Projeto obriga estacionamentos comerciais a contratarem seguros

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Proteção dos veículos valeria em casos de eventuais danos, furtos ou roubos ocorridos nos pátios ou garagens

Fonte: Agência Câmara

O Projeto de Lei 5359/20 obriga os estacionamentos e garagens comerciais a contratarem seguros em casos de eventuais danos, furtos ou roubos. Pelo texto, a regra valeria para estacionamentos e garagens rotativas ou com preço pré-estabelecido mensalmente em estabelecimentos comerciais.

O autor da proposta, deputado Juninho do Pneu (DEM-RJ), argumenta que a jurisprudência de diversos tribunais entende que os estabelecimentos comerciais são civilmente responsáveis pela segurança dos veículos estacionados em suas dependências.Acervo Câmara dos Deputados

“Diante do problema, muitos municípios editaram leis estabelecendo a obrigatoriedade de contratação de seguro contra furto e roubo de veículos automotores por parte dos estabelecimentos comerciais comuns e das empresas que operam área ou local destinado a estacionamentos”, explica o deputado.

Tramitação – A proposta foi apensada a outras semelhantes que aguardam parecer do relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), na Comissão de Defesa do Consumidor. Os projetos, que tramitam em caráter conclusivo, também deverão ser examinados pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Catástrofes naturais somam US$ 210 bi; US$ 82 bi foram indenizados por seguradoras em 2020

catástrofes

Os desastres naturais deste ano ceifaram cerca de 8.200 vidas

As perdas globais com desastres naturais em 2020 chegaram a US$ 210 bilhões, dos quais cerca de US$ 82 bilhões estavam segurados. Tanto as perdas gerais quanto as seguradas foram significativamente maiores do que no ano anterior (2019: US$ 166 bilhões e US$ 57 bilhões, respectivamente), segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela Munich Re. Leia mais sobre o estudo no portal da Munich Re.

As perdas por catástrofes naturais em 2020 foram significativamente maiores do que no ano anterior. Números recordes para muitos perigos relevantes são motivo de preocupação, quer estejamos falando sobre a temporada de furacões severos, grandes incêndios florestais ou a série de tempestades nos EUA. A mudança climática terá um papel cada vez maior em todos esses perigos. Há cinco anos, em Paris, a comunidade global estabeleceu como meta manter o aquecimento global bem abaixo de 2 ° C. É hora de agir”, comentou Torsten Jeworrek, membro do conselho do grupo alemão.

A participação dos EUA nas perdas foi bastante alta: Desastres naturais nos EUA foram responsáveis ​​por US$ 95 bilhões (2019: US$ 51 bilhões) de perdas totais e US$ 67 bilhões de perdas seguradas (2019: US$ 26 bilhões). Os desastres naturais deste ano ceifaram cerca de 8.200 vidas. No geral, a parcela não segurada das perdas por desastres naturais em 2020 foi de cerca de 60%.

Mais uma vez, foi notável que apenas uma pequena parte das perdas foi segurada nas economias em crescimento da Ásia. O desastre natural mais caro do ano foram as severas inundações na China durante as chuvas de monções de verão. As perdas totais com as enchentes somaram aproximadamente US$ 17 bilhões, dos quais apenas 2% estavam segurados. Soluções de seguro do setor privado ou na forma de parcerias público-privadas poderiam ajudar a melhorar a resiliência, em outras palavras, a capacidade de retornar à vida normal o mais rápido possível.

Cinco anos após o Acordo do Clima de Paris, 2020 continuou a série de anos muito quentes. A temperatura média global (janeiro a novembro) em 2020 foi cerca de 1,2 ° C mais alta do que os níveis pré-industriais (1880–1900) – apenas 0,01 ° C antes de 2016, o ano mais quente já registrado. As regiões ao norte do Círculo Polar Ártico experimentaram um aumento acentuado na temperatura, mais de duas vezes maior que o aumento médio global. Em partes do norte da Sibéria, ocorreram incêndios florestais extensos e temperaturas de mais de 30 ° C.

