Generali Brasil tem novo Diretor de Finanças e Controle

Karim Ajroud é o novo diretor de Finanças e Controle da Generali Brasil. O executivo atua desde 2015 no Grupo Generali, tendo sido CFO na Generali Global Health, em Londres, até o início deste ano. Em sua trajetória profissional, Karim atuou em grandes multinacionais fora do país, como Ideal Standard International NV, AstraZeneca e Deloitte.

Formado em Economia, com Mestrado em Finanças, o novo Diretor atuará voltado para o crescimento sustentável da empresa, por meio da gestão de novos investimentos, da manutenção do controle dos custos e da implementação do plano estratégico de suporte às necessidades do negócio. “Lifetime Partner é a estratégia que alia o desenvolvimento da Generali, em termos de entrega de produtos, às necessidades de nossos clientes, maximizando o valor de longo prazo para nossa empresa”, comenta Karim Ajroud.

“Karim tem visão estratégica capaz de construir e implementar planos de suporte às necessidades do negócio. O executivo tem objetivos e metas bem claros, assim como abordagem colaborativa para motivar e encorajar a equipe através da mudança e do foco em resultados”, explica Andrea Crisanaz, CEO Generali Brasil.

Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Os últimos anos foram extremamente positivos para a Liberty Seguros. Começando por 2019, posso dizer que foi um ano de muitas conquistas para a companhia, prova disso foi o nosso crescimento acima do mercado – com 10% de aumento nos prêmios emitidos e ótimos resultados em todas linhas de negócio. 

E esse cenário nos trouxe a oportunidade de expandir e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes e tornar a empresa ainda mais completa no momento de prestar serviços. Então, adquirimos a Fácil Assist, uma unidade independente de negócios que presta serviços de assistência 24 horas para nossos segurados desde o início do ano 2019.

Outra frente de investimentos em que demos continuidade no ano passado – e que nos rendeu diversos bons frutos – foi no digital. A Liberty vem trilhando a sua jornada no digital há tempos e, a cada ano que passa, reforçamos ainda mais para atender as demandas dos consumidores nesse sentido. 

Já para 2020, a companhia segue com foco no crescimento e na rentabilidade – uma vez que, apesar da pandemia e a crise econômica, registramos um bom resultado geral no primeiro semestre e, comparado à 2019, crescemos 6,6%.

Vale mencionar que, nas duas primeiras semanas de isolamento social, a Liberty conseguiu alocar quase 100% do seus funcionários para o formato de home office e foi uma das primeiras companhias a aceitar e indenizar as mortes por COVID em seus Seguros de Vida, ainda que estivessem explicitamente excluídas no momento de contratação. Como resultado dessa flexibilidade, da inovação e do tempo recorde para nos adequarmos aos novos cenários, os resultados da companhia continuam acima do mercado e seguimos focados em monitorar permanentemente as mudanças e as novas demandas que devem surgir neste “novo normal” para poder responder da melhor forma possível e com agilidade.

Ainda sobre os nossos resultados deste ano, registramos um crescimento de 60% na carteira de Residência e de 31% em seguros de Vida de janeiro a julho – ambos em comparação ao mesmo período do ano anterior. E muito desse crescimento pode ser explicado pela própria pandemia, durante a qual as pessoas passaram a prezar muito mais pela estrutura e segurança de suas casas, bem como os cuidados com a saúde e uma maior consciência com a vida. 

Além das iniciativas para clientes da carteira de seguros de Vida, que nos trouxeram ótimos resultados, não podemos deixar de fora o que fizemos para os corretores, parte fundamental para a sustentabilidade da companhia. A Liberty lançou em junho a “Na Vibe do Vida”, uma série de ações para os parceiros nesse segmento que vão desde campanhas de incentivo a treinamentos digitais especializados, com o objetivo de capacitar esse público e expandir seus negócios. Falando dos treinamentos, são abordados desde assuntos relacionados aos produtos e técnicas de venda até mindfulness – treinamos mais de 15 mil corretoresnos primeiros seis meses de quarentena. 


Quais as áreas mais afetadas?

