Seguros SURA fecha parceria com o BikeHub e amplia presença no mundo dos ciclistas

Fonte: SURA

A Seguros SURA fechou parceria, intermediada pela Corretora Better, com o BikeHub, o primeiro hub online para conectar os ciclistas do Brasil em um ambiente totalmente dedicado para quem gosta de andar de bicicleta, um dos modais preferidos para a locomoção dos brasileiros. “Somos uma empresa que incentiva a prática do esporte e apoia os hábitos de vida saudáveis como meio de manter a saúde física e mental. É por isso que constantemente criamos iniciativas em prol da mobilidade segura e consciente como essa parceria com o BikeHub, para apoiar o estilo de vida dos amantes do pedal e também estimular outras pessoas a entrar neste universo já sabendo que podem contar com todo o nosso apoio durante a jornada”, afirma Rodrigo Fujita, gerente de mobilidade da Seguros SURA. 

De acordo com Fujita, a parceria foi desenhada para que qualquer ciclista e demais interessados no mundo do pedal tenham acesso aos serviços e coberturas dedicados exclusivamente para quem anda de bicicleta com o Bici SURA, um dos primeiros seguros do mercado nacional agora também disponível no marketplace do BikeHub, que conta com diversas categorias e modelos de bikes para ciclistas. 

Com a iniciativa, as bicicletas disponíveis no marketplace do BikeHub já podem chegar nas mãos do consumidor asseguradas pelo Bici SURA, “contando com a ajuda e suporte de especialistas para desenhar as coberturas que vão apoiá-lo em qualquer desafio antes mesmo de iniciar suas primeiras pedaladas com a bike nova”, finaliza Fujita. 

Queda na projeção de crescimento do PIB em 2022, de 2,38% para 2,30%, evidencia que incerteza continua

Pedro Simoes CNseg

A queda da projeção do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022 e a inflação batendo no teto da meta do governo foram dois pontos destacados no Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg desta semana. A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, pela quinta semana seguida, de 3,45% para 3,52%, no Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada. “Para 2022 houve queda na projeção de crescimento, de 2,38% para 2,30%, deixando claro que, apesar dos resultados melhores que o esperado no curto prazo, continua no País o ambiente de grande incerteza em relação à dinâmica da pandemia, à economia e à política”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

A inflação segue preocupando, ainda mais agora que bateu no teto da meta. Nesta semana, a expectativa mediana para o IPCA este ano subiu mais uma vez, chegando a 3,24%, encostando no teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3,25%. “Um fator que tem chamado a atenção dos mercados em relação à inflação são os diversos “gargalos” na produção de bens industriais, o que tem provocado aumento de preços e até mesmo escassez, em caso mais extremos, de alguns produtos. Um desses casos extremos é a falta de semicondutores para a fabricação de carros”, ressalta Simões. 

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg.

IRB+Inteligência: setor de seguros faturou R$ 32,5 bilhões no 1T21, alta de 12,2%

A sétima edição do Boletim IRB+Mercado, relatório da plataforma IRB+Inteligência, aponta variação positiva do mercado segurador no primeiro trimestre de 2021. A análise, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas, indica que o setor registrou volume recorde e faturou R$ 32,5 bilhões nos três primeiros meses do ano, 12,2% a mais que em igual período de 2020. Separadamente, o faturamento em março fechou em R$ 11,5 bilhões, alta de 14% na comparação com o mesmo mês no ano passado. É o décimo mês consecutivo de alta. 

Em março, o segmento de Vida, que representou 36% do faturamento do setor no primeiro trimestre, registrou R$ 4,2 bilhões; Automóveis, R$ 3,1 bilhões; Corporativo de Danos e Responsabilidades, R$ 2 bilhões; Individual contra Danos, R$ 956 milhões; Rural, R$ 858 milhões; e Crédito e Garantia, R$ 403 milhões. Já no acumulado dos três meses iniciais de 2021, os segmentos de seguros obtiveram: R$ 11,8 bilhões (Vida), R$ 8,6 bilhões (Automóveis), R$ 6,4 bilhões (Corporativo de Danos e Responsabilidades), R$ 3 bilhões (Individual contra Danos), R$ 1,8 bilhão (Rural) e R$ 1 bilhão (Crédito e Garantia). 

