Senado aprova nova Lei de Licitações; seguro garantia fica em “até” 30%

O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) 4.253/2020, que cria um novo marco legal para contratações de serviços e obras de infraestrutura no Brasil, ampliando os limites da cobertura do seguro garantia nas licitações. A cobertura do seguro garantia nas licitações públicas, que antes era limitada a 10% da obra, poderá chegar a 30% do valor do contrato, de acordo com o texto aprovado pelo Senado e que agora irá para sanção presidencial.  

A principal inovação é a cláusula de retomada (step-in), que permite que a própria seguradora assuma a responsabilidade pela conclusão da obra ou prestação do serviço em caso de inadimplemento por parte do contratado. Nesses casos, a seguradora fica isenta da obrigação de pagamento da importância segurada prevista na apólice e assume a obra. 

De acordo com a superintendente da Susep, Solange Vieira, o novo marco regulatório é de extrema relevância para o setor de infraestrutura brasileiro e para o desenvolvimento do país, que poderá contar com o suporte do setor de seguros nas grandes obras do país. “Além das garantias de execução da obra propriamente, com a ampliação das possibilidades de cobertura do seguro, inclusive o step-in, o próprio modelo de governança trará um acompanhamento maior da obra por parte das seguradoras, permitindo maior transparência nos custos e minimizando sobrepreços”, explica. 

O texto aprovado é o substitutivo elaborado pela Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 559/2013. Entre outras medidas, o substitutivo cria modalidades de contratação, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, estados e municípios.

Antonio Anastasia afirmou que o projeto substitui normas legais já defasadas por uma legislação mais avançada e moderna. O relator destacou entre as novidades a permissão para seguro garantia nas licitações, o que segundo ele poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, e a criação de um portal nacional de contratações públicas, que busca centralizar os procedimentos licitatórios dos entes federativos por meio de um banco de dados, que de acordo com o senador dará “transparência cristalina e translúcida” a todas as aquisições.

Anastasia, que acatou três destaques apresentados à proposição, ressaltou que o texto aprovado não se aplica às empresas públicas e sociedades de economia mista, que contam com regime próprio de licitação. Na avaliação do senador Eduardo Braga (MDB-AM), a aprovação do texto ajudará o Brasil no momento em que o país precisa de investimentos públicos, transparência e eficiência na contratação pública.

Willis Towers Watson projeta alta nas taxas de seguros financeiros na AL

Mercado brasileiro terá de lidar com alta de preços em seguros como de crédito, garantia e D&O

Fonte: Willis

A Willis Towers Watson, empresa global líder em consultoria, corretagem e soluções, divulga o relatório “Análise do mercado de seguros da América Latina 2020” que traz informações sobre tendências econômicas e evolução das taxas do mercado segurador. O estudo apresenta perspectivas dos produtos segurados como Linhas Financeiras (FINEX), Soluções Financeiras, Patrimônio e Responsabilidade Civil, Aeroespacial, Mercados Marítimos, Construção e Recursos Naturais.

Além do Brasil, especialistas da Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela, avaliam os principais riscos e impactos do atual cenário no setor. De acordo com Eduardo Figueiredo, Diretor de Riscos Corporativos da Willis Towers Watson, a possibilidade de maior impacto aqui no Brasil está nos seguros de D&O, crédito e garantia que têm uma projeção de alta elevada, incluindo escassez de capacidade e, consequentemente, dificultando a colocação dos riscos. 

“Devido aos últimos eventos e impactos sobre a economia mundial, o mercado de seguros de crédito sofre de modo particular. Há previsão de aumento de atrasos nos pagamentos, renegociação do plano de pagamento e perspectiva de alta na incidência de sinistros. Em suma, em vista do cenário atual, nossa principal preocupação será a manutenção e boa gestão dos limites do segurado e, com o aumento dos sinistros, consequentemente existe a tendência de aumento do custo”, explica.

No caso do seguro garantia, o cenário é mais promissor, com muitas oportunidades. Um exemplo, é a autorização do Conselho Nacional de Justiça para a troca de depósitos judiciais pelo seguro garantia, visando liberar recursos das empresas em meio à crise provocada pela pandemia da COVID-19. Por outro lado, o aumento na demanda e a situação atual dos balanços das empresas aumentou a cautela das seguradoras, que limitaram à aprovação de capacidades, o que tem como consequência a tendência de aumento nas taxas.