Internamente, o nosso principal desafio foi manter todos os colaboradores em segurança. E isso foi possível devido à flexibilidade dos nossos sistemas, que possibilitaram o trabalho remoto e, em uma semana, quase 100% dos nossos funcionários estavam de home office. O segundo desafio foi manter todos os departamentos rodando normalmente, desde a área de vendas até as áreas de sinistros, operação, financeiro, tecnologia, produtos, recursos humanos, etc. 

As primeiras semanas foram decisivas e fizemos diversas melhorias em nossos processos para facilitar o dia-a-dia dos nossos clientes e corretores. Além disso, fomos muito cautelosos para garantir que todos os nossos públicos bem informados do cenário e das mudanças que faríamos para atender às necessidades de todos, mantendo uma comunicação simples e clara. 

Analisando a nossa base de clientes, uma vez que o isolamento social foi obrigatório e necessário diante do cenário de pandemia, as pessoas passaram a utilizar menos os seus automóveis para se locomover e tiveram que ficar em suas casas. Isso contribuiu para uma diminuição da quantidade de sinistros recebidos, mas por outra parte vimos algumas linhas de negócios impactadas negativamente impactadas pela pandemia, como os seguros de vida com mais sinistros de mortes devido ao COVID e fiança locatícia com mais pessoas inadimplentes. 

Sobre as vendas, o fechamento das concessionárias e a queda abrupta de venda de 0 KM fez que o mercado de seguros de auto desabasse. De qualquer forma, o decréscimo nessa frente não nos preocupou e direcionamos nossos esforços em como poderíamos atuar nesse cenário. Nossa maior preocupação sempre foi com as pessoas, por isso, flexibilizamos ainda mais as opções de formas de pagamento, além de oferecer produtos mais acessíveis do mesmo nicho, como os da Aliro, marca da seguradora com foco em clientes que buscam seguros mais simplificados e acessíveis, sem abrir mão da qualidade.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

Não é de hoje que o cliente deseja ser atendido rapidamente e gosta de ter autonomia no momento de resolver as suas questões, por isso, vemos cada vez mais empresas lançando plataformas digitais simples e assertivas para atender esses desejos – e com a Liberty Seguros não é diferente.

A experiência do consumidor é muito importante para nós. Nossos times trabalham constantemente para desenvolver plataformas amigáveis e sistemas rápidos, aplicando princípios de UX e testando soluções com clientes e corretores, para que eles possam resolver tudo que precisam com agilidade.

E neste momento de pandemia, todo este trabalho é posto à prova. Desde março, observamos um alto crescimento da demanda dos nossos canais digitais e, hoje em dia, 70% dos avisos de sinistro de Auto são feitos online e registramos um aumento de sete vezes em comparação ao que tínhamos antes da quarentena. 

Outro desenvolvimento tecnológico importante foi o canal de atendimento digital via WhatsApp, lançado recentemente e alinhado com o nosso objetivo de investir cada vez mais em formas de oferecer maior agilidade e eficiência nos atendimentos.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

A nossa estratégia não mudou por conta da pandemia. Para 2021, manteremos o nosso foco em oferecer uma experiência cada vez melhor para os nossos clientes e corretores, além de dar continuidade ao investimento no digital, que segue sendo uma prioridade. Também seguimos comprometidos em colaborar com o desenvolvimento sustentável da sociedade através do nosso plano Liberty Mais Sustentável.

Uma das nossas mais recentes iniciativas digitais, que temos a certeza de que trará muitos resultados positivos no ano que vem é a plataforma Meu Momento de Vida. A companhia acaba de anunciar essa ferramenta focada na contratação de seguro de Vida 100% online que tem o potencial de acelerar as vendas neste segmento que já está em ascensão, além de contribuir para o mercado como um todo, facilitando o entendimento, por parte do consumidor, da importância do seguro de vida.

Conforme dito anteriormente, a Liberty tem forte presença no digital há anos e, analisando as novas tendências de consumo da população, podemos prever que esse ambiente seguirá forte mesmo no pós pandemia – demandando maiores investimentos em plataformas, canais e serviços digitais independentemente do setor. 

Por fim, a sustentabilidade também será um tópico que irá captar cada vez mais consumidores para as companhias que se comprometerem com a responsabilidade social e o meio ambiente. Isso porque, durante a pandemia, pudemos observar que o consumidor valoriza muito as empresas que se posicionam em questões importantes para a sociedade e que contribuem para um ambiente mais sustentável.

