Ituran supera crise da pandemia e projeta crescimento de até 15% em 2021

ituran 2021

‘Inovações tecnológicas e relacionamento com cliente impulsionaram o crescimento no País’, destaca CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon

Fonte: Ituran

Mesmo com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Ituran Brasil conseguiu fechar de forma positiva o seu balanço e projeta crescimento vigoroso em 2021. Líder global no setor de rastreamento automotivo, a companhia manteve investimentos constantes, acelerou mudanças e fez adaptações aos novos tempos.

Em 10 anos, a Ituran emitiu em torno de 2 milhões de apólices do Ituran com Seguro, produto que é um dos carros-chefes da companhia. Mesmo com a pandemia, em 2020, a multinacional israelense emitiu 300 mil apólices – mesmo número que em 2019. O segmento corporativo de frotas teve um crescimento de 42% no ano passado – em relação a 2019 – atendendo às necessidades do mercado de gestão de frotas. “Fechamos 2020 com crescimento de vendas em geral”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, projetando que “em 2021, a empresa pode avançar ainda mais”.

A Ituran investiu em novas contratações e, com isto, manteve o fluxo de trabalho “a postos” – sempre levando em conta as medidas de saúde necessárias para a segurança de todos. Desde março de 2020, a quase totalidade dos 700 funcionários estão trabalhando na modalidade home office o que não impactou na produtividade ou riscos aos clientes devido aos investimentos tecnológicos feitos pela empresa. “Nossa tecnologia avançada permitiu que nossos colaboradores, mesmo em home office, antes visto como um modelo de trabalho distante da realidade, em pouco tempo se adaptasse gerando aumento de produtividade. Saímos mais fortes”, frisou Louzon.

No tratamento entre empresa e clientes, até por conta desta mudança de hábito, a Ituran desenvolveu um relacionamento de preservação e cuidados. “Disponibilizamos a instalação domiciliar gratuita (com todos os cuidados necessários), congelamento dos estornos dos cancelamentos para parceiros e desconto de 25% na primeira mensalidade, com possibilidade de dividir no cartão de crédito em até 3 vezes”, contou.

Além dos canais telefônicos, que estão funcionando normalmente, os clientes ainda podem contar com os digitais disponibilizados pela empresa: o aplicativo Ituran Digital, o portal do cliente e o chat online. Com a migração cada vez maior para o mundo digital, a empresa teve um crescimento de 21% nos atendimentos via canais digitais em 2020. Hoje, 61% dos atendimentos ao cliente são realizados pela internet. “Graças aos fortes investimentos em tecnologia, a operação continuará funcionando em plena conformidade com os padrões globais da companhia”, reforçou Amit.

Ele destaca que outros fatores que ganharam atenção foram elevação das estatísticas de roubo e furto. “Com a recessão provocada pela pandemia, o aumento do desemprego tornou-se uma realidade e, com isto, o número de ocorrências se elevou. Portanto, mais do que nunca, foi preciso proteger o patrimônio”, diz.

Dessa forma, a crise que tirou os empregos, também reduziu a renda. “Foi preciso oferecer opções com melhor custo-benefício ao consumidor”, explica Louzon, relatando que “o combo de rastreamento com seguro, em parceria com renomadas seguradoras do mercado, foi um mecanismo de alavancagem”, pontuou.

Louzon lembra que o Brasil, em faturamento, é o mercado mais promissor da multinacional. O ganho global foi de US$ 279,3 milhões em 2019 e cresceu 10% no ano passado. “Somos líderes no grupo e projetamos um crescimento novamente de 15% até o fim de 2021. Essa é a nossa meta”, finalizou.

Pesquisa mostra como a pandemia impactou o mercado de seguro auto em 2020

pesquisa seguro auto 2020

Em 2020, como ficou o setor de seguros? A pesquisa da Smartia Seguros, em parceria com a TEx, mostra como ficou o mercado, em que o seguro auto foi o mais afetado. Confira!

Fonte: Smartia

A pandemia do coronavírus trouxe impactos consideráveis no mercado em 2020, inclusive, no de seguros, como aponta a pesquisa feita pela Smartia Seguros, em parceria com a TEx . 

Segundo o levantamento, além de alterações nos tipos de preferências dos seguros, relações com a seguradora e pagamentos, houve queda nos preços dos seguros em grande parte das regiões brasileiras. 

Em contrapartida, as coberturas também foram reduzidas. Ambas mudanças vêm influenciando na arrecadação das seguradoras. Como reflexo, o setor diminuiu. 