Ernst Rauch, Chefe do Clima e Geocientista da Munich Re, comentou o seguinte: “Mesmo que os desastres climáticos em um ano não possam estar diretamente relacionados às mudanças climáticas e um período mais longo precise ser estudado para avaliar sua importância, esses valores extremos se encaixam com as consequências esperadas de uma tendência de aquecimento de décadas para a atmosfera e os oceanos que está influenciando os riscos. Um número crescente de ondas de calor e secas estão alimentando incêndios florestais, e ciclones tropicais severos e tempestades estão se tornando mais frequentes. A pesquisa mostra que eventos como as ondas de calor deste ano no norte da Sibéria são 600 vezes mais prováveis ​​de ocorrer do que antes. ”

Mitsui Sumitomo fecha parceria com C6 para seguro de pequenas obras

Mitsui_Sumitomo-Helio_Kinoshita

Produto será ofertado pelo corretor da loja varejista no momento da compra do material de construção

A Mitsui Sumitomo inicia 2021 debruçada num seguro inovador que será ofertado pelo C6 Bank, o banco digital criado há dois anos por ex-executivos do BTG Pactual. “Estamos muito otimistas com esta parceria, que começa com um projeto para levar um produto inovador de Pequenas Reformas aos varejistas de materiais de construção”, disse Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo, maior seguradora da Ásia e integrante do 8° maior grupo segurador do mundo.

Fundado há dois anos, o C6 tem sede em São Paulo, um banco nas Ilhas Cayman, uma corretora em Nova York e outra em São Paulo, uma empresa de pagamentos PayGo, a plataforma de seguros Som.us, a desenvolvedora de aplicações de pagamentos Setis e a edutech Idea9. Com 4 milhões de clientes, 1,4 mil empregados, 325 consultores empresariais e 12 mil correspondentes bancários e cerca de R$ 5,3 bilhões em ativos, o banco quer ser completo e realizar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2021.

Fabio Basilone, que lidera há um ano a transformação de seguros no C6, afirma que a atuação do banco em seguros é também inovadora. “O banco tem o cliente como foco e descarta atuar como bancassurance. Estamos debruçados na curadoria do que será ofertado ao cliente e teremos parceiros que agregam tecnologia e produtos inovadores, na hora certa, a um preço justo”, afirmou ao blog Sonho Seguro.

“Não adianta ser rápido e ser caro. Tem de realmente agregar valor e a proposta da Mitsui Sumitomo agregou em tecnologia, inovação e preço”, disse Basilone

Basilone conta que ficou surpreso com o retorno da concorrência aberta para selecionar parceiros em seguros. “Tivemos na primeira rodada de conversas mais de 50 empresas do setor, incluindo seguradoras, empresas de assistências e resseguradores. Esperávamos umas 15. Já selecionamos algumas, entre elas a Mitsui Sumitomo, que nos traz tecnologia para as soluções que precisamos. Não adianta ser rápido e ser caro. Tem de realmente agregar valor e a proposta da Mitsui Sumitomo agregou em tecnologia, inovação e preço”, disse.

Trata-se de um produto realmente inovador. Quem comprar itens em qualquer uma das 1,5 mil lojas de material de construção credenciadas na rede de pagamentos PayGo, do C6, vai receber uma oferta de seguros para pequenas reformas garantido pela Mitsui Sumitomo. O seguro garante danos físicos e de responsabilidade civil.

“Um cliente leva mil tijolos para levantar um muro e sai da loja com um seguro para indenizar terceiros caso durante a construção o muro desabe e danifique um carro, por exemplo. Além disso, o material de construção danificado será reposto pelo seguro. Isso é inovador. O cliente não sabe que existe essa possibilidade de proteção e sai da loja protegido com uma apólice que vai indenizar o dono do veículo e a ele próprio. É uma nova era. O seguro chega ao consumidor na hora que precisa. Até hoje não tínhamos no Brasil produtos simples assim para vender em escala”, afirma Basilone, que atua no mercado segurador há mais de 30 anos.

A oferta será feita no pagamento da compra e será administrada pelo corretor do varejista. A startup do C6, a Edutch, será responsável pelo treinamento dos vendedores, para que eles façam uma oferta consultiva e consciente aos clientes, garante Basilone. Segundo ele, o corretor é parte da estratégia. “O mercado tem potencial de crescimento, porque a penetração do produto é baixa. Ao mesmo tempo, é um mercado em que a tecnologia ainda não redesenhou totalmente a oferta e este é uma grande oportunidade para o corretor apresentar outras soluções e aumentar a rentabilidade da carteira”, acrescentou Basilone.

