Venda de barcos cresce na pandemia e impulsiona setor de seguros, afirma CEO da ESSOR Seguros

Enquanto muitos adaptam a casa para home office, outros preferem trabalhar no mar e compram barcos. Assim como a venda de seguro residencial, o de embarcações também cresceu durante a pandemia, ao contrário de segmentos como automóveis ou riscos empresariais. A ESSOR Seguros, especializada neste seleto nicho de barcos e motos aquáticas, dobrou suas vendas de seguros em 2020 e cresce a dois dígitos no primeiro trimestre de 2021. “Muitas pessoas deixaram de viajar para o exterior neste período pelas restrições de mobilidade e decidiram comprar barco, que passou a ser uma ilha segura nestes tempos de pandemia”, comenta Fabio Pinho, CEO da seguradora.  

A venda de barcos novos e usados está aquecida no Brasil e no exterior e é um comportamento que traz reflexos para toda a cadeia náutica, inclusive seguros. Além de visível o aumento de embarcações de passeio na costa brasileira, alguns números evidenciam o crescimento. Segundo a organização do evento virtual Bombarco Show, que acontece entre 16 e 19 de abril, são esperados mais de 60 mil acessos, o dobro de público em relação à edição anterior. Dados do setor marítimo informam que o Brasil tem cerca e 900 mil barcos de lazer navegando e cresceu 20% no ano passado, de acordo com a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Implementos. 

Além do lazer seguro em tempos de isolamento social com a pandemia, as restrições de viagens internacionais e a diferença cambial foram alguns dos fatores que impulsionaram o mercado náutico como forma de lazer seguro com a família, argumenta o corretor Fábio Fiori Avellar, proprietário da corretora Brancante Corretora de Seguros, uma das poucas especializadas em embarcações e que está há mais de 25 anos neste mercado. “Muitos clientes comentam que passaram uma vida inteira se programando para comprar um barco quando se aposentassem e com a pandemia decidiram antecipar o sonho”.

Segundo Pedro Simões, especialista da ESSOR em embarcações, o mercado náutico oscila muito com a entrada e saída de seguradoras. “Este é um mercado específico e é preciso ter muita experiência para fazer uma subscrição de risco adequada. É preciso ser especialista e ter programas de gerenciamento e mitigação para oferecer aos clientes a assessoria e a tranquilidade que eles buscam ao comprar um seguro”, acrescenta. 

Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as vendas de seguros para embarcações, incluindo o risco de responsabilidade civil, ultrapassou R$ 346 milhões em 2020, 62% acima dos R$ 215 milhões de 2019. “Nestes números estão incluídos outros ramos, como barcos de pescas, por exemplo, o que distorce a estatística de barcos de passeio. O que sabemos, com base nos dados nossos e dos concorrentes, é que seguro para barco de passeio registrou crescimento de 20% em 2020”, informou. São cerca de 10 companhias que atuam no segmento náutico como um todo. 

A ESSOR atua no segmento de embarcação de recreio há 4 anos e vem se especializando ano a ano. Segundo os executivos, as coberturas são praticamente padronizadas entre as seguradoras do setor. “O que diferencia a ESSOR é a subscrição detalhada para não ter problemas na hora da indenização. Algumas seguradoras limitam dar cobertura pela idade da embarcação. Nós não. Avaliamos caso a caso. E nos diferenciamos ainda pela agilidade no atendimento ao cliente, que tem uma resposta em até 48 horas para cotações, por termos investido em um sistema operacional digitalizado”, afirma Simões. 

Avellar acrescenta que poucos clientes sabem o valor do barco, que oscila com a oferta e demanda e com o câmbio. “Não é como seguro automóvel, que tem uma tabela Fipe para guiar os preços. Em embarcações de recreio o preço tem de ser balizado por um especialista, pois oscila com a conservação, variação cambial e modificações feitas pelos proprietários”, explica. 

