Porto Serviço e 180 Seguros firmam parceria para serviços emergenciais e de manutenção 

Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em serviços emergenciais e de manutenção para casa e carro, inicia uma nova parceria estratégica com a 180 Seguros, seguradora que atua por meio de parcerias e é reconhecida como líder na América Latina em inovação e aplicação de Inteligência Artificial (IA) no setor. 

A parceria visa expandir a oferta de serviços para os clientes da seguradora, proporcionando soluções rápidas e eficazes para diversas situações, como serviços para residências, empresas, além de assistência funeral individual e familiar, pet, entre outros.

“Essa parceria fortalece nosso compromisso de oferecer serviços de alta qualidade, buscando sempre atender as necessidades dos clientes com a máxima agilidade e confiança. Nosso objetivo comum é não só ampliar a atuação no mercado, mas também entregar soluções práticas e eficazes”, afirma Tomas Trabulsi, diretor de Negócios e Parcerias Estratégicas da Porto Serviço.

Para a escolha da Porto Serviço como parceira estratégica para oferecer serviços de assistência, a 180 Seguros considerou fatores como o alto índice de satisfação dos clientes da Porto Serviço, a capacidade de integração via API, a diversidade de serviços, e a possibilidade de desenhar novos pacotes de acordo com a demanda do mercado.

“A Porto Serviço é uma das maiores empresas de assistência do Brasil, com mais de 4,5 milhões de serviços prestados por ano em todo o País, e como sabemos que a assistência tem um papel central na jornada de seguros dos clientes, acreditamos que essa parceria vai trazer um nível de excelência ainda maior para os serviços inclusos nos nossos produtos de seguros, reforçando nossa proposta de valor focada no cliente”, diz Mauro Levi D’Ancona, cofundador e CEO da 180 Seguros.

A seguradora utiliza inteligência artificial para desenhar o produto ideal para cada perfil de cliente, combinando, de forma precisa, diferentes coberturas e serviços de assistência, que garantem com que cada oferta tenha alta aderência às necessidades do público. A parceria entre Porto Serviço e 180 Seguros torna essa proposta ainda mais robusta, unindo a qualidade reconhecida do atendimento a um portfólio amplo e diferenciado de soluções de assistência.

Os serviços de assistência contarão com atendimento humanizado e multicanal com a excelência já conhecida da Porto, inclusive via WhatsApp, com suporte rápido e eficiente. Os clientes assistidos também poderão contar com uma rede composta por mais de 13 mil prestadores de serviços e atendimento 24×7.

CNseg, ACP e Sincor-PA realizam pré-lançamento da Casa do Seguro

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Associação Comercial do Pará (ACP) e com o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Pará (SINCOR-PA), realizará no dia 3 de novembro, o pré-lançamento (Soft Opening) da Casa do Seguro na COP30, em Belém (PA). O evento contará com a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, além de representantes de empresas seguradoras que atuam no Pará e em todo o país, de corretores de seguros, representantes de diversos ramos comerciais, e da imprensa.

O encontro servirá para apresentar as instalações da Casa, bem como a programação de conteúdo que será realizada durante a COP30, destacando o papel do setor de seguros na transição climática.

Para o superintendente executivo da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Gustavo Brum, a Casa do Seguro é uma amostra da força que o setor tem para ser um agente importante para a mitigação de riscos climáticos.

“O projeto representa o ápice da estratégia do setor de seguros de se posicionar ativamente nas discussões globais sobre o clima. Ela funcionará como uma plataforma para demonstrar a capacidade da indústria em fomentar a inovação e atuar na mitigação dos riscos climáticos, sublinhando seu profundo engajamento com a sustentabilidade do planeta. A Casa do Seguro está destinada a estabelecer um precedente e um marco significativo para a participação do setor segurador durante a COP30, em Belém”, ressaltou.

A Casa do Seguro na COP30 conta com a participação de 10 “Empoderadores”, grupo formado por empresas do mercado segurador comprometidas com a agenda climática: Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine.

