Zurich adere ao IPC, Investidores Pelo Clima

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Fonte: Zurich

A Zurich quer ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto do mundo. Para tal, conta com diversas iniciativas e tem assumido diversos compromissos, tanto em nível global quanto local. É o caso da recente adesão ao IPC, sigla de Investidores Pelo Clima, que tem como objetivo engajar e capacitar investidores profissionais do Brasil para que avancem na agenda da descarbonização de portfólios. A Zurich é uma das primeiras seguradoras a associar-se ao IPC.

Formado em 2019, o IPC é uma iniciativa coordenada pela SITAWI Finanças do Bem, com o apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS), através de seu Programa Economia Zero Emissões. Reúne 22 investidores profissionais brasileiros, entre bancos, seguradoras, gestoras de fundos de investimentos, previdência complementar (aberta e fechada) e family offices. Juntas, essas companhias são responsáveis pela gestão de mais de R$ 3 trilhões de ativos e têm em comum os esforços para reduzir a pegada de carbono de seus portfólios.

“Estamos muito felizes por aderir à causa do IPC, o que pode ser considerado natural, já que a Zurich tem um compromisso com a causa da iniciativa, não só no Brasil, mas em todo o mundo.  A empresa está engajada em gerar um impacto socioambiental positivo, que, além de contribuir para uma economia sustentável, também beneficie todo o planeta”, comemora o Superintendente de Investimentos da Zurich no Brasil, Guilherme Farah.

Recentemente, a alocação da Zurich em Green Bonds atingiu a marca de R$ 230 milhões. “O montante superou nossas estimativas, que era de ter R$ 170 milhões até o final de 2022. Esta exposição vai além de uma meta numérica que perseguimos; faz parte de uma série de tratados assumidos pela companhia”, complementa Guilherme.

Guilherme se refere a diversos compromissos com os quais a seguradora está engajada. O Grupo Zurich integraa Net-Zero Asset Owner Alliance, da Organização das Nações Unidas (ONU), com a qual se comprometeu a zerar suas emissões de carbono até 2050 e fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 bilhões até 2022 – valor que equivale à compensação de emissões de 5 milhões de toneladas de CO2.

Há cerca de 2 anos, foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, também da ONU, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Na mesma época, a Zurich assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos seus negócios.

“Ao aderir ao IPC, a Zurich reforça seu engajamento com a agenda de descarbonização de portfólios, tornando-se mais uma voz em um grupo que vem buscando endereçar de maneira estrutural os riscos e oportunidades das mudanças climáticas no mercado de capitais. Para nós, da Equipe IPC, é um prazer contar com a Zurich como parte de nossa iniciativa, uma das líderes globais no setor de seguros, que busca estar alinhada aos desafios e oportunidades da transição para uma economia de baixo carbono e do desenvolvimento sustentável”, comenta Tatiana Assali, gerente na SITAWI e responsável pela coordenação executiva do IPC.

Previdência Privada – dicas da Icatu para declaração do Imposto de Renda

Todo ano, sempre surgem várias dúvidas na hora de preencher a declaração do Imposto de Renda. Uma delas é se a Previdência Privada é um investimento tributável. A resposta é sim. Quem não quiser cair na malha fina e ter problemas com a Receita Federal, as contribuições, assim como os resgates e benefícios recebidos dos planos de previdência privada, devem ser incluídos na declaração. O endereço https://www.icatuseguros.com.br/ir/ traz todos os detalhes para ajudar no correto preenchimento da declaração do IR 2021.

Veja, a seguir, o guia que a Icatu Seguros – que conta com a maior diversidade de fundos previdenciários do país – preparou. Quem teve rendimentos acima de R$ 28.559,70 em 2020 obrigatoriamente deverá incluir seus investimentos em previdência no momento de preencher a declaração. O contribuinte também deve ter em mente que o procedimento não é o mesmo para todos os planos de previdência. 

A regra varia de acordo com o tipo de plano (PGBL ou VGBL), regime tributário escolhido (regressivo ou progressivo) e condições do aporte ou resgate. 

 APORTES

Primeiro passo – tipo de previdência privada

Planos  PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) ou VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).  A principal diferença entre os dois está relacionada à forma de tributação. Aplicações em PGBL permitem reduzir a base de cálculo do IR em até 12% da Renda Bruta Tributável anual. Já o VGBL não possui esse benefício e é indicado para quem faz a declaração simplificada. Um detalhe importante: o imposto sobre aplicações em PGBL incidem sobre o valor total resgatado, enquanto sobre aplicações em VGBL a incidência é acima apenas o ganho de capital (rendimentos).