O histórico do proprietário é tão importante quanto o da embarcação na hora de calcular o preço do seguro. Segundo ele, a média de uso de um barco de passeio gira entre 50 a 70 horas por ano. No entanto, com a pandemia muitos barcos passaram a ser compartilhados, o que elevou substancialmente o número de horas navegadas e o risco de acidentes. “Além do maior período de uso, há outros condutores da embarcação e isto tem de estar bem claro no contrato. Seguradora que não conhece o segmento, nem percebe essas mudanças e acaba assustada com o volume de acidentes e pedidos de indenizações e deixa o setor”, ressalta Simões. 

Apesar de todos os riscos de sair de barco por aí, não são todos que têm seguro. Em média, o custo para manter um barco oscila entre 10% a 20% do preço de aquisição, considerando-se marina, manutenção, combustível e seguro. Segundo os especialistas, o preço do seguro gira em torno de 0,5% e 2% do valor do barco. “É o menor custo considerando todos os custos de manutenção da embarcação”, acrescenta Avellar.  

Apesar do custo e da recessão econômica brasileira, Pinho avisa: “Há fila de espera nos estaleiros para pessoas que querem aproveitar a temporada de verão 2021/2022. E nós estamos atentos a este movimento, com produtos que visam proteger o proprietário não só de riscos para a sua embarcação como também de danos que acidentalmente possa causar a terceiros”, finaliza o CEO da ESSOR, que estima manter o ritmo de crescimento em dois dígitos em 2021, aproveitando o bom momento do setor e por ter investido em especialistas neste segmento.

Instituto e Fenaprevi se unem em prol da Longevidade Financeira

Assunto: Evento Magnext 185 anos da Mongeral Aegon no Riocentro - Henrique Noya - diretor executivo do instituto Data: 09/01/2020 Local: Rio de Janeiro, RJ Autor: Chico Ferreira

O Instituto de Longevidade MAG e a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) estão juntos para a realização da live “Os desafios de viver mais e a Longevidade Financeira”. O evento será transmitido ao vivo no dia 14 de abril, às 17h, pelo canal do Instituto no Youtube. 

O objetivo da parceria é falar sobre a importância da educação financeira e disseminar a cultura previdenciária e securitária para o grande público. Neste sentido, o evento contará com a presença do diretor-executivo do Instituto de Longevidade MAG, Henrique Noya, apresentando o conceito de Longevidade Financeira, com ênfase em cultura previdenciária (poupar certo) e securitária (proteger o capital). 

Para o diretor-executivo, todos têm a ganhar com a parceria. “Estamos unindo a expertise da federação que reúne as empresas de seguros e previdência à expertise de um grupo com mais de 185 anos de história no segmento, mais o seu instituto com todo um conhecimento adquirido sobre longevidade financeira. Temos certeza de que esta será apenas a primeira de muitas ações que faremos conjuntamente”, afirmou Noya. 

CNseg promove webinars para refletir relação com consumidor

cnseg webinar

Fonte: CNseg

A CNseg promoverá, na última semana do mês, três dias dedicados a debates sobre tópicos relevantes ou transformadores no relacionamento do setor com os segurados, com a apresentação de um webinar diário (26, 27 e 28 de abril, sempre às 11 horas) durante a Semana do Consumidor. No encontro virtual, estarão reunidos especialistas em Relação de Consumo, executivos do setor e representantes de órgãos de defesa do consumidor e de supervisão de Seguros, Previdência Privada e Vida, Capitalização e Saúde Suplementar. 

Além do Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, e da Diretora Executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, que também serão mediadores dos painéis,  já confirmaram participação no evento a Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Paiva Vieira; o Presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rogério Scarabel Barbosa; a Secretária da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Juliana Oliveira Domingues; o Presidente da Associação Brasileira de Procons (Procons Brasil), Filipe Vieira e especialistas em Relações de Consumo como Ricardo Morishita, entre outros. 

“Os eventos estavam previstos para a última semana de março, mas foram adiados em razão dos feriados decretados no Rio de Janeiro e em São Paulo para conter a nova onda da Covid-19”, explica Solange Beatriz.

Na pauta, a experiência do consumidor e sua interação com a empresa, na visão dos reguladores e do mercado privado; a importância do diálogo institucional, com destaque para a interlocução entre as ouvidorias do setor de seguros e os Procons ; e o comportamento, as decisões do consumidor de seguros do futuro e as tendências regulatórias.