Os seguros de Vida individuais e coletivos tiveram crescimento de 15,1%, no primeiro trimestre do ano, seguido do Prestamista que detém 32% do segmento de Vida e cresceu 4,8%. Corporativo de Danos e Responsabilidades foi o segmento que mais gerou faturamento para o mercado no comparativo entre o primeiro trimestre de 2021 e 2020: R$ 1,4 bilhão a mais, seguido de Vida com aumento de R$ 874 milhões. Automóveis, que sofreu os impactos da pandemia, manteve, nos dois últimos meses do trimestre, taxas positivas de evolução e fechou o 1T21 com crescimento de 2,9% em relação ao 1T20. Pelo segundo mês consecutivo, houve registro no aumento do faturamento.  

O segmento Corporativo de Danos e Responsabilidades conquistou a maior taxa de crescimento da série histórica desde 2014 para o primeiro trimestre de um ano: 28,3%. Riscos Nomeados e Operacionais foi a cobertura que mais contribuiu para o desempenho deste segmento (25,7%), seguido por Lucros Cessantes que triplicou o faturamento. Houve recorde de faturamento na cobertura de Petróleo (R$ 457,8 milhões), alta de 69,9%.  

O seguro Individual contra Danos fechou em alta de 16,5% no acumulado entre janeiro e março. Os produtos que mais contribuíram para o crescimento do segmento foram Compreensivo Empresarial (alta de 26,1%), Compreensivo Residencial (14,3%) e Fiança Locatícia (57,4%). Já o setor Rural, manteve o ritmo que vem obtendo desde 2020 e teve variação positiva de 40,7% no primeiro trimestre de 2021, bem como 44,7% no mês de março. Outro destaque foi o segmento Crédito e Garantia que avançou 9,8% no trimestre, sobretudo devido ao produto Crédito Interno (33,4%) 

A análise mostra que o índice de Despesas com Sinistros Ocorridos sobre o Faturamento de Competência, em março, apresentou aumento de 2,1 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2020. No trimestre, o índice também apresentou incremento: 2,9 p.p. a mais em relação à taxa registrada no mesmo período de 2020. 

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep em 10/05, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise, que é publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda o Dashboard IRB+Mercado Segurador, painel dinâmico desenvolvido pelo ressegurador com informações de todo o setor. 

Santander anuncia estratégia ao ciclismo brasileiro e inclui seguro de vida e acidentes aos ciclistas

O Santander anunciou nesta segunda-feira (24) sua estratégia de incentivo ao ciclismo brasileiro, tendo como representante o ciclista Henrique Avancini, líder do ranking mundial de mountain bike e um dos favoritos ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Avancini fará sua preparação e último período de treinos na Europa, antes de viajar ao Japão para os jogos que acontecem a partir de 23 de julho.

As ações marcam a ofensiva do Banco no apoio ao ciclismo esportivo, que inclui o patrocínio à exibição de provas nacionais e internacionais e soluções financeiras voltadas aos praticantes. Entre as novidades, estão uma linha de financiamento exclusiva para a compra de bicicletas e peças, e uma mudança de paradigma no mercado de seguros: a partir de agora, o Santander estende aos ciclistas amadores ou profissionais a cobertura de suas apólices de vida e acidentes pessoais. Além disso, casos de roubo ou furto qualificado de bikes foram incluídos nos planos de seguro residencial.

A marca estará presente na transmissão do Grand Tour de ciclismo de estrada dos canais ESPN. O circuito conta com as principais provas do esporte no mundo, como o Tour de Frande e o Giro D’Italia. No canal Bandsports, o banco veiculará anúncios nas exibições do MTB Festival, a mais importante competição de mountain bike do Brasil.

“A bicicleta está ou esteve presente na vida de quase todos nós em algum momento, e vemos recentemente um grande aumento do interesse dos brasileiros pelo seu uso para transporte, lazer e como prática esportiva”, afirma Patricia Audi, vice-presidente de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil. “Isso ficou claro para nós após patrocinarmos a revitalização da ciclovia da Marginal do Rio Pinheiros, por onde hoje já trafegam mais de 70 mil ciclistas a cada mês.”

Para Henrique Avancini, o crescente interesse dos brasileiros pelo ciclismo torna o momento propício para a parceria com o Santander. “Esse boom ainda não foi acompanhado por um aumento da estrutura, do apoio ou de visibilidade para quem vive do esporte, ou quer levar mais a sério os treinos. Quando um banco oferece serviços como um seguro para acidentes ou crédito para a compra de bikes competitivas, acredito que podemos levar o ciclismo para um outro patamar”, acrescenta o atleta.

