MAG Seguros cresce 12% em arrecadação em 2020 e lucra R$ 58 milhões

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG Seguros

Mesmo em um ano desafiador como foi o de 2020 com todos os efeitos sociais e econômicos causados pela pandemia, a MAG Seguros, seguradora com 186 anos de atuação no Brasil especializada em soluções de seguro de vida e previdência, manteve seus bons resultados. A companhia teve um crescimento de 12% das Receitas de Prêmios e Contribuições, superando R﹩ 1,6 bilhão. No ano passado, a empresa alcançou ainda o crescimento de 60% em novas vendas de coberturas de riscos, principalmente individuais. As Provisões Técnicas líquidas de resseguro totalizaram R﹩ 1.3 bilhão e o Lucro Líquido da seguradora foi de R﹩ 58,1 milhões. 

“Os resultados registrados em 2020 estão em linha com os objetivos da companhia para o ano, principalmente devido aos efeitos da pandemia. O ótimo desempenho é reflexo do nosso contínuo investimento em tecnologia e inovação, além da dedicação dos nossos colaboradores, corretores e da confiança da sociedade em uma marca tão forte como é a da MAG”, comenta Raphael Barreto, CFO da MAG Seguros. 

Para 2021, a MAG Seguros espera manter o seu forte ritmo médio de crescimento anual de 20% registrado nos últimos 15 anos. A seguradora também tem como objetivo expandir e fortalecer ainda mais os seus canais de distribuição e o seu amplo portfólio de soluções para novos nichos. A companhia também intensificará cada vez mais as ações de conhecimento de marca por meio dos patrocínios como o da Copa do Brasil 2021 e dos Esportes Olímpicos do Flamengo. 

Mais motivos para celebrar 

Por mais um ano, a companhia, que conta com mais de 1.300 colaboradores em todo o Brasil, figurou em 4º lugar entre as melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo o Great Place to Work. A MAG Seguros ainda figurou na lista entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil e nos rankings GPTW Mulher e de companhias do mercado financeiro. 

No aspecto de inovação, a companhia foi novamente reconhecida pela publicação Época 360, ficando em 3ª colocação no mercado de seguros. Vale destacar que, em setembro, a MAG Seguros se destacou como a terceira empresa mais inovadora no segmento de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Prêmio Inovação Brasil, do Valor Econômico com a PwC e na 77ª posição na lista das 150 companhias mais inovadoras do país. Já pelo ranking Empresas Mais, do Estadão, a MAG Seguros ocupou o 8º lugar na categoria Inovação no setor de Seguros, Capitalização e Fundos de Investimento. 

Também na Época 360, a MAG Seguros foi destaque, pelo segundo ano consecutivo, na dimensão Governança Corporativa, figurando na 2ª colocação no mercado de seguros. Ainda neste quesito, pelo estudo do Estadão, a seguradora ficou em 5º lugar no ranking de Governança Corporativa no setor de Seguros, Capitalização e Fundos de Investimento. 

A diversidade das mulheres da Mitsui Sumitomo

A equipe feminina representa 50% do quadro de funcionários da seguradora

O dia 8 de março marca a luta das mulheres, que caminham a passos largos por mais igualdade de gênero. A realidade ainda está longe de ser totalmente igualitária, mas a pandemia mostra que elas são vitais para colocar ordem na bagunça que se transformou o mundo desde o início do confinamento em 2020. Esta tem sido a rotina de cinco mulheres que contribuem para a jornada da Mitsui Sumitomo Seguros, que têm em comum um grande desejo para 2021: que a vacina chegue para todos.

A Mitsui Sumitomo tem um plano claro para a diversidade e igualdade de gênero. “A diversidade para o grupo Mitsui Sumitomo vai além de respeitar e aceitar as diferenças. Já sabemos que uma equipe diversa fica mais rica em talentos, melhora os resultados e contribui para o sucesso da empresa”, comenta Julia Frazatto, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing.

