Zurich anuncia mudanças nas diretorias comerciais da Regional Sul e da Regional São Paulo Interior

Uma das maiores seguradoras do mundo e presente no Brasil há mais de 80 anos, a Zurich promove mudanças no comando de duas de suas diretorias comerciais regionais a partir de 12 de abril. A Diretoria Regional Sul passa a ser liderada por Luciano Silveira e a Diretoria Regional São Paulo Interior ficará sob a responsabilidade de João Amato.

Luciano Silveira é graduado em direito pela Universidade Luterana do Brasil, do Rio Grande do Sul, e possui um MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral, de São Paulo. Com carreira executiva de 30 anos no mercado segurador, consolidada em gestão comercial e de negócios nos segmentos de seguros gerais, saúde, vida, capitalização e previdência privada, o executivo trabalha na Zurich desde março de 2011, onde já liderou duas diretorias comerciais, a própria Regional Sul, de março de 2011 a agosto de 2016, e a Regional São Paulo Interior desde então. Antes disso, teve passagem pela SulAmérica Seguros.

Graduado em marketing pela Universidade Paulista (UNIP) e com MBA em Gestão de Negócios de Seguros e Previdência pela Fundação Instituto de Administração (FIA), João Amato (foto) possui ainda Certificação Técnica de Seguros Pessoais concedia pela CVG/FECAP. Além disso, participou do Programa de Desenvolvimento de Executivos da Fundação Dom Cabral e do Programa de Formação LOMA (PFLP) Financial Services Education. Com experiência profissional de mais de 25 anos no mercado segurador, trabalha na Zurich desde 2012, onde entrou como superintendente de massificados, passando depois a superintendente comercial de parcerias e, nos últimos quase cinco anos, atuou liderando a diretoria comercial do segmento de Associações. Antes, teve passagens pela Tokio Marine, Unibanco AIG Seguros e Previdência e Mapfre Seguros.

Ainda como parte das mudanças, Luiz Gasperi assume interinamente, também a partir de 12 de abril, a diretoria comercial do segmento de Associações. Gasperi, que trabalha na Zurich desde janeiro de 2017 e é Gerente Executivo de Relacionamento com Corretores, dará continuidade ao plano estratégico de negócios da companhia e à construção de novas parcerias da empresa no mercado segurador brasileiro.

O Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides, comenta as mudanças promovidas. “Seguimos firmes com a nossa proposição de valor para atender de maneira orientada, personalizada, inovadora, transparente, ágil e eficaz. Por isso, tenho certeza de que continuaremos fazendo a diferença no mercado, uma vez que todo o time busca pela excelência de forma recorrente e segue com a missão de fortalecer o corretor, nosso parceiro estratégico. Estamos felizes pelo Luciano Silveira e João Amato, bem como agradecemos Waldecyr Schilling, que durante sua permanência na Diretoria Regional Sul da companhia, sempre contribuiu de forma valiosa, com postura de liderança atuante e colaborativa. Sucesso a todos!”.

AMMS lança a sua nova marca: SOU SEGURA

A AMMS lançou a sua nova marca trazendo um inovador movimento para o qual a entidade espera o apoio e engajamento imediato de suas associadas e de todas as mulheres do mercado de seguros. Fruto de um estudo, realizado em parceria com a agência Bethe B, “Sou Segura” é o ponto de partida para uma nova era na trajetória dessas profissionais, como destacou a presidente da Associação, Simone Vizani. “Estamos chegando a outro patamar, em busca da transformação e do empoderamento das mulheres, em uma trajetória de ressignificância”, destacou.

“Estamos construindo o futuro. Não nos arrependemos do que passou, pois as experiências nos ensinaram a chegar aqui. Buscamos a diversidade, que gera inovação e um ambiente corporativo mais saudável, o qual trará mais resultados”, salientou a diretora Executiva da associação, Solange Guimarães. “A AMMS evolui para novo estágio, sendo mais que uma sigla, uma causa”.

A vice-presidente, Camila Davoglio, destacou o momento de amadurecimento da entidade e a jornada resultante de uma “emersão profunda”, em um longo caminho. “Foram vários encontros, por mais de um ano. Realizamos estudos, reflexões e releituras. Observamos o mercado e as necessidades das mulheres do setor. Mapeamos o nosso DNA para fortalecer a voz do nosso gênero. O desafio cresceu  a cada etapa, pois percebemos que era preciso mudar a identidade. O resultado, esperamos, será um grande engajamento pela equidade de gênero, que é a causa maior da nossa marca”, frisou.