Nicho de seguro auto foi o mais afetado pela pandemia em 2020 

Com grande queda na contratação, bem como no pagamento dos contratos, as seguradoras de seguro auto tiveram que diminuir os preços dos prêmios. Assim, estes passaram também a ser mais simples ao usuário, com coberturas mais enxutas. 

A pesquisa da Smartia aponta que, com o home office, as pessoas utilizam menos seus carros. Com isso, os riscos foram reduzidos, o que diminuiu a importância dessa proteção aos olhos dos brasileiros. 

Ao comparar janeiro a julho de 2020 com o mesmo período de 2019, a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros), registrou uma queda superior a 5% na arrecadação dos seguros de carros. 

Além disso, o ano registrou baixa venda de carros novos no Brasil, conforme pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), sendo estes os principais contratantes da proteção. 

Seguro auto: queda no preço, mudança no modelo e parcelamentos 

Considerando a renovação do seguro auto, o preço médio atingiu uma queda de 15%, aponta a TEx. As seguradoras chegaram a oferecer até 44% de desconto para que seus clientes renovassem o contrato, estes com coberturas mais básicas. 

Conforme apontado pela Smartia, as apólices de novas contratações de seguros tiveram uma queda de 5% no valor, além de condições de pagamento mais flexíveis. Esse último foi baseado no levantamento da TEx, em novembro, que mostra que antes da pandemia 38% dos segurados parcelaram em mais de 10 vezes, contra 43% durante o coronavírus. 

E para atender aos clientes durante o isolamento social, as seguradoras adotaram a tecnologia para vistorias. Ou seja, estas foram realizadas on-line, após envio de fotos para a análise técnica. 

Como ficou o preço do seguro auto nos estados brasileiros? 

A Smartia, juntamente com a TEx, avaliou dados mensais e constatou que os preços dos seguros auto variaram muito por região do país. Embora a queda nos preços tenha sido tendência, algumas cidades visaram a recuperação do setor, fazendo um movimento contrário. 

Ao obter dados mensais, a pesquisa analisou os preços dos seguros no estado mais populoso em cada uma das regiões do Brasil. No caso de seguros já contratados, não houve alteração nos valores. 

Em São Paulo, por exemplo, muitas cidades registraram aumento no preço do seguro auto em 2020, diferente do restante do país. Entre as localidades analisadas que registraram maior aumento no preço estão: Barueri, com 28% entre janeiro e novembro, e Campinas, sendo 32% de outubro a novembro em Guarulhos. 

Mas algumas cidades paulistas tiveram queda no valor dos seguros de carros, com destaque para São José Dos Campos, que alcançou queda de 20%, entre janeiro e novembro, e São Bernardo do Campo, com 26% entre outubro e novembro. 

Já no Rio Grande do Sul, apenas Canoas registrou aumento de preço do seguro, com 13% entre janeiro e novembro. Entre os meses de outubro e novembro, o maior aumento ocorreu em Caxias do Sul, com 24%, enquanto Canoas apresentou queda nesse mesmo período. 

No geral, entre janeiro e novembro de 2020, ainda no mesmo estado, Caxias do Sul registrou maior redução nos valores, sendo de 45%. Ao analisar a diferença entre outubro e novembro, Canoas teve percentual de 7%. 

A pesquisa no estado do Pará mostrou elevação nos preços dos seguros em Castanhal e Parauapebas. Esta última teve maior aumento de janeiro a novembro e outubro a novembro, sendo de 33% e 42%, respectivamente. 

Belém é o município que registrou maior queda no valor da proteção para carros ao longo do ano, sendo de 4%. Mas Marabá é que ficou em destaque ao considerar outubro e novembro, com percentual de 8%. 

Além dessas, o levantamento da Smartia considerou os estados de Goiás e Bahia. Nesses, nos primeiros 11 meses do ano, os municípios com aumento nos preços do seguro foram Rio Verde/GO, com variação de 130%, e Vitória da Conquista/BA, com aumento de 40%. Já no período de outubro a novembro, o percentual foi de 30% em Aparecida de Goiânia e de 33% para a cidade baiana. 

Nestes dois estados, as cidades que registraram queda nos preços do seguro auto foram Santo Antônio do Descoberto e Itabuna, sendo no acumulado do ano de 34% e 27%, respectivamente. Mas, no período de outubro a novembro, o destaque foi para Goiânia, com 25% de queda e Lauro de Freitas, com 7%. 

Levantamento aponta região do Brasil com seguro mais caro e barato 

Conforme a Smartia, o acumulado de preços variou muito, ao considerar o estado mais populoso de cada região. 

Veja na tabela qual estado sofreu maior aumento/queda em cada região analisada! 

