Site da Zurich está de cara nova, refletindo o novo posicionamento da marca

fotos Ricardo Benichio/divulgaçao

Fonte: Zurich

Uma das seguradoras mais tradicionais e respeitadas do mundo, a Zurich segue se atualizando desde sua fundação na Suíça, em 1872. O mais recente passo é o lançamento da sua nova identidade de marca, usando uma imagem mais ousada, moderna e inclusiva, que reflete o desejo da empresa para tomar ações alinhadas ao seu novo propósito: o de “criar juntos um futuro melhor”.

“A estrutura da marca foi remodelada com o intuito de responder às mudanças do mundo, trazendo um novo propósito e uma nova aspiração de sermos uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo. É uma evolução da nossa marca considerando o nosso legado, nossos valores e o impacto positivo que queremos alcançar junto do nosso planeta, colaboradores, clientes e parceiros”, revela a Superintendente de Marketing e Comunicação da Zurich no Brasil, Ana Quintela.

Também para refletir toda essa estrutura, a companhia remodelou seu website, que continua com o mesmo domínio –www.zurich.com.br – mas que agora oferece ainda mais agilidade e simplicidade no atendimento aos clientes e parceiros de negócios. “O foco do canal são os serviços oferecidos com o auxílio da Laiz, nossa assistente virtual”, explica a Superintendente de Canais Digitais e Relacionamento com o Cliente da Zurich no Brasil, Lucía Sarraceno. “Esses serviços vão desde o acionamento do seguro, consulta do status do sinistro, emissão de 2ª via de boletos e apólices, até o acionamento da assistência 24 horas”, destaca.

Lucia conta que os serviços prestados pela Laiz vão desde o acionamento do seguro, consulta do status do sinistro, emissão de 2ª via de boletos e apólices, até o acionamento da assistência 24 horas

Ana Quintela comenta as mudanças, tanto do site, como da identidade da marca Zurich. “A nova estrutura do nosso site e a nova identidade da marca fazem parte de um processo de adaptação constante e refletem a nossa visão mais ampla da marca através de um tom otimista, com imagens e cores inclusivas, mas mantendo a confiabilidade que construímos ao longo de todos esses anos e, também, a resiliência que nos move diante do potencial das pessoas e do mundo. Algo totalmente alinhado ao nosso propósito. Nesse contexto, o foco no cliente está no centro de tudo o que a Zurich faz, razão pela qual nosso novo site foca na prestação de serviços e na geração de informação útil e clara.”

Lucía complementa: “O cliente estar no centro significa que estamos sempre atentos às suas necessidades, diante de um mundo em constante mudança. E trabalhamos não apenas para atender às necessidades presentes, mas também para ajudá-los a se prevenirem de riscos futuros, buscando proporcionar a melhor experiência possível com nossos produtos e serviços”.

Laiz, a assistente virtual da Zurich Seguros

CNseg debate perfil do consumidor de seguros do futuro em último dia da série de webinars sobre o tema

cnseg

Fonte: CNseg

Situar o lugar do mercado segurador no futuro, tendo em vista a evolução regulatória para acompanhar as novas tecnologias disponibilizadas já e sequencialmente aos consumidores, foi o tema central do terceiro e último webinar, realizado ontem, da Semana do Consumidor promovida pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. 

O desafio de antever as tendências reuniu a Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, como mediadora, e, como palestrantes, o Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Eduardo Fraga; a Diretora da Carlini Sociedade de Advogados, Angelica Carlini; a Presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPS Consumo), Juliana Pereira; e o Chefe do Programa Global de Justiça e Proteção ao Consumidor e responsável pelo Programa de Normas Técnicas da Consumers International, Antonino Serra Cambaceres.

Ao abrir o webinar “O Consumidor do Futuro”, Solange Beatriz Mendes disse que o propósito do painel era lançar um olhar para o comportamento e atitudes do consumidor do futuro, demostrar os desafios à espreita nesse atendimento a clientes que serão cada vez mais conectados a tecnologias transformadoras do perfil do consumo, algo que, segundo Solange, “na seara das seguradoras, exigirá que os produtos sejam mais aderentes às necessidades dos cidadãos e a sua capacidade financeira”.

A Diretora-Executiva da CNseg lembrou que, nos últimos anos, o setor segurador tem se empenhado em empoderar o consumidor, permitindo que ele tenha condições de tomar decisões de compra mais assertivas e de avaliar seus serviços de forma adequada. “O mundo pós-pandêmico será extraordinariamente mais complexo em termos de relações sociais, com repercussões nas empresas e em seus modelos de negócios”, afirmou Solange. 

