Artigo: Como segurar um valor intangível como obras de arte

por Cristiane Porto Rodrigues(*)

Como o filósofo Walter Benjamin conceituou em seu trabalho, o que define uma obra de arte é o fato de ser única. Não é algo a ser usado, mas a ser apreciado – o que significa que se trata de um bem com valor cultural e também emocional.  Isso, porém, não impede que uma obra de arte tenha valor monetário.  Como parte de um patrimônio, assim como qualquer outro, está sujeita a riscos e perdas. 

Se uma obra de arte é importante para você, seja por causa do valor financeiro ou da conexão emocional, fazer um seguro é fundamental. Afinal, por mais que você trate suas peças com cuidado, não há garantia de que ela não venha a ser afetada por outros ou pela natureza. Danos causados ​​pela água ou incêndio podem exigir restaurações caras, roubos ou avarias ocorridas quando as peças são transportadas para um museu, casa de leilões, galeria ou simplesmente realocação durante uma mudança, também são riscos fora de seu controle.

Colecionáveis, obras de arte, móveis de design, objetos de decoração, tapetes e tapeçarias e antiguidades são alguns dos itens normalmente cobertos por uma apólice de seguro de Obras de Arte. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, elas não devem ser integradas a uma apólice patrimonial. O impacto financeiro associado a perda de uma obra de arte pode ser bastante considerável quando levadas em consideração as taxas de restauração e a depreciação do valor, que são cobertos pela maioria das apólices de obras de arte.  O seguro patrimonial, por não conter linguagem específica para esse tipo de bem, pode não responder a uma perda da mesma maneira.  Além disso, uma apólice exclusiva de Obras de Arte pode ter uma franquia muito baixa, dependendo das exposições, ao contrário das apólices patrimoniais. 

Não é raro que uma obra de arte seja armazenada ou exibida junto com outras peças, o que provoca um efeito cascata quando se falando em danos. A possibilidade de uma perda impactar várias obras ou até mesmo uma coleção inteira é muito real, especialmente nos dias de hoje, quando grandes catástrofes naturais estão se tornando cada vez mais comuns. Para colecionadores privados, muitas vezes a coleção de arte é um investimento e pode representar uma parte significativa de seu patrimônio geral. Fazer um seguro de arte protege o valor da coleção e a segurança financeira do segurado, porém, é preciso desmistificar a concepção de que só vale a pena fazer seguro para uma coleção que inclua muitas peças e, portanto, seja avaliada em uma determinada quantia. Em arte, existem apólices diferentes, assim como em outras linhas de produtos: segurar um iate, por exemplo, é diferente de segurar uma frota de cargueiros.  

As seguradoras precisam de uma prova do valor da obra a ser segurada, por isso, recibos de compra, atestados de originalidade e avaliações feitas por experts são fundamentais na hora de adquirir uma apólice, uma vez que todos os dados da obra são auto-declarados. Certifique-se de ter recebido um certificado de título ou autenticidade, pois o mundo da arte está repleto de falsificações. Manter registros organizados também ajuda a avaliar a arte por um valor justo. Mesmo que você comece com um registro em papel, faça o que puder para digitalizar o máximo possível para que possa facilmente, por e-mail, compartilhar esses resultados com uma seguradora. 

Não há um valor fixo para segurar obras de arte, pois se trata de um seguro muito personalizado – não apenas por conta das características das peças em si, mas também do tipo de cobertura que o segurado prefere.  Entre os fatores considerados, estão: o perfil do cliente, o tipo de arte, tamanho do risco, características específicas do local onde a arte é mantida, entre outros itens. Como as apólices de Belas Artes são geralmente subscritas com base em Todos os Riscos, ou “All Risks”, como é mundialmente conhecido, é importante prestar muita atenção às exclusões específicas listadas em uma proposta de cobertura, junto com os sublimites oferecidos para Trânsitos e Locais Não Nomeados. A AXAXL tem equipes com experiência nesse segmento, bem como com fortes relacionamentos com a comunidade artística, visando sempre favorecer o acesso aos melhores restauradores, conservadores e avaliadores.

Como reduzir o risco

Proteger obras de arte envolve mais do que a aquisição de uma apólice. É preciso ter consciência dos riscos aos quais ela está exposta e planejar e implementar estratégias de prevenção de perdas.