Segundo a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), as vendas do veículo cresceram 50% em 2020 quando comparadas a 2019. O mercado de mountain bike, especialidade de Avancini, representa 85% das vendas no País. A união entre ganhos de saúde, segurança sanitária e a possibilidade de fazer uma atividade física ao ar livre são alguns dos fatores apontados para o aquecimento do setor neste período.

“O ciclismo esportivo é praticado por milhões de brasileiros de todas as regiões do País, de todas as idades e em zonas urbanas e rurais. Com o patrocínio ao Avancini e das transmissões de TV queremos amplificar o impacto e o conhecimento da modalidade no País e conversar diretamente com esse público, oferecendo produtos e serviços que realmente atendam às necessidades de quem gosta do esporte”, afirma Igor Puga, diretor de Marketing e Marca do Santander Brasil.

A partir de agora, quem contratar o seguro de vida do Banco estará protegido contra acidentes sofridos enquanto pedalam. Além disso, o seguro residencial passará a cobrir o roubo ou furto qualificado de bicicletas que estiverem nas casas dos clientes.

E para facilitar a entrada de novos praticantes e a renovação das bikes daqueles que já pedalam, o Santander ampliou o CDC Bike, um produto diferenciado que permite o financiamento de 100% do valor de bicicletas e peças a partir de R$ 2,5 mil – sem limite máximo de valor, para contemplar também os modelos competitivos – com taxa de 1,69% a.m. e pagamento em até 48 parcelas. 

“Ciclistas esportivos costumam ter bicicletas de alto valor e correm riscos pedalando em trilhas e na estrada, mas faltavam produtos desenvolvidos sob medida para garantir a segurança e a tranquilidade dos atletas amadores e profissionais. Nossos novos seguros e a linha de financiamento vêm para ocupar esse espaço e abrir novas possibilidades para os praticantes”, disse Marcelo Labuto, diretor de Pessoa Física do Santander Brasil.

CICLOVIA DO PINHEIROS

O Santander atua ativamente no segmento desde o ano passado, quando patrocinou a revitalização da ciclovia do rio Pinheiros, em São Paulo, reinaugurada em agosto daquele ano pelo Governo de São Paulo após passar por renovações no asfalto, vegetação e segurança. Em dezembro, o Banco inaugurou a Parada Santander, uma estação de apoio e conveniência para os cerca de 70 mil ciclistas que frequentam a rota todos os meses. 

Sucesso de público, a Parada Santander, localizada próxima à Estação Vila Olímpia, proporciona um local para reparos de equipamentos, carregadores de celular e espaço de descanso. O modelo será replicado em outros pontos do País, com novos formatos e serviços. No espaço patrocinado pelo Banco, os visitantes têm um atendimento gratuito com orientações básicas, além de reparos e higienização das bicicletas, carregadores de celulares e vapor d’água para as pessoas se refrescarem. O ambiente ainda tem um contêiner com diversos serviços ao ciclistas, um deles é o Light FIT, que é um atendimento diário e gratuito no qual o usuário recebe orientações de comportamento do uso e passeio da bicicleta, além de reparos básicos e higienização.

Projeto voluntário da Zurich leva educação financeira à ONG que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social

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Fonte: Zurich

A educação financeira é um tema que tem demandado cada vez mais atenção, não só no Brasil, como no mundo: pesquisa recente, realizada em 17 países pelo Zurich Insurance Group, em conjunto com a Universidade de Oxford, identificou que 57% das organizações têm percebido a demanda por aconselhamento financeiro e de bem-estar nos últimos 5 anos. Ciente dessa realidade, a Zurich tem promovido ações com esse foco e estabeleceu uma parceria com o Projeto Locomotiva, para conceder palestras voluntárias de educação financeira aos funcionários e monitores da instituição.

O Projeto Locomotiva é uma organização sem fins lucrativos que assiste, por meio do ensino da música, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, preponderantemente da região do Parque João Ramalho, em Santo André (SP), local considerado de alta vulnerabilidade social. Até o momento, seus colaboradores e monitores (em geral, ex-alunos) já assistiram a duas aulas, ambas online e ministradas por membros da Zurich. A primeira foi voltada às bases da educação financeira e adaptações à pandemia, enquanto a segunda teve como foco os investimentos.

