Zurich lança seguro para empresas de operação portuária

Produto conta com amplo pacote de serviços para atender a demanda do mercado de instalações portuárias

Fonte: Zurich

O desempenho dos portos brasileiros apresentou um crescimento de mais de 31,5% na movimentação de mercadorias nos últimos 9 anos, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Neste contexto, as empresas do setor têm um papel importante para a economia do país e, por isso, é imprescindível que elas tenham instrumentos de proteção para a continuidade dos seus negócios. Para atender a esta demanda das companhias do setor, a Zurich lançou o seguro Zurich Operador Portuário, que conta com um pacote de serviços e coberturas para minimizar os riscos e possíveis prejuízos causados por danos materiais e/ou corporais a terceiros, desde que ocorridos no interior ou entorno da área portuária.

Segundo Camila Santos, superintendente de responsabilidade civil na Zurich no Brasil, mesmo com a pandemia da Covid-19, há expectativas positivas para o setor quando houver a retomada integral das operações, já que o Brasil é um país com 215 instalações portuárias (uma das maiores do Hemisfério Sul, considerando as operações públicas e privadas). “Entramos em um mercado estratégico e nossos seguros vão atender um setor que é responsável por movimentar cerca de 1 bilhão de toneladas minério de ferro, petróleo e derivado, soja e milho”, afirma.

“Criamos um pacote completo de serviços para o setor, com coberturas e serviços de gerenciamento de riscos. As empresas ainda vão poder contar com o nosso time de especialistas”, complementa. 

O seguro da Zurich é dividido em três tipos de coberturas: Responsabilidade Civil (cobertura ampla); Danos Materiais a bens móveis e imóveis; Perda de receita bruta e/ou despesas adicionais ou extraordinárias, consequentes de paralisação total ou parcial das atividades do segurado. Tem também outras adicionais, como: 

  • Danos Morais
  • Coleta Local e Entrega
  • Doença Ocupacional – Lesão Cumulativa
  • Armazenamento em Tendas
  • Guarda de Veículo, Reboques e Contêineres
  • Cobertura para Informação e Consultoria
  • Cobertura para Responsabilidade Civil de Incêndio
  • Cobertura para Violação de Direitos Pessoais
  • Quebra de Máquina
  • Danos Elétricos
  • Perda e/ou Pagamento de Aluguel
  • Despesas com Honorários de Especialistas e/ou Consultores
  • Aquisição de Bens Móveis e Imóveis

Liberty Seguros patrocina quarta edição do festival HACKTUDO

Evento de cultura digital é aberto para todos e contará com exposições virtuais, conferências online e corrida de drones

A Liberty Seguros anuncia que será, pelo segundo ano consecutivo, patrocinadora do HACKTUDO, festival de cultura digital que aborda as principais tendências de tecnologia, inovação, sustentabilidade e empreendedorismo do país e do mundo. Neste ano, o evento terá um formato 100% online e a programação será dividida em oito frentes de atividades entre os dias 16 e 25 de outubro.

Além do tradicional Hackathon, os participantes poderão acompanhar palestras variadas nas Hack Conferences, participar do Hack Delas, que traz atividades voltadas ao público feminino e discute a maior participação da mulher no mercado da tecnologia e inovação; realizar atividades de faça-você-mesmo no espaço Maker; uma feira online de projetos criativos e invenções no estilo DIY; conhecer o trabalho do artista Jota Azevedo no Expo e as propostas criativas no LAB; além de acompanhar uma corrida de drones, a HackDrones. 

“O incentivo da diversidade e igualdade de gênero são pautas muito importantes para a Liberty Seguros pois fazem parte do nosso Plano de Sustentabilidade, por isso, é muito gratificante poder fazer deste evento”, diz Patricia Chacon

A Liberty irá participar de palestras do Hack Conference nos dias 22 e 23 de outubro, respectivamente, às 20h30. A primeira trará a diretora de tecnologia da companhia, Ana Lúcia D’Amaral, em um painel sobre Diversidade e Tecnologia, reforçando o Mulheres Seguras, programa da seguradora focado no incentivo ao empoderamento e empreendedorismo feminino.

A segunda irá contar com a participação de Alessandra Lima, Superintendente de Transformação e Melhoria Contínua da Liberty Seguros, que discutirá as melhorias e adaptações que empresas fizeram em tempo recorde durante esse período de pandemia.

A companhia também promoverá ações durante o Hack Delas, para discutir a participação feminina no mercado de tecnologia, o empoderamento feminino e a igualdade de gênero, e no espaço Maker, incentivando os presentes a colocarem a mão na massa e produzir objetos em casa.