Depois que uma peça é comprada, por exemplo, o primeiro desafio é garantir a segurança no transporte. Uma obra de arte pode viajar por terra, mar ou ar para chegar ao seu destino, e é durante esse movimento que ocorre a maioria dos possíveis danos a uma obra de arte, como quedas, roubos e acidentes.  Para minimizar as chances de que isso ocorra, procure contratar empresas especializadas, transportadores não especializados não terão os procedimentos adequados para garantir que a arte seja transportada com segurança. Solicite imagens da peça no contêiner de armazenamento em que ela viajará para identificar quaisquer ferramentas ou artigos soltos que possam se mover durante a viagem e danificar a arte, opte por caixas personalizadas para obras de arte de alto valor, pois elas permitem uma amarração mais resistente para evitar o movimento durante o transporte. Vale a pena também fazer uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças que estão sendo movidas, bem como revisar os relatórios de condição antes e depois da mudança para garantir que a obra seja entregue sem danos. E não esqueça de incluir em sua apólice a garantia de que a peça será coberta antes da mudança e o valor seja adequado para cobrir uma perda total.

Galerias, museus, universidades e outras organizações estão constantemente em busca de novas obras para exibir em seus espaços, e se você decidiu emprestar uma obra de sua propriedade, comece solicitando o certificado de seguro e detalhes de como a apólice da entidade cobrirá a peça enquanto estiver sob seus cuidados, custódia e controle. A entidade tem cobertura “prego a prego” para ser coberta durante o transporte? Eles têm a cobertura adequada se a arte for transportada por via marítima ou aérea? Os limites de cobertura de sua apólice são adequados para cobrir uma perda total? Reveja o contrato de empréstimo para garantir que está evidenciado onde a arte será exibida, por quanto tempo e se será movida, e, por fim, se a entidade tem um plano de resposta a emergências.  Revise os relatórios de condição antes e depois do período de empréstimo para garantir que a arte seja devolvida sem danos. Assim como no transporte, após a aquisição da peça, ao emprestá-la você também precisa se certificar de que ela seja embalada e enviada por especialistas em transporte de arte.

Caso você precise armazenar suas obras de arte em um depósito, aqui vão algumas dicas importantes: revise sua apólice para checar se ela tem uma cobertura adequada para situações como essa; preste atenção à localização do depósito para avaliar se ele está localizado em uma área de alto risco de inundação, roubo, terremoto ou incêndio florestal; certifique-se de que a obra nunca seja mantida no chão; faça uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças armazenadas e, por fim, revise os relatórios de condição antes e depois de movê-los para o armazenamento, para garantir que a arte seja entregue sem danos.

(*) Cristiane Porto Rodrigues é Head of Art/ Brazil da AXA XL

Expectativa de PIB melhora para 2020, mas preocupações com déficit fiscal piora indicador para 2021

Priscila Aguiar, economista do CEM - Comissão Estudos de Mercado da CNseg

Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia, estima a economista da CNseg

O desconforto com os graves riscos fiscais tem agravado a preocupação do investidor com a inflação, que teve mais um ajuste nesta semana no relatório Focus, de 2,47% para 2,65%. Para Priscila Aguiar, economista do CEM – Comissão Estudos de Mercado da CNseg, responsável pelo boletim de Acompanhamento das Expectativas Econômicas divulgada pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp), da CNseg, dado que o resultado do IPCA de setembro ficou acima das expectativas, é natural que o mercado reveja suas projeções com base no resultado divulgado.

“Em relação ao governo, a falta de uma definição clara das ações relacionadas à política fiscal e a forma de financiamento do programa renda cidadã afetam as expectativas. Entretanto, o governo tem sinalizado de que não pretende furar o teto. Se as definições ocorrerem, as expectativas positivas se mantêm”, disse ela ao blog Sonho Seguro.

Segundo ela, Não há dúvidas de que definições de ajuste fiscal ajudariam a conter o risco de alta de juros, prevista pelos agentes do mercado financeiro para a última reunião do Copom do ano, em dezembro. “Entretanto, o Banco Central atua olhando não apenas para a evolução da inflação, mas também para a perspectiva do regime fiscal. Sendo dois fatores primordiais para as expectativas de longo prazo dos agentes financeiros”, comentou.

Leia abaixo o boletim completo:

O Banco Central (BC) divulgou na última semana o resultado do seu índice de atividade IBC-Br do mês de agosto –considerado uma prévia do PIB -, que registrou alta de 1,06% em relação a julho (com ajuste sazonal). Após a expressiva queda do índice em abril (-9,27% quando comparado a março), agosto já é o quarto mês consecutivo de resultados positivos, embora abaixo das expectativas do mercado, que esperava crescimento de 1,60%, segundo pesquisa da Reuters.