Outra modalidade que registra tendência de alta significativa nas taxas é o seguro D&O. O mercado de seguros continua a operar, mas com condições mais restritas, reduzindo sua capacidade e aumentando os prêmios. “Os setores industrial e comercial sofreram perdas significativas que acarretaram na reavaliação dos riscos e aceitação por parte das seguradoras”, afirma Figueiredo.

Com a mudança de trabalho do escritório para casa, as estruturas dos sistemas das empresas foram colocadas à prova, o que aumentou a percepção de risco cibernético. Outro fator que se destacou, é a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que trouxe uma série de requisitos e regulamentações para empresas que coletam e armazenam dados. Esses fatores levam os seguros de linhas financeiras a terem também uma projeção de alta.

“A pandemia acelera a urgência de implementar novas estratégias para se manter competitivo e relevante no mercado de seguros. Com a crise epidemiológica e econômica, o mercado de seguros deve focar principalmente em eficiência e produtividade, além de impulsionar a transformação digital e, a partir disso, criar produtos e soluções endereçadas às necessidades do cliente. Ou seja, mais do que nunca, o foco no cliente é fundamental, aliando a criatividade, flexibilidade e capacitação técnica”, finaliza.

Charles Augusto Samarrenho assume a liderança técnica de automóveis da Mitsui Sumitomo Seguros

Charles Samarrenho

A carteira, que representa 51% das vendas da seguradora, é uma das mais concorridas do setor de seguros

Charles Augusto Samarrenho é um daqueles executivos que fez o seu trabalho bem feito. Daí sobrou tempo para ir além. Vestiu a camisa da companhia e aproveitou todas as oportunidades que lhe foram oferecidas. Resultado? Em sete anos de trabalho na Mitsui Sumitomo, assumiu a liderança da maior carteira da companhia: a carteira de seguro automóvel, que é responsável por 51% do faturamento.

 “O Charles sempre se dedicou a conquistar novas habilidades e conhecimento, valorizou projetos e tarefas que foram dados e muitos deles eram além do seu escopo de trabalho. Com o seu talento e antenado às mudanças que este mercado vem passando, tenho certeza que liderará a equipe e responderá aos desafios que 2021 reserva para todo o mercado”, afirma Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros. 

Charles tem experiência no setor de seguros há 18 anos e em 2013 aceitou o desafio de trabalhar na maior seguradora da Ásia e integrante do 8° maior grupo segurador do mundo. “Precisei superar muitas limitações, a começar por falar inglês. Tive total apoio da companhia, que tem como pilares Pessoas, Processos e Inovação, três premissas que transformaram a carteira de automóvel. Aliado a isso, tive a oportunidade única de participar de um programa Global no Japão para conhecer as operações do grupo ao redor do mundo”, conta. 

A concorrência no seguro de Automóvel é extremamente forte e o produto possui margens muito apertadas. O executivo explica que a dinâmica de atuação nesse segmento exige processos ágeis para que decisões possam ser tomadas e implementadas diariamente. Diante dessas necessidades a empresa adotou a metodologia Lean de gestão, redesenhando diversos processos. “Isso proporcionou a agilidade necessária para buscarmos soluções para os diversos novos problemas que surgem no dia a dia.”

Segundo ele, 2020 foi um ano muito desafiador e graças a todas as melhorias realizadas desde 2018, conseguiram passar por esse período de forma satisfatória. “Estamos crescendo 28% e a quarentena nos beneficiou com uma menor sinistralidade, mas acima de tudo, desde o início da pandemia nossa preocupação esteve voltada ao atendimento aos nossos clientes e corretores. Passar por este período e entregar tal resultado só foi possível porque as pessoas estão mais capacitadas, as decisões descentralizadas e os processos ágeis, isso também nos traz segurança para mantermos o crescimento em 2021” conta o executivo.

“2021 será mais um ano de muitos desafios, portanto, além do crescimento, focaremos na melhoria da eficiência operacional e na manutenção da sinistralidade nos mesmos patamares observados atualmente”, finaliza Charles.