A inscrição poderá ser feita por aqui.

Liberty Seguros doará R$ 1 milhão em projeto para combate à fome e pandemia no Brasil

liberty seguros

ATUALIZADA DIA 13, às 18:04, para esclarecer melhor os dados sobre as doações

Cinco anos crescendo acima do mercado, dinheiro em caixa e o desejo sincero de ajudar o Brasil a superar seus problemas sociais agravados pela pandemia e tensão política, o que dificulta a volta do país ao crescimento. “Queremos ser parte da solução do problema”, afirma a nova CEO da Liberty Seguros, Patricia Chacon, ao anunciar a doação de R$ 1 milhão para ajudar no combate à fome no Brasil e também a contenção da pandemia da Covid-19.

Para o combate à fome, serão doados R$ 500 mil à campanha BRASIL SEM FOME da ONG Ação da Cidadania. Além disso, a Liberty criou um crowdfunding que ficará disponível para todos que quiserem doar até dia 21 de maio. Para o #unidospelavacina serão doados outros R$ 500 mil, sendo convertidos em insumos para viabilizar a vacinação no país. Trata-se de um movimento empresarial Unidos pela Vacina, criado por Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, que quer facilitar a distribuição do imunizante contra a Covid-19 para todos os brasileiros até setembro. 

Os anúncios foram feitos em coletiva virtual de imprensa, que marcou a saída de Carlos Magnarelli, que conduziu o grupo desde janeiro de 2015, tornando-o um dos mais inovadores no mercado segurador. “Estou há 20 anos no Brasil e na Liberty, onde entrei como diretor financeiro. Pessoalmente, tem sido muito difícil deixar o Brasil e seguir para a nova missão de ser o presidente para o mercado Andes, que abrange Colômbia, Chile e Equador. Claro que é um desafio brilhante profissionalmente e a experiencia que acumulei no Brasil será extremamente útil. Tinha como desafio o crescimento da Liberty de forma rentável e isso não teria acontecido sem o engajamento dos brasileiros que abraçaram nossa estratégia e fizeram acontecer. E a Patrícia foi uma dessas pessoas. Nos últimos 5 anos ela esteve ao meu lado e conhece muito bem a seguradora e sabe muito bem para onde ir para entregar aos clientes, corretores e funcionários uma empresa diferenciada”, disse Magnarelli com grande emoção.

Os resultados obtidos pelo grupo nos últimos cinco anos foram destacados. E mereciam ser. O desempenho da companhia é sólido e consistente por uma razão clara: a aposta em pessoas. Todas as estratégias apresentadas neste período sempre tiveram como base o bem estar dos funcionários. Engajados com a estratégia, corretores recebem produtos e serviços diferenciados para oferecer aos clientes, que compram por considerar a oferta adequada ao bolso e ao que procuram. A lógica é simples, mas implementá-la num país que enfrenta um quadro recessivo desde 2014 requer clareza, coragem e muitos recursos investidos em pesquisas e em tecnologia.

O faturamento da Liberty saltou de R$ 2,7 bilhões em 2016 para R$ 4,3 bilhões em 2020. O lucro líquido acompanhou. Saiu de R$ 95 milhões para R$ 249 milhões. Conseguiu diversificar a atuação. Seguiu sendo especialista em seguro de carro, sendo hoje a quarta maior do pais, mas cresce 17,4% em outros segmentos como vida e seguros empresariais para pequenas e médias empresas. Inovou ao lançar o seguro com uso de telemetria em automóvel. Criou o Conselho dos Corretores para dar voz ao seu principal parceiro de negócio e aprimorar serviços e produtos. Aproveitou as oportunidades de ampliar os canais de vendas e fechou uma parceria com o banco Inter, que informou ter 367 mil clientes de seguros no balanço do primeiro trimestre de 2021, com crescimento anual de 350%.

