CNseg: 70 anos de representação do setor segurador

cnseg 70 anos

Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador da Confederação relembra grandes marcos do setor

Fonte: CNseg

Este ano, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) completa sete décadas de representação do setor segurador brasileiro. A trajetória dessa representatividade estará, ao longo de 2021, em destaque na série “CNseg: 70 anos fazendo história”, produzida pelo Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador da CNseg (CEDOM), composta por tópicos especiais sobre as ações e iniciativas mais relevantes realizadas ao longo desse período. 

Os conteúdos da série, a serem publicados mensalmente no site do CEDOM (cedom.cnseg.org.br), permitirão aos leitores fazer uma viagem no tempo, conhecer capítulos marcantes do setor de seguros nacional e conferir o papel da CNseg na proposição de ideias inovadoras desde sua fundação, em 1951 – à época, estruturada como federação.

A série “CNseg: 70 anos fazendo história” rememorará algumas das bandeiras do setor, defendidas pela Confederação. Entre as quais, destacam-se: o reconhecimento de sua importância estratégica para o crescimento sustentado da economia nacional, o empenho em disseminar a cultura do seguro e o aprimoramento do relacionamento com os consumidores. Ao longo dessas décadas, a Confederação esteve presente em momentos importantes da história do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do País com o fortalecimento do setor segurador nacional.

1951 – 2021

A entidade de representação máxima do setor (atualmente, CNseg) foi criada em plena era desenvolvimentista dos anos 50, caracterizada por enormes transformações ocorridas no Brasil, em consequência da industrialização acelerada e de ações de modernização econômica, sem falar nas mudanças na esfera política e na seara do comportamento.  Surgiu um ano depois da inauguração da primeira emissora de tevê na América do Sul, um ano antes da fundação do atual BNDES e dois antes da Petrobras, testemunhando o Brasil crescer “50 anos em 5”, tendo em vista o programa desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek.

Para marcar a data, outra iniciativa da CNseg foi a criação de um selo comemorativo dos 70 anos de sua fundação. O selo está presente no portal da CNseg (cnseg.org.br), bem como em suas publicações, assinatura de e-mails e documentos da entidade.

Leonardo Lourenço assume como diretor da Simple2u

Lourenço Mag Seguros

A Simple2u, seguradora digital do Grupo Mongeral Aegon lançada em outubro, anuncia Leonardo Lourenço como diretor da empresa. Criada após a aprovação da companhia no Sandbox Regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Simple2u marca a entrada do Grupo Mongeral Aegon no mercado de Ramos Elementares, comercializando produtos que vão além de vida e previdência. 

Com mais de vinte anos de atuação no mercado de seguros, o executivo possui amplo conhecimento em planos de previdência, seguro de vida e capitalização. Lourenço tem sólida experiência no desenvolvimento de produtos e serviços comercializados em diferentes canais de distribuição, como corretores independentes, e-commerce e parcerias. Ingressou no Grupo Mongeral Aegon em 2005 e já passou pelos cargos de gerente de Produtos, superintendente de Marketing e Produtos e diretor de Serviços de Marketing. Com formação em Administração de Empresas pela PUC, o executivo possui MBA em Marketing pelo Instituto de Administração e Gestão da mesma instituição. 

Prevista para entrar em operação no primeiro trimestre de 2021, a Simple2U, além de 100% digital e com portfólio de produtos no modelo on demand, é acessível e centrada no consumidor, permitindo que novos perfis de clientes acessem o mercado de seguros. “Queremos trazer ainda mais poder de escolha e autonomia para os nossos clientes, com objetivo de oferecer cada vez mais produtos personalizados e moldados às demandas e estilo de vida de cada um”, explica Lourenço. 

