COVID-19 acelera a digitalização de seguros para atender à demanda dos clientes

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Adotar uma nova mentalidade, alavancar processos inteligentes e colaborar com parceiros do ecossistema será crucial para atender às necessidades crescentes de negócios e clientes

As seguradoras devem explorar novas maneiras de construir recursos para atender às necessidades digitais dos clientes, conforme BigTechs1 e participantes não tradicionais entram no mercado de seguros, de acordo com o World InsurTech Report 2020 (WITR), publicado pela Capgemini e Efma. 

Com o COVID-19 aumentando o engajamento e as expectativas dos clientes, o World InsurTech Report 2020 descreve uma oportunidade crescente para as InsurTechs, à medida que as seguradoras se concentram em seus esforços de digitalização. E com as BigTechs marcando sua presença no setor de seguros, as fronteiras entre seguro, InsurTechs, BigTechs e parceiros de tecnologia estão se confundindo. As seguradoras precisam melhorar nas áreas de foco de alto impacto, incluindo foco no cliente, processos inteligentes, agilidade do produto e um ecossistema aberto para se manterem competitivas. 

“As seguradoras devem olhar para além de outras seguradoras como seus concorrentes e incluir BigTechs e outros novos participantes não tradicionais, que muitas vezes oferecem uma experiência superior ao cliente”,disse Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Formar relacionamentos escaláveis com InsurTechs ajudará as seguradoras a digitalizar com mais rapidez e eficiência, aprofundando seus relacionamentos com os clientes e ajudando-os a se defenderem desses novos participantes”.

“As companhias seguradoras precisam se tornar mais centradas no cliente em tudo o que fazem”, disse John Berry, CEO da Efma. “A maturidade e a disposição das InsurTechs em colaborar para trazer novas soluções de tecnologia para as seguradoras estão se acelerando, ajudando essas companhias a atender às crescentes expectativas dos clientes”.

Influência específica do setor do COVID-19 

O COVID-19 impactou subsetores do mercado de seguros de diferentes maneiras, visto que vida e saúde tiveram um aumento nos sinistros, enquanto viagens e automóveis sofreram um declínio. No entanto, todas as seguradoras sentiram mudanças na forma como seus clientes se relacionam com elas. Mesmo com mais de 90% dos operadores tradicionais totalmente capazes de conduzir negócios remotamente, eles sentiram o impacto da pandemia na aquisição e retenção de novos clientes. Cerca de 61% das seguradoras em julho contra 57% em abril acreditaram que o COVID-19 impactou a aquisição de novos clientes, e 42% das seguradoras em julho na comparação com 29% em abril acreditavam que teve impacto na retenção de clientes. 

BigTechs centrados no cliente são estrelas digitais 

Mas o COVID-19 não é a única ameaça à aquisição e retenção de clientes, as BigTechs elevaram o nível de experiência e confiança do cliente durante a pandemia, fornecendo aos consumidores processos à prova de crise, respostas em tempo real e atendimento intuitivo ao cliente. Não por acaso, a vontade dos segurados de adquirir seguro da BigTechs aumentou de 17% em 2016 para 36% em janeiro de 2020 e atingiu 44% em abril de 2020. 

Para competir com a BigTechs, as seguradoras precisam se concentrar em prioridades críticas que são importantes, incluindo a entrega de experiência superior ao cliente (94 %), processos à prova de crise (90%), entregar resposta em tempo real (87%), ser um parceiro atencioso (86%) e ter seguro como “utilities” (70%). Utilizar a nuvem e APIs abertas são essenciais, porém as seguradoras estão aquém. Apenas 19% das seguradoras representadas no relatório afirmam ter processos sem contato, 29% têm recursos de design centrado no ser humano e sistemas digitais, 38% implementaram APIs abertas e 48% têm uma empresa nativa da nuvem. 