Casa do Seguro e Sustentabilidade

Reconhecida como a “Embaixada do Seguro” na COP30, a Casa foi idealizada como um hub estratégico de conteúdo, conexão empresarial e negócios, com o objetivo de promover o papel do setor de seguros na transição climática.

Instalada em um pavilhão de 1,6 mil m², a poucos metros de distância do hub principal da COP30, a “Casa do Seguro” oferecerá uma experiência imersiva, funcionando durante todo o período da Conferência (10 a 21 de novembro), para receber autoridades governamentais, lideranças empresariais, além de representantes de organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg.

A Casa do Seguro foi pensada a partir de sólidos requisitos de sustentabilidade, com metas para neutralização de emissões, “Resíduo Zero”, eficiência energética, além de boas práticas de estímulo à economia circular. Dentre suas características, é um empreendimento que detém os Selos de “Evento Neutro” e “Resíduo Zero”, com iniciativas de neutralização de todas as emissões de carbono geradas durante o evento, e da destinação correta de todos os resíduos com redução de impactos ambientais.

Conheça a Casa do Seguro

Serviço:

Evento: Soft Opening Casa do Seguro – Cnseg
Dia e hora: 
3/11/2025, às 18h
Local: 
Tv. Alferes Costa, 2828 — Belém-PA

Bradesco Seguros anuncia nova parceria com a Livelo e oferece comodidade no pagamento do Seguro Residencial 

Após o sucesso da parceria no Seguro Auto, Bradesco Seguros e Livelo ampliam a colaboração para o Seguro Residencial. Desde 13 de outubro, clientes do Bradesco Residencial Sob Medida poderão usar o saldo de pontos para pagar o valor total ou parcial de suas apólices. A novidade traz mais flexibilidade para o cliente e novas possibilidades para os corretores.


O Superintendente Sênior de Ramos Elementares da Bradesco Seguros, Eduardo Menezes, explica que, atualmente, o Residencial Sob Medida pode ser pago via cartões de crédito, boleto bancário e débito em conta. “A nova opção de pagamento traz conveniência ao segurado, que tem vantagens reais ao utilizar seus pontos Livelo acumulados, e garante mais uma ferramenta de negociação ao corretor, ampliando sua carteira de clientes”, reforça o executivo. 


“A parceria com a Livelo reforça nosso compromisso em oferecer soluções que combinam praticidade e valor para o cliente. Ao possibilitar o uso de pontos acumulados na contratação do seguro, ampliamos o acesso à proteção residencial e incentivamos a cultura do seguro no dia a dia das famílias brasileiras. Além disso, fortalecemos o papel do corretor, que passa a contar com mais um diferencial competitivo para atender seus clientes de forma personalizada”, destaca Menezes.

Seguros de Pessoas pagam R$ 11,4 bilhões em benefícios aos segurados

previdencia fenaprevi

Relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, com base nas informações da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, destaca que foram pagos R$ 11,4 bilhões em indenizações para as pessoas e famílias seguradas nos oito primeiros meses de 2025. Isso representa aumento de 6,6% quando comparado ao pagamento de sinistros no mesmo intervalo do ano passado.
 

O documento traz também uma análise detalhada por produto e aponta que 52% dos benefícios pagos foram em seguros de Vida (modalidades individual e coletiva), 23% no seguro Prestamista, 10% no seguro de Acidentes Pessoais e 15% nos demais produtos. Ao mesmo tempo, as indenizações no seguro Educacional foram as que apresentaram a maior variação no período, com alta de 26%, seguido pelo seguro Funeral (20,8%) e o Doenças Graves (14,7%).
 

Arrecadação cresce 8,1% no período

O relatório apresenta ainda os prêmios arrecadados, que somaram R$ 51,3 bilhões no intervalo de análise, um crescimento de 8,1% na comparação com os mesmos meses de 2024 nos seguros de pessoas.
 

Ao detalhar o resultado por produto, revela-se que 48% do total de prêmios foi no ramo de Vida (modalidades individual e coletiva), 28% no Prestamista, 12% em Acidentes Pessoais e 12% nos demais produtos. Ao comparar o comportamento em relação aos números registrados no mesmo período do ano anterior, as maiores altas ocorreram nos seguros Doenças Graves (18,8%), Vida Individual (13,8%) e Viagem (9,2%).

