BNDES financia Embraer com seguro do consórcio de seguradoras AFIC

Consórcio de seguradoras privadas que oferece seguro de crédito ANPI, tem origem em 2017, nos EUA, a partir de parceria entre a Boeing e a Marsh Ltd

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou empréstimo de R$ 450 milhões para financiar a compra de jatos da Embraer pela companhia aérea americana SkyWest Airlines, informou nesta segunda-feira, 25, a instituição de fomento. O empréstimo financiará a entrega de quatro aeronaves E175 para a SkyWest. Foi a primeira operação do tipo garantida por seguro de crédito denominado Aircraft Non-Payment Insurance (ANPI), fornecido pelo consórcio de seguradoras privadas Aircraft Finance Insurance Consortium (AFIC), informaram tanto o BNDES quanto a Embraer.

“É a primeira vez que o BNDES faz uma operação desta natureza com seguro privado de crédito e a primeira operação da Embraer a contar com a garantia ANPI/AFIC. Trata-se de um marco para a fabricante brasileira e um importante instrumento na diversificação de garantias disponíveis para o apoio do BNDES às exportações do setor”, diz a nota do BNDES.

Segundo o banco de fomento, a AFIC, consórcio de seguradoras privadas que oferece seguro de crédito ANPI, tem origem em 2017, nos EUA, a partir de parceria entre a Boeing e a Marsh Ltd., “com objetivo inicial de atender à demanda do mercado por financiamento às aeronaves de fabricação Boeing, ocupando um espaço deixado pelo US Exim Bank”.

“Desde o lançamento do produto ANPI/AFIC até meados de 2020, foram realizadas operações com 10 empresas aéreas, 2 empresas de arrendamento mercantil e 21 instituições financeiras privadas, num total de 63 aeronaves Boeing financiadas, em montante aproximado de US$ 5 bilhões”, diz a nota do BNDES.

Conforme a nota do banco de fomento, desde 2017, a Embraer iniciou negociações com a Marsh Ltd. para incluir seus produtos no rol dos ativos passíveis de serem financiados com cobertura do AFIC. No fim de 2018, a Marsh Ltd. aprovou o apoio aos financiamentos para a aquisição de aeronaves da fabricante brasileira.

Em parte por causa do financiamento aos clientes que adquirem as aeronaves, a Embraer é uma das principais clientes do BNDES. Em dezembro, o banco de fomento já havia aprovado dois empréstimos do tipo, no valor total de R$ 3 bilhões, em encomendas feitas pela companhia aérea americana United Airlines e pela arrendadora de aeronaves holandesa AerCap Holdings N.V.

Mercado revisa PIB para cima, mas ainda projeta baixo crescimento, avalia CNseg

pedro simoes, CNSEG

“É preciso considerar o carregamento estatístico e o risco fiscal, questão que ainda domina a economia”, avalia Pedro Simões 

A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, de 3,45% para 3,49%, segundo mostra o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira, 25. Para 2022, o ponto-médio das expectativas permaneceu em 2,50%. 

“Além das claras dificuldades de implementar uma vacinação em massa simultaneamente em todo mundo, é emblemático que a contagem de casos e mortes esteja, pouco a pouco, sendo substituída pela contagem de número de pessoas vacinadas, o que traz mais otimismo”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. Em Israel, por exemplo, que adotou a vacina da Pfizer e já imunizou 25% de sua população, a internação de pessoas com mais 60 anos por Covid-19 caiu mais de 60% desde o início da vacinação.

O economista reforça, porém, que mesmo assim o crescimento estimado da economia local ainda é modesto. “Grande parte desse crescimento poderá ser atribuído ao carregamento estatístico e, portanto, não representa um desempenho excepcional frente à forte queda da atividade do ano passado que, segundo o boletim desta semana, deve ter sido de 4,32%”.

Simões lembra que, além disso, temos o fantasma do risco fiscal, que ronda a economia brasileira. “As simples declarações de candidatos à Presidência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal sobre suas preferências pela aprovação de novos programas de transferência de renda ou pela extensão da ajuda emergencial foram suficientes para atiçar o nervosismo dos mercados, fazendo a Bolsa cair e o dólar subir”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal

Zurich inclui serviço de voucher mobilidade no seguro auto

Adriana Heidecker

Concebido inicialmente para os segurados da categoria PCD, a empresa decidiu expandir a possibilidade de voucher para todos os demais clientes

Fonte: Zurich

A Zurich passou a oferecer aos clientes de seguro auto um voucher como alternativa ao carro reserva. O serviço pode ser usufruído pelo segurado quando o seu veículo precisar ficar temporariamente parado em manutenção na oficina.

