Porto está entre as 10 maiores e melhores empresas para se trabalhar no Brasil em 2025 

por Porto

A Porto foi reconhecida mais uma vez no ranking Great Place to Work (GPTW) entre as maiores e melhores empresas para se trabalhar no País. Em 2025, a companhia alcançou a 7ª posição na categoria empresas com mais de 10 mil funcionários, fortalecendo a sua cultura organizacional e o cuidado com as pessoas.
 

A 29ª edição do ranking GPTW, realizada em parceria com a Época Negócios e o Valor Econômico, premiou as 175 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A pesquisa avalia a percepção dos colaboradores em relação ao ambiente de trabalho e às práticas culturais das organizações, servindo de referência para o mercado.
 

Para Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto, estar entre as melhores colocadas é motivo de orgulho e reconhecimento do esforço coletivo. “Esse resultado reflete a nossa dedicação em construir, todos os dias, um ambiente de trabalho acolhedor, inovador e com oportunidades reais de desenvolvimento, sempre pautado na nossa Essência. É um reconhecimento que pertence a cada um que faz parte da Porto e contribui para essa jornada de evolução cada vez mais constante”.
 

Além de estar novamente no ranking, a companhia recebeu a certificação em saúde mental Great People Mental Health. “É a prova de que estamos no caminho certo, valorizando o bem-estar integral e sendo um verdadeiro porto seguro para todos”, complementa Patrícia.
 

Para celebrar essa conquista junto aos colaboradores, a Porto preparou uma série de ativações especiais ao longo do dia, como distribuição de brindes, comunicações especiais, máquinas de vento e de garras, além de pontos para foto.
 

Com mais de 13 mil colaboradores, a Porto se mantém como uma das principais referências no cenário nacional, ocupando posição de destaque entre grandes empresas de diversos setores.

Grupo HDI é destaque no 25º Troféu Gaivota de Ouro 

por HDI

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, conquistou destaque na 25ª edição do Troféu Gaivota de Ouro, premiação da indústria de seguros brasileira, realizada pela revista Seguro Total. O evento ocorreu em 09 de outubro e reuniu líderes do setor, especialistas e corretores para celebrar as principais conquistas do mercado. 

Reconhecido por sua credibilidade e transparência, o Troféu Gaivota de Ouro realizou três mudanças significativas no processo de seleção, elevando a precisão, transparência e relevância na identificação das empresas, profissionais e serviços que se destacaram entre julho de 2024 e junho de 2025. A indicação técnica das empresas é baseada na análise isenta elaborada pela equipe de economistas e estatísticos da SILCON Estudos Econômicos, capitaneada pelo economista Claudio Contador, Ph.D. A análise é extensiva e utiliza os registros contábeis de todas as empresas listadas no Sistema de Estatísticas (SES) da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Na ocasião, o Grupo HDI conquistou o 1º lugar na categoria “Desempenho e Liderança”, e foi nomeado em outras quatro. Entre elas: “Maior Seguradora do Ramo no Brasil”, em 2º lugar; “Linha de Negócio Compreensivo”, em 2º lugar; “Linha de Negócio Ramo Vida”, em 3º lugar; “Linha de Negócio Patrimonial”, em 3º lugar. 

“É uma grande satisfação receber esse reconhecimento no Troféu Gaivota de Ouro, uma premiação tão importante para o setor de seguros. Esse resultado reflete o trabalho consistente que o Grupo HDI vem realizando nos últimos anos, sempre com foco em desempenho, inovação e, principalmente, nas pessoas, nossos clientes, corretores e colaboradores. Mais do que um prêmio, esse destaque mostra que estamos evoluindo de forma sólida, com estratégias que unem eficiência e proximidade. A conquista na categoria ‘Desempenho e Liderança’ reforça nosso compromisso em entregar soluções cada vez mais completas e personalizadas, que realmente façam diferença no dia a dia de quem confia na HDI”, destaca Paul Canarin, diretor regional de São Paulo do Grupo HDI.

