D&O avança 53%, para quase R$ 1 bilhão, em 2020

seguro d&o 2020

Em números absolutos, as que mais cresceram foram a Zurich e a Tokio. Somaram mais de R$60 milhões de prêmio emitido aos seus resultados

O seguro D&O avançou em 2020 e chegou a vender quase R$ 1 bilhão, alta de 53% em relação a 2019, analisa Thabata Najdek, advogada especializada no produto. Com exceção da seguradora do Banco Safra, todas as seguradoras cresceram em volume de prêmio em 2020. Desde as líderes de mercado até as “menores” no ramo, todas tiveram um considerável crescimento.

Em números absolutos, as que mais cresceram foram a Zurich e a Tokio. Somaram mais de R$60 milhões de prêmio emitido aos seus resultados. A Zurich atingiu R$187 milhões e a Tokio R$107 milhões. Ezze e Austral que iniciaram recentemente no D&O tiveram resultados excelentes. A Ezze saltou de R$8 mil em 2019 para R$5 milhões em 2020! E a Austral de R$211 mil para R$6 milhões. Outras seguradoras também se destacaram por dobrarem suas carteiras no D&O: Starr (triplicou 327%), Argo (147%), Swiss Re (146%), Porto Seguro (136%) e Allianz (127%).

Valor: FGV lança ‘think tank’ para desenvolver setor de seguros

Entre os primeiros patrocinadores, estão confirmados no comitê gestor BMG Seguros, Mattos Filho e Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). B3 e IRB, além de uma “big tech” global, estão em fase de finalização das análises para entrarem no conselho

Fonte: Valor Econômico

Questionamentos sobre como destravar o potencial de crescimento dos seguros no Brasil, estimular a inovação e melhorar o ambiente regulatório têm sido levantados há décadas sem, efetivamente, o setor obter respostas concretas.

Com a percepção de que é preciso realizar diagnósticos efetivos e embasados academicamente para conseguir resultados, um grupo de empresas se juntou à Fundação Getúlio Vargas (FGV) para criar o primeiro “think tank”, ou seja, um laboratório de estratégias e discussão de novas ideias, voltada ao mercado de seguros do país, informa matéria do Valor.

O novo centro de pesquisa, batizado de Instituto de Inovação e Seguros (IIS), vai fazer parte da FGV, sob coordenação do professor Gesner Oliveira, chefe do Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da fundação, e de Goret Paulo, diretora da Rede de Pesquisa e Conhecimento Aplicado da FGV. Entre os primeiros patrocinadores, estão confirmados no comitê gestor BMG Seguros, Mattos Filho e Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). B3 e IRB, além de uma “big tech” global, estão em fase de finalização das análises para entrarem no conselho.

O instituto será lançado oficialmente hoje após a assinatura do convênio entre os patrocinadores e a FGV. Segundo o CEO da BMG Seguros, Jorge Sant’Anna, um dos idealizadores do think tank, o IIS vai realizar pesquisas e análises, tanto locais quanto internacionais, que vão servir de base para iniciativas com objetivo de “aumentar a conscientização do público e promover a transformação da indústria de seguros no Brasil”. De acordo com o executivo “tentamos atrair empresas com diversidade e não ter concentração em nenhum segmento no comitê gestor”.

A primeira atuação do instituto será patrocinar o prêmio de monografia da Susep, diz Sant’Anna. Os estudos, explica o executivo, terão implicações práticas, como fomentar discussões para a evolução do ambiente regulatório.

O CEO da BMG Seguros explica que, além das pesquisas, o think tank também vai atuar junto a reguladores e ao Congresso para implementação de novas legislações que beneficiem o setor. “Não é papel da Superintendência de Seguros Privados (Susep) fazer o ‘advocacy’ de mudar a legislação no Congresso. Isso é papel do mercado. O instituto vai fazer essa interlocução com Congresso, reguladores e stakeholders para promover a inovação.”

Os desafios não são pequenos. A indústria de seguros no Brasil vive a expectativa de engrenar uma forte expansão em termos de disseminação dos produtos de proteção há, ao menos, uma década. No entanto, os dados mostram que essa ampliação parece ter estagnado diante de seguidas crises econômicas.

Segundo os dados da Susep, a taxa de prêmios (receitas) de seguros em relação ao PIB alcançou 3,5% em 2019 e, estima-se, que tenha subido para 3,7% no ano passado. Essa medida é conhecida por definir o índice de penetração de produtos do setor na economia.

Porém, a taxa é basicamente a mesma vista desde 2014, quando estava em 3,64%. O valor é baixo quando comparado com a média mundial, que exibe um índice de 6,1%, segundo dados da Confederação Pan-Americana de Produtores de Seguros (Coparose).

