Pedro Pimenta assume como diretor de Automóvel da MAPFRE no Brasil

Fonte: Mapfre

A área de Automóvel da MAPFRE, uma das maiores companhias de prestação de serviços no mercado segurador, passa a contar com um novo executivo em sua direção no Brasil. Pedro Pimenta chega à empresa com mais de 20 anos de experiência no segmento automobilístico. Antes de assumir uma das posições mais estratégicas da companhia, o executivo teve passagem de destaque pela AGF/Allianz, onde atuou por mais de 20 anos. Além do vasto know-how de mercado, Pimenta também é especializado em Gestão Empresarial e Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

De acordo com o executivo, o cenário pandêmico tornou-se um desafio para o qual a MAPFRE se organizou para superá-lo. “A pandemia trouxe muitas incertezas a todos, mas conseguimos estabilizar a área e seguir com ótima operação no período, inclusive melhorando nossa rentabilidade acima da média de mercado. O trabalho que vem sendo feito no desenvolvimento técnico de produto e precificação nos últimos 12 meses nos dá a certeza de estarmos no caminho certo, e confiança em relação ao futuro”, comenta. “Como resultados preliminares, conseguimos manter nossa carteira, aumentar o número de cotações e, principalmente, a quantidade de corretores nos cotando. Isso demonstra a confiança deles na marca. Vamos continuar entregando qualidade e eficiência operacional”, acrescenta. 

Segundo Pedro Pimenta, o intuito é apresentar ao mercado, em curto prazo, um novo modelo de comercialização do seguro auto. “Serão produtos sem complexidade, de fácil entendimento, conectados a diversas plataformas de distribuição. O nosso conceito é que nossos corretores tenham acesso a MAPFRE de forma ágil e da maneira que preferirem, seja por meio de nosso portal, multi cálculos, APPs. hot sites, entre outros canais”, complementa o executivo. 

Allianz Partners lança plataforma para capacitação de prestadores de serviços

Allianz Partners

Empresa reúne micro learning, gamificação, base de conhecimento e inteligência artificial em uma única solução

Fonte: Allianz Partners

O mercado de assistência 24h está cada vez mais atento às demandas tecnológicas, e a Allianz Partners lança a plataforma para o treinamento e comunicação com os prestadores de serviço: o Beedoo. 

Desenvolvida a partir da união das tecnologias de inteligência artificial da IBM e gamificação, ela garantirá a otimização e qualidade dos serviços. “Buscamos o que há de mais inovador no segmento para oferecer aos nossos parceiros uma solução customizada às suas necessidades. E tudo isso foi construído em conjunto com as bases que atendem as demandas de assistência 24h para auto e residencial com a metodologia design thinking. Isso reforça o nosso compromisso em instruí-los e de alcançarmos sempre a excelência”, destaca Adriano Reginaldo, diretor de Operações da Allianz Partners. 

O projeto contou com diversas visitas in loco para a completa compreensão das especificidades do público que a utilizaria. “Neste processo elencamos as prioridades para estimular o envolvimento dos usuários, entre elas o acesso via smartphone ou desktop, a busca intuitiva por informações – que poderá ser realizada via digitação ou voz, semelhante à barra de pesquisa do Google -, o fornecimento de cursos online rápidos e assertivos, ministrados por especialistas, e a participação atrelada ao acúmulo de pontos, que, posteriormente, podem ser trocados por recompensas, como o vale-combustível”, completa o executivo. 

No que diz respeito aos cursos, eles contemplarão diversos assuntos importantes ao dia a dia do prestador, entre eles a remoção de veículos, a forma correta de recarregar a bateria e até explicações sobre a importância do preenchimento de check-list e a postura de atendimento em ocorrências. 

O investimento da Allianz Partners em capacitação, gamificação e estratégias de relacionamento com os prestadores mostra a relevância dada à experiência do parceiro e do cliente, que deve ser cada vez mais conveniente, segura e satisfatória. A previsão é que mais de 1 mil prestadores de serviços, em todo o Brasil, tenham acesso à plataforma ao longo do projeto. 