FenaCap marca presença e reforça compromisso com o desenvolvimento sustentável

O presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, e o superintendente executivo da entidade, Gilberto Figueira, acompanharam nesta quarta-feira (08/10) as atividades do evento Pré-COP30 Casa do Seguro, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em Brasília. A iniciativa, que antecede a COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, prevista para novembro em Belém (PA) — reuniu autoridades do Governo Federal e lideranças do mercado segurador, além de representantes da indústria e da agricultura, para discutir a contribuição do setor na transição para uma economia mais sustentável.

No encontro, painéis trouxeram temas como seguro rural e soluções baseadas na natureza, infraestrutura resiliente, proteção social diante de eventos climáticos extremos e finanças sustentáveis. As discussões destacaram o potencial do mercado de seguros e da Capitalização para apoiar práticas ambientais responsáveis e fomentar o desenvolvimento econômico de forma estruturada.

Segundo Denis Morais, a presença da FenaCap em iniciativas como essa reforça o compromisso da Federação com o futuro do país.

“Eventos como a Pré-COP30 são essenciais para integrar o setor de seguros e Capitalização à agenda climática. A Capitalização tem papel estratégico e contribui para impulsionar investimentos e apoiar projetos de longo prazo com impacto positivo para o Brasil”, afirmou o presidente.

FenaCap estará representada na COP30, em Belém

A FenaCap também estará presente na COP30, a ser realizada entre 10 e 21 de novembro, em Belém (PA), com a participação do presidente Denis Morais, do diretor-executivo Natanael Castro e do superintendente executivo Gilberto Figueira na Casa do Seguro, da CNseg. A Federação está contribuindo para o lançamento do Guia Prático de Seguros e Capitalização para Concessões e PPPs, desenvolvido pela Confederação em parceria com os setores público e privado. A publicação inédita reúne informações técnicas, jurídicas e econômicas sobre o uso dos instrumentos de seguros e Capitalização para fortalecer o ambiente das concessões e parcerias público-privadas no Brasil, contribuindo para um desenvolvimento econômico mais seguro e sustentável.

Grupo MAG anuncia a neurocientista Carla Tieppo como sua nova conselheira consultiva

O Grupo MAG, especializado em vida e previdência, com 190 anos de atuação ininterrupta no país, anuncia Carla Tieppo como sua nova conselheira consultiva. A chegada da neurocientista reforça o compromisso da companhia em colocar o capital humano no centro das estratégias. A executiva chega com a missão de transformar conceitos neurocientíficos em conhecimento, experiências e iniciativas mais inovadoras para colaboradores, corretores, clientes e parceiros da empresa.

“Estamos muito felizes com a chegada da Carla. O Grupo MAG é o primeiro a trazer uma neurocientista para o conselho consultivo de sua companhia. Esse é um movimento inédito no mercado”, comenta Helder Molina, CEO e chairman do Grupo MAG. “A neurociência é essencial para o futuro das organizações. Esse movimento marca uma ruptura e evolução em como a MAG conduz seus negócios, além de reforçar nossa tradição centenária e constante coragem de inovar, sempre acreditando que ciência, negócios e pessoas precisam caminhar juntos para alcançarmos os objetivos esperados”, complementa.

Carla Tieppo é neurocientista, multi-empresária e pioneira na aplicação da ciência do cérebro no desenvolvimento humano e organizacional. Doutora em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP, é professora e pesquisadora há mais de 30 anos, com ampla atuação em cursos de pós-graduação voltados à neurociência aplicada à educação, comportamento e gestão de pessoas.

É sócia-fundadora do Grupo Inédita, que reúne a Ilumne Consultoria, Educação Inédita, Instituto e Editora Conectomus, além de integrar o corpo docente da Singularity University Brazil.