Mais competição significa mais colaboração 

O relatório destaca que, para melhorar suas capacidades, as seguradoras podem construir e comprar tecnologia ou colaborar após ponderar cuidadosamente as compensações entre quatro fatores: tempo, investimento, autonomia e diferenciação. Colaborar por meio de parcerias é a maneira mais eficiente de obter a tecnologia necessária para permanecer competitivo no mercado. As parcerias com especialistas por meio de acesso compartilhado garantirão que todos os participantes da indústria de seguros possam se concentrar em suas competências essenciais e agregar melhor valor ao mesmo tempo que são eficientes em termos de custos. 

A vontade de colaborar entre os participantes no setor de seguros tem aumentado, e o Relatório Mundial InsurTech 2020 concluiu: 

-67% das seguradoras querem colaborar com a InsurTechs; 

-85% das InsurTechs querem fazer parceria com fornecedores de tecnologia, enquanto 83% querem colaborar com seguradoras; 

-Mais de 60% das seguradoras e InsurTechs estão interessadas em colaborar com as empresas BigTech. 

Uma nova mentalidade será necessária para que as empresas mudem de capacidade e propriedade de ativos para acesso compartilhado para promover a eficiência e encorajar parcerias com especialistas. Também permitirá que as empresas se concentrem em suas competências essenciais e forneçam melhor valor por meio da hiper personalização e da inovação conjunta contínua. 

Metodologia de relatório 

O World InsurTech Report (WITR) 2020 cobre todos os três amplos segmentos de seguro: vida, não vida e seguro saúde. O relatório deste ano se baseia em percepções de pesquisa de duas fontes principais – pesquisas e entrevistas com empresas de seguros tradicionais e empresas InsurTech. Esta pesquisa primária cobre percepções de mais de 175 executivos em 26 mercados: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Canadá, Cingapura, Croácia, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Israel, Itália, Japão, México, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia. 

André Caram assume área comercial da SulAmérica Investimentos

sulamerica

Há 14 anos na SulAmérica Investimentos, André Caram assume toda a área comercial da asset. O executivo passa a liderar integralmente o relacionamento com clientes investidores institucionais, distribuição e alta renda. Caram, que tem 25 anos de experiência no mercado, é graduado em Direito e Administração e possui MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV-SP, além de pós-graduação em Finanças pela Fundação Dom Cabral. 

A SulAmérica Investimentos possui R$ 48 bilhões sob gestão. Com 25 anos de história, a empresa detém há 11 anos a nota máxima de práticas de gestão de fundos e baseia sua excelência em transparência, rigoroso controle de risco e foco em retornos consistentes. 

Brasilprev leva educação financeira para mais de 100 mil pessoas

Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis.

Por meio da ação Projetos de Vida na Ponta do Lápis, desenvolvida em parceria com a sua acionista Principal e a Trevisan Escola de Negócios, a companhia entregou mais de duas mil palestras para alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da Grande São Paulo.

Fonte: Brasilprev

Com mais de duas mil apresentações ministradas em 10 anos de atividade, a iniciativa de educação financeira Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL), realizada pela Brasilprev, especialista e líder do setor de previdência privada, superou este ano a marca histórica de 106 mil pessoas beneficiadas. Subsidiada em conjunto com a Principal (acionista da Brasilprev) e realizada em parceria com a Trevisan Escola de Negócios, a ação acaba de ser renovada por mais dois anos.

As palestras gratuitas, que atendem alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da capital e do ABC paulista, abrangem em sua agenda a importância do planejamento e da educação financeira na vida dos cidadãos. Um destaque é o elevado índice de satisfação das apresentações, superior a 90%. Além disso, os alunos afirmam que os conteúdos os deixam mais seguros para tomar decisões em relação ao dinheiro e, assim, atingir objetivos, uma vez que entendem os benefícios do planejamento financeiro.

Por conta da relevância do projeto, em 2016, o PVPL foi certificado com o Selo ENEF da Estratégia Nacional de Educação Financeira, reconhecimento renovado em 2018. Promovido por órgãos do Governo Federal e da sociedade civil, o selo é direcionado a empresas que contribuem para o fortalecimento da cidadania, a solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos cidadãos.