No geral, a região Sul registrou maior queda, enquanto a região Norte apresentou o maior aumento nos preços dos seguros de carros. 

A média de preços dos seguros, por região do Brasil, no mês de novembro é de: Sudeste/R$ 3.594,81, Sul/R$ 3.103,80, Norte/R$ 3.794,18, Centro-Oeste/R$ 4.123,01 e Nordeste/R$ 3.667,94. 

Portanto, apenas no mês de novembro, a pesquisa concluiu que os seguros de carros mais baratos estão na região Sul, enquanto a média de preço de seguro auto mais caro está na região Centro-Oeste. 

Preço do seguro auto de acordo com a FIPE 

O levantamento também mostra o preço do seguro auto para carros com FIPE, nas regiões do país. 

Os que ficaram com preço médio mais elevado, em novembro, considerando veículos com FIPE maior que R$ 150.000,00, foram: Sudeste/R$ 7.413,09, Sul/R$ 6.482,25, Norte/R$ 8.558,97, Centro-oeste/R$ 8.966,37 e Nordeste/R$ 7.634,40. 

Já as quedas de preços, ainda para carros com FIPE acima de R$ 150 mil, os valores para os 11 primeiros meses de 2020 foram: Sudeste/R$ 526,13, Sul/R$ 1.142,90 e Nordeste/R$ 643,11. 

As regiões Norte e Nordeste alcançaram maior queda, para veículos FIPE de R$ 80 mil a R$ 150 mil, sendo de R$ 265,03, Norte, e de R$ 882,24, Nordeste, aponta a pesquisa da Smartia. 

CNseg: dados consolidados do mercado segurador em 2020

mercado de seguros em 2020 CNseg

Conjuntura CNseg nº 37 avalia comportamento de ramos diante da pandemia

A crônica de 2020, um ano histórico, com todas as repercussões para o setor segurador, é tratada na seção “Análise de mercado” da edição 37 da Conjuntura CNseg, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. Surpreendente no primeiro momento, a pandemia produziu reconhecidos danos a todas as atividades econômicas, mas seus efeitos foram sendo gradualmente reduzidos no setor segurador no decorrer do segundo semestre do ano passado, indicando que a pandemia despertou maior sentido de aversão a riscos para a sociedade como um todo.

A Conjuntura CNseg assinala que a redução dos impactos sobre o setor segurador nacional foi gradual, até ter atingido o melhor resultado nominal no mês de dezembro – mais de R$ 30 bilhões em prêmios e alta de quase 15,4% sobre o mesmo mês de 2019 -, importante para levar a arrecadação anual de 2020 para o território positivo: alta de 1,3% e arrecadação de R$ 274 bilhões em prêmios de seguros, contribuições de previdência e faturamento de capitalização (sem Saúde Suplementar e DPVAT). Outros R$ 151 bilhões pagos em sinistros, benefícios, sorteios e resgates, representaram alta de 8,3%, em relação aos valores de 2019, demonstrando a capacidade de atendimento às demandas de empresas e pessoas.

O vírus desafiou, contudo, mentes e corações de seus dirigentes, que encontraram na migração digital a pedra de toque para superar obstáculos causados pelas restrições à mobilidade urbana e ao funcionamento de inúmeras atividades, sobretudo as de serviços. 

Embora reconhecendo a capacidade e solvência setorial, o raio-X do crescimento do setor enunciou uma evolução desigual entre seus diversos ramos e modalidades de seguros. Ou seja, refletindo a realidade dos setores aos quais se destinam as coberturas, houve desde altas até quedas expressivas no movimento do ano entre os distintos segmentos e seus ramos. Ao mesmo tempo, os números do setor são eloquentes ao demonstrar que seguem a trilha das coberturas requisitadas pelos consumidores, em meio às incertezas e medos provocados pela pandemia.

Por segmento, as Coberturas de Pessoas cresceram 20,7% (R$ 21,5 bilhões) em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2019, obtendo arrecadação estável na comparação anual entre 2020 e 2019 (R$ 172,45 bilhões). Dessa forma, o segmento recuperou as perdas concentradas no segundo trimestre do ano passado.

Já os seguros de Danos e Responsabilidades avançaram 9,9% (R$ 7,3 bilhões) em dezembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior, e encerraram 2020 com crescimento de 6% (R$ 78,3 bilhões) sobre 2019. 

Os Títulos de Capitalização, após um indicativo de retomada no terceiro trimestre, voltaram a apresentar retração e, em dezembro, recuaram 9,8% (R$ 2,0 bilhões), em comparação ao desempenho do mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, o faturamento foi de R$ 22,9 bilhões, recuo de 4,1% sobre o mesmo período do ano anterior.

