5ª edição do SURA Talks destaca as perspectivas e o novo olhar do varejo

Realizada no último dia 15, a live contou com especialistas do mercado para uma conversa sobre a transformação digital acelerada e as mudanças nos hábitos de consumo

Fonte: Seguros SURA

A 5ª edição do SURA Talks, série de lives realizada pela Seguros SURA para apoiar micro, pequenas e médias empresas, abordou as perspectivas e o novo olhar do varejo em um mundo em transformação, onde o comportamento do consumidor muda constantemente e as empresas reinventam o modelo de negócios para entregar experiências em todos os pontos de contato. 

Durante o bate-papo mediado por Cristiano Saab, Vice – Presidente de Canais e Subscrição da Seguros SURA, os convidados James Mattos, Diretor de Vendas e Novos Negócios da Motorola Mobility, e Paula Blini, Gerente de Franchising da Arezzo&Co, compartilharam suas visões sobre a transformação digital acelerada no varejo e as perspectivas para este segmento que, segundo Saab, “é um importante termômetro para entender as mudanças no comportamento do consumidor”. 

De acordo com Paula Blini, a aceleração da transformação digital nada mais é do que a concretização de tendências que já estavam acontecendo há alguns anos. Para ela, o que faz a diferença para as marcas se relacionarem com o consumidor é a humanização, “é a empatia somada à tecnologia, que é um meio. O diferencial da transformação digital é o caminho da humanização e da conexão real com o cliente”. Para passar essa percepção ao consumidor, Blini comentou que “a chave é não focar apenas na comunicação do produto, e sim se conectar com o cliente para saber do que ele gosta e assim construir uma comunicação assertiva sobre o que é importante no seu dia a dia, o que vai muito além do produto”. 

Para isso, James destacou que o ponto fundamental é aumentar o valor do serviço ou produto para o consumidor de forma progressiva. “Pequenas mudanças em processos e no olhar para o comportamento do consumidor podem fazer grande diferença no negócio, pois as pessoas vão continuar a experimentar novos modelos de consumo e as empresas devem acompanhar esses movimentos”. Como exemplo, James comentou que boa parte da população que comprou pela primeira vez no e-commerce nos últimos meses “experimentou produtos e serviços diferentes no ambiente digital e quem entendeu o valor da tecnologia em benefício próprio, certamente continuará nessa realidade conectada”. 

Diante disso, os executivos enfatizaram que ações orientadas para que o consumidor se sinta acolhido, independente se estiver no ambiente físico ou digital, é um dos caminhos para a comunicação transparente e assertiva desta nova era. 

A 5ª edição do SURA Talks está disponível no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil. O projeto é resultado da iniciativa Empresas SURA, ecossistema de conhecimento com orientação gratuita para aumentar a competitividade das MPMEs. 

Desafios à frente, mas expansão é oportunidade para o setor segurador

cnseg Marcio Coriolano

Em webinar, Marcio Coriolano prevê alta de até 4% neste ano e possibilidade de voltar a crescer mais a partir de 2021

Fonte: CNseg

A arrecadação do setor segurador, mais uma vez resiliente diante de um PIB negativo, deverá fechar 2020 em alta entre 3,5% e 4% e poder voltar à casa de dois dígitos em 2021, se o PIB confirmar a trajetória positiva no próximo ano, com expansão projetada de mais de 3,4%. O prognóstico foi feito pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, ao participar do webinar “Expectativas e desafios para o setor de seguros no pós-pandemia”, realizado pelo Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindseg N/NE) nesta quarta-feira, 21, ao lado dos Presidentes do Sindseg N/NE, Ronaldo Dalcin, e do Sindseg BA/SE/TO, Alexandro Barbosa. 

“Vamos sair ainda maiores do que quando entramos na pandemia”, destacou Marcio Coriolano. Os números positivos do setor, porém, não tornarão menos complexa a tarefa de levar mais proteção aos segurados nos próximos anos, reconheceu ele, ao lembrar que ainda há gargalos de conhecimento sobre a importância do setor segurador, além de limitações geradas pela renda da população, pela trajetória da recuperação econômica e pelo índice de desemprego.  