Segundo passo – verifique seu regime de tributação

Saber qual o regime de tributação do seu plano – regressivo ou progressivo – é fundamental. No regressivo, as alíquotas diminuem conforme seu tempo de permanência no plano. Já no regime progressivo, quanto maior a renda anual bruta (incluindo o valor resgatado da previdência), maior a alíquota do IR. 

Terceiro passo – preencher os dados de acordo com o plano

As contribuições para os planos PGBL devem ser informadas na ficha “Pagamentos Efetuados”, com o código 36 (Previdência Complementar). Tenha em mente que é possível deduzir as contribuições da base de cálculo do seu IR em até 12% da renda tributável, desde que você entregue a declaração completa (se entregar a simplificada, o desconto padrão é de 20%). 

Os planos VGBL devem ser declaradas como bens na ficha “Bens e Direitos”, com o código 97 (VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre). Nesse caso, é preciso informar o valor total investido (que você encontra no informe de rendimentos). Você deverá informar os dados da seguradora, como razão social e CNPJ.

 RESGATES E RENDIMENTOS

A Receita não fica atenta apenas aos aportes. Portanto, não esqueça de informar os resgates e rendimentos na declaração, conforme as dicas a seguir:

Resgates – para saber quais valores precisam ser declarados como rendimentos e resgates, tenha em mãos o comprovante de rendimentos e extrato do plano de previdência privada. Ele apresenta o valor total dos resgates e dos benefícios recebidos no ano.

Rendimentos – os rendimentos devem ser informados de acordo com o regime: progressivo ou regressivo. O passo seguinte da declaração é informar os resgates ou benefícios recebidos de acordo com o regime de tributação escolhido.

·         Regime progressivo: os rendimentos dos planos com regime progressivo devem ser lançados em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ”, com o nome e o CNPJ da empresa pagadora. A alíquota de Imposto de Renda será entre 0% e 27,5%.

·         Regime regressivo:  devem ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, linha “12 – Outros”. Informe se é um plano PGBL ou VGBL. A alíquota de Imposto de Renda varia de 10% a 35%, de acordo com o tempo de permanência.

Seguradoras registram receitas de R$ 24,4 bilhões em janeiro de 2021

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O mercado segurador registrou vendas de R$ 24,43 bilhões em janeiro de 2021, um aumento de 3,0% em relação a janeiro de 2020, quando as receitas totalizaram R$ 23,72 bilhões, segundo dados da resenha de janeiro 2021 divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Os seguros de danos foram destaque novamente, com um crescimento de 9,4% em relação a janeiro de 2020, o que corresponde a um crescimento real de 4,5%, considerando-se o IPCA do período. Esse segmento movimentou prêmios de R$ 6,93 bilhões em 2021, face aos R$ 6,33 bilhões do mesmo período em 2020. Os seguros de pessoas movimentaram R$ 14,65 bilhões em janeiro deste ano, o que representa uma alta de 2,4% em relação ao mesmo mês de 2020.

Os protagonistas para o desempenho do seguro de danos foram o seguro Rural e Riscos Nomeados e Operacionais com crescimento de, respectivamente, 22,5% e 48,7%, na comparação com janeiro de 2020. Segmentos bastante afetados pela pandemia em 2020, os seguros de transporte e de garantia estendida mostraram recuperação frente a 2020, com aumentos de 18,5% e 5,5%, respectivamente. Desconsiderando-se o seguro auto, com queda de 4,3% em relação a janeiro de 2020, o desempenho dos demais ramos de seguros de danos foi de 21,9% superior nessa mesma comparação.

Atraso para o plantio de milho safrinha preocupa produtores, avalia Fairfax

Fabio Damasceno Fairfax

Fonte: Fairfax

O atraso do plantio da safra de soja 2020/21 e alongamento do ciclo das lavouras marcou várias regiões produtoras em estados como Paraná, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo levantamento da consultoria AgRural, 35% da área de soja estava colhida até 4 de março, percentual muito abaixo do registrado no ano passado, de 49%.

