Presidente da CNseg defende medidas para enfrentar os desafios da saúde suplementar

Fonte: CNseg

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta quarta-feira, dia 28, do painel de abertura do Fórum de Saúde e Previdência, realizado remotamente pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ). Tendo os impactos da pandemia na gestão de saúde pelas áreas de Recursos Humanos nas empresas como tema central, o painel de abertura também contou com a participação do Presidente da ABRH, Paulo Sardinha, e do Diretor-gerente da Bradesco Saúde, Flávio Bitter, que foi o moderador.  

O Presidente da CNseg iniciou sua participação apresentando um panorama do mercado de saúde suplementar, que ao longo dos últimos 12 anos cresceu muito acima do PIB, em um movimento contracíclico, em reação às dificuldades de acesso à saúde pública. Nesse período, disse ele, também ocorreu um aumento dos custos do financiamento da saúde gerado, entre outros fatores, pelo “formidável desenvolvimento da tecnologia em saúde” e pela reorganização da cadeia de recursos, que mudou o foco da atenção primária à saúde para a secundária e terciária, gerando um embate em relação aos custos entre o segmento que financia (as empresas) e os prestadores de assistência (as operadoras de planos de saúde).

Entretanto, lembrou Coriolano, o aumento dos sentimentos de finitude e de aversão a riscos gerados pela pandemia fizeram com que a população adotasse um padrão mais elevado de preocupação com a saúde e a vida e as empresas redobrassem a preocupação com a saúde de seus funcionários.

Diante desse impasse entre a preocupação com a saúde e a dificuldade de seu financiamento, o Presidente da CNseg propôs a busca de soluções que “integrem toda a cadeia produtiva da saúde”, inclusive os contratantes de planos coletivos, destacando algumas medidas necessárias, como uma maior racionalidade na incorporação tecnológica na saúde; uma maior atenção à saúde básica e à promoção da saúde; a revisão do modelo de remuneração de prestadores, valorizando a efetividade; e a revisão do marco legal do setor.

Ele também lembrou que a catástrofe da pandemia é uma entre outras que precisam ser enfrentadas, citando como exemplo a crise ambiental e destacando também a necessidade de preocupação com os fatores ASG (Ambientais, Sociais e de Governança).

Concordando com o Presidente da CNseg, o Presidente da ABRH afirmou que o retorno à estabilidade passa pela integração de todos os atores da cadeia de saúde e que os departamentos de RH são os melhores interlocutores para construir as pontes necessárias para a superação da crise da melhor maneira.

Paulo Sardinha também disse que os RH das empresas terão um papel muito mais abrangente em relação ao cuidado com a saúde dos funcionários, deixando de se preocupar exclusivamente com a gestão do plano de saúde da empresa e com o SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho). “Não vejo mais como possível avaliar os planos de saúde apenas em relação a custos”, afirmou, complementando que o conceito de saúde precisa ser encarado de uma forma ainda mais ampla e as empresas também precisam se preocupar com o que acontece “fora de seus muros”, pois as organizações são diretamente impactadas, por exemplo, pelo histórico dos indivíduos em relação a saúde e educação, lembrando também que atitudes individuais podem colocar em risco toda a coletividade.

Evidenciando um alinhamento de ideias, o Presidente da CNseg, que disse se considerar também um gestor de RH, visto comandar uma organização com cerca de 200 funcionários,  acrescentou outras questões que devem estar no radar dos RH, como a necessidade de um conforto social e a preocupação com a poluição e até com o lixo nas ruas. “As área de RH terão que ser vistas, daqui por diante, mais que tudo, como agentes de transformação da vida das pessoas”, concluiu.

Especialistas se unem e criam curso sobre inovação em seguros na Fintech School

Fonte: Fintech School

A Fintech School, especializada em educação para as áreas de Finanças, Tecnologia e Negócios, anuncia mais uma novidade no seu portfólio de cursos: o programa “Agenda Regulatória Susep – Oportunidades e desafios para a inovação na indústria de seguros”. 

Em dezembro do ano passado, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou o plano de regulação da autarquia para o exercício de 2021. Diante da agenda divulgada, a regulação irá apoiar a inovação, criando uma maior concorrência e levando o mercado segurador a fazer melhor uso de tecnologias.  Dividido em 8 módulos, o programa, com 10 horas e custo de R$ 1.299,00, irá abordar os seguintes Agenda Regulatória 2021, Consolidação de Normas, Sistema de Registro de Operações, Política de Segurança Cibernética, Open Insurance, Revisão do limite de cessão em resseguro/retrocessão, Produtos de acumulação, Demonstrações Financeiras e Política de Responsabilidade Socioambiental. 

Os módulos serão apresentados por nomes de peso do mercado. Compõem a lista de painelistas Renato Terzi (BMG Cor), Camila Calais (Mattos Filho), Abner Oliva (Cerc Central de Recebíveis), Marta Schuh (Marsh), Marcia Cicarelli (Demarest), Paulo Brancher (Mattos Filho), Eduardo Bezerra (Wiz), Rogério Melfi (Tecban), Laura Maconi (Oliver Wyman), Ronald Kaufmann (Control Consultoria), Fabiano Lima (Zurich Seguros), João Batista Ângelo (Zurich Santander Seguros), Gustavo Rezende Vieira (Santander Auto), Barbara Bassani (Tozzini Freire) e André Antunes (Tozzini Freire). 