Desse turbilhão de mudanças, a era da centralidade do consumidor estará em construção. E todos os mercados terão pela frente uma sociedade marcada pelas centenas de vidas perdidas durante a pandemia, extenuada por perdas econômicas, mais exigente em torno da qualidade e preços dos serviços, e precisando ser mais bem compreendida por todos esses fornecedores. “Teremos um futuro de enorme competição entre todos, inclusive entre as seguradoras”, destacou Solange Beatriz.

Eduardo Fraga explicou que, antevendo os passos do consumidor do futuro com mais autonomia, a Susep “corre contra o tempo” para atualizar o marco regulatório, retirando os resquícios de uma economia analógica e convertendo-os em digital, por reconhecer enormes benefícios na digitalização. Para o Diretor da autarquia, a digitalização favorece a plena liberdade de escolha, com a aquisição de produtos mais customizados às verdadeiras necessidades dos clientes, e permite, também, “na ponta da oferta”, às seguradoras ter flexibilidade para criá-los com a segurança jurídica necessária. Segundo Fraga, como qualquer outro consumidor, o de seguros quer o produto com preços justos, coberturas adequadas, atendimento no canal de sua preferência e solução para suas dores de cabeça. “As regulamentações da Susep, quer as já aprovadas, quer as em fase de consulta pública, permitem ao mercado deixar de ser preservador do passado e mais criadores do seu próprio futuro”, assinalou.

A Diretora da Carlini Sociedade de Advogados, Angelica Carlini, disse que as exigências dos consumidores serão crescentes nos próximos anos, sobretudo entre os nativos digitais, ou seja, a geração que, em virtude da pandemia, acostumou-se a comemorar aniversários e assistir aulas pelo vídeo do computador- porque esse grupo cobrará presteza no atendimento e proteções sob medida. A seu ver, os nativos digitais poderão servir de fontes permanentes para revisão nas estratégias das empresas.

Para a Presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPS Consumo), Juliana Pereira, as transformações tecnológicas em curso afetaram, em diversas medidas, a estrutura do consumo, levando o consumidor a ser cada dia mais poderoso dentro da relação de consumo. Juliana avaliou que a centralidade no consumidor será o mantra para empresas que miram ser sustentáveis. E afirmou: “O consumidor do futuro cobrará agilidade no atendimento e resolubilidade. Nesse cenário, as empresas não poderão assumir mais uma posição protocolar ou bélica, mas ter um comportamento republicano, civilizatório, para evitar riscos à reputação.”

O Chefe do Programa Global de Justiça e Proteção ao Consumidor e responsável pelo Programa de Normas Técnicas da Consumers International avaliou que a regulamentação do universo digital é o passo fundamental para a construção de relações sólidas de mercados. “Se queremos que mercados e a Democracia funcionem, temos de tratar o tema da regulação digital como uma prioridade, para que consumidores tenham confiança no mundo digital e na economia digital”, destacou Antonino Serra Cambaceres.

Assita no portal da CNseg

NEWE Seguros colhe frutos da aposta em pessoas, tecnologia e diversificação

A NEWE Seguros continua colhendo os frutos dos investimentos e da modernização da sua gestão.  As vendas chegaram a R$ 147,5 milhões no primeiro trimestre de 2021, 234% maior do que o mesmo período do ano passado. “Mesmo com a pandemia iniciada em 2020, o que nos impõe muitas dificuldades, como o isolamento social, por exemplo, estamos nos esforçando para fazer rodar a engrenagem que desenhamos para sermos a melhor opção para corretores e clientes. O engajamento que temos obtido dos nossos parceiros é o que nos permite colher tais resultados”, comemora Rodrigo Motroni, vice-presidente da NEWE Seguros.

A diversificação de atuação da NEWE, não só no ramo agrícola, tem impulsionado o crescimento no número de apólices emitidas, o que deve se manter ao longo de 2021. No Agro, além da safra de verão 2020/2021, que já rende frutos, será lançado, ainda neste ano, o seguro para as culturas de uva, maça, tomate, entre outros. “Somado a isso, temos ótima expectativa com relação aos resultados das importantes parcerias que estão em curso com corretores, cooperativas  e revendas do Centro-Oeste e na nova fronteira agrícola da região MATOPIBA” afirma Motroni.

No seguro de linhas financeiros, a NEWE atua no ramo Garantia, desde julho do ano passado, e Fiança Locatícia, voltado ao mercado de pequenas e médias empresas, desde março deste ano. A novidade para o segundo semestre é o lançamento do Seguro Fiança Locatícia para pessoa física e a nova plataforma digital que irá facilitar a contratação dessa e das demais coberturas oferecidas pela companhia.