O cenário impacta diretamente no cultivo de milho safrinha, cuja semeadura atingiu 54% da área prevista, contra 80% um ano atrás. “A preocupação agora passa a ser o atraso para o plantio de milho safrinha. Há uma grande preocupação com a perda da janela de zoneamento e possibilidade de lavouras serem prejudicadas por granizo ou geada no meio do ano, por exemplo”, analisa Fabio Damasceno, diretor de Agronegócio da Fairfax Brasil.

Incertezas para o milho safrinha

Devido ao cenário atual, os produtores que conseguirem realizar o plantio do milho safrinha respeitando o zoneamento climático de sua região devem ficar ainda mais atentos. O atraso do plantio tende a deixar o cultivo mais arriscado. Torna-se ainda mais importante proteger o patrimônio do agricultor, mitigando os riscos climáticos do milho safrinha por meio da contratação de um seguro agrícola. “Estamos negociando o seguro agrícola para o milho safrinha desde dezembro do ano passado. O nosso posicionamento no mercado é de trazer produtos mais próximos da realidade do produtor rural e que façam sentido para ele proteger a produção”, diz Damasceno.

Os agricultores que perderem o período ideal de plantio do milho safrinha ficam inelegíveis à contratação de seguro rural, cujas regras exigem o respeito ao zoneamento climático. Nesse caso, é recomendável buscar alternativas para a segunda safra. O produtor que decidir investir em consórcio de milho-braquiária, por exemplo, contará com um zoneamento climático diferente e poderá assegurar a lavoura. Há também a recomendação de rotação com culturas de inverno.

A Fairfax Brasil oferece apólices direcionadas para assegurar o milho safrinha consorciado com a braquiária, seguro para trigo e sorgo. Os agricultores podem contratar o seguro agrícola multirrisco grãos da Fairfax Brasil, com cobertura contra chuva excessiva, geada, granizo, seca, ventos frios, raio, incêndio, tromba d’água e ventos fortes.

Conferência Hemisférica da FIDES Rio postergada para 2023

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Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg comunica que a 38ª Conferência Hemisférica da FIDES está prevista para ocorrer no Brasil no segundo semestre de 2023. Não fosse a pandemia, que já havia provocado um adiamento, o evento seria realizado no ano que vem, 2022.

Em decorrência da persistência do contágio da Covid-19 a nível mundial, consequentes restrições sanitárias impostas pelas autoridades de saúde e a ausência de previsão concreta do término do contágio, a CNseg propôs e o colegiado da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) acolheu o novo adiamento da próxima Conferência.

O Brasil já sediou por duas vezes a FIDES, em 1954 e 1979, ambas realizadas na cidade do Rio de Janeiro. A última edição do evento, a de 2019, ocorreu na Bolívia, quando da aclamação do Rio para a próxima edição. A Fides é uma organização sem fins lucrativos que congrega as associações representativas do setor de seguros de 18 países da América Latina, Estados Unidos e Espanha. Entre outras atribuições, cabe-lhe cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, de estimular seu desenvolvimento, de promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros.

Academia Digital Swiss Re Corporate Solutions conta com dois novos cursos para corretores

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Fonte: Swiss Re Corporate Solutions

A Academia Digital Swiss Re Corporate Solutions, plataforma educacional online da seguradora, agora conta com mais dois cursos: Seguro Transporte de Carga e Seguro Patrimonial – Empresarial Digital. Eles se somam ao curso de Agro, disponibilizado junto com o lançamento da plataforma, em outubro de 2020, totalizando três cursos gratuitos disponíveis a corretores cadastrados na seguradora.

Desde seu lançamento, a Academia Digital já contabiliza 4.860 corretores cadastrados e mais de 6.000 certificados emitidos nos três cursos oferecidos na plataforma. O módulo de seguro Agro já certificou 2.700 corretores em cinco meses. Os demais cursos entraram na plataforma em dezembro e também contam com forte adesão. No caso do Seguro de Transporte de Carga, 1.300 corretores já se certificaram e, no Seguro Patrimonial – Empresarial Digital, são quase 1.200 certificações.

Além de aprimorar o conhecimento técnico do corretor sobre os produtos que a Swiss Re Corporate Solutions Brasil comercializa — e que, por serem mais técnicos, às vezes não são tão familiares para alguns corretores —, os cursos da Academia Digital SRCS também mostram a melhor forma de apresentá-los aos clientes.