Prudential do Brasil lança seguro de transferência de risco para entidades fechadas de previdência

dennys rosini prudential seguro de vida quebra de ossos

A Prudential do Brasil passa a oferecer seguro de transferência de risco para Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), instituições responsáveis por administrar planos de benefícios de previdência privada para funcionários de empresas, órgãos públicos, sindicatos ou associações representativas. O produto é um seguro de vida em grupo que funciona como um instrumento de proteção para as EFPCs e garante o pagamento do benefício em caso de morte ou invalidez dos participantes dos planos de previdência. 

Por meio do seguro, a operadora transfere para a Prudential do Brasil todo ou parte do risco de pagar os benefícios futuros de seus participantes, fortalecendo a governança e o compromisso de honrar os planos oferecidos. Hoje, o Brasil conta com mais de mil planos de previdência que beneficiam 4 milhões de pessoas e movimentam mais de R$ 1,2 trilhão de ativos.

“O seguro de transferência de risco é uma solução estratégica para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar que buscam mais segurança e equilíbrio na gestão dos seus planos. Ao transferir os riscos para a seguradora, a entidade assegura previsibilidade financeira e sustentabilidade no longo prazo. Já para os participantes, o seguro significa mais proteção e estabilidade. Além disso, o produto conta com o principal diferencial da Prudential que é a excelência operacional e a agilidade no pagamento dos benefícios”, afirma o diretor de Produtos da Prudential do Brasil, Dennys Rosini.

O seguro transferência de risco cobre morte, invalidez permanente total por acidente, invalidez funcional permanente por doença e invalidez Total e Permanente por acidente ou doença (laborativa) dos participantes do plano oferecido pela EFPC. Caso ocorra um desses eventos, a seguradora indenizará a operadora, que pagará o(s) beneficiário(s) conforme definido no plano em forma de pagamento único ou através de renda, de acordo com o capital segurado contratado. 

Por que o Brasil precisa discutir modelos mais flexíveis de seguros e proteção?

*Por Jaime Neto, Diretor de Desenvolvimento de Produtos e Dados da MetLife Brasil

Segundo a última Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a inadimplência das famílias brasileiras atingiu patamar recorde de mais de 30%, e quase um em cada cinco consumidores tem mais da metade da renda mensal comprometida com dívidas. Diante desse cenário, torna-se cada vez mais pertinente e necessário que as seguradoras incluam em sua pauta o desenvolvimento de produtos e soluções que democratizam o acesso aos seguros para uso em vida.

Essa evolução já começa a se refletir no mercado. No primeiro semestre deste ano, o volume de prêmios arrecadados pelas seguradoras em seguros de pessoas somou R$ 37,8 bilhões, um crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados da FenaPrevi. Esses números reforçam o papel dos seguros como instrumentos de proteção financeira em momentos de imprevistos e mostram que há espaço — e demanda — para soluções mais acessíveis e conectadas às necessidades reais da população.

Ainda assim, 82% da população adulta não possui seguro de vida, de acordo em estudo da FenaPrevi com o DataFolha. Por isso, o mercado segurador tem discutido com os órgãos reguladores modelos mais flexíveis de seguro de vida, que possam democratizar o acesso e atender diferentes camadas da população, ao mesmo tempo em que cumpram seu papel de contribuir com a proteção das pessoas de forma responsável.

Ao redor do mundo, um produto tem sido peça chave nesse cenário: o Seguro Vida Universal, uma modalidade de seguro mais flexível e adaptável, com liberdade real para o cliente ajustar os parâmetros do seguro conforme a sua fase de vida. Enquanto no contrato de seguros tradicional, a apólice é cancelada por inadimplência, nesta modalidade, uma vantagem é a possibilidade de existir uma reserva para cobrir o valor da parcela. É exatamente esse desenho que ajuda a reduzir a inadimplência e a transformar o seguro em ferramenta de proteção no longo prazo.