Por sua vez, os resgates cresceram 17% no ano nos Planos de Acumulação em Coberturas de Pessoas, resultando em captação líquida 23,6% inferior a observada no ano anterior.

De volta aos prêmios, constatam-se destaques em diversos produtos de Danos e Responsabilidades. O de seguro Automóvel, na comparação entre dezembro de 2020 e 2019, teve aumento de 6,6% – porém, no acumulado do ano decresceu 2,1%. O grupo Patrimonial cresceu 8,5% em dezembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. No ano, o avanço foi de 10,2% (R$ 14,6 bilhões).

Os seguros Massificados, que correspondem a mais de 80% do grupo Patrimonial, movimentaram, em dezembro de 2020, mais de R$ 1 bilhão em prêmio, avanço de 23,1% contra dezembro do ano anterior. No acumulado em 2020, o montante de prêmio ultrapassou R$ 10,5 bilhões, valor 5,9% maior do que aquele observado em 2019.

Dentro dos seguros Massificados, o Residencial viu sua demanda aumentar no ano da pandemia e apresentou crescimento de dois dígitos desde agosto. Em dezembro, o avanço na arrecadação foi de 21,7% sobre o mesmo mês do ano anterior e, no ano, o crescimento é de 6,1%. O resultado do seguro Rural – arrecadação recorde de quase R$ 7 bilhões – foi ainda mais extraordinário: de 29,5% no ano, em relação a 2019.

O segmento de Coberturas de Pessoas conseguiu recuperar as perdas ocorridas durante 2020, fechando o ano com virtual estabilidade. Entre os chamados Planos de Risco, os destaques foram os seguros de Vida e Prestamista. Já a Saúde Suplementar, apesar da conjuntura econômica adversa, fechou o ano com mais beneficiários sob seu guarda-chuva. Um total de 74.614.676, dos quais 47.564.363 beneficiários de planos de assistência médica e 27.050.313, odontológicos.

Vendas da Mitsui Sumitomo crescem 33% em 2020, para R$ 646 milhões

helio kinoshita Mitsui Sumitomo

“Os resultados atingidos são motivos de reconhecermos a excelente performance do nosso time, num ano difícil, desafiador e cheio de indefinições”, comenta o vice-presidente Hélio Kinoshita

A Mitsui Sumitomo Seguros, maior seguradora da Ásia e integrante do 8° maior grupo segurador do mundo, encerrou 2020 com vendas de R$ 646 milhões no Brasil, 33% acima das vendas obtidas em 2019, excluindo-se o DPVAT que foi descontinuado em 2020. “Toda a equipe, funcionários e corretores parceiros, se uniram para agir de um novo jeito e garantir o crescimento da nossa produção e melhorar nossa rentabilidade num momento tão árduo”, comentou Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo. 

O executivo ressaltou que todos os produtos apresentaram um expressivo crescimento. O automóvel que é a maior carteira da companhia, cresceu 29% com uma sinistralidade menor, beneficiada pela quarentena.
Os seguros de RE corporativo registraram crescimento de 40%. “O segmento de grandes riscos seguiu num ritmo positivo mesmo com a pandemia. Três anos consecutivos crescemos acima de 40% ao ano. Em meados do ano passado passamos a atuar em seguro garantia e estamos muito satisfeitos em ofertar aos nossos clientes empresariais este novo produto”.

Kinoshita também aposta num bom desempenho do segmento corporativo com a nova regulamentação em curso pela Susep sobre seguros de danos. “Certamente vai facilitar a colocação de programas de seguros mundiais”, aposta. “Estamos investindo em tecnologia para facilitar o dia a dia de nossos parceiros e tornar a jornada do cliente uma experiencia ágil e transparente. Isso já nos traz bons frutos, com corretores e outros parceiros buscando a Mitsui Sumitomo para desenvolvermos juntos novos nichos e produtos”, comentou Kinoshita. Neste ano, entra em operação parceria fechada com o banco digital C6, para venda de seguro para pequenas construções.

“A combinação de um crescimento expressivo,  com redução da sinistralidade e controle de despesas gerou uma melhora no Índice Combinado de 3.8 pontos percentuais, demonstrando que estamos com a estratégia correta para suprir a perda da receita financeira pela queda da taxa de juros”, comenta.

Para 2021, os desafios continuam, assim como os planos de investir em pessoas, parcerias e desenvolvimento de produtos inovadores está ainda mais em prática. “Estes resultados atingidos são motivos de reconhecermos a excelente performance do nosso time, num ano difícil, desafiador e cheio de indefinições. Demonstramos como estamos fortalecidos e quanto o espírito #TOMONI tem sido importante para a Mitsui Sumitomo”, finalizou Helio.