O Beedoo ainda traz uma linha do tempo, onde é possível postar notícias e divulgar conteúdos dos clientes institucionais, com a curadoria da Allianz Partners. “Estamos muito felizes em anunciar essa novidade e reforçar o cuidado constante que temos em nossas operações. Esta é uma ferramenta que revolucionará a comunicação no mercado de assistência 24h a um clique e que complementará todos os esforços realizados até o momento”, finaliza Reginaldo. 

IRB Brasil RE patrocina exposição Os Gêmeos

Até o dia 23/10, mais de 7 mil pessoas vão visitar o museu com ingressos gratuitos oferecidos pelo ressegurador, que está incentivando a retomada do setor cultural 

A partir de hoje, 7.560 pessoas poderão conferir a nova exposição “OS GEMEOS: Segredos”, que marca a reabertura da Pinacoteca de São Paulo, com ingressos gratuitos oferecidos pelo IRB Brasil RE, patrocinador institucional do museu e da mostra. Até 23/10, são 840 visitantes por dia. Seguindo o protocolo de flexibilização da fase verde decretada pelo Governo do Estado, todos reservaram os convites pela internet e agendaram a visitação.  

A exposição dos irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo acontece até 22 de fevereiro de 2021. Mas, para incentivar o retorno do público e a retomada do setor cultural, o IRB ofereceu gratuidade a todos os visitantes da Pinacoteca nos nove primeiros dias. A resposta do público foi imediata: ingressos esgotados em pouco mais de dois dias. Também podem ser visitadas as mostras individuais de Joan Jonas e Hudnilson Jr.. 

“Nós acreditamos no potencial transformador da arte entre as pessoas e visamos, em iniciativas como essa, promover e ampliar ações que fomentem as atividades culturais e contribuam para trazer ainda mais conhecimento à sociedade. Queremos, assim, construir, cada vez mais, laços duradouros com o público”, diz Antonio Cassio dos Santos, CEO e presidente do Conselho de Administração do IRB. 

A mostra trará mais de 60 trabalhos, sendo a maioria inédita, além de outros 1.000 itens entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas, intervenções site specific, desenhos e cadernos de anotações. Os trabalhos ocuparão as sete salas de exposições do primeiro andar, um dos pátios, espaços internos e externos, além de uma instalação concebida especialmente para o “Octógono”.  

Os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo construíram uma trajetória artística cuja marca, única, é reconhecida em todo o mundo. Nos últimos anos, realizaram exposições e criaram projetos de arte no Canadá, Japão, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Austrália, Suécia, Cuba e Estados Unidos, com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York. 

Setor de seguros tem grande potencial para crescer, mas depende da retomada da economia

Estudo da MAPFRE Economics revela que em 2019 os prêmios somaram R$ 234 bilhões. Dados da última década mostram evolução gradual do setor, com crescimento superior a 200%

O mercado segurador brasileiro tem potencial para movimentar R$ 553 bilhões, número quase 2,4 vezes superior ao que o segmento gerou em 2019 (R$ 234 bilhões), de acordo com o estudo “O mercado segurador latino-americano em 2019”, realizado pela MAPFRE Economics e editado pela Fundación MAPFRE. O levantamento mostra que entre 2009 e 2019 o setor cresceu 205,7%. No entanto, o setor depende muito da retomada da economia.

A análise revela o avanço gradual do mercado nacional na última década. O índice de penetração, que é a relação entre os prêmios e o PIB, chegou a 3,3% em 2019, um aumento de 0,2 pontos percentuais quando comparado a 2018 e de um ponto percentual em relação à 2009. A Brecha de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre a cobertura economicamente necessária para a sociedade e a quantidade efetiva de cobertura adquirida, indica o amadurecimento do mercado brasileiro. Em 2009, a BPS representava 2,9 vezes o mercado e em 2019 esse valor caiu para 1,4 vezes do total movimentado pelo setor, ou seja, houve uma redução do gap entre o seguro contratado e o considerado necessário para o bem-estar social. Os indicadores de densidade, que revelam o valor de prêmio per capita, também avançaram, chegando a R$ 1,1 mil em 2019, 10,5% superior ao valor observado em 2018.