Entre os principais objetivos do painel, destaca-se a contextualização da agenda regulatória para o setor, de movimento de registradoras no país e as tendências previstas para a indústria. “Entre as inovações que serão abordadas estão a transformação digital e o uso de dados inteligentes (conectado ao open insurance); o sandbox, trazendo maior competitividade ao setor; a utilização de garantias para mitigação de riscos e eficiência operacional”, explica Abner Oliva, COO da CERC, que abordará o Sistema de Registro de Operações.

No módulo sobre Open Insurance, o assunto principal será a maneira como a transformação no mercado financeiro está sendo regulada no Brasil e no Mundo. “O movimento Open, que iniciou em Open Banking, está avançando para outros mercados, gerando uma série de novas oportunidades”, declara, Rogerio Melfi, especialista em Novas Plataformas / Open Banking na TecBan. De acordo com Laura Maconi, da consultoria Oliver Wyman, o acesso a dados e avanços tecnológicos irá fomentar a inovação no setor, com maior foco em atender as necessidades do cliente.

Pela primeira vez, o tema ASG (Ambiental, Social e Governança) foi incluído entre as prioridades da agenda da SUSEP. “O módulo sobre ASG trará um panorama sobre este aspecto ainda pouco explorado no setor, auxiliando na reflexão sobre condutas supervisionadas e dos próprios segurados que estejam condizentes com as melhores práticas do mercado”, garante Barbara Bassani, advogada no Escritório TozziniFreire. 

O curso é indicado para empreendedores, profissionais ou entusiastas do mercado interessados em se inserir em um mindset de inovação que visa antever o potencial da indústria de seguros impulsionado pelo momento regulatório e pela mudança de comportamento do consumidor na pandemia. 

Serviço

Início do curso: 31 de maio de 2021.

Matrículas Abertas

Inscrições pelo site: https://agenda-regulatoria-susep.fintechschool.com.br/

Sobre a Fintech School

A Fintech School é especializada em educação para as áreas de Finanças, Tecnologia e Negócios. Em um mundo de mudanças aceleradas, preparar profissionais para o futuro é essencial. Com programas variados ministrados por diversos experts, a escola oferece uma visão ampla de quais são as oportunidades e os desafios da transformação digital, preparando seus alunos para se destacarem no mercado de trabalho.  

Serviços de encanador lideram o ranking com 24% das solicitações de atendimento na pandemia, segundo

Fonte: Allianz

Com a pandemia do coronavírus, a assistência 24h foi uma aliada dos adeptos ao seguro Residência. De acordo com um levantamento realizado pela Allianz Seguros, no período de março a dezembro de 2020, foi registrado um aumento de 42% nos acionamentos dos serviços de assistência, em relação ao mesmo período de 2019.

No período da pesquisa, os serviços mais acionados foram de encanador (24%), eletricista (12%), check-up lar (7%) e locação (4%), sendo as maiores motivações os problemas hidráulicos (25%), consertos de eletrodomésticos (21%) e elétricos (11%).

“Nos primeiros meses de isolamento, de março a maio, os acionamentos foram mais tímidos, devido à preocupação dos segurados em receber terceiros. Com a flexibilização, vimos as solicitações pelos serviços serem retomadas. Afinal, quanto mais tempo em casa usufruindo de sua estrutura, mais imprevistos tendem a acontecer, com os clientes precisando de respaldo para problemas emergenciais”, conta David Beatham, diretor executivo de Massificados e Vida da Allianz Seguros. 

Regiões com maior acionamento de assistência 24h

Nos meses analisados pela Allianz, foram registrados mais acionamentos nas capitais brasileiras, onde estão concentradas a maioria das apólices da empresa. Os top 5 estados com mais solicitações foram: São Paulo (47%), Minas Gerais (13%), Paraná (11%), Santa Catarina (6%) e Rio de Janeiro (5,5%).

Aumento da procura

A Allianz também percebeu um aumento na procura dos seguros Residência Especial e Exclusivo – as ofertas mais completas da companhia. O dado reflete uma crescente de preocupação dos consumidores em qualificarem a proteção de seus patrimônios.

“Esse cenário pôde ser percebido pelas áreas Técnica e Comercial, que foram mais acionadas na busca por informações e entendimento do produto por parte dos corretores que trabalham com a companhia, refletindo o interesse dos consumidores”, afirma David Beatham.

Principais benefícios do seguro Residencial

Um pacote de assistência 24h precisa estar em linha com as necessidades do segurado dentro de casa, além de atender outros fatores que permeiam a sua vida fora do lar. O plano mais completo da Allianz oferece 74 serviços, incluindo assistência a pets, bicicletas, além de check-up kids, idoso e outras facilidades. “A variedade de itens que pode ser contemplada em uma única apólice de seguro confirma a importância que damos no amparo total ao dia a dia do segurado, que ainda conta com garantia na prestação de quaisquer serviços”, diz Beatham.

Além dos serviços prestados à equipamentos de linha branca, como geladeiras, fogão, micro-ondas, a Allianz oferece consertos de linha marrom também – os eletrônicos de uso doméstico, como televisão, home-theaters, aparelhos de áudio.

BRB faz parceria com corretora Wiz para ofertar seguros aos clientes do banco

Fonte: Wiz

O Banco de Brasília anunciou a escolha da Wiz Soluções para a oferta de seguros no modelo bancassurance, com exclusividade, por 20 anos. O BRB e a gestora dos canais de distribuição de seguros e produtos financeiros vão criar uma joint venture para a potencialização de negócios, junto aos clientes de todo o Brasil. 

Agora as partes dedicam-se à troca de documentos e aos últimos acertos para a formalização do vínculo e início da operação. Detalhes da composição societária e de valores envolvidos nas tratativas, entre outros, estão por ora restritos aos administradores das duas empresas. O modelo ominichannel, com atendimento presencial nas agências do BRB, correspondentes bancários, agentes da rede de parceiros da Wiz e atuação remota será adotada na joint venture.