Leia mais NEWE Seguros avança e estreia no segmento de fiança locatícia empresarial

Se juntou à NEWE, ano passado, Átila Santos, como superintendente de Riscos Financeiros da seguradora. Ele traz em sua bagagem 18 anos de atuação nessa mesma área na Porto Seguro e veio para dar a largada na linha de produtos financeiros. Átila também prepara o terreno para, ainda no segundo semestre deste ano, ingressar em outros nichos, como o de seguro Cibernético, Responsabilidade Civil Profissional e Responsabilidade Civil de Executivos, mais conhecido como Director & Officers (D&O). “Criamos um grupo multidisciplinar para discutir novas soluções dentro das novas regulamentações da superintendência de seguros privados (SUSEP), o que traz mais liberdade para o desenvolvimento de produtos. Alguns deles, inclusive, já foram apresentados para o órgão regulador e especialistas nestes temas e tivemos excelente retorno, dado ao caráter inovador do que foi proposto, afirma Motroni. 

Paralelamente, a NEWE trabalha a todo vapor no desenvolvimento do seguro Paramétrico que, depois de anos em discussão, começa a tomar forma com o apoio do Ministério da Agricultura. Neste mês de abril, anunciou parceria firmada para o desenvolvimento de índices paramétricos  com o  IMNET. Batizado de SIM, Serviço de Informação Meteorológica, esse novo sistema será integrado a outras bases de dados do governo e de companhias privadas, e será capaz de prever potenciais quebras de safra e analisar o desempenho pregresso de lavouras, com histórico de até 5 anos.

Leia mais NEWE Seguros assina acordo com INMET para construção de índice paramétrico

O seguro Paramétrico vem sendo discutido no Brasil há mais de 5 anos. O produto é baseado em índices estabelecidos, em contrato, entre seguradora e segurado, como, por exemplo,  quantidade de chuva em determinado período, velocidade do vento, entre outros, que são riscos a que estão expostas as principais atividades agrícolas do país. Agora, com o apoio do governo, o paramétrico entrou numa fase de mostrar aos produtores como a tecnologia mudou a forma de se calcular o risco e o preço do seguro, possibilitando uma solução sob medida para cada tipo de cultura e de produtor. 

Para manter a estrutura de produtos e de atendimento diferenciados aos clientes, a área de Recursos Humanos da seguradora está mais ativa do que nunca. Contratou, em plena pandemia, mais de 35 novos colaboradores, dobrando, praticamente, o número de funcionários da NEWE. Somente ao Agro,  estão dedicados 40 profissionais, todos com nível superior, entre especialistas, mestres e doutores, além de peritos exclusivos, treinados pela seguradora. “Sabemos da importância de termos representantes da NEWE sempre próximos dos nossos clientes. Não poupamos esforços para formar um time preparado, capaz de interagir com os potenciais segurados e apresentar as proteções que construímos para que o patrimônio deles seja preservado, ”, comenta  Motroni.

Com relação à motivação das equipes e a atração dos melhores talentos do mercado, a resposta está na implementação de uma política bem estruturada de cargos e salários, com incentivos de curto, medio e longo prazo, já implementada este ano, tendo como base o resultado de 2020. E como parte da modernização da gestão da companhia,  juntaram-se ao quadro de acionistas da NEWE os seus principais executivos.  A ideia, segundo Motroni, é que eles tenham, além do espírito, o olho de dono: “E isso nos trás um ganho que não é palpável, mas que fica bem claro quando conseguimos desenvolver produtos diferenciados e oferecer um tratamento especial a clientes e parceiros.

MAPFRE registra crescimento de 13,3% em prêmios no 1º trimestre de 2021

ceo da mapfre

A MAPFRE Brasil registrou crescimento de 13,3% em prêmios no 1º trimestre deste ano no comparativo com os três primeiros meses de 2020. Mesmo diante de um cenário de desvalorização da moeda local, o volume atingido pela companhia no País totalizou R$4,9 bilhões (729 milhões de euros). O índice combinado ficou em 88,2%, cerca de sete pontos percentuais abaixo do registrado no primeiro trimestre do ano anterior. 

O bom desempenho em prêmios foi derivado dos ramos de Seguros Gerais, com R$2,5 bilhões (370 milhões de euros), seguido pelos segmentos de Vida e Previdência, com R$1,6 bilhão (247 milhões de euros), e de Auto, que gerou R$ 746 milhões (112 milhões de euros). 

“O ano de 2021 ainda vem sendo marcado pelos grandes desafios impostos pela Covid-19. Estamos avançando, mas há um longo caminho a ser percorrido. Temos objetivos claros para seguirmos com precisão e ritmo. Apesar da pandemia ter afetado alguns setores, como o aumento da sinistralidade de Vida, atingimos crescimentos consistentes neste primeiro trimestre”, afirma o CEO da MAPFRE Brasil, Fernando Pérez-Serrabona. 

Para Felipe Nascimento (foto), CEO de Seguros da MAPFRE Brasil, há um atento controle operacional e comercial alinhado à nova realidade de consumo. “Colhemos bons resultados em prêmios e seguiremos empenhados em melhorar todos os nossos indicadores, permitindo nos manter competitivos e com soluções seguradoras de alto valor agregado”, avalia.