Em relação aos prêmios totais, houve crescimento real (descontada a inflação) de 7,4% em 2019, quando comparado a 2018. Os seguros de vida apresentaram uma forte recuperação na venda de produtos de Previdência VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), depois de uma queda no volume de prêmios em 2018. Uma das razões para esse impulso pode ter sido a reforma da previdência e a maior conscientização da população para complementar sua aposentadoria. O segmento movimentou R$ 152 bilhões em 2019, crescimento real de 12,8% em relação a 2018.

A área de Não vida teve leve queda, com decréscimo real de 1,4% quando comparado a 2018, totalizando prêmios de R$ 82 bilhões. Os grandes destaques foram os seguros de Responsabilidade Civil, Rural e Transporte de Cascos, que cresceram 18,4%, 12,4% e 10,9%, respectivamente.

Cenário latino-americano

O estudo apresenta um panorama detalhado do mercado segurador em 19 países da América Latina e mostra que o volume de prêmios cresceu 1,6% na região, alcançando U$ 153 bilhões. Do total, 54% correspondem a seguros Não Vida e 46% a seguros de Vida.

Apesar da situação de relativa desaceleração econômica vivida pela América Latina em 2019, os grandes mercados seguradores, com exceção de Argentina e Chile, tiveram bons resultados. Neste sentido destacam-se, especialmente, o México e Peru, cujo crescimento real medido nas moedas locais foi de 7,2% e 7,4% respectivamente. Brasil e Colômbia também apresentaram crescimentos significativos nas suas moedas: 7,4% e 6,6%, respectivamente.

Por linhas de negócio, os prêmios de seguros de Vida cresceram 5,1% medidos em dólares (ante queda de 7,2% em 2018), graças a uma menor depreciação das moedas durante 2019, enquanto os prêmios de seguros Não Vida caíram 1,1% (contra -4% em 2018). No primeiro segmento, os prêmios dos seguros de Vida individual e coletivo aumentaram. Esses segmentos, que representaram 40,2% do total dos prêmios, tiveram um acréscimo de 6,9%, em grande parte explicado pelo bom desempenho desse ramo de negócios no Brasil e no México. Em relação ao segmento Não Vida na região, grande parte dos ramos que compõem esta linha de negócio diminuiu. O ramo Automóvel, que representa 16,9% do total dos prêmios, teve uma contração de 8,5%.



A penetração média da região foi de 2,9% em 2019, superior em 0,08 pontos percentuais ao ano anterior. O indicador melhorou no segmento Vida (1,4%, ante 1,3% no ano anterior), mantendo-se inalterado no segmento Não Vida (1,6%). Em relação à densidade, cada habitante da região gastou em média 248,3 dólares, 0,7% acima do nível registrado no ano anterior.

A maior parte dos gastos per capita com seguros continuou concentrada no segmento Não Vida (133,9 dólares), com queda de 2% em relação ao ano anterior. Porto Rico continua apresentando o maior índice de penetração e densidade da região, atingindo em 2019 valores de 14,8% e U﹩ 5.050, respectivamente. Isso se explica porque o volume de prêmios desse mercado inclui seguro saúde para a população mais pobre, que é administrado pelo setor de seguros privados e custeado com orçamentos governamentais. Abaixo de Porto Rico, Chile (4,3%), Brasil (3,2%) e Colômbia (2,8%) foram os países com maior taxa de penetração em 2019.

Em 2020, o panorama pode mudar drasticamente. A crise desencadeada pelas medidas de distanciamento social para o enfrentamento da Covid-19, a queda dos preços do petróleo e demais matérias-primas tornam o panorama econômico extremamente complexo para a região em 2020. Nesse sentido, a MAPFRE Economics prevê uma queda do PIB de 9,4% para a região.