O BRB vem em uma crescente jornada de digitalização, sob o comando de Paulo Henrique Costa, executivo C-level com mais de 20 anos de experiência em instituições financeiras, de seguros e investimentos. O Banco tem destacado valores importantes em tecnologia para a expansão dos serviços para as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do País. A instituição financeira alcançou lucro de R$ 449,6 milhões, em 2020. Uma alta de 7,3% comparada ao ano anterior. 

“Hoje é uma data histórica. Vamos para um acordo de corretagem e venda de produtos de seguridade. A Wiz tem feito um trabalho sensacional, com experiência enorme com o cliente e capacidade extraordinária de gerar negócios e relacionamento. Nos últimos tempos, partimos à modernização dos serviços para ser um banco completo para varejo e entes públicos”, celebra o presidente do BRB.

Os resultados do Banco têm como base a política de expansão principalmente de crédito imobiliário, bem como o lançamento do Banco Digital Nação BRB FLA, em parceria com o Flamengo, que contribuiu para a maior digitalização e ganho de eficiência operacional da instituição. A plataforma com o Clube gerou 460 mil contas, que já representam 55% das contas do BRB tradicional. 

“Com a parceria do BRB com a Wiz, focada em seguridade, nós esperamos ampliar expressivamente a base atual de clientes, em cinco anos. Porque seguro favorece muito o relacionamento. Recolhemos R$ 700 milhões em prêmio no ano passado”, complementa Paulo Henrique.  Em 2020, o BRB registrou um aumento na comercialização de seguros da ordem de 35% frente ao ano anterior. No mês passado, o Banco divulgou que investirá R$ 10 milhões em marketplace para oferta de produtos bancários para caminhoneiros, a partir de um acordo com o Ministério da Infraestrutura. Nele, será possível a antecipação de receitas com serviços de frete, tomar empréstimos e contratar seguros em condições especiais, entre outros. 

A Wiz obteve lucro de R$ 199 milhões, retração de 7,3% em razão de provisionamentos não recorrentes, em 2020. A companhia dedicará esforços para ampliar as bases de públicos de interesse do BRB e, como hábito, proporcionar resultados expressivos para o parceiro. Dos últimos dois anos para cá, e principalmente neste começo do ano quando perdeu a parceria com a Caixa Seguridade, a Wiz vem firmando contratos com outras instituições financeiras. “Temos pleno senso do desafio e das oportunidades. E a certeza de que vamos construir uma nova companhia de futuro grandioso”, celebra o CEO da Wiz, Heverton Peixoto. 

Artigo: Criatividade, persistência e obstinação para superar a crise

por Marcelo Farinha, diretor comercial da Brasilcap e presidente da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap)

A capitalização surgiu no Brasil em 1929, em meio a uma enorme crise internacional. O país, então dependente de capital externo, vivia período de carência de recursos que pudesse alavancar o seu desenvolvimento. Assim, a capitalização nasceu com a missão de mobilizar e aglutinar pequenas economias populares para formação de poupança nacional de larga escala. Hoje, diante da pior crise do século, o segmento demonstra mais uma vez o seu papel de fomento econômico e social.

Em 2020, mesmo diante do cenário adverso da pandemia, o segmento injetou R$ 19,2 bilhões no mercado, considerando os valores pagos em resgates e nos sorteios. Esses recursos ajudam a movimentar a economia, trazendo segurança para as famílias em um ano tão desafiador. Acima de tudo, ajudam as pessoas a realizarem seus planos e projetos.

Concretizar planos em tempos de crise, no entanto, exige criatividade, pensar fora da caixa. Segundo Albert Einstein, a crise traz progresso, pois nos obriga a fazer diferente. Diante de um consumidor cada vez mais exigente e conectado, é natural que o mercado de capitalização experimente novas formas de interação com o cliente. Enfrentar desafios e superar obstáculos são a tônica de um segmento que, ao longo de seus 92 anos de existência, demonstra obstinação, persistência e criatividade.

Essa resiliência é novamente colocada à prova em meio à pandemia de Covid-19. Diferentemente de outras crises que a nossa geração conheceu, esta não teve origem no ambiente econômico, mas irradiou seus reflexos para toda a economia. A necessidade de distanciamento chegou ao Brasil no momento em que o país tentava retomar o ritmo de crescimento. E obrigou a capitalização a buscar novas estratégias de relacionamento com o consumidor.

De saída, a pandemia impactou o ambiente geral de negócios. Como reflexo, a indústria viu seu faturamento encolher em torno de 4,1% no ano passado. Uma crise dessa dimensão mexe bastante com as pessoas. É natural que a sociedade repense seus valores.  Assim, a tendência é que as pessoas revejam hábitos de consumo e busquem o essencial, o sustentável. 

Esse tipo de comportamento ajuda a explicar o desempenho da capitalização no último ano. Em 2020, as reservas técnicas avançaram 5,4% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 32,4 bilhões. Já os resgates diminuíram 4,8%. A percepção de risco que a crise traz leva as pessoas a buscarem segurança financeira. Daí essa redução nos resgastes. É o sentimento de guardar agora para atravessar os momentos mais críticos que a crise pode trazer.