“A Brasilprev entende o seu compromisso com a educação financeira do país, pois essa é uma dimensão fundamental para que os cidadãos planejem e conquistem os seus objetivos em plenitude. Por isso, há 10 anos, criamos o PVPL e, hoje, temos orgulho em anunciar a superação da marca de 100 mil pessoas beneficiadas, o que revela a ótima aceitação e o quão relevante é o projeto para a sociedade.”, afirma a diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis. “Principalmente neste momento, nesta nova realidade, em que a pandemia expõe a necessidade de se preparar financeiramente para possíveis percalços e desafios nas nossas trajetórias.”.

Para o diretor da Trevisan, Fernando Trevisan, o projeto tem um impacto direto nos jovens. “O trabalho tem grande importância em dois sentidos. O primeiro é levar para jovens de baixa renda, muitas vezes pela primeira vez, conceitos fundamentais de administração do seu orçamento pessoal, que pode ter impacto direto no dia a dia das suas famílias e no seu futuro profissional. Além disso, o projeto propicia que alunos universitários possam desenvolver suas habilidades de comunicação interpessoal ao realizar as palestras, obter um ganho extra para auxiliar nos seus estudos e aplicar na prática muito do que ele trabalha em sala de aula”.

Atuando como voluntário no PVPL, o microempreendedor Robson Jânio Souto destacou o acesso às diferentes realidades brasileiras. “O PVPL me aproximou de algumas habilidades que eu gostaria de aprimorar, como atuar em um projeto social na área de educação e falar em público, e além disso, o ganho social. Da mesma maneira que apresentei palestras para pré-adolescentes que queriam repetir viagens ao exterior, visitei escolas da periferia e instituições sociais nas quais a realidade era completamente diferente. Cada palestra é uma experiência nova e nós acabamos aprendendo muito com tudo isso”.

Aluno do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, Gustavo Lopes França afirmou que o projeto beneficia principalmente jovens que estão começando seus primeiros empregos e consequentemente irão receber os primeiros salários. “O conteúdo foi passado de maneira objetiva e muito clara, com certeza uma das melhores palestras que já tive na escola. Essa iniciativa da Brasilprev é muito importante, e eu gostaria de que mais jovens tivessem a oportunidade de acessar o projeto”.

Período de isolamento social e evolução do PVPL

Com o estabelecimento da dinâmica de isolamento social, causado pela crise da Covid-19, as palestras estão sendo realizadas remotamente. No formato de ensino à distância (EAD), já foram ministradas 54 edições online do PVPL, que atingiram mais de 2,1 mil pessoas.

Com a renovação do projeto, essa configuração digital da iniciativa permanecerá e, mesmo com o retorno do formato presencial, a ação contará com os dois modelos. Como próximos passos, o PVPL prevê a criação de uma plataforma para sustentação do processo em prol de uma cultura financeira (com jornada mapeada, com vídeos, e-books, podcasts, simulados, fóruns etc.), ou seja, ele passa da estrutura de palestra para ser um curso aprofundado com certificado. Os multiplicadores serão capacitados e terão como atividade o papel de “tutores” dos participantes, para orientá-los durante todo o processo.

Por fim, com a transformação digital do projeto, ele passa a ter uma abrangência maior, aumentando a sua capilaridade para as fronteiras além da Grande São Paulo, com atendimento a nível nacional.

Allianz Partners anuncia parceria com 99

Allianz 99

Mais de 700 mil motoristas agora podem contratar o serviço de assistência 24h por apenas R﹩ 9,99 por mês 

Fonte: Allianz Partners

A Allianz Partners anuncia uma parceria inédita com a 99, oferecendo o produto Allianz Help, por R﹩ 9,99 ao mês. Trata-se da oferta de serviços de socorro mecânico, reboque, troca de pneu, chaveiro, hospedagem e remoção inter-hospitalar aos mais de 700 mil motoristas cadastrados na plataforma. 