A prova do contentamento dos acionistas americanos vem em diversas mensagens. “Geramos R$ 800 milhões de capital, dos quais R$ 600 milhões estão no Brasil para novos investimentos. Financeiramente temos oportunidade para crescer, pois o acionista aposta no longo prazo. Há um potencial imenso para crescer aqui”, afirma Magnarelli. Outra sinalização veio em 2019, quando o Brasil foi escolhido para sediar o terceiro laboratório de inovação do grupo, focado em soluções de seguros de auto, residência e seguros para pequenas empresas. O Solaris começou na sede em Boston (EUA), em 2015, matriz do grupo. Dois anos depois seguiu para a Ásia (Cingapura). Somos a segunda maior operação da Liberty Mutual fora dos EUA e temos muito ainda para crescer diante da baixa penetração de seguros no país. Por isso, a estratégia tem sido reter o lucro aqui para investir cada vez mais para levarmos soluções que desenvolvam os corretores de seguros, nossos principais parceiros, e que protejam a sociedade de riscos imprevistos”, comenta Magnarelli.

Patricia, que já vinha tocando estratégia e inovação, segue em ritmo acelerado. Já é possível pagar o seguro pelo PIX e somente o que usar no seguro de auto. Ela anunciou o lançamento do Auto Controle, seguro que cobra de acordo com a quilometragem rodada ou pelo estilo de direção do motorista. A novidade aqui já é usual nos Estados Unidos, conhecida por “Pay as you drive” e “Pay as you use”. Em ambas, o cliente paga uma taxa mensalmente e centavos pelo quilometro rodado, podendo ser até 50% mais econômico que o seguro comum para pessoas que circulam até 500 quilômetros no mês.

Uma das preocupações dos corretores de seguros está em perder a renda com comissões, calculadas sobre o valor pago pelo cliente. Patricia afirma que este é um seguro que precisa estar na prateleira, pois ele atrai clientes que nunca compraram seguro. “Cerca 67% da receita do Aliro, seguro de carro mais enxuto que lançamos e faz muito sucesso, vem de pessoas que nunca tinha comprado um seguro. Acreditamos que assim também será com o Auto Controle. Trará para seguros pessoas que estão fora do perfil do seguro tradicional”.

Outra novidade destacada por Patricia foi o “Meu Momento de Vida”, lançado em outubro, em meio ao aumento da procura de seguros de vida por conta da pandemia. A plataforma é 100% digital e foi criada dentro do Conselho de Corretores. “O resultado tem sido surpreendente, pois é um sistema amigável, que tem como objetivo facilitar o processo de venda do seguro de vida, de forma didática, ágil e personalizada. Trouxemos práticas de personalização já utilizadas em Cingapura com o objetivo de reinventar o mercado nacional. Nos dois primeiros meses a plataforma recebeu 300 mil acessos, um número bastante relevante para nós. Além disso, o segmento de seguros de vida cresceu 30% em 2020 na Liberty”, afirmou.

Apesar de toda a caótica situação em que o Brasil se encontra, liderando o número diário de mortes por Covid-19 e despencando entre as maiores economias do mundo — em 2006 estava entre as 10 e em 2021 deve ficar na 13a posição –, a aposta de um dos maiores grupos seguradores dos EUA segue firme. “Queremos ser parte da solução. Nosso projeto social é relevante e estamos sempre atentos para poder contribuir mais para fomentar um futuro de valor para a sociedade, reforçar as causas que a seguradora já trabalha:  empoderar e capacitar cada vez mais pessoas. Acabamos de anunciar 11 projetos sociais que receberam apoio e patrocínio da companhia e serão ativados ao longo de 2021 e fazem parte do plano de sustentabilidade “Liberty Mais Sustentável 2023”.

Certamente todos sentirão não ter Magnarelli no dia a dia do mercado brasileiro. Também é certo que todos estão contentes com Patricia no comando da Liberty, a única mulher no comando do seleto grupo de 15 maiores seguradoras do país. Segundo Patricia, a meta é a equidade. Ela citou a Pesquisa da Escola Nacional de Seguros, que mostra que 54,8% do quadro total de funcionários das 23 maiores seguradoras do mercado são mulheres, sendo apenas 25% em cargos de liderança. “A Liberty está acima do mercado: 58% do quadro de funcionários é formado por mulheres e elas são 38% das líderes. Estamos no rumo da nossa meta, que é a equidade”, finaliza.