A crise não apenas impactou a renda das famílias, como afetou o sistema de distribuição do segmento, ao criar uma distância entre a força de vendas e o consumidor. Diante disso, os esforços de superação foram empreendidos em quatro grandes eixos:

a.  Intensificar o foco no relacionamento com cliente. Foi necessário redirecionar os esforços da central de distribuição: em lugar de vender, prestar pronto atendimento; reformular a comunicação com os clientes e promover uma atuação mais empática, ajustada às adversidades atuais.

b. Reforçar o cuidado com os colaboradores. A indústria, de maneira geral, introduziu o conceito do teletrabalho, como forma de proteger seu mais importante ativo – os recursos humanos – e também cuidar para evitar a pressão sobre o sistema de saúde. Na Brasilcap, por exemplo, além da rotina de atividades laborais remotas, foi adotada estratégia de manutenção de empregos. Em vez de reduzir o quadro, o time foi ampliado, com novas contratações durante a pandemia. Há funcionários que iniciaram sua jornada na Companhia trabalhando em casa e até o momento não conhecem pessoalmente seus colegas.

c. O terceiro eixo de ação foi direcionado à sociedade em geral. Diferentemente de anos anteriores, em que os investimentos sociais geralmente se concentravam no fim do exercício, em 2020 antecipamos aportes e os direcionamos para projetos destinados a aliviar os impactos da pandemia. A Brasilcap destinou R$ 2,3 milhões a hospitais e instituições do terceiro setor atuantes no combate aos efeitos da Covid-19.

d. Por último, devem ser destacados os esforços do segmento de capitalização para diversificar os canais de distribuição, notadamente no campo digital. Diante de uma sociedade cada vez mais conectada e fisicamente distante, há um movimento crescente de investimentos em soluções de negócios digitais.  Foi assim – combinando avanço tecnológico com responsabilidade social – que a Brasilcap lançou em abril de 2020 o Doadin, seu primeiro produto inteiramente digital, destinado a captar e direcionar recursos para entidades filantrópicas.

Sobre responsabilidade social, fica claro que a percepção de dor e sofrimento faz com que valores como empatia, solidariedade e união ganhem mais relevância, em oposição a comportamentos individuais. É uma tendência que poderá ensejar maior engajamento nas causas sociais. Esse sentimento conversa com a capitalização na modalidade Filantropia Premiável, que permite ao titular doar recursos para uma causa que considere justa e ainda concorrer a prêmios: fazer o bem faz bem!

 Outra modalidade que dialoga em sintonia com o cenário atual é Instrumento de Garantia. Nela, as reservas do titular podem ser vinculadas como garantia de uma operação de crédito, de locação de imóveis (em substituição ao fiador) ou qualquer outro tipo de contrato entre as partes. No momento crítico em que vivemos, é natural que os agentes de mercado fiquem mais reticentes diante dos riscos e passem a se cercar de maior segurança nos negócios.  Não à toa, essa modalidade – em vigor desde abril de 2019 – já representa cerca de 11% do volume total de títulos emitidos e apresenta grande potencial de crescimento.

As mudanças também abarcam o universo digital. Vivemos uma era de grandes transformações bem antes da crise. Somos mais conectados, estamos mais longevos, admitimos novos conceitos de núcleo familiar, usamos dinheiro eletrônico e pagamos nossas contas com o celular. O consumidor mais exigente, informado e consciente valoriza a experiência, agilidade e conveniência e demanda novos modelos de negócios. Os produtos precisam estar inseridos em sua jornada de relacionamento.

A crise sanitária, ou o distanciamento social dela decorrente, acabam reforçando a necessidade de transformações, a partir de condições previamente existentes: os nativos digitais, a evolução tecnológica e a estabilização econômica. Assim como os serviços de delivery (em especial, de alimentos), o mercado de capitalização procura interagir com clientes por meio de canais digitais (em complemento aos canais tradicionais). A entrega de valor por meio de novas plataformas é um caminho sem volta.

Enfim, não vamos sair desta crise da mesma forma como entramos. O ambiente de negócios é o combustível e a crise, o catalisador. A capitalização tem muito a contribuir para a superação deste cenário. Com suas distintas modalidades – Tradicional, Popular, Incentivo, Instrumento de Garantia, Compra Programada e Filantropia Premiável –, o segmento oferece um conjunto versátil de soluções. Cada vez mais, ele se revela sustentável para diferentes perfis de consumidores, com sua história de quase um século. Sobretudo, é um instrumento de salvaguarda financeira, exercendo papel de destaque no fomento à atividade social e econômica.  

Plataforma da SulAmérica e Órama conquista mais de 2,5 mil corretores de seguros em 4 meses

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Fonte: SulAmérica

Lançada em novembro de 2020 pela SulAmérica em parceria com a Órama, a plataforma IndicaSAS registrou a marca de mais de 2.500 corretores de seguros cadastrados – alcançando, nove meses antes, a meta prevista para o fim de 2021. Outros 500 parceiros de negócios estão em fase de integração. O objetivo da plataforma é apoiar os corretores para que eles possam indicar para a Órama clientes que queiram fortalecer a saúde financeira. 

Para Habib Nascif, CEO da Órama, o forte interesse pelo projeto demonstra que a empresa está no caminho certo: “O melhor caminho é esse mesmo, o de fomentar a educação financeira e ajudar a disseminar boas práticas de como lidar com o dinheiro. É um caminho que a Órama vem trilhando, com sucesso, há cerca de uma década. E o trabalho dos corretores impulsiona esse movimento”.

“Hoje, os corretores podem oferecer Saúde Integral para seus clientes, com opções em seu portfólio de saúde física, emocional e financeira. Além de produtos de Saúde, Odonto, Vida e Previdência, agora eles também podem apresentar a Órama para quem tiver interesse em investir”, destava Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica. 