A desaceleração econômica ocorrida prejudica o setor para atingir o seu potencial de crescimento, mas não o impede de atingir taxas mais altas de expansão. Nesse sentido, ele destacou o comportamento de 2019 (PIB cresceu 1,1% no período, e inflação inferior a 4%), quando o setor obteve um crescimento de mais de 12,2% sobre o exercício imediatamente anterior.  Na opinião do Presidente da CNseg, esse desempenho tem relação direta com a maior penetração dos seguros nos últimos 10 anos e com o progressivo reconhecimento do seguro como um instrumento efetivo de proteção. “Estamos constantemente rompendo barreiras, apresentando taxas de crescimento acima da inflação ou do PIB na última década”, afirmou ele, deixando claro, porém, que ainda há enormes faixas de público e de negócios sem a assistência do seguro, gerando muitas oportunidades novas.

Marcio Coriolano observou que o atual governo tem dado contribuições importantes para garantir tração ao crescimento futuro do setor, destacando avanços no seu marco regulatório, como o sandbox regulatório e regras de proporcionalidade de solvência de acordo com o tamanho das seguradoras. Disse que um fator importante para a modernização do marco regulatório dos seguros tem sido o alinhamento estreito da Susep com o Ministério da Economia. 

A seu ver, há um claro movimento no sentido de que o seguro seja um dos pilares do crescimento sustentado da economia. Em consequência, abrem-se novas possibilidades de expansão do mercado. Dessa agenda, participam tanto a recente reforma da Previdência Social, o novo marco do saneamento e até a perspectiva de privatização do seguro de Acidentes do Trabalho. A cada passo conquistado pelos seguros privados, criam-se condições de desonerar os cidadãos dos impostos que pagam para ter coberturas insuficientes, acrescentou Marcio Coriolano.

O Presidente da CNseg comentou que a pandemia afetou o comportamento de ramos e modalidades de seguros de maneira heterogênea, já que a crise de mobilidade que veio como combate à propagação do vírus atingiu de maneira diversa os setores econômicos. Ainda assim, alguns ramos de seguros, depois de abril e maio – os meses mais agudos de queda da economia -, reagiram mais rapidamente, como os seguros Rural, Vida, Residencial e Habitacional. A despeito de números, acrescentou Marcio Coriolano, o importante é que o seguro atinge cada vez mais pessoas, confirma sua solidez financeira, com a manutenção de indenizações na casa dos bilhões, cumprindo o papel de proteger pessoas e negócios, além de ser um dos maiores investidores institucionais, com seus R$ 1,2 trilhão em ativos garantidores, o que representa 27% da dívida pública do País.

Seguradora Líder lança projetos com UOL e R7 para reforçar o conhecimento sobre o Seguro DPVAT

Fonte: Líder

Administradora do Seguro DPVAT, a Seguradora Líder lança, esta semana, dois espaços dedicados nos portais de notícia UOL e R7 para levar ainda mais conhecimento sobre o Seguro para a população. Os projetos têm como objetivo reiterar a importância do DPVAT diante do cenário do trânsito brasileiro e, também, mostrar como a população pode ter acesso ao Seguro, que protege mais de 211 milhões de brasileiros.

Além de esclarecer dúvidas sobre coberturas, valores, documentações, prazos e canais de atendimento, as páginas apresentam, também, todo o processo de transformação vivido pelo Seguro nos últimos anos, incluindo os investimentos em tecnologia, seja para ampliar os pontos de atendimento, para dar mais celeridade aos processos ou no combate às fraudes, e como essas ações impactam positivamente a vida dos beneficiários.

Entre os dez países com mais óbitos registrados em acidentes de trânsito ao redor do mundo, o Brasil perde uma vida a cada 15 minutos para as ruas, avenidas, estradas e rodovias. O Seguro DPVAT atua para reparar parte dos danos para as vítimas de acidentes de trânsito e suas famílias. Para ficar por dentro das informações divulgadas, acesse as páginas do UOL e do R7.