Autora do best-seller “Uma viagem pelo cérebro: a via rápida para entender Neurociência” (2019), Carla tem contribuído para o desenvolvimento de centenas de organizações por meio de palestras, workshops e consultorias em diferentes segmentos do mercado.

“O futuro tecnológico exige um super ciclo humano, e a neurociência pode ser grande aliada para a construção desta potência humana frente à tecnologia”, revela Carla Tieppo, conselheira consultiva do Grupo MAG.

Icatu Seguros investe em audiobooks que reforça posicionamento de proteção familiar

Em comemoração ao Dia das Crianças – celebrado no dia 12 de outubro, a Icatu Seguros lança o projeto “Primeiros Capítulos”, que reimagina a infância de personagens icônicos da literatura – como Sherlock Holmes e Mulan – em formato de audiobooks. As histórias são narradas de forma sensível e divertida, destacando os primeiros passos desses heróis e o papel do cuidado e do incentivo familiar no desenvolvimento de suas jornadas. A distribuição acontece em parceria com o “Era Uma Vez Um Podcast”, maior plataforma de audiobooks infantis do Brasil. 

“Queremos que os pais reflitam, de maneira leve e afetiva, sobre o valor da proteção. Assim como os personagens precisam de apoio em seus primeiros capítulos, na vida real também é fundamental garantir segurança para que os filhos cresçam e possam escrever suas próprias histórias”, destaca Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros. “Nosso objetivo é ampliar a conscientização sobre seguro de vida e previdência, como ferramentas essenciais para que as famílias possam se planejar financeiramente para todas as fases da vida”, completa.

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O lançamento integra a campanha digital da companhia para o Dia das Crianças, que aposta em narrativas emocionais para reforçar a importância da proteção familiar, a partir de conteúdos interativos nas redes sociais.

“O conceito criativo do ‘Primeiros Capítulos’ e o roteiro das histórias são trabalhos 100% humanos. Para dar vida aos personagens e cenários, utilizamos ferramentas de Inteligência Artificial como apoio à criação artística. Mas o coração da campanha é o conteúdo. A nossa aposta está na contação de histórias por meio da parceria com o ‘Era Uma Vez Um Podcast’, a maior plataforma de audiobooks infantis do país”, explica Cinthia.

A ação é mais um desdobramento da campanha de marca “Para todos os capítulos da sua história”, que já recriou contos clássicos como “Alice no País das Maravilhas” e “João e o Pé de Feijão”, com o objetivo de conscientizar sobre a imprevisibilidade da vida e a importância da proteção.

Histórias que se encontram: a jornada de pai e filhos que simboliza o valor da proteção e da confiança no mercado de seguros

por Zurich Seguros

Na ST Corretora de Seguros, o tempo parece trabalhar a favor dos laços familiares. Fundada por Ildebrando Gozzo em conjunto com os filhos, no interior de São Paulo, em 1995, a empresa ganhou novo fôlego sob o comando dos filhos Otavio e Guilherme, que cresceram vendo o pai transformar proteção em propósito.  

Hoje, eles dividem a liderança da corretora, um negócio de sucesso que administra milhares de apólices em todo o Brasil, e personificam o tema da nova campanha da Zurich para o Dia do Corretor de Seguros, “Histórias que se encontram”, que celebra o elo entre gerações que constroem o futuro do mercado de seguros, com confiança, parceria e propósito. 

“Dar continuidade a esse legado é, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade e um motivo de orgulho”, diz Otavio Gozzo. “Buscamos preservar o que sempre funcionou bem, mas também trazer inovação, tecnologia e uma gestão cada vez mais moderna, sem perder o lado humano que sempre marcou nosso relacionamento com clientes e parceiros”. 

Para os irmãos, conduzir o negócio tem sido um processo muito especial. Segundo Guilherme Gozzo, a corretora foi construída com base em valores familiares como ética, comprometimento e respeito com as pessoas – essência que se mantém, somada agora às mudanças que o presente e o futuro exigem do mercado. 