“Existe um desafio muito grande de traduzir o ‘segurês’, lembrando que o corretor é quem está na linha de frente e, por isso, treinar o corretor é melhorar o atendimento ao cliente. Quando o cliente tem clareza sobre o que está sendo contratado, sente-se mais confiante para fechar o negócio. Todos saem ganhando: seguradora, corretor e, principalmente, o cliente”, afirma Guilherme Perondi, Diretor Executivo de Estratégia de Distribuição e Clientes e Head Divisão Standard na Swiss Re Corporate Solutions Brasil.

Os números apontam que a receptividade tem sido muito positiva: a nota de satisfação (NPS – net promoter score) média de quem já fez os cursos permanece acima de 90, numa escala de 0 a 100. A iniciativa é especialmente importante para qualificar ainda mais a rede de corretores atendidos pela Bradesco Seguros, por meio da joint-venture com a Swiss Re Corporate Solutions. “Esse conhecimento é um fator de diferenciação para o corretor, que ganha expertise para vender produtos de maior valor agregado”, completa o executivo.

No curso de Seguro Transporte de Carga, o corretor encontrará informações sobre os riscos que envolvem viagens nacionais e internacionais e as coberturas de prejuízos ou danos causados à carga por acidentes, roubos ou furtos; detalhes do seguro de transportes de cargas para embarcador e tomador; modelos de apólices para embarcador; e tipos de contratos realizados antes da negociação do seguro transporte.

Já no módulo de Seguro Patrimonial – Empresarial Digital, será possível conhecer as características e o perfil dos clientes desse tipo de seguro e detalhes sobre a vigência e as facilidades da renovação automática em sistema.

Os cursos também fornecem um panorama do mercado de cada linha de seguro e ensinam técnicas para analisar melhor o perfil dos clientes, o que permite fazer uma oferta mais assertiva e alinhada às necessidades do cliente.

A Academia Digital foi construída em parceria com uma startup de educação, que trouxe expertise em técnicas de ensino em aprendizado, e conta com a chancela do Swiss Re Institute. “Com a Academia Digital, estamos compartilhando conhecimento técnico altamente qualificado com nossos parceiros de distribuição”, destaca Perondi.

Cresce o número de executivas estatutárias nas seguradoras, revela estudo

Um levantamento realizado com base nos dados disponibilizados pela Susep por Sidney Dias, diretor da Conhecer Seguros, mostra que, em 2020, haviam 152 executivas ocupando cargos estatutários nas seguradoras do Brasil – um aumento de 16% em relação ao número registrado em 2019, quando eram 131 mulheres em posições semelhantes.

As distribuições dos executivos em 2019 e 2020, de acordo com os seus papéis e cargos, eram as seguintes:

Segundo ele, o maior crescimento observado no número de executivas estatutárias foi na composição dos Comitês de Auditoria: a quantidade de mulheres participando desses comitês em 2020 dobrou, comparativamente a 2019, seguido pelo aumento do número de executivas em cargos de diretoria – aumento de 23%.

A maior redução observada foi no número de mulheres ocupando cargos de presidente. Em 2019, seis empresas tinham os cargos de CEO ocupados por mulheres, enquanto, em 2020, esse número foi reduzido para apenas quatro – uma queda de 33%. São elas em 2020: Cristina Rocco Salazar, da CesceBrasil, Ione de Medeiros Bulcão, da Sinaf, Angela Beatriz, da BrasilPrev e Erika Medici, da Axa. Em 2021, junta-se a elas, a partir de abril, Patricia Chacon, da Liberty Seguros.

Seguro de vida registra crescimento real de 4,4% em janeiro, com receitas de R$ 1,6 bi

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O seguro de vida, que segue como destaque dentre os seguros de pessoas, com R$ 1,63 bilhão em receitas, registrou crescimento de 9,2% em relação a janeiro de 2020. Trata-se de crescimento real de 4,4%, considerando-se o IPCA do período. O seguro prestamista também se destacou, com alta de 7,8% em relação a janeiro de 2020, um aumento real de 3,1%, segundo dados antecipados ao blog Sonho Seguro pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os dados da resenha mensal de janeiro estao previstos para serem divulgado nesta sexta-feira.