Na comparação mensal, houve um recuo de 3,92% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o índice está negativo em 3,09% e, no acumulado do ano até agosto, negativo em 5,44%. Os resultados do IBC-Br estão em linha com o desempenho da atividade econômica avaliado pelo monitor do PIB divulgado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador da FGV apontou crescimento de 2,2% em agosto, na comparação com julho.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, há retração de 4,9%. O que há de mais importante a reter dos dois indicadores, é que sinalizam a retomada das atividades, porém ainda em ritmo lento, e também o aumento das exportações – com destaque para os produtos agropecuários beneficiados pela alta taxa de câmbio -, como um fator que tem ajudado na recuperação da atividade econômica. Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia.

O Boletim Focus do BC mostra melhora na expectativa do PIB para 2020, passando de -5,03% para -5,00%. Para 2021, após 20 semanas de projeção em 3,50%, as expectativas foram reduzidas levemente e os analistas preveem um crescimento de 3,47%.

O setor de serviços ainda mostra resultado abaixo do esperado. A recuperação tende a ser mais lenta e mais sensível à crise pandêmica, sendo esperada uma melhora do cenário com o avanço das medidas de flexibilização do isolamento social. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de agosto, divulgada pelo IBGE, mostra queda de 10,0% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

No acumulado até agosto, a queda é de 9,0% e, em 12 meses, o recuo é de 5,3%, o mais intenso da série histórica. Entretanto, quando comparado com o mês de julho, houve crescimento de 2,9%, configurando-se na terceira taxa mensal positiva seguida. A alta do mês de agosto foi observada em quatro das cinco atividades pesquisadas.

Destaque para Serviços Prestados às Famílias (33,3%), que teve o maior avanço da série histórica, mas ainda acumula queda de 38,9% até agosto, refletindo a retomada lenta com a ampliação das medidas de flexibilização do isolamento social na prestação de serviços, principalmente os serviços de restaurantes, hotéis, academias de ginástica e salões de beleza em que foram autorizados ao retornos das atividades, mas com capacidade reduzida.

O grupo transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (3,9%), apresentou a segunda maior alta do mês, mas, no acumulado do ano, há retração de 8,9% em razão da redução no volume de operações de transporte aéreo e rodoviário de passageiros, rodoviário de cargas e metroferroviário de passageiros.

Entretanto, com o retorno das atividades do comércio, é esperado um aumento no tráfego de transporte rodoviário de cargas, atribuído à necessidade de armazenamento e distribuição do comércio. O único resultado negativo em agosto veio de serviços de informação e comunicação (- 1,4%), que acumula queda de 2,7% até agosto, reflexo das perdas de receita especialmente no segmento de telecomunicações.

Sobre os índices de preços, a recente divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços- Mercado) mostra uma alta de 2,92% na segunda prévia de outubro. No mesmo período do mês anterior, a alta foi de 4,57%. A FGV informou que a variação dos preços das commodities aliviou a pressão sobre a inflação no atacado, impactando a redução do índice. No acumulado até agosto, o índice está em 17,74%.

No Boletim Focus, é esperado um IGPM de 17,15% em 2020 e de 4,30% em 2021. Os demais indicadores que tiveram aumento na projeção da mediana no Boletim Focus foram a taxa de câmbio, que passou de R$/US$ 5,30 para R$/US$ 5,35 em 2020, mantendo a mesma mediana para 2021, R$/US$ 5,10; e o IPCA que, pela 10a semana consecutiva, registrou aumento na projeção da mediana do indicador, passando de 2,47% para 2,65% em 2020, ultrapassando o piso da meta que é de 2,5%.

No calendário econômico da semana, são aguardadas as divulgações do Índice de Confiança do Consumidor (22/10) e das estatísticas do setor externo do Banco Central (23/10).

Munich Re vê lucro no terceiro trimestre recuar para 200 milhões de euros

A Munich Re publicará informações detalhadas sobre seus números trimestrais, conforme programado para 5 de novembro de 2020

A Munich Re disse na terça-feira que antecipa uma queda acentuada no lucro do terceiro trimestre em meio a reclamações relacionadas ao surto de coronavírus e outros desastres, em comunicado enviado a jornalistas nesta terça-feira. A resseguradora alemã disse que espera lucro de cerca de 200 milhões de euros (US$ 236 milhões) no período, ante 865 milhões de euros um ano atrás, representando uma queda de 77%.