“Nossa ideia ao lançar essa plataforma pioneira foi aproximar o corretor de seguros dos investimentos e disponibilizar recursos para que ele possa indicar a Órama para apresentar esse novo tema para seus clientes. Todo corretor pode ser um indicador e caso ele tenha interesse em se aprofundar em conceitos de planejamento financeiro, basta fazer dois cursos preparatórios que estão disponíveis na PraSaber, a Escola de Negócios da SulAmérica”, explica Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência. “Já os corretores que desejam ampliar seus negócios e querem trabalhar como Agentes Autônomos de fato precisam buscar uma formação e certificação regulatória especifica para atuar no mercado de investimentos”. 

Felipe Merotto, da Merotto Consultoria, é um dos corretores cadastrados na IndicaSAS. Ele atua na área de seguros há 12 anos e relata que a plataforma foi uma facilitadora para que ele pudesse indicar a seus clientes uma parceira de confiança. “A partir do lançamento da IndicaSAS, iniciei um projeto para atender meus clientes em suas múltiplas necessidades. Desde então, com a atuação da Órama, pude apontar o caminho para que eles fossem atendidos por completo, considerando diferentes produtos. Foi como abrir um novo mundo para eles”, explica. 

Fundación MAPFRE celebra 30 anos no Brasil dedicados à melhoria do bem-estar e do progresso social

Fonte: Mapfre

A preocupação com o social e a disseminação de conhecimento sempre foram inerentes à Fundación MAPFRE, que este ano completa 45 anos de existência e 30 anos de atuação no Brasil. Com sede na Espanha e presença em 31 países, a sua trajetória, refletida em inúmeras iniciativas nas áreas de Ação Social, Cultura, Promoção da Saúde, Prevenção e Segurança Viária e Seguro e Previdência Social, resumem os propósitos que a movem e traduzem a essência do mutualismo e da proteção. 

No Brasil, a instituição é um importante agente de transformação social que promove a qualidade de vida e colabora positivamente para as demandas sociais enfrentadas em âmbito nacional. Por meio do programa Cooperação Internacional, em colaboração com 14 organizações não-governamentais, os trabalhos realizados pela Fundación impactaram mais de 15 mil pessoas somente no último ano, fomentando a educação de milhares de crianças e adolescentes em risco de exclusão social. 

“Trabalhamos incansavelmente para que a sociedade seja mais igualitária e humana, com o compromisso de ajudar àqueles que mais precisam. Essa tem sido uma jornada de superação e desafios, mas ao mesmo tempo repleta de conquistas e resultados positivos. Por isso, é com orgulho que comemoramos esses 30 anos de dedicação ao próximo e melhoria da qualidade de vida de pessoas”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil e representante da entidade no país. 

Em 2020, as ações da Fundación voltaram-se ao enfrentamento da Covid-19. Ao todo, 35 milhões de euros foram investidos em 27 países, dos quais mais de R$ 18 milhões foram direcionados a medidas emergenciais à população brasileira como aquisição de leitos e insumos hospitalares, apoio à produção de respiradores e hospitais de campanha, além da distribuição de kits de higiene em comunidades vulneráveis. 

“As doações mostram que, diante de situações extremas e difíceis, procuramos avançar entre o desafio e a esperança. Superaremos este cenário e o faremos com o que melhor nos define: a solidariedade”, afirma Serrabona. 

Para promover seus valores solidários e de ajuda ao próximo, a Fundación MAPFRE estreou a campanha “Construindo um Futuro Mais Humano”, ressaltando a importância dos valores humanos, fundamentais para superar crises e garantir um futuro inovador e sustentável. O tom emocional, de reflexões sobre o presente e o futuro da humanidade, incluindo a relação das pessoas com a tecnologia, foi o caminho escolhido pela instituição para esta produção. 

“Construindo um Futuro Mais Humano” traduz o compromisso da Fundación MAPFRE com a sociedade há 45 anos. Se considerarmos a sua atuação globalmente, são milhares de pessoas beneficiadas em projetos que envolveram um leque muito amplo de instituições, públicas e privadas, nacionais e internacionais, ONGS, museus, fundações e associações, além do trabalho de 11.300 voluntários nos países onde a MAPFRE atua”, afirma Fátima Lima, Diretora de Sustentabilidade e representante da Fundación MAPFRE no Brasil . 

A campanha pode ser vista em: umfuturomaishumano.fundacionmapfre.org/br 

Projetos de grande alcance social 

Os projetos apoiados pela Fundación MAPFRE passam por um criterioso processo de avaliação e são elegíveis aqueles que primam pela inclusão, e estimulem o acesso e promovam a transformação da sociedade e da qualidade de vida e saúde de crianças, adultos e idosos, bem como de suas famílias. Tais critérios garantem, antes de tudo, a preservação dos investimentos realizados e a convergência das iniciativas da instituição. 

No Brasil, o papel de destaque conquistado pela fundação é resultado das diversas ações em cinco áreas de atuação: Ação Social, Cultura, Promoção da Saúde, Prevenção e Segurança Viária e Seguro e Previdência Social, viabilizadas por meio de parcerias com órgãos públicos e secretarias municipais de ensino, universidades e escolas públicas e privadas, ONGs, instituições culturais, entidades sociais, entre outras. 

Principais destaques 

Cooperação Internacional 

Com foco nas áreas de educação, saúde, nutrição e capacitação profissional, o programa fomenta a educação integral de milhares de crianças e adolescentes em risco de exclusão social. Os projetos sociais apoiados são desenvolvidos por 14 instituições localizadas em 13 estados das cinco regiões do Brasil. 

Programa Voluntários 

O programa estimula a participação dos colaboradores da MAPFRE em ações solidárias, beneficiando diretamente comunidades vulneráveis e a criação de um ambiente corporativo saudável, colaborativo e de respeito mútuo. 