Pesquisas revelam que as jornadas ficaram até 20% mais longas e que as pessoas estavam fazendo de tudo para manter boa performance independentemente do estresse que estavam enfrentando. E é verdade. Pelos menos temos aqui cinco profissionais da Mitsui Sumitomo que contam como conseguiram driblar suas dificuldades e ainda crescer profissionalmente: Além de Julia, o blog Sonho Seguro conversou também com Berilia Jose Santos, Resseguros; Caterine Xavier Silva, Resseguros; Renata Oliveira Silva, Comercial; e Rosemeire Monteiro, Canal Remoto. 

Que as mulheres tenham VOZ

No Brasil, as mulheres já representam 50% do quadro de 300 funcionários da Mitsui Sumitomo. “Nossa política prevê que todas as vagas tragam candidatas mulheres. Hoje, na diretoria, ainda há predominância masculina, mas temos 3 mulheres que se reportam ao board. Vemos isso como um avanço e tanto”, comemora Julia, que está há 10 anos no mercado segurador e 4 anos na seguradora japonesa. “A pandemia exigiu de todos uma adaptação nunca vista antes, com as mulheres no “modo on”, mil e uma utilidades, sem saber onde um papel começa e outro termina. No final, o que vemos hoje é que todos estão bem e seguimos organizando tudo”, diz ela, que tem como lema para 2021 a palavra VOZ. “Que as mulheres tenham VOZ e a usem para construirmos juntos uma sociedade mais igualitária”. 

APRENDER MAIS. Esse sonho move Berilia. Ela trabalha na área de resseguros, que conta com quatro mulheres na equipe. Berilia, que tem este nome de ativo químico e pedra preciosa porque o pai amava química, está há 30 anos na Mitsui Sumitomo. “Impressionante com somos multitarefas. Quando vejo, o dia já acabou e fiz de tudo. A pandemia trouxe um senso de organização muito grande para as mulheres”, diz ela que se dedicará neste ano a aprender a falar japonês. A palavra que define 2021 para ela é FORÇA.

RESISTÊNCIA é a palavra-chave de 2021 para Catarine, recém casada e sem filhos. Ela afirma que a pandemia democratizou os papeis e todos passaram a olhar com mais cuidado para o próximo e também a ser mais resilientes em relação aos sonhos que foram interrompidos ou adiados. Ela, que está na Mitsui Sumitomo há 8 anos e hoje atua com resseguros, foi a primeira mulher brasileira a fazer parte do Programa de Treinamento do grupo, o Secondee, que faz o intercâmbio de diversos países para a Casa Matriz. “Estava no Japão quando começou a pandemia. Um sonho que foi interrompido em função da situação do mundo. Ficaria no Japão por seis meses e voltei três meses antes. Uma pena não poder conviver mais com as pessoas na matriz e meus colegas do mundo todo selecionados para o programa e conhecer mais o país.”, diz ela que passou por diver sas áreas da companhia, começando por atendimento. “Mas aproveitei cada minuto e me dediquei para organizar o homeoffice e seguir dando a minha contribuição para a equipe”. 

Renata é responsável comercial da filial de Porto Alegre, a segunda maior da empresa, superada apenas por São Paulo, onde está a matriz. “A pandemia veio para mudar todas nós. Busco olhar o lado bom. Sou mãe e profissional 24 horas por dia. Conviver mais com meu filho tem sido importante e me tornou uma pessoa muito mais organizada. Tem tantas tarefas, que aprendi a não deixar nada para depois”, conta ela. Para 2021, ser CAMALEÃO é a linha mestra. “Somos boas em unir, resolver e ensinar. Sou uma profissional de vendas e adoro estar com as pessoas, com a minha equipe, parceiros e clientes. Por isso, meu maior desejo é a vacina”. 

LUTA segue sendo o lema da mineira Rosemeire, de 45 anos. Nascida em São Paulo, passou sua infância em Frutal, pequena cidade de Minas Gerais. Ela trabalha desde cedo. Ingressou no mercado de seguros, na área de atendimento. “Como negra, tive de desenvolver habilidades para entender as pessoas e trocar o julgamento pelo acolhimento. Essas duas características me são muito uteis na minha trajetória profissional. Me dou muito bem com as pessoas, gosto de falar e mais ainda de ouvir. Estou há 8 anos na Mitsui Sumitomo e acabo de ser promovida para uma nova área, que dará apoio ao desenvolvimento dos corretores neste novo momento do mercado segurador, com toda essa mudança nos hábitos do consumidor”, diz ela. “Desejo que todos nós tenhamos o gosto de vencer os desafios, pois a vida é única”, afirma.