O voucher tem um valor predeterminado de crédito e período correspondente ao mesmo de uso do carro reserva. Com o novo voucher mobilidade, o cliente utiliza os seus créditos para realizar viagens pelo aplicativo. 

“Com essa nova opção, o segurado agora escolhe qual é o mais conveniente para o seu dia a dia: utilizar voucher para realizar as viagens via app ou o tradicional carro reserva. Ela oferece a comodidade de o cliente escolher a forma que for melhor para ele”, comenta a Diretora Executiva de Sinistros da Zurich, Adriana Heideker.

O projeto de voucher mobilidade nasceu com um propósito que é bem comum na Zurich: oferecer um serviço aos clientes que une os dois fatores. Um é comodidade, conforme Adriana se referiu antes; o outro é relevância. 

Ela conta que a ideia nasceu em agosto de 2019 e começou com os segurados da categoria PCD (Pessoas com Deficiência), por meio de uma parceria com uma grande empresa de aluguel de veículos; bastava que aqueles clientes, quando estivessem na situação de sinistro de auto com direito a carro reserva, apresentassem as carteiras de habilitação. Assim, teriam direito ao uso de automóveis de câmbio automático, sem custo adicional, pelo tempo que seus veículos estivessem no conserto, dentro do limite de dias contratado em apólice. O próximo passo foi expandir a nova alternativa de vouchers para esses segurados se locomoverem da forma que preferirem.  

A Zurich, então, resolveu fazer um piloto com clientes que não se enquadravam na categoria PCD e o benefício teve boa aceitação. “O feedback foi tão positivo que entendemos que o voucher mobilidade deveria ser expandido para toda a nossa base de segurados”, finaliza Adriana.

É crescente o uso de aplicativos de transporte no Brasil

O segmento de transporte por aplicativo cresceu nos últimos anos, por diversos motivos, entre os quais por oferecer comodidade aos usuários. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012 havia cerca de 484 mil pessoas cuja principal fonte de renda era o trabalho com transporte por esse meio. No final do ano passado, já ultrapassava 1 milhão.

Há cerca de 5,5 milhões de motoristas cadastrados nesses apps, segundo o Instituto Locomotiva. Quanto ao número de usuários, levantamento da Mobile Time apontou que 71% dos usuários de smartphones já utilizaram transporte por aplicativo (há mais de 234 milhões desses aparelhos ativos no país, aponta a Fundação Getulio Vargas). Em 2018, eram 64%. O brasileiro gasta, em média 10% do salário nesses apps.

Todos os dados foram divulgados pelas instituições citadas em 2020.

CRDC é credenciada pela Susep para registro de todas as modalidades de seguros do país

A CRDC, central de registros criada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), recebeu autorização da Susep para atuar como registradora de seguros. Com isso, vai concorrer com B3, Central de Recebíveis (Cerc) e CSD, que já atuam no segmento.

Segundo Ivan Lopes, sócio da CRDC, “a API é leve, simples e objetiva para implementação, totalmente adaptável para todos os ramos de seguros e o sistema não tem limites de escala, é portável, dinâmico e ágil. As integrações por API facilitam a comunicação de forma simples, rápida e segura, possibilitando acesso às informações atualizadas com muito mais rapidez, visibilidade, confiabilidade e escalabilidade”.

Segundo nota da empresa, a solução CRDC também traz a possibilidade de customização de relatórios personalizados, bem como de diversos serviços que podem ser consumidos pelas seguradoras e contribuem com informações relevantes para as suas operações, como, por exemplo, subscrição, sinistros e compliance, dentre outras.

Na plataforma da CRDC, a consulta pelo portal pode ser realizada pelos fatos geradores, como emissão de apólices e endossos, emissão e liquidação de prêmios, sinistros e contratos de resseguro. A conciliação permite às seguradoras a captura das informações paginadas a partir da consulta principal, evitando demora no retorno de registros e alto consumo dos recursos, trabalhando de forma mais eficiente com os dados na comunicação entre cliente e server, trafegando apenas os dados necessários.

