Mercado segurador avança 0,6% em 2020, para R$ 274,1 bilhões

Consideradas as projeções para o PIB de 2020, estima-se que a penetração (receitas/PIB) do setor aumente de 3,5%, em 2019, para 3,7%, em 2020. Seguros de bens e responsabilidades cresceu 3,6% em 2020, comparado a 2019.

Dados preliminares da Superintendência de Seguros Privados (Susep) informam que as receitas dos segmentos supervisionados totalizaram R$ 30,84 bilhões em dezembro de 2020. No acumulado de 2020, o patamar de receitas de R$ 274,11 bilhões fechou 0,6% acima de 2019.

Os números podem sofrer ajustes, uma vez que as seguradoras estão auditando seus balanços e têm até o dia 1 de março para enviar dados consolidados para a Susep. Apesar disso, a Susep antecipou na sexta-feira passada os dados para a imprensa em formato de notas, mesmo sem antes ter divulgado os dados completos no portal de estatísticas, que permite uma avaliação mais adequada do comportamento do setor. Até a manhã desta segunda-feira os dados não estavam disponíveis no portal da autarquia.

Com uma alta de 15,1% em relação a dezembro de 2019, o setor reverteu a queda de 1% observada no acumulado até novembro, no comparativo com 2019. Consideradas as projeções para o PIB de 2020, estima-se que a penetração (receitas/PIB) do setor aumente de 3,5%, em 2019, para 3,7%, em 2020.

Entre os diversos segmentos, Danos, ou “Property & Casualty (P&C), como usa o setor mundialmente, confirmou-se como destaque do ano, com crescimento nominal de 3,6% em 2020, para R$ 78,9 bilhões, segundo pesquisa que a Susep. Um dos destaques do segmento foi o seguro rural, que fechou o ano com alta de quase 30% na receita, chegando a R$ 6,9 bilhões.

Já o ramo de auto, que é um dos principais dos seguros em geral, foi um dos mais impactados pela mudança dos padrões de mobilidade e consumo na pandemia. Mesmo tendo uma reação em dezembro (com receita de R$ 3,5 bilhões, alta de 6,7% ante o mesmo mês de 2019), o volume total de prêmios caiu mais de 2%, para R$ 35,3 bilhões no ano.

A sinistralidade do seguro de automóvel no ano todo de 2020 ficou em torno de 54%, abaixo dos quase 61% registrados em 2019. Esse número subiu para 58% em dezembro, o que pode indicar retomada na mobilidade na virada para 2021.

O segmento de Seguros de pessoas totalizou R$ 157,8 bilhões em 2020, com ligeira alta de 0,02%. O VGBL registrou contribuições de R$ 114 bilhões, 1,8% abaixo de 2019. No PGBL, a receita líquida em 2020, foi de R$ 2,38 bilhões, abaixo dos R$ 2,66 bilhões arrecadados em 2019. Na Previdência Tradicional, com planos que não são mais comercializados, mas tem um peso considerável nas reservas das seguradoras que o venderam, houve queda de 10,1% na arrecadação em 2020.

Tokio Marine remunera corretor em até 24h após emissão de apólice

Modalidade de pagamento de comissão vale para todos os produtos com a opção de compra por cartão de crédito

A Tokio Marine informou que passa a realizar a remuneração da comissão em até 24h após a emissão da apólice e a autorização da transação pela operadora, em Auto Individual, Auto Frota; Residencial; Vida Individual; Aluguel (de acordo com a imobiliária); Empresarial; e Simples Vida – VG e AP. Todos via a opção de pagamento via cartão de crédito.

“A Tokio Marine tem realizado esforços contínuos no intuito de fortalecer a parceria com o Corretor e o pagamento da comissão em até 24h após a emissão da apólice para os produtos pagos pelos clientes com cartão de crédito é mais uma das medidas nesse sentido. Somos uma Seguradora reconhecida pelo forte relacionamento que mantemos com nossos Parceiros de Negócios”, afirma João Luiz de Lima, Diretor Comercial Nacional Varejo da Tokio Marine, em release divulgado aos jornalistas.

Além do compromisso em oferecer as melhores soluções ao Corretor de seguros, a Tokio Marine preza por proporcionar a melhor experiência e condições para os seus Clientes. Ao adquirir um produto da Companhia por meio de cartão de crédito, além de poder parcelar em até 12 vezes, o Cliente não tem o limite de seu cartão comprometido, uma vez que o débito é realizado mensalmente.

CNseg no Instagram

cnseg

Confederação Nacional das Seguradoras lança perfil na rede social nesta segunda-feira, dia 8

Fonte: CNseg

Com o objetivo de aproximar o setor segurador do consumidor final, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg está, a partir de hoje, 8/02, presente no Instagram, com o endereço @cnseg_oficial. A CNseg irá aproveitar a plataforma para apresentar de forma leve, informal e didática, como os produtos e serviços do setor segurador estão presentes em todos os momentos da vida das pessoas. Curiosidades sobre o seguro, suas inovações, sua história e pautas institucionais também farão parte do perfil.   