Para o sócio do escritório Mattos Filho, Cassio Amaral, “o mercado segurador e ressegurador no Brasil e na América Latina se ressente de um think tank que pense de forma relativamente imparcial, fora do mercado”. Conforme o advogado, “é preciso oxigenar e ventilar o mercado e trazer stakeholders que pensam diferente”.

“A gente está convidando Susep, Banco Central, CVM e BNDES para apoiarem as discussões”, conta Amaral. Sant’Anna, do BMG, acrescenta que o instituto vai promover seminários e palestras. A meta é realizar até quatro eventos em 2021. “A temática dos primeiros encontros tende a abordar temas como inovação, canais, open insurance e infraestrutura.”

Startup de saúde Alice capta US$ 33 milhões de investidores

Fonte: Reuters

A startup de saúde Alice levantou 33 milhões de dólares em uma nova rodada de investimento, disse a empresa em comunicado nesta quinta-feira.

A nova rodada é liderada pela ThornTree Capital Partners, empresa de capital de risco com sede em Boston, juntamente com atuais investidores da Alice, incluindo Kaszek Ventures, Canary e Maya Capital. A Endeavor Catalyst passou a fazer parte dos acionistas da empresa.

A startup usará os recursos para contratar mais funcionários, lançar novos produtos e fazer parcerias.

Fundada em 2020 por três ex-sócios do serviço de aplicativo de transporte, a Alice oferece seguro saúde diretamente para pessoas físicas, serviço que poucos fornecedores vendem no país porque os preços são regulados pela agência de saúde ANS.

A Alice planeja desafiar o status quo usando telemedicina e consultas presenciais. Pretende também ajudar clientes na prevenção de doenças por meio de uma equipe de especialistas em saúde que manterá contato com os pacientes.

A startup tem uma base de 1.100 clientes.

Simone Cesena assume diretoria de marketing da SulAmérica antes ocupada por Zeca Vieira

Zeca Vieira, que liderava a área na companhia, apoiará SulAmérica como consultor em projetos especiais

A SulAmérica apresenta ao mercado a nova diretora de marketing da companhia, Simone Cesena. A executiva chega para conectar toda a estratégia de comunicação do novo posicionamento Saúde integral, que coloca as saúdes física, emocional e financeira de mãos dadas para uma vida plena no presente e no futuro. Simone terá também a missão de fortalecer a comunicação digital, a performance e o CRM. 

Simone Cesena acumula mais de 17 anos de experiência na liderança de estratégias de marketing no Itaú e Cielo. Formada em Administração de Empresas com ênfase em Finanças, cursou MBA em Marketing na ESPM e extensões na Fundação Getúlio Vargas e na Hyper Island. 

Zeca Vieira, que liderava a área na companhia, apoiará SulAmérica como consultor em projetos especiais. Zeca, como é chamado por todos, se dedicou quase 22 anos ao grupo SulAmérica. “Me dediquei muito e recebi muito mais que eu poderia esperar. Recebi reconhecimento, a amizade de muitas pessoas e, principalmente, muito carinho”, comentou ele com alguns das centenas de amigos que fez com seu jeito carismático de ser.

“Quem diria que o garoto que ama animais e que começou como veterinário numa Companhia de Seguros chegaria onde eu cheguei? Ser Diretor de Marketing de uma das maiores Companhia de Seguros do país é e foi um enorme privilégio. Ter aprendido tanto, principalmente com quem eu devia ensinar. Ter o respeito de tantos profissionais muito mais capacitados do que eu, ter o reconhecimento do mercado, do Comitê Executivo e do nosso Conselho de Administração ao longo destes anos, não tem preço”.

MAG Seguros lança o Galo de Ouro 2021

A edição 2021 do Galo de Ouro foi lançada oficialmente nesta semana, durante um programa especial exibido pelo Youtube. Os corretores e funcionários de vendas participantes concorrem ao famoso troféu e a uma viagem com acompanhante para um dos destinos mais incríveis do planeta: a Tailândia. 

“Eu garanto aos que ainda não conquistaram o Galo de Ouro que vale a pena. Não só pela honra de figurar na galeria dos grandes campões, de conquistar o respeito e admiração de seus pares, como também pelo prêmio e pela participação na grande festa que se faz. E principalmente pela viagem, que será para um dos lugares mais incríveis do planeta. Só o sonho não leva à conquista. É necessário planejamento, renúncia e muito trabalho”, disse Osmar Navarini, diretor Comercial da MAG Seguros. 