A diretora Executiva da agência Bethe B, Izabel Barbosa, classificou o trabalho nesse projeto como “uma alegria enorme”, até pelos resultados que são aguardados após mais de um ano da jornada de muitas etapas. “Mergulhamos no DNA da AMMS para entender o papel da entidade. Uma causa sem apoio não tem força. Então, para subsidiar nossas decisões, foi preciso entende antes da trajetória dos movimentos feministas no mercado, assim como o processo de equidade de gênero nas grandes corporações. Ficou claro que esses movimentos estão cada vez mais estruturados, não há mais espaço para amadorismo”, asseverou.

Ela acrescentou que, nesse processo, foram estabelecidos seis passos:  criar plataformas, na quarta onda de feminismo na era digital; o netweaving, conectando iniciativas que aceleram a troca de experiências e de boas práticas; o benchmark, copiando as práticas que estão dando certo; a trilha de conhecimento, para capacitar as mulheres (incluindo o programa de mentoria); a agenda positiva para equidade de gênero, com metas e objetivos claro; e o networking, com a promoção de eventos variados, criando novas oportunidades de trocas de experiências.

No final do evento, foram apresentados os depoimentos de diretoras e conselheiras da AMMS, que enfatizaram a relevância do projeto: Margo Black (primeira presidente da AMMS), Márcia Ribeiro, Mariana Valdiero, Liliana Caldeira, Margareth Carvalho, Ana Carolina Mello, Guadalupe Nascimento,  Paula Lopes, Patricia Marzullo, Carolina Vieira, Daniela Tseimatzidis, Priscila Costa Russo, Carolina Fortunato e Simone Ramos.

O evento foi transmitido pelo canal da AMMS no Youtube e está disponível neste endereço eletrônico:https://www.youtube.com/watch?v=uhn1Iri5g0Q

Caixa repetirá no IPO da Seguridade modelo usado com Banco Pan

IPO Caixa Seguridade

Fonte: Reuters

A Caixa Econômica Federal venderá uma fatia menor do que a pretendida originalmente na oferta inicial de ações (IPO) da Caixa Seguridade, repetindo o modelo usado com o Banco Pan de alienar participação em etapas e abrir caminho para desmobilizar outros ativos, disse à Reuters uma fonte familiarizada com os planos do banco estatal.

“O modelo de venda de participação em tranches deve ser repetido na Seguridade”, disse a fonte sob condição de anonimato, porque não pode falar do assunto publicamente. O banco controlado pelo governo federal publicou na terça-feira o cronograma do IPO da Caixa Seguridade, operação que deve movimentar cerca de 5 bilhões de reais, levando em conta o ponto médio da faixa estimada pelos coordenadores.

Isso representa menos do metade do que o banco pretendia quando pediu registro para a oferta no ano passado, de 10 a 15 bilhões de reais. Segundo a fonte, por ser altamente rentável – em 2020 a companhia teve rentabilidade sobre o patrimônio de 35% – a ação deve ter um grande apelo entre investidores de varejo que buscam papéis de empresas boas pagadoras de dividendos.

O plano da Caixa é vender cerca de 40% do IPO para esse público. “Se a experiência com essa oferta for boa, o apetite pelas demais tende a crescer”, disse a fonte, referindo-se a potenciais vendas subsequentes de participações da Caixa no negócio, assim como os IPOs de outras subsidiárias do banco, incluindo a de cartões, a de gestão de recursos de terceiros e a da bandeira Elo.

Também na véspera, a Caixa Econômica anunciou a venda de sua participação no Banco Pan ao sócio BTG Pactual (BPAC11), por 3,7 bilhões de reais, na quarta e última venda de fatia no negócio no qual entrou há uma década. Após anos acumulando prejuízos, o Pan teve uma virada.

Em 2020, teve lucro de 655,6 milhões de reais, 27% a mais do que um ano antes. Somando as vendas de participação no Pan em etapas, a Caixa calcula ter tido no final um lucro de 2 bilhões de reais, dinheiro que será usado para repagar empréstimos tomados com o governo federal com instrumentos híbridos de capital (IHCD).

O plano da Caixa Econômica em 2020 já era desmobilizar a participação do banco gradualmente, para evitar que a venda de lotes muito grandes acabasse derrubando o preço das ações. A expectativa na época era uma venda inicial de cerca de 25% do capital. Na oferta redimensionada, prevista para ser precificada em 27 de abril, essa fatia cai para 15% do capital, disse a fonte.