Executivos do setor têm afirmado que a procura por seguro de vida aumentou neste cenário de pandemia, que já ceifou mais de 270 mil vidas no país. Ontem, o Brasil superou pela primeira vez o número de 2 mil mortes em um único dia de vítimas da Covid-19. O número de casos notificados chegou a 11,2 milhões. O Brasil é o segundo país mais afetado pela pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos. 

A maioria das seguradoras concordou em pagar as indenizações do seguro de vida por morte de Covid-19, mesmo em contratos onde há clausula de exclusão de pandemia. No entanto, ainda não há uma decisão comum sobre como será o procedimento daqui para frente. “Se optou por pagar no inicio, mesmo com exclusões, pois todos imaginavam que a pandemia terminaria em 2020. Agora, com a falta de previsibilidade sobre onde isso vai parar, o tema tem sido discutido no setor”, contou um executivo que pediu anonimato. Há uma estimativa extra oficial que as seguradoras pagaram entre abril de 2020 e janeiro de 2021 algo em torno de 26,6 mil indenizações por mortes com casos confirmados de covid-19, com valores estimados em R$ 1,12 bilhão.

A Sompo Seguros informou que desde 1 de março de 2021 suspendeu a carência para coberturas de sinistros relacionados ao novo coronavírus (SARS-CoV-2), causador da COVID-19. Essa medida vem complementar a decisão da companhia que, em abril de 2020 determinou a plena cobertura no caso de Morte, Assistência Funeral e Diárias de Internação Hospitalar relacionados a casos de COVID-19 para apólices vigentes de vida.

A pandemia COVID-19 pressiona as seguradoras a novas tendências, além das que estavam na agenda como mudanças regulatórias, avanços tecnológico, novos hábitos de consumo, alterações do clima, riscos emergentes, como o cibernético, programas de diversidade e sustentabilidade, só para citar os principais engajamentos que ocupam o Board das companhias. Certamente, 2021 será mais um ano de muito aprendizado e trabalho para o mercado segurador mundial. No Brasil, o setor investe para entender com mais precisão os riscos, revisa produtos, muda a forma como é feita subscrição de riscos, amplia os meios de distribuição de distribuição dos produtos e também os busca inovar no portfólios de investimentos diante da taxa de juros negativa praticada atualmente no Brasil.

Argo Seguros encerra 2020 com vendas de R$ 383,4 milhões e lucro de R$ 34 milhões

Fonte: Argo Seguros

Argo Seguros ultrapassou a barreira dos R$ 300 milhões de prêmio emitido pela primeira vez em 2020. Segundo dados da Susep, o lucro liquido chegou a R$ 34,6 milhões no ano passado. Em 2019, foi de R$ 11,2 milhões. “Terminamos o ano com um volume de prêmio emitido de R$ 382,4 milhões, um resultado histórico para a nossa operação. Para se ter uma ideia, em 2019 registramos R$ 282,9 milhões, o melhor desempenho até então. Isso significa um crescimento de 35,1%, um número fantástico, ainda mais em se tratando de um ano de pandemia, marcado por muitas incertezas”, comemorou Bruno Pereira, CFO e CEO Interino da Argo Seguros.

Outros indicadores que confirmam o nosso excelente desempenho são o resultado operacional, que foi de R$ 20,4 milhões em 2019 para R$ 24,4 milhões, o que representa um índice combinado de 92,8% em 2020; e o volume de apólices emitidas, que saltou de 129 mil para mais de 140 mil no ano. 

Entre as carteiras que mais cresceram nesse período estão E&O + D&O, com aumento de 55,6%, índice bem acima do mercado, que ficou em 39,4%; e Transportes, com expansão de 30,9%, enquanto o mercado ficou em -2,3%, em comparação apenas com os ramos que a companhia trabalha. “Esse crescimento é sustentado por nossa plataforma digital de distribuição comercial, pela disciplina em subscrição tailor made e no atendimento personalizado aos nossos parceiros comerciais”, revela. 

Sobre o crescimento no número de apólices emitidas, Bruno avalia que os diversos lançamentos da companhia contribuíram decisivamente para essa conquista. “De um ano para cá, nós lançamos alguns serviços e seguros que foram muito bem recebidos pelo mercado, principalmente pelas inovações oferecidas, seja na sua fórmula ou nas assistências que os acompanham. Viemos num ritmo bom de crescimento, mas agora queremos acelerar”. 