Uma coisa é certa: os diferenciais femininos em suas mais profundas abordagens e as multitarefas atreladas às funções da rotina deixam claro o quanto as mulheres são mestres em conciliar trabalho, família e sociedade.

Setor de seguros está entre os quatro com desempenho positivo em 2020

Fonte: CNseg

Com o objetivo de discutir como foi o ano de 2020 no mercado segurador brasileiro e as tendências para 2021, o Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SindSeg-SP) realizou hoje (4) uma live com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e do Presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de todos os ramos de Seguros (Sincor-SP), Alexandre Camillo, mediada pelo Presidente do SindSeg- SP, Rivaldo Leite.  

Em se falando do ano de 2020, evidentemente que a pandemia do novo coronavírus teve um papel de destaque, fazendo com que o setor saísse de um crescimento de 12,3% em 2019 para 1,3% em 2020, como pontuou Marcio Coriolano. Ele afirmou que esse recuo é até positivo, comparada com a queda da indústria e do setor de serviços, que foi bem maior. O único setor que se salvou foi o agroindustrial”, afirmou. 

Complementando o presidente da CNseg, Camillo lembrou que no ano passado o Brasil teve uma retração de 4,1% no PIB e mesmo os países com quedas não tão acentuadas no PIB tiveram um desempenho na indústria do seguro positivo como o nosso nessas circunstâncias. 

Detalhando o desempenho do setor de acordo com os diferentes segmentos, Marcio Coriolano afirmou que o resultado no Brasil foi influenciado positivamente, sobretudo pelos segmentos de Saúde e de Danos e Responsabilidades, este último que cresceu cerca de 6%, enquanto o segmento Vida ficou estável e o de Capitalização caiu. “O seguro residencial, por exemplo, cresceu porque a casa das pessoas passou a ser também o local de trabalho e de educar os filhos”, afirmou. “Na pandemia, a procura pelos serviços associados aos seguros residenciais mais que dobrou, ultrapassando os de guincho”, afirmou o Presidente do SindSeg- SP, Rivaldo Leite. 

Outro segmento que apresentou desempenho “espetacular”, segundo Coriolano, foi o de Responsabilidade Civil, com muita gente querendo se proteger contra eventuais processos. “O ramo de pessoas também não foi tão ruim, pois Vida Risco teve um bom desempenho, apesar do VGBL e PGBL, que não foram tão bem devido à grande volatilidade dos ativos”, complementou. 

O Presidente da CNseg lembrou que todos os números citados por ele estão presentes na publicação Conjuntura CNseg, disponível no site da Confederação Nacional das Seguradoras e que, segundo Rivaldo, é um material “riquíssimo” que, inclusive, como afirmou, “inspirou a realização dessa live para explicarmos para a comunidade securitária como o ano de 2020 foi bom”. 

Capacidade de enfrentamento e superação do setor 

Mas se o mercado segurador brasileiro teve esse desempenho considerado tão positivo para as circunstâncias, qual seria a razão? Segundo Coriolano, uma das razões reside no fato de ter havido uma aproximação e uma sinergia muito grandes entre seguradores e corretores, além de um “comprometimento muito maior de nós todos”. 

Outra razão citada por ele para esse bom desempenho foi a possibilidade de se poder contar com uma tecnologia muito efetiva, que possibilitou, além do trabalho remoto, o incremento dos canais digitais de comercialização, “impedindo que os consumidores ficassem desassistidos”. 

Além disso, lembrou Camillo, as seguradoras souberam trazer produtos bem alinhados às necessidades dos segurados. “Quando nos deparamos com uma crise, temos que nos virar com o que temos e tínhamos seguradoras muito bem preparadas tecnologicamente e atentas às necessidades dos consumidores, além de uma rede de distribuição extremamente preparada”, sintetizou o Presidente do Sincor-SP. 