O estudo completo está disponível em espanhol no link: 
http://www.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/es/catalogo_imagenes/grupo.do?path=1107929

Ruy Vasconcellos assume como diretor comercial da SIS Serviços

Empresa também anuncia nova estrutura que tem como foco a melhoria contínua da prestação de serviços 

A SIS Serviços, especializada em soluções para prestação de serviços e assistências, anuncia Ruy Vasconcellos como novo Diretor Comercial. O executivo possui mais de 30 anos de experiência nos mercados de seguros e prestação de serviços, com atuação em grandes empresas do segmento, como Qualicorp, Tempo Assist, Mapfre Assistência e Liberty Seguros, entre outras.

Ruy chega com o desafio de impulsionar o novo ciclo de crescimento da companhia e também aportará sua experiência em áreas de Atendimento e Relacionamento com Clientes para auxiliar na evolução constante das áreas operacionais da SIS Serviços, empresa do SIS Group. 

Além da chegada de Ruy Vasconcellos, a SIS Serviços promoveu Edinalva Ferreira que atuava como Gerente de Qualidade e agora assume  a área de Processos e também área de Compliance.Quem também passou a integrar o time Estevan Nascimento, novo Gerente de Operações e Planejamento, profissional com longa trajetória na gestão de equipes de Atendimento e Contact Center, com passagens pela Orbital e pela Sky.

Para Paulo Peret, Presidente do SIS Group e CEO da SIS Serviços, as movimentações mostram que a empresa segue realizando transformações internas para atender as demandas do mercado. “Apesar dos desafios impostos pela pandemia, continuamos crescendo e em busca de novas oportunidades. Estas incorporações e a criação da área de Qualidade, Processos e Compliance são fundamentais para construir um crescimento sustentável, embasado por uma melhoria contínua das nossas entregas”, finaliza. 

Previdencia: desigualdade é como colesterol, tem o bom e o ruim

operarios previdencia

Segundo Flávio Comim, economista e professor das Universidades de Barcelona e de Cambridge, tem que haver um pouco de desigualdade, como uma forma de incentivo

Fonte: ANSP

Na última terça-feira (6), a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) discutiu o tema “Previdência e Desigualdade Social” em mais uma edição do Café com Seguro. A live foi apresentada pelo diretor de Fóruns Acadêmicos, Edmur de Almeida, que também foi responsável pela coordenação do evento, moderada pelo coordenador da Cátedra de Previdência Complementar Fechada, Sérgio Rangel e também contou com a presença do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos. O diretor-executivo da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Carlos de Paula; e o superintendente geral da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Devanir Silva, contribuíram com o debate dando suas visões a respeito do tema.

O palestrante Flávio Comim, economista e professor das Universidades de Barcelona e de Cambridge, iniciou sua apresentação citando uma metáfora que diz que a desigualdade é como colesterol, tem o bom e o ruim. “Tem aquela desigualdade que reflete um pouco de incentivo. Tem que haver um pouco de desigualdade, como uma forma de incentivo. Mas tem aquela que é como o mal colesterol, que traz problemas sociais e pode inclusive afetar a qualidade das instituições democráticas”, diz.

Para fazer essa diferenciação, o professor e pesquisador explica que é preciso se perguntar de que desigualdade estamos tratando. Se é de recursos, de renda, de direitos, de bens primários ou de capacitações. Grande parte da discussão está muito ligada à desigualdade de renda. Entretanto, ela é muitas vezes um indicador imperfeito de bem-estar. Pessoas com o mesmo nível de renda às vezes tem nível educacional diferente e convertem essa renda em realizações distintas também. “Eu já entrevistei famílias muito pobres, com o mesmo perfil demográfico e, em uma as crianças estavam saudáveis, e na outra não”, explica.

No Brasil, existem muitas outras desigualdades. E há que se ter muito cuidado quando se olha apenas para a renda e/ou para um único indicador, porque diferentes medidas têm diferentes propriedades estatísticas. De acordo com o palestrante, seu ex-professor na universidade de Cambridge, Gabriel Palma, descobriu que na grande maioria dos países o bolo que fica no meio entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres é muito parecido em todos os países. No Brasil os 10% mais ricos concentram 4.3 vezes mais renda que os 40% mais pobres juntos. “Eu não posso deixar de mencionar um dado muito preocupante. Tirando Catar, o Brasil é o país no qual o ‘1%’ tem mais renda de todo mundo. A gente chega quase a 29% enquanto o Catar, país do Oriente Médio, é 30%. Ou seja, 1% da população tem praticamente um terço da renda”, informa.