A listagem da unidade de seguros é um plano antigo do banco federal, que tentou o IPO pela primeira vez em 2015. Com a volatilidade permanente da bolsa brasileira e as renegociações de termos de acordo com o CNP Assurances, essa meta foi adiada sucessivas vezes.

Agora, mesmo com a instabilidade do mercado acionário doméstico que já levou 21 empresas a desistirem de estrear na Bovespa apenas em 2021, a Caixa insistiu em levar sua oferta adiante, como um abre alas para as demais vendas de ativos.

A próxima da fila tende a ser a bandeira de cartões Elo, negócio que a Caixa tem sociedade com Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4). Nesta semana, os sócios definiram passos preliminares em preparação para o IPO da unidade, incluindo a atualização das fatias de cada um na Elo, com base no volume de cartões emitidos por cada um nos últimos anos. Essa revisão fez a participação da Caixa na Elo subir de 36% para 41%, tornando-se o maior acionista da empresa.

“A Elo deve ser listada na Nasdaq no começo do segundo semestre”, disse a fonte, acrescentando que naquele mercado estão listadas outras empresas do setor de pagamentos e a companhia tem condições de ser melhor avaliada pelos investidores. Nos Estados Unidos, estão listadas as empresas de meios de pagamentos Stone e PagSeguro.

Os IPOs das demais unidades da Caixa, incluindo a do banco digital Caixa Tem, também prevista para ocorrer na bolsa norte-americana, ainda dependem de aprovações prévias do Banco Central.

Consultada, a Caixa Econômica afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que não vai comentar sobre o IPO da Caixa Seguridade por causa do período de silêncio e nem sobre a Elo, porque ainda não há nada decidido sobre eventual listagem.

Leilões do governo movimentam vendas de seguro garantia

pedro mattosinho fator seguradora

O segmento de seguro garantia está movimentado com o inicio da sequência de leilões iniciada pelo governo federal na quarta-feira, 7. O objetivo é conseguir uma arrecadação de R$ 10 bilhões com a venda de 28 ativos públicos entre aeroportos, portos e ferrovia. Segundo o Ministério da Infraestrutura, 200 mil empregos diretos e indiretos podem ser gerados com as concessões. Já em abril, mais precisamente no dia 29, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realiza o leilão da BR-153/080/414/GO/TO. A perspectiva, segundo o Estado, é de mais R$ 8 bilhões de receita e cerca de 140 mil postos de trabalho.

Ontem, o governo federal arrecadou R$ 3,3 bilhões na primeira série de leilões de concessões que o Ministério da Infraestrutura batizou de InfraWeek. Foram leiloados três blocos com 22 aeroportos, todos eles com disputa entre interessados. A Companhia de Participações em Concessões do grupo CCR arrematou dois dos três lotes, os da região Sul e Central, com ofertas agressivas. Ofereceu ágios de 1.534,36% e 9.156%, respeticamente. A francesa Vinci ficou com aeroportos da região Norte. 

A Fator Seguradora, especializada em seguro garantia, confirmou que emitiu algumas apólices para estes leilões realizados ontem. Pedro Mattosinho, diretor de garantia da Fator, contou que todos os seguros foram emitidos ainda nos termos da antiga Lei de Licitações. A nova lei, sancionada na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), traz diversas mudanças para seguro garantia em licitações públicas. 

Segundo o executivo, é grande a expectativa do setor com o incremento dos negócios em seguro garantia. “Este tipo de leilão movimenta toda uma cadeia de contratação de apólices. Não apenas de contratos de garanta “bid” ou “performance”, mas também para todos os fornecedores e construtoras sub-contratadas envolvidas nas obras”, explica ele ao blog Sonho Seguro.

Apesar da nova lei ter sido sancionada pelo Presidente da República no início de abril, ainda haverá um período de convivência com a legislação anterior de até 2 anos. “Durante este período, caberá ao ente público escolher qual o melhor modelo para adotar quando da confecção do edital. Para próximos leilões, que ainda estão na fase de estudos, provavelmente já poderemos ter editais contemplando a nova legislação. Nós da Fator temos trabalhado arduamente para estar preparados para este novo cenário”, comenta.

Um seguro garantia na modalidade “Bid Bond” é usado na fase de habilitação para participar do processo licitatório. Uma garantia da proposta, de até 30% do preço do projeto, fornece segurança à Administração Pública de que a empresa licitante cumprirá o acordo. Se a empresa contratada nao honrar o contrato, o valor do seguro cobre a diferença de preço entre o primeiro e o segundo licitante.