A CRDC dispõe ainda em sua plataforma de uma camada de blindagem que filtra, monitora e bloqueia o tráfego HTTP contra ataques de hackers, Spammers, DDoS, Injeções SQL e muitos outros tipos de cyber ataques.

O Conselho Diretor da Susep já estabeleceu as datas previstas para a obrigatoriedade de início de registro para todos os segmentos do mercado de seguros:

01.07.21: grupos dos ramos patrimonial, responsabilidades, marítimos, aeronáuticos, petróleo, nucleares, rural, aceitações no exterior e sucursais no exterior;
01.09.21: grupo dos ramos de transportes;
01.11.21: grupo dos ramos de automóvel;
01.02.22: grupo dos ramos de seguros de pessoas, individual e coletivo, estruturados em regime financeiro de repartição simples;
01.07.22: operações de previdência e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição de capitais de cobertura e em regime financeiro de capitalização;
01.11.22: operações de resseguro local;
02.01.23: operações de capitalização.

IRB registra prejuízo de R$ 124,5 milhões em novembro

O faturamento bruto (prêmio emitido) totalizou R$ 709,8 milhões em novembro, um crescimento de 10,2%

O IRB informou que teve prejuízo líquido de R$ 124,5 milhões em novembro. Excluindo o impacto de negócios descontinuados, o prejuízo seria menor, de R$ 80,7 milhões. Os números fazem parte do relatório periódico mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep). O ressegurador divulga seu balanço do quarto trimestre no dia 18 de fevereiro.

O faturamento bruto (prêmio emitido) totalizou R$ 709,8 milhões em novembro, um crescimento de 10,2% em relação ao mesmo mês de 2019, sendo R$ 399,3 milhões no Brasil e R$ 310,6 milhões no exterior. O faturamento de competência (prêmio ganho) foi de R$ 350,8 milhões.

O índice de sinistralidade (despesas de sinistros/faturamento de competência) ficou em 103,8% no mês de novembro. Excluindo os efeitos do impacto dos negócios descontinuados e dos efeitos one-offs do período, o índice seria de 89,5%.

O índice de gastos internos em novembro totalizou 7,3% e o índice de gastos externos (principalmente comissões) ficou em 33,8%. A contribuição marginal (resultado de “underwriting”) foi negativa em R$ 112,5 milhões.

Eletrobras faz acordo com IRB e seguradoras para encerrar ação judicial

O acordo prevê o pagamento de R$ 390 milhões, a ser pago à vista, após homologação judicial

O Conselho de Administração da Eletrobras informou que a subsidiária Eletronorte aprovou acordo judicial para encerramento da ação proposta pelo ressegurador IRB Brasil Re, SulAmérica e outras seguradoras. Em comunicado, a empresa afirma que o objetivo é o ressarcimento dos valores pagos à empresa ALBRAS, em decorrência de sinistro envolvendo interrupção de energia elétrica, cujo fornecimento era responsabilidade da Eletronorte. O acordo prevê o pagamento de R$ 390 milhões, a ser pago à vista, após homologação judicial.

Wiz e Caoa criam corretora de seguros

A Caoa é a distribuidora oficial das marcas de veículos Subaru, Hyundai e Chery no Brasil, além de ser o maior revendedor Ford da América Latina

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros informou em comunicado que fechou um acordo com os fundadores da Caoa para criar a “Caoa Seguros”, uma corretora de seguros que terá 50% de participação de cada empresa. Segundo a Wiz, a Caoa Seguros terá direito de comercializar com exclusividade, na rede de distribuição controlada pela Caoa, produtos e serviços de seguridade pelo prazo de 20 anos contados do fechamento da operação. 

“Vamos constituir a maior operação de seguros automotivos no País”, afirma Heverton Peixoto, presidente da Wiz. Segundo ele, a empresa tem a maior plataforma tecnológica nas áreas em que atua, desenvolvida por três empresas de tecnologia do grupo, informou em entrevista ao Estadão.

A Wiz vai assumir os custos e despesas necessárias à operação da nova empresa pelo prazo de 24 meses, segundo a própria empresa. O negócio está sujeito a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). 

A Caoa é a distribuidora oficial das marcas de veículos Subaru, Hyundai e Chery no Brasil, além de ser o maior revendedor Ford da América Latina. A companhia tem uma rede de 233 concessionárias de veículos, sendo 156 próprias. 