Coface muda presidente

Fonte: Release Coface

Dez anos após ser nomeada a primeira mulher presidente de uma seguradora no Brasil, Marcele Lemos assume uma nova missão a partir de 01 de maio de 2021, o cargo de COO América do Norte. “É um grande desafio, que encaro com muita determinação e honra. A Coface North America é a segunda maior região em termos de faturamento, fora da Europa e ocupa o segundo lugar no mercado americano. Tenho como um dos principais objetivos estratégicos consagrar a região como o primeiro player, por meio do desenvolvimento de novos nichos de atuação”, explica a executiva.

Durante sua gestão como CEO no Brasil, Marcele manteve a companhia como a número um no mercado de seguro de crédito; conseguiu atingir excelentes resultados nos períodos de crise; implementou diversas estratégias organizacionais; ajudou no desenvolvimento de um novo perfil de gestão entre os executivos da empresa ao criar uma nova cultura organizacional para os colaboradores. 

Além disso, a executiva implantou políticas inclusivas que garantem a igualdade de gênero e diversidade e implementou um novo modelo de trabalho a distância para os colaboradores, transformando o escritório em um local de co-criação e aprendizagem. “É muito gratificante olhar para trás e ver tudo que conseguimos construir nesses anos todos de trabalho no Brasil. Tenho sorte de sempre ter tido uma equipe empenhada, dedicada, que sempre esteve ao meu lado e me apoiou. Encerro um ciclo próspero, que não construí sozinha, tenho muita gratidão pela equipe que tive ao meu lado”, comenta Marcele.

“Espero contribuir para o desenvolvimento estratégico da América do Norte com a implementação do plano estratégico da Coface Build to Lead. Vou comandar o processo de transformação para toda a região, potencializando o foco no cliente. Acredito que tenho muito a contribuir ao levar toda minha experiência adquirida no grupo Coface ao longo dos anos, onde trabalhei para aumentar nosso market share por meio de iniciativas estratégicas”, finaliza Marcele. 

Caixa Seguridade tenta IPO pela 3ª vez desde o ano passado

Na última tentativa de abrir capital, em setembro, o controlador suspendeu a operação diante das condições adversas do mercado em razão da pandemia da Covid-19

Fonte: Reuters

A Caixa Econômica Federal pediu na segunda-feira registro para oferta inicial de ações de seu braço Caixa Seguridade, segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Esta é a terceira tentativa de abertura de capital da Caixa Seguridade em pouco mais de um ano. Na última vez, em setembro, o controlador suspendeu a operação diante das condições adversas do mercado em razão da pandemia da Covid-19.

Isso sem contar uma tentativa mais antiga, em 2017, também interrrompida, com a empresa alegando na época condições adversas de mercado. Agora, se concluir a operação, concorrerá na bolsa com outras listadas de seguros na B3, incluindo BB Seguridade e SulAmérica.

A Caixa Seguridade se apresenta como a terceira maior do país, considerando suas áreas de atuação, com produtos nos ramos habitacional, prestamista, vida e residêncial, com 13,5% do mercado a partir de dados de 2020 do regulador do setor, Susep.

Segundo prospecto preliminar da operação, a Caixa Seguridade não captará recursos novos, com a oferta consistindo apenas da venda de papéis detidos pela própria Caixa Econômica.

A operação será liderada por Morgan Stanley, Caixa, além de Bank of America, Credit Suisse, Itaú BBA e UBS-BB.

Brasil ocupa a 4ª posição em ranking de países com empresas preparadas para trabalho multigeracionais

instituto mongeral aegon

Pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon ouviu trabalhadores e aposentados de 15 países

Fonte: Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

Criar espaços de trabalho multigeracionais deve ser um dos principais desafios das empresas ao redor do mundo, segundo relatório Novo Pacto Social: Empregadores Amigáveis a Todas as Idades, desenvolvido pelo Instituto de Longevidade Mongeral AegonE o Brasil já está saindo na frente neste quesito: segundo dados da pesquisa, apenas 28% das empresas que atuam no país não possuem iniciativas para incentivar a inclusão multigeracional. Uma realidade próxima à global, em que um em cada três respondentes afirmou que as empresas não oferecem iniciativas desse tipo. 