O produto poderá ser adquirido de forma rápida e fácil por intermédio de uma página dedicada exclusivamente aos motoristas parceiros da 99. “A iniciativa é inédita e traz inúmeras vantagens para que os condutores tenham mais tranquilidade ao dirigir no Brasil. Afinal, estamos sempre dispostos a atender as necessidades dos clientes a qualquer hora e em qualquer lugar”, explica Vincent Bleunven, CEO da Allianz Partners no Brasil. 

De acordo com o executivo, poder apoiar as operações de uma das maiores empresas de aplicativo de transporte é uma grande satisfação. “Nossos esforços estão concentrados para sempre oferecer o que há de melhor e mais inovador no mercado em termos de tecnologia no atendimento e, também, na compreensão das novas dinâmicas das cidades no que tange o futuro da mobilidade”, complementa. 

“Uma de nossas prioridades é oferecer cada vez mais segurança a todos os nossos stakeholders. Por isso, a parceria com a Allianz Partners reforça esse objetivo, contribuindo para a confiança dos motoristas parceiros na nossa plataforma”, afirma Georgio Dovas, Gerente de Novos Negócios da 99. 

Série de podcasts produzidos pela SulAmérica debatem saúde emocional

Disponíveis no Spotify, episódios são conduzidos por Marcela Ceribelli e 
tratam de depressão, ansiedade e isolamento 

Fonte: SulAmérica

Cuidar da saúde emocional subiu alguns degraus entre as prioridades das pessoas durante a pandemia. O assunto, muitas vezes visto como tabu e adiado em busca de tratamento, ficou evidente sobretudo durante o isolamento social. Para fomentar o movimento de quebra deste paradigma, a SulAmérica preparou uma série de seis podcasts, disponíveis no Spotify e conduzidos pela jornalista e podcaster Marcela Ceribelli, que entrevista profissionais especializados nos cuidados com a mente. Três já estão no ar: E a saúde emocional, como vai?Pare e respire – um papo sobre ansiedade; eDepressão – um perigo silencioso . 

“Queremos colaborar para a desmistificação desse tema. Muitas pessoas sofrem caladas por causa da falta de informação e do preconceito. Hoje vemos mais pessoas em busca de acolhimento para lidar com questões que muitas vezes foram adiadas. A pandemia trouxe essa reflexão e acelerou a mudança de hábito, mas ainda há muito a se fazer”, diz Tereza Veloso, diretora técnica Médica e Rede Credenciada da SulAmérica. 

Os podcasts fazem parte do programa Única Mente da SulAmérica, que é focado em prevenção, diagnose, tratamento e reabilitação de beneficiários com depressão, ansiedade, transtorno de pânico, burnout e estresse pós-traumático. O propósito é garantir a individualização das medidas terapêuticas, de acordo com as necessidades de cada caso, viabilizando o acesso e a qualidade do tratamento, assim como o acompanhamento da sua execução em todas as fases. 

Um levantamento recente da SulAmérica mostra que a procura pelo Única Mente aumentou 28% de abril a junho, em comparação aos meses de janeiro, fevereiro e março. Ansiedade e depressão são as patologias mais frequentes entre os beneficiários acompanhados. A pesquisa também aponta que os meses de maio, junho e julho foram os que apresentaram maior número de consultas dentro do programa: houve um aumento de 48% nos atendimentos de psiquiatria e psicologia em relação aos meses de fevereiro, março e abril. 

Crescimento de IPOs no Brasil aumenta procura por seguro específico para oferta pública (POSI)

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Fonte: AIG

Nos últimos meses, diversas empresas demonstraram interesse em abrir capital na bolsa brasileira. Estima-se que cerca de 40 companhias pretendem protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) até outubro, quando se encerra o prazo para a solicitação. Com esse mercado bastante aquecido, o setor de seguros tem verificado também um grande aumento na procura pelo seguro POSI (Public Offering Securities Insurance), apólice de Responsabilidade Civil para oferta pública de valores mobiliários. O produto visa conceder cobertura à emissora e seus diretores e administradores em relação a qualquer oferta de valores mobiliários que possua prospecto ou outros documentos da oferta, entre eles IPOs. 