Participam do Galo de Ouro os funcionários de vendas da MAG Seguros e os corretores parceiros da companhia. Para se cadastrar, basta solicitar pelo e-mail sejaparceiro@mag.com.br. O lançamento do Galo de Ouro 2021 pode ser conferido pelo link https://www.youtube.com/watch?v=zg1N0GWonqU&feature=youtu.be

MetLife e Itaú Corretora de Seguros expandem parceria

Clientes Itaú poderão contratar o produto na área logada do site, com apenas alguns cliques

Fonte: MetLife

A MetLife e o Itaú Unibanco anunciam um novo canal de distribuição digital, em que a contratação dos planos odontológicos passa também a acontecer pelo internet banking. Desta forma, clientes do Itaú poderão aderir a um novo plano diretamente em sua área logada do site do banco, com apenas alguns cliques. Atualmente, as soluções da MetLife estão disponíveis através do aplicativo do banco, no site da loja de seguros do Itaú e também nas agências através dos consultores de seguros. 

A venda dos produtos por meio destes canais tem como base a integração através das APIs (Application Programming Interface), que viabiliza a conexão on-line entre as companhias. “Em um momento de transformação e migração para o digital, os clientes Itaú têm acesso aos Planos Odontológicos MetLife em apenas 5 etapas, podendo contratar e serem atendidos por nossos dentistas em apenas de 5 minutos”, afirma Marcelo Tomei, diretor comercial da MetLife Brasil. 

As ofertas disponíveis possuem soluções desde planos básicos a opções com procedimentos mais complexos, com preços a partir de R$ 41,90. A jornada de contratação é simples: após se logar com sua agência, conta e senha, basta o cliente acessar o menu “Seguro”, que irá apresentar a opção de planos odontológicos. Ao clicar em “conhecer” e informar sua cidade e estado, ele terá acesso aos planos disponíveis de acordo com sua região. 

“Nossa parceria com a Itaú Corretora de Seguros tem como foco proporcionar as melhores soluções aos clientes, com um acesso simples e seguro no momento da contratação e principalmente no atendimento através dos nossos dentistas em todo o país. A MetLife tem investido e ampliado a digitalização em todos os seus processos e canais e, observamos com isso um crescimento de vendas de 922% até novembro de 2020, quando comparamos com o mesmo período de 2019. Termos o Plano Odontológico no internet banking irá fortalecer ainda mais a parceria com o Itaú e reforçar o nosso DNA digital”, afirma Tomei.

Para Luiz Fernando Butori, diretor de Seguros do Itaú Unibanco, “oferecer a contratação de produtos de maneira 100% digital é essencial neste momento, e temos tido bons resultados com as recentes implantações em nossa plataforma de seguros. Queremos facilitar o processo e atender às necessidades dos diferentes perfis de clientes de forma rápida e segura. Essa expansão da parceria com a MetLife é um grande exemplo da evolução contínua das nossas parcerias.” 

O sonho virou realidade em 2020: Previdência Aberta bate R$ 1 trilhão em reservas

Jorge nasser

“Foi um ano de grandes desafios, principalmente na gestão dos recursos e na oferta de novas opções de planos para esse novo momento de quedas das taxas de juros”, afirmou Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi

Há décadas os executivos de previdencia privada tem um sonho: que o brasileiro poupe para a aposentaria. Este sonho ainda demora um pouco mais, diante da crise econômica vivida no país, quer reduz a renda média do brasileiro. Mas outro sonho, o de atingir R$ 1 trilhão em reservas de participantes dos planos de previdência complementar aberta virou realidade em dezembro de 2020.

O resultado é 7% superior ao verificado em igual período do ano anterior, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Em dezembro, as contribuições para aos planos de previdência privada também tiveram resultado positivo e somaram R$ 17 bilhões, apontando crescimento de 23,5% frente ao mesmo mês do ano anterior. A captação líquida em dezembro chegou a R$ 9,4 bilhões, com saldo positivo 22,5% superior em relação a dezembro de 2019.

O resultado é visto como um atestado da resiliência do setor frente ao cenário adverso apresentado em 2020. “Foi um ano de grandes desafios, principalmente na gestão dos recursos e na oferta de novas opções de planos para esse novo momento de quedas das taxas de juros. Podemos dizer que o ano foi de adaptação e preparação para continuarmos avançando em novas soluções em Previdência”, afirmou Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi, ao blog Sonho Seguro nesta manhã.