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Como atrair recursos para a infraestrutura do Brasil é tema de webinar da MAPFRE

Jonson Mapfre

Especialistas da companhia e do mercado de grandes riscos abordarão a retomada econômica e as perspectivas para o desenvolvimento do setor no País na 3ª edição da Jornada Global Risks MAPFRE

Quais são as perspectivas de desenvolvimento para o futuro? Como os investidores nacionais e internacionais veem a retomada da economia do Brasil? Quais os fatores de risco e equilíbrio socioeconômico e quais as questões sociais devem ser observadas? Este é o caminho que governos e empresas terão que trilhar em 2021 para atrair investimento privado e suprir o déficit da infraestrutura no Brasil.

São investimentos que superam R$ 700 bilhões. O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, tem ressaltado as oportunidades dos projetos para 2021, entre eles a licitação da Nova Dutra, diversos terminais portuários e 22 aeroportos. Só em telecomunicações 5G até 2023 estão estimados R$ 35 bilhões. Em saneamento, R$ 500 bilhões, sendo a concessão da Cedae (RJ), em quatro blocos, que somarão quase R$ 30 bilhões em investimentos. Em energia, R$ 17 bilhões. Em mineração, R$ 317 bilhões. Em transporte, R$ 150 bilhões.

O interesse por tais projetos é enorme. Há um excesso de liquidez no mundo, com algumas economias com juros negativos. Mas os investidores querem segurança jurídica e mitigar riscos. Quanto menor o risco, menor o custo do financiamento e a garantia do retorno do capital investido. A taxa Selic a 2% ao ano é um atrativo para os projetos de infraestrutura. No entanto, investidores têm dúvidas em relação as contas públicas do Brasil, o que faz a curva de juros futura subir para dois dígitos. Também pesa nesta conta a proximidade da eleição presidencial em 2022.

O setor de seguros é um protagonista importante nesta trilha, uma vez que oferece um programa de seguros e serviços garantindo que os projetos sejam concluídos, mesmo diante de imprevistos. “O seguro tem um papel particularmente importante na mitigação de risco”, afirma Jonson Souza,  diretor técnico de Empresas e Grandes Riscos na MAPFRE, uma das principais seguradoras do Brasil em grandes riscos.

Diante da urgência e complexidade do tema, o executivo conta que nem mesmo a pandemia tirou o foco do grupo espanhol deste debate. “Infraestrutura: uma perspectiva em construção” é o tema da 3ª edição da Jornada Global Risks MAPFRE, que acontece nesta terça-feira, dia 10, a partir das 16h.

A MAPFRE convidou especialistas mercado de grandes riscos e também do grupo para um diálogo sobre as novas condições de gestão estratégica da infraestrutura do País. “Nosso objetivo é agregar a importância de um plano de continuidade de negócios, contemplando as inovações necessárias e as melhores práticas já experimentadas em todo o mundo”, reforça Souza.

O evento online contará com a participação de Carlos Branco, gerente regional de seguros América Latina da Cargill; Elizângela Bayer Bemvides, gerente de Danos na Telefônica Corretora de Seguros; Bosco Francoy, CEO da MAPFRE Global Risks Espanha; Luiz Gutiérrez, CEO de seguros da MAPFRE Brasil, Francilene Rodrigues de Freitas, superintendente de riscos industriais e financeiros da MAPFRE Brasil, e Luís Afonso Lima, gerente de análise de investimentos da MAPFRE Investimentos.

Dentre os temas que serão debatidos estão como os investidores nacionais e internacionais veem a retomada econômica, os fatores de risco e equilíbrio socioeconômico, as questões sociais que devem ser observadas, a importância de um plano de continuidade de negócios, contemplando as inovações necessárias e as melhores práticas já experimentadas, e as perspectivas de desenvolvimento para a infraestrutura do Brasil.

Para se inscrever no webinar, os interessados devem acessar este link. As vagas são limitadas.