“Ao longo do ano, vimos a procura aumentar, sendo que registramos um número recorde dos pedidos de cotação entre os meses de julho e agosto”, contou Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. “A procura pelo seguro está concentrada em empresas buscando IPOs ou ofertas subsequentes (follow ons), com oferta pública de ações ou emissão de dívidas, e existe uma maior procura das empresas em busca da emissão de valores mobiliários como alternativa para fortalecimento de caixa, o que resulta em maior demanda pelo POSI”, completa. 

Uma das líderes do segmento no Brasil, a AIG lançou o Seguro para Ofertas de valores mobiliários em meados dos anos 2000. Neste ano, considerando os dados do primeiro semestre, a seguradora manteve uma estabilidade no produto, porém teve uma maior procura por parte dos clientes, principalmente pelo aumento das ofertas públicas. 

“A conscientização sobre a importância deste seguro tem resultado na sua contratação sempre que a empresa vem a público com o interesse de abrir capital ou realizar oferta subsequente. Por isso, falar em crescimento do seguro POSI deve ser relacionado com a retomada dos planos de abertura de capital no Brasil que se fez mais visível nos últimos meses. E esse indicador parece não ter volta, pois mesmo neste momento em que estamos em uma situação econômica instável, é crescente o número de empresas fazendo esse movimento em busca de captação de recursos”, explica Flavio.  

A principal vantagem da contratação do POSI em separado do seguro de D&O (apólice voltada para executivos) é o fato de o segurado ter a possibilidade de contratar um limite específico para a operação, não ligado ao dia a dia da companhia. 

MAG Finanças inicia participação na fase restrita do PIX

mag financas

Isso deixará a emprega do grupo segurador apta a fazer testes e implementar APIs e assim facilitar pagamento de seguros

A MAG Investimentos promoveu na manhã de terça-feira (20) uma live para discutir o PIX. Participaram do debate João Manoel Pinho de Mello, diretor do Banco Central, Marcos Diniz, diretor executivo da MAG Finanças, Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos, e Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, que foi o moderador. 

O diretor do Banco Central contextualizou a nova modalidade de transação bancária, explicando seu desenvolvimento e vantagens para os usuários e empresas, ressaltando a segurança, velocidade, conveniência e multiplicidade de uso. “O PIX é tão ou mais seguro do que os meios de pagamento que existem no Brasil. Pois ele foi construído com base em uma larga experiência que o Bacen tem em operar plataformas de liquidação e meios de pagamento e contou com o apoio de diversas empresas e suas experiências em lidar com questões de segurança”, explica Mello. 

Durante a live, também foi anunciado que a MAG Finanças iniciou sua participação na fase restrita do PIX e, com isso, está apta a fazer testes e implementar APIs. Para o lançamento da modalidade de transações bancárias em sua cartela de serviços, a companhia apresentará no início de novembro seu novo aplicativo. “Disponível para Android e iOS, ele está ainda mais rápido e seguro, com uma tecnologia nativa, além de ter todas as funcionalidades do PIX”, afirma Diniz. 

Além disso, para a frente de prestadora de pagamentos da seguradora, serão revistas as cobranças de forma em geral, uma vez que existem barreiras nos processos burocráticos de algumas instituições, que exigem, até mesmo, autorização em papel, além de problemas no débito automático. “Isso prejudica a venda e por isso estamos buscando simplificar esse processo, porque o PIX agendado irá substituir o débito automático e o cliente precisará autorizar apenas uma vez. Nosso objetivo é entregar o melhor possível para o corretor”, completa o executivo. 

Para Patrícia Pereira, o interesse das pessoas na nova modalidade aponta a importância dessa iniciativa para o mercado. “O PIX irá democratizar a experiência de compra e conseguiremos ter um ciclo de política monetária que seja mais efetivo, dando espaço para a manutenção da taxa por ciclos maiores”, conclui Patrícia. 