Lucro da Zurich recua 8% em 2020, para US$ 3,8 bilhões

Em nota, o grupo relatou impacto relacionado ao COVID-19 de US$ 852 milhões, que inclui US$ 450 milhões em seus negócios de seguros de danos

A Zurich, quinta maior seguradora da Europa, divulgou lucro líquido de US$ 3,8 bilhões em 2020, queda de 8% comparado ao ano anterior, diante dos impactos da pandemia COVID-19 e maiores perdas por catástrofes. O lucro operacional de negócios recuou 20%, para US$ 4,2 bilhões em 2020. Em nota, o grupo relatou impacto relacionado ao COVID-19 de US$ 852 milhões, que inclui US$ 450 milhões em seus negócios de seguros de danos, ou Property and Casualty (P&C), no termo em inglês.

As perdas por catástrofes no ano foram US$ 588 milhões maiores do que em 2019. A seguradora observa que essas perdas foram de alguma forma compensadas por um desempenho melhor nos negócios de P&C. Dentro do P&C, os prêmios brutos subscritos aumentaram 4%, para US$ 35,5 bilhões.

Em 98,4%, o índice combinado de P&C deteriorou-se em 2 pontos percentuais, devido inteiramente ao impacto da pandemia e às perdas elevadas por catástrofes.

No segmento de Vida, o lucro operacional caiu 4%, para US$ 1,42 bilhão. No entanto, excluindo US$ 173 milhões de itens relacionados ao COVID-19, o lucro operacional foi 7% acima do total do ano anterior. As vendas recuaram 7%, para US $ 3,63 bilhões. A seguradora atribui a queda nas vendas às restrições impostas pelo governo relacionadas ao surto de COVID-19 e às reduções esperadas em vários mercados.

O valor do novo negócio (NBV) diminuiu 16% em uma base similar, impulsionado por menores volumes de novos negócios, mudanças de premissas econômicas desfavoráveis ​​devido a rendimentos mais baixos e também mudanças de premissas operacionais afetando principalmente a Austrália e Japão.

Mario Greco, CEO do Grupo, comentou: “Nossos resultados confirmam a força do nosso negócio, a agilidade do nosso pessoal e a pontualidade da nossa estratégia digital. Mantivemos nosso negócio em plena operação ao longo do ano e nossas ações reforçaram nosso forte senso de responsabilidade social. Ficamos mais perto de nossos clientes do que nunca, ajudando-os além de nossas obrigações contratuais, incluindo reembolsos e descontos, renúncia de exclusões para pandemias, ajuste de prêmios, suspensão de cancelamentos e trabalhando com eles para alterar planos de pagamento ou fornecer aos inquilinos alívio parcial do aluguel”.

Sindseg pr

Sindicato das Seguradoras produz vídeo de alerta sobre mercado paralelo

Vídeo do Sindseg PR/MS alerta consumidores sobre os riscos de contratar empresas que não são seguradoras legalmente constituídas.

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul (Sindseg PR/MS) lançou nesta quarta-feira (10) uma nova edição do Sindseg Connect (série de vídeos curos para redes sociais) explicando ao consumidor como contratar seguro e evitar o mercado paralalelo. O vídeo mostra que apenas seguradoras legalmente constituídas tem autorização para comercializar seguro e ensina como identificar. O objetivo é alertar a sociedade porque muitos consumidores estão contratando associações de proteção veicular ou cooperativa pensando que são seguradoras. Mas futuramente em caso de sinistro, não há garantias legais sobre o pagamento da indenização. São recorrentes no noticiário os casos de clientes destas associações e cooperativas que acabaram ficando no prejuízo.

Veja o vídeo no link:

Mario Rolim chega para liderar Seguros no Banco PAN

mario Rolim banco pan

“Nossa meta é ampliar nosso time e portfólio, sempre com preços acessíveis ao nosso público”, destaca o executivo

Com mais de 15 anos de experiência no mercado, Mario Rolim assume a área de Seguros do Banco PAN. O executivo, que já atuou em grandes seguradoras multinacionais, terá o papel de fortalecer a área e incrementar o portfólio de produtos e serviços para os clientes, que poderão inclusive ser oferecidos diretamente pelo app da conta digital do PAN, de maneira ágil e totalmente digital.

“É uma satisfação assumir o desafio de fortalecer o posicionamento do PAN como referência no mercado brasileiro de seguros ao lado de nossos parceiros. Em 2021, nossa missão será consolidar cada vez mais o Banco como principal facilitador da vida financeira de nossos clientes, transformando seus sonhos em conquistas e ao mesmo tempo protegendo-os com os seguros que comercializamos. Além disso, nossa meta é ampliar nosso time e portfólio, sempre com preços acessíveis ao nosso público”, destaca o executivo.