O papel do Governo e da Susep  

Reconhecendo os avanços regulatórios que, em suas palavras, “vão possibilitar um melhor desempenho do setor em 2021”, o Presidente da CNseg destacou como positivas a regulação do Sandbox, que “pode ajudar a criar novos patamares de tecnologia e novos nichos de negócio”; a norma que estabelece proporcionalidade de requisitos de capital de solvência de acordo com o tamanho das sociedades seguradoras, e as normas de flexibilização de contratação por combos para produtos de ramos elementares.

Coriolano, entretanto, lembrou que no início da pandemia vivíamos “um período de ultrarregulação, com o setor submetido ao estresse de eficiência e eficácia”, ao mesmo tempo em que ocorria uma “avalanche de projetos de lei” no Legislativo, com desdobramentos nem sempre potencialmente positivos. 

Alexandre Camillo também criticou algumas iniciativas da Susep que, em sua visão, trouxeram “desassossego à distribuição”, afirmando que “não adianta querer ensinar a nadar quem está se afogando. Temos que jogar a boia”. 

O presidente do Sincor-SP também cobrou uma atitude mais enérgica do Governo em relação ao mercado marginal de seguros que, segundo ele, retira recursos das seguradoras e corretoras, faz o estado perder receita vinda dos impostos e ainda destrói a imagem institucional do seguro. 

Perspectivas para o futuro 

“Em vista de tudo que realizamos em 2020, faremos um trabalho ainda melhor em 2021, mas o desafio é grande”, disse o Presidente da CNseg, complementando que “existem várias oportunidades, mas elas dependerão da capacidade de nos mobilizarmos em conjunto e exigir que o Governo e o Congresso façam o seu papel de estabilização e nos dê os instrumentos necessários”. 

Coriolano também reconhece que a capacidade de vacinação terá um papel importante na retomada, bem como as políticas pró-cíclicas, que envolvem tanto o auxílio emergencial aos cidadãos que perderam renda, como o auxílio a certos setores de negócios, por meio de subsídios e empréstimos. 

Outro fator lembrado por ele foi o da necessidade de incorporar mais gente ao mercado segurador. “Nós alcançamos apenas 30% dos cidadãos brasileiros, pois 70% da população ganha menos de 2 salários mínimos. É tanto um dever moral quanto de negócios do nosso mercado propor um marco regulatório para que possamos expandir o setor negócio por meio do microsseguro, ou seguros inclusivos, ou o nome que se dê”, concluiu, já ao fim da live.

MAG Seguros cria projeto para Fenacor e Sincor que visa capacitar corretores de seguros

“Essa parceria é mais um passo no processo de adaptação das entidades que representam os corretores de seguros ao novo cenário”, disse Armando Vergilio, presidente da Fenacor

A segunda edição do programa “Conexão Fenacor/Sincor”, que será transmitido pelo canal da Federação no Youtube, no dia 18 de março (quinta-feira), a partir das 16:30 horas, terá uma grande novidade para os corretores de seguros. Trata-se do lançamento oficial de um inovador e ousado projeto, que vai ajudar a categoria a realizar um amplo reposicionamento de mercado, a partir da diversificação dos negócios – atuando em nichos ainda inexplorados – e do forte investimento na capacitação e no conhecimento.

Desenvolvido em parceria com a MAG Seguros, o projeto foi pré-lançado nesta quarta-feira (03/03) em live que reuniu dirigentes da Fenacor e dos Sincors e executivos da seguradora. “Esse projeto, na minha avaliação pessoal, é a melhor e maior oportunidade construída nos últimos anos para os corretores de seguros. Está sendo entregue nas mãos dos líderes da categoria, para que possam, com envolvimento e compromisso, levar essa oportunidade inédita e única para os corretores dos seus estados”, afirmou o presidente da Fenacor, Armando Vergilio.