Prudential investe R$ 5 milhões em projetos de inclusão social no RJ

A seguradora Prudential vai investir cerca de R$ 5 milhões em projetos de inclusão social na cidade do Rio de Janeiro. Voltada para jovens entre 15 e 29 anos de territórios mais vulneráveis, o Programa Jovens Pro Futuro foi lançado no último dia 20 e será realizado em quatro instituições sociais da capital – Redes da Maré, Recode, Centro de Promoção da Saúde (CEDAPS) e Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS).

A ação  contará com o apoio da organização internacional BrazilFoundation, no acompanhamento do trabalho das instituições. A expectativa é ajudar a formar 4.000 jovens com capacitação em cursos para ingresso no mercado de trabalho, empoderamento digital, oferecimento de assistência socioemocional e inserção no mercado de trabalho.

Odontoprev entra para o Bloomberg Gender Equality Index 2021

Pelo segundo ano consecutivo, a companhia conquistou a nomeação, consolidando seu compromisso com transparência e igualdade de gênero

Fonte: Odontoprev

A Odontoprev, empresa líder em planos odontológicos na América Latina, é uma das 380 companhias abertas incluídas no Bloomberg GEI (Gender-Equality Index) 2021, índice global, que este ano conta com empresas de 44 países, 11 diferentes setores e capitalização em mercado de US$ 14 trilhões. Com apenas 9 empresas brasileiras listadas e 22 do setor de healthcare, a Odontoprev entra pelo segundo ano consecutivo para a lista de empresas comprometidas com a igualdade de gênero em seus diferentes setores. A companhia foi incluída no índice por pontuar igual ou acima do patamar global estabelecido pela Bloomberg, refletindo alto nível de divulgação e desempenho geral.

Com base na análise abrangente do investimento em igualdade de gênero no local de trabalho fornecida pelo Gender Reporting Framework, a Odontoprev pontuou em todos os fatores determinantes da pesquisa, se adequando e provando seu compromisso nos quesitos paridade salarial de gênero, cultura inclusiva, marca pró-mulher, políticas contra assédio sexual, canais de liderança e talentos femininos.

Segundo Rodrigo Bacellar, CEO da Odontoprev, a companhia alcançou a marca no índice da Bloomberg por meio de ações que promoveram mais engajamento, melhores práticas e transparência não só na contratação, como também no apoio e confiança com os colaboradores. “É com muita alegria que recebemos a notícia. Há mais de uma década promovemos a diversidade reforçando a participação feminina em nossa equipe. Além disso, o modelo de negócios Odontoprev conta com uma participação relevante de mulheres em destaque tanto na área comercial, quanto no perfil de clientes e em nossa rede de cirurgiões-dentistas”, afirma.

Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as mulheres ocupam 49,9% do mercado de trabalho, enfrentando desafios e a falta de igualdade nas grandes empresas.

“Na Odontoprev, 75% do nosso quadro de colaboradores é composto pelo sexo feminino e cerca de 57,8% são mulheres em nossa liderança. Pouquíssimas empresas nacionais entraram para o índice, comprovando a necessidade do comprometimento das companhias com a igualdade em todos os níveis profissionais”, destaca Rose Gabay, Diretora de RH da Odontoprev.

Produzido pela empresa de tecnologia e dados, Bloomberg, o Gender Equality Index 2021 mede a igualdade de gênero em estatísticas internas de empresas, políticas de recursos humanos, apoio e envolvimento da comunidade externa com consciência de gênero, rastreando o desempenho das empresas em seus esforços para garantir representatividade e transparência.

C6 Bank lança seguro prestamista para clientes do banco digital

Com uma proposta de baixo custo e simplicidade, banco estreia com o seguro prestamista, uma das categorias de planos de vida que mais crescem no país

Fonte: C6

O C6 Bank lança hoje seu seguro prestamista, modalidade que é contratada junto com um empréstimo para garantir o pagamento da dívida em caso de morte ou invalidez total do cliente. O lançamento marca a estreia do banco no mercado de seguros com produtos próprios, construídos em conjunto com seguradoras e resseguradores. Com uma proposta de baixo custo, simplicidade e transparência, o seguro poderá ser contratado diretamente pelo app, a um valor mensal abaixo de R$ 1, dependendo do perfil do segurado. 