Susep mudará solvência do setor a partir de janeiro

susep

Medida implementará a supervisão do risco de liquidez baseada nas características de cada entidade e pode liberar R$ 6,5 bilhões em junho de 2020

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública propostas de resolução e de circular que estabelecem nova abordagem para gestão do risco de liquidez das entidades supervisionadas e regulamentam a apuração do requisito de qualidade do patrimônio de solvência que garante o capital mínimo requerido para funcionamento. 

Atualmente, toda supervisionada deve possuir um montante fixo de ativos extremamente líquidos adicional à necessidade de cobertura das provisões técnicas correspondente a 20% do seu capital de risco. O valor total desse montante, denominado buffer de liquidez, era de cerca de R$ 6,5 bilhões em junho de 2020. 

Segundo o Diretor Técnico Vinícius Brandi, “a proposta, em linha com as melhores práticas internacionais, determina que a definição desses ativos líquidos passe a guardar relação com a estrutura de gestão de risco de liquidez das entidades e suas exposições a cada tipo de risco.” As supervisionadas, deste modo, precisarão definir estratégias e diretrizes relativas à gestão do risco de liquidez, em condições normais ou de estresse, o que inclui medidas para contornar eventuais situações de dificuldade. 

Adicionalmente, visando a manutenção da solvabilidade dos mercados e a convergência com a regulamentação internacional, em particular com a estrutura regulatória Europeia (Diretiva Solvência II), a proposta prevê a fixação de regras para apuração do requisito de qualidade do patrimônio de solvência (patrimônio líquido ajustado – PLA) para a devida cobertura do capital mínimo requerido. Assim, são definidos três níveis de PLA, com base nas características de disponibilidade e de subordinação de seus elementos na absorção de perdas. 

Considerando o disposto no art. 89 do Decreto-Lei 73/1966, propõe-se, ainda, a implementação do Plano de Regularização de Cobertura, em substituição ao atual Plano de Regularização de Liquidez, que será requerido para recompor a situação das entidades quando houver insuficiência de ativo garantidor em relação ao montante de provisões técnicas.  

Por fim, são propostos ajustes específicos no cômputo do PLA e a vedação de remuneração do capital próprio e o aumento da remuneração de diretores, quando as entidades apresentarem problemas de solvência. 

O Coordenador-Geral de Regulação Prudencial, César Neves, acredita que “as mudanças propostas representam redução dos custos regulatórios, em linha com os objetivos estabelecidos pela Susep, com aumento da qualidade na supervisão do risco de liquidez”. “As alterações representam maior flexibilidade na alocação dos ativos das supervisionadas com boa gestão, o que possibilitará o desenvolvimento e inovação do setor” complementa.

COVID-19 acelera a digitalização de seguros para atender à demanda dos clientes

insurtechs

Adotar uma nova mentalidade, alavancar processos inteligentes e colaborar com parceiros do ecossistema será crucial para atender às necessidades crescentes de negócios e clientes

As seguradoras devem explorar novas maneiras de construir recursos para atender às necessidades digitais dos clientes, conforme BigTechs1 e participantes não tradicionais entram no mercado de seguros, de acordo com o World InsurTech Report 2020 (WITR), publicado pela Capgemini e Efma. 

Com o COVID-19 aumentando o engajamento e as expectativas dos clientes, o World InsurTech Report 2020 descreve uma oportunidade crescente para as InsurTechs, à medida que as seguradoras se concentram em seus esforços de digitalização. E com as BigTechs marcando sua presença no setor de seguros, as fronteiras entre seguro, InsurTechs, BigTechs e parceiros de tecnologia estão se confundindo. As seguradoras precisam melhorar nas áreas de foco de alto impacto, incluindo foco no cliente, processos inteligentes, agilidade do produto e um ecossistema aberto para se manterem competitivas. 

“As seguradoras devem olhar para além de outras seguradoras como seus concorrentes e incluir BigTechs e outros novos participantes não tradicionais, que muitas vezes oferecem uma experiência superior ao cliente”,disse Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Formar relacionamentos escaláveis com InsurTechs ajudará as seguradoras a digitalizar com mais rapidez e eficiência, aprofundando seus relacionamentos com os clientes e ajudando-os a se defenderem desses novos participantes”.