No terceiro trimestre, a Munich Re registrou perdas relacionadas ao COVID-19 totalizando cerca de € 800 milhões em resseguros. As perdas foram atribuídas a várias linhas de negócios, como seguros para grandes eventos e outros ramos elementares e negócios de vida e saúde.

Como resultado de grandes perdas em desastres naturais – particularmente vários furacões e incêndios florestais graves nos Estados Unidos – e perdas causadas pelo homem, a maior das quais foi a explosão no porto de Beirute, Munich Re também registrou o que foi uma carga de sinistros acima da média de “perdas maiores não COVID-19” por um único trimestre.

Sujeito ao resultado do fechamento trimestral em andamento, Munich Re antecipa – dado o bom desempenho mais uma vez na ERGO – um lucro de cerca de € 200 milhões (Q3 2019: € 865 milhões) para o terceiro trimestre de 2020.


 


 
 

Sala do Futuro expressa a capacidade de inovação do setor de seguros, afirma Coriolano

Presidente da CNseg participou da inauguração da “Sala do Futuro”, novo espaço de ensino da ENS dotado de alta tecnologia 

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, participou ontem, 19 de outubro, do “Seminário de Inovação” promovido pela Escola de Negócios em Seguros (ENS). O evento marcou a inauguração da “Sala do Futuro”, iniciativa da ENS que proporciona um espaço de ensino dotado de tecnologia de ponta que dispõe de múltiplos recursos e ferramentas para aulas remotas e presenciais.  

A data escolhida para o lançamento, 19 de outubro, celebra o Dia Nacional da Inovação e este ano marcou também a comemoração ao Dia do Securitário. “O lançamento da ‘Sala do Futuro’ é um evento paradigmático da capacidade de mudança do setor e também o coroamento do reposicionamento estratégico da Escola (ENS), que sempre respondeu rapidamente às transformações na área de seguros”, destacou Coriolano em sua participação no Seminário. 

Segundo o presidente da CNseg, “definir inovação é um desafio, uma vez que o conceito não possui um único significado”. E acrescentou: “Não é invenção, não é ineditismo, não é genial, porque, às vezes, é muito simples. Para falar a verdade, nem sempre é novo. Inovar, então, pode ser um pouco de cada uma das acepções a ela atribuídas, desde que se crie estratégias ou soluções para melhorar uma lei, uma ideia, um serviço, um produto”.

Marcio Coriolano destacou ainda: “A Escola de Negócios em Seguros é um patrimônio importantíssimo do mercado segurador. E por ela temos que zelar. Hoje e sempre. Uma Escola sempre capaz de se reinventar, para responder às mudanças velozes deste nosso mercado. Projetando no futuro a sua contribuição para a formação e desenvolvimento dos recursos humanos de um segmento essencial para a sociedade e para o País”. 

Para Coriolano, “o lançamento da ‘Sala do Futuro’ pela ENS é o coroamento do reposicionamento estratégico da Escola, proposto por Tarcísio Godoy e equipe, e acolhido com entusiasmo pelo Conselho de Administração. Do qual tenho a honra de integrar”. 

“A inovação passou a ser o nosso mantra maior, hoje expresso pela inauguração desta dependência fantástica, acompanhada do lançamento de uma obra seminal de propostas inovadoras para o nosso segmento econômico. É um belo presente para o Dia dos Corretores, que já comemoramos recentemente, e para o Dia dos Securitários, que hoje estamos comemorando”, afirmou. 

Rede Saúde Total fecha convênio com Associação Beneficente Heróis do Rio de Janeiro

Os planos variam de acordo com o pacote contratado, com planos que custam R$ 39,90, R$ 79,90 e R$119,90

Por Karem Soares

Com finalidade de proporcionar uma estrutura diferenciada para os oficiais e praças da Polícia Militar Rio de Janeiro, a Associação Beneficente Heróis do Rio de Janeiro – ABHRJ -, criou o Combo PROFAM Proteção Familiar, em parceria com a Rede Saúde Total e o Família Total.

