Tudo o que o corretor e os clientes pediam: planos a partir de duas vidas da SulAmérica

Companhia passa a aceitar empresas a partir de duas vidas e aumenta acesso a seus planos em um momento em que saúde é prioridade

No mês em que se comemora o Dia do Corretor, a SulAmérica lança uma campanha que vai abrir muitas frentes de negócios para seus parceiros. Durante todo mês de outubro, o corretor poderá oferecer todos os planos de saúde SulAmérica na modalidade PME, incluindo a família Direto e os planos odontológicos, para empresas a partir de duas vidas.

Com isso, amplia suas oportunidades de negócios e aumenta o acesso a planos com a qualidade SulAmérica em um momento em que o foco está voltado para o cuidado e segurança na hora de cuidar da saúde. “Sabemos que ter um plano de saúde é um dos desejos dos brasileiros que ganharam força durante a pandemia. Corretores já pediam há algum tempo para que oferecêssemos produtos para duas vidas. E ampliar o acesso faz parte da estratégia da companhia. Com tudo isso, apostamos em aceitar empresas com duas vidas”, explica André Lauzana, vice-presidente Comercial e Marketing na SulAmérica. 

A família SulAmérica Direto, que já está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Recife e João Pessoa, é sem dúvida uma ótima opção para pequenas e médias empresas, já que é regional com uma rede credenciada inteligente e preço altamente competitivo diante do valor que agrega para as pessoas. “Essa promoção será, sem dúvida, um grande incentivo, já que os corretores têm tudo a seu favor: produtos qualificados da SulAmérica e uma sociedade disposta a investir em segurança. O repertório está aí e tenho certeza de que nossos parceiros vão aproveitar muito bem este momento”, motiva Luciano Lima, diretor comercial da SulAmérica. 

O leque de potenciais clientes amplia bastante com a opção de duas vidas e abre um caminho para o corretor resgatar contatos e vínculos com seus clientes, carentes de um produto SulAmérica dessa amplitude. “Os cariocas, por exemplo, já aceitaram muito bem o Direto e agora certamente o interesse aumentará bastante”, acredita Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica.

“Mas não é só no Rio que vejo potencial, pois esse produto se encaixa perfeitamente no cenário atual da sociedade. Além disso, a rede credenciada é algo muito importante na hora de contratar um plano de saúde e, por isso, nós priorizamos qualidade na hora de escolher os parceiros. Nos planos SulAmérica Direto a rede tem conceito inteligente, com prestadores reconhecidos em suas áreas de atuação. Hospitais, laboratórios, clínicas médicas, enfim, o cliente tem toda a cobertura necessária para cuidar da sua saúde na região onde mora ou trabalha”, completa. 

Todos os planos da SulAmérica contam com diferenciais como uma plataforma completa de atendimento médico e terapêutico a distância, o Saúde na Tela, uso do aplicativo SulAmérica Saúde com toda conveniência que ele oferece, além da gestão coordenada da saúde, que faz parte da maneira SulAmérica de cuidar. 

CNseg pede aperfeiçoamentos no Sistema de Registro de Operações

Marcio Coriolano CNseg

Novo sistema pode reduzir a segurança jurídica, a confiança operacional e elevar os custos das seguradoras

Fonte: CNseg

A exigência de registro eletrônico de operações a partir de novembro precisa de ajustes para superar as preocupações do setor que podem reduzir a segurança jurídica, a confiança operacional e afetar custos na sua adesão ao Sistema de Registro de Operações (SRO).  As propostas de ajustes estão listadas em correspondência da Confederação Nacional das Seguradoras enviada à Superintendência de Seguros Privados.