A MAPFRE no mundo – O lucro global da MAPFRE registrado no primeiro trimestre deste ano foi de 173 milhões de euros (R$1,2 bilhão), um crescimento de 36,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pela melhoria dos negócios na Espanha, Latam Sul e América do Norte, bem como pelos negócios de resseguradoras. 

O aumento é considerado significativo, pois ocorre depois que mais de 109 milhões de euros (R$ 726 milhões) foram contabilizados no trimestre para os sinistros relacionados à Covid-19, dos quais cerca de 34 milhões euros (R$ 227 milhões) correspondem à Saúde e 48 milhões de euros (R$ 320 milhões) aos Riscos de Vida – praticamente concentrados na América Latina. A diminuição dos sinistros em Automóveis e Seguros Gerais é mantida por medidas de confinamento e desaceleração da atividade econômica. 

A receita total do grupo entre janeiro e março foi de 7,3 bilhões de euros (R$ 48,7 bilhões), enquanto os prêmios somaram cerca de 5,9 bilhões de euros (R$ 39,3 bilhões), queda de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, a uma taxa de câmbio constante, os prêmios cresceram 3,2% no mundo. 

O índice combinado (94,3%) melhorou aproximadamente seis pontos percentuais em comparação ao mesmo trimestre (pré-Covid) de 2020, destacando a redução de ocorrências em Automóveis e a ausência de acidentes catastróficos significativos. 

Estadão: Envolvido em escândalo de fraudes milionárias no IRB cria banco digital

ATUALIZAÇÃO – 10/08/2021 – O Estadão corrigiu a matéria informando que a corretora teve seu registro suspenso no dia 23 por conta de problemas no formato do envio de documentos, mas no dia 28 a SUSEP liberou a corretora para operar. 

Citado no escândalo de fraudes milionárias no IRB Brasil Re, Fernando Passos, ex-vice-presidente do ressegurador, está investindo em um novo negócio: uma espécie de banco digital voltado a microempreendedores nas regiões Norte e Nordeste. Enquanto aguarda o desfecho de processos durante sua gestão, inclusive na esfera criminal, ele montou no fim do ano passado a Cactvs, conforme documentos obtidos pelo Estadão/Broadcast e matéria escrita pela jornalista Aline Bronzati. Leia mais

Passos, que estava à frente da área de finanças, é visto como peça-chave no esquema de fraudes contábeis, que custaram mais de R$ 30 bilhões em valor de mercado para o IRB na Bolsa. O caso foi apontado pela gestora Squadra e envolveu também informações falsas relacionadas à Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. O caso gerou investigações internas, do Ministério Público e da Comissão de Valores Mobiliários. 

A Cactvs Corretora de Seguros estava com seu registro suspenso desde o último dia 23 (abril), mas na quinta-feira, 28, a Susep liberou a corretora para operar com a venda de apólices no País. A suspensão se deu por erros no sistema. O cadastro da corretora junto à Susep foi alterado por conta de um problema no formato do envio de documentos à autarquia, segundo fontes.

Procurada, a Cactvs não se manifestou. Fernando Passos também não quis se pronunciar a respeito.

Fator Seguradora lança o primeiro seguro arbitral do Brasil

Luis Eduardo Assis Fator Seguradora

Dentro do cenário de inovação que instiga o mercado segurador a criar soluções sob medida para consumidores, a Fator Seguradora sai na frente e lança o seguro garantia arbitral para atender ao grande volume de demandas das principais Câmaras de Arbitragem existentes no Brasil. O seguro arbitral, primeiro do mercado segurador aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), foi idealizado pela seguradora especializada em garantia com o apoio do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. “Nosso laboratório de inovação tem como meta o desenvolvimento de produtos para mitigar riscos dos clientes. Garantia está no DNA da seguradora e nossos especialistas sempre buscam soluções financeiras que agregam valor ao mundo corporativo”, diz Luis Eduardo Assis, CEO da Fator Seguradora. 

O potencial deste nicho de mercado é enorme. Segundo os idealizadores, há uma estimativa de que as demandas arbitrais das principais Câmaras existentes no país somam R$ 52 bilhões. “Entraremos em um nicho com boas oportunidades de mercado, ainda não explorado. A ideia é que seja utilizado como concessão de liminar com constrição de valor. O cliente pode apresentar uma apólice de seguro em vez de um bem patrimonial ou garantia financeira como contra cautela para concessão de liminar”, explica Agatha Lopes Mateus, advogada da Fator Seguradora. Segundo dados da CCI de 2016, o Brasil é um dos cinco países do mundo que mais usa arbitragem e a tendência é de crescimento e pulverização do seu uso. Isso ocorre por conta da imprevisibilidade e morosidade do judiciário no Brasil.