Os dois produtos vão atender as demandas específicas da categoria, tendo como base oferecer um suporte financeiro para despesas emergenciais, na preservação do bem estar de toda família dos policiais que se dedicam em proteger a população, durante suas atividades profissionais. Os planos variam de acordo com o pacote contratado, com planos que custam entre R$ 39,90 e R$ 199,90 

O cartão Saúde Total vai contemplar os beneficiários com uma extensa rede particular credenciada e assistência a saúde, através de consultas e exames em consultórios e clínicas, com até 80% de desconto. Ao utilizar os serviços, o associado só vai pagar uma parte do custo do serviço utilizado, o que garante um serviço de excelência, comparado a pacientes de outros planos.

Dentro do pacote, será possível incluir até seis membros familiares, entre pais, irmãos, sogros, além de cônjuge e filhos, além de utilizar o Plano de Teleconsulta, que possui a telemedicina  como uma alternativa para que as consultas médicas sejam efetuadas, para que todos tenham qualidade de vida e não se preocupem com os riscos que podem correr ao se dirigir a uma clínica. 

O Família Total é um seguro de vida e acidentes pessoais que vai indenizar em casos de morte do policial titular do seguro, independente da causa, sendo natural ou acidental. O produto foi idealizado para contribuir com o reequilíbrio da estrutura familiar, através da indenização com capital mínimo referente à R$ 40.000,00. O beneficiário poderá personalizar o seguro de acordo com as suas necessidades.

De acordo com um dos sócios do Grupo Rede Saúde Total, Paulo Ribeiro, a iniciativa de fazer parte do Combo PROFAM Proteção Familiar será excelente para atender os membros da Associação, que poderão contar com uma rede de clínicas e consultórios, com preços acessíveis.

“Nós da Rede Saúde Total temos uma rede credenciada com mais de 30 mil estabelecimentos cadastrados em todo o Brasil, além e temos uma média de 25 mil atendimentos por mês. Oferecer os nossos serviços para os policiais militares de todo o Estado do Rio de Janeiro via associação, será um atenuante para complementar no fator qualidade de vida da categoria. Temos a certeza que essa parceria vai agregar em todos os aspectos para os beneficiários, que poderão ter atendimento de qualidade não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil”, explicou.

Icatu amplia facilidades e coberturas do Horizonte, seguro de vida com formação de reserva

Icatu Seguros

Produto passa a oferecer liberdade de escolha nas vigências das coberturas e uma nova experiência de venda 100% online

Fonte: Icatu

Maior seguradora entre as independentes, a Icatu Seguros traz mais flexibilidade para a comercialização do Horizonte, um dos produtos mais completos do mercado de Vida individual, que alia proteção e planejamento financeiro, com coberturas e benefícios customizados aos mais diversos perfis e realidades. Lançado no ano passado, este seguro é orientado pela inovação e oferece, além das coberturas tradicionais do seguro de Vida, a formação de reserva, inclusive com possibilidade de resgate pelo cliente. Com isso, o corretor ganha a oportunidade de ampliar ainda mais seu escopo de atuação.

A plataforma de vendas, cotação e contratação está ainda melhor, com um fluxo 100% online, que conta com assinatura eletrônica e análise inteligente da proposta, o que garante uma experiência intuitiva ao cliente e ao corretor. Com estas novidades o seguro pode ser aceito automaticamente após a conclusão da venda. Há ainda um novo fluxo de cartão de crédito com cobrança online e imediata, permitindo que o corretor receba a comissão ainda mais rápida. 

Além das melhorias digitais, o Horizonte passa a oferecer liberdade de escolha sobre a vigência das coberturas, prazos de pagamento flexíveis e inclusão de novas coberturas adicionais. Com mais autonomia e flexibilidade o segurado pode escolher estar protegido entre 10 anos, 20 anos, ou de forma vitalícia, conforme regras do produto.

As coberturas incluídas fazem este produto ser o mais completo do mercado. Agora os clientes podem contar com proteção por incapacidade temporária e invalidez por doença. Além de outras garantias para proteger o segurado e usufruir do produto ainda em vida, como doenças graves e invalidez por acidente.O Horizonte ainda conta com benefícios adicionais, como o Seguro Viagem e a Assistência Domiciliar, para todos os clientes.

Com intuito de democratizar o acesso dos brasileiros, o produto é comercializado a partir de R$ 100 e com mensalidades fixas, reajustadas apenas pela inflação. O segurado pode se proteger com capitais que variam entre R$ 50 mil e R$ 5 milhões.