Criado em 2014, o HACKTUDO agrega diferentes públicos e celebra o conhecimento passado ao longo das gerações, além de discutir questões importantes como a equidade de gênero. Essa última frente, em particular, se alinha ao quinto objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que faz parte do Plano de Sustentabilidade da Liberty Seguros. 

“O incentivo da diversidade e igualdade de gênero são pautas muito importantes para a Liberty Seguros pois fazem parte do nosso Plano de Sustentabilidade, por isso, é muito gratificante poder fazer parte de um evento como o HACKTUDO 2020”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Acreditamos que é necessário inserir as mulheres e as minorias cada vez mais em conversas sobre tecnologia e inovação e este evento é uma excelente oportunidade para isso”, completa. 

Perdas com catástrofes no 3o. tri podem totalizar US$ 25 bilhões ao setor de seguros

catástrofes

Os eventos vão prejudicar os lucros, mas não o capital, informa a agência de Rating

As perdas com catástrofes no terceiro trimestre da indústria de seguros devem ser as maiores desde o terceiro trimestre de 2017, mas as seguradoras e resseguradoras estão “bem posicionadas” para absorvê-las, informou a Fitch Ratings Inc. em comunicado. Os eventos do terceiro trimestre podem totalizar aproximadamente US$ 25 bilhões, o que tornaria 2020 um ano “acima da média” para perdas por catástrofes naturais, disse a Fitch.

As perdas com seguro de bens e acidentes no terceiro trimestre deste ano foram causadas por um aumento na frequência de eventos, disse a Fitch, incluindo os furacões Isaias, Laura e Sally; a tempestade no meio-oeste; e incêndios florestais na Califórnia e no Oregon.

Algumas seguradoras e resseguradoras também podem incluir perdas com a explosão de 4 de agosto em Beirute nos resultados do terceiro trimestre. A Fitch informa, no entanto, que as seguradoras e resseguradoras estão capitalizadas. “Os balanços foram preparados para uma temporada de furacões potencialmente forte e os valores dos ativos investidos foram recuperados nos últimos meses de perdas não realizadas anteriores”, escreve a Fitch. Os eventos vão prejudicar os lucros, mas não o capital.

“A Fitch espera que os lucros permanecerão fracos no terceiro trimestre após as quedas do primeiro semestre, mas os níveis de capital em geral permanecem fortes, com pouca deterioração de capital esperada com esses eventos.”

O furacão Laura foi o maior evento individual, com perdas seguradas estimadas entre US$ 11 bilhões e US$ 15 bilhões. O furacão Delta, o segundo furacão a atingir a costa da Louisiana em menos de um mês, deve adicionar US$ 1 bilhão a US$ 3 bilhões em perdas seguradas.

As perdas relacionadas à pandemia de coronavírus devem aumentar ainda mais durante o restante do ano, acrescentando “Este acúmulo de perdas deve exceder os orçamentos de catástrofes de muitas empresas individuais e pressionar ainda mais os lucros do ano de 2020”.

A Fitch espera que os montantes de sinistro segurado mais moderados de eventos individuais caiam principalmente nas seguradoras primárias, em vez de nas resseguradoras, já que o excesso de catástrofes dos programas de resseguro de sinistros absorvem uma parcela menor dos sinistros.

A maior frequência de eventos catastróficos no segundo semestre, no entanto, provavelmente continuará a pressionar para cima as taxas de resseguro no período de renovação de janeiro de 2021, estima a Fitch.

Rodrigo Cunha assume gerência de desenvolvimento de produtos da MAG Seguros

Com aproximadamente dez anos de experiência dedicada ao mercado segurador, Rodrigo Cunha assume a gerência de Desenvolvimento de Produtos da MAG Seguros, companhia especializada em seguros de vida e previdência, após cinco anos atuando como Atuário Sênior da mesma seguradora. 

Rodrigo é graduado em Ciências Atuarias pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com MBA em Finanças pelo IBMEC e com novo curso de pós-graduação em Ciências Atuariais em andamento pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Presidente da BB Seguridade, Bernardo Rothe, renuncia

Fonte: CVM

O presidente da BB Seguridade Bernardo Rothe apresentou renúncia ao cargo nesta quinta-feira, segundo comunicado da companhia. A decisão será efetivada em 20 de outubro. Rothe volta ao Banco do Brasil para exercer o cargo de vice-presidente de Negócios no Atacado, conforme comunicado do banco. Segundo comunicado, “o nome do novo diretor-presidente será anunciado pela BB Seguridade tão logo todos os trâmites sejam concluídos”.