Bradesco Vida e Previdência lança fundos de previdência ESG

Bradesco Seguros ESG

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência lançou dois fundos de previdência privada formados por empresas com alto grau de comprometimento ambiental, responsabilidade social e governança corporativa, seguindo os princípios ESG – sigla em inglês para Environmental, Social and Governance. O ‘Bradesco Princípios ESG Global Fixed Income Crédito Privado PGBL/VGBL’ concentra investimentos em renda fixa, enquanto o ‘Bradesco Princípios ESG Equities Global PGBL/VGBL’ está voltado para a renda variável. Ambos contemplam alocação em ativos locais e internacionais.

Os novos fundos são administrados pela BRAM (Bradesco Asset Management), segunda maior gestora de fundos da categoria ANBIMA de Ações de Sustentabilidade/Governança. Signatária há 10 anos dos princípios para o Investimento Responsável da ONU (Organização das Nações Unidas), a BRAM é a única asset da América Latina a integrar a Força Tarefa sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima e participar do ICP – Investidores pelo Clima.

Estevão Scripilliti, superintendente executivo do Departamento Financeiro e de Investimentos da Bradesco Seguros, afirma que os incentivos às boas práticas ESG têm aumentado, refletindo os anseios dos investidores.

“Pesquisas mostram que clientes valorizam cada vez mais os produtos com práticas responsáveis, estando dispostos, inclusive, a pagar até 10% mais caro por um produto feito sob práticas ambientais e sociais sustentáveis. Ao incorporarem métricas ESG em suas decisões, deslocam-se volumosos recursos para ações e dívidas de empresas com boas práticas. A Bradesco Vida e Previdência, em conjunto com a BRAM, reforça seu compromisso com o meio ambiente e as questões sociais e de transparência corporativa com reconhecimento mundial”, destaca.

Os investimentos no exterior contam com exposição cambial e empregam a estratégia best-in-class, que seleciona os gestores com o mais elevado nível, como BlackRock, PIMCO, Morgan Stanley e Nordea. Quanto aos ativos locais, a análise integra as questões ESG nas decisões de investimento em todas as estratégias dos fundos e classes de ativos.

O valor inicial para aplicação é de R$ 50, e os fundos chegam a ter 40% de exposição no mercado internacional em ações de empresas com boas práticas ambientais, de inclusão social e de governança corporativa. Os produtos são pensados especialmente para os investidores qualificados – aqueles que possuem condições adequadas para avaliar o risco de aplicações financeiras e que dispõem de, pelo menos, R$ 1 milhão em investimentos no mercado financeiro.

A taxa de administração máxima do ‘Bradesco Princípios ESG Global Fixed Income Crédito Privado PGBL/VGBL’ é de 0,8% ao ano, e a do ‘Bradesco Princípios ESG Equities Global PGBL/VGBL’, de 1,8% ao ano.

Descolamento da recuperação deste ano leva relatório Focus a piorar projeções, diminuindo PIB e aumentando inflação

Pedro Simoes CNseg

As tensões políticas se refletem no boletim Focus, que consolida as projeções de indicadores econômicos por cerca de 100 analistas do mercado financeiro, publicado às segundas. “As incertezas da pandemia, do fiscal e da política se retroalimentam. Às disputas em relação ao Orçamento de 2021, protagonizada por diferentes alas do Congresso e do próprio Governo Federal, somou-se na semana passada a determinação do Ministro do STF, Luís Roberto Barroso, para que o Senado abra uma CPI para investigar a atuação do governo durante a pandemia. Nesse cenário, as projeções mostram sinais adicionais de deterioração e preocupam”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

