Acionistas reduzem de 9 para 7 conselheiros do IRB e ratificam nome de Antonio Cassio

IRB Brasil re

O IRB Brasil RE divulgou neste sábado comunicado dos acionistas Bradseg Participações S.A., Bradesco Seguros S.A. e Itaú Seguros S.A., a indicação de uma proposta alternativa para que o Conselho de Administração da Companhia seja composto, no próximo mandato, por sete membros titulares e um membro suplente do presidente do Conselho de Administração, e não mais por nove, como anteriormente informado. Segundo fontes que pediram anonimato, a mudança tem como base a economia de custos e a ratificação do nome de Antonio Cássio dos Santos como presidente do Conselho. Assim, a nova chapa sugerida pelos acionistas para o Conselho do IRB fica assim estabelecida:

Antônio Cássio dos Santos, na qualidade de membro titular e Presidente do Conselho de Administração, devendo ser eleito mediante voto da União Federal, detentora da golden share, nos termos do art. 8o, § 2°, inciso I, do Estatuto Social da Companhia;

Jorge Lauriano Nicolai Sant’Anna, na qualidade de membro suplente do Presidente do Conselho de Administração, devendo ser eleito mediante voto da União Federal, detentora da golden share, nos termos do art. 8o, § 2°, inciso I, do Estatuto Social da Companhia;

Regina Helena Jorge Nunes, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração;

Ivan Gonçalves Passos, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração;

Henrique José Fernandes Luz, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração;

Marcos Pessoa de Queiroz Falcão, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração;

Ellen Gracie Northfleet, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração; e

Hugo Daniel Castillo Irigoyen, na qualidade de membro titular e independente do Conselho de Administração.

Sompo Seguros contrata executivos

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba e contratar Felipe Ribeiro como superintendente de produto Automóvel e Marcel Takara como gerente de produto Auto Frota. Com ampla experiência no mercado seguros, os executivos passam a integrar a equipe da Sompo Seguros com o desafio de incrementar as estratégias de desenvolvimento e gestão dos produtos Sompo Auto e Sompo Auto Frota.

Felipe Ribeiro, superintendente de Produto Automóvel da Sompo Seguros, é graduado em Administração pela PUC-SP, pós-graduado em Planejamento Estratégico pela ESPM e com MBA em Gestão Estratégica Empresarial pela FGV-SP. Conta com mais de 14 anos de atuação no mercado de seguros, com experiência em seguradoras nacionais e estrangeiras, nas quais ocupou posições como superintendente de produtos Auto Frota e Massificado, gerente de produtos Seguros Bancários: Prestamista, Habitacional e Cartões; bem como gerente de Planejamento Estratégico.

Marcel Takara (foto), gerente de Produto Auto Frota da Sompo Seguros, conta com mais de 25 anos de experiência no mercado segurador. Atuou em companhias multinacionais na gestão e governança das áreas de Produto, Precificação, Subscrição e Serviços Terceirizados do ramo de Automóvel. Após 15 anos de atuação no mercado, retorna ao grupo segurador em que iniciou sua carreira profissional. É formado em Administração de Empresas (UNIP) com MBA Executivos em Seguros (IBMEC).

Fundos de previdência captam R$ 7,9 bilhões no primeiro trimestre de 2021

O mês de março foi marcado por incertezas em função dos efeitos na economia do avanço da Covid-19. Ainda assim, a indústria de fundos encerrou com aporte líquido de R$ 35,4 bilhões no período. No primeiro trimestre de 2021, o segmento acumulou R$ 83,8 bilhões em entrada líquida, o que corresponde a um aumento de 120% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Anbima.

Fundos de previdência registraram aporte líquido de R$ 7,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano. No mes de março, a captação ficou negativa em R$ 1,3 bilhão.

A classe com a maior captação líquida no mês foi FIDC (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios), no tipo Agro, Indústria e Comércio: R$ 12,6 bilhões. No acumulado deste ano, o FIDC Agro, Indústria e Comércio apresentou entrada líquida de recursos na ordem de R$ 17,5 bilhões. Esse resultado é decorrente de R$ 10,8 bilhões em aporte líquido em março do fundo mais representativo dentro desse tipo, chegando a R$ 17,7 bilhões somente em 2021 – no mesmo período do ano anterior, esse fundo havia resgatado R$ 6,3 bilhões líquidos.