Educação Viária é Vital 

Focado na capacitação de educadores que desenvolvem trabalhos escolares com alunos dos ensinos fundamental e médio, o programa envolve uma ampla pesquisa sobre as condições da circulação viária no entorno das escolas e comunidades próximas, incentivando-os a implementar ações que tornem a mobilidade mais segura, saudável e sustentável. 

Na Pista Certa 

A partir de experiências lúdicas e pedagógicas realizadas com crianças de 5 a 9 anos em um espaço cenográfico itinerante, o programa ensina regras de convivência e de valores como solidariedade, respeito, inclusão e gentileza para a segurança e integridade na circulação viária de todos que fazem parte da sociedade. 

Objetivo Zero 

Focado na redução de vítimas fatais em decorrência de sinistros, o programa dissemina esse tema entre os grupos mais vulneráveis (pedestres, ciclistas, motoristas e motociclistas), para incentivar a adoção de comportamentos seguros na condução e circulação no trânsito. 

Prevenção de Afogamentos 

Direcionado à prevenção de afogamentos, o programa foi criado para informar e sensibilizar a sociedade sobre a importância da adoção de comportamentos seguros em ambientes aquáticos como praias, piscinas, represas e cachoeiras de todo o Brasil. 

Mulheres pelo Coração 

Criada para alertar o público feminino sobre os riscos de doenças cardiovasculares, a ação destaca-se pela prestação de serviços gratuitos à população em geral, em especial as mulheres. Para isso, são promovidas atividades físicas ao ar livre, realização de exames preventivos, orientação com profissionais de saúde e a distribuição do guia “Pela Saúde do Coração”. 

Viver com Saúde 

A missão do programa é incentivar a alimentação saudável e a adoção de exercícios físicos regulares entre estudantes dos ensinos infantil e fundamental, com idades entre 5 e 16 anos. As atividades são focadas na capacitação de professores e na realização de oficinas lúdicas para disseminar hábitos saudáveis entre os alunos. 

BugaMAP 

Para auxiliar na democratização do seguro no cenário brasileiro, o programa é realizado por meio de jogos e atividades educativas, contribuindo para a formação de uma nova geração de profissionais com conhecimento das especificidades do setor e, assim, contribui para o fortalecimento e a ampliação do mercado. 

Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social 

Com essa iniciativa, a Fundación MAPFRE apoia e reconhece soluções inovadoras com grande potencial de impacto social, capazes de promover mudanças positivas na sociedade. Os projetos vencedores recebem investimentos em dinheiro, mentoring e coaching para sua potencialização. 

Cursos, jornadas e congressos 

A Fundación MAPFRE também promove cursos, jornadas e eventos para discutir e disseminar temas relacionados a suas áreas de atuação e disponibiliza um acervo de publicações e estudos promovidos pelo núcleo de pesquisas econômicas da MAPRE, a MAPFRE Economics, ajudando a promover a cultura da proteção pelo seguro e o conhecimento técnico específico da área. Em 2020, por consequência da pandemia, essas ações foram promovidas de forma remota, garantindo a participação de 3.207 beneficiários. 

Exposições Culturais 

Nos últimos 30 anos, a Fundación MAPFRE promoveu cerca de 10 grandes exposições culturais no Brasil, com o desembarque das principais obras da arte mundial que puderam ser visitadas gratuitamente por milhares de pessoas, garantindo a universalização da arte. As exposições mais recentes são: a mostra sobre Nicholas Nixon, com cerca de 170 fotografias de um dos fotógrafos mais renomados no cenário internacional, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e a exposição sobre a fotógrafa chilena Paz Errázuriz, que reúne 150 fotografias produzidas da década de 1970 até os anos 2010, que será realizada em colaboração com o Instituto Moreira Salles (IMS). 

Bolsas e Prêmios 

A Fundación MAPFRE promove diversas oportunidades de bolsas e prêmios para reconhecer projetos de pessoas ou de instituições nacionais e internacionais focados na transformação da sociedade, em quatro categorias (os vencedores em cada categoria recebem prêmios em dinheiro): 

• Prêmio para Toda uma Vida Profissional José Manuel Martínez: reconhece pessoas que dedicam sua vida a melhorar a de outras, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. 

• Prêmio à Melhor Entidade por sua Trajetória Social: premia o trabalho de instituições ou organizações que, ao longo de sua trajetória, realizaram ações relevantes e eficazes em âmbitos social, cultural, da segurança, da prevenção de lesões não-intencionadas , da saúde ou da promoção de hábitos saudáveis. 

• Prêmio de Melhor Projeto ou Iniciativa por seu Impacto Social: recompensa projetos que fazem a diferença e melhoram substancialmente a vida de muitas pessoas em termos sociais, culturais, de segurança e de prevenção de lesões não-intencionadas, bem como no âmbito da saúde e da promoção de hábitos saudáveis. 

• Prêmio à Melhor Iniciativa no Setor Agropecuário: reconhece iniciativas de caráter agrícola e pecuário que se destacaram por serem inovadoras e transformadoras nos sistemas de produção, transformação e comercialização de seus produtos. 

• Prêmio Internacional de Seguros Julio Castelo Matrán: premia trabalhos científicos relacionados aos setores de seguros e/ou previdência social que contribuam para ampliar a atividade seguradora na sociedade, promovendo a estabilidade econômica e a solidariedade. 