Para a Wiz, a operação também representa uma diversificação dos negócios. A empresa lembra que tem uma agenda de crescimento pautada na identificação de parceiros comerciais que possuam canais com alto potencial de rentabilização por meio da comercialização de produtos de seguridade.

Denise Bueno é finalista pela quarta vez do Prêmio de Jornalismo; veja a relação

Boa sorte a todos! Vencedores serão divulgados em breve, numa data ainda a ser definida pelos patrocinadores da premiação

A FENACOR divulgou a relação dos finalistas da 5a. edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, organizado pela Federação em parceira com a ENS e o apoio institucional da CNseg. É a quarta vez que Denise Bueno (eu) é finalista.

Venceu em primeiro lugar em 2018 com a matéria publicada pelo Valor Econômico Operação Lava Jato eleva eleva indenizações e em terceiro lugar em 2017, com e-book Conexão e Inovação em Seguros – O corretor brasileiro em sintonia com o novo perfil de consumo, produzido pelo blog Sonho Seguro em parceria com a seguradora Travelers. Na edição 2020, é finalista com a matéria “É hora de acelerar as mudanças” publicada pelo Valor 1000.

No total, foram selecionados 25 trabalhos jornalísticos, sendo cinco por cada categoria: “Mídia Impressa”, “Audiovisual” (incluindo Rádio e TV), “Webjornalismo”, “Imprensa Especializada do Mercado de Seguros” e “Formação e Qualificação Profissional”. Agora, a “Seleção de Julgamento” irá apontar os grandes vencedores da premiação. 

Foram 514 trabalhos inscritos de todas as regiões do Brasil nas cinco categorias. Dessa forma, o “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros” se consolida como a maior premiação voltada para a imprensa brasileira. 

A data da solenidade de premiação (provavelmente em evento virtual), será anunciada oportunamente. 

Veja a relação dos finalistas por categoria: 

MÍDIA IMPRESSA: Ana Paula Ragazzi (Valor Econômico); Denise Bueno (Valor Econômico – Valor 1000); Diego Garcia (Folha de São Paulo); Isadora Lima Carvalho (Revista Quatro Rodas); e Sérgio Tauhata Ynemine (Valor Econômico). 

AUDIOVISUAL: Danielle C. G. De Melo (TV Fortaleza – Jornal da Câmara); Danilo César dos Santos (TV Globo – NE); Guilherme Schiavinato de Souza (TV Globo / Bom Dia Brasil); Laura Zschaber (Jornal Minas); e Porllanne Silva dos Santos (TV Mar – TV Mar News). 

FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL: Barbara Bigarelli (Valor Econômico); Giselle Loureiro (Rede Amazônica – Afiliada TV Globo – “Bom dia, Amazônia”); Lorena Fraga Gomes (Correio Braziliense); Riva Blanche Kran (Rádio Brasil Central AM e RBC FM – “Programa Show da Tarde”); e Thais Ruco (Revista da Aconseg/SP). 

IMPRENSA ESPECIALIZADA: André Felipe de Lima (Revista Apólice); Carol Rodrigues (Revista Cobertura); Kelly Lubiato (Revista Apólice); Sérgio Vitor G.S. Feitosa (Seguro Nova Digital); e Solange S. Guimarães (Revista Apólice). 

WEBJORNALISMO: Hélio Marques (Site revista digital Seguro é Seguro); Leonardo Vieceli (GZH); Manuela Tecchio (CNN Brasil Business); Rafael Gregorio (Valor Investe – Valor Econômico); e Valéria Bretas (Estadão Investidor/Grupo Estado).

Boa sorte a todos!!!! E parabéns pela iniciativa!!!!

Elza Eraclide assume como líder de compliance da Assurant no Brasil

Assurant

A executiva se une ao time de especialistas da seguradora para somar seus conhecimentos em regulatório bancário, mercado de capitais e seguros

A Assurant, provedora global líder em soluções de estilo de vida e habitação que protege e conecta as principais compras dos consumidores, anuncia a chegada de Elza Eraclide como nova Gerente da área de Compliance no Brasil, reportando-se a Gerardo Vargas, diretor de Compliance para a América Latina e ao presidente da empresa no Brasil, Ricardo Fiuza. 