O conteúdo está disponível na íntegra no canal do YouTube da MAG Investimentos 

Clientes que realizarem test drive no Peugeot 208 contam com seguro da Seguros SURA

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA e o Banco PSA reforçam parceria e juntas oferecem cobertura aos veículos de test drive do novo modelo Peugeot 208 em todo o Brasil, em caso de dano ao veículo e a terceiros. Os carros segurados serão identificados com adesivos da Seguros SURA nos para-brisas traseiros e com um crachá veicular pendurado no espelho retrovisor interno. 

“Esta parceria com a PSA para explorar esse novo mundo de seguros de mobilidade é fruto da nossa expertise no mercado de frotas e automóveis, que nos permitiu desenvolver uma solução específica para os modelos de test drive no lançamento da Peugeot”, explica Carlos Savarese, diretor de Mobilidade e Resseguros da Seguros SURA. “Esse é mais um serviço da Seguros SURA para “proporcionar bem-estar para as pessoas durante a jornada a partir de uma mobilidade segura para os deslocamentos do dia a dia”. 

O Seguro para Frotas de Automóveis oferece cobertura para danos ao veículo em caso de colisão, incêndio e roubo, além de danos a terceiros em caso de danos materiais e corporais. 

A fabricante tem uma estratégia diferenciada de vendas. Além de ampliar a frota de unidades disponíveis para test drive, a Peugeot promete oferecer uma nova modalidade de test drive, na qual alguns clientes poderão avaliá-lo por 24 horas, sem limite de quilometragem.

IRB disponibiliza relatório de agosto deste ano com perdas de R$ 65,4 milhões

Irb brasil re

Excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões 

Fonte: IRB

Em comunicado enviado hoje ao mercado e aos acionistas, o IRB Brasil RE informou que disponibilizou relatório periódico mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP).  

Para melhor entendimento, uma vez que o FIP atende ao plano de contas exigido pelo regulador, na data de hoje, o ressegurador disponibilizou em seu site de RI planilha com os dados financeiros referentes aos meses de janeiro a agosto de 2020, que reconcilia essas informações com o modelo Visão Negócio, já praticado pela companhia em suas divulgações periódicas. O comunicado ressalta que os dados estão sujeitos a mudanças e não foram auditados.  

A seguir, alguns dos destaques do período apresentados pelo IRB: 

  • Faturamento bruto de agosto/20 (Prêmio Emitido): atingiu R$ 697,6 milhões, mesmo nível de agosto de 2019, sendo R$ 357,6 milhões no Brasil e R$ 340,0 milhões no exterior. No exterior, o crescimento foi de 11,7%, compensado por um decréscimo no prêmio Brasil de 9,4% em relação a agosto de 2019.  
  • Faturamento de competência de agosto/20 (Prêmio Ganho): O prêmio ganho totalizou R$ 663 milhões.  
  • Índice de Sinistralidade (Despesas de Sinistros/Faturamento de Competência do período): a despesa de sinistro foi de R$ 593,8 milhões, com um índice de sinistralidade de 89,6% no mês de agosto, revertendo a tendência observada no primeiro semestre de 2020, que apresentou uma sinistralidade de 108,0%. Quando excluídos os sinistros dos negócios não continuados – cancelados e/ou não renovados – esse índice se situa em 56,0%.   
  • Índice de Gastos Externos (principalmente comissões) se situaram em 22,4%; e o de Gastos Internos (despesas administrativas) se situaram em 4,6%; enquanto o Índice de Resultado Financeiro e Patrimonial alcançou 7,1% do faturamento de competência de agosto/20.  
  • Contribuição Marginal (Resultado de “Underwriting” ou de Subscrição): em agosto de 2020, o resultado de underwriting foi negativo em R$ 99,3 milhões, devido à elevada sinistralidade dos negócios descontinuados no valor de R$ 263,1 milhões.  
  • Lucro (prejuízo) líquido: em agosto de 2020, o prejuízo líquido reportado foi de R$ 65,4 milhões (excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões).  