“Estamos preparados para atender demandas inovadoras e levar soluções para bancos, fintechs, startups, marketplaces que buscam produtos modernos, com pagamento por uso. Neste caso do C6, o seguro protege o dia a dia da obra, o empreiteiro e o cliente, que compram de picadinho. A cada esta da compra ela terá um valor de cobertura e saberá exatamente o que comprou. São coberturas pequenas. Assim a cada etapa se compra uma cobertura básica para o momento da obra e se tiver acidentes, recebe a indenização da mesma forma com que comprou, de forma simples e ágil”, finalizou Helio.

Financial Times: Modelo atual dos fundos de pensão deve ser repensado

Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante

por Robin Harding, Financial Times, com tradução do Valor Econômico

Bons fundos de pensão financiam uma boa infraestrutura. Uma boa infraestrutura sustenta bons fundos de pensão. Essa relação fundamental só é percebida quando as duas desaparecem – como Estados Unidos, Reino Unido e vários outros países estão descobrindo. Depois de ter desmantelado em grande parte os planos corporativos de previdência de benefício definido do passado, eles agora lutam para transformar planos de previdência individuais, fragmentados, nos investimentos de longo prazo que seus poupadores e suas economias exigem. Solucionar isso é vital. E não será fácil

Dada a expectativa de vida das pessoas, a poupança previdenciária é a fonte natural de capital que pode ser imobilizado por 30, 40 ou 50 anos. Em troca, ela ganha o prêmio que vem de ativos voláteis ou de baixa liquidez, o que é ainda mais valioso quando as taxas de juro estão baixas. Mas, como o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, observou em discurso, alguma coisa deu errado. “Vivemos em uma época em que parece não haver escassez de poupança agregada, mas o investimento é fraco”, disse. Os fundos de pensão do Reino Unido alocam apenas 3% de seus recursos em ativos não negociados em bolsas de valores.

O Reino Unido espera resolver esse problema com o relaxamento das regulamentações, de forma a permitir que fundos de pensão de contribuição definida – nos quais os indivíduos assumem o risco de investimento – mantenham mais ativos de baixa liquidez, e tornar mais flexíveis os valores máximos de comissões para possibilitar investimentos complexos, como os de infraestrutura. Mas mesmo que essas mudanças não tenham consequências indesejadas, elas não tratarão do desafio fundamental de um sistema de previdência fragmentado, em que as decisões recaem sobre os indivíduos e é difícil vincular suas expectativas de vida aos ativos que possuem.

É hora de considerar uma transformação mais radical, que saia dos planos de previdência baseados no empregador para veículos grandes e permanentes que possam despejar dinheiro em infraestrutura e capital privado se isso fizer sentido. Os fundos de pensão tradicionais para funcionários públicos e fundos soberanos como Temasek e Government Investment Corporation, de Cingapura, já fazem isso. Não se trata aqui de quem assume o risco do investimento – para o bem ou para o mal, a contribuição definida veio para ficar -, mas de como o dinheiro é administrado.

Uma olhada nas opções à minha disposição como funcionário do “Financial Times” por meio de seu plano de previdência deixa clara a dificuldade. Há cerca de 200 diferentes fundos de ações, títulos e propriedades, de uma variedade de provedores, que são geridos ativa ou passivamente e cobrem regiões diferentes do mundo. Todos mostram o preço de mercado de ontem. E é o indivíduo quem tem de escolher.

Isso cria uma série de problemas. As mentes mais brilhantes do mundo na área de investimento passam os dias na tentativa de descobrir qual ativo ou região terá desempenho acima da média. Um indivíduo não tem nenhuma chance – mesmo que possa optar por evitar qualquer alternativa que pareça arriscada.

Mesmo que houvesse um fundo de infraestrutura, ou um fundo de capital de risco, e a falta de opções canalizasse os poupadores para eles, essa estrutura representaria um problema. Os gestores de fundos não têm ideia de quem são seus investidores ou de quando devem se aposentar. Eles sabem que o dinheiro é de aposentadoria e, portanto, provavelmente “fixo”, mas ainda assim precisam proporcionar preços regulares para o fundo e manter disponibilidade de caixa para o caso de alguns investidores saírem repentinamente. A estrutura simplesmente não é adequada a investimentos sem liquidez e de longo prazo, em detrimento de poupadores e economia.