“Olhamos para o futuro com entusiasmo. O mercado de seguros está se transformando rapidamente e a ST Corretora quer estar à frente dessas mudanças, investindo em processos digitais, atendimento omnichannel e soluções cada vez mais personalizadas, mas com a mesma base sólida que nos trouxe até aqui”, conta Guilherme. 

A relação da ST Corretora com a Zurich começou em 2011, com um convite que se transformou em parceria duradoura. Desde então, a corretora e a seguradora compartilham uma trajetória de crescimento, confiança e evolução.  

“Construímos uma relação de seriedade e parceria genuína, pautada por objetivos em comum: oferecer segurança, qualidade e um atendimento diferenciado aos clientes”, afirma Otavio. “A Zurich tem sido uma parceira fundamental para o nosso sucesso. Mais do que uma seguradora sólida, é uma empresa que escuta, apoia e cresce junto com o corretor, com um portfólio completo que atende a todos os perfis de clientes”, explica. 

Guilherme complementa: “O que mais nos anima é a forma como a Zurich alia tradição e inovação. É uma empresa com história, presença global e enorme credibilidade, mas que está sempre aberta a novas ideias, tecnologias e soluções que agregam valor ao cliente e ao corretor. Durante esses anos de parcerias, fomos premiados diversas vezes e tivemos a oportunidade de estreitar o relacionamento e abrir caminhos para novas oportunidades de negócios. É uma verdadeira postura de parceria”, opina. 

Para os irmãos, a campanha traduz em imagem e sentimento o que vivem diariamente. “Ser corretor é uma profissão de propósito. Levamos tranquilidade e proteção às pessoas e empresas, traduzindo suas necessidades em soluções reais”, opina Guilherme. E Otavio concorda: “Ver o reconhecimento dos clientes e contribuir para a segurança deles é o que nos motiva todos os dias”. 

O olhar da Zurich

Para Márcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros, que participa da campanha ao lado de pai e filhos e conta com uma relação de longo prazo com os corretores, é gratificante acompanhar a evolução da ST Corretora ao longo dos anos. 

“É uma corretora muito estruturada, com um processo de sucessão muito bem implementado. Ildebrando é um homem forte e resiliente, que transformou o mercado não só como corretor, mas como pessoa, com representatividade ativa em toda a região, fazendo com que o mercado se desenvolvesse. Hoje, o Otavio e o Guilherme continuam esse legado de liderança do pai”, conta Márcio. 

Para Marcio, é possível traçar um paralelo entre a ST e a as milhares de corretoras espalhadas pelo Brasil, que buscam o seu processo de sucessão em diferentes estágios de evolução. 

“Assim como temos feito com o Otavio e o Guilherme, nós estamos aqui para apoiar todos os corretores no desenvolvimento dos seus negócios, com informações relevantes para que estejam cada vez mais preparados. A Zurich é a casa do corretor, onde eles podem perguntar, esclarecer, ouvir e acima de tudo, crescer seus negócios, a partir de uma parceria sólida e confiável”, finaliza Marcio. 

No Dia das Crianças, previdência privada surge como presente que dura para a vida toda

por SulAmérica

O Dia das Crianças tradicionalmente é associado a brinquedos, jogos e eletrônicos, mas, cada vez mais, pais e avós têm buscado alternativas de presente que unem afeto, cuidado e visão de futuro. Uma das opções que ganha destaque é a previdência privada infantil, que transforma a data em um marco simbólico para iniciar o planejamento financeiro das próximas gerações.

Dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) mostram que o setor de previdência privada aberta cresceu 15,3% em 2024, alcançando patrimônio superior a R$ 1,7 trilhão em 2025, o equivalente a 13,7% do PIB brasileiro.  Já na SulAmérica, a busca pelo produto aumentou cerca de 15% entre 2024 e 2025, corroborando a ideia de que as famílias estão mais atentas ao futuro financeiro e a importância do planejamento.