Como este é um produto resgatável, a partir do 25° mês de vigência o cliente pode usar o valor de resgate disponível para qualquer imprevisto ou ainda para quitar antecipadamente o seguro. 

“Este é um produto flexível, que atende às principais necessidades de quem busca proteção financeira e que acompanha a reformulação que estamos fazendo em nossa grade para corretores, buscando opções cada vez mais alinhadas com o que seus clientes precisam”, afirma o gerente de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu Seguros, Gustavo Arruda. “Há coberturas temporárias, com proteção até a conclusão dos estudos de um filho, por exemplo, e condições variadas de pagamento, o que melhor se adequar ao perfil do segurado”, explica ele.

Fairfax é nova associada da FenaPrevi


A Fairfax Brasil, seguradora atuante nos segmentos comercial, industrial e de seguros para pessoa física (seguro de vida em grupo e acidentes pessoais), é a nova associada da FenaPrevi. A seguradora é uma empresa do conglomerado Fairfax Holding, grupo com mais de 28 anos de experiência e presente em mais de 100 países nos ramos de seguro e resseguro.

“Considero um passo importante a decisão da Fairfax Brasil de passar a fazer parte dos quadros da FenaPrevi, uma das associações mais representativas do setor. A entidade tem contribuído decisivamente para o desenvolvimento da indústria de seguros no país, representando e defendendo os interesses de seus associados, junto aos órgãos reguladores e o mercado”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

A Fairfax Brasil pertence ao grupo canadense Fairfax Holding e atua há mais de 10 anos no país. É uma das 20 maiores seguradoras e resseguradoras do mercado brasileiro. “Sentimos  muito orgulho por  termos conquistado o respeito e admiração junto aos nossos clientes e corretores pela qualidade na oferta de produtos e soluções inovadoras. Mais do que os indicadores financeiros e alta performance, o principal diferencial da Fairfax está na sua essência, nos seus valores.  A cultura do grupo está baseada nos pilares que fazem parte do nosso DNA: honestidade, integridade e transparência.”

A FenaPrevi congrega e representa empresas e entidades atuantes, no território nacional, nos segmentos de previdência privada (que soma aproximadamente R$ 1 trilhão em reservas) e de seguros de pessoas e tem por finalidade, buscar o fortalecimento dos segmentos econômicos onde atuam suas associadas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País.

Ex-presidente da Qualicorp lança operadora Qsaúde com planos a partir de R$ 246

O empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp, lançou sua nova operadora de planos de saúde, a Qsaúde, que recebeu investimentos de R$ 120 milhões. Inicialmente voltado para a cidade de São Paulo, o novo serviço oferecerá planos com mensalidades a partir de R$ 246,39, segundo comunicado divulgado pela companhia.

Segundo ele, o objetivo é oferecer um atendimento personalizado e humanizado. Seus usuários serão atendidos por médicos de família da Clínica Einstein e contarão com telemedicina 24 horas via aplicativo, por meio do botão Qcuidado.

A nova empresa contará ainda com parceiros de atendimento renomados como os hospitais Albert Einstein, Oswaldo Cruz, HCor, Santa Catarina (pediatria), H.Olhos e as maternidades Pro Matre, Santa Joana e Santa Maria. Para realização de exames, participam os centros de diagnósticos Delboni, Salomão Zoppi e Lavoisier e o do próprio Einstein. A opção de rede credenciada se dá de acordo com a modalidade de plano contratada.

A nova empresa, lançada no Dia do Médico, terá ampla campanha publicitária criada pela agência África com o slogan “Qsaúde – Agora a sua saúde tem um plano”. O casal Flávia Alessandra e Otaviano Costa foi o escolhido para apresentar a nova operadora de planos de saúde. O foco é a população da capital paulista que não tem plano de saúde ou que esteja insatisfeito com o seu plano atual.

Mitsui Sumitomo e seu cuidado com as Pessoas

“Percebemos no dia a dia funcionários engajados em aprimorar relacionamentos, fazer bons negócios, mais participativos, com mais diálogo”, diz Julia Frazatto, superintendente de Recursos Humanos e Marketing

Uma das principais pautas das seguradoras neste mês de outubro, depois das comemorações do Dia do Corretor e do Dia do Securitário, é sobre a retomada das atividades presenciais. Não é pra menos. Todo detalhe tem de ser exaustivamente discutido para preservar a saúde de todos. Saúde física, mental e financeira. Segundo Julia Frazatto, superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo Seguros, o grupo tem estudado o tema e prepara uma volta aos 300 profissionais que compõem o quadro de funcionários. “Estamos trabalhando bem próximos dos gestores para acompanhar como os times estão e como podemos oferecer o melhor para cada uma dessas pessoas, dentro de suas especificidades e necessidades”, contou ela ao blog Sonho Seguro. 