Para Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora-Executiva da CNseg, estar no Instagram faz parte da estratégia de marketing e de comunicação, integrando seu “plano de comunicação 360 graus”. “É sempre importante que a nossa marca – representante de um setor tão relevante para o país – tenha maior visibilidade e seja lembrada, mas a estratégia vai além. Com a presença no Instagram, fortalecemos o papel do setor segurador na perspectiva do consumidor, trazendo à reflexão a questão da importância da proteção e prevenção aos riscos – seja para pessoas, seja para empresas – com linguagem próxima e atual”, afirma Solange Beatriz.  

Contando com cerca de um bilhão de usuários no mundo, sendo 71% com menos de 35 anos, o Instagram é uma plataforma jovem, que cresce a cada ano, sendo considerada a rede social com maior engajamento, segundo a Socialbakers – são 4,2 bilhões de likes diariamente. Sua proposta se diferencia de outras plataformas devido ao grande foco visual e educativo que apresenta. 

Atualmente, a CNseg está presente no Facebook (https://www.facebook.com/CNseg/), LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/cnseg) e YouTube (@cnseg) e sua entrada no Instagram (@cnseg_oficial) fortalece ainda mais a sua missão de disseminar a cultura do seguro.    

Porto Seguro lucra R$ 1,7 bilhão em 2020, alta de 22,3%

Porto Seguro balanco 2020

2020 foi o melhor ano da Porto Seguro em ganho na carteira automóvel, com participação de 55% no ganho total do grupo

Pelos resultados da Porto Seguro, maior seguradora de automóvel e de residência do Brasil, fica claro que a pandemia afetou de forma diferente as companhias que já vinham investindo em tecnologia e em inovação de produtos e formas de vendas, bem como na comunicação com seus públicos alvos: clientes e corretores. “Apesar de todo o sofrimento de 2020, tivemos na Porto Seguro um ano com recordes de resultados, como ganho financeiro, lucro e redução de despesas administrativas e operacionais. O que nos preocupava era o crescimento das vendas, mas no quarto trimestre conseguimos recuperar”, conta Celso Damadi, vice-presidente Financeiro, de Controladoria, Investimentos e Relações com Investidores do grupo financeiro.

A Porto Seguro encerrou 2020 com lucro de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 22,3% sobre 2019, resultando em um ROAE de 21,6% em 2020, dois pontos percentuais maior. Damadi também destaca o resultado financeiro, com alta decorrente do desempenho das alocações em renda variável e juros indexados à inflação, compensando a queda da taxa Selic no período.

Praticamente todas as carteiras colaboraram como resultado da Porto. O segmento de seguro automóvel, que responde por 51% das receitas, viu a participação no lucro aumentar de 32% em 2019 para 55% em 2020. “O bom resultado foi impulsionado pelo isolamento social. A sinistralidade caiu muito com as pessoas em casa. Foi o melhor ano do auto na Porto. A renovação também foi a melhor da história, por estarmos com um preço muito competitivo. No ano, a carteira auto registrou queda de 1,2% em vendas, para R$ 1,7 bilhão, mas cresceu 35 mil itens segurados, alta de 0,7%”, citou.

Segundo Damadi, a Porto Seguro investe outro caminhão de dinheiro em tecnologia para o produto Auto 2.0 para ter mais assertividade na oferta para clientes. “Já começamos no Rio Grande do Sul e agora vamos avançar para Rio de Janeiro e Sao Paulo nos próximos meses”, informou. Segundo ele, o objetivo é aprimorar a competição de preços para atender 25% da população que faz seguro e também conquistar uma parcela significativa dos 75% que não compram o produto. “Esta nova plataforma nos dá mais poder de competição na oferta do seguro ao ajudar o corretor a ofertar um preço muito personalizado. Um cliente que more na Zona Leste de Sao Paulo, por exemplo, costuma ter uma taxa mais alta em razão do volume de roubo e furto da região. Mas se ele morar num condominio no bairro onde o índice é baixo, será beneficiado pela inteligência de nossos dados”.

O executivo também destacou o ramo de saúde, que respondeu com quase R$ 100 milhões em lucro em 2020. “Investimos pesado em tecnologia. Encerramos 2020 com 271 mil vidas seguradas em saúde e queremos chegar a 1 milhão no prazo de 4 a 5 anos. O investimento visa mudar o “chassi” de saúde e ter uma rede ainda mais estruturada com dados que ajudem às empresas a ter sinistralidade controlada e, com isso, índices menores de reajustes. A telemedicina e a subscrição também passam para um patamar mais destacado com a nova plataforma de saúde”, afirmou.

E assim foi com outros segmentos, como CDC e Cartão de Crédito, Consórcio, Vida, Residencial, Transportes e Riscos patrimoniais para PME. “Fiança locatária sofreu em 2020 em razão da pandemia, com atrasos de aluguel, mas voltou ao normal no quarto trimestre. Já em crescimento de vendas, o índice passou de 54%. “Com a diversificação de produtos passamos a ter uma base maior de produtos para compor o lucro do lucro. Vida individual vem crescendo na casa dos dois dígitos.

No CDC e no Cartão estamos com mais de R$ 10 bilhões em ativos, com crescimento de 25% nas duas carteiras em 2020. No consórcio o crescimento foi 20%”, destaca. O segundo e terceiro trimestre foi mais complicado no cartão de crédito pela elevação da inadimplência, mas no quarto trimestre o indicador já voltou ao patamar pré pandemia, informou.