Ele frisou ainda que essa parceria é mais um passo no processo de adaptação das entidades que representam os corretores de seguros ao novo cenário, indo além da missão de representação institucional e política, que “já é feito com pleno sucesso”, para atender novas necessidades da categoria em termos de qualificação e capacitação profissional. “Estamos gerando oportunidades de negócios e proporcionando novos caminhos e uma nova visão de mercado para que o corretor possa diversificar sua atuação”, observou Vergilio.

PARCERIA. Por sua vez, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina (foto), salientou que um dos principais objetivos do projeto é propiciar conhecimento, qualificação e ferramentas adequadas ao corretor de seguros visando a impedir que ocorra no Brasil o que foi registrado em mercados como o norte-americano.

Segundo ele, nos Estados Unidos, a categoria foi “atropelada” pelos agentes autônomos de investimento (AAIs). “Lá, atualmente, há 1,3 milhão de agentes financeiros, número que vem crescendo, contra 150 mil corretores e agentes de seguros, soma que segue decrescendo. Já no Brasil, atuam 10 mil agentes financeiros e 90 mil corretores de seguros. Então, ainda temos a oportunidade de dominar esse mercado, empoderando o corretor, para que possa, além dos riscos de morte, invalidez e sobrevivência, olhar também para os investimentos Aí, está a diferença”, frisou o executivo.

O projeto foi apresentado aos presidentes e diretores dos Sincors pelo diretor de Marketing da MAG Seguros, Leonardo Lourenzo. Ele explicou que a intenção principal é fornecer as ferramentas adequadas para que o corretor possa prover para os clientes tanto as soluções de proteção individual, quanto de investimentos e de acumulação. “O corretor de seguros tem que olhar para a forma como ele atua e enxergar a possibilidade de fazer e ganhar mais e de ter mais relevância. Isso é desafiador, mas essa parceria vai apoiar o corretor nessa transformação”, destacou Lourenzo.

Nesse contexto, foi montado para o corretor de seguro um completo arcabouço de marketing, comunicação, captação, venda, gestão de carteira e pós-venda. A base desse apoio será um hub comercial, com acesso a todas as ferramentas, de forma muito simples.

Assim, desde o cadastramento até a gestão de carteira, o corretor terá amplo apoio, incluindo treinamento e desenvolvimento para que possa enxergar oportunidades.

Haverá ainda trilhas de treinamento, incluindo a apresentação de uma visão geral do quadro atual e das perspectivas futuras; programa de treinamento exclusivo; e outras específicas sobre produtos de vida e previdência e de investimentos. “Temos um portfólio bem amplo de produtos, para cada perfil de investimento, seja proteção para morte, invalidez, problemas de saúde, previdência e fundos de investimento”, listou o executivo.

Ele adiantou ainda que, em uma fase futura do projeto, serão apresentadas novas ferramentas, englobando emuladores dinâmicos, lojas online e uma plataforma digital aberta para que o corretor possa trabalhar com diferentes provedores e soluções.

BID promove seguro que garante retorno de investimentos de PMEs em eficiência energética

O seguro poderá ser oferecido também em parceria com bancos privados

Fonte: BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) promove a partir de hoje no Brasil o Programa ESI (Seguro de Economia Energética, na sigla em inglês), cujo pilar central é uma apólice que garante o retorno financeiro de projetos de eficiência energética e de instalação de geração de energia fotovoltaica (de painéis solares).

O seguro prevê o pagamento do valor correspondente à redução no consumo de energia (para projetos de eficiência energética) ou à geração elétrica (para instalações fotovoltaicas) previstas em contrato, caso esses indicadores não sejam atingidos por problemas de desempenho do projeto ou dos equipamentos envolvidos. É o que o mercado chama de “seguro de performance energética”, já existente na Europa, mas ainda incipiente no Brasil e nos países vizinhos.

“Muitas vezes, projetos relevantes, por exemplo, de instalação de painéis solares, são postergados por medo de os investimentos não gerarem economia. Ao garantir o desempenho desses projetos, queremos incentivar o crescimento de um mercado com potenciais óbvios em termos ambientais e econômicos, sobretudo para as pequenas e médias empresas”, diz Morgan Doyle, representante do Grupo BID no Brasil.