Já o “Performance Bond” garante que a seguradora será responsável por contratar terceiros para dar continuidade ao projeto ou efetuar o pagamento de indenização ao segurado, até o valor limite da garantia, caso o vencedor fique impossibilitado de cumprir o contrato. Para a empresa contratada, a garantia de execução é considerada crédito. Ao contrário de outros seguros, a seguradora não está antecipando uma perda e pode, inclusive, acioná-la para recuperar suas perdas.

MAG Seguros lança assistências para pets, residências, saúde e automóveis

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com mais de 186 anos de atuação ininterrupta no Brasil, está sempre em busca de oferecer soluções cada vez mais alinhadas às necessidades de seus clientes. Por isso, a companhia traz ao mercado novas assistências: Proteção Pet, Residencial, Auto e Saúde. Os serviços já estão disponíveis para contratação juntamente com os seguros da linha ‘Vida Toda’. 

Em Proteção Pet, os usuários terão à disposição transporte emergencial do animal doméstico; aplicação de vacinas em domicílio; agendamento de consultas; funeral ou cremação pet (até R﹩ 800); serviço de hospedagem; reembolso para cirurgias e internação (até R$ 1.000); entre outros. Já para Residencial, estão disponíveis utilidades como chaveiro, eletricista, encanador e vidraceiro (emergencial ou não); conserto de eletrodomésticos (linha branca); limpeza de ar-condicionado; instalação de fitas antiderrapantes e barras de segurança; fixação de acessórios (varal, olho mágico, suporte TV, quadros, etc.); e desinsetização, desratização e descupinização (interna ou externa). 

Na linha de Auto, serão oferecidos serviços como reboque e socorro mecânico; chaveiro; taxi; despachante em caso de roubo ou perda de documentos; dentre outros. Por último, em Saúde, as pessoas poderão usufruir de orientação médica por voz e vídeo; orientação psicológica; apoio nutricional; desconto em medicamentos; e 2ª Opinião médica em caso de doenças graves. 

A MAG Seguros conta com um dos mais completos e flexíveis portfólios de seguro de vida individual e coletivo do mercado brasileiro. “Nossos produtos possuem o objetivo de atender às necessidades dos nossos usuários frente aos quatro riscos sociais aos quais todos estão expostos: morte, invalidez, bem-estar e sobrevivência. Temos uma larga experiência em desenvolver soluções modernas e aderentes aos diferentes perfis e conforme com o contexto socioeconômico do país”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos da MAG Seguros. 

SulAmérica faz ação para apoiar familiares de internados e vítimas da COVID-19

A SulAmérica anunciou hoje, no Dia Mundial da Saúde, uma ação social focada em apoiar familiares de internados e vítimas da Covid-19 e profissionais da linha de frente do combate à pandemia. Este movimento é uma ação social emergencial para apoiar quem mais precisa. “Não é hora de fazer publicidade, mas sim de ajudar a melhorar a vida das pessoas de alguma forma”, afirma Simone Cesena, diretora de marketing da companhia. 

A partir do próximo dia 12 serão oferecidos atendimentos psicológicos, gratuitamente, por meio de uma parceria criada especialmente para esta ação social com o Psicologia Viva. A expectativa é atender 35 mil pessoas que não tenham acesso a este tipo de serviço e precisam de apoio emocional durante este momento tão difícil pelo qual o país (e o mundo) está passando. 

“Os problemas com a saúde emocional têm aumentado exponencialmente por causa da pandemia. Temos visto o quanto as pessoas precisam de auxílio e, por isso, estamos lançando esta ação social com nosso parceiro Psicologia Viva. Estar bem emocionalmente é fundamental para manter a saúde física e financeira em equilíbrio, pois está tudo conectado”, afirma Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica.

“Sem dúvida, a saúde emocional continua sendo muito afetada na pandemia. Entre nossos beneficiários, saltamos de 500 atendimentos de setembro a dezembro de 2019 para 50 mil no mesmo período em 2020. No ano de 2020, foram quase 90 mil atendimentos, dos quais 53% eram casos de ansiedade, seguido por depressão (15,5%) e estresse (8%)”, afirma Raquel Imbassahy, superintendente de Serviços Médicos da SulAmérica. “Somos uma empresa que olha a saúde das pessoas de forma integral, por isso não podemos deixar de pensar na população em geral fazendo esse gesto de apoio nesse momento de emergência social.”