“As duas aulas foram muito esclarecedoras, pois nossas decisões financeiras podem trazer impactos pessoais positivos ou negativos”, contou a assistente social do Projeto Locomotiva, Alessandra Carrara. “Na primeira aula, aprendemos que precisamos realizar um diagnóstico de como estamos empregando nossos recursos financeiros, estabelecer objetivos para o dinheiro poupado e traçar planos para o futuro. Já na segunda, percebemos que precisamos analisar nossa situação financeira e conhecer bem os ativos, a fim de tomar as melhores decisões para investir. Minha família e eu estamos estudando alguns tipos de investimentos e essa aula abriu mais os meus horizontes”, explicou.

Outros participantes também ressaltaram o papel das aulas para desmistificar questões ligadas a investimentos. Os colaboradores da Zurich alertaram os alunos sobre ativos com alto rendimento em pouco tempo, que podem ter alto risco ou até mesmo serem golpes. “A palestra desmistificou coisas impregnadas na mente dos brasileiros, como riscos e day trade. Achei muito legal o foco na reserva de emergência, porque com a pandemia descobrimos que 6 meses garantidos na reserva não são tão suficientes assim. Portanto, entendi que, antes de assumir riscos de investimento, é melhor prevenir riscos econômicos”, apontou Marcos Santana, aprendiz da área financeira e membro da ONG.

Para John Liu, Diretor Executivo de Investimentos da Zurich no Brasil, as aulas concedidas para os membros do projeto estão dentro do propósito da companhia de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo, porque consistem em um apoio à educação da comunidade, majoritariamente composta por jovens.

“De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito Brasil, 46% dos brasileiros com idade entre 25 e 29 anos têm dívidas em atraso. Já segundo o Serasa, 25% da população inadimplente tem entre 18 e 30 anos. São números muito altos. Isso significa que a educação financeira, especialmente para esse tipo de público, mas também para todos os outros, é algo extremamente necessário no momento, principalmente se considerarmos os desafios impostos pela pandemia. Portanto, ficamos satisfeitos por estarmos ajudando a modificar positivamente esse cenário apoiando o Projeto Locomotiva, que já faz a diferença na vida de tantos jovens”, analisa John.

Já para Matheus Schuindt, Coordenador de Projetos da ONG Locomotiva, as palestras voluntárias são mais uma forma de a Zurich ajudar na continuidade do trabalho realizado no projeto, que já conta com o apoio da seguradora. “Acreditamos em potenciais, acreditamos em transformação sociocultural, acreditamos em novos começos, enfim, acreditamos em gente. E poder receber esse cuidado especial da Zurich com a nossa equipe é, de fato, motivo de grande gratidão”, finalizou Matheus.

MAPFRE anuncia Lucia Martinez Ribeiro como nova Head de Desenvolvimento de Negócios

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Fonte: Mapfre

Para gerar oportunidades, trazer o que há de mais atual em tecnologia e elevar ainda mais a MAPFRE Assistência no Brasil ao patamar de presença e rentabilidade, a MAPFRE anuncia Lucia Martinez Ribeiro como a nova Head de Desenvolvimento de Negócios da MAPFRE Assistência. A executiva retorna ao País para agregar toda a sua experiência após cerca de 25 anos de atuação internacional na companhia. 

Lucia avalia que a necessidade de trazer negócios rentáveis é a missão da MAPFRE Assistência para continuar aportando valor, pois o Brasil é poderoso em relação às oportunidades. “A pandemia tem mudado a interpretação de risco, seguros e serviços, o que nos gerou novas demandas no País. Temos a inovação e transformação em nosso DNA e o leque de soluções em serviços, tecnologia e combinações de novos modelos de negócios que expandiram no último ano”, afirma. “Somos uma companhia multisserviço e multicanal, por isso, vamos oferecer as melhores práticas aqui, desde tecnologias já desenvolvidas e implementadas em outros países como autosserviços, novas formas de comunicações com os clientes finais e com os corporativos”, assegura a executiva. 

Lucia Martinez Ribeiro é formada em Administração de Empresas em João Pessoa (PB), com MBA e Doutorado em Marketing em Madri (ESP). A executiva atua desde 1998 na MAPFRE, onde começou como gestora de sinistros na assistência em viagem e traslados médicos internacionais. Após essa experiência, percorreu nove países diferentes para implantar sistemas tecnológicos core e satélites em todos as áreas e processos da companhia. Em 2010, foi convidada para fazer parte da auditoria interna para as unidades da MAPFRE Assistência, MAPFRE Re e MAPFRE Global Risks. Depois de cinco anos nessa função, retornou à Madri e, em 2016, iniciou uma jornada de quatro anos como Diretora de Operações e Tecnologia na China, Taiwan e Hong Kong. Em 2019, foi enviada ao México para apoiar a transição da nova Direção da Assistência no país e, em 2020, retornou à Madrid como Chefe de Implantação de Projetos Transformadores para os mais de 30 países em que MAPFRE Assistência opera. 