Webinar Sonho Seguro: “Do discurso à prática: Como as seguradoras cuidam do planeta?”

webinar sonho seguro

Evento acontece no dia 28 de outubro, às 11 horas, no canal do Youtube do Sonho Seguro. Agende-se para assistir no dia ou quando tiver uma brecha na agenda. Mas não perca este debate

Do discurso à prática: Como as seguradoras cuidam do planeta? Qual a estratégia de ESG adotada e o que mudou com a pandemia? Que tipo de serviço oferecem aos segurados que necessitam fazer descartes de bens? Que material é o mais recolhido a pedido dos consumidores e das seguradoras? Quem coleta “entulhos”?

Para responder essas e outras questões, o Blog Sonho Seguro realizará no dia 28 de outubro, às 11 horas, o webinar  “Como as seguradoras cuidam do planeta”. O objetivo é debater a estratégia das seguradoras no tema indicadores sociais, ambientais e de governança, conhecido pela sigla ESG, que tem pautado a mídia do mundo inteiro. Afinal, as demandas neste tema ganham protagonismo no mundo todo pois ajudam a determinar o melhor desempenho financeiro futuro das empresas. 

Os investimentos sustentáveis já são uma demanda prioritária tanto para grandes investidores como para pequenos consumidores, o que tem pressionado cada dia mais as empresas por práticas verdadeiramente “verdes”. Tão importante como não causar danos, as empresas precisam ter uma política clara de mitigação e adaptação dos riscos por conta das mudanças climáticas; proteção de recursos hídricos e marinhos; transição para a economia circular e reciclagem e proteção dos ecossistemas e biodiversidade.

A questão que fica é: como as seguradoras podem ajudar as empresas nesta jornada?

Participarão executivos de três seguradoras – Porto Seguro, Bradesco Auto RE e Zurich Brasil, por já implementarem ações diferenciadas e que são referência no setor neste assunto. Um importante passo já dado pelo setor é o Descarte Ecológico. Para falar deste tema, o blog convidou também a Ecoassist, empresa referência no mercado segurador neste serviço prestado à sociedade pelas seguradoras. 

Coloque na agenda e venha conferir esta conversa, com um tema importante para todos! Se inscreva no canal do YouTube do Sonho Seguro e ative o lembrete para participar no dia ou para assistir quando tiver uma brecha em sua agenda. 

Eber Souza, diretor geral da Ecoassist

A empresa tem a missão de desenvolver e implementar serviços e produtos inovadores e pioneiros de assistência ao consumo e ao desenvolvimento sustentável dos indivíduos e das empresas, visando uma melhoria contínua da qualidade de vida e do meio ambiente, estimulando clientes, colaboradores e parceiros à adoção de práticas sustentáveis diárias.  

Edson Franco, CEO Zurich Seguros 

Algumas operações da Zurich só indenizam o segurado mediante a coleta dos salvados. Essa é uma preocupação com o meio ambiente, pois os itens deixam de ser despejados em rios, ruas e calçadas. A Zurich fazendo isso, não está somente resolvendo o problema do segurado dela, mas de todo o meio ambiente.   

Marcelo Picanço, vice-presidente da Porto Seguro 

A Porto Seguro oferece o serviço de Descarte Inteligente para os segurados da Itaú Auto Residência, que não sabem o que fazer com os móveis velhos, geladeiras queimadas, fogões sem utilidade. Recentemente, lançou o serviço de Descarte Inteligente de Sacos de Entulho e Restos de Obras. Além disso, oferece o serviço de consultoria ambiental, que são dicas e orientações para o consumo consciente, reaproveitamento de recicláveis, entre outros. 

Ney Dias, diretor geral da Bradesco Seguros 

A Bradesco Auto RE, seguradora de bens do grupo Bradesco Seguros, oferece o serviço de Descarte Ecológico para os segurados do seguro residencial. É inegável a importância do exemplo da seguradora neste tema. Ações que contam com o engajamento do Bradesco tendem a ter grande apelo a todos.