Estadão/Broadcast entrevista Solange Vieira, da Susep

Para a superintendente da Susep, com o Brasil no limite do ponto de vista de estímulos fiscal e monetário, isso seria possível nos seguros para desemprego,  acidente de trabalho e grandes obras públicas

Fonte: Estadão/Broadcast, Aline Bronzati e Simone Cavalcanti

O Estadão/Broadcast entrevistou algumas das principais representantes das mulheres em bancos e gestoras para debater igualdade de gênero e desafios da conjuntura econômica em meio à pandemia. Uma delas é a titular da Susep. De “musa da Previdência” e “menina”, como a chamou o então governador do Rio, Sérgio Cabral, ao comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, ainda se depara com o desafio constante de ter que, inúmeras e reiteradas vezes, provar sua capacidade profissional simplesmente por ser mulher.

Isso não a impediu de galgar seu espaço. É a primeira mulher no comando da Susep e também foi precursora no setor de aviação, ao presidir a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de 2007 a 2011. “Espero que possamos em muito pouco tempo parar de contar como uma novidade que uma mulher se tornou presidente de um banco ou instituição”, desabafa. 

Com o Brasil no limite do ponto de vista de estímulos fiscal e monetário, diante dos estragos da pandemia, Solange vê na transferência de riscos do setor público para o privado uma forma de a indústria securitária apoiar o processo de retomada no País. Para a superintendente da Susep, tal avanço seria possível no seguro desemprego,no de acidente de trabalho e ainda no de grandes obras públicas. Defende ainda avanço nas questões sociais e ambientais. Dentre as iniciativas da reguladora, está uma revolução tecnológica no sentido de dar mais transparência e concorrência ao setor, e ainda avalia a criação de um ‘índice verde’.

Leia na íntegra a entrevista.

SulAmérica lança SOS Prev e telemedicina em planos de previdência

Clientes de Vida também terão acesso ao serviço Médico na Tela; companhia lança linha de crédito especial para os planos PGBL e VGBL 

Com objetivo de cada vez mais ter soluções completas e integradas para ampliar o cuidado e a proteção, a SulAmérica passa a oferecer aos clientes de Vida Individual e Previdência Individual o uso do Médico na Tela, serviço de telemedicina disponível 24h por dia, sete dias por semana. O atendimento é realizado por chamada de vídeo com médicos plantonistas de forma prática, rápida e segura. “Somos a primeira empresa a oferecer teleconsulta médica para clientes de Previdência. Trata-se de mais um exemplo da visão de Saúde Integral da companhia, promovendo o equilíbrio entre corpo, mente e finanças para melhorar a vida das pessoas”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica. “Beneficiários de Vida também terão acesso a este serviço de atendimento remoto”, completa. 

Outra novidade exclusiva e pioneira anunciada pela SulAmérica é o SOS Prev, uma assistência para apoiar os clientes de Previdência na manutenção do planejamento futuro. Trata-se de uma linha de crédito que pode socorrer aqueles que têm um plano ativo e precisam de ajuda financeira emergencial. Com o SOSPrev, os clientes de planos PGBL e VGBL terão acesso a um crédito equivalente a até 50% da reserva previdenciária. 

“Com essa solução inovadora, quem precisa de recurso urgente não terá de resgatar seu investimento de previdência para resolver questões financeiras pontuais. Ou seja, estamos ajudando nossos clientes a cuidarem de seu patrimônio com uma opção interessante para que não desfalquem suas reservas previdenciárias, tão importantes para o futuro”, conclui Mello. 

Posse de diretoria do CCS-SP é marcada por clima de união do mercado

Mentor Evaldir Barboza de Paula e diretoria assumem em cerimônia virtual com a participação e o apoio declarado dos presidentes da Fenacor, ENS, Sindseg-SP e Sincor-SP.

por Márcia Alves

A diretoria que comandará o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) na gestão 2020/2022 tomou posse no dia 14 de outubro, em cerimônia virtual com a presença de associados, convidados e autoridades do setor de seguros. Reeleito para o cargo de mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula garantiu que está tão ou mais motivado do que no seu primeiro mandato. “Hoje, aos 50 anos de carreira, me vejo mais preparado para superar junto com a minha diretoria os próximos desafios”, disse.

O evento de posse contou com a participação de convidados especiais, que enalteceram os 48 anos de lutas do CCS-SP e também manifestaram apoio à nova gestão. Dentre eles, Rivaldo Leite, presidente do Sindseg-SP, revelou que somente após assumir o cargo é que se deu conta da importância de união entre as entidades do setor. “Todas compõem uma engrenagem que deve ser harmoniosa, porque buscam o melhor para o mercado e para o corretor de seguros”, disse.