“Em que pese reconhecer alguns aspectos positivos sob a ótica do regulador, não podemos deixar de consignar que avançar em ambiente de tamanha insegurança, sem clareza, e definição de questões que consideramos básicas, em um projeto de grande envergadura, parece-nos arriscado. Um risco que certamente é consequência de um pecado original que sempre pontuamos, qual seja, o de trazer para o seio do setor de seguros entidades estranhas ao Sistema Nacional de Seguros Privados e, por isso mesmo, não reguladas, supervisionadas ou fiscalizadas pela Susep. Isso sem falar que não há o amparo de uma lei que estabeleça a obrigatoriedade do registro eletrônico de operações de seguros, previdência, capitalização e resseguros, a exemplo do que ocorre em outros mercados”, afirma o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

No comunicado, a CNseg lista pontos que merecem um olhar atento do órgão de supervisão e fiscalização para ampliar a segurança do setor de seguros. Alerta-se para definições sobre a política de segurança e preservação do sigilo das informações; sobre trocas de informações entre as registradoras; da definição de critérios, pela Susep, de identificação de operações atípicas a cargo das registradoras e sobre mecanismos que incentivem a concorrência entre as registradoras. Ressalta-se ainda que as seguradoras já arcam com a taxa de fiscalização, instituída por lei, e terão que ser adicionalmente oneradas com o preço que for delas cobrado pelas registradoras, sem se vislumbrar maiores vantagens para os consumidores, que, ao cabo de contas, sustentam todo o sistema.

Por fim, é importante que a Susep defina quais relatórios, além dos quadros estatísticos FIP, deverão ser fornecidos pelas registradoras, a fim de que se alcance a propalada redução dos custos regulatórios e maior previsibilidade quanto aos esforços necessários para realização do projeto. Todas as observações do setor deveriam ter sido contempladas nos termos da convenção, instrumento que estabelece regras específicas para a interoperabilidade entre os sistemas de registro e para a prestação de informações à Susep, a ser firmada entre as registradoras ou, mais adequadamente, incorporadas por meio de ato normativo próprio para dar segurança jurídica e operacional às seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, empresas de capitalização e resseguradoras. 

Pelo cronograma estabelecido no chamado “Termo de Adesão”, documento cuja assinatura é condição necessária para o credenciamento de uma registradora perante a Susep, as registradoras devem celebrar a convenção no próximo dia 2 de outubro. Já as seguradoras deverão começar a registrar as operações, inicialmente apenas a do Seguro Garantia, no SRO em novembro. O registro de todas as modalidades de contratos de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros será finalizado no prazo de três anos. Três registradoras, B3, CERC e CSD, estão credenciadas, e com seus sistemas de registro homologados pela Susep.

MAG Seguros encerra a semana com vários reconhecimentos em diferentes frentes

Helder Molina MAG CEO

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, companhia especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos de atuação ininterrupta, recebeu, nesta semana, reconhecimentos importantes em diversas linhas de atuação. A companhia, que conta com mais de 1.200 colaboradores em todo o Brasil, figurou em 4º lugar entre as melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo o Great Place to Work. Este é o quarto ano consecutivo que a MAG Seguros entra na lista. Neste ano, como a seguradora mais bem colocada. 

“Mais do que prêmios, todos os reconhecimentos são consequência de um trabalho genuíno realizado por toda a companhia em prol de nossos clientes, corretores e parceiros. Somos uma empresa que temos em nosso DNA o cuidado com as pessoas e o espírito inovador, o que são, sem dúvida, componentes fundamentais para o nosso sucesso”, explica Helder Molina, CEO da MAG Seguros. 

No aspecto de inovação, a companhia foi novamente reconhecida. Desta vez, pela publicação Época 360, ficando em 3ª colocação no mercado de seguros. Vale destacar que, em setembro, a MAG Seguros se destacou como a terceira empresa mais inovadora no segmento de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Prêmio Inovação Brasil, do Valor Econômico com a PwC e na 77ª posição na lista das 150 companhias mais inovadoras do país. 

Também na Época 360, a MAG Seguros foi destaque, pelo segundo ano consecutivo, na dimensão Governança Corporativa, figurando na 2ª colocação no mercado de seguros. As novas marcas comerciais da companhia, apresentadas em janeiro deste ano, também foram reconhecidas no Troféu JRS, na categoria de Marketing. Na mesma premiação, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina, foi eleito o Segurador do Ano. 

Já no Prêmio Segurador Brasil, a MAG Seguros foi premiada em duas categorias: Liderança em Previdência Privada (melhor evolução em market share) e Melhor Desempenho na carteira Pretamista. 