Cassio Gama Amaral, sócio da Mattos Filho, cita um exemplo do uso do seguro arbitral. “Seria uma disputa entre tomador de uma obra e um construtor sobre rescisão do contrato por inadimplemento. O tomador/dono da obra pode requerer, liminarmente, a rescisão do contrato e substituição imediata do construtor, sob alegação de inadimplemento absoluto. Para tanto, apresenta o seguro garantia arbitral para fazer frente a prejuízos que o construtor possa experimentar caso a liminar seja revogada ou não confirmada em sentença”. 

A vigência das apólices tende a ser menor do que a de seguro garantia judicial, com tempo médio de 17 meses. “Por não existir fase recursal, o ideal é 12 meses de vigência para que possamos acompanhar a manutenção da capacidade financeira do tomador”, acrescenta Agatha. A concessão da apólice de seguros segue os critérios de outros seguros financeiros da Fator Seguradora, entre eles o tomador ter patrimônio líquido superior a R$ 200 milhões. 

O produto foi aprovado por um pool de resseguradores, com a liderança do IRB Brasil Re. Segundo a executiva, o novo produto está integrado a um amplo processo de transformação digital que envolve toda a companhia. No primeiro semestre, o produto fará parte de uma nova plataforma digital, construída para facilitar o dia a dia de corretores, assessorias e parceiros de negócios. 

“Nossa missão agora é apresentar aos corretores de seguros o produto e os benefícios que ele traz aos clientes e assim conscientizar as empresas sobre a opção de oferecer uma apólice de seguro em vez de um deposito caução ou fiança bancária nos processos de arbitragem. É o mesmo caminho do seguro garantia judicial, que em 2020 movimentou mais de R$ 2 bilhões em prêmios. Temos a convicção de que o seguro garantia arbitral deverá se tornar uma exigência nos contratos que contam com clausulas de arbitragem”, conclui.

O seguro arbitral vem complementar o ramo de seguros financeiros da seguradora especialista em seguro garantia e que nos últimos anos amplia o portfolio com produtos como Responsabilidade Civil Profissional, Directors & Officers (D&O), Erros e Omissões (E&O), além dos tradicionais seguros corporativos como seguros de danos ou no jargão internacional Property & Casualty (P&C), que engloba seguro incêndio, riscos de engenharia, riscos operacionais, transportes entre outros que visam proteger o patrimônio das empresas. 

Inter Seguros cresce 350% em número de clientes no trimestre e mira em novos produtos

banco inter e liberty seguros

A Inter Seguros atingiu a marca de 367 mil clientes ativos em sua carteira no primeiro trimestre de 2021, com crescimento de 350% sobre o mesmo período de 2020. No mesmo comparativo, a venda de produtos cresceu 346%: foram negociados 147,9 mil seguros no 1T21, ante 33,2 mil no 1T20. “Já vínhamos acompanhando um crescimento forte em 2020. Neste ano, o ritmo continua acelerado, mostrando que os clientes já percebem o valor de contar com um seguro simples, transparente e com preço justo para proteger seus bens e sua família”, diz Paulo Padilha, CEO da Inter Seguros. 

As cartas de consórcio foram um dos destaques, com incremento de vendas, totalizando R$ 38,9 milhões no primeiro trimestre deste ano. O crescimento é de 129% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os prêmios somaram R$ 35 milhões neste primeiro trimestre, 44% superior ao 1T20. “Temos uma proposta simplificada e o portfólio de produtos mais completo do Brasil, mas queremos ir além”, diz Padilha.

“Nosso time trabalha constantemente para oferecer o que as pessoas realmente precisam, e estamos muito próximos de anunciar ainda mais opções de proteção para acompanhar a jornada do cliente em todos os momentos do seu dia, com novidades em saúde e proteção de gadgets. Vamos ainda abrir nossas opções para não correntistas e ampliar a operação para outros países”, conclui. 

O Inter possui 16 opções digitais – de seguro para pet à compra de imóvel, até os tradicionais residencial, auto e vida. A contratação de seguros no Inter é totalmente digital e sem intermediários, feita pelo aplicativo. Com poucos cliques, o cliente escolhe a opção que faz mais sentido para seu momento de vida. 

Reconhecimento internacional 
  A evolução expressada pelos números e a simplificação trazida pela Inter Seguros levaram a plataforma a receber o prêmio “Melhores Soluções de Seguro do Brasil 2021”, concedido pela Capital Finance International (CFI.co), publicação inglesa de cobertura internacional sobre negócios, economia e finanças. De acordo com o relatório dos jurados, a empresa se destaca pela inovação promovida no setor, na oferta de produtos diferenciados e nos resultados obtidos em curtíssimo tempo. 
  Os programas de prêmios CFI.co, de acordo com o site da publicação, identificam indivíduos e organizações que realmente agregam valor. A publicação busca mostrar, por meio desses programas, que as melhores práticas podem ser encontradas em todo o mundo e todos podem aprender uns com os outros. As nomeações iniciais são baseadas em contribuições de leitores, assinantes, colaboradores e visitantes do site. 