As PMEs foram elencadas como prioridade para o programa pelo BID devido a seu peso na economia do país. Estratégicas para a economia nacional, essas empresas representam 99,5% das empresas e 58% dos empregos formais no Brasil e podem ganhar espaço no orçamento ao otimizarem seus custos com eletricidade. No Chile, país em que o BID já promove o ESI, um estudo aponta que a energia elétrica corresponde a até 20% dos gastos operacionais de médias empresas – que ainda assim postergam investimentos em eficiência energética devido à falta de conhecimento ou de visibilidade do potencial de economia.


Acompanhamento e parceria com a ABNT
Além do seguro, o programa contempla acompanhamento do pré-projeto, da instalação dos equipamentos e da mensuração do desempenho durante um período de até cinco anos. Esse suporte é feito em parceria com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que confere consistência metodológica à iniciativa.

A contratação do seguro é feita com seguradoras conveniadas ao programa – atualmente, há uma empresa no Brasil, a Invest, e o papel do BID é apenas o de indutor deste mercado. O tomador do seguro é o fornecedor das soluções energéticas, e o beneficiário é a PME (uma loja ou uma pousada, por exemplo) que contrate os serviços de eficiência ou de geração energética.

O seguro poderá ser oferecido também em parceria com bancos privados que, com a garantia oferecida pelo modelo, terão mais segurança para oferecer crédito para investimentos em eficiência energética. O BID está aberto para apoiar os bancos interessados em adotar o seguro em suas operações.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a capacidade instalada de geração de energia solar no Brasil saltou 67% entre 2019 e 2020, chegando a 7.675 megawatts. Com o aumento de segurança em relação a esses projetos, o BID espera acelerar o ritmo desta expansão, além de incentivar o financiamento por parte de bancos locais a iniciativas desse tipo.

Novas coberturas ampliam atendimento dos planos de saúde, mas impacto sobre os custos preocupa

vera valente Fenasaude

69 procedimentos aprovados incluem 19 medicamentos de combate ao câncer; inclusões no rol terão efeito bilionário sobre os gastos do sistema

Fonte: FenaSaúde

As operadoras de planos de saúde ampliarão a cobertura oferecida a seus beneficiários. A partir de 1° de abril, 69 novos procedimentos – entre exames, terapias, cirurgias e novos medicamentos – serão incorporados ao rol obrigatório definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) estão preparadas para garantir a cobertura desses novos procedimentos e eventos, que vão aumentar o acesso dos brasileiros à saúde de qualidade.

Entre os novos itens incorporados estão 19 medicamentos de combate ao câncer. Isso amplia a lista de remédios oncológicos cobertos pelos planos de saúde para 58. As novidades beneficiam mulheres com tumor na mama em estágio avançado, pacientes com câncer de pulmão com metástase, leucemias, tumores de fígado, próstata e rim, melanomas e mielomas.

Outros 17 medicamentos imunobiológicos entraram para o rol, com aplicações para asma, esclerose múltipla, hidradenite supurativa, psoríase, retocolite ulcerativa, urticária crônica e uveíte.

Também passam a ser cobertos quatro novos tipos de cirurgia, para hérnia de disco lombar, coração, mandíbula e coluna cervical. Os exames e terapias incluídos permitirão diagnósticos e tratamentos de pré-eclâmpsia, câncer de pulmão e de mama, tuberculose e inflamação intestinal, entre outros.

Pela primeira vez, a ANS estimou o impacto orçamentário gerado pelos novos itens, uma medida fundamental para medir o efeito sobre os custos e sobre a formação de preços e mensalidades. A estimativa do órgão regulador vai de R$ 1,52 bilhão a R$ 2,41 bilhões, o que equivale a até 1,5% da despesa assistencial registrada nos últimos 12 meses até setembro de 2020 (dado mais recente disponível).

No entanto, o impacto pode ser ainda maior, de acordo com a utilização dos novos tratamentos. Isso porque os planos de saúde não geram custos; eles os gerenciam e os distribuem entre seus beneficiários, modelo adotado na saúde suplementar em qualquer lugar do mundo. Portanto, a elevação dos gastos na prestação dos serviços é repartida entre todos os participantes do sistema.