Medicina baseada em valor põe resultados e qualidade para paciente no foco da saúde

Webinar promovido por FenaSaúde, em parceria com o Ibravs, também debateu importância de maior rigor na incorporação de novas tecnologias

Fonte: FenaSaúde

O sistema de saúde, não só brasileiro, mas mundial, deve se preparar para uma alteração estrutural e cultural em direção a novos modelos baseados em evidências, desempenho e resultados. É uma transição para sistemas que colocam o paciente no foco da assistência e não apenas a quantidade de procedimentos, privilegiadas pelo chamado modelo do “fee for service”, ainda hoje em voga.

Essas e outras questões relacionadas foram debatidas no webinar “Transição para Medicina Baseada em Valor”, promovido pela FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) em parceria com o Ibravs (Instituto Brasileiro de Valor em Saúde) na última quinta-feira (1/10).

O cenário atual é de custos elevados, incorporação de tecnologias caras, transição demográfica e um sistema acostumado a desperdícios – tudo agravado por uma demanda crescente em razão da pandemia do novo coronavírus. Por isso, a cada dia é maior o consenso em favor da necessária mudança do modelo de remuneração de prestadores.

“Eu sintetizo isso numa frase: é preciso mudar o foco, de quantidade para desempenho, produzir melhores resultados e desfechos para os pacientes. Temos, como ponto de partida, interesses e objetivos comuns: ampliar acesso, diminuir custos, combater ineficiências e gerar mais valor para os pacientes”, afirmou a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, moderadora do debate.

Segundo o presidente do Ibravs, César Abicalaffe, para ocorrer a mudança é preciso encontrar métricas e dados corretos, tendo como pano de fundo não o ato médico, mas a jornada do paciente. Informações e indicadores claros são fundamentais no processo. 

“Essa relação de desconfiança do sistema de saúde entre o pagador, o prestador, a indústria e o paciente é um cancro. Por isso, o grande desafio é a transparência das informações. Nos países que estão evoluindo para um sistema baseado em valor, os dados são mais transparentes”, disse Abicalaffe.

Especialista em economia da Saúde e ex-economista sênior do Banco Mundial, André Medici acredita que o grande desafio para a transição em direção a uma medicina baseada em valor é não analisar os dados de um paciente isoladamente, mas sempre na perspectiva de todo um grupo.

“Para obter resultados favoráveis para o paciente, é importante tratar, de alguma forma, os determinantes de saúde da população em que ele está inserido e contribuir para que essa população melhore seu estado por meio do controle dos seus fatores de risco”, disse ele, também especialista em financiamento público e privado em saúde. Para tanto, são necessárias redes integradas de saúde, resolutivas, com maior retorno e bem-estar para os pacientes. 

Nesse caminho, também será preciso, entre outras medidas, estratégias de melhoria de saúde que exigem parcerias sólidas entre pagadores e provedores, novos modelos de gestão, dados integrados, estruturas de TI redesenhadas e pensamento inovador para solução de problemas. Algo também fundamental no processo de transição para o modelo de geração de valor em saúde, segundo Medici, são os investimentos em atenção primária.

A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é também etapa fundamental quando se objetiva trazer mais valor para saúde, na avaliação de Denizar Vianna, ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde e doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UFRJ.

“A ATS é um ganho. Visa avaliar as consequências clínicas, econômicas, sociais de uma incorporação de tecnologia. Avaliar as evidências que mostram se a tecnologia traz eficácia, efetividade e segurança. O passo seguinte é a discussão econômica”, defendeu. 

Citando como exemplo os tratamentos contra câncer, Vianna reiterou a importância da ATS para que os avanços ocorram com segurança nos resultados e, sobretudo, para os pacientes. “Abrir mão da ATS pode ter um preço muito alto para a sustentabilidade do nosso modelo de saúde e não necessariamente gerar melhores resultados”.

Neste contexto de valor em saúde, o modelo do “fee for service”, a remuneração por serviços, também precisa ser aprimorado, por em geral estimular procedimentos dispendiosos, nem sempre mais eficientes para os beneficiários.  “O ‘fee for service’ provoca um círculo vicioso, em que quem oferta os serviços de saúde gera sua própria demanda. Não se produzem, assim, incentivos robustos para a redução dos custos”, afirmou Vera Valente.

Neste modelo, que tem sido dominante em todo o mundo ao longo de décadas, faltam critérios que estimulem o aprimoramento dos procedimentos, pois na prática os custos são sempre assumidos pelos pagadores, ou seja, as operadoras, no caso da saúde privada, ou o Estado, no caso do sistema público.