Como morte e invalidez total são alguns dos elementos que aumentam o risco do crédito, em alguns casos a taxa de juros com o seguro poderá ser menor que a taxa de juros sem a proteção. A compra do produto é opcional e todos os contratos aparecem na hora.    

O objetivo do C6 Bank é lançar uma nova forma de relacionamento entre seus clientes e o mercado de seguros no Brasil, baseada na transformação digital e no realinhamento de partes da cadeia de valores. A operação será realizada pelo próprio banco. 

“Dois elementos ajudam a explicar o baixo custo do produto. O primeiro é o custo de operação realizada pelo C6 e o segundo, disruptivo e inédito, é o envolvimento do resseguro, agregando tanto a sua gestão do capital quanto a tecnologia no desenvolvimento de produtos, o que também foi fundamental para compor o preço e a experiência do cliente”, explica Fabio Basilone, head de Seguros do C6 Bank e CEO da Som.us, companhia que atua no setor de seguros e resseguros, adquirida pelo C6 Bank em outubro de 2019. “Além do baixo custo, essa solução também se diferencia pela transparência e pela simplicidade de contratação”.

Entre os próximos lançamentos está o seguro de pequenas obras, com a seguradora Mitsui Sumitomo.

Saiba mais Mitsui Sumitomo fecha parceria com C6 para seguro de pequenas obras

A nova revolução tecnológica do 5G

A mais recente edição da Revista de Seguros aborda como a quinta geração de telefonia móvel vai impactar os negócios, inclusive os seguros 

Fonte: CNseg

Os impactos na vida das pessoas, empresas e governos produzidos pela quinta geração de telefonia móvel (5G) serão extraordinários e profundos e, por isso mesmo, razão da escolha do tema como matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros (nº 915). Com edital de licitação previsto para o primeiro semestre de 2021 e incremento de mais US$ 100 bilhões ao PIB em 10 anos, o 5G tornará pelo menos dez vezes mais rápido o acesso à internet, assegurando a massificação do acesso à informação de última geração e sua incorporação à rotina de empresas. Um mundo novo, incluindo realidade aumentada, cirurgias remotas, drones e robôs com uso ampliado, materialização de cidades inteligentes, estará em construção nos próximos anos.  

Para os seguros, o 5G permitirá mais saltos no processo de transformação digital, com ganhos de eficiência operacional nos próximos anos, englobando desde a liquidação mais célere de sinistros à mitigação de riscos com equipamentos interligados a bens segurados por meio da Internet das Coisas (IoT), que ganhará mais escala, significando novos desafios para as seguradoras, dado o aumento dos riscos cibernéticos.  

A análise setorial é outro tema relevante destacado nessa edição. Lideranças do setor de seguros avaliam os efeitos do choque produzido pela pandemia do novo coronavírus e as perspectivas para 2021. São treze líderes – Presidentes da CNseg e de suas quatro Federações integrantes – FenSeg, FenaSaúde, FenaCap, FenaPrevi -, além dos oito dirigentes dos Sindicatos das Seguradoras. “Apresentamos um balanço da natureza contracíclica do setor e os próximos cenários quando, espera-se, a vacinação em massa seja capaz de dar mais tranquilidade a todos mais à frente no ano de 2021”, afirma o Presidente Marcio Coriolano, no editorial da publicação.  

Além da vacina contra a Covid-19, há outros remédios necessários para a retomada econômica. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em tramitação no Congresso não é suficiente para os objetivos de aliviar a expansão das despesas obrigatórias, afirma o economista e ex-Diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), Alexandre Schwartsman, em entrevista exclusiva concedida à Revista de Seguros. 