• Auxílios à Pesquisa Ignacio H. de LarramendiEsse programa internacional tem como objetivo fomentar a produção de conhecimento e o desenvolvimento de projetos de pesquisa capazes de gerar avanços e melhorias para a sociedade nas áreas de Promoção da Saúde e Seguro e Previdência Social. Os projetos escolhidos em cada categoria recebem auxílio em dinheiro.

Swiss Re lucra US$ 333 milhões no primeiro trimestre de 2021

A Swiss Re divulgou lucro líquido foi de US$ 333 milhões no primeiro trimestre, em comparação com um prejuízo de US$ 225 milhões no ano anterior. O grupo acredita que as reclamações relacionadas à pandemia COVID-19 irão diminuir. Suas ações abriram 1,8% em alta na sexta-feira, superando o índice mais amplo, que subiu 0,2%. No ano passado, a Swiss Re divulgou seu primeiro prejuízo desde a crise financeira de 2008, mas espera retornar aos lucros neste ano financeiro, disseram executivos. A Swiss Re disse que os preços nominais de suas renovações de contrato de abril subiram 4%, compensando as baixas taxas de juros.

A resseguradora registrou US$ 585 milhões em sinistros por mortes na pandemia no período, em comparação com US$ 912 milhões em todo o ano passado. Junto com o setor, também enfrentou grandes reivindicações por eventos cancelados e interrupção de negócios.

John Dacey, responsável pelo financeiro do grupo, disse que espera que o período de três meses marque o pico das reivindicações de morte pandêmica, à medida que as vacinas são lançadas em seus principais mercados, que incluem os países ocidentais ricos. “Vimos um início sólido para 2021 e esperamos que todos os nossos negócios continuem apresentando um forte desempenho subjacente com a diminuição das perdas do COVID-19”, disse o presidente-executivo, Christian Mumenthaler, em um comunicado.

Conheça os vencedores do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros

Foram anunciados nesta quinta-feira (29/04) os vencedores da quinta edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, concebido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) em parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS) e o apoio institucional da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).Pela primeira vez, a solenidade foi realizada por meio remoto, em decorrência da pandemia do Coronavírus.

“Esperamos até o último segundo na esperança que pudéssemos realizar este evento de maneira diferente desta. mas, infelizmente, não deu. Este ano o nosso evento teve que ser virtual e bem mais comedido. O momento é de luto e consternação diante dos trágicos efeitos da pandemia, a mais grave crise da saúde pública brasileira nos últimos 100 anos, que já matou 400 mil pessoas em nosso país”, explicou o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, ao saudar os finalistas e ao público que assistiu ao evento pelos canais da federação e da ENS, no Youtube.

Vergilio lamentou a possiblidade de o País somar, até a metade do ano, mais de meio milhão de vidas perdidas para o vírus e “para as atitudes e ações irresponsáveis e inconsequentes”.Ele elogiou o papel desempenhado pelos jornalistas neste momento de pandemia, comparando-os aos corretores de seguros. “Há semelhanças entre a atuação dos jornalistas e o papel exercido pelo mercado, particularmente os corretores de seguros, neste momento de pandemia. Sem o empenho, a garra e a resiliência de vocês, jornalistas, provavelmente os efeitos da crise seriam bem mais graves”, acentuou. 

Já o presidente da ENS, deputado Lucas Vergilio, que fez sua primeira participação pública desde que assumiu o cargo, há um mês, assinalou que a escola tem importante missão social, e que realizar esse prêmio faz parte dessa missão. “Queremos que um número cada vez maior de brasileiros tenham acesso ao seguro”, frisou. CNSEG – Por sua vez, o presidente da CNseg, Márcio Coriolano, ressaltou a importância do prêmio para que o seguro poss ser mais conhecido e melhor compreendido, de acordo com sua relevância para proteger a saúde, vida e o patrimônio das empresas e das pessoas. 

INSCRIÇÕES. Nesta edição, foram inscritos 514 trabalhos em cinco categorias: “Mídia Impressa”, “Audiovisual” (incluindo Rádio e TV), “Webjornalismo”, “Imprensa Especializada do Mercado de Seguros” e “Formação e Qualificação Profissional”. A Comissão de Seleção indicou 25 finalistas, que receberão um certificado de participação. Coube à Seleção de Julgamento apontar os três primeiros colocados em cada categoria, os quais receberão, além do certificado, um troféu e as respectivas premiações, nos seguintes valores: R$ 15 mil (1º lugar); R$ 6 mil (2º lugar) e R$ 3 mil (3º lugar). Para a próxima edição, poderão ser inscritos trabalhos publicados ou veiculados a partir do dia 30 de novembro de 2020. Segundo anunciou Armando Vergilio, serão mantidas as cinco categorias e as premiações serão melhoradas. Mais informações sobre essa nova edição serão divulgadas em breve.

Veja a lista completa dos premiados:

IMPRENSA ESPECIALIZADA DO MERCADO DE SEGUROS:

1º LUGAR: “HORIZONTE PRATEADO”
AUTORA: CAROL RODRIGUES
VEÍCULO: REVISTA COBERTURA2º LUGAR: “INCERTEZAS AMBIENTAIS ABREM ESPAÇO PARA SEGUROS PARAMÉTRICOS”
AUTORA: SOLANGE GUIMARÃES
VEÍCULO: REVISTA APÓLICE

3º LUGAR: “MAIS GENTE COM MENOS RENDA: O GRANDE DESAFIO DO SEGURO DE VIDA”
AUTORA: KELLY LUBIATO
VEÍCULO: REVISTA APÓLICEMÍDIA IMPRESSA:

1º LUGAR: “IRB PODERIA NÃO TER SOBREVIVIDO A FRAUDES/FIM DA FISCALIZAÇÃO DA SUSEP SERÁ ENDOSSO À NOVA GESTÃO”
AUTORA: ANA PAULA RAGAZZI
VEÍCULO: VALOR ECONÔMICO