E esta modalidade não é uma invenção recente. O Vida Universal surgiu no fim dos anos 1970, nos Estados Unidos, em resposta à rigidez dos modelos tradicionais e a necessidade de adaptar prêmios e coberturas a ciclos de renda e juros variáveis. Em pouco tempo, tornou-se uma categoria relevante, especialmente nos anos 1980, e segue sendo importante até hoje, inclusive em ofertas corporativas e de varejo de grandes seguradoras não só nos Estados Unidos, como em outros mercados de seguro bem consolidados, como México, países da Europa e da Ásia. 

No México, o mercado convive há anos com soluções de proteção flexíveis. No caso da MetLife, por exemplo, os seguros da modalidade Vida Universal atendem a mais da metade da carteira de clientes do seguro de vida individual. Hoje, a operação mexicana mantém linhas de seguros de vida com componente de flexibilidade, uma base robusta de clientes e serviços digitais, um verdadeiro ecossistema que mostra, na prática, que flexibilidade melhora adesão e persistência, além de democratizar o acesso às pessoas de diferentes classes sociais e perfis financeiros. 

Já no Brasil, o Vida Universal é debatido há algum tempo. Houve avanços regulatórios anteriores e, mais recentemente, a Susep recolocou o assunto em pauta: abriu consulta pública em dezembro de 2024 e avançou para uma segunda rodada, em 15 de agosto de 2025, com proposta de substituição da Resolução CNSP nº 344/2016. Isso sinaliza maturidade institucional e disposição para viabilização do produto. Ao que tudo indica, estamos, sim, mais perto de uma definição, o que tem entusiasmado o setor que, de forma contínua, procura formas de ampliar cada vez mais o acesso a soluções de proteção para um público mais amplo.

Diante de um cenário que traz incertezas econômicas e profissionais, este tipo de seguro pode ser uma alternativa de proteção mais conectada com os desafios da população, justamente por permitir que o segurado continue com uma apólice ativa mesmo em momentos de dificuldade financeira. Resumindo, é um produto de proteção a longo prazo, que acompanha o ciclo de vida das pessoas.

As experiências positivas de outros mercados demonstram que a modalidade já é consolidada internacionalmente. No Brasil, a chegada do Vida Universal representa uma evolução importante para o setor, ampliando as opções de proteção e acompanhando as transformações do perfil do consumidor. O desenvolvimento desse produto exigirá dedicação contínua das seguradoras em fornecer informações claras, apoiar os corretores parceiros e, principalmente, garantir uma comunicação transparente e acessível para o cliente. Com uma regulação adequada e o compromisso do mercado em entregar soluções relevantes, o Seguro de Vida Universal tem potencial para ampliar significativamente a proteção da população brasileira e fortalecer o papel social do seguro de vida no país.

Prepara-te para o que está por vir

por Álvaro Trilho, diretor de Riscos na WTW Brasil
 

Sun Tzu, o famoso general chinês a quem é atribuído o notório “A Arte da Guerra”, falava uma frase emblemática: na paz, prepara-te para a guerra; na guerra, prepara-te para a paz.


Dadas as devidas proporções e referências, essa frase também se aplica às mudanças climáticas e aos desastres naturais. 


Estamos caminhando para o fim do ano e, ao fazermos uma breve análise dos impactos climáticos em 2025, conseguimos identificar alguns padrões, que são importantes para o futuro.


O primeiro, é que os desastres naturais estão cada vez mais frequentes. Dados do Willis Natural Catastrophe Review, produzido pela WTW, mostram que a frequência e o intervalo entre os desastres naturais diminuíram consideravelmente.


O que antes acontecia, por exemplo, com um intervalo de seis meses, agora acontece bimestralmente. 


Para se ter uma ideia disso, de acordo com o relatório, entre janeiro e junho de 2025, o mundo foi atingido por oito grandes desastres naturais, incluindo os incêndios florestais nos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul, e fortes tempestades nos Estados Unidos, Europa e Austrália.