Outras reformas são necessárias para mitigar o risco fiscal, havendo soluções realistas para o equilíbrio das contas públicas. Um time de economistas de primeira linha, a convite da Revista de Seguros, faz sugestões relevantes para melhorar o ambiente de negócios, sem a espada de déficits públicos com risco de descontrole.  

Os leitores podem refletir sobre os benefícios da autonomia do Banco Central, que nunca esteve tão perto de se materializar após a proposta ser aprovada no Senado.  O ex-Presidente do Banco Central Armínio Fraga e o ex-Diretor Carlos Thadeu de Freitas avaliam esses benefícios e fazem algumas ressalvas importantes sobre o projeto em análise no Congresso em matéria nessa edição.  

Se navegar é preciso nos dias atuais no mundo virtual, pode-se dizer que é fundamental também no mundo real. Até porque não tem havido avanços na navegação fluvial. O Brasil possui 63 mil quilômetros de rios com potencial para transportes, mas desperdiça grande parte desse recurso natural à disposição: apenas 18,6 mil quilômetros (29,5%) são aproveitados para a movimentação de cargas e passageiros. Confira a reportagem sobre o tema.  

Por fim, para comemorar os 70 anos de criação da CNseg, a capa da Revista de Seguros traz o selo comemorativo que estará presente em todas as publicações e documentos corporativos da Confederação Nacional das Seguradoras no decorrer de 2021.  

App Zurich Risk Advisor passa a ter módulo voltado a riscos cibernéticos

O aplicativo, que possibilita avaliação remota de riscos que podem ameaçar os negócios, pode ser baixado por clientes e não clientes da Zurich

Fonte: Zurich

O aplicativo Zurich Risk Advisor (ZRA) possibilita que sejam feitas avaliações de riscos à distância, em tempo real e em qualquer parte do mundo, assim como nas situações de sinistros. Além de ser único no mercado, ele provou-se útil após a decretação da pandemia, já que milhares de empresas e trabalhadores passaram a atuar no regime de home office. Agora, a Zurich incrementa ainda mais o app com um novo módulo: o Self Risk Assessment, para riscos cibernéticos – cuja incidência aumentou desde então, ameaçando as operações de corporações de todos os portes e áreas de atuação.

“A propagação do vírus exigiu das organizações uma reconfiguração no modelo de trabalho, com funcionários em larga escala executando suas atividades profissionais. Esse modelo trouxe uma preocupação maior com os riscos cibernéticos e a Zurich conseguiu adaptar facilmente o ZRA a essa realidade: a autoavaliação dos riscos disponível no aplicativo ajuda as empresas a terem uma análise dos perigos de segurança online que podem apresentar, trazendo uma avaliação completa e de simples entendimento”, explica a Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich, Andressa Meireles.

A executiva destaca que o app possibilita uma avaliação rápida, simples e ampla para identificar os riscos nos ativos físicos e de software, assim como os controles de proteção em torno dos recursos organizacionais, sistemas de detecção de segurança cibernética, processos e procedimentos de planejamento de respostas e de recuperação de dados. “E como o ZRA conta com a funcionalidade ‘colaboração remota’, os usuários, sejam ou não clientes, ficam próximos dos nossos engenheiros; dessa forma, estes podem fazer as análises de riscos à distância, em tempo real, de qualquer lugar do planeta”, enfatiza.

Crescem os ataques cibernéticos durante a pandemia

De acordo com o relatório Cybersecurity – Fighting Invisible Threats, do banco Julius Baer, da Suíça, todos os dias ocorrem 8 trilhões de ataques cibernéticos em todo o mundo, o equivalente a 90 mil por segundo. Em 2021, essas investidas devem custar US$ 6 trilhões à economia de todo o planeta, dos quais US$ 7 milhões no Brasil.