MDS Brasil anuncia presença no Clubhouse

Fonte: MDS

A MDS Brasil anuncia a adesão ao Clubhouse. Pautada em uma agenda de lives com periodicidade semanal, a empresa oferecerá discussões sobre novas tecnologias, tendências, soluções disruptivas e temas relevantes para o setor de seguros. 

As salas terão como hosts os executivos da companhia, e as presenças serão complementadas por jornalistas especializados e porta-vozes de grandes organizações parceiras do setor, como Sonho Seguro e Grupo Gestão RH, FSB, ABLab, Planin e Sou Segura – Associação das Mulheres do Mercado de Seguros. “Respeitando a informalidade que caracteriza o Clubhouse, porém sem abrir mão da qualidade dos conteúdos, os bate-papos irão gerar discussões ricas em insights e aprendizados colhidos no novo ambiente do mercado em que atuamos”, destaca Ariel Couto, CEO Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.  

Confira a agenda de lives: 

13/05/2021, às 17h – MDS Brasil TALKS CEOs: aprendizados e tendências para o setor de seguros,com Ariel Couto, CEO Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink. 

Sinopse: junto aos CEOS das principais seguradoras do Brasil e influenciadores como Denise Bueno, Ariel irá liderar uma conversa descontraída, porém, rica em vivências e insights, sobre os primeiros meses de 2021, bem como as projeções para 2022. Aprendizados, superações, perspectivas e desafios para o setor de seguros e corretagem serão postos em jogo com muita transparência e articulação.  

20/05/2021, às 17h – As inovações do setor de seguros em soluções e benefícios empresariais com os aprendizados da pandemia,com Gustavo Quintão, VP de Saúde e Benefícios; Isabel Azevedo, VP de Recursos Humanos, Claudia Leite Silva, Diretora Comercial de Benefícios, Filipe Nicodemos, Diretor de Relacionamento de Benefícios, e Grupo Gestão RH. 

Sinopse: nesta sala especialmente criada em parceria com o Grupo Gestão RH, ao lado de outros executivos da área e com foconos desafios e aprendizados de 2020, Gustavo e Isabel discutirão as profundas mudanças no mercado causadas pela pandemia e tratarão das principais tendências empresariais já em voga para 2021. Entre os principais assuntos, destacam-se: saúde e bem-estar em primeiro lugar; a necessidade de uma melhora na experiência ofertada ao colaborador; aplicação de inteligência artificial e análise preditiva nas estratégias de gestão de benefícios; mobilidade e flexibilidade; fortalecimento de uma cultura voltada à humanização, e muito mais. 

 
27/05/2021, às 17 horas – Insurance Groups: riscos e oportunidades em tempos de pandemia, com Thiago Tristão, VP de Riscos Corporativos e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions. 

Sinopse: na companhia de diretores, superintendentes, clientes e seguradoras ligados aos Riscos Empresariais, Thiago debaterá novidades em produtos e serviços, projeções para o mercado, cases de sucesso e premiações do setor. Programas de Gestão de Risco, informações sobre atuação internacional e soluções personalizadas para a atual conjuntura também entrarão em pauta. 

04/06/2021, às 17 horas – Novo Varejo: soluções e novas ofertas do ramo de seguros,com Ricardo Nogueira, Diretor de Retail da MDS Brasil. 

Sinopse: em clima descontraído, Ricardo falará sobre a inovação e a transformação digital já experimentadas pelo segmento ao longo da conjuntura atual. O executivo também trará um panorama das oportunidades que puderam ser aproveitadas a fim de “virar o jogo” cheio de obstáculos que a pandemia impôs.   

11/06/2021, às 17h – MDS Partners: conexões e conhecimentos compartilhados, com Patrícia Martins, Superintendente de Canais da MDS Brasil, e Paulo Loureiro, Diretor Executivo de Filiais da MDS Brasil. 

Sinopse: com a colaboração de agentes MDS Partners de grande expressão, Patrícia e Paulo abordarão os principais desafios e conquistas angariadas ao longo da trajetória do programa que, assim como as demais áreas da MDS Brasil, lidou com os efeitos da pandemia. Lançada no Brasil em 2019, a iniciativa já conta com mais de 100 parceiros espalhados por todas as regiões do Brasil e, a cada ano, cresce em capilaridade e volume de negócios.   

