A partir de setembro, a Extrafarma inicia uma parceria com a SulAmérica, uma das maiores seguradoras do Brasil. Por meio do seu Programa de Benefícios, intermediado pelo autorizador ePharma, os segurados SulAmérica Odonto, SulAmérica Saúde e SulAmérica Vida passam a contar com descontos exclusivos na Extrafarma.

Com a parceria, os beneficiários terão descontos de até 60% em medicamentos, válidos em todas as unidades na rede. Além disso, a Extrafarma oferecerá aos usuários condições exclusivas, como 8% de desconto nos produtos da Be Better, marca própria da rede, e 5% de desconto em perfumaria e mais diversos itens.

“O propósito da Extrafarma é dar acesso a saúde e bem-estar para as pessoas viverem o seu melhor. Essa parceria com a SulAmérica está totalmente alinhada aos valores de ambas as Companhias”, diz  Miguel Jarros, diretor de Operações e Marketing da Extrafarma.

Liberty Seguros patrocina 9ª edição da Virada Sustentável São Paulo

Seguradora patrocina ação de conscientização e fórum online sobre temas relacionados a sustentabilidade

A Liberty Seguros anuncia que está patrocinando a 9ª edição da Virada Sustentável pelo 3º ano consecutivo, maior festival de sustentabilidade do Brasil. Esse ano, por conta da pandemia de COVID-19, a edição de São Paulo será dividido em dois formatos: físico com ocupações artísticas espalhadas por toda a capital paulista, e online, com diversos fóruns e painéis que acontecem entre os dias 16 de setembro a 18 de outubro.

Na edição de 2020, o objetivo do evento é inserir temas como biodiversidade, cidadania, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, bem-estar, consumo consciente e economia verde no dia a dia das pessoas. O conceito geral e a programação da Virada Sustentável são inspirados nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), que vão desde a erradicação da fome e a igualdade de gênero, à redução de desigualdade.

“O patrocínio da Virada é uma das iniciativas que fazem parte do Liberty mais Sustentável, plano de sustentabilidade da companhia alinhado aos objetivos da ONU”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Para nós, a Virada é importante pois está conectada ao nosso objetivo de conscientizar as pessoas e incentivá-las a viver em harmonia pelo bem da comunidade e do planeta, principalmente em um momento de pandemia como este que estamos passando”, completa. 

Seja a Mudança

Dentre as diversas ocupações que fazem parte da Virada em São Paulo, a “Seja a Mudança”, está ocupando as estações de Metrô da capital. E a Liberty Seguros está patrocinando uma delas, a intervenção nas escadas fixas da estação Brigadeiro, que de 28/09 a 04/10 traz cores e frases nas escadarias do local e visa trazer uma reflexão sobre a diversidade para os paulistanos em um local que muitos frequentam diariamente.

Diversidade no Fórum da Virada

Na plataforma digital da Virada acontece o Fórum Virada Sustentável  conta com uma programação diária repleta de discussões que propõe inspirações para a criação de um REFUTURO possível. Os painéis trazem assuntos variados como negócios e o futuro do capitalismo, o uso da inteligência artificial no funcionamento das cidades e suas consequências, entre outros.

Patricia: “O patrocínio da Virada é uma das iniciativas que fazem parte do Liberty mais Sustentável, plano de sustentabilidade da companhia alinhado aos objetivos da ONU”

Além disso, haverá no Fórum uma programação voltada para a diversidade, e a  Liberty, vai promover um painel especial no dia 30/09 às 17h: “Isolamento e Empreendedorismo” – A vida das mulheres na pandemia” – que discutirá o impacto da pandemia para as mulheres, sob a perspectiva de três mulheres inspiradoras e com histórias incríveis: Renata Santos, Influencer do programa Liberty Mulheres Seguras representando a Liberty; Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, e Cláudia Reis do Empreendedoras Maduras.

Para se inscrever, basta acessar: www.viradasustentavel.org.br.