“O processo de atualização do rol é uma oportunidade para dar transparência à incorporação de novas tecnologias e seu consequente impacto nos custos da prestação de serviços de saúde, preocupação cada vez maior de quem lida com o setor no mundo todo”, avalia Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde. “No entanto, nossa avaliação é que o impacto financeiro da atualização pode ser muito maior do que o comunicado pela ANS.”

Os custos de saúde crescem muito acima dos índices gerais de preços por causa de fatores como inovação tecnológica, mudanças demográficas e maior uso do sistema. Por isso, as associadas da FenaSaúde têm buscado atuar em iniciativas que garantam maior resolutividade, com melhores resultados para os beneficiários a custos compatíveis. Um sistema equilibrado permite mais possibilidades de tratamento e cura, com custos mais racionais – portanto, com menor impacto financeiro sobre o bolso dos clientes.

A diretoria da ANS também voltou a reforçar que o Rol de Procedimentos traz a cobertura máxima obrigatória para os planos de saúde. A agência detalhou em um dos artigos da norma que o rol é taxativo. Com isso, a ANS incorporou à norma o entendimento que ela tem conferido aos limites de cobertura desde 1998, quando foi publicada a Lei 9.656, assim como em ações judiciais e documentos públicos posteriores.

Prazo de atualização

Outra decisão anunciada pela ANS foi propor prazos menores para a atualização do rol. Atualmente, a lista é revisada a cada dois anos. A agência abriu consulta pública para que essa avaliação seja permanente, garantindo a inclusão mais rápida de novas terapias, mas mantendo a avaliação sobre a segurança de cada tratamento novo. Chamado de ATS (Avaliação de Tecnologias em Saúde), esse processo é fundamental para garantir a segurança do paciente e a efetividade dos tratamentos.

A incorporação automática, sem avaliação de eficácia, efetividade, acurácia e segurança por meio de ATS, é um risco à saúde e à vida dos pacientes. A obtenção do registro de um medicamento na Anvisa garante apenas o direito para sua comercialização. Não analisa se a tecnologia é superior às existentes ou se deve ou não ser adotada na assistência médica. “Essa é uma etapa obrigatória e necessária à regulação, pois analisa a eficácia, a segurança e os impactos de custo das novas tecnologias”, detalha a diretora executiva da FenaSaúde.

IZA Seguros é autorizada no sandbox da Susep

Portaria publicada no DOU autoriza IZA a operar por até 36 meses em ambiente mais flexível

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria nº 7.764, que autoriza a IZA Seguros a atuar, por até três anos, dentro do modelo Sandbox Regulatório. A autorização permite que a empresa opere com menor custo regulatório e tenha mais flexibilidade para inovar.

Em suas redes sociais, a IZA, que oferece proteção para despesas médicas, funeral e acidentes, afirma que o seguro oferece proteção à vida do brasileiro que depende só do seu trabalho para se manter mesmo nos momentos difíceis com uma solução confiável, humana, descomplicada e justa, promovendo a inclusão social de todos.

Com a IZA, o Sandbox passa a ter oito empresas autorizadas pela Susep. Outros dois projetos estão em fase de autorização e propõem novas tecnologias ou processos inovadores, que modernizarão o setor de seguros brasileiro e trarão recursos mais simples para os usuários.

Com as autorizações, a expectativa da Susep é que, em breve, as empresas comecem a operar e comercializar novos produtos. Os seguros que serão oferecidos incluem tablets, smartphones e dispositivos portáteis; animais domésticos; residência; automóveis; acidentes pessoais; funeral. Haverá oferta de seguros intermitentes, utilizados sob demanda, bem como seguros paramétricos para desastres, de acordo com alertas das autoridades públicas de cada estado.

O Sandbox Regulatório é um ambiente experimental constituído com condições especiais, limitadas e exclusivas que não representam barreiras à inovação. O ambiente tem como objetivo reduzir custos e facilitar os processos para os consumidores, com foco na melhoria da experiência do usuário.