Felizmente, o Brasil, apesar de sentir os impactos das mudanças climáticas, como a recente seca no Rio Solimões, não enfrentou desastres naturais de grandes proporções e não entrou na lista. 


O segundo padrão é que os prejuízos estão cada vez maiores. Ainda de acordo com o relatório da WTW, desde 2020 as perdas seguradas por catástrofes naturais ultrapassam consistentemente US$ 100 bilhões (cerca de R$ 540 bilhões) por ano. 


Dados da resseguradora Swiss Re indicam que 2025 será parecido, podendo até mesmo superar a marca dos US$ 200 bilhões. Segundo um levantamento recente, os desastres naturais causaram US$ 135 bilhões (cerca de R$ 742,5 bilhões) em perdas econômicas no mundo durante o primeiro semestre do ano. 


O terceiro padrão é a vulnerabilidade, e é nesse ponto que o Brasil precisa se atentar com urgência. Dados do AdaptaBrasil, uma ferramenta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), mostraram que o país possui 2.600 cidades em risco alto ou muito alto para desastres naturais, como seca, inundações e deslizamentos de terra, ou possíveis impactos causados pela chuva ou seca na segurança alimentar. O levantamento não incluiu eventos extremos, como incêndios ou ondas de calor e frio.


Ou seja, temos quase 50% dos municípios brasileiros em risco, sem condições de enfrentar possíveis desastres naturais. Vale destacar que o recente episódio envolvendo o Rio Grande do Sul deixa claro que essa vulnerabilidade não é algo exclusivo de cidades pequenas e médias. 


A parte positiva dessa história é que temos plenas condições de antever possíveis mudanças climáticas, capazes de resultar em desastres naturais. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), por exemplo, já emitiu um aviso oficial indicando que teremos o fenômeno La Niña no Pacífico tropical nos próximos meses, podendo perdurar até o fim do primeiro trimestre de 2026.


Felizmente, a previsão é que o fenômeno seja de menor intensidade, se comparado com o que atingiu a região entre 2020 e 2023, que causou severas secas, mas já é um indício que o ano que vem pode ser intenso.


Por isso, parafraseando Sun Tzu, na “tranquilidade”, prepara-te para o que está por vir.

Porto aquece os motores para o Grande Prêmio São Paulo 2025

A Porto transformou as ruas de São Paulo em um autódromo, levando a experiência da etapa brasileira do Grande Prêmio para fora das pistas. No último final de semana, a cidade foi palco de uma ação que uniu mobilidade, inovação e paixão por carros, com um guincho transportando uma réplica real de um carro de corrida, proporcionando uma vivência única e emocionante para os paulistanos.

Nas ruas ou nas pistas, o cuidado é o ponto de partida!

Rota Turística – Sábado (25/10):

Das 9h às 17h, o guincho percorreu locais icônicos da cidade. O trajeto incluiu paradas no Teatro Porto, na Avenida 23 de Maio, no Parque Ibirapuera, na Rua Oscar Freire e na Avenida Paulista. Na Oscar Freire teve uma ambientação especial com bandeiras que remetem ao circuito de corrida.

Rota Expandida – Domingo (26/10):

No dia seguinte, das 10h às 17h, a ação se expandiu para um percurso mais amplo, abrangendo pontos estratégicos da cidade, como o Theatro Municipal, a Rua Estados Unidos, Marquês de São Vicente, Marginal Pinheiros e até o Autódromo de Interlagos, passando pelas principais ruas que levam ao circuito.

A réplica personalizada do carro de corrida foi transportada pelo guincho da Porto Serviço e acompanhada por uma equipe de prestadores, em uma homenagem ao automobilismo brasileiro. O Porto Bank, que é Founding Partner do Grande Prêmio de São Paulo pelo 4º ano consecutivo, buscou com a iniciativa conectar o universo da corrida à vivência urbana da cidade e fortalecer o cuidado investido na experiência das pessoas.