Em seguida, a classe renda fixa exibiu aporte líquido de R$ 12,1 bilhões em março, totalizando R$ 61,4 bilhões no ano. Dentro da classe, o tipo duração baixo soberano captou R$ 22 bilhões líquidos no mês. Em ambos os períodos, os saldos foram influenciados por movimentos concentrados, sobretudo, em fundos com baixa duração.

Na classe das ações, houve saldo líquido positivo de R$ 6 bilhões nesse mês, registrando saída líquida no ano de R$ 11,2 bilhões. Este último saldo é justificado por dois eventos atípicos, em especial a amortização (R$ 43,9 bilhões) de um fundo de pensão (efeito de redução) e a alteração da classe de um fundo FIP para ações (efeito de aumento) com PL próximo de R$ 20 bilhões – isso significa que, no ano, aproximadamente R$ 13 bilhões líquidos foram de movimentos pulverizados. Entre os tipos da classe, o ações livre recebeu aporte líquido no valor de R$ 3,6 bilhões no mês.

A classe multimercados encerrou março com entrada líquida de R$ 5 bilhões, alcançando R$ 24,6 bilhões no ano, resultado abaixo apenas do segmento de renda fixa. A classe teve 4 de 11 tipos com captação líquida positiva no mês, tendo multimercados livre e investimento no exterior os maiores resultados líquidos, R$ 3,8 bilhões e R$ 3 bilhões, nesta ordem.

Com relação às rentabilidades, analisando os tipos com o maior PL de cada classe, o duração baixa soberano (PL de R$ 548,8 bilhões) da classe renda fixa performou 0,15% e 0,34%, mês e ano, respectivamente. Na classe das ações, a maioria dos tipos ficaram com suas rentabilidades positivas em março (11 de 12); o ações livre (PL de R$ 278 bilhões) rentabilizou 2,60% no período e desvalorizou 0,23% no ano. Na classe multimercados, o investimento no exterior (PL de R$ 588,3 bilhões) avançou 0,97% em março e acumula variação de 2,71% em 2021.

Setor de seguros vende R$ 46,4 bilhões em dois meses de 2021, alta de 4%

 

O mercado de seguros supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) arrecadou R$ 46,47 bilhões nos dois primeiros meses de 2021, quase R$ 1,8 bilhão (4%) a mais do que os R$ 44,69 bilhões arrecadados no mesmo período de 2020, segundo dados da Síntese Mensal divulgada pelo órgão regulador.

Os seguros de danos apresentaram crescimento nominal de 11,6% no acumulado de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020. O segmento auto apresentou crescimento de 1% no período, enquanto os demais ramos de seguros de danos apresentaram crescimento de 20,6%.  

A participação do segmento de auto nos seguros de danos foi de 41,8% no acumulado de 2021, enquanto no mesmo período de 2020 a participação do segmento era de 46,1%. Esse movimento é motivado principalmente pelo crescimento significativo de outros ramos de seguro, como os seguros de responsabilidade civil, riscos nomeados e operacionais, rural, compreensivos e transportes, que juntos apresentaram uma participação de 30,5% em 2021, contra 26,6% em 2020.  

Nos seguros de pessoas, o seguro de vida segue como destaque, com crescimento de 11,4% no acumulado de 2021 em relação ao acumulado de 2020. O seguro prestamista também teve bom desempenho, com alta de 5,0% na mesma comparação. As contribuições do VGBL atingiram o patamar de R$ 20,06 bilhões nos dois primeiros meses de 2021, o que representa uma alta de 0,8% em relação ao mesmo período de 2020. O PGBL apresentou queda de 9,2% nas contribuições e os resgates caíram 19,9% no período.  O seguro de doenças graves, classificado no segmento de seguros de pessoas, e que provê uma indenização ao segurado caso este seja diagnosticado com uma das doenças especificadas na apólice, acumulou prêmios em 2021 no valor de R$ 193,6 milhões, o que representa um crescimento de 19% em relação a 2020.  

Confira a Síntese Mensal de fevereiro aqui.

Zurich anuncia mudanças nas diretorias comerciais da Regional Sul e da Regional São Paulo Interior

Uma das maiores seguradoras do mundo e presente no Brasil há mais de 80 anos, a Zurich promove mudanças no comando de duas de suas diretorias comerciais regionais a partir de 12 de abril. A Diretoria Regional Sul passa a ser liderada por Luciano Silveira e a Diretoria Regional São Paulo Interior ficará sob a responsabilidade de João Amato.