Segundo o professor Comim, no que diz respeito a desigualdade de riqueza a coisa piora. Para entender o tema ele sugere uma verificação nos relatórios do Credit Suisse, que mostram que no Brasil está havendo um fenômeno interessante. Os ricos do Brasil têm saído de ativos fixos e adquirido mais ativos financeiros. Eles estão com menos patrimônio físico e a riqueza está se deslocando para ativos financeiros.

“O grau de concentração disso é algo de arrancar os cabelos. O Gini da concentração de riqueza declarada no nosso país é de 0,85. Se consideramos a riqueza não declarada o problema é muito maior. As amostras nacionais de domicílio têm uma deficiência muito grande, pois ela não consegue falar com os ricos. Essa dificuldade é uma dificuldade de sub-representação, principalmente daqueles que estão no 1%”, analisa.

Para o especialista, esse momento não é um bom. É um período de muita concentração. Durante a epidemia o número de bilionários no mundo aumentou e existe uma forte pressão no mundo inteiro para se colocar mais impostos para os mais ricos. Quando se trata de capital humano e educação, no Brasil o problema é que até os mais ricos são piores, nesses quesitos, do que os mais pobres de outros lugares. “Nosso sistema é quase de apartheid educacional. Tem muita coisa dentro do processo educacional brasileiro que vai mal”, reforça.

A projeção do professor e pesquisador é que a população nacional cresça para 230 milhões até 2050, ocasionando mudanças na composição da sociedade. As pessoas estão envelhecendo e isso significa que estamos desperdiçando formação de capital humano. Do ponto de vista da renda, da riqueza e educação, que poderia corrigir as nossas falhas estruturais, esse é um problema muito grave.

Quanto ao futuro, a visão do professor Comim é que o cenário tende a piorar: “A quarta Revolução Industrial – o uso da Inteligência Artificial – deverá afetar as relações de trabalho e de renda; a automação de processos, que já vem ocorrendo é muito poupadora de mão de obra; o ‘machine learning’, por sua vez, está mudando a forma de provisão. E existe ainda o ‘deep learning’ ou cognitive insight’, que diz respeito às máquinas que vão funcionar como se fossem pessoas. As previsões hoje são muito díspares, mas alguma delas indicam que em economias tão complexas como a americana vai haver uma redução de 47% dos postos de trabalho.

O professor acredita que o mundo em que caminhamos irá se dividir em três grupos de pessoas: as que vão conseguir trabalhar com inteligência artificial; as que as máquinas não conseguem substituir, mas elas não prestam serviços de autovalor agregado; e a terceira categoria e a mais preocupante é a de pessoas que não são empregáveis. “Isso deve aumentar a desigualdade, não apenas de renda, mas também nos espaços mencionados. O rolo compressor da quarta revolução industrial vai passar por cima da gente se nós não abrimos os olhos para as desigualdades que isso pode causar. Isso colocará as pessoas em uma posição de ainda maior vulnerabilidade”, finaliza.

Para o acadêmico Sérgio Rangel, uma questão que envolve a desigualdade, e no Brasil especificamente tem uma face ainda mais perversa, é com relação a longevidade. “Quem tem pouco ou nenhum acesso a planos de saúde, a cuidados e a uma boa alimentação tem uma expectativa de vida muito diferente de quem dispõe desses recursos”, pondera. Um estudo brasileiro realizado há dois anos concluiu que uma pessoa que nasce em um bairro nobre de São Paulo tem uma expectativa de vida ao nascer cerca de 23 anos mais longa do que alguém que nasce em bairros mais pobres localizados na periferia da cidade.