A empresa segue em homeoffice, com 98% dos funcionarios trabalhando remotamente. “Ainda nao sabemos quando retomaremos o trabalho presencial. Tudo depende da vacinação e do controle da pandemia”.

A empresa passa a apresentar seus negócios agrupados em quatro verticais: Seguros, Saúde, Negócios Financeiros e Serviços. Esta visão representa o novo posicionamento estratégico para promover o crescimento de seus negócios, observando as diferentes características dos mercados, o potencial de crescimento de cada segmento e a dinâmica de cada uma dessas verticais.

Dados trimestrais – A carteira de seguro Auto, a principal da companhia e que está dentro da vertical Seguros, alcançou no 4T20 o maior volume de prêmios de toda série histórica (R$ 2,8 bilhões), por meio de uma expansão de 5,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior e com um incremento de 105 mil veículos em relação ao 3T20. Os prêmios dos seguros Patrimoniais também avançaram e atingiram 11,3% (vs. 4T19) e os prêmios do seguro de Vida permaneceram estáveis (+0,2% vs. 4T19), com desempenho positivo no Vida Individual. Nesta frente de Seguros, os prêmios2 apresentaram expansão de 6,4% no trimestre (vs. 4T19), impulsionados principalmente pela aceleração dos seguros Auto e Patrimoniais. 

Na vertical Saúde3, o faturamento aumentou 5,5% em comparação ao 4T19 e 11,3% em relação ao ano de 2019. Os prêmios do seguro Saúde Empresarial evoluíram 6,2% no trimestre (vs. 4T19) e 13,3% em 2020 (vs. 2019), o quarto ano consecutivo de crescimento de prêmios em duplo dígito. O Seguro Odontológico apresentou uma expansão de 8,0% nos prêmios anuais (vs. 2019), ultrapassando 630 mil vidas seguradas. 

No consolidado de todos os negócios de Seguros (incluindo Saúde), o índice combinado atingiu 94,2% no trimestre (-1,2 p.p. vs. 4T19), decorrente principalmente da redução da sinistralidade do seguro Auto (-8,8 p.p. vs. 4T19), beneficiado pela melhoria na subscrição e precificação de risco. A sinistralidade do Saúde reduziu 3,9 p.p. (vs. 2019), atingindo o menor patamar observado nos últimos 10 anos. 

A vertical Negócios Financeiros4 apresentou aumento nas receitas de 21,1% (vs. 4T19), impulsionado pelo Consórcio (+34,9% vs. 4T19), que registrou aumento no número de cotas e elevação do ticket médio, e pelo crescimento dos Riscos Financeiros5 (+86,5% vs. 4T19). Nas Operações de Crédito (+3,1% vs. 4T19), destaque para a expansão na base de clientes: a operação de CDC incrementou o número de contratos em 25,5% (vs. 4T19) e o número de Cartões de Crédito atingiu 2,5 milhões de plásticos (+9,7% vs. 2019), com 65% dos clientes fazendo uso do cartão todos os meses.

A Carteira de Operações de Crédito encerrou o ano com saldo de R$ 10 bilhões, 24,2% superior em comparação ao final de 2019. O gerenciamento eficaz da carteira de crédito e as ações para mitigação de risco contribuíram para a redução da inadimplência (NPL +90 dias), que atingiu 4,4% ao final do 4T20, apresentando melhora tanto em relação ao 3T20 (-0,8 p.p.) quanto em comparação com o 4T19 (-0,2 p.p.), alcançando um resultado favorável mesmo quando comparado ao período anterior a pandemia.

Na vertical Serviços6 foi registrado aumento de 22,9% nas receitas do 4T20 (vs. 4T19) e de 22,7% em 2020 (vs. 2019), com destaque para o Carro Fácil que cresceu 36,2% no ano (vs. 2019) e alcançou mais de 7 mil contratos ativos em 2020. A linha de serviços conta também com outros produtos sinérgicos aos negócios da Porto Seguro com potencial de expansão atrativo, como o Porto Cuida, Health for Pet, Porto Faz e Reppara!.

Em relação às iniciativas ASG, destacam-se a continuidade do programa “Meu Porto Seguro”, já apresentado ao mercado, que contratou 6,1 mil pessoas no 4T20 (atingindo o preenchimento de 8,2 mil postos de trabalho temporários em 2020). Também é importante destacar o investimento de R$ 5 milhões no Fundo WE Ventures, para fomentar o empreendedorismo no Brasil por meio de investimentos em startups de tecnologia lideradas por equipes femininas. Destacam-se também os resultados alcançados em mais um ciclo de investimento social privado ao longo do 4T20, que resultou num investimento de R$ 6,4 milhões que vai beneficiar mais de 34 mil pessoas.