“As companhias seguradoras precisam se tornar mais centradas no cliente em tudo o que fazem”, disse John Berry, CEO da Efma. “A maturidade e a disposição das InsurTechs em colaborar para trazer novas soluções de tecnologia para as seguradoras estão se acelerando, ajudando essas companhias a atender às crescentes expectativas dos clientes”.

Influência específica do setor do COVID-19 

O COVID-19 impactou subsetores do mercado de seguros de diferentes maneiras, visto que vida e saúde tiveram um aumento nos sinistros, enquanto viagens e automóveis sofreram um declínio. No entanto, todas as seguradoras sentiram mudanças na forma como seus clientes se relacionam com elas. Mesmo com mais de 90% dos operadores tradicionais totalmente capazes de conduzir negócios remotamente, eles sentiram o impacto da pandemia na aquisição e retenção de novos clientes. Cerca de 61% das seguradoras em julho contra 57% em abril acreditaram que o COVID-19 impactou a aquisição de novos clientes, e 42% das seguradoras em julho na comparação com 29% em abril acreditavam que teve impacto na retenção de clientes. 

BigTechs centrados no cliente são estrelas digitais 

Mas o COVID-19 não é a única ameaça à aquisição e retenção de clientes, as BigTechs elevaram o nível de experiência e confiança do cliente durante a pandemia, fornecendo aos consumidores processos à prova de crise, respostas em tempo real e atendimento intuitivo ao cliente. Não por acaso, a vontade dos segurados de adquirir seguro da BigTechs aumentou de 17% em 2016 para 36% em janeiro de 2020 e atingiu 44% em abril de 2020. 

Para competir com a BigTechs, as seguradoras precisam se concentrar em prioridades críticas que são importantes, incluindo a entrega de experiência superior ao cliente (94 %), processos à prova de crise (90%), entregar resposta em tempo real (87%), ser um parceiro atencioso (86%) e ter seguro como “utilities” (70%). Utilizar a nuvem e APIs abertas são essenciais, porém as seguradoras estão aquém. Apenas 19% das seguradoras representadas no relatório afirmam ter processos sem contato, 29% têm recursos de design centrado no ser humano e sistemas digitais, 38% implementaram APIs abertas e 48% têm uma empresa nativa da nuvem. 

Mais competição significa mais colaboração 

O relatório destaca que, para melhorar suas capacidades, as seguradoras podem construir e comprar tecnologia ou colaborar após ponderar cuidadosamente as compensações entre quatro fatores: tempo, investimento, autonomia e diferenciação. Colaborar por meio de parcerias é a maneira mais eficiente de obter a tecnologia necessária para permanecer competitivo no mercado. As parcerias com especialistas por meio de acesso compartilhado garantirão que todos os participantes da indústria de seguros possam se concentrar em suas competências essenciais e agregar melhor valor ao mesmo tempo que são eficientes em termos de custos. 

A vontade de colaborar entre os participantes no setor de seguros tem aumentado, e o Relatório Mundial InsurTech 2020 concluiu: 

-67% das seguradoras querem colaborar com a InsurTechs; 

-85% das InsurTechs querem fazer parceria com fornecedores de tecnologia, enquanto 83% querem colaborar com seguradoras; 

-Mais de 60% das seguradoras e InsurTechs estão interessadas em colaborar com as empresas BigTech. 

Uma nova mentalidade será necessária para que as empresas mudem de capacidade e propriedade de ativos para acesso compartilhado para promover a eficiência e encorajar parcerias com especialistas. Também permitirá que as empresas se concentrem em suas competências essenciais e forneçam melhor valor por meio da hiper personalização e da inovação conjunta contínua. 