Generali Brasil cria Comitê de Diversidade & Inclusão

Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil (3)

Fonte: Generali

O Grupo Generali lançou em março deste ano a iniciativa Be Bold For Inclusion (Seja ousado para a inclusão, em tradução livre), com foco em promover a inclusão e a diversidade na companhia. E umas das suas ações é a criação do Comitê de Diversidade & Inclusão da Generali Brasil, que aconteceu este mês e é composto por dez funcionários. Esse grupo será responsável por fomentar as iniciativas, promover o engajamento e executar os planos de D&I, amparados pelos pilares de diversidade cultural, habilidades, gênero, gerações e LGBTQIA+.

“O nosso objetivo é transformar, cada vez mais, a Generali em uma companhia orgulhosa de ter colaboradores diversos e comprometida com a promoção de um ambiente inclusivo. É por isso que vamos investir em metas concretas e sustentáveis para a empresa. Precisamos encarar o assunto com a seriedade e a atenção necessárias, assumindo um papel de protagonismo na transformação de um mercado tão tradicional, como o segurador”, comenta Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil.

O tema Diversidade & Inclusão (D&I), especificamente, é importante para o Grupo e é por isso que é preciso mantê-lo no topo da agenda de todos os colaboradores e seus líderes. “Nosso time está completo e a data do primeiro encontro oficial do grupo já está marcada.  Eles, agora, vão representar a companhia nos pilares Gênero, Cultura, Gerações, Habilidades e LGBTQIA+. Uma oportunidade para todos os integrantes começarem a planejar, executar e acompanhar ações de D&I, estimulando o engajamento dos colegas no dia a dia. Parabéns para esse time de peso”, finaliza Crisanaz.

MAPFRE abre inscrições para programa de inovação aberta

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Fonte: Mapfre

A MAPFRE abriu inscrições para a segunda edição de seu programa de inovação aberta. Elaborado juntamente com a aceleradora de inovação corporativa e impacto socioambiental Worth a Million – WaM (www.wam106.com), a iniciativa tem como objetivo selecionar startups que possuam projetos de rápida implementação e possam resolver os seguintes desafios dentro da companhia: a otimização do relacionamento com clientes e distribuidores, a personalização da oferta baseada em dados e a eficiência operacional.

“Quando falamos de inovação, no geral, as pessoas associam somente à tecnologia, mas podemos inovar em relacionamento com cliente, produtos e processos também. Com estes desafios, a MAPFRE vem continuamente estimulando seus líderes e colaboradores a pensarem diferente, e estão seguindo uma tendência forte de personalização de serviços”, explica Valéria Barros, CEO da WaM.

Os três desafios desta edição – otimização do relacionamento com clientes e distribuidores; efetividade na conversão de vendas por meio da personalização da oferta baseada em dados e  eficiência operacional – foram resultado de um mapeamento de desafios feito pela WaM na companhia, no qual surgiram pontos a serem trabalhados por meio da inovação.

“O primeiro passo foi levantar e saturar informações com os responsáveis por conduzir a estratégia da organização, uma vez que possuem a visão de quais são os desafios e oportunidades que a MAPFRE e suas respectivas áreas possuem. A área de Inovação foi responsável por estruturar entrevistas com os executivos-chave, captando a percepção de cada um. Ao final, temos os desafios mapeados, priorizados e alinhados à estratégia da companhia, o que potencializa ainda mais a possibilidade nesta busca por startups”, afirma Flavia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

O primeiro tema tem como objetivo tornar a jornada do seguro ainda mais amigável, por meio da disponibilização de diferentes canais para que cliente e distribuidor possam escolher aquele que melhor se ajuste à sua necessidade. Já o segundo visa ampliar a conversão de vendas utilizando ofertas personalizadas, com base na inteligência de dados, para que o produto seja customizado ao cliente. Por fim, o terceiro pretende otimizar a eficiência operacional da companhia, com a adoção de novas tecnologias que possam contribuir com a gestão de recursos, técnica e de riscos de toda a jornada de seguros.