Principais destaques (4T20 em comparação com 4T19):

  • Receita Total: R$ 5,3 bilhões (+7,9%)
  • Prêmios Emitidos: R$ 4,5 bilhões (+8,5%)
  • Resultado de Negócios, Financeiros e Serviços: R$ 757 milhões (+10,9%)
  • Índice Combinado: 94,2% (-1,2 p.p.)
  • Resultado Operacional: R$ 310 mil (-4,1%)
  • Resultado Financeiro: R$ 300 mil (+11,4%)
  • Lucro Líquido: R$ 409 milhões (+10,3%)
  1. Resultados sem Business Combination .
  2. Considera os prêmios e contribuições dos seguros de Auto, Patrimoniais, Vida, Previdência, Uruguai, Transportes, Rural e Responsabilidade. 
  3. Composto por Saúde Empresarial, Seguro Odontológico, Serviços Médicos, Saúde Ocupacional e Portomed.
  4. Abrange os prêmios e receitas do Cartão de Crédito e Financiamento, Riscos Financeiros, Consórcio, Gestão de Ativos e Capitalização.
  5. Parte do crescimento de Riscos Financeiros é explicada pelas mudanças regulatórias, com prêmios passando a ser contabilizados conforme a vigência do contrato.
  6. Composto por Atendimento, Carro Fácil, Health for Pet, Porto Faz, Reppara, Renova, Monitoramento de Veículos, dentre outros serviços. 

Liberty Seguros anuncia Delane Giannetti como Diretora de RH

Delane Giannetti

“Minha principal responsabilidade será dar continuidade ao excelente trabalho da Liberty com pessoas e evoluir em temas importantes como inclusão e diversidade”, diz

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia sua nova Diretora de Talento, Delane Giannetti. A executiva assumiu o novo cargo e substituirá a posição de Ademir Marques, que se aposentou no ano passado após 39 anos de atuação na companhia. 

Delane contabiliza mais de 15 anos trabalhando no Grupo Liberty e já esteve à frente de todas as divisões da área de Recursos Humanos da companhia. A executiva foi responsável por diversos projetos locais e globais como: Talento & Cultura, Diversidade & Inclusão e Implantação do Modelo de Consultoria Interna no Brasil, além de estar à frente do Comitê de COVID-19, responsável pelas soluções e melhorias durante a pandemia.

Suas contribuições foram fundamentais para que a Liberty no Brasil alcançasse um dos melhores eNPS de todo o Grupo Liberty Mutual no mundo, o primeiro lugar na categoria Gestão de Pessoas do Prêmio Época Negócios, o título de Empresa do Ano no prêmio  Valor Carreira, além de estar entre as 50 melhores empresas para se trabalhar no Great Place to Work.

“É uma honra assumir o cargo de Diretora de Talento após 15 anos de história na Liberty. Nesta nova fase, minha principal responsabilidade será dar continuidade ao excelente trabalho da Liberty com pessoas e evoluir em temas importantes como inclusão e diversidade, além de fortalecer a cultura interna da companhia cada vez mais.” afirma Delane. “A área de Talento está trabalhando na revisão de seus processos para estar preparada para oferecer a melhor experiência aos nossos colaboradores, parceiros e clientes neste novo normal, completa. 

Zurich implementa produtos e serviços sustentáveis

Ações da empresa colocam a sustentabilidade de forma prática no dia a dia de pessoas e empresas. No seguro residencial, implantou o descarte ecológico de itens domésticos. Para os celulares, um serviço de logística reversa. No seguro auto, o processo de pagamento às oficinas mecânicas é 100% digital, com zero emissão de carbono. E para pessoas físicas e jurídicas, lança o Zurich4Power, que cobre a instalação e montagem de painéis fotovoltaicos

Fonte: Zurich

Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich quer ser também um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta. Para tal, além de ter assumido diversos compromissos mundiais e locais, põe em execução no país projetos atrelados aos seus produtos de forma sem paralelo em toda indústria brasileira de seguros. Iniciativas como descarte ecológico de equipamentos domésticos (para clientes que têm seguro residencial), pagamento 100% digital às oficinas de sua rede credenciada de seguro auto, e logística reversa de smartphones e itens de informática são as principais práticas sustentáveis. 

Além disso, a companhia prepara o lançamento de um seguro para instalação e montagem de painéis fotovoltaicos, tanto para pessoas físicas como jurídicas, denominado Zurich4Power.

“Os projetos estão relacionados aos mais diferentes tipos de seguros e visam a beneficiar clientes pessoa física e empresas de todos os portes. Indiretamente, os produtos e serviços também geram impacto positivo para a sociedade, já que contribuem diretamente para a sustentabilidade do planeta”, diz o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

A seguir, o detalhamento de cada uma das iniciativas e os impactos que elas geram, com comentários de cada um dos executivos da empresa, responsáveis por cada projeto.

  • Descarte ecológico de móveis, eletroeletrônicos e entulho

Os clientes que têm o seguro Zurich Residência contam com um serviço de retirada e descarte de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e entulho de restos de obras em todo o território nacional. Eles podem fazer até duas retiradas por ano de até três desses itens. Feito em parceria com a empresa especializada Ecoassist, todo o processo segue normas de sustentabilidade e é acompanhado de certificado emitido ao segurado após a conclusão do serviço. 

Além disso, é verificada a condição de uso dos itens. “Materiais que não puderem mais ser reutilizados, como o entulho e restos de obras, são separados ou desmontados; seus componentes e materiais descaracterizados por tipo e categoria são retornados à cadeia produtiva”, diz a gerente de Subscrição Personal Lines, Christiane Moraes.