Apesar de estar em trânsito no momento da cerimônia, Robert Bittar, presidente da ENS, fez questão de registrar seus votos de sucesso para a nova gestão. Ele reafirmou a condição de parceria da ENS com diversas instituições do mercado, incluindo o CCS-SP, no intuito de prover o crescimento individual e coletivo do mercado. “Importante é manter o elo de amizade e os objetivos únicos que sempre nortearam o desenvolvimento do mercado”, disse.

Armando Vergílio dos Santos, presidente da Fenacor, revelou a sua admiração pelo mentor Evaldir, ressaltando a “justeza na sua atuação”, e também a história de lutas do Clube. Por fim, registrou a importância das instituições associativas para o desenvolvimento do seguro e, em especial, do CCS-SP por trazer ao debate temas relevantes para o setor. “Coloco a Fenacor à inteira disposição do Clube para que possamos juntos e irmanados empreender as ações que o seguro necessita”, disse.

Ex-mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, desejou sucesso à nova gestão e cumprimentou a diretoria pela iniciativa de divulgar a publicação que retrata os 48 anos da entidade. “Mais que coirmãs, Clube e Sincor-SP são na essência a mesma coisa e assim devem continuar pelos próximos 48 anos”. Para Camillo, o prestígio de quatro entidades na posse do CCS-SP representa um momento singular de congraçamento e união do setor. “O setor pode se sentir robustecido e apto aos enfrentamentos atuais”, disse. 

Nova gestão

No seu discurso de posse, o mentor Evaldir agradeceu aos diretores que encerraram a gestão – Nilson Arello, Jorge Teixeira Barbosa e Raquel Gomes – e aos que continuarão – Ivone Elise Gonoretske e Nilson Moraes. Ele também deu as boas-vindas aos novos diretores Ednir Fornazzari, Gilberto Januário e Marcia Del Bel, afirmando que todos terão muito trabalho pela frente. “Não há conquista sem trabalho árduo e bem planejado. O compromisso dessa diretoria é promover as reformulações adequadas, que venham ao encontro dos anseios dos associados”.

O novo secretário Ednir Fornazzari mencionou sua atuação como mentor CCS de Osasco e Região, quando, afirmou, “deu voz aos corretores”. Ele defendeu o relacionamento estreito entre corretores e seguradoras e pregou a união das entidades como meio de fortalecimento. “O corretor está tão sofrido, ultimamente, mas, com a união das entidades nada poderá abatê-lo”, disse. Já Nilson Moraes, agora como tesoureiro, destacou a pujança do Clube e expressou seu orgulho de ocupar a nova posição. “Estou inspirado a desenvolver um trabalho à altura dos meus antecessores”, disse.

Ivone Elise Gonoretske também manifestou o contentamento por permanecer na diretoria, agora como presidente da Junta Fiscalizadora. “Eu me comprometo a trabalhar para que essa gestão seja exitosa e beneficie os associados”, disse. Gilberto Januário revelou que trabalhou na década de 80 na empresa de Antonio D’Amélio, fundador do CCS-SP, e que não imaginava no futuro integrar a diretoria. “Estou comprometido a ajudar a categoria”, disse.  Já Marcia Del Bel disse que, apesar da falta de experiência, quer aprender e ajudar. “Vou me empenhar”, disse.

O ex-mentor Boris Ber, 1º vice-presidente do Sincor-SP, divulgou os eventos do sindicato e falou da nova campanha digital, cujo mote é “Azar é não ter o corretor”. “Se engajem, é uma campanha nossa para esclarecer o que fazemos”, disse. Em seguida, o mentor Evaldir encerrou a cerimônia, adiantando mais alguns propósitos da nova gestão. “Espero fazer um trabalho entusiasmado com essa diretoria motivada para entregar aos associados aquilo que esperam”.

Susep edita regras sobre relatórios de auditoria contábil

A medida visa ampliar informações sobre a materialidade utilizada no processo de auditoria e nos assuntos que demandaram atenção especial do auditor independente

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou normativo que objetiva aumentar a transparência e a qualidade do relatório do auditor contábil independente e, como consequência, promover a melhoria das informações contábeis reportadas por suas supervisionadas.

Circular nº 616 reforça a necessidade de divulgação da descrição da materialidade utilizada pelo auditor em seu relatório e estabelece o envio do papel de trabalho que evidencia a determinação da materialidade diretamente à Superintendência. A norma também exige que o auditor independente considere a suficiência de capital da empresa auditada como um critério relevante no processo de determinação da materialidade.