“Um dos principais desafios do mercado de seguros tem sido a melhoria da qualidade analítica dos dados e o uso deles para aprimorar as experiências com clientes. Embora isto não seja algo inédito no setor, fazê-lo de modo proveitoso e de forma consistente figura como desafio para muitos. A MAPFRE tem focado esforços de inovação nesta direção”, conclui Valéria.

Para participar do MAPFRE OPEN INNOVATION (MOI), as startups interessadas devem se cadastrar no site oficial: https://moibr.mapfre.com.br/. Além da implementação das soluções dentro da MAPFRE Brasil, há a possibilidade das startups selecionadas serem contratadas para aplicarem suas ideias em qualquer país onde a MAPFRE opera.

Profissionais buscam mais do que rótulos e poder, afirma diretora de RH da Swiss Re Corporate Solutions

Cristina Aiach_resized

A caminho da espiritualidade. É neste estágio que boa parte dos funcionários está, afirma a diretora de RH para o Grupo Swiss Re na América Latina, Cristina Aiach Weiss. “A crise atual nos chama à reflexão. E, no limite, nos faz questionar o próprio sentido da vid”, comenta ela. A executiva tem percebido em seu dia a dia, que boa parte dos profissionais passou a considerar a realização como algo mais amplo, que transcende a remuneração, o cargo e o glamour de fazer parte de uma instituição de renome. “Esses profissionais buscam mais do que rótulos e poder. Sabem do impacto que lhes causa entregar suas vidas a um ritmo de trabalho estressante; têm ciência de como sua privacidade está ameaçada pelos recursos tecnológicos agora disponíveis; e procuram resistir ao automatismo do mundo moderno. Durante minha jornada profissional, encontrei várias pessoas assim.”

Leia abaixo a íntegra do interessante artigo escrito por ela para a associação de mulheres do mercado de seguros, Sou Segura.

O compromisso de encontrar um sentido mais amplo nunca me deixou. Isso inclui o trabalho, mas também a vida pessoal e a construção da família. Em 2018, escrevi um livro com minha filha, “Mamãe dá Trabalho”, sobre o desafio de conciliar a atividade profissional e a condição de mãe. Surgiu da necessidade de dar respostas a diversas inquietações de minha filha sobre meu trabalho e sobre as longas horas dedicadas a ele, em casa ou no escritório. Este sempre foi um desafio para mães que trabalham: a divisão do tempo e como atender a tantas demandas ao mesmo tempo. Comigo não foi diferente.

Em meu livro, digo para minha filha que alguns trabalham com o coração, outros não, alguns trabalham por necessidade, outros por opção. O trabalho sempre fez parte da vida das pessoas e foi por meio dele que as sociedades se desenvolveram. Trabalhar gera satisfação pessoal, conhecimento e desenvolvimento econômico. Por isso, o trabalho sempre foi tão valorizado.

Mas, levando esse raciocínio adiante, devo dizer que o mundo do trabalho também pode ser bastante conflituoso. As relações humanas nem sempre são norteadas por valores nobres. A falta de confiança gera, muitas vezes, uma atmosfera de competição e falsidade. E a insegurança faz com que muitos se engajem em uma corrida desenfreada atrás de objetivos puramente econômicos e individuais. Em algum ponto da corrida, eles precisariam parar e perguntar para si mesmos: afinal, por que estou correndo? Porém esse autoquestionamento é um ato de coragem, que nem todos parecem dispostos a assumir.

Ter a resposta de porque trabalhamos é fundamental. 

O dinheiro é o grande enigma a ser decifrado. Como afirmou o filósofo indiano Aurobindo Ghose, o dinheiro é uma dádiva universal de origem divina que foi usurpada pelo ego. Daí sua luz, daí sua sombra. Se não soubermos diferenciar a luz da sombra, seremos aprisionados pelo fascínio do dinheiro em seu ininterrupto jogo caleidoscópico.

O lucro possibilita que as empresas realizem objetivos maiores. Mas a busca genuína do lucro deve ser norteada pelo propósito. Só assim, as empresas poderão beneficiar não apenas os acionistas, mas também seus funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade como um todo.

A espiritualidade é a busca do sentido em tudo que se faz. É a intuição de que todas as nossas ações e seus resultados estão vinculados a um propósito maior. É a convicção de que um poder invisível permeia e sustenta o mundo visível. É a esperança de que podemos superar nossas limitações e comungar com essa realidade transcendental.