Acordos de US$ 90 bilhões entre seguradoras que buscam influência pós-pandemia

A Zurich Insurance disse no mês passado que sua subsidiária nos EUA, Farmers Group Inc., estava em negociações para comprar a unidade de bens e acidentes da MetLife Inc. nos EUA

Fonte: Bloomberg

As seguradoras atingidas pela pandemia procuram acordos enquanto correm para ver quem vai emergir mais forte quando o surto diminuir. A aquisição da RSA Insurance Group Plc e da maior aquisição da Allstate Corp. ajudou a impulsionar os negócios da indústria anunciados este ano para quase US$ 93 bilhões, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Com outras grandes empresas, incluindo a Zurich Insurance Group AG, que está de olho em aquisições, 2020 é um ano já com os maiores negócios desde a última crise financeira. As seguradoras já estavam sob pressão antes que o coronavírus atingisse seus balanços, com rendimentos recorde de títulos baixos e custos crescentes de regulamentação prejudicando seus ganhos por anos.

À medida que a pandemia acelera essas tendências e pressiona as avaliações, um novo senso de urgência se instala. Com o ônus de aumentar a receita de prêmios, muitos estão se concentrando em aumentar a massa em mercados onde estão firmemente estabelecidos e têm o tamanho para influenciar os preços.

“O setor de seguros estava preparado para alguns acordos de reestruturação de fusões e aquisições por muitos anos”, disse Vinit Malhotra, analista de seguros da Mediobanca SpA. “A combinação da Covid-19 e a queda dramática nos rendimentos dos títulos do governo dos EUA, que afetaram os resultados das seguradoras, foi o fator que levou os executivos a apertar o botão do negócio.”

O maior negócio do ano para uma seguradora, a aquisição de 7,2 bilhões de libras (US$ 9,6 bilhões) da RSA com sede em Londres, mostra como as empresas estão usando aquisições para crescer em seus principais mercados. A RSA será dividida pelos dois compradores, com a Intact Financial Corp. do Canadá levando suas operações canadenses, britânicas e internacionais, enquanto a Tryg A/S fica com as empresas suecas e norueguesas, ajudando a torná-la a maior seguradora listada de propriedades e acidentes da Escandinávia.

Muitas seguradoras também buscam aquisições para expandir seus negócios mais lucrativos de propriedades e acidentes, parte de uma mudança no seguro de vida, que foi atingido por crescentes requisitos de capital nos últimos anos que pesaram sobre os lucros.

A Zurich Insurance disse no mês passado que sua subsidiária nos EUA, Farmers Group Inc., estava em negociações para comprar a unidade de bens e acidentes da MetLife Inc. nos EUA. A Allianz SE, já a quarta maior provedora de seguro não vida na Austrália, concordou no início deste mês em comprar a unidade de seguros gerais do Westpac Banking Corp. O acordo da Sampo Oyj em agosto para comprar a Hastings Group Holdings Plc também faz parte dessa tendência.

“As organizações estão procurando se concentrar nas áreas em que têm escala e vantagem competitiva”, disse Andy Briggs, CEO do Phoenix Group Holdings Plc, maior consolidador de seguro de vida da Europa. “As seguradoras estão dizendo cada vez mais: ‘Qual é a nossa principal área de capacidade? No que somos realmente bons? Vamos nos concentrar nisso. ’”

Alvos de aquisição – O maior negócio do setor como um todo este ano foi o acordo da Aon Plc em março para comprar a Willis Towers Watson Plc por cerca de US$ 30 bilhões, o que poderia criar a maior corretora de seguros do mundo. As seguradoras também se tornaram alvos mais baratos à medida que a Covid-19 reduz os preços das ações. A RSA caiu cerca de 19% no ano, antes que as notícias das negociações de aquisição enviassem as ações a uma alta de 46% em um único dia. O MSCI World Insurance Index caiu cerca de 6% este ano.

Com a Covid-19 acelerando a tendência subjacente de negócios, a atividade na Europa deve permanecer em níveis acima da média nos próximos 12 meses, escreveram analistas da Berenberg, incluindo Michael Huttner, em um relatório esta semana. Os alvos potenciais incluem as seguradoras Beazley Plc e Hiscox Ltd. do Reino Unido, disseram os analistas. Os vendedores recentes incluem empresas como a Aviva Plc, que buscam emagrecer.