Segundo o Global Risk Report 2021produzido pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) em parceria com a Zurich Insurance Group, as universidades de Oxford e de Singapura e a consultoria de riscos e corretora Marsh & MacLennan, entre outros parceiros, os ataques cibernéticos estão entre os 5 principais riscos que podem ocorrer no curto prazo (2 anos). A título de comparação, na edição anterior, de 2020, eles estavam na 7ª posição em probabilidade – e em um horizonte de prazo mais longo, de 10 anos. Nesse cenário, a criação do módulo Self Risk Assessment no ZRA vai ao encontro da necessidade de gestão desse tipo de risco a que empresas e pessoas estão cada vez mais sujeitas.  

Também no ano passado, em setembro, houve a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira. Não por acaso, após a promulgação da legislação, a Zurich percebeu aumento na procura pelo seguro cibernético, uma vez que a LGPD tem o propósito de zelar pela privacidade dos dados dos consumidores, preservando-os de exposição indevida ou de ciberataques. “Os hackers usam a chamada engenharia social: a manipulação psicológica para que as pessoas façam o que esses criminosos querem, ou então para os usuários divulgarem informações confidenciais”, comenta o superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich, Fernando Saccon.

Complementa a Superintendente de Engenharia de Riscos da companhia, Andressa Meireles: “A autoavaliação de riscos cibernéticos disponível no app Zurich Risk Advisor ajuda o usuário a ter uma análise dos perigos de segurança online que uma empresa pode apresentar, trazendo uma avaliação completa e de simples entendimento, que abrange: identificação de ativos físicos e de software; controles de proteção em torno dos recursos organizacionais; sistemas de detecção de segurança cibernética; processos e procedimentos de planejamento de respostas e de recuperação”.

Outras funcionalidades do app Zurich Risk Advisor

·      Criação de relatórios personalizados, com detalhes de todas as análises dos riscos.

·      Acesso às informações adaptadas ao desafio comercial da companhia e à área de risco identificada.

·      Colaboração remota para aconselhamento especializado por chamada de vídeo com um engenheiro da Zurich.

·      Priorização das ações de melhoria de riscos.

·      Compartilhamento dos relatórios de avaliação de risco por e-mail com todos os envolvidos.

·      Acesso às recomendações aplicáveis, benchmarks e insights

·      Registro e documentação dos resultados da metodologia de análise de riscos da Zurich.

O app, que possui elevados níveis  de segurança para proteção dos dados dos usuários, pode ser baixado nas versões IOS e Android ou no próprio site da Zurich.

Artigo: 2021 é um ano que exige gerenciamento de risco

por Paulo Leão de Moura Jr, chairman da corretora de seguros THB

É bom ter esperanças e, certamente, algumas tornar-se-ão reais, como a vacinação contra a COVID-19 e a consequente redução de casos de contaminação nesta horrível pandemia que tantas mortes vem causando e, aos sobreviventes, as sequelas físicas e psicológicas.

Eu tenho esperanças de dias melhores para o Brasil, porém, em um contexto racional e realista, temo que o mundo terá dificuldades imensas para se recuperar a curto prazo, o que afetará certamente o nosso país. Surgida no final do ano de 2019, a pandemia entrou no Brasil justamente no momento que já sofríamos graves problemas econômicos, políticos e sociais. Todos problemas crônicos de solução a longuíssimo prazo como a distribuição de renda absurdamente desproporcional, a diferença social, a qualidade e eficácia da educação, as dificuldades na saúde, a deterioração do comportamento social, cívico e ético em todos os segmentos. 

Os problemas políticos e econômicos sem soluções como arcar compulsoriamente com um governo paquidérmico, com excesso de funcionários, consultores, conselheiros, políticos profissionais preocupados em manter suas regalias e não com a representatividade do voto, um governo e Estado caros, excessivos, burocráticos ao extremo e alheios às necessidades da população. Dentro desse contexto, a iniciativa privada ou adere ao comportamento vulgar para usufruir das trocas de benesses, ou empreende face toda a parafernália de dificuldades que qualquer empresa enfrenta para se desenvolver nesse país.