Saiba mais MAPFRE cria plataforma virtual de conteúdo para grandes riscos

Banco e corretora da Hyundai se unem a Santander Auto e Zurich para ofertar seguro

cezar jankian seguros

O cliente faz todo o processo na plataforma digital do Banco Hyundai, no momento do financiamento do carro, sem necessidade de acessar outro sistema nem responder perguntas adicionais

Fonte: Hyundai

Para trazer mais comodidade e praticidade aos clientes, o Banco Hyundai Capital Brasil (BHCB) e sua corretora, Hyundai Corretora de Seguros, em parceria com a Santander Auto e a Zurich, lançam mais uma solução inovadora, o Seguro Auto. A partir de agora, os consumidores de veículos Hyundai podem contratar o seguro do carro junto ao financiamento, de maneira rápida, prática e sem burocracia. 

O cliente faz todo o processo na plataforma digital do Banco Hyundai, no momento do financiamento do carro, sem necessidade de acessar outro sistema nem responder perguntas adicionais. Em poucos minutos, recebe uma cotação considerando seu perfil e suas particularidades com opções diferenciadas para sair da concessionária com seu veículo totalmente protegido. 

Além de contar com um processo muito mais simples e ágil, o cliente pode receber cotações com cobertura de até 36 meses e ainda diluir o valor do prêmio no financiamento é o que afirma Cezar Janikian, CEO do Banco Hyundai Capital Brasil. 

O executivo explica, ainda, que o objetivo é trazer mais facilidade aos clientes, com a eliminação dos trâmites para a contratação de proteção ao veículo. Atualmente, já temos uma plataforma de financiamento 100% digital, simples e ágil. O seguro auto segue esta mesma característica. Além de ser uma opção completa, do ponto de vista de cobertura, tem um preço competitivo e permite que o cliente já saia da concessionária com o carro segurado, destaca. 

O lançamento do seguro auto vem somar mais uma opção à carteira de proteções disponibilizada pela instituição. Atualmente, já é oferecido aos clientes o seguro prestamista, que garante a liquidação de até 3 parcelas do contrato de financiamento (em caso de desemprego involuntário) ou a liquidação do contrato em caso de falecimento. 

O Banco Hyundai conta, também, com uma série de condições diferenciadas para os clientes que desejam comprar um HB20 ou Creta. Além das ofertas de taxa zero, a instituição oferece o Compra Certa Hyundai. Trata-se de um programa de fidelidade em que o consumidor dá uma pequena entrada e paga seu veículo com parcelas reduzidas, menores do que as de um financiamento tradicional. O Compra Certa conta com a recompra garantida, que assegura a reaquisição do bem pelo Concessionário Hyundai por até 80% da tabela Fipe ao final do contrato e na compra de outro Hyundai zero KM.

Allianz cautelosa com as perspectivas, apesar do aumento do lucro

Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

A volatilidade nos mercados financeiros também pode aumentar devido ao resultado das eleições nos Estados Unidos

Fonte: Reuters

A seguradora alemã Allianz deixou de fornecer uma previsão para 2020 devido à incerteza em torno da pandemia de COVID-19, apesar de apresentar um aumento de 6% no lucro líquido do terceiro trimestre. A Allianz, como outras seguradoras, alertou sobre o impacto de clientes que fazem reivindicações por lucro cessantes e eventos cancelados, enquanto a demanda por seguros de automóveis e viagens caiu.

O diretor financeiro Giulio Terzariol disse que a volatilidade nos mercados financeiros também pode aumentar devido ao resultado das eleições nos Estados Unidos. Ele se absteve de oferecer orientação sobre as perspectivas da empresa para o ano todo. “Estes não são tempos normais”, disse ele aos jornalistas.

O lucro líquido atribuível aos acionistas foi de € 2,063 bilhões (US$ 2,44 bilhões) nos três meses até setembro, em comparação com € 1,947 bilhão um ano antes. Foi mais alto do que a previsão de consenso de € 1,626 bilhão. O resultado financeiro foi incrementado por um aumento no lucro não relacionado às atividades principais da Allianz. A empresa teve maiores ganhos realizados durante o verão com as vendas em seu portfólio e menores prejuízos, depois de uma redução no valor dos títulos argentinos há um ano.

A empresa também cancelou definitivamente uma recompra de ações que estava em espera “à luz das incertezas econômicas em curso”. As ações da Allianz subiram 1% no pregão do meio da manhã, com analistas do Barclays chamando os resultados de “uma batida geral decente”.