Sob o novo CEO Amanda Blanc, a Aviva saiu de sua joint venture italiana de seguro de vida e concordou em vender uma participação majoritária em sua operação em Cingapura, à medida que a empresa mudasse o foco para seus negócios mais fortes no Reino Unido, Irlanda e Canadá. Também está analisando a venda de unidades na França e na Polônia.

A seguradora holandesa Aegon NV disse no mês passado que estava vendendo suas unidades de gestão de seguros, previdência e ativos na Hungria, Polônia, Romênia e Turquia como parte de uma mudança estratégica para países e empresas onde pode “criar mais valor”. Os compradores incluem a Allstate, que concordou no início deste ano em comprar a National General Holdings Corp. por cerca de US $ 4 bilhões, ajudando a empresa a se expandir em seguros pessoais.

A empresa do outro lado do negócio da Aegon, o Vienna Insurance Group AG, usou isso para reforçar sua posição como a maior seguradora da Europa Central e Oriental. “Você precisa cada vez mais ser o gorila nos mercados que escolheu – você precisa ser a empresa a ser vencida”, disse Kevin Ryan, analista de seguros da Bloomberg Intelligence. “Só então você pode ter algum tipo de influência sobre os preços.

Artigo: US$ 2 trilhões não cobrem uma pandemia. Qual a solução?

Por Walter Polido

Conforme reportagem da Bloomberg, seguradoras concluem que US$ 2 trilhões em capital do setor global de seguros, excluído o segmento de vida, não cobrem uma pandemia, dado muito sério e impactante. Já foram observados movimentos anteriores com o mesmo objetivo de excluir riscos, sendo que, no Brasil, a situação sempre fica incompleta e o mercado perpetua a exclusão, sem nunca mais tocar no assunto.

Excluir riscos das coberturas dos seguros é um procedimento técnico usual, mas deve ser criterioso. Aconteceu com o “bug do milênio” no Brasil – na virada do ano 2000, sendo que apólices brasileiras excluem até hoje essa situação específica. Acontece, também, com o risco de terrorismo e com danos causados pelo que se denomina organismos geneticamente modificados – ou OGM. Atualmente, já tem seguradora excluindo nanotecnologia; sem contar os cyber risks – que o mercado nacional exclui taxativamente e induz os segurados, de qualquer atividade, a buscar por apólice ‘stand alone’, sendo que o número de seguradoras que oferecem este tipo especial de seguro é ínfimo. As mesmas seguradoras que procedem desta maneira no Brasil, em outros países oferecem a garantia para o cyber de forma adicional às apólices dos diversos ramos, sem a emissão obrigatória de outro contrato de seguro. Questão de subscrição. Na atualidade, já se pode afirmar que a maioria dos tipos de seguros pode ser afetada por ataques cibernéticos.

No exterior, mais precisamente nos países desenvolvidos e com mercados de seguros igualmente maduros, o procedimento relativo à “exclusão taxativa” de determinadas situações de riscos não adormece em berço esplêndido e de maneira perene. Lá, os temas fazem parte do cotidiano dos ‘players‘ e sempre na busca de soluções plausíveis: fundos público-privados para fazerem frente às possíveis ocorrências catastróficas; criação de cativas; resseguro diferenciado; etc. Aqui, repise-se, o tema tende a dormir para sempre e os consumidores a ficarem sem qualquer tipo de acesso a uma possível garantia. O seguro constitui, ainda, a ferramenta mais eficaz criada pelo homem para a proteção frente aos infortúnios. Com esta perspectiva, ele deve ser preservado e deve, também, manter o caráter de utilidade para a sociedade.

É necessária uma revisão de postura, uma vez que no mercado de seguros brasileiro não se justifica mais este comportamento encontrado apenas em países nos quais os mercados são economicamente insignificantes. Aqui, o segmento é pujante e movimenta cifras na casa dos bilhões em produção de prêmios e provisões técnicas, com alto índice de lucratividade. Em pleno século XXI, as associações e entidades têm o dever de promover a discussão desses temas: Susep – representando o Governo, CNSeg, FenSeg, Fenaber, APTS, AIDA-Brasil, IBDS, Fenacor, ABGR, CVG e outras. A simples admissão de mais uma “exclusão taxativa” nas já extensas listas de riscos excluídos de todos os tipos de seguros do país, não pode ser aceita passivamente. Discussões técnicas, repise-se, podem encontrar soluções paliativas plausíveis, sem deixar o ônus dos riscos exclusivamente para os cidadãos consumidores de seguros. Os mercados internacionais passarão por este tipo de processo e também o Brasil precisa amadurecer neste quesito.