Ela conta que a Zurich também atua no âmbito da educação ecológica. “Oferecemos uma consultoria ambiental aos clientes, para conscientização com dicas e práticas sustentáveis para economia de energia elétrica e de água, ideias para ambientes sustentáveis, descarte adequado e reciclagem do lixo residencial, além da indicação de prestadores para o desenvolvimento de projetos sustentáveis na residência”, revela.

  • Logística reversa de celulares e informática

Com o objetivo de reduzir ao máximo a emissão de CO2 na operação de sinistros da Zurich de forma certificada, o processo de logística reversa de celulares e informática visa a reciclar os resíduos da operação desses equipamentos, bem como seus acessórios, como pilhas e baterias – que são altamente danosos ao meio ambiente – além de plástico, vidro, metais e placas eletrônicas. Cada qual passa por um processo inicial de descaracterização e decomposição em partes menores e então é destinado à indústria específica para reciclagem.

De acordo com o superintendente de Sinistros, Jason Sampaio, “a iniciativa visa a fazer com que toda a cadeia de tratamento de sinistros de celulares e informática da seguradora tenha um processo de descarte apropriado de resíduos, sejam eles provenientes de segurados e colaboradores Zurich ou de prestadores de serviço de reparo dos produtos sinistrados”. Por isso que acontece em três vias: 

  • Junto ao segurado ou colaborador que queira descartar com segurança os itens, eles podem, por meio do Call Center e website da Zurich (Z-Serviços), serem informados sobre os pontos de descarte espalhados por todo o Brasil, e/ou formas alternativas de envio, como os Correios, por exemplo, para descarte.

ü  Os prestadores que fizerem serviços de reparo dos aparelhos para a Zurich poderão disponibilizar os resíduos eletrônicos gerados para que a própria Zurich faça a coleta. Em seguida, a companhia faz o tratamento e destina para a cadeia de reciclagem de materiais com certificação de tratamento ambiental adequado.

ü  Os compradores de salvados de celulares e informática, especificamente, poderão fazer o mesmo processo acima. Salvados são a sobra do sinistro ou o que não foi completamente destruído pelo evento danoso; assim que é efetuado o pagamento da indenização, a seguradora entra na posse dos salvados.

O provedor de serviços escolhido pela Zurich, GM&C Soluções em Logística Reversa e Reciclagem, possui as certificações necessárias dos órgãos ambientais nacionais, normas ISO, assim como gerencia as certificações dos seus parceiros nacionais ou internacionais que receberão os materiais para reciclagem.

De acordo com Organização das Nações Unidas (ONU), das 50 milhões de toneladas de resíduos jogados fora anualmente, entre 60% e 90% são jogados no lixo ou comercializados ilegalmente. O Brasil, que gera cerca 6 Kg de lixo eletrônico por habitante, produz 10 milhões de computadores e 150 milhões de celulares e baterias por ano, dos quais apenas 2% são descartados de forma correta. “Esses números justificam o porquê de o projeto de logística reversa de celulares da Zurich ser tão importante e necessário”, pontua Jason. 

  • Zurich4Power

Trata-se do nome que a Zurich deu para a cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Ou seja, o projeto está relacionado à geração de energia renovável e tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade.  

A comercialização do produto é feita por meio dos canais bancários, com instituições financeiras parceiras da Zurich e, também, pelos corretores.

O Brasil ultrapassou a marca histórica de 7,5 GW de potência operacional da fonte fotovoltaica, considerando tanto usinas de grande porte quanto em pequenos e médios sistemas, cada vez mais instalados em telhados, fachadas e terrenos, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Além disso, há mais de 70 linhas de crédito, sejam públicas ou privadas, para viabilizar a aquisição desses equipamentos – cujo preço caiu cerca de 90% na última década, aumentando o acesso à tecnologia. “A Zurich aposta no crescimento desse mercado, pois ele gera energia limpa. Por isso, apoiamos e incentivamos que cada vez mais placas fotovoltaicas estejam seguramente instaladas nos telhados de residências e empresas Brasil afora”, comenta o Diretor Executivo de Seguros Corporativos,Roberto Hernández.

  • Digitalização e simplificação de pagamento a oficinas 

Parte de um processo de digitalização e simplificação de processos que envolve diversas áreas da Zurich no Brasil, a empresa reduziu em 50% o prazo de pagamento dos serviços das oficinas credenciadas que atendem os clientes do seguro auto. Para se ter uma ideia, em janeiro de 2020, eram necessários pouco mais de 9 dias em média entre a entrega da nota fiscal por parte das oficinas parcerias e o pagamento. Desde setembro, graças às mudanças implementadas, o prazo caiu para cerca de 4 dias.

“Uma das ferramentas que colaborou para essa redução foi a plataforma Zurich Digital, que eliminou o uso de papel. Assim, por ser 100% digital, a simplificação também contribui para a sustentabilidade, já que todo o processo é feito com zero emissão de carbono”, destaca o Gerente de Processos Operacionais, Carlos Gomes Oliveira.

“O menor tempo de pagamento impacta positivamente no capital de giro das oficinas credenciadas. Para nossos parceiros, manter um capital de giro saudável é garantir também um processo de excelência nos serviços de reparos nos automóveis, assim como um ambiente sustentável, gerando não apenas o desenvolvimento e crescimento do volume de negócios, mas também melhora crescente no nível de satisfação dos nossos segurados”, complementa o diretor de Operações de Sinistros da Zurich no Brasil, José Silva.