A possibilidade cada vez maior de que haja um descolamento entre o desempenho da economia brasileira e a mundial, particularmente a americana,  mantém o câmbio pressionado, o que impacta a inflação e compromete a taxa de crescimento do PIB, cuja projeção para este ano caiu de 3,17% para 3,08%. A projeção mediana para a taxa Selic ao final deste ano, por outro lado, ano subiu de 5,00% para 5,25%, enquanto a projeção para o IPCA passou de 4,81% para 4,85%. “O Banco Central tem deixado claro, especialmente desde sua última decisão, que a política monetária agora é mais livre e pode mudar de acordo com as circunstâncias, e passará a ser mais reativo em relação aos dados que forem sendo divulgados, o que faz sentido em um momento de grande incerteza. Atualmente, o mercado interpreta isso como expectativa de Selic mais alta”, conclui Simões, no Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Sincor-SP e SindsegSP lançam campanha Cesta Solidária

Fonte: Sincor

Segundo pesquisa realizada pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 19 milhões de brasileiros passaram fome no ano passado, em mais um efeito devastador da pandemia. Pensando nisso, o Sincor-SP e o Sindseg SP se uniram para lançar a Campanha Cesta Solidária, que vai doar cestas básicas em todo o Estado de São Paulo.

A iniciativa faz parte do programa “Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social” e ficará no ar até o dia 30 de abril. Os corretores, e quem desejar, poderão contribuir com valor a partir de R$ 60, correspondente a uma cesta básica. A cada cesta doada, o Sincor-SP e o Sindseg SP farão a doação de outra, dobrando o número de arrecadação.

doação é feita pela internet. Para participar, basta preencher os dados no sistema e baixar o boleto de contribuição. “Os corretores de seguros são reconhecidos como os profissionais responsáveis em garantir a proteção das pessoas. Nos momentos mais difíceis, estamos lá, auxiliando para que os imprevistos da vida não desestruturem as famílias. Por isso, nesta campanha reforçamos essa missão, levando alimento para quem está precisando”, comenta o 2º secretário e diretor responsável pela campanha, Álvaro Fonseca.

“O Sincor-SP sempre realizou campanhas solidárias, com o objetivo de reafirmar o papel do corretor de seguros como agente do bem-estar social. E, nesta pandemia, onde muitas pessoas estão precisando de ajuda, não poderia ser diferente”, declara o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

AXA lança Corretor Pro, trilha de vídeos exclusiva para parceiros

dani AXA

Fonte: AXA

A AXA no Brasil acaba de lançar sua trilha de capacitação e conhecimento, chamada Corretor Pro. Exclusiva para corretores parceiros da companhia, a iniciativa é parte dos benefícios oferecidos pelo AXA Experience Club, o programa de relacionamento da seguradora. Os vídeos trazem conteúdos de produtos, detalhes de coberturas, além de argumentos de venda e dicas para apoiar o corretor em seus negócios.

“A proposta é que nosso parceiro esteja muito bem preparado para trabalhar com uma maior diversidade de opções e produtos, e possa ampliar também a base de clientes, além de fidelizar aqueles que já são parte da sua carteira. É um benefício muito relevante da nossa proposta de valor e complementa nossa oferta de vantagens para quem é parte do AXA Experience Club. Assim, garantimos nosso compromisso de estar lado a lado com o corretor durante toda a sua jornada com a gente” afirma Danielle Titton Fagaraz,  Gerente de Marketing Estratégico e Planejamento Comercial P&C.


O primeiro grupo de videoaulas já está no ar, e os conteúdos serão atualizados frequentemente para sempre trazer novidades e informações sobre as soluções e diferenciais da companhia, nas mais diversas linhas. Para acompanhar a trilha de vídeos, é preciso acessar o Portal do Corretor e fazer login, pelo link https://corretor.axa.com.br/portal-corretor/

Austral anuncia Leonardo Lomba como CTIO

A Austral Holding traz Leonardo Lomba para o recém-criado cargo de Chief Technology Information Officer (CTIO) da organização. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação (TI), trabalhou em empresas como Rede D’Or São Luiz, onde teve seu último cargo como head de Estratégia e Governança Digital; KPMG e Accenture.

“Minha experiência por empresas de atividade diversas, como saúde, financeira, telecomunicações e indústria automobilística, me dá uma visão muito clara de como a TI pode impactar de forma positiva os negócios. Agora, em seguros e resseguros, meu desafio é justamente dar continuidade e ampliar as áreas de infraestrutura e sistemas da Austral Holding, de forma a manter seu DNA que traz uma assinatura de soluções customizadas e uso intensivo de tecnologia nos atendimentos das necessidades de seus clientes”, diz ele.