Segundo Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, as principais motivações estão ligadas à busca por segurança e oportunidades para os filhos. “De um lado, há a preocupação com a sustentabilidade da previdência pública, o que leva os pais a pensarem em alternativas privadas. De outro, o desejo de garantir uma educação de qualidade, custear uma faculdade ou até mesmo um intercâmbio internacional. Além disso, cresce a conscientização sobre os benefícios de começar cedo e aproveitar o poder dos juros compostos, transformando pequenos aportes em grandes resultados ao longo do tempo”, comenta.

Na SulAmérica, é possível contratar planos de previdência voltados para crianças com contribuições mensais a partir de R$ 100 e aportes esporádicos de R$ 1.000. Essa flexibilidade permite que diferentes perfis de famílias consigam incluir o investimento no orçamento, aproveitando o tempo como principal aliado. Com os juros compostos atuando ao longo dos anos, pequenos valores podem se transformar em resultados expressivos.

“Presentear uma criança com previdência é um gesto financeiro e uma forma de mostrar, desde cedo, que pensar no futuro também faz parte da educação. Quanto antes o investimento começa, maior é o potencial de multiplicação dos recursos e de criação de liberdade de escolha na vida adulta”, explica Bernardes.

Além do acúmulo financeiro, a previdência privada infantil desempenha um papel educativo. Muitos planos oferecem ferramentas que permitem às famílias e, futuramente, às próprias crianças, acompanhar a evolução do investimento. Esse recurso ajuda a introduzir conceitos de disciplina, poupança e visão de longo prazo, estimulando a educação financeira desde cedo.

O especialista elenca algumas recomendações para as famílias que iniciarão o aporte:

•     Defina objetivos claros: faculdade, intercâmbio, reserva financeira, apoio para início da vida adulta ou aposentadoria;

•     Avalie o perfil de risco e compare taxas e rentabilidades entre os planos;

•     Considere os benefícios fiscais oferecidos pela previdência privada;

•     Busque orientação especializada para alinhar expectativas e escolher a opção mais adequada à realidade da família.

O aumento da procura por previdência infantil também impacta a estratégia de mercado das seguradoras, que têm desenvolvido produtos cada vez mais flexíveis, acessíveis e adaptados às diferentes etapas da vida das crianças. Campanhas de comunicação também passam a dialogar diretamente com pais e avós, mostrando a previdência como um presente que acompanha a vida inteira.

“Neste Dia das Crianças, a proposta é repensar a data. Além de presentes de consumo imediato, que tal oferecer algo que cresce junto com os filhos e se torna um legado financeiro e educacional?”, finaliza Victor Bernardes.

Seguros impulsionam transição sustentável no campo, afirmam especialistas em evento da CNseg

por CNseg

Representantes do governo, do setor produtivo e da academia destacaram o papel estratégico do seguro rural na transição para um agronegócio mais resiliente às mudanças climáticas durante o painel “Seguros para Soluções Baseadas na Natureza e Agronegócio Sustentável”, do seminário “Pré-COP30 – A Casa do Seguro”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em 8/10, em Brasília.
 

A moderação ficou a cargo de Fátima Lima, presidente da Comissão de Integração ASG da CNseg, que abriu o debate lembrando que “o seguro é uma ligação entre o risco climático, a resiliência, as soluções baseadas na natureza e também a segurança para bancos, investidores e produtores”.
 

Governo: adaptação climática e fortalecimento do seguro rural

O secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Aloisio Lopes, apresentou os avanços do Plano Clima, que orientará a política brasileira sobre o tema até 2035. Ele destacou que a parte referente à adaptação já está em estágio avançado, com 16 planos setoriais em elaboração, incluindo o agropecuário.
 

“O Brasil já está vivendo a mudança do clima”, afirmou. Segundo Lopes, o país precisa “retomar e ampliar o papel do seguro rural como instrumento de proteção”, integrando-o às estratégias de adaptação do setor produtivo.
 