Contratação de apólices de seguro rural cresceu mais do que o dobro em 2020

seguro rural MAPA

Foram adquiridas 193 mil apólices em 13,7 milhões de hectares

Fonte: MAPA

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, nesta quarta-feira (3), o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2020. Foram aplicados R$ 881 milhões em subvenção ao prêmio, o que permitiu apoiar a contratação de 193.470 apólices de seguro rural. Essas apólices foram adquiridas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e somaram 13,7 milhões de hectares segurados. Já o valor total segurado por essas apólices representou a importância de R$ 45,7 bilhões.

“No ano passado, foi possível alcançar um patamar importante para o seguro rural. Em 2019, o PSR atendia cerca de 42 mil produtores, e, em 2020, conseguimos apoiar 105 mil produtores”, afirmou a ministra Tereza Cristina.

“Considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro. Apenas em 2020, as seguradoras pagaram em indenizações aos produtores aproximadamente R$ 2,5 bilhões, isso demonstra a efetividade do seguro”, avaliou o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, do Mapa, Pedro Loyola.

Contratação

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola), o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

IRB receberá R$ 358 milhões por acordo homologado com Eletronorte

IRB Brasil re

Grande expectativa do mercado agora está em quem será o novo CEO

Enquanto todos aguardam com ansiedade o nome do novo CEO do IRB-Brasil Re, a rotina para sanear o ressegurador segue a passos largos. Nesta quarta-feira, o IRB divulgou comunicado para informar que foi publicada a homologação do acordo judicial celebrado com a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte).

O acordo encerra a ação de ressarcimento proposta em dezembro de 2005 pelo IRB, SulAmérica e outras seguradoras, objetivando o ressarcimento dos valores pagos à Albras (Alumínio Brasileiro) em razão de contrato de seguro firmado, em decorrência de sinistro envolvendo interrupção de energia elétrica. Pelo acordo, está previsto o pagamento, à vista, pela Eletronorte ao IRB Brasil RE, do valor de aproximadamente R$ 358 milhões, do total de R$ 390 milhões, até o dia 10 de março.

Já o nome do novo CEO, cargo que Antonio Cassio dos Santos acumula com o de presidente do Conselho, deve sair em breve. Santos deve seguir na presidência do Conselho, juntamente Jorge Lauriano Nicolai Sant’Anna, como suplente do presidente, e, como titulares do colegiado, Regina Helena Jorge Nunes, Ivan Gonçalves Passos, Henrique José Fernandes Luz, Marcos Pessoa de Queiroz Falcão, Ellen Gracie Northfleet, Hugo Daniel Castillo Irigoyen. Todos os nomes já fazem parte do atual conselho e seriam reconduzidos a um mandato de dois anos.

Grupo AXA implantará modelo Smart Working em 57 países até 2023

AXA Seguros

Fonte: AXA

O Grupo AXA anunciou a implantação do modelo Smart Working, que será aplicado a todas as unidades até 2023. O objetivo é avançar no conceito para além do trabalho híbrido, aplicando as melhores práticas de gerenciamento do tempo e das atividades dos colaboradores. A decisão do Grupo vem ao encontro das demandas da própria equipe: em pesquisa realizada globalmente, 90% indicaram o desejo de atuar em um modelo que fortaleça o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. No Brasil, esse número é de 98%.

“Nós já vínhamos implementando esse formato antes da pandemia e, agora, vamos aprofundar o tema. Não se trata apenas sobre trabalhar em casa ou no escritório, é um novo modelo mental a ser desenvolvido, com mais mobilidade de horários e novos modelos de compartilhamento de conhecimento e tarefas. Nosso escritório vai funcionar como uma âncora da nossa cultura, para nos ajudar a construir nossas relações de trabalho e inspirar uns aos outros, mantendo nosso senso de pertencimento, de sermos One AXA”, afirma Alexandre Campos, Diretor Executivo RH, Jurídico, Compliance e Responsabilidade Social 

Com a adoção do modelo, unidades da AXA em vários países vão compartilhar aprendizados e experiências, para definir em conjunto uma visão sobre como trabalhar no futuro, quando a crise sanitária tiver terminado.