Luciano Silveira é graduado em direito pela Universidade Luterana do Brasil, do Rio Grande do Sul, e possui um MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral, de São Paulo. Com carreira executiva de 30 anos no mercado segurador, consolidada em gestão comercial e de negócios nos segmentos de seguros gerais, saúde, vida, capitalização e previdência privada, o executivo trabalha na Zurich desde março de 2011, onde já liderou duas diretorias comerciais, a própria Regional Sul, de março de 2011 a agosto de 2016, e a Regional São Paulo Interior desde então. Antes disso, teve passagem pela SulAmérica Seguros.

Graduado em marketing pela Universidade Paulista (UNIP) e com MBA em Gestão de Negócios de Seguros e Previdência pela Fundação Instituto de Administração (FIA), João Amato (foto) possui ainda Certificação Técnica de Seguros Pessoais concedia pela CVG/FECAP. Além disso, participou do Programa de Desenvolvimento de Executivos da Fundação Dom Cabral e do Programa de Formação LOMA (PFLP) Financial Services Education. Com experiência profissional de mais de 25 anos no mercado segurador, trabalha na Zurich desde 2012, onde entrou como superintendente de massificados, passando depois a superintendente comercial de parcerias e, nos últimos quase cinco anos, atuou liderando a diretoria comercial do segmento de Associações. Antes, teve passagens pela Tokio Marine, Unibanco AIG Seguros e Previdência e Mapfre Seguros.

Ainda como parte das mudanças, Luiz Gasperi assume interinamente, também a partir de 12 de abril, a diretoria comercial do segmento de Associações. Gasperi, que trabalha na Zurich desde janeiro de 2017 e é Gerente Executivo de Relacionamento com Corretores, dará continuidade ao plano estratégico de negócios da companhia e à construção de novas parcerias da empresa no mercado segurador brasileiro.

O Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides, comenta as mudanças promovidas. “Seguimos firmes com a nossa proposição de valor para atender de maneira orientada, personalizada, inovadora, transparente, ágil e eficaz. Por isso, tenho certeza de que continuaremos fazendo a diferença no mercado, uma vez que todo o time busca pela excelência de forma recorrente e segue com a missão de fortalecer o corretor, nosso parceiro estratégico. Estamos felizes pelo Luciano Silveira e João Amato, bem como agradecemos Waldecyr Schilling, que durante sua permanência na Diretoria Regional Sul da companhia, sempre contribuiu de forma valiosa, com postura de liderança atuante e colaborativa. Sucesso a todos!”.

AMMS lança a sua nova marca: SOU SEGURA

A AMMS lançou a sua nova marca trazendo um inovador movimento para o qual a entidade espera o apoio e engajamento imediato de suas associadas e de todas as mulheres do mercado de seguros. Fruto de um estudo, realizado em parceria com a agência Bethe B, “Sou Segura” é o ponto de partida para uma nova era na trajetória dessas profissionais, como destacou a presidente da Associação, Simone Vizani. “Estamos chegando a outro patamar, em busca da transformação e do empoderamento das mulheres, em uma trajetória de ressignificância”, destacou.

“Estamos construindo o futuro. Não nos arrependemos do que passou, pois as experiências nos ensinaram a chegar aqui. Buscamos a diversidade, que gera inovação e um ambiente corporativo mais saudável, o qual trará mais resultados”, salientou a diretora Executiva da associação, Solange Guimarães. “A AMMS evolui para novo estágio, sendo mais que uma sigla, uma causa”.

A vice-presidente, Camila Davoglio, destacou o momento de amadurecimento da entidade e a jornada resultante de uma “emersão profunda”, em um longo caminho. “Foram vários encontros, por mais de um ano. Realizamos estudos, reflexões e releituras. Observamos o mercado e as necessidades das mulheres do setor. Mapeamos o nosso DNA para fortalecer a voz do nosso gênero. O desafio cresceu  a cada etapa, pois percebemos que era preciso mudar a identidade. O resultado, esperamos, será um grande engajamento pela equidade de gênero, que é a causa maior da nossa marca”, frisou.

A diretora Executiva da agência Bethe B, Izabel Barbosa, classificou o trabalho nesse projeto como “uma alegria enorme”, até pelos resultados que são aguardados após mais de um ano da jornada de muitas etapas. “Mergulhamos no DNA da AMMS para entender o papel da entidade. Uma causa sem apoio não tem força. Então, para subsidiar nossas decisões, foi preciso entende antes da trajetória dos movimentos feministas no mercado, assim como o processo de equidade de gênero nas grandes corporações. Ficou claro que esses movimentos estão cada vez mais estruturados, não há mais espaço para amadorismo”, asseverou.