Em sua intervenção, o secretário ressaltou o potencial das soluções baseadas na natureza (SBN). “A recomposição de vegetação nativa é talvez a melhor tecnologia de remoção de carbono da atmosfera. O desafio agora é reconhecer o valor dos serviços ambientais prestados pelas áreas de vegetação”, observou, citando o Fundo Clima e novas linhas de financiamento para recuperação de áreas degradadas.
 

Academia: informação e tecnologia como alicerces

O coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, apontou a necessidade de políticas públicas mais robustas e de melhor uso dos dados disponíveis. “A nossa preocupação é tão grande com esse tema que nós acabamos de fundar um Observatório do Seguro Rural”, contou.
 

Ele enfatizou que atualmente apenas 3 milhões de hectares estão cobertos por seguro no país, o que representa um risco para a segurança alimentar. “Isso é muito pouco. É uma questão estratégica interna e deveria gerar uma maior sensibilização”, alertou.
 

Ao abordar o papel da inovação, Bastos destacou o avanço das tecnologias de satélite e de modelagem climática. “Sem segurança com relação às informações de monitoramento e verificação, não se anda”, disse, defendendo o uso de métodos autodeclaratórios e sistemas de verificação via satélite para sustentar seguros mais modernos e precisos.
 

Setor produtivo: seguro como garantia de sobrevivência

O diretor da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Ricardo Sassi, ressaltou que o Brasil já possui uma base sustentável expressiva, com apenas um terço do território ocupado pela agropecuária. “Sem seguro agrícola, é impossível, nos próximos 10 ou 15 anos, o produtor se manter na terra”, advertiu.
 

Sassi lembrou que os riscos climáticos são incontroláveis para o produtor e que o seguro é “a única ferramenta que vai salvar o produtor no campo”. Ele defendeu a ampliação da subvenção pública e alertou: “Não existe seguro agrícola em lugar nenhum do mundo que deu certo sem a subvenção. É essencial”.
 

Síntese e consenso

Ao final do painel, Aloisio Lopes destacou o desafio de transformar o conhecimento sobre riscos climáticos em políticas públicas eficazes. “Precisamos conhecer esse contexto, disponibilizar a informação e transformar isso em orientação para os vários setores”, concluiu.
 

Guilherme Bastos reforçou que o papel da academia é auxiliar o governo na melhor alocação dos recursos públicos, que são finitos. E Ricardo Sassi encerrou com um apelo direto: “Que esses recursos venham para o seguro agrícola, que é a única forma de garantir a continuidade da produção diante dos eventos climáticos extremos”.

Ideias e propostas para o fomento e desenvolvimento do mercado de seguros e de resseguros

por Karen Fuchs

O Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros realizou a primeira edição das “Conversas do Fórum”, no dia 8 de outubro de 2025, na Matriz  de Negócios do Grupo MAG, em São Paulo (SP), para apresentar o que tem sido discutido e proposto pelos seus 24 membros com o objetivo de fomentar e desenvolver o mercado de seguros em prol de uma sociedade mais protegida.  

Nilton Molina, Presidente do Instituto de Longevidade MAG, membro e um dos fundadores do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, mostrou que em um período de 30 anos, de 1995 a 2024, a receita de prêmios de Ramos Elementares não cresceu em proporção ao PIB, o que ele chamou de inspiração para o Fórum. “No período, Ramos Elementares cresceram 1399% (de R$ 9,4 milhões em 1995, para 

R$ 131,5 bilhões, em 2024) enquanto o PIB cresceu 1660%. Incluindo Saúde, 1755%, mesmo considerando o crescimento maior do que o PIB. Portanto, essa é a inspiração do Fórum, é a gente propor propostas para o fomento do mercado”, afirmou.  