Todos os atendimentos serão realizados de forma virtual para todo país, com agendamento prévio, por psicólogos do Psicologia Viva, que estarão disponíveis até o dia 11 de maio. Cada pessoa poderá participar de até três sessões, que serão sugeridas pelos profissionais. Ao entrar no sistema para agendar sua sessão, o participante preencherá um cadastro simples e poderá escolher o profissional que fará seu atendimento, a partir de um descritivo de cada psicólogo. 

AXA disponibiliza cotação online de seguros de Transporte

Carla Almeida AXA

Fonte: AXA

A AXA no Brasil acaba de disponibilizar aos corretores a cotação e contratação online dos seguros transportes RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador de Carga) e RCF-DC (Responsabilidade Civil Facultativa – Desvio de Carga) via Portal do Corretor. A iniciativa digital, que oferece mais autonomia ao corretor, também garante mais agilidade nos processos, com acompanhamento integral do subscritor e a emissão da apólice em até 48h. 

Ainda, através do Portal do Corretor, o parceiro poderá acompanhar o status das solicitações, das emissões e endossos e abrir solicitações de repique. “O nosso compromisso é trazer mais eficiência operacional e automatizar os processos para reforçar as parcerias de negócios. Por isso desenvolvemos mais essa iniciativa, garantindo um processo de venda fácil e ágil, sem deixar o fator humano de lado.” comenta Carla Almeida, Diretora de P&C da AXA no Brasil. 

Além disso, a executiva reforça que o movimento digital estará cada vez mais presente na companhia. “O nosso desejo é que a AXA seja reconhecida como uma companhia fácil de se trabalhar e isso não só permeia a proximidade comercial, mas também a facilitação e melhoria de processos. Nossa carteira de transportes dobrou em 2020 e tem um potencial muito grande e vamos continuar nos diferenciando nessa linha para gerar mais oportunidades e aumentar a conversão, garantindo aos parceiros um serviço de altíssima qualidade”.

Com a novidade, todos os corretores que solicitarem cotação dos produtos RCTR-C e RCF-DC  através de outros canais serão orientados a acessar o Portal do Corretor. Em caso de dúvidas, a seguradora solicita que os corretores entrem em contato com seus executivos comerciais.

Susep abre nova consulta pública sobre o registro das operações de seguros de danos e de pessoas

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública proposta de normativo que altera a Circular Susep nº 624, que dispõe sobre as condições para o registro facultativo e para o registro obrigatório das operações de seguros de danos e de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples em sistemas homologados e administrados por entidades registradoras credenciadas pela Susep. O objetivo da Circular proposta é tornar obrigatório o registro para as operações de seguros classificadas nos seguintes grupos de ramos: Patrimonial, Responsabilidades, Marítimos, Aeronáuticos, Petróleo, Nucleares, Rural, Aceitação no Exterior e Sucursal no Exterior. 

A obrigatoriedade do registro é determinada pela inclusão de anexos específicos que definem as datas de início do registro e incluem informações complementares específicas de cada ramo ou grupo de ramos. Este é mais um avanço da Susep na consolidação do Sistema de Registro de Operações (SRO), criado para trazer mais transparência para o consumidor, automação, modernização e tecnologia para o mercado de seguros. A Resolução CNSP nº 383 estabelece que o SRO seja implementado para todos os ramos de seguros até 2023.  

Artigo: Seguros de Responsabilidade Civil mais próximos das empresas

por Robert Hufnagel é especialista em seguros de Responsabilidade Civil, diretor da Casualty Assessoria e Consultoria de Seguros e associado da Alper Consultoria em Seguros

A Susep colocou em consulta pública para revisão e sugestões do mercado até o dia 14 de abril uma proposta de circular que revisa e consolida as regras aplicáveis aos seguros de Responsabilidade Civil. A minuta da circular em consulta pública adequa os seguros de RC aos avanços da norma geral de seguros de danos (Circular nº 621), simplificando as regras do segmento. Seguindo a proposta da autarquia de simplificação e flexibilização de contratos de seguros de diversos ramos, o normativo estabelece o fim dos planos padronizados de seguros de RC, o que favorece a competição e viabiliza a oferta de produtos mais adequados às necessidades dos segurados. 

Outra inovação proposta pela circular é a possibilidade de produtos sem limites predefinidos por cobertura, permitindo-se a utilização de todo o valor contratado para diferentes coberturas ou garantias conforme a necessidade do segurado. Além disso, a norma autoriza que as seguradoras paguem indenizações impostas por decisões administrativas do Poder Público. 