18/06/2021, às 17 horas – MDS Brasil Talks Marketing Summit: impactos da tecnologia e tendências para o marketing de seguros nos próximos anos,com Luciana Gonçalves e Kauê Garcia, líderes de Marketing e Comunicação da MDS Brasil. 

Sinopse: ao lado de líderes de Marketing de grandes empresas, Luciana e Kauê convidam os listeners a refletirem sobre as novas tendências, alternativas e interferências que têm moldado o marketing para seguros nos últimos e também nos próximos anos. A sala promete ser um hub de ideias, boas práticas e anseios em relação às metodologias e tecnologias que impulsionam esse mercado tão rico e estratégico. 

“Estamos animados em estrear este novo canal aberto à interação e à discussão, e convidamos a todos a se juntarem a nós em cada uma das salas para agregar perspectivas, impressões e experiências. Estamos certos de que, mais do que uma simples rede de drop-in áudio, o Clubhouse é um conglomerado para mentes pensantes e capazes de mostrar ao mundo a essência e o potencial dos seguros e da corretagem de uma forma dinâmica e fluida”, finaliza Couto. 

A importância do diálogo na harmonização das relações de consumo foi o tema em destaque do 2º webinar da Semana do Consumidor

 Fonte: CNseg

“A busca por harmonia na relação com os órgãos de defesa do consumidor é um dos valores que prestigiamos muito na CNseg e, há tempos, promovemos ações para fortalecer o diálogo institucional com essas entidades”, afirmou a Diretora-Executiva da CNseg Solange Beatriz Mendes na abertura do webinar “A experiência das demandas do consumidor”, realizado nesta terça-feira, dia 27. 

O encontro, que foi o segundo webinar da série da Semana do Consumidor, contou também com a participação do professor de Direito do Consumidor Ricardo Morishita; da Diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador Mapfre, Claudia Wharton; do Presidente da Associação Brasileira de Procons, Filipe Vieira, e do Defensor Público do RJ e Coordenador do NUDECON, Eduardo Tostes, com moderação da Diretora da CNseg. 

Em 2015, afirmou Solange Beatriz Mendes, a CNseg deu início aos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, que são encontros com Procons regionais para discutir os problemas nas relações de consumo no setor segurador. Ao todo, já foram realizadas oito edições em todas as regiões do Brasil. O aspecto mais importante desses Colóquios, afirmou ela, “é o enfrentamento dos problemas por meio do diálogo franco, propiciando a construção de uma relação de confiança entre as partes”. 

A importância do diálogo na resolução de conflitos também foi destacada pelo Presidente da Associação Brasileira de Procons, principalmente para resolver os problemas de comunicação que, segundo ele, são os causadores da maioria dos conflitos. “Muitas vezes, as empresas acham que estão fazendo tudo certo, mas a comunicação com o consumidor é que não está indo bem”.

Na ocasião, Filipe Vieira levantou uma questão que muito tem preocupado, tanto o mercado segurador, como os órgãos de defesa do consumidor, que é o da venda de proteção veicular por parte de associações que se colocam como equivalentes às seguradoras, mas “não trabalham com a mesma natureza jurídica do seguro, não seguem as mesmas regras e estão à margem da Lei”.  

A esse respeito, a Diretora da CNseg afirmou que é uma falácia acreditar que há um livre arbítrio por parte das pessoas que buscam essas associações pois, na maioria das vezes, desconhecem os riscos aos quais estão expostas. 

Mas o grande tema do webinar foi mesmo o da busca do diálogo para a harmonização das relações, que também foi abordada pelo Defensor Público do RJ e Coordenador do NUDECON, Eduardo Tostes. Diálogo necessário, segundo ele, para “se compreender o que é razoável em termos de direito para os órgãos de defesa do consumidor e o que é adequado para as empresas”. E, nesse processo, ele destacou a importância da plataforma Consumidor.gov mas, sobretudo, a importância das ouvidorias. “Com transparência e respostas razoáveis, em prazos razoáveis por parte das ouvidorias das empresas, conseguimos reduzir em muito as demandas que chegam aos órgãos de defesa do consumidor e ao judiciário”, afirmou, complementando: “espero que o exemplo de diálogo transparente do setor segurador sirva para outros segmentos econômicos”. 

Como representante da categoria dos ouvidores no webinar, a Diretora de Ouvidoria do Grupo Segurador Mapfre, Claudia Wharton, que também é membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg, disse que seu papel é atuar com imparcialidade na resolução dos conflitos, buscando entender os pontos de vista dos clientes, mas também os de toda a cadeia de comercialização do seguro. “Quando um consumidor nos procura, nossa missão é resolver seu problema da melhor forma possível, tentando evitar que essa demanda siga para outras instâncias, mas também temos o papel de buscar entender as causas que originaram esse tipo de problema e trabalhar pela sua mitigação”, afirmou ela. 