Os debatedores também discutiram a proposta de criação de uma agência única de avaliação de tecnologias, unindo a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS), do Ministério da Saúde, à análise da ANS, que cuida do assunto na perspectiva da saúde suplementar. “Se a gente institucionaliza isso num organismo único, unindo os esforços, com celeridade, independência, a sociedade vai se beneficiar”, disse Denizar Vianna.  

Assista a íntegra do webinar aqui: https://www.youtube.com/watch?v=zvHmnWHf4HY

Assurant renova parceria com varejista Ibyte

Ricardo Fiuza, CEO da Assurant, uma das principais seguradoras no segmento de afinidades e massificados, está radiante nesta quinta-feira. “Acabamos de renovar nossa parceria com a rede varejista especializada em tecnologia e informática com forte presença no Norte, Nordeste e recém chegada no Centro Oeste, a Ibyte! A parceria de sucesso que já dura mais de 10 anos foi ampliada e em breve os clientes Ibyte que já contam com as coberturas Assurant terão novas proteções disponíveis. É mais que tecnologia, é do seu jeito! Ibyte e Assurant, cuidando do que mais importa!”, escreveu ele em sua página no Linkedin.

A Ibyte é uma rede de varejo especializada em eletroeletrônicos, tecnologia e serviços de assistência técnica com 42 unidades em todo o Brasil, contemplando mais de 3.500 produtos entre smartphones, TVs, notebooks, desktops, impressoras, áudio & vídeo, acessórios e serviços. Também atua no e-commerce (ibyte.com.br), com entrega de produtos para todo o país e atendimento por meio de WhatsApp ou telefone pelo número 4020.5000 (número único para todo o Brasil).

Executivos de saneamento destacam importância de seguros em novos projetos

FGV BMG webinar

Eles participaram de webinar do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV em parceria com a BMG Seguros

Fonte: BMG Seguros

Discutir um dos principais desafios para um projeto da magnitude do Novo Marco de Saneamento Básico no Brasil foi o objetivo do evento virtual realizado pelo Grupo Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a BMG Seguros. 

O mercado segurador, por meio de seus produtos, regulação e capacidade financeira, é um componente fundamental em qualquer grande projeto de infraestrutura. E, para fazer frente a um programa de investimentos de tamanha amplitude como o Novo Marco de Saneamento Básico no Brasil, um dos principais desafios é a atração de financiamento e capacidade de resseguro internacional. Paralelamente, é necessário ainda ter uma regulação robusta e ao mesmo tempo orientada para negócios, em conjunto com a interconexão entre o mercado de seguros e as companhias que atuam com grandes obras e projetos de infraestrutura no país.  

“Em alguns casos, teremos de remodelar nossos instrumentos para que de fato possamos dar mais segurança ao investidor”, afirma Jorge Sant’Anna, diretor-presidente da BMG Seguros. Para ele, o investidor já não é garantido como antes e todo o projeto futuro precisa ser rígido e preservado. 

Com relação ao apetite das empresas em atender a esse novo marco legal, Carlos Brandão, CEO da Iguá Saneamento, acredita que o momento da discussão é muito adequado. “Temos uma cristalização dos interesses no setor, no projeto de transformação do saneamento no Brasil. Estamos falando em investimentos que podem ultrapassar a casa de 1 bilhão de reais, portanto, e muito oportuna a discussão a fim de fortalecer esses dois marcos da indústria – seguros e saneamento – e ajudar nessa nova fase do setor no Brasil.” 

Para Roberto Barbuti, diretor-presidente da Corsan, a relação entre saneamento e seguro ainda está semiaproveitada. “Queremos multiplicar por 3 ou 4 vezes os investimentos no nosso mercado, focando nas entregas dos nossos contratos. Ou seja, existe um potencial enorme no mercado e o setor se seguros é um parceiro importante nessas ações.” 