Metodologia de relatório 

O World InsurTech Report (WITR) 2020 cobre todos os três amplos segmentos de seguro: vida, não vida e seguro saúde. O relatório deste ano se baseia em percepções de pesquisa de duas fontes principais – pesquisas e entrevistas com empresas de seguros tradicionais e empresas InsurTech. Esta pesquisa primária cobre percepções de mais de 175 executivos em 26 mercados: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Canadá, Cingapura, Croácia, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Israel, Itália, Japão, México, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia. 

André Caram assume área comercial da SulAmérica Investimentos

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Há 14 anos na SulAmérica Investimentos, André Caram assume toda a área comercial da asset. O executivo passa a liderar integralmente o relacionamento com clientes investidores institucionais, distribuição e alta renda. Caram, que tem 25 anos de experiência no mercado, é graduado em Direito e Administração e possui MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV-SP, além de pós-graduação em Finanças pela Fundação Dom Cabral. 

A SulAmérica Investimentos possui R$ 48 bilhões sob gestão. Com 25 anos de história, a empresa detém há 11 anos a nota máxima de práticas de gestão de fundos e baseia sua excelência em transparência, rigoroso controle de risco e foco em retornos consistentes. 

Brasilprev leva educação financeira para mais de 100 mil pessoas

Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis.

Por meio da ação Projetos de Vida na Ponta do Lápis, desenvolvida em parceria com a sua acionista Principal e a Trevisan Escola de Negócios, a companhia entregou mais de duas mil palestras para alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da Grande São Paulo.

Fonte: Brasilprev

Com mais de duas mil apresentações ministradas em 10 anos de atividade, a iniciativa de educação financeira Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL), realizada pela Brasilprev, especialista e líder do setor de previdência privada, superou este ano a marca histórica de 106 mil pessoas beneficiadas. Subsidiada em conjunto com a Principal (acionista da Brasilprev) e realizada em parceria com a Trevisan Escola de Negócios, a ação acaba de ser renovada por mais dois anos.

As palestras gratuitas, que atendem alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da capital e do ABC paulista, abrangem em sua agenda a importância do planejamento e da educação financeira na vida dos cidadãos. Um destaque é o elevado índice de satisfação das apresentações, superior a 90%. Além disso, os alunos afirmam que os conteúdos os deixam mais seguros para tomar decisões em relação ao dinheiro e, assim, atingir objetivos, uma vez que entendem os benefícios do planejamento financeiro.

Por conta da relevância do projeto, em 2016, o PVPL foi certificado com o Selo ENEF da Estratégia Nacional de Educação Financeira, reconhecimento renovado em 2018. Promovido por órgãos do Governo Federal e da sociedade civil, o selo é direcionado a empresas que contribuem para o fortalecimento da cidadania, a solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos cidadãos.

“A Brasilprev entende o seu compromisso com a educação financeira do país, pois essa é uma dimensão fundamental para que os cidadãos planejem e conquistem os seus objetivos em plenitude. Por isso, há 10 anos, criamos o PVPL e, hoje, temos orgulho em anunciar a superação da marca de 100 mil pessoas beneficiadas, o que revela a ótima aceitação e o quão relevante é o projeto para a sociedade.”, afirma a diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis. “Principalmente neste momento, nesta nova realidade, em que a pandemia expõe a necessidade de se preparar financeiramente para possíveis percalços e desafios nas nossas trajetórias.”.

Para o diretor da Trevisan, Fernando Trevisan, o projeto tem um impacto direto nos jovens. “O trabalho tem grande importância em dois sentidos. O primeiro é levar para jovens de baixa renda, muitas vezes pela primeira vez, conceitos fundamentais de administração do seu orçamento pessoal, que pode ter impacto direto no dia a dia das suas famílias e no seu futuro profissional. Além disso, o projeto propicia que alunos universitários possam desenvolver suas habilidades de comunicação interpessoal ao realizar as palestras, obter um ganho extra para auxiliar nos seus estudos e aplicar na prática muito do que ele trabalha em sala de aula”.