Complementando, Solange Beatriz Mendes lembrou que a maior parte das seguradoras já havia instituído voluntariamente suas ouvidorias muito antes delas se tornarem obrigatórias. 

Apresentado pela Diretora-Executiva da CNseg como o grande idealizador dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, o professor Ricardo Morishita foi mais um que ressaltou a importância do diálogo, afirmando que é por meio dele que se constrói a confiança. Entretanto, destacou, essa confiança só ocorre quando “nos colocamos vulneráveis e de maneira verdadeira nesse diálogo”. E trazendo essa analogia para os Colóquios, disse que eles só puderam funcionar porque o setor teve a coragem de abordar suas vulnerabilidades nesses encontros.

Já ao fim de sua participação, abordando também a questão da venda da chamada proteção veicular, o professor afirmou que “essas associações de proteção veicular não são seguradoras, muito menos associações e o mal funcionamento dessas organizações pode acabar respingando injustamente na imagem das seguradoras”, concluiu. 

Nesta quarta-feira, dia 28, acontece o último webinar da Semana do Consumidor, tendo como tema “O consumidor do futuro”, também mediado pela Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz Mendes e abordando as tendências regulatórias, as novas tecnologias e as mudanças no comportamento dos consumidores com impactos no mercado de seguros. 

Para conferir o vídeo do webinar de ontem no Canal da CNseg no YouTube.

Estudo da Accenture prevê incremento de US$ 1,4 trilhão no setor mundial de seguros até 2025

estudo accenture seguros

A indústria global de seguros crescerá em US$ 1,4 trilhão entre 2020 e 2025, apesar das atuais condições de recessão e dos modelos que apontam risco ascendente. Vale lembrar que mundialmente o setor movimenta vendas acima de U$ 5 trilhões. Para captar uma parte deste crescimento e defender o seu lugar na cadeia de valor dos seguros, players da indústria seguradora devem inovar, adverte o Insurance Revenue Landscape 2025: Innovate for Resilience, relatório de pesquisa divulgada pela Accenture, consultora global de tecnologia e estratégia.

Segundo o estudo, prêmios globais significativos provavelmente serão renovados com novos produtos inovadores e uma mudança na distribuição para canais digitais ou plataformas de terceiros. “As seguradoras não podem contar com taxas de retenção históricas para manter os pools de receita tradicionais. A inovação tanto no produto quanto na distribuição é uma necessidade se uma seguradora deseja defender a receita existente”, afirmam os autores.

Historicamente, as taxas de retenção de clientes oscilam em torno de 85% para a maioria das seguradoras. Com a mudança para canais digitais e plataformas de terceiros, as seguradoras que se recusam a inovar podem ver quedas de receita de quase 5%, estima o estudo.

Uma análise mais aprofundada das mudanças no risco revela novas oportunidades de receita impulsionadas pela inovação, além do crescimento dos produtos de seguro tradicionais. Em jogo estão US$ 200 bilhões em receitas de produtos e serviços habilitados para tecnologia, serviços de valor agregado e monetização de dados e tecnologia.
“As seguradoras precisarão inovar para obter vantagem competitiva neste novo cenário de receita, ao mesmo tempo em que constroem resiliência em seus negócios e portfólios de produtos”, acrescentam os autores.

A indústria se aglutinará em torno de 4 áreas de inovação, afirma a Accenture: Produtos e serviços de saúde/ bem-estar e vida, com U$ 120 bilhões em receitas de produtos e serviços de saúde inteligentes, especialmente para populações em envelhecimento, e produtos de gestão direta de vida e patrimônio. Em segundo lugar, o estudo cita produtos direcionados a riscos com economia, mudança climática e ameaças cibernéticas, com US$ 115 bilhões em receita de produtos e serviços para lidar com novas exposições, como mudanças climáticas, uso de ativos de economia compartilhada e ameaças cibernéticas maiores.

Integração de tecnologia com produtos P&C tradicionais devem movimentar outros US$ 120 bilhões em produtos e serviços que possibilitam automóveis inteligentes, casas inteligentes e manufatura inteligente. E por fim, o estudo cita a tendencia de distribuidores alternativos, com US$ 125 bilhões de trocas de prêmios para novos distribuidores, como grandes tecnologias, fabricantes e insurtechs, e vendas diretas de pequenos seguros comerciais.

Inovar para obter vantagem competitiva com insights baseados em dados pode capacitar a seguradora com uma estratégia de negócios resiliente não é mais uma tendencia e sim uma questão de sobrevivencia, alerta o estudo. “Cada seguradora terá necessidades e clientes exclusivos que exigem uma abordagem exclusiva para construir resiliência de longo prazo. Estamos há um ano na pandemia COVID-19. A experiência prova que os cenários de crise podem atacar rapidamente as empresas que não inovarem”, sentenciam os autores.