No início deste ano, a seguradora abandonou sua meta de lucro para 2020 entre € 11,5 bilhões e € 12,5 bilhões devido à incerteza econômica resultante da pandemia, e disse que espera registrar o primeiro declínio anual no lucro em quase uma década.

“Continuamos confiantes em não apenas enfrentar bem a crise do COVID-19, mas em construir um Allianz ainda mais forte”, disse o CEO Oliver Baete. O índice combinado da Allianz, uma medida de lucratividade para sua divisão de danos a propriedades e responsabilidade civil, um de seus maiores produtores de receita, piorou ligeiramente para 94,5% no terceiro trimestre, de 94,3% um ano antes. Leituras abaixo de 100% indicam lucratividade.

Pier lança oferta de seguro para carros de leilão em SP e BH

Insurtech amplia serviços para seguros de veículos em nome de terceiros, desde que haja parentesco comprovado do motorista principal com o proprietário

Fonte: Pier

A insurtech brasileira Pier lança uma oferta de seguro para automóveis provenientes de leilão. “Temos em nosso modelo de negócios uma comunidade de pessoas que querem descomplicar e desmistificar a área de seguros. O fato de sermos uma insurtech nos possibilita usar tecnologia, automação de processos e inteligência com modelos digitais, para alcançarmos redução de custos da operação e também evitar fraudes”, afirma Carlos Colucci, head de insurance da Pier.

Além de ofertar seguro para carros de leilão, a Pier também passou a oferecer seguros para clientes nos casos em que os veículos estão em nome de terceiros, desde que o proprietário tenha uma relação de parentesco comprovada. “Muitos de nossos clientes são da mesma família e, às vezes, o carro está no nome do pai, mas a filha que é a motorista principal. Em outros casos, o carro é da sogra e quem dirige é o genro, e assim por diante. Abrimos agora esse serviço de cobertura, que será também ampliado aos clientes de carros de leilão”, explica o executivo.

Dos clientes que procuram a Pier, 14% possuem carros oriundos de leilão. A oferta para carros neste cenário acompanha os modelos dos automóveis tradicionais, ou seja, são para veículos registrados nos Estados de São Paulo e na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde a Pier já atua com serviços de seguro por assinatura mensal. Além disso, a modalidade aplica-se para carros que valem até R$ 60 mil, a proteção é contra roubo e furto, e ainda oferece assistência de serviços 24 horas. “

“Nos automóveis tradicionais, a Pier cobre 100% do valor dado pela tabela Fipe, porém, para carros de leilão, a cobertura varia de acordo com o montante que o cliente pagou pelo veículo. Assim,  se o cliente pagou 70% do preço da tabela Fipe no ato da compra do automóvel, esse mesmo veículo será segurado e restituído por esse valor em caso de sinistro”, afirma Colucci. “Por enquanto, a Pier só faz seguro de carros de leilão que foram avaliados entre 70% a 90% do valor da tabela Fipe e, no futuro, a ideia é segurar que valem 60% da tabela oficial”, conta Colucci.

O preço do seguro para o carro de leilão varia conforme avaliação de risco. A oferta de seguros mensais por assinatura da Pier chega a ser 30% mais econômica, com parcelas a partir de R$29,00/mês (equivalente a R$ 348,00/ano) em Belo Horizonte e parcelas de R$32,90/mês (que ao ano soma R$394,80) em São Paulo”, comenta o Head de Insurance da Pier.

Estimativas do mercado demonstram que são comercializados em torno de R$ 1 bilhão de veículos no mercado de leilões.  “A falta de seguro disponível para esse mercado é um dos motivos que leva 70% da frota nacional ainda não ser protegida por seguro. O objetivo da Pier é exatamente atender esse público que não é atendido por seguradoras tradicionais. O mercado potencial da Pier só nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte, em seguro autos é de mais de 2 milhões de pessoas, isso sem incluir carros de leilão”, afirma Colucci. 

“Para as pessoas que têm medo das insurtechs, principalmente no quesito solidez, explicamos que temos investimentos de três fundos de renome do mercado financeiro”, comenta Colucci. “Também é importante destacar que estamos totalmente em conformidade com normas e regulações da SUSEP – e que nossas apólices são emitidas pela Too Seguros”, enfatiza o executivo.