Ao comentar sobre a atuação da Sabesp no mercado e sua participação de concorrência, finalizada hoje, para concessão dos serviços de abastecimento de água e esgoto na da Região Metropolitana de Maceió, vencida pela BRK Ambiental Participações, Benedito Braga, diretor-presidente da Sabesp, avaliou o resultado do primeiro movimento pós-marco como muito bom, principalmente para Alagoas. Isto porque o ágio chegou a 13%, num valor total de R$ 2 bilhões. “Eu vejo com muito otimismo essa ideia da competição, pois ela traz mais eficiência e melhores serviços para a população.” 

Os executivos concordam que a implantação do novo marco de saneamento foi uma decisão acertada do Brasil, e avaliam que o novo modelo de financiamento, com participação ativa da iniciativa privada, terá o desafio de assegurar proteção para atrair investidores. Garantir mecanismos que consigam preservar liquidez em questões judiciais e previsibilidade serão fundamentais para os investimentos. Portanto, as segurados têm um papel muito importante em mitigar riscos. 

Segundo Gesner Oliveira, coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV, existe uma nova forma de contratação no Brasil por performance, desempenho, que, apesar haver alguns exemplos práticos, ainda não é tão difundida quanto poderia. “De qualquer forma, em projetos que envolvem tarefas complexas, multidimensionais, o seguro tem um papel particularmente importante na mitigação de risco. Mais uma vez, o seguro garantia é fundamental em todo o processo”, afirma. 

As lideranças de algumas das principais empresas do país, presentes no debate, avaliam que esse novo modelo de financiamento foi um passo importante para o setor de seguros, vai demandar maior aproximação entre operadores e seguradoras e, com isso, garantir que os projetos sejam bem-sucedidos.

AIG Seguros amplia relacionamento com corretores e clientes em canais digitais

Seguradora realiza atualizações em seu blog e também estreia página local no LinkedIn

Agora em outubro, a AIG apresenta novidades em suas redes sociais: o lançamento de uma página local da AIG Brasil no LinkedIn , que agora permite a seguidores da seguradora escolherem entre seguir a página local em português com temas brasileiros, a página global com assuntos de interesse internacional ou as duas. Com isso, os temas postados poderão ser mais bem filtrados pelos seguidores, o que agilizará a comunicação e a interação com o mercado. 

O novo perfil na rede social estreia com o layout na cor rosa, para alertar aos visitantes sobre o mês em que se celebra a luta contra o câncer de mama. 

A outra novidade é o relançamento do Blog Negócio Seguro AIG , que passa a oferecer uma nova experiência de navegação com maior interatividade com os visitantes. O blog, criado em abril de 2019, traz artigos assinados por especialistas, matérias, vídeos e os podcasts do Negócio Seguro AIG Play que podem ser acessados por lá ou por plataformas como o Spotfy , por exemplo. Desde o seu lançamento, o blog já disponibilizou mais de 80 conteúdos inéditos, incluindo nove e-books e sete episódios de podcasts. Em um ano e meio no ar, o blog teve mais de 57 mil visitantes e 100 mil visualizações de páginas. 

“Além do novo formato, mais fácil de navegar e se informar, estamos colocando à disposição dos nossos leitores uma página de soluções AIG. Quem estiver lendo uma matéria sobre determinado risco, por exemplo, e quiser saber mais sobre o assunto terá uma melhor experiência de navegação no próprio blog”, explica Lúcio Mocsányi, diretor de Comunicação Corporativa e Marketing para América Latina e Caribe da AIG. “Também passamos a disponibilizar uma biblioteca de conteúdos exclusivos, onde nossos e-books, que exploram temas em maior profundidade, poderão ser baixados de uma forma mais fácil”, completa. 

Lucro das seguradoras cai para R$ 10,3 bi até agosto e vendas recuam para R$ 173 bi

Em vendas, há uma queda de 1,7%, para R$ 173 bilhões. Apenas seguro de pessoas cresceu. Danos, acumulação e capitalização recuaram no acumulado do ano

As seguradoras acumulam lucro líquido de R$ 10,3 bilhões de janeiro a agosto de 2020, queda em relação aos R$ 11,3 bilhões do mesmo período do ano passado, de acordo com ranking elaborado pela consultoria Siscorp com base em dados estatísticos da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A redução é justificada por vendas mais fracas durante a pandemia e recuou da taxa de juros. Mas o que se vê é um grande esforço para a retomada das vendas e lucratividade, uma vez que as seguradoras precisam do apoio dos acionistas para manter investimentos em tecnologia, inovação de produtos e formas de distribuição e retenção de talentos para se manterem competitivas num cenário cada dia mais desafiador do país e do setor.