A pandemia teve um efeito diferente em cada pessoa, mas um ponto em comum foi o temor de ficar desempregado. Ciente disso, um passo importante para tranquilizar a equipe foi dado logo no início da pandemia, quando o grupo aderiu ao movimento #naodemita. Certamente foi determinante para que todos vencessem os primeiros desafios dos diversos ajustes necessários para montar um local de trabalho em casa. Passado isso, a grata surpresa: 100% da equipe em homeoffice, com 100% da operação funcionando sem problemas, com crescimento das vendas e atendimento a corretores e clientes fluindo sem ruídos.  

Esta pandemia trouxe diversas mudanças. Uma delas foi quebrar barreiras. “Criamos uma nova cultura dentro da Mitsui Sumitomo, que tem a palavra Tomoni como símbolo”, diz ela. “O termo significa ‘estamos juntos’ e a equipe abraçou isso. Percebemos no dia a dia funcionários engajados em aprimorar relacionamentos, fazer bons negócios, mais participativos, com mais diálogo”. 

As mudanças afetam vários aspectos da companhia. Um deles é o físico. Em obras aceleradas, o projeto de arquitetura traz um ambiente moderno, integrado, onde as pessoas têm mobilidade e se sentem à vontade para trabalhar onde quiserem, seja na mesa, no sofá, na sala de reunião. A primeira novidade ao voltar será encontrar um ambiente sem barreiras, sem diferenciação entre os níveis hierárquicos. Acabaram as baias. “Presidente não tem mais sala própria. Esta mudança comprova o cuidado que temos com as pessoas que trabalham aqui. Sinaliza o quanto valorizamos a participação de todos na construção do diálogo, com diversidade, sem distinção de hierarquia e com toda a personalidade da Mitsui Sumitomo”. 

Enquanto uma equipe prepara o ambiente físico para receber os funcionários, o RH tem conversado com todos para poder organizar uma volta ao trabalho que beneficie a todos. “Vamos respeitar o desejo de quem quer voltar, o momento de vida integrado no trabalho, a escola das crianças,  o uso do transporte público. Cada detalhe tem de ser preparado para que todos voltem com tranquilidade”.  

Os funcionários estão confiantes de que será no momento certo. “Temos vários canais de comunicação com a equipe. Desenvolvemos embaixadores, que são funcionários que facilitam a troca de informações, sugestões e esclarecimento de dúvidas. Eles ajudam a equipe de RH a desenvolver um relacionamento virtual mais humano e assertivo para que possamos alimentar bons sentimentos em todos. O café do nosso vice-presidente, Helio Kinoshita, com o grupo também traz muita confiança a equipe, uma vez que as informações são muito transparentes, contínuas desde o dia 23 de março, quando passamos a trabalhar em homeoffice”. 

Enquanto a Mitsui Sumitomo se esforça para reabrir com segurança os locais de trabalho, a equipe aguarda trabalhando, pois sabe que isso vai acontecer quando todos estiverem preparados. Isso é Tomoni!

Consultoria Partenariat comemora a classificação de duas clientes no sandbox da Susep

Michel Dubernet
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“Continuaremos a vivenciar transformações que serão um celeiro de oportunidade para empresas e profissionais mais ágeis e antenados”, diz Michel Dubernet

O consultor Michel Dubernet, que já foi CEO da Cardif na América Latina e vice-presidente da Axa, foi um dos responsáveis pela classificação de duas das 11 insurtechs que participaram do programa de sandbox da Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Ficamos muito felizes que duas das nossas clientes foram selecionadas”, comemora.

Há dois anos ele abriu uma consultoria especializada em seguros chamada Partenariat, que significa parceria em francês, e assessorou a 88io e a Emotion Seguros. Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida por Dubernet ao blog Sonho Seguro.

Qual o trabalho da consultoria neste processo do sandbox da Susep?

Estruturamos e elaboramos toda a documentação requerida pela Susep no edital de participação do projeto Sandbox. Para conseguir a aprovação, construímos junto com os empreendedores o plano de negócios, contendo detalhes do funcionamento da futura seguradora, desde objetivos estratégicos, entendimento do mercado, missão e visão, tecnologia e panorama operacional, incluindo arquitetura, segurança e prova de conceito, passando por plano de negócios, governança e execução do projeto.