Na nossa atividade, a consultoria, a assessoria, a administração de riscos e seguros apresentam-se situações diversas de esperança por excelência. De um lado, a ação liberal da Susep atual abrindo e introduzindo o nosso sistema ao mercado internacional em quase a sua totalidade. Por outro lado, da parte dos ultraconservadores existe a ameaça de introdução da legislação que manteria o nosso sistema nas condições do século XX, absurdamente controlada e sem liberdade de atuação.

Vamos sofrer as dificuldades inerentes aos desempenhos bolorentos, de retrocessos, de erros, de enganos. Os eventuais acertos virão da dedicação em atuarmos corretamente, proporcionando aos nossos clientes a qualidade e extensa gama de serviços que temos a oferecer. Nesse caso, seremos vencedores em nossa atividade. Temos, ainda, a importante tarefa de demonstrar ao mercado – principalmente, os segurados – a importância e necessidade de nossos serviços com a óbvia afirmação que riscos devem ser tratados da melhor forma possível. 

Como acredito, o risco deve ser assumido criteriosamente e com absoluto controle por autosseguro até a eventual transferência ao seguro ou outra forma mais adequada, desde que definida claramente pelo gerenciamento de risco ou pela decisão soberana das empresas seguradas. Neste sentido, tenho absoluta certeza do sucesso de nossos profissionais na prestação desses serviços a nossos clientes e que o ano de 2021 será difícil certamente, porém, já navegamos muito bem em mar agitado e sempre chegamos a um porto seguro, a um reconhecimento de excelência sobre nossos serviços.

Nestes oitenta e seis anos de vida, tive o privilégio de assistir um considerável número de eventos. Alguns considerados crises, outros dificilmente serão considerados significativos pela História. Mas, como disse, tive o privilégio de acompanhar e assistir o comunismo da União Soviética, a evolução do socialismo italiano e a criação do fascismo, a chegada do seu irmão gêmeo e mais cruel, o nazismo. Assisti o início e término de várias guerras, a Segunda Guerra Mundial – evento dantesco que ceifou a vida de mais de cinquenta milhões de pessoas -, assisti a hegemonia americana e o antagonismo entre EUA e União Soviética com o acúmulo absurdo de arsenais atômicos chamado de Guerra Fria. Assisti ao fortalecimento e expansão da social-democracia e do capitalismo. Acompanhei as Guerras da Coreia e a do Vietnam onde, pela segunda vez, os chamados “aliados” ou os Estados Unidos não venceram uma guerra – a última derrota americana teria sido em 1812 contra a Inglaterra.

Desde então, acompanhei diversa guerras no Oriente Médio que persistem até hoje.  Na Iugoslávia com o retorno das Repúblicas dos Balcãs. Assisti à recuperação excepcional da Europa, com o apoio interessado dos Estados Unidos. A extraordinária queda do muro de Berlin, a abertura da Europa Oriental, o declínio e desaparecimento da União Soviética e o ressurgimento do páthos da Grande Rússia. Assisto agora o surgimento de outra grande potência, a China, e o reinício de mais uma Guerra Fria.

Acompanhei e participei dos altos e baixos constantes, os avanços e os retrocessos do meu querido Brasil. A triste vergonha de duas ditaduras: a de Getúlio Vargas e a de 1964, bastante polêmicas até hoje. Assisti, com esperança, a volta da nossa Democracia que, hoje, luta por sua sobrevivência. E, finalmente, assisti ao mais triste episódio da história americana: a tentativa de golpe do Sr. Trump! E assisto a influência que esse senhor tem sobre uma pequena, porém, importante parcela de nossos políticos e o considerável contingente de seguidores americanos, bélicos, agressivos e racistas que mantém nos EUA. Certamente, assistimos a volta do fascismo nas mentes da população em duas importantes democracias do mundo ocidental.