As seguradoras ligadas a banco mantém as três posições na casa do bilhão, com Bradesco na liderança, com R$ 2,9 bilhões, seguida por Banco do Brasil, com R$ 1,6 bilhão, e Caixa Seguros, com R$ 1,55 bilhão. Elas respondem por mais de 50% do lucro de todo o setor.

Segundo o sócio diretor da Siscorp, Dawson Henriques, o grupo Bradesco é o maior responsável pela queda no lucro do mercado, com ganho recuando de R$ 4 bilhões de janeiro a agosto do ano passado para R$ 2,9 bilhões no mesmo período de 2020. “Muitas seguradoras tiveram expressiva melhora nos resultados por conta da queda nos sinistros durante a Pandemia, principalmente as “automoveiras”, citou.

As receitas dos segmentos supervisionados pela Susep totalizaram R$ 25,61 bilhões em agosto de 2020, segundo estudo divulgado hoje. Apesar da queda nas receitas em relação a julho de 2020, que foram de R$ 26,68 bilhões, destaca-se o melhor desempenho do setor, em todos os segmentos, em relação a agosto de 2019.

No acumulado de todo o setor há uma queda de apenas 1,7%, se comparado com mesmo período do ano anterior, para vendas e contribuições de R$ 173 bilhões. Em julho, a queda era de 3%. Os seguros de pessoas apresentam alta de 1,2% em relação a 2019, havendo um crescimento real do segmento, considerado o IPCA no mesmo período. Seguro de danos recua -0,3%, de acumulação -3,1% e capitalização -4,5%.

A autarquia destaca o crescimento de 3,9% nos prêmios dos seguros de danos, desconsideradas as receitas de seguro auto. Considerando a inflação medida pelo IPCA para o período, representa um aumento real de 3,2%. O seguro garantia estendida e microsseguros seguem em recuperação após queda no início da pandemia. Em relação a julho de 2020, as receitas destes seguros cresceram em agosto, respectivamente, 14,4% e 21,1%.

Nos produtos de acumulação, observa-se uma redução de 3,3% na receita, em comparação a julho de 2020. No entanto, quando comparado com agosto de 2019, o segmento apresentou um aumento de 9,2%. Ainda há umaquedade3,1%nascontribuiçõesnoacumulado até agosto, quando comparado com 2019. Em julho, a queda era de 5,1%.

O PGBL, em 2020, registrou crescimento de 0,9% no acumulado até agosto, em relação ao mesmo período de 2019. O VGBL e Previdência Tradicional, até agosto 2020, observa-se uma diminuição de 3% no VGBL e 13,8% na Previdência Tradicional, em comparação ao mesmo período de 2019. Apesar da queda, os produtos vêm apresentando recuperação – em julho, a diferença era, respectivamente, de 5,3% e 14,9%.

Procura por programa de saúde mental da SulAmérica cresce 28% durante a pandemia

SulAmerica medico na tela

Consultas com psicólogos e psiquiatras aumentaram 48%

Fonte: SulAmérica

Os efeitos do isolamento, das preocupações financeiras, excesso de trabalho e medo de contrair a COVID-19 já se refletem no número de pessoas que procuram atendimento para tratar de sintomas de depressão, ansiedade, transtorno de pânico e burnout. Um levantamento da SulAmérica mostra que a procura pelo programa Única Mente, focado em saúde mental, aumentou 28% de abril a junho, em comparação aos meses de janeiro, fevereiro e março. Ansiedade e depressão são as patologias mais frequentes entre os beneficiários acompanhados. 

A pesquisa também aponta que os meses de maio, junho e julho foram os que apresentaram maior número de consultas dentro do programa: houve um aumento de 48% nos atendimentos de psiquiatria e psicologia em relação aos meses de fevereiro, março e abril. 

“A pandemia mostrou que saúde não é só uma questão física, mas também financeira e emocional. A falta de perspectivas, a impossibilidade de fazer planos e o afastamento social colocou luz em questões muitas vezes negligenciadas, mas que agora precisam ser resolvidas”, afirma Tereza Veloso, diretora técnica Médica e Rede Credenciada da SulAmérica. 