Liberty faz parceria com Maxpar/Autoglass e presenteia clientes

liberty seguros

A companhia oferece o serviço de pequenos reparos gratuitamente para todos os segurados que possuírem seguros de automóveis com a assistência vidros 

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia mais uma vantagem para clientes de seguro auto: a gratuidade da cobertura Proteção Pequenos Reparos, lançada este ano em parceria com a Maxpar/Autoglass. A opção está disponível para os segurados com apólices de automóveis que contratarem as assistências Vidro Completo ou Vidro Completo com Teto Solar, com exceção de veículos blindados e caminhões, e poderá ser utilizada uma vez durante a vigência do contrato. 

Para os segurados que já tiverem contratado a cobertura previamente, a companhia também disponibiliza uma utilização adicional do serviço gratuitamente durante a vigência do contrato, abonando o valor da cobertura extra. 

A Proteção Pequenos Reparos foi desenvolvida este ano, pensando nos danos de pequeno e médio porte comuns na lataria e peças externas de plástico, como o para-choque, e os reparos são realizados por meio da rede de oficinas credenciadas da Maxpar/Autoglass. Por isso, a novidade vem como uma solução para aqueles que antes desistiam do conserto de seus carros devido ao tempo e custo elevados para a reparação dos veículos.  

O serviço permanecerá com valor fixo de franquia e poderá ser acionado desde que os reparos não superem o valor da franquia do veículo. Caso o segurado opte por levar o veículo em uma oficina não referenciada, o limite máximo de utilização será de até R$385,00.

“A Liberty Seguros trabalha para sempre oferecer os produtos e serviços mais completos que atendam às necessidades dos clientes e ampliem os negócios dos nossos corretores, ainda mais em um momento de crise”, afirma Mario Cavalcante, Diretor de Massificados da Liberty Seguros. “A Proteção Pequenos Reparos vem sendo um sucesso entre os segurados, por isso, vamos, junto à Maxpar/Autoglass, disponibilizá-la para ainda mais pessoas, para que elas também possam se beneficiar dessa cobertura tão útil”, completa. 

“Esta é mais uma parceria muito satisfatória entre a Maxpar/Autoglass e Liberty, que chega para movimentar o mercado e aumentar a percepção de valor de seguro auto”, diz Eduardo Noronha, Supervisor de Contas da Maxpar/Autoglass. “A entrada deste produto na seguradora é mais uma excelente forma dos corretores alavancarem as suas vendas, além de ser uma cobertura cheia de vantagens e com alta percepção de valor para o cliente. Todo segurado está propenso a danos como os que são cobertos pela Proteção Pequenos Reparos, e ao utilizá-la, o mesmo não perde o bônus na renovação”, reitera. 

Plataforma Nion Network contrata executivo brasileiro como CEO na América Latina

Fonte: Nion Network

A Nion Network, plataforma global de inovação em seguros sediada em Nova York, anunciou o seu novo CEO América Latina no último mês. Thiago Henrique Soares, executivo com 20 anos de experiência no mercado nacional e internacional de seguros, tem passagem como Head de Data Analytics para LatAm na Chubb Seguros, Deputy Chief Actuary na Allianz, Atuário na HDI Seguros e recentemente como diretor técnico no grupo Caixa seguradora (Previsul).

A startup aposta em sua experiência que combina técnica e transformação digital para avançar ainda mais no mercado brasileiro e latino. “Thiago tem um perfil único, que combina qualidades como experiência corporativa e empreendedoras, capacidade de liderança, trabalho em equipe e experiência internacional”, afirma Dogan Kaleli, Chief Innovation Officer global da empresa. “Essas qualidades, combinadas, poderão criar muitas oportunidades e benefícios aos profissionais de seguros na América Latina. Assim, queremos expandir o ecossistema da empresa como nossa maior prioridade na região”.