MAG Investimentos promove debate online sobre reequilíbrio das contas públicas para 2021

Mag Investimentos

Dentre os pontos levantados durante live estão a aprovação de reformas, garantia de continuidade de um programa de renda básica e as formas de redução do déficit primário

Na quinta-feira (5), Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional, Pedro Nery, doutor em Economia pela UnB e consultor do Senado, e Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos, se reuniram durante live para debater o cenário fiscal brasileiro. Com a mediação do Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, os especialistas discutiram a saúde econômica do País e trouxeram projeções para os próximos meses, incluindo o nível de endividamento do Brasil e como é possível ter o financiamento de uma renda básica de cidadania sem comprometer a sustentabilidade dos gastos e o teto fiscal.

Segundo Funchal, em 2020, os gastos previstos com a pandemia são da ordem de R$ 584 bilhões e projeta-se um déficit para o final de 2020 de mais de R$ 871 bi, sendo o Brasil um dos países que mais gastaram entre os emergentes, de acordo com o FMI. Portanto, é preciso discutir o dia seguinte da pandemia e as reformas fiscais necessárias para garantir a saúde econômica nacional. “Nenhuma política pública consegue ser sustentável se o País não estiver fiscalmente organizado”, completa o secretário, que adiantou ainda a agenda dos próximos meses para que isso aconteça, incluindo discussão da Reforma Tributária, do Novo Marco Legal do Trabalho, Pacto Federativo, Reforma Administrativa, dentre outros.

Para os próximos meses, o foco deve ser diminuir o déficit primário, mantendo uma trajetória sustentável da dívida, além de garantir a continuidade de políticas de renda básica, segundo Nery. “Cerca de dez milhões de pessoas deixaram de trabalhar esse ano por conta da pandemia e, com o fim do auxílio emergencial em dezembro, a gente precisa de recursos para evitar que essas pessoas caiam na pobreza e consigam voltar para o mercado de trabalho”, afirma o economista. Ainda segundo Nery, o governo deve buscar ter uma qualidade dos gastos, gastando mais com quem ganha menos, combatendo a desigualdade e buscando um uso mais eficiente dos recursos.

Traduzindo esse contexto para o bolso do investidor, de acordo com Patrícia, existem dois cenários a serem desenhados. No primeiro, as reformas são aprovadas e o Brasil segue em um caminho de austeridade, mantendo a Selic em um patamar baixo de forma sustentável, onde o investidor terá que continuar tomando risco para conseguir um retorno maior para sua renda. A outra possibilidade, porém, é de que o País não consiga recuperar a política fiscal responsável, principalmente se a hipótese de uma segunda onda da pandemia, que começa a aparecer na Europa, se fortaleça. Nesse caso, será necessário subir a Selic de maneira mais forte e rápida do que no primeiro cenário, ainda que a hipótese de que a taxa de juros volte aos dois dígitos siga descartada. “Se isso acontecer, podemos acabar não sendo destino de investimento, principalmente vindo do exterior”, conclui Pereira.

Troca de CEOs está a todo vapor em seguros; notícia de hoje vem da Mapfre e da Seguros Sura

Em menos de 10 dias, seis trocas importantes de CEOS em seguradoras. Incrível. E ao que parece, pelos mais diferentes motivos. A MAPFRE aprovou a renovação da direção da MAPFRE Seguros no Brasil a partir de 2021. Felipe Nascimento assume o cargo de CEO de Seguros em janeiro, em substituição a Luis Gutiérrez, que retorna à sede da companhia na Espanha, seu país de origem, após 5 anos de significativas contribuições ao mercado brasileiro.

Segundo Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil, “a renovação da direção é realizada em linha com o previsto nos Planos de Sucessão da empresa e a chegada de Felipe dará continuidade às operações em benefício aos clientes, permitindo à MAPFRE Seguros avançar nos planos de crescimento”.

Nascimento iniciou carreira na companhia em 2005 e, há 6 anos, ocupa o cargo de diretor geral adjunto de Tecnologia e Processos na Espanha. Agora, retornará ao seu país de origem para assumir uma das mais importantes operações da MAPFRE do mundo.