Por sua experiência em multinacionais, na Austral Holding, pretende liderar um processo de transformação e otimização de processos. “Outra marca da companhia é seu time de alto conhecimento técnico. Unindo tecnologia e conhecimento, temos os elementos certos para continuar sendo reconhecidos como uma empresa de referência para o mercado em toda a América Latina”, finaliza.

Revista Apólice: “Mercado de seguros pode ser alavanca para crescimento da economia”

webinar FGV Seguros

Fonte: Revista Apólice

Visando debater as inovações do mercado de seguros brasileiro e a importância da capacitação dos corretores, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) realizou na manhã da última sexta-feira, 09 de abril, o webinar “Seguros: uma reflexão contemporânea”. O evento contou com a participação de representantes da Susep (Superintendência de Seguros Privados), sendo eles Solange Vieira, superintendente da entidade; e os diretores Rafael Scherre e Igor Lourenço.

Além dos gestores da Susep, participaram do evento o presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal; os professores e Ministros do STJ, Marco Aurélio Bellizze e Antonio Saldanha Palheiro; o diretor da Central de Qualidade para Pesquisa Aplicada da Fundação, Ricardo Simonsen; a Coordenadora Executiva da FGV Conhecimento, Maria Alicia Lima Peralta; e o professor e Desembargador do TJRJ, Ricardo Couto de Castro.

De acordo com Bellizze, os avanços tecnológicos vêm transformando o setor e no Brasil há grandes oportunidades para o mercado crescer, pois muitas empresas estão investindo no setor público e privado. “O mercado de seguros pode ser a alavanca do crescimento da economia, mas para isso precisamos entender quais são as nossas carências e aprimorá-las para que haja uma expansão do segmento. Há falta de conhecimento da sociedade sobre a importância do seguro, alta regulamentação, burocracia no processo de distribuição e uma série de outros pontos que ainda precisamos evoluir”.

Comentando as mudanças regulatórias, Solange falou sobre as iniciativas adotadas pela Susep para proporcionar mais transparência e inovação no setor. Recentemente a autarquia publicou a Resolução CNSP 407/2021, que dispõe sobre princípios e características para a elaboração e comercialização de contratos de seguros para cobertura de grandes riscos. Com isso, a entidade espera aumentar o número de produtos oferecidos, a cobertura do seguro no país, e, consequentemente, reduzir o preço final do produto para o consumidor.

Até fevereiro deste ano, foram revogadas 92 resoluções, 5 instruções normativas, 15 deliberações e 162 circulares. Os números representam redução de cerca de 37% do estoque regulatório, que era de aproximadamente 730 atos normativos em janeiro de 2020. “Estamos fazendo um grande trabalho de desregulamentação e flexibilização das normas para que o setor possa evoluir, pois entendemos que na dinâmica atual do mundo os processos são muito mais rápidos do que antes e é preciso ter flexibilidade e agilidade”, afirma a superintendente.

Abordando as questões controversas do mercado de seguros e a normatização, Palheiro afirmou que o acompanhamento da legislação deve ser uma preocupação constante do setor e que algumas variáveis podem impactar o segmento. “A interpretação das cláusulas de contratos de seguros deve considerar os princípios previstos em legislação esparsa, como o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil, a Constituição Federal etc. Além disso, a evolução tecnológica, legislativa e situacional no setor revela potencial de oportunidade de incremento dos negócios e legitimação da atividade perante os usuários”.  O Ministro do STJ ainda disse que o atingimento desses objetivos depende dos profissionais encarregados de levar essas mudanças ao cliente: o corretor de seguros.

Maria Alicia ressaltou a importância da categoria durante o debate, pois além das mudanças regulatórias a forma de consumir mudou durante a pandemia, fazendo que surjam dúvidas por parte dos clientes. “É fundamental a comunicação entre os corretores e o consumidor nesse esclarecimento, por isso é necessário que estes profissionais busquem qualificação constante e que sejam apoiados pelas seguradoras neste momento de adaptação”.