Faltam quatorze anos para atingir um século de vida. Peço a Deus que mantenha, até lá, a minha saúde física. Se não for possível, seria triste perder o resto da minha lucidez, porém, vivi bem meus oitenta e seis anos. Agora, assisto a pandemia do COVID-19, algo próximo a uma guerra inglória, difícil, destruidora, penosa e angustiante entre Ciência e o vírus, inimigo sutil, silencioso e invisível que tem como aliado a covardia, a ignorância, o egoísmo, a indiferença.

Assistindo a todas as essas tragédias e lutas, tive o privilégio de assistir ao nascimento de meus filhos e filhas; de amar muito e ser amado; de assistir a evolução da minha família, netos, netas e bisneta; da evolução e bom desenvolvimento dos empreendimentos em que tomei parte; de participar no desenvolvimento da minha profissão; enfim, de ter o privilégio de muitas felicidades.

Desejo um bom ano a todos – amigos, colaboradores, parceiros, seguradoras e resseguradoras e, sobretudo, aos nossos maravilhosos segurados-clientes.

Feliz 2021 a todos.

4 serviços do seguro auto que proprietários devem conhecer

Liberty Seguros faz alerta para clientes se conscientizarem dos benefícios que tem no seguro de carro

Quando pensamos em seguros para automóveis, as primeiras vantagens e garantias que nos vêm à mente são as básicas: proteção contra roubos e furtos, guincho, assistência nas ruas e estradas, troca de pneu, entre outras. O que muitos não sabem é que, em muitos casos, essas apólices englobam diversos outros serviços e benefícios que podem ser de grande ajuda no dia a dia de proprietários de veículos – até quando não estão utilizando seus automóveis. 

A Liberty Seguros compilou quatro exemplos de serviços para ajudar os segurados a aproveitar seu seguro ao máximo!

Coberturas para partes específicas do automóvel

Constantemente, proprietários de veículos passam por sinistros mais leves que podem resultar em danos mínimos aos carros, mas que não atingem o valor da franquia na troca de peças pontuais do veículo. Um bom exemplo é no caso de problemas de quebra de vidros – principalmente no para-brisa, que é uma das partes mais importantes para a segurança do veículo e ao mesmo tempo é o mais delicado dos vidros. Para casos de quebra de vidro, a Liberty oferece as coberturas Vidro Completo e Vidro Completo com Teto Solar. 

Ainda falando sobre consertos específicos, a companhia oferece de forma gratuita a cobertura Proteção Pequenos Reparos*, lançada recentemente em parceria com a Maxpar/ Autoglass. Se trata de uma solução completa em caso de danos de pequeno e médio porte a lataria, desde que não tenha atingido o valor da franquia do veículo, que cobre mão de obra no reparo a sinistros decorrente de colisão que danifique apenas as peças externas de plásticos ou lataria do veículo. Essa cobertura não tem limite no tamanho dos amassados por peça ou na quantidade de peças a serem reparadas e cobra apenas uma franquia por evento, não importando a quantidade de peças a serem reparadas pela mão de obra.

(*) sempre que contratado um dos planos de Vidros

Outro exemplo de vantagem adicional do seguro auto é a Proteção Roda e Pneu, também oferecida em conjunto com a Maxpar/Autoglass e que passou por uma expansão no ano passado, que engloba diversos serviços como troca exclusiva de pneu, roda e substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros. 

Clube de benefícios

O +Liberty, reformulado em 2020, é um clube de vantagens 100% digital que oferece  experiências exclusivas e descontos em mais de 200 empresas parceiras. Os clientes, corretores e funcionários Liberty podem aproveitar esses benefícios até mesmo sem sair de casa, o que se adequa perfeitamente aos tempos em que estamos vivendo. 