Na opinião do acadêmico Carlos de Paula, que trouxe uma visão sobre Previdência complementar ao debate, atualmente o país vive a ‘Revolução dos excluídos”. “Até a década de 80 éramos vistos pelo mundo como uma nação promissora, que teve um crescimento econômico espetacular. Depois saímos para uma agenda mais social, mas nunca resolvemos esses dois pilares. Não escolhemos um caminho”. Ao longo dos últimos 50/60 anos, ocorreram melhorias nos indicadores nacionais, mas ainda elas estão muito aquém do patamar almejado. Para o acadêmico, os milhares de jovens desempregados, sem perspectiva e com baixa formação, são um grande desafio na atual conjuntura.

No que diz respeito ao setor seguros e previdência, que também tem relação com renda, o executivo chama a atenção para a baixa penetração do produto devido à falta de consciência securitária da população. O seguro de pessoas, por exemplo, representa hoje apenas 6% do PIB nacional. “É fundamental fortalecermos os pilares da educação financeira, fiscal, securitária e previdenciária. As pessoas precisam saber da importância desses fortes instrumentos de proteção social e que eles são sim acessíveis”, destaca.

Assista a live completa no canal da ANSP: https://www.youtube.com/watch?

Segfy lança a campanha “Mês do Corretor”

Com ações de marketing e lives, Outubro contará com diversas novidades na startup curitibana

Fonte: Segfy

A Segfy preparou um mês de Outubro com diversas ações e sorteios em homenagem ao Dia do Corretor de Seguros. O mais bacana é que a campanha abrange a todos da classe e não somente aos que já são clientes da empresa.

Os prêmios vão desde viagens até descontos nas soluções comercializadas pela startup curitibana. O Diretor de Vendas da Segfy, Dielson Haffner, ressalta que ações como essa valorizam o ser humano que trabalha diariamente com as ferramentas oferecidas pela Segfy.

“Nosso objetivo é valorizar o humano. Levar ao corretor de seguros oportunidades que desfrute e lembre da Segfy não somente no ambiente de trabalho. Estamos com um mês bem bacana e cheio de novidades que em breve serão divulgadas em nossos canais oficiais”

Ainda sobre as ações, Dielson comenta que parte delas irá estimular o corretor a ampliar suas vendas e ao final do mês ter benefícios. “Planejamos campanhas que vão estimular as vendas das corretoras que estiverem dispostas a participar. O intuito maior é que os nossos parceiros sintam-se valorizados, afinal, eles são parte da Segfy e cada venda dele é um motivo de felicidade para nós”

Por fim, o “Mês do Corretor” na Segfy ainda contará com lives e webinars sobre o mercado de seguros, novidades e conceitos que possam agregar ao dia a dia dos corretores. Durante essa semana todos os detalhes das promoções e datas das lives serão divulgadas nos canais oficiais da Segfy.

Mês das Crianças: Icatu Seguros promove ações virtuais educativas e lúdicas

Campanha visa valorizar a infância e a importância familiar nesta etapa da vida

Fonte: Icatu Seguros

Em homenagem ao Mês das Crianças e como forma de fortalecer os laços familiares no período de distanciamento, a Icatu Seguros disponibilizará durante este mês vídeos interativos, educativos e lúdicos exclusivos do “Meu Amigãozão” no seu canal do YouTube. Entre os dias 12 e 31 de outubro, toda família poderá aprender se divertindo. Serão três vídeos no formato de clipes musicais com temáticas distintas. Entre elas, por exemplo, a importância dos vínculos e relações de amizade retratadas em brincadeiras para descrever o amigo; diversidade e autoaceitação de forma descontraída, propondo que as crianças se vistam ou se fantasiem do que quiserem e, também, iniciativas que tragam as ‘famosas’ perguntas precedidas de um “mas por quê…?”.
Os vídeos também vão levar mensagens da pedagoga Carolina Sanches, em parceria com a Casa do Saber Rio, sobre a importância de manter a ludicidade e criatividade nas atividades com as crianças, como forma de estimular a expressão e autenticidade na vida adulta.

“Nosso propósito é proteger e assistir financeiramente pessoas e famílias em todas as fases de suas vidas. Queremos gerar conteúdos educacionais relevantes para apoiar a formação das novas gerações”, conta Rafael Caetano, diretor de marketing e canais da Icatu Seguros.