Acredito que a espiritualidade esteja fundamentalmente vinculada ao sentido. Quando sabemos por que fazemos o que fazemos, isso nos dá a possibilidade de sermos mais compassivos, generosos e inclusivos.

O caminho da espiritualidade é, para mim, um caminho sem volta. À medida que nos aproximamos do sofrimento, buscamos um sentido para a vida, buscamos entender por que um ciclo se encerra e outro principia, por que sentimos um vazio a troco de nada e depois uma alegria sem explicação. A espiritualidade está presente em nossas vidas como o vento, que não vemos, mas cujo impacto, rude ou suave, devastador ou reconfortante, podemos sentir.

Sem passar por cima das consciências individuais, sem cercear o livre-arbítrio das pessoas, acredito que as empresas deveriam incorporar, não apenas à sua pauta, mas à sua própria essência uma perspectiva mais espiritual. O papel dos indivíduos e das organizações na sociedade pode e deve ser mais amplo.

Importante dizer que espiritualidade não é uniformidade. Quanto mais diferentes formos, mais desafiadora se tornará nossa convivência. E mais enriquecedora também. Pela similaridade, nos relacionamos; pela diferença, nos aprimoramos. As Upanishads, antigos tratados místico-filosóficos indianos, dizem que a Verdade é uma só, embora os sábios a chamem por diferentes nomes. Não precisamos concordar nos nomes. Para ter um vislumbre da Verdade, basta praticar o bem.

Artigo: O mercado de seguros em um cenário de desafios

por Eduarda Tenes, diretora Executiva de Placement da Marsh Brasil

Para aqueles que iniciaram suas carreiras no mercado de seguros há 10 anos, talvez estejamos vivendo um momento bem particular. Naquele período, o mercado refletia uma tendência “soft” e com muitos players disponíveis, além de capacidade para colocação do risco com opções.

Nos dois últimos anos, no entanto, houve uma mudança radical no cenário. Sentimos, primeiramente, o mercado internacional mudar seu posicionamento, com reduções de capacidades, players deixando de operar em linhas não rentáveis, e o mercado mostrando cada vez mais sua tendência de endurecimento de termos e condições.

Ainda nesse cenário de transformação, mesmo que temporária e associada a prejuízos, tivemos o início da pandemia do coronavírus, que desde o primeiro trimestre de 2020 tem sido de extremo desafio para a saúde, economia e sociedade como um todo.

A situação de crise trouxe impactos consideráveis à estrutura da sociedade e transformou a maneira de fazer negócios. As empresas precisaram mudar suas rotinas de trabalho, adaptando-se da noite para o dia para a modalidade home office. Muitas não tiveram escolha senão realizar demissões pontuais e reduzir significativamente seu quadro de colaboradores. O mercado foi obrigado a lidar com a falta de matérias-primas decorridas dos extensos períodos de lockdown, paralelamente a questões regulatórias em revisão.

Vimos os mercados internacionais recebendo reclamações de prejuízos relevantes relacionados a perdas financeiras por suas paralisações e as apólices emitidas naqueles territórios sem restrições claras para esse tipo de perda, até porque esse não era um cenário previsto nas análises e subscrição dos riscos, o que resultou numa disputa importante.

Por outro lado, aqui no Brasil acompanhamos uma tendência em outra rota. Riscos para os quais não temos capacidade de colocação não se mostraram tão frequentes, e em algumas atividades temos cenários de renovações com agravações mínimas entre 10% e 20%. Já para riscos complexos, com alta sinistralidade e dependência de capacidade internacional, o cenário se complica. Os riscos financeiros, por exemplo, foram severamente impactados no aumento de preços e ainda continuam na mesma tendência.

Neste momento, passamos pela implementação da Resolução 407 da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que que tira amarras dos contratos de seguros com garantias acima de R$ 15 milhões. De modo geral, a nova regulamentação proporciona aos seguradores maior liberdade em termos de clausulado, e, portanto, um novo desafio se impõe: o mercado precisa estar preparado para entregar diferenciais relevantes aos clientes, sem deixar de considerar que as seguradoras estabelecidas no Brasil têm contratos de resseguros para seus próprios contratos e, consequentemente, a liberdade total é praticamente impossível.

Cabe aos corretores acharem sempre o melhor caminho, de forma a entregar a solução adequada e factível aos seus clientes.