Também vale a pena perguntar se os planos de aposentadoria baseados no empregador ainda fazem sentido. Quando os empregadores passaram a assumir o risco de investimento, o arranjo era lógico, mas hoje tudo o que ele cria é fragmentação. Cada vez que as pessoas mudam de emprego, pegam novos planos de previdência; planos pequenos têm custos fixos elevados. Existem economias de escala: quanto menores e mais numerosos os esquemas, mais se desperdiça e mais difícil é fazer investimentos sofisticados. Dar a cada um seu plano pessoal de aposentadoria é um erro pela mesma razão.

Consideremos, em vez disso, a seguinte estrutura: o governo licenciaria um número modesto de planos de previdência sem fins lucrativos, talvez com base em doações, trustes ou fundos do setor público existentes. Os empregadores decidiriam o valor de suas contribuições, como fazem hoje, mas fariam os pagamentos para o plano que o funcionário selecionasse. O plano decidiria como investir o dinheiro, sujeito às regulamentações, e os funcionários não poderiam sacar os recursos até se aposentar.

Este ainda seria um sistema de contribuição definida, mas funcionaria de forma bem diferente. Os planos de previdência se tornariam grandes rapidamente, com o que ganhariam economia de escala, custos mais baixos e recursos para lidar com investimentos sofisticados. Eles saberiam exatamente quando precisariam pagar as aposentadorias e poderiam planejar sua liquidez de acordo. A carga para empresas e indivíduos desapareceria. Trata-se de uma estrutura de investimento de baixo custo e longo prazo.

Isso pode parecer paternalista. Com certeza as pessoas que desejam gerir os próprios investimentos devem poder fazê-lo. Mas consideremos também para onde a configuração atual se dirige. A OCDE fez um alerta recente aos governos contra o uso de recursos de planos de previdência privada para financiar projetos como os de energia renovável. Há uma demanda crescente por investimento estatal para construir infraestrutura e por previdência pública porque a oferta privada é inadequada.

Os velhos planos de previdência de benefício definido eram grandes instituições econômicas: reservatórios sofisticados de capital privado com um longo horizonte de investimento. Infelizmente, a segurança que eles ofereciam aos aposentados não é mais possível. Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante.

Falta a XS5 para concluir a primeira etapa antes do desejado IPO da Caixa

caixa parceiros seguros SX

A Caixa Seguridade já concluiu praticamente quatro acordos, que criaram as super poderosas empresas “XS”que devem atrair investidores para a sonhada emissão inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2021. Esta será a quarta tentativa. Segundo entrevistas concedidas pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, são cinco joint-ventures. “Fora a nossa corretora e o ‘bid’ da co-corretora. Resolve isso e o IPO, para março de 2020, já está 100%. Era a única questão de incerteza que o mercado tinha. Quando a gente for, vai estar tudo funcionando”, comentou ele em entrevista ao Valor, no dia 30 de dezembro de 2020.

A terceira foi protocolada em julho de 2020 na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta inicial de ações do braço de seguros e capitalização do banco estava estimada entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões. Em 24 de setembro, o banco informou que o motivo da suspensão teria sido a “atual conjuntura do mercado”.

Em fevereiro de 2020, foi protocolado a segunda tentativa de IPO, numa oferta estimada de R$ 15 bilhões. O primeiro foi em 2015, que acabou não vingando porque a taxa alta de desconto impediu.

Os acordos fazem parte do programa de reestruturação de parcerias do braço de seguros, previdência e capitalização da Caixa. Saiba quem são:

XS1 – É a holding de seguros da Caixa.

XS2 – Antiga parceira da Caixa, a francesa CNP irá explorar, por 25 anos, os ramos de seguros de vida, prestamista e produtos de previdência. O acordo foi fechado por R$ 7 bilhões, subscritos na holding XS1. O acordo também contempla mecanismo de incentivo atrelado ao desempenho, limitado ao valor de R$ 800 milhões corrigido pela taxa Selic a partir de 31 de dezembro de 2020, a ser pago em duas parcelas (2024 e 2026).