Entre os entrevistados brasileiros, alguns pontos da pesquisa ajudam a entender por que a diversidade de gerações já faz parte do mercado de trabalho e da realidade das empresas. No levantamento, 42% das pessoas afirmaram trabalhar em um local imparcial, que reconhece funcionários de todas as idades e desencoraja a discriminação relacionada à faixa etária, enquanto 35% disseram fazer parte de ambientes com uma boa estrutura, acesso a tecnologias, instalações, equipamentos e serviços para todas as idades. Por fim, 25% declararam que as companhias das quais fazem parte tinham uma cultura inclusiva, ouvindo as contribuições de trabalhadores de todas as idades e valorizando um ambiente de trabalho com diferentes gerações. 

Globalmente, os países com maior concentração de funcionários que declararam não ter ambientes amigáveis às diferentes faixas etárias são Japão (54%), França (52%) e Alemanha (50%), enquanto os resultados positivos estão nos mercados emergentes como Índia (7%) e China (10%). “Os trabalhadores hoje querem cada vez mais uma transição gradual para a aposentadoria. Apenas 34% dos ouvidos preveem parar imediatamente o trabalho ao entrar na aposentadoria. Por isso, locais de trabalho inclusivos a todas as idades são uma das maneiras de garantir que essas pessoas se sintam apoiadas para se aposentarem em fases, além de possibilitar que todos contribuam e permaneçam economicamente ativos por mais tempo. É um jogo em que todos ganham”, explica Leandro Palmeira, diretor de Pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. 

O estudo traz nove características essenciais para um melhor preparo para a aposentadoria, desenvolvidas no contexto de um Novo Pacto Social. “Os empregadores desempenham uma função fundamental, ajudando os trabalhadores a se prepararem para a aposentadoria. A influência deles vai além de oferecer planos de aposentadoria e benefícios financeiros, incluindo desenvolvimento de habilidades, educação e bem-estar. Por isso, esse novo cenário reforça a necessidade de um Novo Pacto Social entre governos, empregadores e indivíduos”, completa Palmeira. 

Os desafios da aposentadoria 

Sobre o preparo para a aposentadoria, o estudo concluiu que dois em cada cinco trabalhadores no mundo (40%) garantem que estão habitualmente poupando para isso. Já para os que não conseguem poupar, a principal barreira é ‘não ganhar o suficiente’ (35%), além das questões de curto prazo, como comprar uma casa (22%) ou pagar dívidas (21%). O cenário é parecido no Brasil, com 40% afirmando que o salário é baixo, 33% concentrados em pagar dívidas e 24% poupando para prioridades imediatas. 

“Sabemos que começar a economizar desde cedo e de forma frequente é o melhor caminho para alcançar o preparo para a aposentadoria e os dados revelam um desafio para todos os parceiros sociais”, afirma Palmeira. “As respostas nos mostram que é preciso modernizar os sistemas de aposentadoria de forma sustentável e adaptável para o futuro, com ações que vão desde a garantia da sustentabilidade dos benefícios previdenciários até o aprendizado ao longo da vida”, conclui o executivo. 

A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto de Longevidade, em parceria com Aegon Center for Longevity and Retirement e o Transamerica Center for Retirement Studies, ouviu pessoas da Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Hungria, Índia, Japão, Holanda, Polônia, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. 

Allianz conclui integração das carteiras de seguro auto e massificados

david allianz

100% das renovações e novas contratações são feitas pelo sistema Allianz, com harmonização de produtos

Fonte: Allianz

A Allianz Seguros deu mais um passo no processo de integração das operações de Automóvel e Massificados, com a fase de unificação de carteiras. Desde fevereiro, todas as renovações ou novas contratações são 100% Allianz, ou seja, corretores e segurados que antes operavam por meio SulAmérica Auto e Massificados já têm produtos cotados e emitidos pela Allianz.

David Beatham, diretor executivo de Massificados e Vida da Allianz Seguros, destaca que, no fim de 2020, as equipes passaram por uma intensa agenda de treinamentos, para que todo o time de atendimento aos corretores, assessorias e parceiros de negócios estivesse 100% preparado, antes da efetivação da integração dos produtos. 

“Em paralelo, iniciamos a implementação de um piloto na regional Norte e Nordeste. O processo da integração das apólices começou em Sergipe, com um grupo de corretores parceiros. Depois expandimos para todos os corretores da filial Aracaju. Seguimos para todos os corretores da Regional Norte e Nordeste e, agora, estamos implementando o projeto em todo o país”, afirma. 

Processo de cotação

Para os corretores que já atuavam em parceria com a Allianz, a cotação dos produtos permanece igual. Para os corretores que passarem a fazer o processo no cotador da Allianz, o processo é simples e rápido. As apólices a renovar já aparecem pré-calculadas, com campos para o corretor alterar ou validar, gerando seis ofertas alinhadas ao perfil do cliente. O mesmo vale para a contratação de um novo seguro, sendo que o corretor terá apenas alguns campos a mais para preencher.