A Nion é uma plataforma global de inovação por intermédio de network e insutechs, com presença na Europa, América do Norte (Nova York e Canadá) e recente inclusão no mercado da América Latina. O objetivo da startup é impulsionado pelo modelos de negócios replicáveis globalmente, cocriação de iniciativas digitais para o universo de seguros e inspirar o mercado através da comunidade de profissionais de seguros que tenham o desejo de transformar o futuro da indústria de seguros. Para isto deverá contar com três pilares de atuação: Centro de soluções no mercado de seguros, focado em inovações e transformação digital; Centro de aprendizado por intermédios de cases compartilhados, eventos e webnars com especialistas; Rede de relacionamento internacional para auxiliar visionários empreendedores a expandirem sua presença globalmente.

“Hoje, umas das principais tendências no mundo dos seguros é a transformação digital, com foco na “expectativa do cliente”, afirma Soares. “Ao invés de criar um produto dentro da empresa e depois oferecer ao cliente final, as seguradoras estão trabalhando para analisar a necessidade do cliente e, depois, desenvolver um serviço. É uma mudança importante no segmento”.

Especialista na área técnica do mercado de seguros, Soares também possui passagem pela área estratégica e uma polivalência que traz uma visão diferenciada como CEO da Nion. “Vamos utilizar inteligência de dados, premissa de clientes e “dores” do mercado para buscar inovações dentro da tecnologia em parceria com os empreendedores no nosso mercado”, diz.

Pier é a primeira insurtech a ser autorizada pela Susep

Portaria publicada no DOU autoriza a Pier Seguradora a operar por 36 meses em ambiente mais flexível 

E o esforço valeu a pena. Há meses a equipe da Pier batalha para democratizar o seguro de celular e automóvel. Primeiro conseguiu ser uma das selecionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para participar do Sandbox. E agora conseguiu levar o título de ser a primeira a ser autorizada pelo órgão regulador a atuar, por até três anos, dentro do modelo Sandbox, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar, por meio da Portaria nº 7.711.

Além da Pier, mais 10 projetos estão em fase de autorização e propõem novas tecnologias ou processos inovadores para o mercado de seguros brasileiro, modernizando o setor e trazendo recursos simples para os usuários. 

Com as autorizações da Susep, a expectativa é que, em breve, as empresas iniciem suas operações e comercializem novos produtos. Os seguros a serem oferecidos incluem tablets, smartphones e dispositivos portáteis; animais domésticos; residência e estabelecimentos comerciais; automóveis; acidentes pessoais; funeral. Haverá oferta de seguros intermitentes, utilizados sob demanda, bem como seguros paramétricos para desastres, de acordo com alertas das autoridades públicas de cada estado. 

“Estamos muito felizes e realizados com esse marco de primeira seguradora digital do Brasil. Trabalhamos duro para finalizar a documentação exigida pelo Sandbox Regulatório com rapidez e deu certo. Agora vamos ter muito mais agilidade e autonomia para inovar ainda mais no mercado de seguros. O consumidor é o grande beneficiado em muitos sentidos, com a melhoria e criação de novos serviços disruptivos e, além disso, o investimento em desenvolvimento tecnológico para restituir sinistros em segundos”, declara Igor Mascarenhas, CEO e cofundador da empresa.

Bárbara Possignolo, advogada responsável pelo jurídico da Pier, explica que “a diferença é que a Pier, antes, precisava de uma seguradora tradicional para subscrever seus riscos, atuando como parceira para ofertar seus seguros, e agora, como seguradora digital, há autonomia e aumento do potencial de crescimento, facilitando o desenvolvimento de novos produtos e de novos mercados de atuação”, explica.

Em novembro a Pier recebeu uma rodada de investimento no valor de US$ 14,5 milhões, liderada pela Monashees e com a participação de outros investidores fundos importantes como Canary, Mercado Livre (por meio do MELI Fund) e BTG Pactual (por meio do boostLAB). O investimento mudou rapidamente a expansão do produto para Seguro Auto Pier, que era vendido em São Paulo e Minas Gerais e,  mesmo antes de se tornar a primeira seguradora digital, a empresa passou a atuar em toda a região centro-oeste, região nordeste e sul. No sudeste, também inseriu o Estado do Espírito Santo. “Agora como seguradora digital, queremos expandir o Seguro Auto para todo o Brasil”, afirma o cofundador.