XS3 – A seguradora Tokio Marine pagou R$ 1,52 bilhão para constituição de XS3, para operar, de forma exclusiva, o balcão da instituição financeira nos ramos de seguros habitacional e residencial pelos próximos 20 anos. A Caixa terá 75% de participação no capital da XS3, com 46,99% das ações ON e 100% das PN. Já a Tokio Marine ficará com 50,01% das ações ON e 25% do capital.

XS4 – O banco Caixa informou no inicio de janeiro deste ano que o acordo previsto com a Icatu Seguros para o ramo de capitalização, anunciada em janeiro de 2020, teve prazo de fechamento prorrogado para até 30 de março de 2021. O acordo prevê exclusividade por 20 anos na distribuição de produtos de capitalização nas agências e correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal e também na rede de lotéricas. A Icatu terá 25% do capital total da XS4, enquanto a Caixa 75%. Com gestão e governança compartilhadas, a empresa será controlada pela Icatu, que vai deter 50,1% das ações ON (com direito a voto). Já a Caixa terá 49,9% das ações ON e 100% das ações preferenciais. Com este movimento, a Icatu consolida uma sólida parceria de mais de 20 anos com a Caixa Econômica no segmento de capitalização. A seguradora irá realizar um aporte de capital de R$ 180 milhões na nova empresa, valor que será repassado à Caixa Econômica Federal como pagamento pela concessão da utilização dos canais do banco. Caberá também a Icatu prover parte dos serviços para operacionalizar a nova companhia. A Caixacap continuará comercializando os produtos de capitalização nos balcões do banco até fevereiro de 2021, data em que passa a contar o prazo de exclusividade da nova companhia.

XS5 – Será a corretora da Caixa ou uma co-corretora, como citou o presidente da Caixa em entrevistas. Atualmente é a Wiz, que tem contrato com prazo de validade até fevereiro de 2021. Em fato relevante divulgado no final de novembro de 2020, quando foi deflagrada a operação Canal Seguro pela Polícia Federal e que investiga um esquema de fraude envolvendo três ex-diretores da Wiz, a Caixa Seguridade divulgou comunicado à CVM informando que “em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021”. Hoje, a Caixa Seguridade tem participação indireta de 12,05% na Wiz e não faz parte do controle e da gestão da companhia. A Wiz tem 70% de sua receita atrelada à venda de apólices no balcão da Caixa Econômica Federal e tinha a intenção de ser a parceira da Caixa. Mas o cenário mudou de 2019 para 2020. Em entrevista concedida ao Valor em maio do ano passado, o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, disse: “A Caixa quer e precisa de excelentes parceiros privados. A Wiz tem a melhor operação de bancassurance. Mas é óbvio que pode chegar uma multinacional com dinheiro no bolso, custo de capital menor que o nosso e imaginar que tem condição de replicar o que a Wiz faz. Então eu não posso dizer que é uma situação tranquila”.

XS6 – A Tempo Assist prevê a exploração do ramo de serviços assistenciais na rede de atendimento do banco por um período de 20 anos. Dentro do acerto, o banco receberá R$ 30 milhões a título de ortoga. Com o acordo concluído agora e que havia sido anunciado em agosto de 2020, a Tempo Assist subscreve um aumento de capital na nova companhia, a XS6, no valor de R$ 30 milhões.

Zurich no Brasil anuncia novo diretor financeiro

Sven Feistel é o novo diretor financeiro da Zurich no Brasil. Sven sucede Miguel Iniesta, que passou a integrar a área global de Fusões e Aquisições da matriz da companhia, na Suíça.

Nascido na Alemanha, Sven ingressou na Zurich em 2008, também na matriz. Dois anos depois, em 2010, começou a atuar na América Latina e no Brasil, passando pela área de Tecnologia da Informação, pela assistência estratégica do CEO LatAm e pelo time de Underwriting. Em 2019, assumiu o cargo de Chief Underwriting Officer(CUO) da Zurich no Equador e, em 2020, retornou ao Brasil para liderar a área de Planejamento e Performance (PPM).

O executivo, que é formado em Administração de empresas e pessoas pela Rotterdam School of Management (Erasmus University) com intercâmbio em Finanças pela Universitat St. Gällen (HSG), também possui uma especialização: Entepreneurship pela Handelshögskolan i Stockholm.