Atuando como voluntário no PVPL, o microempreendedor Robson Jânio Souto destacou o acesso às diferentes realidades brasileiras. “O PVPL me aproximou de algumas habilidades que eu gostaria de aprimorar, como atuar em um projeto social na área de educação e falar em público, e além disso, o ganho social. Da mesma maneira que apresentei palestras para pré-adolescentes que queriam repetir viagens ao exterior, visitei escolas da periferia e instituições sociais nas quais a realidade era completamente diferente. Cada palestra é uma experiência nova e nós acabamos aprendendo muito com tudo isso”.

Aluno do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, Gustavo Lopes França afirmou que o projeto beneficia principalmente jovens que estão começando seus primeiros empregos e consequentemente irão receber os primeiros salários. “O conteúdo foi passado de maneira objetiva e muito clara, com certeza uma das melhores palestras que já tive na escola. Essa iniciativa da Brasilprev é muito importante, e eu gostaria de que mais jovens tivessem a oportunidade de acessar o projeto”.

Período de isolamento social e evolução do PVPL

Com o estabelecimento da dinâmica de isolamento social, causado pela crise da Covid-19, as palestras estão sendo realizadas remotamente. No formato de ensino à distância (EAD), já foram ministradas 54 edições online do PVPL, que atingiram mais de 2,1 mil pessoas.

Com a renovação do projeto, essa configuração digital da iniciativa permanecerá e, mesmo com o retorno do formato presencial, a ação contará com os dois modelos. Como próximos passos, o PVPL prevê a criação de uma plataforma para sustentação do processo em prol de uma cultura financeira (com jornada mapeada, com vídeos, e-books, podcasts, simulados, fóruns etc.), ou seja, ele passa da estrutura de palestra para ser um curso aprofundado com certificado. Os multiplicadores serão capacitados e terão como atividade o papel de “tutores” dos participantes, para orientá-los durante todo o processo.

Por fim, com a transformação digital do projeto, ele passa a ter uma abrangência maior, aumentando a sua capilaridade para as fronteiras além da Grande São Paulo, com atendimento a nível nacional.

Allianz Partners anuncia parceria com 99

Allianz 99

Mais de 700 mil motoristas agora podem contratar o serviço de assistência 24h por apenas R﹩ 9,99 por mês 

Fonte: Allianz Partners

A Allianz Partners anuncia uma parceria inédita com a 99, oferecendo o produto Allianz Help, por R﹩ 9,99 ao mês. Trata-se da oferta de serviços de socorro mecânico, reboque, troca de pneu, chaveiro, hospedagem e remoção inter-hospitalar aos mais de 700 mil motoristas cadastrados na plataforma. 

O produto poderá ser adquirido de forma rápida e fácil por intermédio de uma página dedicada exclusivamente aos motoristas parceiros da 99. “A iniciativa é inédita e traz inúmeras vantagens para que os condutores tenham mais tranquilidade ao dirigir no Brasil. Afinal, estamos sempre dispostos a atender as necessidades dos clientes a qualquer hora e em qualquer lugar”, explica Vincent Bleunven, CEO da Allianz Partners no Brasil. 

De acordo com o executivo, poder apoiar as operações de uma das maiores empresas de aplicativo de transporte é uma grande satisfação. “Nossos esforços estão concentrados para sempre oferecer o que há de melhor e mais inovador no mercado em termos de tecnologia no atendimento e, também, na compreensão das novas dinâmicas das cidades no que tange o futuro da mobilidade”, complementa. 

“Uma de nossas prioridades é oferecer cada vez mais segurança a todos os nossos stakeholders. Por isso, a parceria com a Allianz Partners reforça esse objetivo, contribuindo para a confiança dos motoristas parceiros na nossa plataforma”, afirma Georgio Dovas, Gerente de Novos Negócios da 99. 

Série de podcasts produzidos pela SulAmérica debatem saúde emocional

Disponíveis no Spotify, episódios são conduzidos por Marcela Ceribelli e 
tratam de depressão, ansiedade e isolamento 

Fonte: SulAmérica

Cuidar da saúde emocional subiu alguns degraus entre as prioridades das pessoas durante a pandemia. O assunto, muitas vezes visto como tabu e adiado em busca de tratamento, ficou evidente sobretudo durante o isolamento social. Para fomentar o movimento de quebra deste paradigma, a SulAmérica preparou uma série de seis podcasts, disponíveis no Spotify e conduzidos pela jornalista e podcaster Marcela Ceribelli, que entrevista profissionais especializados nos cuidados com a mente. Três já estão no ar: E a saúde emocional, como vai?Pare e respire – um papo sobre ansiedade; eDepressão – um perigo silencioso . 