Com mais de 12 anos de experiência no setor jurídico e Compliance, a executiva se une ao time de especialistas da Assurant para somar seus conhecimentos em regulatório bancário, mercado de capitais, seguros e atuar em parceria com todas as divisões de negócios da seguradora. 

Elza chega à companhia para liderar a área de Compliance e tem como alguns de seus principais desafios direcionar e apoiar todas as áreas para garantir o cumprimento das políticas internas, leis e regulamentos, representar a empresa perante os órgãos reguladores e também será responsável por identificar os riscos de conformidade de cada linha de negócios e sua gestão, dar suporte para fortalecer a relação comercial para cumprir a estratégia e consolidar a função de compliance com o parceiro, fornecendo treinamento, consultoria, testes e monitoramento. 

Advogada formada pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, com pós-graduação em Legislação Societária e Regulamentação dos Mercados Financeiros pela Escola Superior de Direito – ESA. Com passagem por instituições como o Banco Confidence / Travellex, Banco BTG Pactual, UBS e Unibanco, atuou também junto a Metlife, liderando a estrutura de Ética e Compliance no Brasil. 

MAPFRE patrocina exposição inédita do fotógrafo Nicholas Nixon

Mostra acontece de 22 de janeiro a 18 de abril no Instituto Tomie Ohtake e tem entrada franca.

Como parte de suas ações de incentivo à cultura e à arte, a MAPFRE traz ao Brasil, pela primeira vez, um conjunto da produção do premiado fotógrafo Nicholas Nixon (1947, Detroit, Michigan, EUA). 

Viabilizada com acervo da Fundación MAPFRE e em colaboração com o Instituto Tomie Ohtake, a mostra tem curadoria de Carlos Gollonet, chefe de fotografia e obras da fundação espanhola. 

A exposição apresenta 181 imagens divididas em nove núcleos que indicam a notabilidade do artista em retratos e fotografia documental: As Irmãs Brown, Cidades, Varandas, Idosos, AIDS, Casais, Família / Casa, Retratos, Fotos Recentes. 

O premiado fotógrafo norte-americano explora o retrato desde a década de 70, centrando-se em temas como envelhecimento, família, afeto, cumplicidade e solidão. Embora mais conhecido pelo trabalho As irmãs Brown, em que registrou ano a ano um grupo de quatro mulheres, Nixon criou várias outras séries também reconhecidas por revelar justamente o que não se vê: a humanidade e a emoção contida em expressões de idosos residentes em asilos, pacientes soropositivos, casais, grupo de pessoas, além de vistas primorosas de cidades. 

“O patrocínio a essa belíssima exposição reitera o nosso compromisso social, uma vez que democratiza o acesso à cultura – tão importante para a formação e transformação da sociedade.”, destaca Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil. 

Atividades integradas 

A exposição será acompanhada de uma série de atividades educativas, como visitas mediadas, encontros exclusivos para professores, além de uma publicação sobre a obra de Nicholas Nixon e sua relação com temas sociais que podem ser abordados em sala de aula junto aos estudantes. A mostra contará também com recursos de acessibilidade, como videolibras e audiodescrição de algumas obras. 

Exposição: Nicholas Nixon – Coleções Fundación MAPFRE 

De 22 de janeiro a 18 de abril 

Terça a domingo, das 12h às 17h – entrada franca 

Conversas on-line sobre as exposições

Apresentação e diálogo sobre as mostras em cartaz no Instituto Tomie Ohtake. 

Indicadas para maiores de 15 anos em grupos de até 20 pessoas, com duração média de 1 hora. 

Horários: terças e quintas, 10h e às 14h, realizadas pela plataforma ZOOM. 

Informações e inscrições pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br 

Conversas presenciais nas exposições

Mediante agendamento, para grupos familiares com até 4 participantes. 

Duração média de 40 minutos. 

Horários: sextas e sábados, às 14h 

Informações e inscrições pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br 

Medidas de segurança / visitação: Obrigatório uso de máscara / Medição de temperatura / Tapetes sanitizantes / Álcool em gel disponível em diversos pontos / Distanciamento mínimo de 1,5m entre os visitantes / controle de público, de 2 a 10 pessoas, dependendo da sala / percurso único / guarda-volumes desativado. 

Instituto Tomie Ohtake 

Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros SP 

Metrô mais próximo – Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela