CNseg lamenta falecimento de Sérgio Ribeiro

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg lamenta o falecimento do economista Sérgio Augusto Ribeiro, ocorrido em 23 de abril. Ele foi presidente da Fenaseg entre 1986 e 1989, diretor do Banco Central e vice-presidente da SulAmérica. Sérgio Ribeiro era uma das vozes mais respeitadas e vibrantes do mercado segurador, deixando entre seus legados a criação do Comitê de Divulgação do Seguro (Codiseg), do qual também foi seu primeiro Presidente.

O Codiseg era um órgão que tinha o objetivo de tornar o seguro mais bem entendido pela população e pelos poderes constituídos, além de realizar pesquisas e estudos para ampliar uma participação que, àquela altura, não ultrapassava 0,9% do PIB, ao passo que em outras economias médias representava 3,5% do PIB.

Apaixonado pelo seguro, Sérgio Ribeiro foi um dirigente obstinado em cobrar das autoridades medidas em prol de um ambiente de negócios mais favorável ao desenvolvimento do setor.

Sérgio Ribeiro inscreve seu nome entre os protagonistas da história do setor de seguros nacional.

A CNseg presta respeitosas condolências aos familiares e amigos do estimado Sérgio Ribeiro.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS SEGURADORAS – CNSEG

Ministério da Saúde fecha seguro de R$ 4,4 mi para cobrir efeitos adversos de vacina da Pfizer

Fonte: Reuters

O Ministério da Saúde fechou a contratação de um seguro privadointernacional no valor de 4,4 milhões de reais com o objetivo de cobrir a responsabilidade civil por eventuais eventos adversos da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer.

O endosso da contratação do seguro internacional com a Newline Underwriting Management Limited, por meio do Lloyds Broker The Underwriting Exchange Limited, foi publicado nesta sexta-feira em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

No mês passado, o governo federal informou que previa investir 5,63 bilhões de reais na compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19.

A vacina da Pfizer, que já tem o aval da Anvisa, será o terceiro imunizante a ser usado em solo brasileiro contra Covid-19 –ao lado da CoronaVac e da AstraZeneca. O governo deverá receber o primeiro lote de 1 milhão de doses da Pfizer na próxima semana.

O governo tem sido alvo de críticas diante da lentidão no avanço da imunização no país.

Mitsui Sumitomo reforça área comercial para estreitar parceria com corretores

A área comercial das seguradoras passa por uma grande transformação. A pandemia mudou a forma de fazer negócios. Antes acostumados a eventos presenciais e olho no olho, agora todos se reinventam para fechar negócios virtualmente.  Com isso, ter pessoas chaves na área comercial é uma prioridade para o mercado de seguros, que nunca esteve tão competitivo. 

A Mitsui Sumitomo tem priorizado o investimento em pessoas para se conectar ainda mais com os corretores de seguros. A área comercial está segmentada em seis canais: Corretores Corporate, Corretores Varejo, Assessoria, Contas japonesas, Parcerias e Corretores Remoto. Recentemente, a companhia anunciou a contratação de Flávio Zoppello para comandar a diretoria comercial de atendimento ao Corretor Corporate e Varejo em todo o Brasil. Um dos desafios do executivo será triplicar a companhia nos próximos quatro anos e inovar no relacionamento com corretores e clientes.

A Seguradora termina o plano estratégico 2018/2021 e já está na mesa o planejamento para os próximos quatro anos. “Estamos mudando a cara comercial da seguradora para imprimir um novo ritmo. As restrições impostas pela pandemia têm nos ensinado a fechar negócios virtualmente. Todos nós estávamos acostumados a trabalhar na rua, visitando clientes, e este novo ritmo, aliado às mudanças de hábitos de consumo e aos avanços da tecnologia, traz desafios para todos”, diz Zoppello.  

Para apoiar o Zoppello, a Mitsui Sumitomo Seguros em reconhecimento aos talentos comerciais da casa, promoveu Guilherme Pisa assumindo a Superintendência da Regional Sul e Alexandre Brum assumindo a Superintendência da Regional Norte, que inclui Minas, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Goiânia e Manaus. 

O alvo é crescer em todas as praças, sendo São Paulo e Belo Horizonte os maiores desafios de Zoppello. São praças com grandes volumes de produção de seguros e, consequentemente, onde a competição é mais acirrada. “Estamos nos preparando para aumentar nossa fatia de mercado. Queremos nos conectar mais com corretores e entender melhor as particularidades de cada parceiro para termos os melhores produtos e serviços para atender as necessidades de seus clientes”, afirma. 

São Paulo, região que representa mais de 50% das vendas de seguros do Brasil, conta com Artur Paiva que também foi promovido e assumiu a filial de seguros corporativos e Ricardo Carqueijo, que acaba de chegar na Mitsui Sumitomo para ser o responsável pela filial de varejo na cidade São Paulo. Ele traz na bagagem 15 anos de empresas em empresas como Itaú, XL, Allianz e AXA.

“Chego com grande entusiasmo na Mitsui Sumitomo, que tem feito grandes mudanças para ser a seguradora que melhor atende corretores e clientes”, diz o executivo, formado em Direito e pós graduado em administração de empresas. “Ricardo vai liderar uma filial que tem como meta tornar-se a filial #1 da Mitsui Sumitomo e contribuir significativamente com a estratégia de crescimento”, comenta Helio Kinoshita que está entusiasmado com a nova estrutura comercial. 

Segundo os executivos, estar próximo dos corretores é determinante para o fechamento de negócios de longo prazo, com uma subscrição e precificação adequadas, que gerem ainda mais relacionamento. “Seguro é um contrato de boa fé e por isso o relacionamento entre os profissionais é muito valorizado. Os corretores de seguros gostam de ter uma ligação mais próxima com os executivos das seguradoras, principalmente para desenhar um contrato com cláusulas mais adequadas ao cliente como também para resolver com rapidez quaisquer pendências na regulação do pagamento das indenizações. Seja virtual ou presencial, este é o nosso comprometimento com nossos parceiros”, finaliza Ricardo Carqueijo. 

Zurich e Z Zurich Foundation doam leitos de UTI para hospitais municipais de SP

Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

A Zurich, em colaboração com a Z Zurich Foundation, está participando de um projeto de expansão de 90 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na cidade de São Paulo. Os recursos serão recebidos pelo Hospital Vila Santa Catarina e pelo Hospital M’ Boi Mirim e têm como objetivo auxiliar o município no enfrentamento emergencial da Covid-19. Como os leitos têm vida útil de 10 anos, ficarão como um legado para a cidade após o fim da pandemia, podendo atender 1.530 pessoas por ano.

Para o diretor executivo responsável por Sustentabilidade na Zurich no Brasil, Rodrigo Barros, a ação ajuda a cidade a afastar a ameaça de um colapso no sistema de saúde e potencializa, ao mesmo tempo, os recursos para o cuidado da saúde dos munícipes a longo prazo.

“A disponibilidade de leitos de UTI faz a diferença entre a vida e a morte de pessoas no enfrentamento à Covid-19, o que torna essa iniciativa importante e emergencial. Como cada leito pode operar por 10 anos, estimamos que essa contribuição, que equivale a 7 leitos, impactará no total quase 7 mil pessoas no município, inclusive com outras doenças e necessidades após o fim da pandemia. Não se trata apenas de uma ação de curto prazo, mas trará um legado para os hospitais e para os moradores da cidade”, afirma o executivo.

Por fim, o executivo explica que a doação está sendo feita por meio da parceria da seguradora com o Hospital Israelita Albert Einstein, que administra os Hospitais Municipais Vila Santa Catarina e M’ Boi Mirim – o último foi 100% convertido para o tratamento da Covid-19 em 2020.

Ocupação dos leitos de UTI

Segundo dados do Governo do Estado de São Paulo, no dia 12 de abril a região metropolitana de São Paulo contava com uma taxa de ocupação de 84,3% dos leitos de UTI, o que ainda mantém a cidade na fase vermelha de combate à doença. Em março, o estado chegou a registrar mais de mil mortes em um único dia e teve 21 de seus hospitais com 100% dos leitos para pacientes com Covid-19 ocupados, o que dificultou o tratamento da doença.

Zurich e Z Zurich Foundation na pandemia

A doação de leitos de UTI para o Hospital Municipal Vila Santa Catarina e Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsh (conhecido como M’Boi Mirim), ambos em São Paulo e neste mês de abril, vem na esteira de uma série de iniciativas da Zurich para combater a pandemia no país. Em março, a companhia e a fundação já haviam doado 7 miniusinas de oxigênio para hospitais no Amazonas, ajudando a combater a crise de oxigênio que acometeu o estado.

Desde o início da pandemia, a seguradora Zurich e a Z Zurich Foundation, juntamente com a Zurich Santander, já destinaram um total de R$ 11,4 milhões para diferentes ações sociais ligadas ao combate à Covid-19 no Brasil. Os recursos foram direcionados para leitos de UTI e de enfermaria, para o financiamento de testes rápidos para hospitais e pontos de serviço público no país, para a compra de 1 milhão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para hospitais e para a distribuição de vales para cestas básicas de alimentos e produtos de limpeza para 4,1 mil famílias durante quatro meses, na cidade de São Paulo, por meio de ONGs.

SulAmérica atinge R$ 9 bilhões em reservas de Previdência Privada

Solange Zaquem, SulAmerica

Os fundos de Previdência Privada da SulAmérica alcançaram R$ 9,4 bilhões em reservas no fim de dezembro de 2020 – alta de 17,2% em relação a igual período do ano anterior. As receitas dos produtos PGBL e VGBL aumentaram 15,7% e 10,6 %, respectivamente, expandindo as receitas operacionais do segmento em 12% frente a 2019. O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo saldo positivo de portabilidade líquida de cerca de R$ 700 milhões no ano. 

“Trabalhamos com um propósito claro de melhorar a vida das pessoas oferecendo as melhores soluções do mercado, o que significa atender nossos clientes, de diversos perfis, em seus variados momentos de vida. Para isso, investimos sempre na diversificação e personalização dos nossos produtos, sejam eles para a saúde física, emocional ou financeira”, conta Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica.  

A executiva atribui a conquista também aos principais parceiros de negócios da companhia, os corretores de seguros. “A atuação consultiva dos nossos parceiros auxilia os consumidores a chegarem cada vez mais perto da Saúde Integral, que é o equilíbrio necessário para se viver plenamente no presente e no futuro. Nossa missão é potencializar essa abordagem e mantê-los sempre atualizados em relação ao nosso portfólio e ao cenário macroeconômico, por meio dos nossos canais de comunicação e plataforma de treinamentos”, conclui.  

Vantagens da Previdência Privada 

Além de ser um investimento no futuro para garantir qualidade de vida e proteção para a família, a Previdência Privada possibilita ao investidor obter benefícios como a tributação regressiva, que ao longo de dez anos chega a 10%. Outra vantagem é que não há “come-cotas”, que é a incidência de Imposto de Renda (IR) semestral que ocorre nos fundos de investimento não atrelados à um plano de previdência. 

O cliente também pode usá-la como uma ferramenta de planejamento sucessório, já que não precisa passar por inventário, em decorrência de falecimento do titular, e, em alguns Estados, não há cobrança de ITCMD, o tributo para transferência de bens em caso de herança ou doação. Somado a isto, a legislação desses produtos veio se atualizando e tornando essa classe ainda mais competitiva, possibilitando a aplicação em investimentos no exterior e maior exposição à renda variável. 

Aon lança serviço e doará receita para garantir remessas globais de vacinas contra a COVID-19

A AON apresenta serviço que visa proporcionar uma cobertura de seguro de carga transparente para as vacinas, combinando dados de sensor e análises. A oferta aprimora o seguro All Risk Marine Cargo, com pagamento pontual para doses que não se enquadram na faixa de temperatura, que é acordada durante o transporte ou armazenamento. Assim, é possível gerenciar o risco e ter suporte de sinistros mais eficaz. O relatório em tempo real de qualquer desvio de temperatura também fornecerá a mitigação de perdas e ajudará a maximizar o número de doses administradas ao público. 

“Em vez de aceitar o chamado ‘novo normal’, na Aon, continuamos nos esforçando para um Novo Melhor”, disse Greg Case, CEO Global da Aon. “Continuaremos a avançar para criar soluções inovadoras que impulsionem nossa economia e sociedade. Fornecer proteção da cadeia de suprimentos para a entrega de vacinas contra a COVID-19 em todo o mundo é uma etapa importante nesse processo.” A Aon doará 100% de todas as receitas obtidas com esta nova solução em 2021 para uma instituição de caridade dedicada a erradicar o custo global humano e econômico da pandemia. 

A oferta é possível por meio de uma colaboração com a insurtech Parsyl, que servirá como plataforma de dados dedicada para a proteção em nome das seguradoras. O subscritor especialista Ascot Group atuará como o subscritor principal, vinculando as seguradoras Chubb European Group SE e AIG, com suporte de resseguro da Munich Re. Outras seguradoras são AEGIS London, Antares Managing Agency Ltd (uma empresa QIC Global), AXA XL, AXIS Insurance, Beazley, Fidelis, MS Amlin e Talbot. 

A solução permitirá a integração de uma ampla gama de dispositivos de detecção e melhorará o gerenciamento de riscos e o suporte a sinistros. Ela está disponível para partes qualificadas na cadeia de abastecimento de vacinas, incluindo empresas farmacêuticas, órgãos governamentais, empresas de transporte e logística, distribuidores, sistemas de saúde, redes de farmácias e centros de inoculação. 

Embora esta nova solução não exija a utilização de plataformas específicas de Internet das Coisas (IoT) ou dispositivos sensores¹, as empresas seguradas terão a opção de acessar esses serviços e produtos de forma gratuita durante 2021 a partir de empresas que estão empenhadas em melhorar a distribuição global de vacinas contra a COVID-19. ChronosCloud, Intel, Mastercard e Sensitech, uma parte da Carrier Global Corporation, concordaram em doar acesso a certas plataformas, tecnologia de blockchain ou dispositivos como parte da solução de gerenciamento de risco². 

“A ChronosCloud tem o orgulho de colaborar com a Aon na luta contra a COVID-19. Nossa plataforma baseada em nuvem conecta todos os parceiros da cadeia de suprimentos com sensores de Internet das Coisas em tempo real para monitoramento de condição ativa”, disse John Hoyt, Managing Director da ChronosCloud. “O ChronosCloud responde ativamente a quaisquer flutuações de temperatura, para que os remetentes possam garantir a qualidade contínua. Esta plataforma poderosa desempenha um papel importante como parte da iniciativa de entrega de vacinas da Aon.” 

“A Intel tem trabalhado em estreita colaboração com a Aon, Mastercard e ChronosCloud para fornecer plataformas de computação efetivas para enfrentar os desafios na distribuição global segura e precisa de vacinas COVID-19”, disse Christine Boles, VP/General Manager da Divisão de Soluções Industriais da Intel. “A tecnologia usada em todo o seu potencial pode salvar e mudar vidas. Esperamos apoiar a Aon em seus esforços para enfrentar os desafios que a distribuição da vacina contra a COVID-19 apresenta.” 

“Nossa colaboração com a Aon e a ChronosCloud chega em um momento importante em que as cadeias de suprimentos modernas estão se tornando cada vez mais complexas e a visibilidade de ponta a ponta é essencial”, disse Carlos Menendez, President, Enterprise Partnerships da Mastercard. “A solução de proveniência da Mastercard permite que a base técnica rastreie a jornada em tempo real, aproveitando a imutabilidade do blockchain, proporcionando melhor gerenciamento de risco e minimizando disputas por meio de um registro confiável e compartilhado de remessas.” 

“Estamos satisfeitos por fazer parte dessa colaboração global com a Aon e outros líderes da indústria. À medida que os esforços de distribuição da vacina contra a COVID-19 continuam a se expandir para alcançar todas as populações, os dados de temperatura e localização em tempo real da Sensitech ajudarão a reduzir o aumento do problema e possibilitar uma tomada de decisão ágil com fatos”, disse Mike Hurton, Vice President & General Manager da Sensitech. 

Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros anuncia vencedores no dia 29 em cerimônia online

O anúncio oficial dos vencedores da 5ª edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros será no próximo dia 29, em cerimônia online. Os 25 finalistas (de um total de 514 trabalhos inscritos) concorrem a R$ 120 em prêmios, divididos em cinco categorias: Mídia Impressa, Audiovisual, Webjornalismo, Imprensa Especializada do Mercado de Seguros e Formação e Qualificação Profissional. 

O Prêmio é organizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), com apoio institucional da CNseg. A cerimônia de encerramento será transmitida pelo YouTube, a partir das 19h, nos canais da Fenacor e da ENS.

Confira abaixo a relação dos jornalistas que concorrem ao prêmio:

Categoria Formação e Qualificação Profissional

1. “Escolas investem para inovar na educação virtual”

 Barbara Bigarelli (Valor Econômico)

2. “LGPD: cresce número de especializações em segurança digital”

 Giselle Loureiro (Rede Amazônica – Bom Dia, Amazônia);

3. “Sala do Futuro chega ao Brasil juntando EAD e ensino presencial”

 Lorena Fraga Gomes (Correio Braziliense); 

4. “Pandemia muda rotinas de trabalho e traz aprendizado para o setor de seguros”

 Riva Blanche Kran (Rádio Brasil Central AM e RBC FM / Programa Show da Tarde)

5. “Salas de aula virtuais”

 Thaís Ruco (Revista da Aconseg/SP)

Categoria Imprensa Especializada do Setor de Seguros 

1. “Pandemia de vazamento de dados”

André Felipe de Lima (Revista Apólice)

2. “Horizonte prateado”

Carol Rodrigues (Revista Cobertura)

3. “Mais gente com menos renda: o grande desafio do seguro de vida”

Kelly Lubiato (Revista Apólice); 

4. “As mulheres seguras”

 Sérgio Vitor Feitosa (Seguro Nova Digital)

5. “Incertezas ambientais abrem espaço para seguros paramétricos”

Solange Guimarães (Revista Apólice)

Categoria Mídia Impressa

1. “IRB poderia não ter sobrevivido a fraudes / Fim da fiscalização da Susep será endosso à nova gestão”

Ana Paula Ragazzi (Valor Econômico);

2. “É hora de acelerar as mudanças”

Denise Bueno (Valor Econômico – Valor 1000); 

3. “Dossiê DPVAT”

Diego Garcia (Folha de São Paulo); 

4. “Você tem seguro? Mesmo?”

Isadora Lima Carvalho (Revista Quatro Rodas); 

5. “Pandemia torna o seguro mais digital”

Sérgio Tauhata Ynemine (Valor Econômico)

Categoria Audiovisual

1. “Seguros – proteção, patrimônio, amor”

Danielle C. G. De Melo (TV Fortaleza – Jornal da Câmara); 

2. “Importância do seguro DPVAT”

Danilo César dos Santos (TV Globo – Nordeste)

3. “Procura por seguro residencial aumenta durante a pandemia”

Guilherme Schiavinato de Souza (TV Globo / Bom Dia Brasil); 

4. “O novo seguro: garantia na incerteza”

Laura Zschaber (Jornal Minas); 

5. “Seguro Empresarial: a prevenção necessária para os negócios”

Porllanne Silva dos Santos (TV Mar – TV Mar News).

Categoria Webjornalismo

1. “Apólices da Paz”

Hélio Marques (Revista digital Seguro é Seguro); 

2. “Previdência privada: entenda como funciona e veja dicas de especialistas para evitar prejuízos”

Leonardo Vieceli (Gaúcha / Zero Hora); 

3. “Outubro Rosa: Seguro de vida pode ser acionado para tratar câncer de mama”

Manuela Tecchio (CNN Brasil Business); 

4. “Herdeiros brigam na Justiça por VGBL ‘invisível’ e com beneficiário fora da regra da lei”

Rafael Gregorio (Valor Investe – Valor Econômico); 

5. “Como a crise impulsionou o mercado de seguros de vida e previdência”.

Valéria Bretas (Estadão Investidor/Grupo Estado)

Allianz Seguros promove novas doações de cestas básicas à Comunidade Santa Rita

Fonte: Allianz

Entendendo o atual cenário, de agravamento da pandemia de Covid-19 e do retorno das medidas restritivas, a Allianz Seguros promove a sexta doação de cestas básicas, com 28 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza, à Comunidade Santa Rita, localizada na Zona Leste de São Paulo. A ação acontece entre os dias 14 e 23 de abril, sendo organizada pela equipe de profissionais da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), que fizeram contato telefônico prévio com as famílias, de crianças e adolescentes matriculados na entidade, e agendaram os dias e horários de retirada – respeitando todos os protocolos de segurança e prevenção à Covid-19. Ao todo, serão envolvidas mais de 650 famílias.

“A Allianz tem um olhar muito atento às ações de responsabilidade social, atuando há 27 anos junto à Comunidade Santa Rita por meio da ABA. Nesse período adverso que enfrentamos não seria diferente. A companhia segue próxima, direcionando esforços e recursos às famílias vulnerabilizadas pela pandemia”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros.

O feito compõe uma série de iniciativas da seguradora que, em 2020, doou mais de 128 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza às famílias de frequentadores da Associação. “A corresponsabilidade social dentro da Allianz é um propósito, uma vez que a contribuição e o envolvimento dos colaboradores da companhia em ações voltadas para a ABA são constantes. Há o entendimento e a empatia das pessoas em se manterem engajadas com os princípios e causas da entidade”, complementa Marco Campos, diretor executivo de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e vice-presidente da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Desde o início da pandemia até hoje, a ABA continuou próxima da Comunidade, promovendo rodas de conversas diárias e atividades virtuais. “Esses contatos e a disponibilidade em ouvir e atender as crianças e adolescentes, assim como seus familiares, fez com que nós sentíssemos a necessidade de apoiá-los e, juntos da Allianz, providenciássemos soluções práticas, como as doações feitas pela companhia”, explica Rose Oliveira, diretora da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Atividades em andamento

Neste mês de abril, a ABA completa um ano fechada devido ao isolamento social e às medidas de prevenção à Covid-19. No entanto, isso não impediu que a Associação mantivesse as atividades em pleno funcionamento, apoiando remotamente no desenvolvimento socioeducativo das crianças e adolescentes, de 4 a 17 anos, e na capacitação e aculturamento digital de pessoas da terceira idade.

A organização criou o canal de YouTube ABA Digital, em que os educadores disponibilizam diariamente uma série de vídeos e atividades para acompanhar de casa. As crianças e adolescentes também conseguem enviar fotos das atividades, tirar dúvidas e socializar por meio do WhatsApp da ABA ou durante as rodas de conversas digitais, promovidas para manter o relacionamento com os educadores. 

“No ano passado, disponibilizamos 1.079 videoaulas, com mais de 125 mil visualizações, promovemos 19 lives e sete mostras, como parte dos resultados positivos. A interação e o contato com as crianças e adolescentes foram importantes, principalmente, para incentivá-los a seguirem se desenvolvendo”, completa Rose.

Para este ano, a ABA prevê seguir com as atividades multidisciplinares e dinâmicas à distância, com possibilidade de retorno presencial a partir da imunização da equipe de profissionais, com cuidados redobrados com a saúde coletiva.

ANS divulga nova edição do Boletim Covid-19

Fonte: ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou hoje (22/04) nova edição do Boletim Covid-19 com dados sobre a utilização dos planos de saúde durante a pandemia. São apresentadas informações assistenciais e econômico-financeiras coletadas até março junto a uma amostra de operadoras, além da prévia da evolução do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a esse mês, número de exames relacionados à Covid-19 realizados pelos planos de saúde e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento. O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde nesse período, subsidiando análise qualificada da agência reguladora e prestando mais informações à sociedade. 

Nessa nova edição do Boletim, destaca-se a tendência de crescimento de beneficiários em todas as modalidades de contratação, com o setor atingindo 48 milhões de usuários em planos de assistência médica – maior número registrado desde setembro de 2016. Os indicadores assistenciais mostram ainda aumento do número de exames realizados para detecção de Covid-19 no final de 2020 e alta na ocupação de leitos para atendimento à Covid-19, que alcançou o maior índice do histórico do indicador. Dentre as informações econômico-financeiras, são informadas a sinistralidade no período – que registrou pequena queda em março – e inadimplência, cuja taxa se manteve estável.     

Confira abaixo detalhes dos indicadores coletados.

Evolução de beneficiários – O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica segue a tendência de crescimento que vinha sendo observada desde julho do ano passado. Em março, foram registrados cerca de 48 milhões de beneficiários em planos de assistência médica, aumento de 0,42% em relação a fevereiro. É o maior número registrado desde setembro de 2016 – tendo sido superado em agosto daquele ano, quando o setor atingiu 48.037.472 beneficiários. Em um ano – de março de 2020 a março de 2021 – o aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação do plano, sendo que o maior percentual foi verificado nos coletivos empresariais (2,48% a mais em relação a março de 2020). Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a variação foi positiva para os beneficiários acima de 59 anos em todos os tipos de contratação ao longo dos meses de março de 2020 até março deste ano. Destaca-se também, no período, o aumento de beneficiários em planos individuais ou familiares.

Informações assistenciais – A taxa mensal geral de ocupação de leitos, que engloba tanto atendimento à Covid-19 como demais procedimentos, apresentou aumento de 2 pontos percentuais em relação a fevereiro, atingindo 76% em março. Essa informação considera os leitos comuns e de UTI dos hospitais próprios das operadoras da amostra, que representam 12,2% do total de leitos disponíveis na rede assistencial de planos privados. A taxa de ocupação de leitos para atendimento à Covid-19 alcançou o maior índice do histórico do indicador (80% em março), sendo esse aumento mais significativo para os leitos com UTI, acompanhando o aumento de casos observados e do surgimento de novas variantes do coronavírus. Já a taxa mensal de ocupação de leitos para demais procedimentos registou leve queda, passando para 73% no mesmo período. 

A quantidade de atendimentos em pronto-socorro que não geraram internações apresentou leve aumento em relação a fevereiro, mas ainda abaixo do observado antes do início da pandemia. A busca por atendimentos de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) – que permite avaliar a tendência quanto à utilização de procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar – ficou acima do observado para o mesmo mês do ano anterior (aumento de 37,1%), mas é importante lembrar que em março de 2020 já se observava queda na procura por exames e terapias eletivas como efeito do início da pandemia.      

Exames – Os dados sobre a realização de exames contemplam informações coletadas até janeiro e têm como fonte os dados do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar). Nesse mês, foram contabilizados 364.624 exames RT-PCR e 77.456 testes do tipo sorológico, mas cabe ressaltar que os números ainda sofrerão alteração à medida que as cobranças forem encaminhadas dos prestadores de serviços às operadoras e, posteriormente, para a ANS. Destaca-se que o número de exames do tipo RT-PCR realizados em dezembro de 2020 foi o maior desde o início da pandemia (690.330), representando um aumento de 12,9% em relação ao mês anterior (novembro).      

Informações econômico-financeiras – Em março, foi verificado aumento tanto das despesas assistenciais como do pagamento das mensalidades recebidas em relação a fevereiro. O índice de sinistralidade de caixa registrado ficou em 72%, leve queda em relação ao mês anterior e 7 pontos percentuais abaixo do índice registrado em janeiro (79%), e ainda permanece ligeiramente inferior ao nível histórico para o 1º trimestre.      Em relação à inadimplência, foram verificados percentuais menores se comparado com o mês anterior, entretanto, isso possivelmente se deve ao fato do vencimento das mensalidades, em março, ter caído em dia útil (ao contrário dos meses anteriores, em que o último dia do mês ocorreu em fim de semana). Dessa forma, o índice geral (contempla planos individuais e coletivos) manteve-se estável em 7% e continua próximo dos níveis históricos. Quando verificado separadamente, observa-se também estabilidade, com percentual de 12% nos planos individuais (ante 13% em fevereiro); e de 5% nos coletivos (mesmo percentual do mês anterior).

Demandas dos consumidores – Em março foram registradas 15.236 reclamações pelos canais de atendimento da ANS um aumento de aproximadamente 26,1% em comparação ao mês anterior e de 26,9%, em comparação a março de 2020. Dessas demandas, 1.525 foram relacionadas ao novo Coronavírus, sendo que 51% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento para a Covid-19; 34% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia; e 15% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). Cabe ressaltar que essa classificação considera o relato do consumidor ao cadastrar sua demanda na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

As demandas de reclamação dos consumidores passam pela mediação de conflitos realizada através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), conforme definição prevista na Resolução Normativa nº 388/2015. A mediação possibilita que as operadoras reparem sua conduta irregular e resolvam os problemas dos beneficiários, evitando, assim, a abertura de processo administrativo e judicial. Em 2020 (até novembro), a NIP alcançou patamares superiores a 90% de resolutividade, sendo que o percentual foi ainda maior para as demandas relacionadas aos exames diagnósticos para a Covid-19: o percentual ficou em 92,8% para os exames de RT-PCR e 92,3% para os exames sorológicos. Esse dado informa que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação promovida pela Agência.     

Susep prepara regulamentação do Open Insurance

open insurance

 Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), conforme previsto no seu Plano de Regulação para 2021, abriu, hoje, 22/04/2021, consulta pública de minutas de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP e Circular Susep que regulamentam o Open Insurance. As normas criam uma oportunidade para permitir que consumidores acessem e compartilhem seus dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização, além de integrar com o Sistema Financeiro Nacional – SFN, que já conta com o Open Banking

Open Insurance tem o objetivo de possibilitar um acesso mais fácil para o consumidor aos produtos e serviços de seguros – ampliando a cidadania financeira – aliado a uma capacidade de compartilhamento e integração segura de dados. Isso possibilitará a criação de produtos mais customizados e mais adequados ou uma funcionalidade mais amigável, o que será de grande valor para o setor de seguros como um todo. Neste contexto, seguradores dispostos a adotar soluções contemporâneas que permitam decisões mais rápidas possivelmente terão vantagem competitiva, o que incentivará o desenvolvimento e a inovação do setor. 

Mais acesso 

A Superintendente da Susep, Solange Vieira, destaca as mudanças que o novo ecossistema traz para as dinâmicas do setor. “O ambiente doOpen Insurance tem potencial para melhorar a forma como clientes, em especial pessoas naturais e pequenas e médias empresas, gerem as suas finanças, como as empresas interagem entre si e com os seus clientes, além de promover a inclusão financeira, a democratização do acesso a produtos de seguros e previdência e de transformar a concorrência no mercado. Poderemos ver consumidores anteriormente com pouco ou nenhum acesso, mas com disposição ou necessidade para aquisição de produtos de seguro, podendo obter coberturas customizadas, mais baratas e sentindo-se capacitados para interagir com os diversos atores dos mercados de seguros e previdência.”  

O Diretor da Susep Eduardo Fraga explica a importância do regulador na implementação do Open Insurance. “É crucial garantir que o mercado de seguros tenha o espaço e o ambiente adequados para ajudar a transformar este conceito em realidade, empoderando os consumidores.Como regulador do setor, a Susep tem se mostrado empenhada em se envolver com o Open Finance de uma forma que gere benecios indiscuveis para o consumidor e, por consequência direta, para o mercado como um todo, ampliando ainda mais sua penetração, cobertura e transparência.”  

Novas soluções e mais segurança 

O Coordenador da Susep Thiago Barata aponta vantagens do novo ambiente: “A partir da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, a sociedade definiu que de fato o consumidor passou a ser o ‘dono dos seus dados’. Logo, o Open Insurance surge para operacionalizar essa nova realidade no setor, convergindo os interesses de todos os envolvidos no sistema. Com o novo ambiente, as empresas do setor terão um sistema seguro e eficiente para o compartilhamento de informações requisitadas pelo cliente, estando assim em compliance com a Lei e a nova regulamentação”.  Barata explica ainda que os segurados poderão, a partir de sua avaliação, optar pelo compartilhamento de seus dados e encontrar soluções mais aderentes ao seu perfil. “E novos negócios poderão surgir fornecendo novas soluções para os consumidores, tanto empresas quanto pessoas físicas.”, completa. 

Open Banking 

Open Banking, concebido no Brasil por meio da Resolução Conjunta n. 01/2020 (CMN e BACEN), além de ser fundamental no desenvolvimento econômico e social do Brasil, representa um marco no início do compartilhamento de dados e serviços no sistema financeiro nacional, por meio da abertura e integração de sistemas. Adicionalmente, vem a regulamentar, no âmbito do SFN, a LGPD, que legisla sobre o uso e o compartilhamento de dados pessoais, coloca o titular no centro dessas decisões, provendo a este a posse e o direito sobre seus próprios dados pessoais.  

Por meio da integração de plataformas e infraestrutura de tecnologia, o Open Banking é definido pelo compartilhamento padronizado de dados e serviços, sendo que já há, na regulamentação, a previsão para que produtos de seguros e previdência distribuídos pelo canal bancário estejam dentro do escopo. Como nem todas as sociedades reguladas pela Susep são participantes de conglomerados financeiros ou fazem uso do canal bancário, faz-se absolutamente necessária a regulamentação do tema no âmbito de responsabilidade regulatória do CNSP e da Susep.  

Com a experiência do que já vem sendo desenvolvido no âmbito do mercado financeiro, a Susep pretende observar a dinâmica, adaptando-a aos produtos de seguro e previdência, sempre levando em consideração que o interesse do consumidor deve estar no centro da construção de um ecossistema Open. Adicionalmente, foram previstos requisitos para que haja convergência e interoperabilidade do Open Insurance com o Open Banking, afinal, o objetivo é atender o interesse dos consumidores, provendo mais opções, experiências customizadas, produtos sob medida e inovação, cobrindo toda sua vida financeira.  

A consulta pública ficará aberta para envio de sugestões até o dia 25 de maio de 2021. Clique aqui para consultar o normativo.