Pesquisa da Assurant busca entender o comportamento dos consumidores em dispositivos tecnológicos

No levantamento, 48% dos entrevistados não adquiriram nenhum serviço de proteção. Deste total, 75% afirmaram não ter feito por falta de conhecimento sobre a oferta, entre outras razões

Fonte: Assurant

O smartphone é o principal aliado da vida conectada dos brasileiros, mas também é um dos responsáveis pelos maiores índices de frustração quando se fala em itens eletrônicos entre os consumidores. Esse foi um dos destaques da Pesquisa “A Década Conectada 2020”, realizada pela primeira vez no Brasil pela Assurant, líder global em produtos e serviços de proteção ligados a vida conectada. Aqui no país foram ouvidos 1.071 adultos acima de 18 anos, além de mais de 5 mil participantes em outros cinco países – Estados Unidos, Canadá, Japão, Reino Unido e Alemanha. O objetivo foi entender os principais anseios e necessidades dos consumidores em cada localidade, para poder atendê-los de maneira assertiva na oferta de soluções e proteção de seus bens.

O estudo acontece no contexto em que a população está conectada 24 horas por dia e isto mudou completamente as interações humanas, potencializando as relações. Para termos uma ideia, três em cada quatro brasileiros acessam a internet e o principal meio é pelos celulares e smartphones, o que equivale a 134 milhões de pessoas conectadas, de acordo com último levantamento da TIC Domicílios, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Essa ampliação do acesso a tudo e a todos com apenas alguns cliques vêm alterando o comportamento social e o grau de importância desses dispositivos na vida das pessoas. Na pesquisa conduzida pela Assurant no Brasil, o destaque para o smartphone como item mais valorizado pela população, também revelou que 55% dos entrevistados demonstraram já terem tido problemas relacionados à manutenção e performance do dispositivo. Aproximadamente 30% tiveram gastos adicionais relacionados a solução dos problemas nos equipamentos e, além dessas pessoas outros 10% não conseguiram ter o seu problema resolvido apesar de terem despendido alguma quantia para essa finalidade. 


“Nessa jornada do consumidor brasileiro, novas necessidades influenciam a reinvenção das ofertas das organizações. Por isso, ao longo da próxima década, a Assurant continuará a analisar e a compartilhar percepções sobre os comportamentos de compra do consumidor conectado, buscando direcionar esforços em busca de inovações e transformar essas percepções em programas viáveis que aprimoram a experiência dos usuários com a vida conectada”, ressalta Federico Bunge, Presidente da Assurant na América Latina. 

Proteção de smartphones: algo pouco difundido no Brasil

No levantamento, 48% dos entrevistados não adquiriram nenhum serviço de proteção. Deste total, 75% afirmaram não ter feito por falta de conhecimento sobre a oferta, entre outras razões.

“Esse cenário abre oportunidade para oferta de novos serviços. Embora o Brasil ainda tenha baixos índices de adesão a seguros e prevenção de forma geral, a cultura do seguro vem crescendo a cada ano, principalmente pela percepção de comodidade e economia quando eventos inesperados acontecem. No caso dos smartphones, seja para um simples reparo ou até a necessidade de reposição do bem, a conclusão a que se chega é que o custo-benefício é bastante vantajoso, em especial quando oferecido por empresas especializadas e de confiança”, complementa Ricardo Fiuza, Presidente da Assurant no Brasil.

Ao levar em consideração que, de acordo com a pesquisa, a principal preocupação está relacionada à performance dos aparelhos, próximo a 70% dos entrevistados demonstraram interesse em adquirir um plano de proteção ou garantia estendida que considere a cobertura de danos ou falhas mecânicas em todos os equipamentos conectados que possuem. Ao mesmo tempo que relataram vulnerabilidades relacionadas ao uso de dados pessoais. Cerca de 50% dos entrevistados afirmaram se preocupar com delitos digitais, como roubo de identidade ou de dados relacionados ao cartão de crédito, por já terem vivenciado tal situação.