“O mesmo acontecerá com o seguro Pier para Smartphones. Temos uma fila de espera de 100 mil pessoas para a área de celular. Agora estamos investindo no time e na estrutura, além de estarmos abrindo para cobertura de marcas novas. Já atendemos Apple, Samsung, Motorola e vamos abrir novas linhas. Somos pioneiros na cobertura de furto simples e  de celulares que foram comprados fora do país”, explica Mascarenhas. 

A comunidade segurada pela Pier hoje é de mais de 20 mil clientes de seguro de celular e auto. A empresa já pagou de R$ 5,6 milhões em sinistros, tendo registrado um recorde em liquidar um sinistro em apenas 38 segundos, para celular e 24h para sinistro auto – algo inédito no mercado de seguros.

Outro forte da Pier é a tecnologia. A insurtech utiliza inteligência artificial para levar uma experiência única aos usuários, conquistou consumidores apaixonados ao longo de seus dois anos de atuação e ficou conhecida pela contratação mais fácil e os reembolsos mais rápidos do mercado.  

“Somos uma empresa orientada a dados e temos uma tecnologia robusta antifraude. O processo de Underwriting, usando tecnologia, permite a análise de 6 mil variáveis (enquanto que normalmente, uma seguradora tradicional analisa 20), de cada cliente e a preços competitivos. A Pier possui planos flexíveis para contratações em períodos específicos e sem carência”, enfatiza.

O Sandbox Regulatório é um ambiente experimental constituído com condições especiais, limitadas e exclusivas que não representem barreiras à inovação. O ambiente tem como objetivo reduzir os custos e facilitar os processos para os consumidores, com foco na melhoria da experiência do usuário. 

MDS Brasil realiza evento online com corretores e parceiros nesta quinta

Empresa vai compartilhar estratégias e cases de sucesso de 2020 com sua rede de parceiros de negócios para promover as iniciativas do setor de seguros 

Fonte: MDS

A MDS Brasil realiza, hoje, o MDS Partners Meeting 2020. Com o tema RE:AGIR – Recuperar a economia em uma nova realidade, a empresa busca abordar as lições aprendidas em 2020 e discutir maneiras de como reativar negócios com diversos setores que sofreram com a pandemia do novo coronavírus.  

O evento contará com uma apresentação dos resultados obtidos no último período e, como solenidade, trará uma premiação dos destaques de 2020. Além disso, líderes e stakeholders da MDS Brasil falarão sobre ferramentas, iniciativas e estratégias de vendas que vão ao encontro dos principais objetivos de 2021: reiterar a proximidade com os corretores associados, retomar a conversão de clientes e a fidelização de parceiros.  

“Apesar de difícil, 2020 foi também surpreendente e marcado por muitas superações: a MDS Brasil e os Partners mantiveram a integração e o alinhamento, se reinventaram e se adaptaram à nova realidade. É preciso brindar adversidades vencidas sem desviar os olhos do futuro que se aproxima em 2021, por isso, durante o MDS Partners Meeting 2020, vamos trocar experiências, compartilhar conhecimentos e estratégias, além de discutir oportunidades para a expansão dos negócios”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink. 

Objetivos do encontro 

Além de aumentar consideravelmente a capilaridade do negócio, o evento visa incrementar o reconhecimento da marca MDS Partners no mercado. Para isso, serão apresentadas todas as linhas de negócio (Retail, P&C e Saúde e Benefícios), assim como os principais produtos, serviços e soluções da companhia. As apresentações serão permeadas por cases de sucesso referentes a cada área. 

“Os partners são a essência da MDS e uma parcela importante dos nossos planos de crescimento. Além do encontro que realizamos, temos várias atividades previstas no intuito de aumentar o networking, gerar uma rica troca de conhecimento e estimular o potencial deles”, explica Patrícia Martins, Superintendente de Canais. Por fim, além de impulsionar a eficiência operacional e o crescimento orgânico, a parceria entre a MDS e os Partners promete potencializar os serviços oferecidos pela marca e, consequentemente, agregar mais valor ao relacionamento com clientes finais.  