Oportunidades para o Brasil 

Gilmar Melo Mendes, professor associado e pesquisador da Fundação Dom Cabral na área de Estratégia e Finanças e Conselheiro da MAG, deu uma aula de otimismo sobre o Brasil para o próximo ano, com todos os indicadores econômicos apontando para cima, e o potencial do país no campo de energias limpas. “O maior consumidor de energia do mundo é a indústria primária de alumínio, representando 5% da energia global. Nos próximos 10 anos, datas centers vão consumir 3% da energia global, só que precisa ser limpa. O Brasil entra num grau de atratividade mundial. A Casa dos Ventos e a GE já anunciaram investimentos no país”, afirmou. 

Substituto do DPVAT e a Capacidade do Mercado para Proteção de Catástrofes

No primeiro painel das “Conversas do Fórum”, “Substituto do DPVAT e a Capacidade do Mercado para Proteção de Catástrofes”, participaram os membros do Fórum, Alexandre Camillo, corretor de seguros e economista,  Rodrigo Botti, Country Head da Lockton RE e Boris Ber, Presidente do Sincor-SP, como moderador.  

Ber abriu o painel comentando a lacuna que o DPVAT deixou. “Acabaram com um dos maiores seguros de Responsabilidade Civil, talvez um dos maiores do mundo”, afirmou.  Na sequência, Camillo chamou atenção para o número de acidentes de trânsito no Brasil, o que ele denominou como uma catástrofe. “O Brasil produz anualmente, em média, 40 mil mortes por acidentes de trânsito e 150 mil feridos de alta gravidade. Os números de vítimas são maiores do que em conflitos globais”, comparou. Como um substituto do DPVAT, ele sugeriu como hipótese uma cobertura de Responsabilidade Civil obrigatória na garantia de Responsabilidade Civil já existente no Seguro de Automóvel tradicional.  

Com o exemplo da catástrofe que atingiu o Rio Grande do Sul, Botti ilustrou o quanto o Brasil está atrasado na proteção para catástrofe. “O gap de proteção, entre a perda total do evento e a perda segurada, em mercados desenvolvidos é de cerca de 30%, ou seja, 70% são seguradas. No Rio Grande do Sul, o gap foi de 95%, com mais de R$ 100 bilhões em perdas e menos de R$ 5 bilhões estavam protegidos pelo seguro”, comparou.

Botti defendeu a união da iniciativa privada, seguradores, resseguradores e corretores para estruturarem um arcabouço de compartilhamento de risco. “É onde o Fórum  deveria se concentrar, em como a gente faz esse compartilhamento de risco efetivo para dar a proteção de catástrofe no Brasil”, afirmou. 

Lei do Contrato de Seguro e Novo Marco das Cooperativas e Associações de Proteção

No segundo painel, “Lei do Contrato de Seguro e Novo Marco das Cooperativas e Associações de Proteção”, a Lei 15.040/24 e a LC 213/25, respectivamente, participaram, Camila Calais, membro do Fórum e Head de Seguros do escritório Mattos Filho Advogados, Amando Vergílio, Conselheiro do Fórum e Presidente da Fenacor, e Antonio Penteado Mendonça, membro do Fórum, advogado e jornalista especializado no mercado de seguros, como moderador. “Nós temos uma lei adequada às necessidades do mercado de seguros brasileiro e mais do que isso, teremos uma Lei de Contrato de Seguro que dará outra segurança jurídica para a atividade”, disse Mendonça na abertura do painel.  

Calais apresentou as oportunidades que a nova Lei traz para o mercado: melhoria de produtos, linguagem dos clausulados mais acessível ao consumidor e revisão de processos na área de sinistros. Ela também falou sobre os impactos da nova Lei para os resseguradores estrangeiros que fornecem capacidade para o Brasil. “Eles estão tendo que lidar com conceitos jurídicos que não possuem em seus países e estão tendo que rever processos de aceitação”, comentou. 