O normativo também torna obrigatória a divulgação dos Principais Assuntos de Auditoria (PAAs) sobre as demonstrações financeiras nos relatórios da auditoria contábil independente. Com isso, busca-se dar publicidade a assuntos que, segundo o julgamento profissional do auditor, foram os mais relevantes ao longo do processo de auditoria das demonstrações contábeis.

A divulgação dos PAAs será útil para que as áreas de supervisão da Susep e demais usuários das demonstrações financeiras auditadas possam identificar os temas que mereceram maior atenção do auditor durante seus trabalhos, com a devida justificativa e o tratamento definido para sua análise. 

“Trata-se de medida essencial para aprimoramento das ferramentas da autarquia em seu processo fiscalizatório”,explica o coordenador-geral de Regulação Prudencial da Susep, Cesar Neves. Com a divulgação da materialidade e dos PAA’s, aumenta-se a capacidade de atuação preventiva da autarquia, criando condições mais favoráveis para que atue de forma tempestiva, evitando agravamento das condições de insolvência das entidades supervisionadas.

Fenacor e Sincors lançam ferramenta para adequação à LGPD

A LGPD, que entrou em vigor em setembro, abrange todas as empresas que utilizam dados pessoais de clientes, empregados ou terceirizados, exatamente o foco da atividade profissional exercida pelos corretores de seguros

Fonte: Fenacor

A Fenacor e os Sincors estão disponibilizando ferramenta para que corretores de seguros de todo o Brasil possam se adequar aos dispositivos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e evitar, dessa forma, ações judiciais, punições e multas elevadas que podem, em alguns casos, inviabilizar a continuidade da empresa.

Trata-se do LGPDCOR, que reúne as soluções específicas para as necessidades de empresas corretoras de seguros. “Esta é a primeira iniciativa setorial, de âmbito nacional, de adequação à LGPD”, afirma Paulo Moura, executivo da Quinto Domínio Plataformas Cibernéticas, empresa que desenvolveu a ferramenta em parceira com a Fenacor e os Sincors. 

A solução poderá ser contratada por qualquer corretor de seguros. Mas, para os associados ao Sincor serão ofertados descontos especiais, que podem chegar a 65% mesmo se comparados aos similares que oferecem as melhores soluções. Além disso, os corretores de seguros poderão disponibilizar e vender o LGPDCOR para seus clientes, com um valor muito acessível e competitivo, e ainda se rentabilizarem muito bem, o que cria, na prática, um novo e promissor nicho de mercado para a categoria.

“Para esses mesmos clientes, o corretor poderá oferecer também o seguro contra riscos cibernéticos”, sugere Paulo Moura. Outro diferencial é que todos receberão um “Certificado de Adequação”, importante diferencial para indicar que a empresa está cumprindo a Lei e que não há riscos para os dados pessoais dos consumidores. Esse certificado será renovado a cada ano, bastando aos corretores comprovarem que continuam seguindo todos os requisitos estabelecidos. 

A ENS e os Sincor iniciarão um treinamento para que aqueles que contratarem o LGPDCOR aprendam a utilizar a plataforma e a cadastrar os dados dos seus clientes, gerir os riscos e eventuais incidentes, gerar relatórios e utilizar a biblioteca na qual estão formulários, avisos e cronogramas, além de mais de 30 documentos que poderão ser utilizados em diversas ocasiões, como no termo de consentimento dos clientes para o uso de seus dados pessoais. 

Haverá ainda uma cartilha com o passo a passo de todo o processo de estrutura de governança, assessoria jurídica e mapeamento dos processos. As Corretoras de Seguros interessadas em contratar essa ferramenta já podem acessar e obter todas as informações sobre o LGPDCOR neste endereço eletrônico: https://www.fenacor.org.br/Servicos/LgpdCor 

PUNIÇÕES. Vale lembrar que a LGPD, que entrou em vigor em setembro, abrange todas as empresas que utilizam dados pessoais de clientes, empregados ou terceirizados, exatamente o foco da atividade profissional exercida pelos corretores de seguros, o que aumenta a responsabilidade e a importância de a categoria contar com uma ferramenta apropriada para adequação à lei. A lei prevê a possibilidade de a empresa ser alvo de multas pesadas que podem ser aplicadas em caso de incidente. “A sua empresa será responsabilizada pelo vazamento de dados pessoais ou pela utilização desses dados sem uma base legal adequada”, alerta o professor da ENS, Aluízio Barbosa