Seguros Sura – A outra notícia do dia é a saída de Thomas Batt da presidência da Seguros Sura. Segundo comunicado enviado a parceiros, deixam o grupo colombiano Cristiano Saab, Roberto Chateuaubriand, e Denise Conde. As mudanças, segundo o comunicado, fazem parte de um novo direcionamento nas acoes do grupo no Brasil.

Os nomes dos novos executivos ainda não foram definidos. Segundo o comunicado, a partir do dia 10, Juana Francisca Liano, presidente da Suramericana e outros integrantes do comitê diretivo estarão no Brasil para conversar com os lideres e acompanhar tal transformação.

Outras mudanças importantes:

Bradesco Seguros – Vinicius Albernaz sai e Ivan Luiz Gontijo Junior. Leia mais

Sompo Seguros – Sai Francisco Caiuby Vidigal, que será substituido interinamente por um executivo vindo do Japão, mas que fala bem português. Leia mais

BB Seguridade – Marcio Hamilton Ferreira entra e sai Bernardo Rothe. Leia mais

AIG – Entra Peter Zaffino como CEO, com vigência no próximo ano, sucedendo Brian Duperreault. Leia mais

IRB Brasil Re lança série “De Portas Abertas”

IRB De Portas Abertas

“A nova tendência da empresa já está clara. O passado ficou no passado. Tanto que já registramos lucro recorrente de R$ 149 milhões. Isso é agua que vai depurando”, informa o CEO Antonio Cássio dos Santos

O IRB Brasil Re lançou o “De Portas Abertas com o IRB Brasil RE”, uma série de vídeos sobre o mercado, a empresa, seus números e negócios. A cada temporada, um jornalista conversa com executivos do #IRBBrasilRE.

No primeiro episódio, o CEO Antonio Cassio fala com Denise Bueno sobre os resultados do terceiro trimestre de 2020. 

Quer entender melhor sobre o crescimento das vendas, margem de contribuição, índice combinado e outros assuntos?

Clique no link e assista a entrevista na íntegra no nosso canal do YouTube: https://lnkd.in/evFMiyi

Wiz anuncia receita bruta de R$ 282,7 milhões no 3º trimestre de 2020

Unidades de negócio Wiz Parceiros, Operação Bancassurance e Wiz BPO tiveram resultados expressivos no período

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções registrou receita bruta de R$ 282,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 41% em relação ao mesmo período de 2019. Esse desempenho, de acordo com o balanço da companhia, é decorrente da aceleração registrada na operação Bancassurance, com destaque para os produtos Vida, Prestamista e Residencial.    

A Wiz encerrou o 3T20 com um EBITDA de R$ 132,8 milhões, conseguindo reequilibrar custos e, com isso, chegar a uma margem considerada saudável, com 53,6%. Ao longo de todo o período da pandemia a margem EBITDA esteve acima da casa dos 50%. Isso foi possível por conta das iniciativas e ao olhar atento para adequação dos custos e projetos com potenciais crescimento. 

No período, a Wiz Parceiros, unidade de negócio que atua na prospecção, ativação, suporte e capacitação de parceiros estratégicos para a venda de produtos de crédito e seguros correlatos, obteve um novo recorde de produção, com venda de R$ 1,6 bilhão em cartas de consórcio comercializadas e R$ 19 milhões em receita bruta, aumento de 12,2% no comparativo com 3T19. 

A Wiz BPO, no 3T20 atingiu R$ 24 milhões de receita bruta, sendo responsável por 8,5% do resultado da Wiz. A operação de Backoffice apresentou crescimento de 1,5% comparado com o mesmo período de 2019 com destaque para o desempenho dos produtos Prestamista, que cresceu 10,7% em receita bruta e, Habitacional, com aumento de 9,5% de receita bruta comparado com o mesmo trimestre de 2019. 

Outro destaque do período foi o fechamento de uma importante parceria estratégica, com o Banco BMG, para a venda de seguros em canais B2B2C indiretos por meio da CMG Corretora. Com essa transação, a companhia adicionou um dos mais importantes bancos brasileiros ao rol de operações com a presença Wiz, onde estima-se ganhos futuros, assim como realizado em outras operações de bancassurance que a empresa atua.