Kuantta e Employ fecham parceria de ensino para 2021

Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra

A qualificação é a mola propulsora para a expansão dos negócios e o caminho certo para o aumento da receita financeira de um corretor de seguros. A Kuantta Consultoria iniciou o ano com foco na expansão do ensino, com a finalidade de compartilhar conhecimento em todos os aspectos, tendo como foco dar suporte as pessoas começa  a descobrirem uma nova profissão. Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra, de maneira recorrente, com recursos dinâmicos na condução do saber. 

De acordo com Arley Boullosa, fundador da Kuantta, o objetivo é oxigenar o mercado de seguros e trazer gente nova. “Mostrar que existe uma profissão que é pouco divulgada e onde existe carência de mão de obra especializada. Fica por conta dos próprios corretores a formação de novos colaboradores. Existe um grande vácuo aí e  acredito que alguns irão seguir em frente, terão interesse por aprender outros produtos e vão até buscar a habilitação para se tornarem corretores de seguros, enquanto outros podem partir para buscar uma posição ou recolocação  e trabalhar em corretoras de seguros, como funcionários”, explicou. 

Para Rodrigo Vianna, Sócio da Employ, a parceria com a Kuantta Consultoria vai abrir novas oportunidades de negócios e até mesmo de conhecimento para os alunos. “A parceria com a Kuantta é muito importante, para que nossos alunos possam começar a trabalhar e ganhar dinheiro assim que finalizarem a oficina em uma instituição respeitada em todo Brasil”, concluiu .

Área de Clientes e Digital da Porto Seguro tem vagas abertas

Selecionados atuarão na matriz da empresa, localizada na capital paulista

A área de Clientes e Digital da Porto Seguro está com vagas abertas para quem deseja atuar com inovação e ajudar a companhia nos seus mais diversos desafios, pensando sempre na experiência do consumidor. Ao todo, são 34 posições disponíveis para início imediato na matriz da companhia, localizada no bairro Campos Elísios, em São Paulo – neste momento com atuação via home office. As inscrições já estão abertas e acontecem no site da Porto Seguro, onde os interessados também encontram mais detalhes sobre as oportunidades.

 “A Porto Seguro conta com diversas áreas de negócios. Nosso objetivo é trazer convergências nas diversas jornadas e tecnologia, e que profissionais engajados pelo constante desafio e aprendizado são chave para surpreender nossos clientes”, declara Felipe Milagres, diretor de Cliente e Digital da Porto Seguro. “Queremos ser cada vez mais reconhecidos pelo nosso público pela parceria exemplar em várias de suas expectativas. Procuramos por pessoas dispostas a impulsionar essa história, fazendo o melhor pelo consumidor e para a sociedade”, diz o executivo. 

O processo seletivo envolverá testes e entrevistas com líderes da área. Entre as posições disponíveis estão Scrum Master, UX/UI e UX Research, PM, PO, UX Research Lead, Analytics Lead e Teach Lead. Os selecionados terão acesso a salários compatíveis com o mercado, oportunidade de trocar experiências constantes com uma equipe de especialistas, além de participar do desafio de construção da área. 

“A transformação digital e a inovação são os nossos pilares para os próximos anos. Ao atrair talentos e formar times ágeis, reforçamos a nossa busca por soluções que proporcionam experiências surpreendentes para o consumidor. Afinal, queremos ser cada vez mais um porto seguro para os nossos clientes e a tecnologia contribui não só para oferecermos um atendimento de referência, mas estabelecermos um relacionamento ainda mais próximo e disponibilizarmos ofertas relevantes e personalizadas”, conclui Felipe.

As inscrições são realizadas pelo link https://wwws.portoseguro.com.br/gerenciadorinterfaceweb/rh_detalhe_vaga.do?id=5fdbbda4943f0c1a6485bab4&flagElo=true.

2021 e seus riscos pouco seguráveis

Este será um ano de muito gerenciamento de risco e seguro para o que for possível, como perdas por ataques de hackers e seguro garantia para contratos de energia, por exemploJá riscos que envolvem a pandemia certamente serão excluídos por opcao ou pelo elevado preço da cobertura

A Eurasia — uma das maiores consultorias de risco político do mundo — acredita que ainda é cedo para se criar expectativas para 2021, que deve ser atormentado por riscos tanto para a estabilidade quanto para o crescimento da economia global. 