Já os corretores que optarem por fazer o processo pelo cotador SulAmérica Auto e Massificados seguirão o caminho padrão do sistema, que automaticamente disponibilizará uma oferta de produto Allianz correspondendo ao produto, com coberturas e assistências existentes na companhia anterior. Caso o corretor queira visualizar mais ofertas, é possível consultar o cotador da Allianz e acessar as outras opções disponíveis.

“Todo o sistema foi automatizado, a fim de simplificar e viabilizar a melhor experiência do corretor na plataforma. O foco da Allianz é proporcionar as melhores opções, sejam em produtos, serviços ou sistemas, aos parceiros de negócios”, destaca Beatham.

Produtos

Todos os corretores e segurados também já têm à disposição produtos unificados da Allianz, com amplas coberturas, ofertas abrangentes, processos simples e flexíveis, bem como serviços completos em todos os planos de assistência.

“A aquisição das operações, desde o começo, permitiu que a Allianz Seguros aumentasse a sua base de dados e tivesse acesso a produtos, sistemas e processos diferenciados. Isso fez com que a companhia conseguisse analisar e avaliar produtos, processos, preços, praças e uma série de fatores que beneficiam a operação como um todo. Escutamos as principais necessidades dos corretores e segurados, pensando sempre em proporcionar uma experiência simples, fácil e com o menor impacto operacional”, conclui Beatham.

Europ Assistance dá dicas para consumidores se manterem seguros no ambiente digital

Fragilidade de segurança dos sistemas e frequência de ataques e golpes enfatizam importância de soluções que levem proteção e segurança aos usuários

Fonte: Europ Assistance

Os cuidados com a cibersegurança nunca foram tão demandados quantos nos últimos meses. Com o aumento significativo do acesso à Internet e de compras on-line durante o período de isolamento social, os consumidores se deparam, cada vez mais, com tentativas de golpes, fraudes e roubos de dados que são utilizados para os mais diversos fins ilícitos, e que sempre geram muita dor de cabeça e, infelizmente, prejuízo financeiro. 

Há cerca de duas semanas, o vazamento de diversos dados de pessoas físicas e jurídicas no Brasil trouxe à tona novamente a discussão sobre a importância da proteção e da segurança de dados pessoais. Cerca de 40 milhões de CNPJs e 223 milhões de CPFs de brasileiros, além de nomes completos, datas de nascimento, informações de imposto de renda e saldos bancários foram oferecidos em fóruns na dark web, o que permite que criminosos pratiquem o roubo de identidade on-line.

E a todo momento nos questionamos, como podemos evitar ou se prevenir de ataques ou o mau uso de dados vazados como o ocorrido. Primeiro, é de extrema importância que as empresas que armazenam dados dos seus clientes, possuam uma rede de segurança confiável, com a nova geração de firewalls e com configurações e políticas completas de segurança em suas redes. Mas ainda assim, se houver o vazamento, é importante que o consumidor saiba como agir e como se prevenir a isto. 

Para atender essa necessidade atual, a Europ Assistance (EABR), multinacional líder em soluções de serviços e assistências presente em mais de 200 países, trouxe ao Brasil, seu mais recente lançamento de produto, o serviço Proteção Digital que atualmente já auxilia mais de 165 milhões de clientes em todo o mundo. Esta é uma solução robusta de proteção de dados para resguardar clientes e seus dados sigilosos, como senhas, números pessoais, conta bancária, registros armazenados no celular, informações médicas e pessoais. “É nesse contexto de exposição indevida e vulnerabilidade de dados pessoais que a proteção digital faz toda a diferença para resguardar os clientes, oferecendo serviços de prevenção, monitoramento, alertas e suporte com orientação adequada, objetiva e em tempo real”, alerta Luciana Volante, gerente executiva de Marketing e Produtos da EABR. 

O serviço garante tranquilidade quanto à segurança dos dados pessoais durante a navegação, por meio de uma plataforma que disponibiliza softwares para serem instalados em diferentes equipamentos, como computadores, tablets e smartphones, que disponibilizam ações preventivas úteis para preencher possíveis lacunas deixadas pelos antivírus tradicionais, com serviços Phishiblock, identificando sites falsos e endereço de fraudulentos, “Data scrambler”, serviço de criptografia de dados durante a navegação, o monitoramento de dados pessoais na web, darkweb e deepweb, o envio de alertas de possíveis riscos e exposição de risco para o roubo de dados, tudo isso suportado por uma uma central de atendimento para orientar o consumidor na tomada de medidas, em caso de identidade comprometida. 