Ela acrescentou que, nesse processo, foram estabelecidos seis passos:  criar plataformas, na quarta onda de feminismo na era digital; o netweaving, conectando iniciativas que aceleram a troca de experiências e de boas práticas; o benchmark, copiando as práticas que estão dando certo; a trilha de conhecimento, para capacitar as mulheres (incluindo o programa de mentoria); a agenda positiva para equidade de gênero, com metas e objetivos claro; e o networking, com a promoção de eventos variados, criando novas oportunidades de trocas de experiências.

No final do evento, foram apresentados os depoimentos de diretoras e conselheiras da AMMS, que enfatizaram a relevância do projeto: Margo Black (primeira presidente da AMMS), Márcia Ribeiro, Mariana Valdiero, Liliana Caldeira, Margareth Carvalho, Ana Carolina Mello, Guadalupe Nascimento,  Paula Lopes, Patricia Marzullo, Carolina Vieira, Daniela Tseimatzidis, Priscila Costa Russo, Carolina Fortunato e Simone Ramos.

O evento foi transmitido pelo canal da AMMS no Youtube e está disponível neste endereço eletrônico:https://www.youtube.com/watch?v=uhn1Iri5g0Q

Caixa repetirá no IPO da Seguridade modelo usado com Banco Pan

IPO Caixa Seguridade

Fonte: Reuters

A Caixa Econômica Federal venderá uma fatia menor do que a pretendida originalmente na oferta inicial de ações (IPO) da Caixa Seguridade, repetindo o modelo usado com o Banco Pan de alienar participação em etapas e abrir caminho para desmobilizar outros ativos, disse à Reuters uma fonte familiarizada com os planos do banco estatal.

“O modelo de venda de participação em tranches deve ser repetido na Seguridade”, disse a fonte sob condição de anonimato, porque não pode falar do assunto publicamente. O banco controlado pelo governo federal publicou na terça-feira o cronograma do IPO da Caixa Seguridade, operação que deve movimentar cerca de 5 bilhões de reais, levando em conta o ponto médio da faixa estimada pelos coordenadores.

Isso representa menos do metade do que o banco pretendia quando pediu registro para a oferta no ano passado, de 10 a 15 bilhões de reais. Segundo a fonte, por ser altamente rentável – em 2020 a companhia teve rentabilidade sobre o patrimônio de 35% – a ação deve ter um grande apelo entre investidores de varejo que buscam papéis de empresas boas pagadoras de dividendos.

O plano da Caixa é vender cerca de 40% do IPO para esse público. “Se a experiência com essa oferta for boa, o apetite pelas demais tende a crescer”, disse a fonte, referindo-se a potenciais vendas subsequentes de participações da Caixa no negócio, assim como os IPOs de outras subsidiárias do banco, incluindo a de cartões, a de gestão de recursos de terceiros e a da bandeira Elo.

Também na véspera, a Caixa Econômica anunciou a venda de sua participação no Banco Pan ao sócio BTG Pactual (BPAC11), por 3,7 bilhões de reais, na quarta e última venda de fatia no negócio no qual entrou há uma década. Após anos acumulando prejuízos, o Pan teve uma virada.

Em 2020, teve lucro de 655,6 milhões de reais, 27% a mais do que um ano antes. Somando as vendas de participação no Pan em etapas, a Caixa calcula ter tido no final um lucro de 2 bilhões de reais, dinheiro que será usado para repagar empréstimos tomados com o governo federal com instrumentos híbridos de capital (IHCD).

O plano da Caixa Econômica em 2020 já era desmobilizar a participação do banco gradualmente, para evitar que a venda de lotes muito grandes acabasse derrubando o preço das ações. A expectativa na época era uma venda inicial de cerca de 25% do capital. Na oferta redimensionada, prevista para ser precificada em 27 de abril, essa fatia cai para 15% do capital, disse a fonte.

A listagem da unidade de seguros é um plano antigo do banco federal, que tentou o IPO pela primeira vez em 2015. Com a volatilidade permanente da bolsa brasileira e as renegociações de termos de acordo com o CNP Assurances, essa meta foi adiada sucessivas vezes.

Agora, mesmo com a instabilidade do mercado acionário doméstico que já levou 21 empresas a desistirem de estrear na Bovespa apenas em 2021, a Caixa insistiu em levar sua oferta adiante, como um abre alas para as demais vendas de ativos.