  • O primeiro deles vem dos EUA. A Eurasia acha que o cenário-base será de polarização política e desalinhamento global. 
  • Segundo: Covid por um tempo maior do que todos previam. 
  • Terceiro: transição energética. Os compromissos de redução de emissões de gás carbono ganharão uma relevância ainda maior no mundo este ano. Será marcada por uma competição acirrada entre os países e por uma falta de coordenação global — com todas as consequências que isso traz. 
  • Quarto: tensão EUA/China. 
  • Quinto: Protecionismo. A Eurasia acredita que 2021 será marcado por um crescimento no protecionismo dos governos em relação aos dados de sua população. 
  • Sexto: Os conflitos cibernéticos vão criar riscos tecnológicos e geopolíticos sem precedentes. 
  • Sétimo: Turquia. A Eurasia acredita que a solução que o país adotou foi apenas um band-aid que não vai resistir ao longo de 2021. 
  • Oitavo: Primavera árabe. A Eurasia acredita que o preço do barril vai continuar baixo, mantendo a pressão em governos que já enfrentavam instabilidade mesmo antes da covid. “Muitos desses países terão que cortar despesas, prejudicando um setor privado ainda nascente e aumentando o desemprego, e os protestos devem se intensificar, reduzindo o ritmo das reformas.”
  • Nono: Sem Merkel. Angela Merkel agora deve focar em garantir a vitória para seu partido nas eleições de setembro, deixando Emmanuel Macron sozinho no centro do palco da Europa. “O presidente francês não terá a mesma capacidade de liderar a UE, e a região enfrentará muitos desafios”, comenta a Eurasia.
  • Décimo: América Latina. Os problemas começam com a demora na vacinação. Quando a América Latina finalmente emergir da pandemia, vai enfrentar problemas políticos, sociais e econômicos ainda maiores que antes da crise. O Oriente Médio é obviamente o maior perdedor do mundo na crise do coronavírus. Mas a América Latina é claramente o segundo, afirma a Eurasia. 

D’Or Consultoria lança campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti

Fonte: D’Or Consultoria

A primeira campanha do calendário anual de saúde da D’Or Consultoria está no ar e 2021 inicia com o alerta O mosquito mora no vacilo, que trata sobre a prevenção e combate das doenças Dengue, Zika e Chikungunya.

Por meio de informações confiáveis e de qualidade, com um toque de bom humor, o objetivo é conscientizar sobre a necessidade de tomar cuidados simples que podem prevenir doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Os “vacilos” podem ser muitos, como, por exemplo, o acúmulo de água limpa e parada – criadouro ideal para o mosquito Aedes aegypti se reproduzir. E, no verão, as taxas de transmissão dessas doenças aumentam muito.

Para saber quais são os principais comportamentos e atitudes de risco, a D’Or Consultoria elaborou um jogo onde é possível aprender de forma lúdica, além de compartilhar e desafiar os amigos e familiares para jogarem: https://dorconsultoria.com.br/dengue/jogo/

Além do jogo que estimula o público a procurar os principais pontos de risco de proliferação do mosquito, o enxoval da campanha 100% digital conta com wallpapers e stickers para compartilhar nas redes sociais. Com bom humor, os conteúdos trazem informações úteis para sensibilizar o público sobre a necessidade de combater os focos do inseto e da importância de reforçar o uso de repelentes e inseticidas, especialmente entre crianças, gestantes e                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       idosos. 

“Embora seja um velho conhecido, o mosquito Aedes aegypti – transmissor da Dengue, Zika vírus e febre Chikungunya –, ainda está longe de ser vencido no Brasil. E como as altas temperaturas e chuvas de verão são mais propícias à reprodução dos insetos, os cuidados devem ser redobrados nesta época”, explica Alexandre Buika, superintendente de Marketing e Comunicação da D’Or Consultoria.

Para baixar vídeo, jogo, stickers, wallpapers e outros materiais da campanha O mosquito mora no vacilo, acesse:  https://dorconsultoria.com.br/portfolio/encontre-o-aedes/