“Voltando a 2018 a empresa contava com 60 corretores parceiros. No ano seguinte, com a estruturação do Programa MDS Partners, houve um aumento de 20% e, agora em 2020, registramos alta de 35%, chegando a mais de 100 parceiros, com maior concentração no Sudeste, Sul e Nordeste. Seguimos com bastante otimismo e temos a expectativa de continuar a aumentar a representatividade do canal no nosso negócio, tanto no crescimento do volume de negócios com os parceiros atuais, quanto na atração de novos corretores para 2021”, finaliza Ariel. 

Fundos de previdência são atrativos para renda extra de fim de ano, informa a Icatu

Beneficio está nas deduções de até 12% do IR, garante especialista

Fonte: Icatu

Fim do ano é, tradicionalmente, um momento de se pensar em novas rotas para o futuro e, também, para muitos, de contar com aquele recurso extra – como 13º salário, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), bônus e outros benefícios. Em um cenário de juros baixos, avaliar o que pode ser feito para tornar esse recurso um investimento rentável, que traga tranquilidade e segurança, é um bom exercício. 

Aplicar parte desses recursos em previdência privada passa a ser uma importante opção, já que é possível deduzir até 12% do valor da renda anual ao ano da base de cálculo do imposto de renda. Para aproveitar o benefício fiscal, o participante tem até o final de dezembro para contratar um novo plano PGBL ou realizar seu aporto no plano que já possui. A Icatu Seguros oferece diversos fundos da sua grade com valores de entrada reduzidos para facilitar as novas contratações.

Segundo o diretor de Produtos de Previdência da Icatu, Henrique Diniz, os consumidores estão cada vez mais atentos às opções de investimento em previdência, gestoras de fundos, formas de contratação e comparação de produtos. Com fundos para todo tipo de investidor, aproveitar dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma forma saudável de aplicação.

Para obter ganhos por meio do incentivo fiscal, a melhor opção é realizar aporte ou até mesmo iniciar um plano de previdência privada pelo modelo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), podendo abater até 12% da renda tributável total ao ano da base de cálculo do imposto de renda, antes de qualquer dedução. Neste caso, é preciso que a declaração do Imposto de Renda utilizada seja a completa. O benefício não é válido para a declaração simplificada.

Embora não seja dedutível do imposto de renda, a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) também pode ser uma boa opção para quem faz a declaração de imposto de renda de forma simplificada ou é isento. Neste caso, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo, e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL.

“Investidores precisam de consultoria especializada. Nossa missão é ajudar as pessoas e famílias a atingir seus objetivos a partir de uma análise ampla e de acordo com seu perfil de risco e horizonte de investimento. Há um novo horizonte para a experiência do usuário: queremos que nossos clientes tenham a liberdade para escolher estratégias de investimento, gestoras de fundos, formas de contratação, além de facilidades para comparar produtos. Isso é muito mais do que simplesmente maximizar seus retornos financeiros. Focamos na educação financeira e planejamento de nosso cliente”, complementa Diniz.

Apesar do período atípico, a Icatu percebeu menos resgates do se esperava – o que mostra que o cliente de Previdência foi resiliente e tem consciência da importância dos investimentos com retorno de longo prazo – além de uma entrada de recursos de clientes novos na carteira. Isso também tem refletido em um resultado positivo da portabilidade: R$ 1,2 bilhão até setembro.

Maior marketplace de previdência do país, com cerca de 310 fundos em mais de 100 gestores dos mais renomados, a Icatu acredita que democratizar o acesso dos brasileiros a soluções financeiras é a melhor forma de planejar o futuro. Por isso, nos últimos anos a empresa iniciou um movimento que vem ganhando ainda mais força em 2020: a criação de produtos variados que priorizam essa democratização, seja por meio da redução de aportes e aplicações mínimas mensais ou zerando as taxas de carregamento. A Icatu registrou, até setembro, 13% de crescimento em previdência. A previsão é encerrar o ano com cerca de R$ 42 bilhões de reservas.

 Segundo Henrique Diniz, os investidores estão optando por carteiras diversificados e diferenciadas. Antes, contribuíam muito na renda fixa dado o cenário de juros no passado, e a maior parte das contribuições está sendo direcionada para multimercados e fundos de ações. “Com este cenário de juros baixos, discutimos muito a necessidade de ampliar a carteira de investimentos de longo prazo e, este ano, lançamos mais de um fundo a cada semana, de forma a atender a todos os perfis de investidores nesse cenário de juros”, explica o executivo.