Assistência Residencial

Outro serviço opcional para clientes auto da Liberty que provavelmente ninguém conhecia é a opção de consertos individuais nas residências dos segurados em caso de sinistro. Estão inclusos cobertura provisória de telhados, chaveiro, eletricista e encanador, além da indicação de profissionais; com garantia de qualidade; para serviços gerais no imóvel – como marceneiros, pedreiros, pintores, serralheiros e vidraceiros. 

Além disso, os segurados Liberty contam com a expertise de atendimento da Fácil Assist, empresa tradicional com mais de 20 anos de atuação no ramo da assistência 24 horas, que oferecem apoio em ocasiões adversas, como socorro em caso de pane elétrica, chaveiro, troca de pneus e muitos outros. 

Higienização em caso de alagamento

Todos estamos sujeitos a enchentes, alagamentos e inundações, principalmente na atualidade, uma vez que os desastres naturais podem atingir até mesmo áreas antes consideradas mais seguras. Para situações como essas, a Liberty oferece seguros que cobrem a limpeza interna e externa dos automóveis, além da opção da oxi sanitização, um serviço totalmente sustentável de higienização para os veículos com um processo que utiliza ozônio para eliminar odores, bactérias, vírus, mofo e fungos em geral. 

AIG registra mais de 3 mil corretores em treinamentos e abre a agenda de 2021

Primeiro treinamento do ano no AIG LAB acontece no próximo dia 28, com a participação de advogados especializados nos riscos de punições da CVM a administradores e seguro D&O 

No início de 2020, a AIG Seguros aperfeiçoou os treinamentos e workshops feitos para corretores e parceiros, com a plataforma AIG LAB, uma central de compartilhamento de ideias, negócios e iniciativas. Além de uma nova identidade visual, a seguradora trouxe conteúdos mais dinâmicos, com foco em riscos, e padronizou o formato das sessões, com uma agenda mensal automatizada para inscrições on-line. 

Ao longo do ano, com a necessidade da realização exclusiva de eventos virtuais, por conta da pandemia, o AIG LAB mostrou ser um canal de preferência dos corretores. Foram 36 treinamentos em 2020, com 7.513 participações, sendo 3.251 corretores únicos, com mais de 1.300 empresas corretoras marcando presença. Em média, foram 209 participantes por sessão, um crescimento de quase 250% em comparação com 2019, quando esse índice foi de 60 pessoas (contando treinamentos presenciais e virtuais). 

“Inicialmente, quando passamos a oferecer a modalidade de treinamentos exclusivamente virtuais, tínhamos a expectativa de manter a presença média de 60 a 80 corretores participantes, seguindo a quantidade de acessos registrada nos anos anteriores, quando mesclávamos os treinamentos em formatos on-line e presencial – estes últimos com até 100 pessoas. Mas, neste momento em que as plataformas virtuais são importantes aliadas, registramos um crescimento significativo nas participações, o que nos deixa extremamente satisfeitos”, diz Rodrigo Valadares, Diretor Comercial da AIG no Brasil. 

O executivo destaca ainda a importância de trabalhar na capacitação dos corretores: “O corretor tem um papel consultivo fundamental de apoio a seus clientes. Por isso, é importante que ele esteja sempre atualizado sobre as coberturas, principais exposições e casos que podem fazer a diferença no momento da contratação e acionamento da apólice”. 

Treinamentos em 2021 

O primeiro treinamento on-line do AIG LAB em 2021 já tem data marcada: será no dia 28 de janeiro, às 10h. O tema da sessão será “Riscos de D&O e punições da CVM (Comissão de Valores Mobiliários)”, com especialistas para apresentar os principais sinistros da modalidade, a análise jurídica da regulação e as coberturas do seguro. O evento terá a presença de João Fontes, Gerente de Linhas Financeiras da AIG, além de outros dois especialistas convidados: Claudio Miranda e Ilan Goldberg, ambos da Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados. 

A participação de corretores é gratuita. Os interessados devem inscrever-se aqui