A próxima da fila tende a ser a bandeira de cartões Elo, negócio que a Caixa tem sociedade com Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4). Nesta semana, os sócios definiram passos preliminares em preparação para o IPO da unidade, incluindo a atualização das fatias de cada um na Elo, com base no volume de cartões emitidos por cada um nos últimos anos. Essa revisão fez a participação da Caixa na Elo subir de 36% para 41%, tornando-se o maior acionista da empresa.

“A Elo deve ser listada na Nasdaq no começo do segundo semestre”, disse a fonte, acrescentando que naquele mercado estão listadas outras empresas do setor de pagamentos e a companhia tem condições de ser melhor avaliada pelos investidores. Nos Estados Unidos, estão listadas as empresas de meios de pagamentos Stone e PagSeguro.

Os IPOs das demais unidades da Caixa, incluindo a do banco digital Caixa Tem, também prevista para ocorrer na bolsa norte-americana, ainda dependem de aprovações prévias do Banco Central.

Consultada, a Caixa Econômica afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que não vai comentar sobre o IPO da Caixa Seguridade por causa do período de silêncio e nem sobre a Elo, porque ainda não há nada decidido sobre eventual listagem.

Leilões do governo movimentam vendas de seguro garantia

pedro mattosinho fator seguradora

O segmento de seguro garantia está movimentado com o inicio da sequência de leilões iniciada pelo governo federal na quarta-feira, 7. O objetivo é conseguir uma arrecadação de R$ 10 bilhões com a venda de 28 ativos públicos entre aeroportos, portos e ferrovia. Segundo o Ministério da Infraestrutura, 200 mil empregos diretos e indiretos podem ser gerados com as concessões. Já em abril, mais precisamente no dia 29, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realiza o leilão da BR-153/080/414/GO/TO. A perspectiva, segundo o Estado, é de mais R$ 8 bilhões de receita e cerca de 140 mil postos de trabalho.

Ontem, o governo federal arrecadou R$ 3,3 bilhões na primeira série de leilões de concessões que o Ministério da Infraestrutura batizou de InfraWeek. Foram leiloados três blocos com 22 aeroportos, todos eles com disputa entre interessados. A Companhia de Participações em Concessões do grupo CCR arrematou dois dos três lotes, os da região Sul e Central, com ofertas agressivas. Ofereceu ágios de 1.534,36% e 9.156%, respeticamente. A francesa Vinci ficou com aeroportos da região Norte. 

A Fator Seguradora, especializada em seguro garantia, confirmou que emitiu algumas apólices para estes leilões realizados ontem. Pedro Mattosinho, diretor de garantia da Fator, contou que todos os seguros foram emitidos ainda nos termos da antiga Lei de Licitações. A nova lei, sancionada na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), traz diversas mudanças para seguro garantia em licitações públicas. 

Segundo o executivo, é grande a expectativa do setor com o incremento dos negócios em seguro garantia. “Este tipo de leilão movimenta toda uma cadeia de contratação de apólices. Não apenas de contratos de garanta “bid” ou “performance”, mas também para todos os fornecedores e construtoras sub-contratadas envolvidas nas obras”, explica ele ao blog Sonho Seguro.

Apesar da nova lei ter sido sancionada pelo Presidente da República no início de abril, ainda haverá um período de convivência com a legislação anterior de até 2 anos. “Durante este período, caberá ao ente público escolher qual o melhor modelo para adotar quando da confecção do edital. Para próximos leilões, que ainda estão na fase de estudos, provavelmente já poderemos ter editais contemplando a nova legislação. Nós da Fator temos trabalhado arduamente para estar preparados para este novo cenário”, comenta.

Um seguro garantia na modalidade “Bid Bond” é usado na fase de habilitação para participar do processo licitatório. Uma garantia da proposta, de até 30% do preço do projeto, fornece segurança à Administração Pública de que a empresa licitante cumprirá o acordo. Se a empresa contratada nao honrar o contrato, o valor do seguro cobre a diferença de preço entre o primeiro e o segundo licitante.

Já o “Performance Bond” garante que a seguradora será responsável por contratar terceiros para dar continuidade ao projeto ou efetuar o pagamento de indenização ao segurado, até o valor limite da garantia, caso o vencedor fique impossibilitado de cumprir o contrato. Para a empresa contratada, a garantia de execução é considerada crédito. Ao contrário de outros seguros, a seguradora não está antecipando uma perda e pode, inclusive, acioná-la para recuperar suas perdas.