“Queremos colaborar para a desmistificação desse tema. Muitas pessoas sofrem caladas por causa da falta de informação e do preconceito. Hoje vemos mais pessoas em busca de acolhimento para lidar com questões que muitas vezes foram adiadas. A pandemia trouxe essa reflexão e acelerou a mudança de hábito, mas ainda há muito a se fazer”, diz Tereza Veloso, diretora técnica Médica e Rede Credenciada da SulAmérica. 

Os podcasts fazem parte do programa Única Mente da SulAmérica, que é focado em prevenção, diagnose, tratamento e reabilitação de beneficiários com depressão, ansiedade, transtorno de pânico, burnout e estresse pós-traumático. O propósito é garantir a individualização das medidas terapêuticas, de acordo com as necessidades de cada caso, viabilizando o acesso e a qualidade do tratamento, assim como o acompanhamento da sua execução em todas as fases. 

Um levantamento recente da SulAmérica mostra que a procura pelo Única Mente aumentou 28% de abril a junho, em comparação aos meses de janeiro, fevereiro e março. Ansiedade e depressão são as patologias mais frequentes entre os beneficiários acompanhados. A pesquisa também aponta que os meses de maio, junho e julho foram os que apresentaram maior número de consultas dentro do programa: houve um aumento de 48% nos atendimentos de psiquiatria e psicologia em relação aos meses de fevereiro, março e abril. 

Crescimento de IPOs no Brasil aumenta procura por seguro específico para oferta pública (POSI)

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Fonte: AIG

Nos últimos meses, diversas empresas demonstraram interesse em abrir capital na bolsa brasileira. Estima-se que cerca de 40 companhias pretendem protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) até outubro, quando se encerra o prazo para a solicitação. Com esse mercado bastante aquecido, o setor de seguros tem verificado também um grande aumento na procura pelo seguro POSI (Public Offering Securities Insurance), apólice de Responsabilidade Civil para oferta pública de valores mobiliários. O produto visa conceder cobertura à emissora e seus diretores e administradores em relação a qualquer oferta de valores mobiliários que possua prospecto ou outros documentos da oferta, entre eles IPOs. 

“Ao longo do ano, vimos a procura aumentar, sendo que registramos um número recorde dos pedidos de cotação entre os meses de julho e agosto”, contou Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. “A procura pelo seguro está concentrada em empresas buscando IPOs ou ofertas subsequentes (follow ons), com oferta pública de ações ou emissão de dívidas, e existe uma maior procura das empresas em busca da emissão de valores mobiliários como alternativa para fortalecimento de caixa, o que resulta em maior demanda pelo POSI”, completa. 

Uma das líderes do segmento no Brasil, a AIG lançou o Seguro para Ofertas de valores mobiliários em meados dos anos 2000. Neste ano, considerando os dados do primeiro semestre, a seguradora manteve uma estabilidade no produto, porém teve uma maior procura por parte dos clientes, principalmente pelo aumento das ofertas públicas. 

“A conscientização sobre a importância deste seguro tem resultado na sua contratação sempre que a empresa vem a público com o interesse de abrir capital ou realizar oferta subsequente. Por isso, falar em crescimento do seguro POSI deve ser relacionado com a retomada dos planos de abertura de capital no Brasil que se fez mais visível nos últimos meses. E esse indicador parece não ter volta, pois mesmo neste momento em que estamos em uma situação econômica instável, é crescente o número de empresas fazendo esse movimento em busca de captação de recursos”, explica Flavio.  

A principal vantagem da contratação do POSI em separado do seguro de D&O (apólice voltada para executivos) é o fato de o segurado ter a possibilidade de contratar um limite específico para a operação, não ligado ao dia a dia da companhia.