“Com a ação, reforçamos a presença da Porto na vida da cidade e o vínculo emocional com as pessoas, levando a vivência da principal categoria do automobilismo mundial para além das pistas e para o dia a dia da população”, pontua Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto. O nosso guincho foi especialmente preparado para percorrer pontos turísticos icônicos da cidade de São Paulo, acompanhando uma rota pensada para interagir com o público de uma forma emocionante”, conclui Haider.

Além desse momento nas ruas, conteúdos exclusivos, que foram captados em tempo real com drones e filmmakers, estão sendo compartilhados nas redes sociais da marca.

Ronaldo Gama, head da Favela Seguros, representa o Brasil em encontro internacional sobre seguros inclusivos

O head do Favela Seguros, iniciativa da Favela Holding em parceria com o Grupo MAG, Ronaldo Gama, representou o Brasil na Reunião de Seguros Inclusivos do ICCII 2025, realizada na última semana em Quito, no Equador. O evento reuniu representantes do setor de seguros de 47 países para debater caminhos para o avanço do microsseguro e a inclusão financeira em comunidades de baixa renda.
 

Durante o encontro, foram definidos cinco princípios orientadores para o desenvolvimento e implementação do microsseguro em escala global: acessibilidade, colaboração público-privada, tecnologia e inovação, sustentabilidade e gestão de riscos, e educação financeira. A proposta é que essas diretrizes sirvam de base para reduzir a lacuna de proteção que ainda afeta a maioria da população vulnerável no mundo.
 

“Mesmo diante de nossas carências, o Brasil ainda está à frente de muitos países em desenvolvimento em aspectos econômicos e educacionais. Isso, porém, não diminui a nossa responsabilidade de criar mecanismos ágeis para incluir a base da pirâmide, que representa mais de cem milhões de pessoas”, destacou o executivo.
 

A Fedeseg (Federação de Seguradoras do Equador) apresentou dados que ilustram o desafio. No país, a lacuna de proteção chega a 76%, e o microsseguro cobre apenas 2% da população, distribuída em dez produtos, segundo a Mapfre Economics (2024). O cenário, segundo Ronaldo Gama, é semelhante em grande parte da América Latina — o que reforça a necessidade de políticas voltadas à democratização do acesso ao seguro.


Para ele, o papel do Estado e das seguradoras precisa ser complementar: “Assim como em outros países, enfrentamos o desafio de montar uma estrutura de distribuição com alcance continental, sem inviabilizar os custos. O papel do governo é fundamental, pois a educação financeira só se sustenta com renda e educação básica”.


Com atuação pioneira, o Favela Seguros vem se consolidando como modelo de microsseguro comunitário, conectando proteção financeira, geração de renda e impacto social nas favelas brasileiras. O projeto, desenvolvido pela Favela Holding em parceria com o Grupo MAG e com apoio da CUFA, já transformou a vida de dezenas de representantes comunitários, levando educação financeira e oportunidades para dentro das comunidades.

Seguro educacional da Bradesco Vida e Previdência é premiada

A Bradesco Vida e Previdência foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, com o primeiro lugar do Prêmio Top Educação, promovido pela Revista Educação há 19 anos. O mérito chancela o compromisso da companhia em apoiar instituições de ensino e famílias em períodos de dificuldade financeira e imprevistos, proporcionando mais tranquilidade.  

“Ser reconhecido pela terceira vez seguida reforça o nosso propósito de apoiar a educação com soluções de proteção e planejamento financeiro. Nosso seguro educacional é uma ferramenta estratégica para que sonhos e planos não sejam interrompidos mesmo diante de dificuldades”, pontuou Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência

O seguro educacional pode ser oferecido por instituições de ensino de nível básico (fundamental e médio) e superior (graduação e pós-graduação). Já para adultos que financiam seus próprios estudos, o produto é uma segurança em situações de perda de renda por desemprego, para assalariados, e por incapacidade física, para autônomos.  

A cerimônia de premiação ocorreu em São Paulo, na última quarta-feira, dia 22 de outubro, e contou com a presença de Alessandro Malavazi e André Motta, gerente sênior da área de Produto da companhia. À ocasião, foram anunciados vencedores em 26 categorias como as marcas mais lembradas do setor educacional.