A mudança consolida cinco normativos, simplifica definições, acaba com o plano padronizado de RC Geral e dá liberdade ao mercado para estruturação de produtos. Também garante o fim da exigência do “trânsito em julgado”, torna possível cobertura para decisões administrativas, amplia contratação para a base ocorrência, possibilita pagamento direto pela seguradora, oferece possibilidade de livre escolha ou de profissionais referenciados, acaba com a obrigação de vigência mínima, prevê prazo adicional sem as especificidades dos prazos complementar e suplementar, e dá liberdade de definição de data de retroatividade.

Também define a abrangência de cada ramo do grupo, sendo:

  • RC D&O – cargos de direção ou administração em empresas
  • RC Profissional – profissionais liberais, não cobertos pelo seguro de RC D&O
  • RC Riscos Ambientais – danos ambientais
  • RC Riscos Cibernéticos – atividades digitais, de tecnologia da informação
  • RC Geral – que não se enquadrem nos demais ramos

A circular em análise deve ser aprovada, pois esta modernização está sendo vista com bons olhos por todo o mercado, já que facilita o trabalho de seguradores, resseguradores, corretores e consultores, e abre mais possibilidades de negócios, tornando os seguros de RC mais próximos das pessoas e empresas.

Há muito se falava que o órgão regulador atravancava o desenvolvimento e os processos do mercado, mas agora esse movimento de simplificação vem para facilitar o nosso fluxo de negócio e de comercialização, nos dando até a possibilidade de trabalharmos com mais coberturas.

Quem quiser contribuir com sugestões e revisões, a consulta pública ficará aberta até o dia 14 de abril e pode ser acessada aqui

PASI já pagou mais de 350 famílias por Covid-19

Completou-se um ano da data em que foi paga a primeira indenização em decorrência de COVID-19 (08 de abril de 2020) e o PASI contabiliza atualmente mais de 350 famílias indenizadas em decorrência de morte em virtude do novo coronavírus. Um dado que também chamou atenção é que além das indenizações por morte, já ocorreram algumas solicitações de indenizações por invalidez permanente por doença do segurado. “O PASI foi o primeiro a indenizar uma morte causada pela pandemia no Brasil”, destaca André Araújo, gerente de Relações Institucionais do PASI.

André ressalta que a média de idade dos segurados falecidos é de 56 anos, sendo que a grande maioria dos sinistros, 76%, ocorreram com segurados do sexo masculino. Além disso, destaca-se que o estado de São Paulo contabilizou a maior parte das vítimas, representando 36% do total.

 Atendimentos da Central de Amparo PASI 

Durante a pandemia, a Central de Amparo PASI bateu vários recordes de atendimentos. Foram contabilizados 5.070 acionamentos, representando um aumento de 337% na utilização dos serviços disponíveis.

Neste período, a maioria dos atendimentos prestados, 43%, foram relativos a traumas, transtornos e fobias, seguidos por apoio ao luto, que representou 13% dos acionamentos. O pico ocorreu no mês de abril de 2020 com 600 atendimentos realizados em um único mês.

Desde que foi criada, em abril de 2016, a Central já realizou cerca de 12.000 atendimentos de segurados e familiares espalhados por todo o Brasil. 

A Central de Amparo PASI oferece aos segurados e suas famílias as assistências: Psicológica, Social, Nutricional, Fitness, Avaliação e Recolocação Profissional. No ano passado, por alguns meses, todas essas assistências foram disponibilizadas gratuitamente para os segurados PASI que não possuíam as assistências contratadas e também para os corretores de seguros e suas famílias, para que todos que precisassem de apoio, pudessem ser amparados e atendidos pelos profissionais de cada área.

Durante a pandemia, estão sendo atendidas pessoas com sintomas, diagnosticadas  com o vírus, que temem a contaminação da doença e até pessoas que foram internadas e que se recuperaram. “A Central de Amparo PASI contribuiu e fez diferença na vida dos segurados e de seus familiares em diversos momentos, amenizando angústias, incertezas e inseguranças”, enfatiza Araújo, acrescentando que a pandemia veio elucidar sobre a importância destes serviços que promovem o bem-estar, a saúde física e mental das pessoas. “Nossa equipe se orgulha de estar cumprindo seu propósito social de proporcionar apoio e segurança em todos os momentos, gerando a inclusão e amparo através da proteção securitária”, conclui Araújo.