Sobre a LC 213/25, Vergílio disse que 2218 associações pediriam registro junto à Susep. Provavelmente, um número significativo delas não continuarão no mercado, devido às exigências de readequação operacional. “As associações que passaram pelo peneiramento terão que contratar uma administradora. Do contrário, não poderão operar mais. Em minha opinião, é quando começa o mercado regulado sobre as associações de proteção. E como o nome diz, Proteção Patrimonial, é monoproduto. Por enquanto, somente casco de automóvel”, afirmou. 

Um convite a toda a sociedade 

Nas “Conversas do Fórum” estiverem presentes representantes das indústrias de seguros, resseguros e corretores, além de outros setores da economia, entre eles, Luiz Alberto Gonçalves, Vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Celso Shimura, Diretor de Parcerias da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-SP), Paulo Souto, Managing Partner da Convista  e André Almeida, CEO da Ipro4. O evento também foi transmitido pelo YouTube. 

Segundo Helder Molina, CEO e chairman do Grupo MAG, “o Fórum é de grande relevância para o setor e para o Grupo MAG. Por meio dele, as principais discussões para melhorias acabam contribuindo para o impulsionamento do mercado de seguros. Tudo isso de forma democrática”, afirmou.

“Uma sociedade muito mais protegida será uma nação muito mais forte e todos nós estamos engajados nesse processo. O papel do Fórum é ser eclético, heterogêneo e, em comum, a paixão dos seus membros pelo seguro. Essas “Conversas do Fórum” foram as primeiras e teremos várias outras”, declarou Marco Antônio Gonçalves, Presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros e Diretor-presidente do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros.

As “Conversas do Fórum” estão disponíveis no YouTube, acessando: https://www.youtube.com/watch?v=d2bFfbUIrIo

Zurich lança campanha no seguro automóvel e acelera neste fim de ano

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

por Zurich

Na reta final do ano, a Zurich Seguros está lançando a sua maior campanha no seguro automóvel da história da companhia.  

A Zurich Turbinada Automóvel, que ficará em vigor até 31 de dezembro de 2025, terá como principal objetivo reconhecer e premiar os corretores de seguros pela emissão de apólices no seguro automóvel.  

Com metas mensais e recompensas proporcionais ao volume de negócios, os corretores acumularão bonificações por apólice vendida do produto e multiplicadores especiais, como retenção e volume de contratações. São elegíveis seguros novos e renovações emitidos durante o período da campanha.  

Há ainda um incentivo adicional para as apólices contratadas com a cobertura Pequenos Reparos Premium, diferencial no qual a Zurich é pioneira no mercado. A cobertura amplia o valor limite para pequenos consertos e garante a reposição de para-choque e itens complementares, que geralmente são danificados em colisões, reforçando a proposta de valor do produto. 

“Queremos valorizar ainda mais o papel dos corretores, que são protagonistas na nossa estratégia de crescimento no seguro automóvel. A campanha Zurich Turbinada Automóvel une proteção para os clientes e reconhecimento para os parceiros de negócios, reforçando o compromisso da Zurich em potencializar a performance dos corretores”, destaca Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. 

A apuração dos resultados será feita mensalmente, com pagamentos até o último dia útil do mês subsequente às emissões. Todas as condições de participação estão detalhadas no regulamento oficial da campanha. 

Acelerando na reta final do ano

Com a iniciativa, a Zurich busca não apenas estimular o desempenho comercial, mas também conectar a campanha com o período de férias de fim de ano, quando cresce a procura por seguros automotivos e a necessidade de reforçar a proteção. 

“O fim de ano é um momento em que muitas famílias viajam de carro e redobram os cuidados com a segurança. Queremos que nossos corretores aproveitem essa oportunidade para proteger ainda mais clientes e, ao mesmo tempo, turbinar seus resultados com as bonificações oferecidas pela campanha”, complementa João Merlin, diretor executivo de Negócios em Automóvel da Zurich.