Entre os benefícios para os clientes está a vantagem de contar com orientações precisas para uma navegação segura na Internet, com o respaldo de ferramentas simples e efetivas, informações sobre exposição e mitigação de riscos. Já para os parceiros comerciais, o Proteção Digital é um serviço relevante que possibilita interações frequentes com os clientes, com dicas de proteção, por meio de plataforma personalizada com marca própria, reforçando a identidade e fidelizando os clientes. 

Para apoiar a disseminação de cuidados com informações na Web, a Europ Assistance reuniu dicas importantes para se manter seguro durante suas conexões. Confira: 

• Repense as informações que você está compartilhando online, hackers são capazes de reunir informações importantes a partir do que você compartilha publicamente para criar um perfil completo da sua identidade; 

• Sempre use senhas fortes e diferentes e não reutilize a mesma senha em várias plataformas. Isso permite que os hackers acessem várias contas mesmo que, a princípio, eles tenham invadido apenas uma. Adote senhas complexas, com combinações de letras e números, maiúsculas e minúsculas, com caracteres especiais; 

• Cheque seu extrato bancário e de cartão de crédito regularmente em busca de atividades suspeitas,quanto mais cedo você detectar a fraude, mais fácil será a mitigação dos danos; 

• Após uma violação de dados, cuidado com os e-mails de phishing. Os fraudadores conseguem aumentar os ataques usando dados hackeados para criar e-mails de phishing altamente direcionados e personalizados. Um bom serviço de proteção digital deve incluir algum tipo de software para proteção de dados online e evitar esse risco; 

• Se você passou por uma situação de violação de dados, considere bloquear sua conta bancária e cartões de crédito. Esse serviço é gratuito e, ao fazer isso, você restringe qualquer acesso ao seu crédito e evita que os fraudadores abram contas ou façam compras em seu nome; 

• Sempre que possível, opte pelo sistema de dupla autenticação, pois ele redobra a segurança. 

• Desconfie de e-mail com abordagens alarmistas e que solicitam senhas em caráter de urgência. Verifique sempre se o endereço está correto e confirme que se trata de uma fonte segura. 

• Evite navegar em sites sem o protocolo “https“. Ele é o indicador de que você está em uma conexão segura entre o servidor e o dispositivo, o que evita, por exemplo, a interceptação de dados.
• Ative o software de segurança nos smartphones e instale aplicativos apenas de lojas oficiais, como App Store e Google Play. 

ENS e Sincor-SP firmam parceria para capacitar corretores de seguros

sincor ens

Fonte: Sincor

As instituições de ensino mais tradicionais do mercado de seguros, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) e a Universidade Corporativa Sincor-SP (Unisincor), se uniram para trabalhar em conjunto e oferecer capacitação aos corretores de seguros do Estado de São Paulo. A parceria foi firmada em evento no dia 22 de fevereiro, com a presença dos presidentes das entidades e transmissão pelo YouTube.

“Chegamos num momento festivo, já que evoluímos nas tratativas para anunciar essa parceria, que não é nova, vem de longa data e marcada por ações sinérgicas e a favor do mercado e, principalmente, dos corretores de seguros. Estamos linkando a marca da ENS a outra muito querida e amada por todos os profissionais do Estado, que é a Unisincor, para trazer melhorias para o ambiente de qualificação e requalificação dos profissionais de seguros”, explica o presidente da Escola, Robert Bittar.

Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, a parceria é um momento histórico e emblemático, uma vez que a relação das entidades remonta há anos. “Esse novo acordo fará parte da história. É um olhar para o futuro, já que estamos promovendo capacitação para empreendedores que têm interesse no mercado de seguros, que, cada vez mais, se mostra essencial e necessário para a proteção da sociedade”, completa.

Como convidado, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, declarou satisfação em presenciar a parceria. “Tenho certeza que gerará bons frutos para as instituições, mas, principalmente, aos corretores de seguros de São Paulo, que estarão mais do que preparados para cumprirem sua missão de proteção com competência”, ressalta.

Durante a transmissão, Bittar ainda anunciou o ENS+, um programa de fidelidade para os corretores associados ao Sincor-SP. O fidelizado recebe 20% de desconto no preço de face dos cursos e depois pode abater 10% do valor de face do curso com os pontos que ele adquirir pagando a anuidade sindical. Para cada R$ 1,00 investido no sindicato será convertido o mesmo valor para os cursos do programa, que está previsto para ter início em maio deste ano.

“Este programa da ENS mostra a preocupação em capacitar os corretores de seguros, além do quanto o associativismo é necessário para o fortalecimento da categoria”, declara Camillo.