Empresa tem compromisso de longo prazo com a sustentabilidade

A Zurich é uma empresa comprometida com a sustentabilidade em âmbito global. Uma dessas promessas foi pactuada em 2017, logo após ter cumprido, naquele mesmo ano, um compromisso anunciado 5 anos antes, o de investir US$ 2 bilhões em títulos verdes. Assim, há 3 anos, o grupo engajou-se a fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 milhões até 2022. O montante equivale à compensação de 5 milhões de emissões de CO2. “A boa notícia é que mais da metade da meta já foi cumprida: em setembro de 2020, a companhia apurou que conseguiu evitar, até então, 2,9 milhões”, conta o diretor Executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

No ano passado, o grupo figurou no topo do ranking de 2020 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, efeitos dos muitos esforços da companhia com a sustentabilidade e com seu papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

A Zurich é parceira do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) na produção do único Relatório de Riscos Globais do mundo, o Global Risk Report 2021. O documento, que é o balizador das discussões das principais tendências globais no WEF, demonstrou nesta 16º edição, de 2021, que no prazo de 2 anos os riscos de ameaças relacionadas às mudanças climáticas estão na lista dos cinco primeiros lugares com maior probabilidade de ocorrer.

O grupo é, ainda, signatário dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da ONU para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos. Também assina o Pacto Global, outra organização da ONU, assim como apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), entre de outros projetos semelhantes mundo afora.

Imbuída na redução de CO2, a Zurich passou a integrar a Net-Zero Asset Alliance, também da ONU, com o compromisso de zerar suas emissões até 2050. Aliás, a Zurich foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. No mesmo ano, assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos negócios.

AXA XL nomeia Michael Yeats para liderar suas operações de resseguro na América Latina

AXA XL nomeou Michael Yeats como head para América Latina, Resseguro. Baseado em Bogotá, Colômbia, Yaets se reportará a Peter Schmidt, CEO de Mercados Emergentes, Resseguro. 

Comentando, Peter Schmidt disse: “Estamos muito satisfeitos por ter Michael se juntando à nossa equipe de especialistas na América Latina. Sua vasta experiência e liderança especializada fortalecerão a implementação de nossa estratégia regional geral.” 

Yaets veio da Munich Re, onde mais recentemente ocupou o cargo de Vice-presidente de Engenharia e Transportes Especiais para as Américas. Anteriormente, ocupou o cargo de Gerente para Treaty Client para a América do Sul e Chefe de Resseguro para Transportes (América Latina e Caribe, Espanha, Portugal) na mesma organização. Michael conhece a AXA XL, tendo trabalhado como Deputy Office Leader e subscritor em Bogotá de 2012 a 2016. 

“Somos uma resseguradora líder no mercado latino-americano, com uma carteira de riscos bem diversificada. A adição de Michael à equipe nos permitirá construir ainda mais nossa franquia de mercado e expandir o alcance de nossas parcerias com clientes e corretores em toda a região”, acrescentou Schmidt. 

Yeats supervisionará os escritórios de resseguro da AXA XLs em Bogotá, Buenos Aires, Miami e São Paulo, que oferecem uma ampla gama de produtos de resseguro patrimoniais e responsabilidade civil, incluindo soluções inovadoras agrícolas e de crédito e títulos. 

EXEC anuncia Alexandre Zuvela como novo sócio

O executivo retorna à consultoria após três anos como Principal de Serviços Financeiros, na Korn Ferry

A EXEC, maior empresa nacional de seleção de executivos de alta gestão, acaba de anunciar Alexandre Zuvela como novo sócio da área de Financial Services da empresa. O executivo retorna à consultoria após três anos de atuação na Korn Ferry, onde ocupou o cargo de Principal de Serviços Financeiros.

Com mais de 20 anos de experiência, Zuvela trabalhou em empresas globais que são referências no mercado de consultoria no Brasil e nos EUA, além de atuar no segmento de Executive Search, como consultor de Benefícios e Remuneração em grandes multinacionais do setor de Recursos Humanos. “Achamos que com o fim da pandemia, vai acontecer uma retomada forte das empresas, principalmente em estruturas que vão dar um tom mais ágil às organizações, esse movimento vai resultar em uma demanda de profissionais com um perfil mais técnico”, avalia Zuvela. 

Graduado em Ciências Atuariais, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Zuvela também possui certificações em governança corporativa e coaching. Sua contratação chega para fortalecer a equipe da EXEC na área de serviços financeiros, setor em que o profissional desempenha um papel de destaque devido a sua trajetória bem sucedida.

Estudo da TransUnion identifica as principais tendências no mercado de seguros dos EUA

Hand of stock investment using smartphone for checking worldwide stock exchanges interface on screen with graphic icons, soft focus

Pesquisa traz insights que podem auxiliar o mercado brasileiro de seguros a obter novas estratégias digitais, visando este novo consumidor pós covid-19

Fonte: TransUnion

A pandemia da COVID-19 acelerou os esforços de digitalização da indústria de seguros e vem desafiando as seguradoras a compreenderem melhor as necessidades de seus clientes. E o que esperar em 2021? A TransUnion, companhia global de soluções de informação, insights de dados e prevenção à fraude, analisou quatro tendências do mercado norte-americano que irão influenciar a indústria de seguros este ano.