Qual o escopo de atuação da consultoria?

A Partenariat é formada por oito executivos com longa trajetória nos setores de seguros, resseguros e corretagem em Latam e na Europa, mas principalmente no Brasil. Em 2018 resolvemos empreender juntos e nos unimos para fornecer as melhores soluções de negócios, produtos e tecnologia nesses domínios. Acreditamos no poder transformador de parcerias genuínas que são ganha-ganha, por isso o nome Partenariat, que significa parceria em francês. E o que foi interessante é que o Projeto Sandbox nos proporcionou trabalhar em todas as dimensões de nossa especialidade, e de maneira simultânea, nos dois projetos, que foram bastante distintos entre si.

Em que áreas atuam?

Hoje atuamos com 5 serviços principais para criar valor aos nossos clientes, aportar nossa experiência no mercado e contribuir com a evolução da indústria dos seguros, como acesso ao mercado, construção da organização, capital humano e desenvolvimento de talento, criação de produtos e serviços e também governança, risco e conformidade.

Como vê o futuro do mercado de seguros no médio prazo?

O potencial de crescimento do mercado brasileiro é altíssimo, mas isso já virou um clichê. Acreditamos que a concretização deste potencial está intimamente ligada as novas tecnologias e as novas formas de distribuição, contratação e prestação de serviços. E também de novos produtos, numa operação fluida em meio a um mar de dados e informações. Mas tudo tem de estar em linha com as necessidades atuais do consumidor contemporâneo, digital e dinâmico como nunca antes, que ainda precisam ser completamente entendidas e experimentadas pela indústria. E como já vimos em diversos setores, a inovação de verdade não acostuma vir das grandes empresas estabelecidas, que precisam sempre correr para não ficar para trás. Pois a inovação verdadeiramente radical vem das start-ups entrantes, que tem outro ritmo e não tem o legado das grandes. Por isto muito louvável a iniciativa posta em prática pela Susep de facilitar a incursão destas empresas no mercado, mas sem deixar de lado a garantia de proteção ao consumidor.

Quais as principais mudanças que serão vitais para retomar a produção em 2021?

O arrefecimento da atual pandemia e a consequente recuperação econômica talvez sejam capazes por si só de propiciar a retomada dos patamares de produção pré COVID-19. Porem não será uma recomposição idêntica a situação de antes: as empresas que aproveitaram para rever suas estratégias, produtos e processos, sempre em linha com a necessidade do cliente, saberão aproveitar melhor as oportunidades propiciadas pelo rearranjo econômico e de hábitos na sociedade. Os setores que vem apresentando forte crescimento, acima dos 9% do mercado, como Saúde e Odonto, que cresceram cerca de 12% em 2019 com relação a 2018, foram fortemente impactados porque são típicos da economia formal, mas devem recuperar a toada de crescimento, com a retomada econômica. Eles representam cerca de 44% do total do mercado.

E os seguros de afinidade?

Os seguros de afinidade (cerca de 5% do mercado), que também tiveram forte crescimento recente (mais de 20%), tendem a continuar se expandindo, agora mais por meio digital, no e-commerce e através dos bancos digitais e Fintechs.

Acredita que o crescimento do setor está atrelado ao da economia?

Não é somente a retomada econômica que pode impulsionar o mercado ou o seguro garantia de obras de infraestrutura. Temos as novas regulamentações, como a lei anticorrupção e os desdobramentos da Lava Jato que já impulsionaram os seguros de responsabilidade civil de administradores (D&O e E&O). Temos o aceite do seguro como substituto de depósitos judiciais que impulsionaram esta modalidade de seguro garantia. Agora temos a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que está estimulando os seguros cibernéticos. Temos outras iniciativas, como os seguros intermitentes em ramos tradicionais como auto e acidentes pessoais, a contratação digital que diminui ou mesmo elimina os custos de intermediação, bem como o uso intensivo da tecnologia, com o potencial de redução das despesas administrativas. É certo que podem ser obstáculos ao crescimento da produção, pois são seguros mais baratos. Mas trarão certamente maior eficiência na alocação de capital e geração de bem-estar econômico a coletividade dos segurados. Continuaremos a vivenciar transformações que serão um celeiro de oportunidade para empresas e profissionais mais ágeis e antenados.