MAG Seguros lança assistências para pets, residências, saúde e automóveis

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com mais de 186 anos de atuação ininterrupta no Brasil, está sempre em busca de oferecer soluções cada vez mais alinhadas às necessidades de seus clientes. Por isso, a companhia traz ao mercado novas assistências: Proteção Pet, Residencial, Auto e Saúde. Os serviços já estão disponíveis para contratação juntamente com os seguros da linha ‘Vida Toda’. 

Em Proteção Pet, os usuários terão à disposição transporte emergencial do animal doméstico; aplicação de vacinas em domicílio; agendamento de consultas; funeral ou cremação pet (até R﹩ 800); serviço de hospedagem; reembolso para cirurgias e internação (até R$ 1.000); entre outros. Já para Residencial, estão disponíveis utilidades como chaveiro, eletricista, encanador e vidraceiro (emergencial ou não); conserto de eletrodomésticos (linha branca); limpeza de ar-condicionado; instalação de fitas antiderrapantes e barras de segurança; fixação de acessórios (varal, olho mágico, suporte TV, quadros, etc.); e desinsetização, desratização e descupinização (interna ou externa). 

Na linha de Auto, serão oferecidos serviços como reboque e socorro mecânico; chaveiro; taxi; despachante em caso de roubo ou perda de documentos; dentre outros. Por último, em Saúde, as pessoas poderão usufruir de orientação médica por voz e vídeo; orientação psicológica; apoio nutricional; desconto em medicamentos; e 2ª Opinião médica em caso de doenças graves. 

A MAG Seguros conta com um dos mais completos e flexíveis portfólios de seguro de vida individual e coletivo do mercado brasileiro. “Nossos produtos possuem o objetivo de atender às necessidades dos nossos usuários frente aos quatro riscos sociais aos quais todos estão expostos: morte, invalidez, bem-estar e sobrevivência. Temos uma larga experiência em desenvolver soluções modernas e aderentes aos diferentes perfis e conforme com o contexto socioeconômico do país”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos da MAG Seguros. 

SulAmérica faz ação para apoiar familiares de internados e vítimas da COVID-19

A SulAmérica anunciou hoje, no Dia Mundial da Saúde, uma ação social focada em apoiar familiares de internados e vítimas da Covid-19 e profissionais da linha de frente do combate à pandemia. Este movimento é uma ação social emergencial para apoiar quem mais precisa. “Não é hora de fazer publicidade, mas sim de ajudar a melhorar a vida das pessoas de alguma forma”, afirma Simone Cesena, diretora de marketing da companhia. 

A partir do próximo dia 12 serão oferecidos atendimentos psicológicos, gratuitamente, por meio de uma parceria criada especialmente para esta ação social com o Psicologia Viva. A expectativa é atender 35 mil pessoas que não tenham acesso a este tipo de serviço e precisam de apoio emocional durante este momento tão difícil pelo qual o país (e o mundo) está passando. 

“Os problemas com a saúde emocional têm aumentado exponencialmente por causa da pandemia. Temos visto o quanto as pessoas precisam de auxílio e, por isso, estamos lançando esta ação social com nosso parceiro Psicologia Viva. Estar bem emocionalmente é fundamental para manter a saúde física e financeira em equilíbrio, pois está tudo conectado”, afirma Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica.

“Sem dúvida, a saúde emocional continua sendo muito afetada na pandemia. Entre nossos beneficiários, saltamos de 500 atendimentos de setembro a dezembro de 2019 para 50 mil no mesmo período em 2020. No ano de 2020, foram quase 90 mil atendimentos, dos quais 53% eram casos de ansiedade, seguido por depressão (15,5%) e estresse (8%)”, afirma Raquel Imbassahy, superintendente de Serviços Médicos da SulAmérica. “Somos uma empresa que olha a saúde das pessoas de forma integral, por isso não podemos deixar de pensar na população em geral fazendo esse gesto de apoio nesse momento de emergência social.”

Todos os atendimentos serão realizados de forma virtual para todo país, com agendamento prévio, por psicólogos do Psicologia Viva, que estarão disponíveis até o dia 11 de maio. Cada pessoa poderá participar de até três sessões, que serão sugeridas pelos profissionais. Ao entrar no sistema para agendar sua sessão, o participante preencherá um cadastro simples e poderá escolher o profissional que fará seu atendimento, a partir de um descritivo de cada psicólogo.