Para oferecer às seguradoras uma compreensão mais profunda destas tendências-chave, a empresa realizou uma pesquisa nos Estados Unidos com 3.148 consumidores que possuem automóveis ativos, proprietários de casas, locatários e/ou apólices de seguro de vida durante a primeira semana de dezembro¹. A conclusão que mais se destacou durante toda a pesquisa foi que o impacto da COVID-19 será bastante sentido até 2021.

“A COVID-19 impulsionou a implementação de soluções e serviços digitais inovadores para a vanguarda da operação padrão da indústria de seguros. O ambiente imprevisível que se avizinha indica que os consumidores e as empresas confiarão cada vez mais e escolherão seguradoras que ofereçam recursos e ferramentas on-line que possam melhor atender às suas necessidades, particularmente à medida que a adoção digital continue a crescer”, disse Mark McElroy, vice-presidente executivo e chefe do negócio de seguros da TransUnion.

“As tendências e insights revelados por esta pesquisa conduzida pela TransUnion no mercado norte-americano são muito relevantes e de interesse da nossa audiência em seguros no Brasil, pois levanta questões importantes e que se aplicam também ao contexto nacional, tais como distribuição por canais digitais e estresse financeiro causado pela queda de renda durante a pandemia”, avalia Rafael Quintana, Head de Seguros da TransUnion Brasil.

TransUnion Forecast: Quatro Tendências de Seguro a serem observadas em 2021

Tendência #1: Os desafios financeiros e econômicos trazidos pela COVID-19 continuarão a impactar os consumidores e as empresas, levando potencialmente a impactos de lucratividade para as seguradoras.

Os contínuos efeitos econômicos e financeiros da COVID-19 terão impacto sobre os consumidores e as empresas muito além de 2020. Olhando para os próximos três meses, a pesquisa de consumo da TransUnion indica que os entrevistados estão principalmente preocupados em poder pagar sua conta de seguro de automóvel (44%), seguido pelo pagamento de seu carro (26%), pagamento de hipoteca (23%) e seguro de vida (22%).

Olhando para o seguro de automóvel pessoal, estima-se que as operadoras de seguro de automóvel dos EUA devolverão US$ 14 bilhões aos clientes em um esforço para fornecer alívio financeiro em relação a dificuldades resultantes da COVID-19 e em função de menos milhas percorridas². Entretanto, os consumidores continuam preocupados com sua capacidade de cobrir suas contas de seguro, além de seus pagamentos de casa/auto. Uma análise recente da TransUnion também observou um aumento na distribuição de compradores de seguros de automóveis de maior risco, bem como aqueles com acomodações de pagamento em 2020³. Fatores como o aumento do desemprego e impactos financeiros variáveis podem estar contribuindo para esta tendência, e será imperativo que as seguradoras sejam capazes de identificar quais clientes estão enfrentando as dificuldades da COVID-19 para fortalecer o engajamento com os mesmos(as).

Dentro do segmento automotivo, a TransUnion observou que muitas seguradoras estão experimentando relativa estabilidade no desempenho de contratação de seguros a curto prazo, resultante de menos sinistros, que são reflexo de estradas menos congestionadas e menos quilômetros percorridos, entre outros fatores confluentes. Como o ambiente mais amplo começa a se normalizar, as seguradoras precisarão novamente implementar estratégias que as ajudem a aumentar a segmentação e permanecer competitivas na esteira da COVID-19.

Tendência nº 2: Consumidores e empresas esperam que as seguradoras tenham uma maior compreensão de suas necessidades individualizadas à luz dos comportamentos e preferências em mudança.

As necessidades de seguros para consumidores e empresas evoluíram durante o último ano em resposta à COVID-19. Entre os principais motores desta evolução estão uma redução significativa das milhas percorridas levando a menos sinistros, o aumento no trabalho remoto e dificuldades financeiras contínuas. Os efeitos duradouros destes desafios terão um impacto de tamanho enorme na forma como as seguradoras devem se aproximar e interagir com os clientes em 2021 e além.

Para os entrevistados que possuem ou alugam um carro (90%), a pesquisa da TransUnion indicou que 72% usaram menos seu veículo desde que a COVID-19 foi nomeada uma pandemia global ou não usam mais seu veículo. Dada esta queda, pode haver um maior interesse do consumidor em programas de seguros e telemática baseados no uso. A pesquisa constatou que 61% dos motoristas permitiriam que sua seguradora coletasse informações em tempo real sobre sua quilometragem e hábitos de direção se pudessem reduzir seu prêmio.

Olhando para o espaço de propriedade comercial e pessoal, os entrevistados expressaram uma forte preferência por ambientes de trabalho em casa quando solicitados a escolher seu ambiente de trabalho preferido para 2021 – 37% dos entrevistados citaram preferência por trabalhar em casa, e 31% preferiram um híbrido de trabalho presencial e em casa, com mais tempo trabalhando em casa. Estes resultados podem sinalizar menos demanda por imóveis comerciais, bem como turnos mais amplos dentro do espaço comercial e pessoal, à medida que os empregadores estendem as políticas de trabalho de casa ou adotam ambientes de trabalho híbridos para melhor atender às necessidades e demandas operacionais dos colaboradores.