O executivo se refere principalmente ao Argo Digital – onde agora o corretor também pode ajustar sua própria comissão de venda, permitindo que ele ofereça a melhor condição ao seu cliente, dentro da sua estratégia comercial – e a seguros como o  Home Office Protegido, que foi o primeiro a cobrir os equipamentos das empresas que tiveram que ser alocados na casa dos colaboradores por conta da pandemia; e ao Bike Mulher, um dos poucos seguros existentes no Brasil desenvolvido especificamente para o público feminino e que conta serviços de assistência exclusivos para as ciclistas. 

“Nossa operação está apoiada em três pilares básicos de crescimento, que são o foco no desenvolvimento de produtos inovadores, a eficiência operacional e a busca pela excelência no atendimento. Queria agradecer aos corretores e assessorias pela parceria de sucesso que estamos construindo e também a todo o time da Argo, que se empenhou muito para alcançar esse resultado”, concluiu Bruno.

Com esse resultado, a Argo Seguros se consolida entre as cinco principais seguradoras em Transporte, D&O e em Responsabilidade Civil Profissional, onde oferece mais de 40 profissões, a maior abrangência do mercado. Além disso, já é a maior seguradora especialista em bicicletas do Brasil.

Encontro de Corretores de Seguros marca lançamento do APP Sincor Digital

Sincor sp

A primeira transmissão do 4º Encontro Digital de Corretores de Seguros Empreendedores, que aconteceu nesta quarta-feira (10/03) para as regiões de Araraquara, Barretos, Bauru, Marília e São José do Rio Preto, deu início ao lançamento do APP Sincor Digital. O aplicativo possui algumas funcionalidades que são exclusivas aos associados do Sincor-SP e promete facilitar a utilização dos benefícios, além de gerar oportunidades de negócios e disponibilizar ofertas.

Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, a ferramenta é oportuna para este momento, que obriga as pessoas a superarem os desafios estarem engajadas com as novidades tecnológicas. “O Sincor-SP está preparado para o século XXI e você, corretor de seguros, também está. Não duvide da nossa capacidade de adaptação”, declarou. 

O 1º tesoureiro do Sincor-SP e diretor responsável pela área de Tecnologia, Marco Damiani, participou do Encontro para explicar o desenvolvimento do aplicativo. “Os brasileiros estão, cada vez mais, conectados e realizando as tarefas pelo smartphone. Por isso, começamos a estudar uma maneira de estar mais próximo da categoria, desenvolvendo uma ferramenta para auxiliar na divulgação das ações da entidade. O resultado foi o APP Sincor Digital, que é um marco na digitalização do Sincor-SP”. 

Boris Ber, 1º vice-presidente do Sincor-SP e diretor responsável pela área de Comunicação, mostrou as vantagens do aplicativo, ressaltando o trabalho da entidade. “Não podemos parar de trabalhar e mostrar resultados, tendo em mente a preparação do corretor de seguros para o futuro. Por isso, estamos colocando o Sincor-SP na palma da mão do mercado”, completou. 

O aplicativo pode ser baixado nas lojas por qualquer pessoa, mas algumas funcionalidades são exclusivas para associados, mediante login e senha. É o caso da Carteira Digital do Associado, que apresenta os números da sorte de cada corretor para participar de sorteios de prêmios, dos Códigos de Desconto e das Cartilhas das Comissões. Outros serviços são abertos para o público geral, como notificações de notícias e novidades da entidade, calendário de atividades, algumas edições do JCS, vídeos da TV Sincor-SP, serviços da CâmaraSIN, entre outros. 

Para baixar o APP Sincor Digital, acesse a loja de aplicativos do seu celular, busque no campo de pesquisa, instale o app e aceite os termos de uso. Os associados à entidade, devem utilizar o mesmo login e senha da área restrita do site do Sincor-SP. Caso tenha esquecido os dados de acesso, é possível solicitar à Regional correspondente. Importante lembrar que para obter o acesso é necessário estar em dia com a contribuição associativa. “Quem efetuar o login no APP até o dia 31 de março estará concorrendo a um ano de contribuição associativa grátis”, explicou Boris. 

O Encontro foi conduzido pelo vice-presidente da Região 5 e diretor da Regional Bauru, Fernando Alvarez, com a participação dos diretores das Regionais Araraquara, Barretos, Marília e São José do Rio Preto, Roberto Placco, João Garrucho, Walter Reis e Roberto Mantovan, respectivamente.