“Ao entender seus anseios e temores, buscamos sempre ofertar soluções que tragam mais segurança aos consumidores. Mantemos nosso compromisso com a confidencialidade de informações para garantir os melhores serviços de proteção dos bens, seguindo todos os protocolos de proteção de dados e em linha com todas as determinações dos órgãos reguladores”, complementa Fiuza.

Prudential realiza hacktaon

Jornada reuniu equipes compostas por colaboradores da companhia e teve o objetivo de fomentar novas ideias e projetos nos trilhos da inovação e transformação digital da seguradora

Fonte: Prudential do Brasil

Em linha com o objetivo de lançar novos projetos nos trilhos da inovação e da transformação digital, a seguradora Prudential do Brasil – a maior independente do país no mercado de seguros de pessoas – acaba de realizar sua 1ª edição do Hackaton, termo que vem da junção de ‘hack’ (hackear) e ‘marathon’ (maratona, em inglês). A jornada, que aconteceu de forma virtual nos dias 28 e 29 de agosto pela plataforma Webex, reuniu equipes compostas por cerca de 65 colaboradores da companhia com um propósito em comum: fomentar ideias e novos projetos para agregar valor ao negócio da seguradora. A dinâmica ‘Hackaton’ é muito conhecida no mercado e surgiu com as startups, com o perfil de funcionar como um grande celeiro de ideias tendo o objetivo de entregar um produto final o mais prototipado possível para ser colocado em prática nas empresas.

O Hackaton da Prudential do Brasil contou com algumas etapas, como inscrição de ideias pelos colaboradores, definição de temas a partir dos filtros das propostas recebidas, inscrições dos funcionários nos temas que sentissem mais afinidade e divisão das equipes para a realização dos dois dias de dinâmica. Com um detalhe: foram mais de 24h de trabalho e dedicação ininterruptos, como preza uma boa maratona.

Entre os temas definidos para a realização da dinâmica estavam a Jornada do Cliente, Jornada do Corretor e a Jornada Financeira. O primeiro lugar ficou com a equipe que trabalhou na Jornada do Corretor, a qual elaborou um novo projeto – ainda em segredo – que pretende facilitar e organizar as informações dos corretores franqueados para a rotina de trabalho. O segundo lugar foi ocupado pela equipe da Jornada do Cliente, com uma nova solução digital para ser entregue aos beneficiários das apólices dos seguros de vida, e, fechando o terceiro lugar, a Jornada Financeira, com um projeto para facilitar todas as transações dessa área. As equipes foram premiadas com um ‘Apple Watch’ ou uma ‘Alexa’ para cada integrante.

“Estamos muito orgulhosos com a nossa primeira edição do Hackaton. A experiência traduziu, de maneira simples, o empenho da companhia em inovar e se transformar a partir dos nossos próprios talentos, que são os nossos funcionários. O sentimento visto de integração, de soma e entrega para novas soluções que gerem ainda mais valor para áreas estratégias da empresa nos traz muito orgulho. É a Prudential do futuro sendo construída”, destaca o CIO da empresa, André Schenkel.  

O planejamento para desenvolver o evento envolveu diversas áreas da empresa, como Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, Compliance e Marketing, entre outras. Tudo para garantir a qualidade, eficiência e funcionalidade da jornada. “Fizemos questão de seguir todas as regras, normas e o direcionamento da empresa, além de contar com um corpo de jurados de diversas áreas para avaliar os projetos propostos a partir de critérios como usabilidade e inovação”, completa Nubia Barbosa, gerente de Planejamento Estratégico em Tecnologia da Informação.

Para os colaboradores que participaram da primeira edição do evento, a dinâmica trouxe, mais do que qualquer premiação, a oportunidade de aprender ainda mais sobre o negócio da empresa e as diversas áreas que compõem a companhia. “Foi uma experiência bastante enriquecedora, pois tivemos o privilégio de interagir com outros colegas que não fazem parte do mesmo setor e da rotina de trabalho, além de mostrar e desenvolver novas aptidões em prol de um mesmo projeto. Aprendi ainda mais sobre o negócio da companhia e sua operação global”, finaliza Beatriz Caetano, da área de Digital, que integrou a equipe vencedora da 1ª edição do Hackaton da Prudential do Brasil.