Tendência #3: Os esforços de digitalização de seguros continuarão a se fortalecer em 2021.

A digitalização acelerou-se em resposta à pandemia da COVID-19, pois as seguradoras procuraram atender melhor aos clientes e permanecer competitivas no mercado em evolução de hoje – a adoção digital no setor de seguros cresceu 20% globalmente no último ano (4). Esta transformação está ocorrendo em todo o ciclo de vida das apólices de seguro, desde o marketing até à forma de reportar sinistros, passando pelo serviço digital de apólices. De fato, a pesquisa da TransUnion constatou que quase metade dos entrevistados (47%) comunicou um evento de sinistro de automóveis e/ou bens no último ano, e desses, quase quatro em cada 10 (39%) usaram um aplicativo móvel, um portal de website ou e-mail.

As preferências dos consumidores por interagir via plataformas digitais/online também apoiam esta tendência. A pesquisa constatou que os entrevistados preferiram se comunicar com um provedor de seguros principalmente via e-mail (32%) e chamadas telefônicas (32%), seguido por um aplicativo móvel da seguradora ou portal na Internet (18%). À medida que a digitalização cresce, as seguradoras devem equilibrar a introdução e a expansão das interações digitais com o cliente, ao mesmo tempo em que fornecem experiências de fricção na medida certa em relação à jornada do cliente e proteção contra fraudes.

O isolamento social imposto pela COVID-19 também exacerbou a necessidade de soluções digitais dentro da indústria de seguros de vida. Uma dessas formas de as seguradoras de vida atenderem a essa necessidade é a contratação automática, fazendo uso de dados para simplificar o processo de contratação tradicional (que pode exigir uma visita pessoal à casa de um novo cliente).

Tendência #4: Eventos climáticos extremos provocarão um aumento no número e na gravidade dos pedidos relacionados a desastres em 2021 e nos anos seguintes.

Em conjunto com o impacto global sem precedentes da COVID-19, os EUA também experimentaram um número recorde de catástrofes naturais no último ano (5). A pesquisa da TransUnion revelou que 21% dos entrevistados foram impactados por catástrofes naturais nos últimos 12 meses.

As tendências climáticas recentes, os sinais de mudança climática e a crescente exposição em áreas de alto risco sugerem que a indústria provavelmente continuará a ver este aumento da frequência e severidade dos sinistros relacionadas a desastres naturais. Enquanto as oportunidades de mitigação de perdas melhoram, as seguradoras precisarão avaliar continuamente os riscos e implementar estratégias pró-ativas para enfrentar os desafios operacionais e gerenciar os riscos para as empresas e consumidores.

Em tempos de dificuldades financeiras sem precedentes, insights e soluções confiáveis e abrangentes serão vitais para as seguradoras no próximo ano. Para mais informações sobre como as seguradoras podem ganhar vantagem no mercado para 2021, visite http://transu.co/6007HeTdz.

ESSOR lança seguro de garantia digital

essor garantia digital

Corretores ganham agilidade, segurança e facilidades digitais, que irão simplificar todo o processo de contratação do seguro

Em parceria com a OnPoint, insurtech focada no Seguro Garantia, o produto Garantia Digital da ESSOR foi desenvolvido para permitir ao corretor uma experiência digital, automatizando todo o processo de contratação do seguro garantia, desde o cadastro, passando pela subscrição até a emissão de apólice.   

Na plataforma tecnológica desenvolvida pelo parceiro, toda a análise de risco e comportamental do cliente é feita de maneira automática e levará menos de um minuto para o corretor conhecer o resultado da análise e permitir a emissão da apólice.

“Estamos em constante busca pela inovação e a parceria com a OnPoint nos permite entrar em um mercado ainda não explorado e tradicionalmente conservador, com interferência humana demasiadamente alta.  Queremos permitir aos corretores de seguros agilidade em seu dia a dia e, acima de tudo, uma experiência única”, argumenta Fabio Pinho, CEO da ESSOR.

Vantagens – O Garantia Digital busca atender riscos com valor segurado ou acúmulo de riscos até R$ 3 milhões, permitindo que o corretor navegue pela plataforma de forma ágil e 100% digital.  A plataforma também faz a gestão de atividades de rotina, como distribuição automática de tarefas, geração de protocolos com controle de prazos, cumprimento de SLA e registro de comunicação, trazendo maior segurança e transparência para a seguradora e seus clientes. 

“Buscamos diferenciação no mercado e o nosso produto visa atender um segmento específico, sem pretensão de competir com as demais seguradoras e sim oferecer novas oportunidades e experiência digital aos corretores, num nicho ainda não explorado”, afirma Leandro Poli, diretor técnico e responsável pelas Linhas Especiais da Seguradora.

Na avaliação da diretora da OnPoint, Danieli Gugelmin, “o mercado estava carente de seguradoras que buscam inovação e alternativas realmente diferenciadas. A ESSOR demonstrou ser uma companhia focada em soluções automatizadas para o nosso mercado e a OnPoint está extremamente satisfeita com a parceria. Em menos de dois meses, as empresas conseguiram colocar a plataforma disponível para todos os corretores, algo impensável para uma seguradora tradicional”.

O produto e a plataforma poderão ser acessados no Portal do Corretor da Seguradora (portal.essor.com.br/).