2º LUGAR: “PANDEMIA TORNA O SEGURO MAIS DIGITAL”
AUTORES: SÉRGIO TAUHATA YNEMINE
VEÍCULO: VALOR ECONÔMICO

3º LUGAR: “VOCÊ TEM SEGURO? MESMO?”
AUTOR: ISADORA LIMA CARVALHO
VEÍCULO: REVISTA QUADRO RODAS

AUDIOVISUAL:

1º LUGAR: “O NOVO SEGURO: GARANTIA NA INCERTEZA”
AUTORES: LAURA ZSCHABER
VEÍCULO: REDE MINAS / JORNAL MINAS2º LUGAR: “SEGURO EMPRESARIAL: A PREVENÇÃO NECESSÁRIA PARA OS NEGÓCIOS”
AUTORA: PORLLANNE SILVA DOS SANTOS
VEÍCULO: TV MAR / TV MAR NEWS

3º LUGAR: “SEGUROS – PROTEÇÃO, PATRIMÔNIO, AMOR”
AUTORES: DANIELLE CAMPOS GADELHA DE MELO
VEÍCULO: TV FORTALEZA / JORNAL DA CÂMARAWEBJORNALISMO:

1º LUGAR: “HERDEIROS BRIGAM NA JUSTIÇA POR VGBL “INVISÍVEL” E COM BENEFICIÁRIO FORA DA REGRA DA LEI”
AUTOR: RAFAEL GREGÓRIO
VEÍCULO: VALOR INVESTE / VALOR ECONÔMICO

2º LUGAR: “COMO A CRISE IMPULSIONOU O MERCADO DE SEGUROS DE VIDA E PREVIDÊNCIA”
AUTOR: VALÉRIA BRETAS
VEÍCULO: ESTADÃO INVESTIDOR / GRUPO ESTADO3º LUGAR: “APÓLICES DA PAZ”
AUTOR: HÉLIO MARQUES
VEÍCULO: SITE REVISTA DIGITAL SEGURO É SEGUROFORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL:

1º LUGAR: “LGPD: CRESCE NÚMERO DE ESPECIALIZAÇÕES EM SEGURANÇA DIGITAL”
AUTOR: GISELLE LOUREIRO
VEÍCULO: REDE AMAZÔNICA – BOM DIA, AMAZÔNIA

2º LUGAR: “PANDEMIA MUDA ROTINAS DE TRABALHO E TRAZ APRENDIZADO PARA O SETOR DE SEGUROS NO BRASIL”
AUTOR: RIVA BLANCHE KRAN
VEÍCULO: RÁDIO BRASIL CENTRAL AM E RBC FM – PROGRAMA SHOW DA TARDE3º LUGAR: “ESCOLAS INVESTEM PARA INOVAR NA EDUCAÇÃO VIRTUAL”
AUTOR: BÁRBARA BIGARELLI
VEÍCULO: VALOR ECONÔMICO

Liberty Seguros lança ‘Cresça Minha Ideia’, primeiro programa de aceleração voltado para corretores

A Liberty Seguros, reconhecida há 3 anos como uma das seguradoras mais inovadoras no Brasil, anuncia o Cresça Minha Ideia, primeiro programa de aceleração de ideias no mercado de seguros voltado exclusivamente para corretores. O programa mira estimular no corretor o intraempreendedorismo e a criatividade para resolver as necessidades dos clientes de forma inovadora, além de fomentar a cultura de inovação em todo o mercado. 

O programa tem cinco etapas: inscrição, seleção das ideias, desenvolvimento da ideia inovadora, premiação e aceleração. As inscrições têm início em 03 de maio e ficam abertas para todos os corretores com cadastro ativo na Liberty. Os participantes terão o desafio de trazer a melhor solução para a seguinte pergunta: “Como a Liberty Seguros pode ser mais digital e ajudar os corretores a oferecerem uma melhor experiência ao cliente?” 

A segunda etapa é a fase da seleção das ideias. Para essa fase, a Liberty contará com uma banca avaliadora composta pelos executivos da empresa, incluindo a nova CEO, Patricia Chacon, o vice-presidente comercial, Marcos Machini, e Alessandra Lima, superintendente de estratégia e inovação. Além disso, a banca terá influenciadores convidados como: Andrea Iorio, especialista em transformação digital e ex-diretor do Tinder e da L’Oréal no Brasil, e Gustavo Doria, especialista no mercado de seguros e fundador do portal CQCS. 

No primeiro crivo, a banca irá selecionar as 15 melhores ideias que irão passar por uma jornada de aprimoramento do projeto e preparar os grupos para a apresentação do pitch que irá definir as 3 ideias vencedoras. 

Os três primeiros colocados terão reconhecimento com suas ideias e nomes das corretoras divulgados na mídia e na imprensa e premiações em dinheiro que podem variar entre R$ 4 mil a R$ 10 mil. Além disso, o primeiro colocado ganhará uma consultoria de negócios com um time especializado em metodologias ágeis e desenvolvimento de projetos e terá sua ideia acelerada pela Liberty em 2022.

“Estamos muito felizes em promover, pela primeira vez no mercado de seguros, um desafio de inovação para os nossos parceiros. Fazemos questão de ouvir as opiniões e sugestões dos corretores e ao longo dos anos realizamos várias ações com esse objetivo. Temos certeza que agora com o Cresça minha Ideia vamos receber excelentes ideias que irão contribuir para crescermos juntos cada vez mais”, afirma Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.