Um dado importante nesse cenário foi a autorização do exercício da telemedicina durante a pandemia, ampliando o acesso à saúde. Na SulAmérica, as consultas psiquiátricas já chegam à 6.000, desde o início de março, quando o Saúde na Tela foi disponibilizado aos beneficiários. 

Além disso, desde 2018 a SulAmérica oferece Psicológo na Tela, serviço de psicoterapia por videochamada, de forma imediata ou agendada, diretamente pelo aplicativo SulAmérica Saúde, que soma mais de 35.000 consultas. Para ser atendido, o paciente precisa enviar uma foto do pedido médico pelo próprio aplicativo e aguardar a autorização. Na sequência, o beneficiário poderá, então, agendar a sessão com os psicólogos disponíveis, com a opção de acompanhamento contínuo com o mesmo profissional, se desejar. 

Tratamento individualizado – Única Mente é uma iniciativa SulAmérica focada em prevenção, diagnose, tratamento e reabilitação de beneficiários com depressão, ansiedade, transtorno de pânico, burnout e estresse pós-traumático. 

O propósito é garantir a individualização das medidas terapêuticas, de acordo com as singularidades e as necessidades de cada caso, viabilizando o acesso e a qualidade do tratamento, assim como o acompanhamento da sua execução em todas as fases. 

Seguros garantia, paramétrico e cibernético avançam com a pandemia

Empresas levantaram na Justiça do Trabalho pelo menos R$ 33 milhões que estavam depositados em juízo para assegurar dívidas trabalhistas de acordo com a Data Lawyer Insights

Entre as várias modalidades de seguros, três deles avançam com personalidade própria diante da pandemia, diante da iniciativa de grupos de executivos de resolver problemas financeiros de seus clientes e também do próprio mercado, com riscos ocorridos e que estão excluídos dos contratos. Como ninguém está com margem para entrar em duelo com clientes, principalmente com a competição acirrada como está, a melhor saída é apoiar na solução de conflitos.

O garantia judicial tem sido uma das opções de empresas para levantar, na Justiça do Trabalho, pelo menos R$ 33 milhões que estavam depositados em juízo para assegurar dívidas trabalhistas ou garantir o direito de recorrer. Em meio à pandemia, os valores foram substituídos por seguro garantia, com base em entendimento favorável do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Neste ano, até o dia 18 deste mês, a Justiça do Trabalho recebeu 12,2 mil pedidos de substituição de dinheiro por seguro, quase 50 vezes mais que em 2019, com um total de 254. Esses processos somam cerca de R$ 150 milhões, de acordo com a Data Lawyer Insights, informa o Valor.

Outra boa notícia do dia vem do Lloyd’s of London, principal mercado de seguros do mundo, que acaba de anunciar um novo seguro paramétrico para cobertura de Lucros Cessantes por perturbação e paralisação de serviços de TI dos segurados. A cobertura será acionada por um critério paramétrico, pagando automaticamente sempre que os serviços críticos de informática do segurado forem atingidos, tais como cloud, e-commerce ou sistemas de pagamentos. O propósito de desenvolvimento do produto é reduzir de forma significativa o tempo de regulação dos sinistros e pagamento das indenizações. Ao que tudo indica, os seguros paramétricos passarão a ser adotados cada vez mais para diferentes tipos de riscos, na tentativa de recuperar a reputação do mercado, fortemente abalada pelas disputas surgidas em razão das negativas de indenização por interrupção de negócios, em razão dos efeitos da pandemia.

O seguro cibernético também avança com força com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor há duas semanas e responsabiliza empresas pelo vazamento de informações de seus clientes, deve impulsionar a demanda por seguros contra riscos cibernéticos. A nova regra tem potencial para multiplicar por 20, em dois anos, a receita das seguradoras com esse tipo de apólice, segundo a F.Torres Advogados, especializado em seguros e resseguros. A projeção do escritório toma como base resultado de 2019, quando prêmios emitidos para seguros contra riscos cibernéticos somaram R$ 20,7 milhões. O número já foi superado em 2020, em razão dos ataques virtuais nos primeiros meses da pandemia. De janeiro a julho, foram R$ 20,8 milhões em prêmios, traz o Estadão.