Qualicorp e Sincor-SP anunciam parceria para comercializar planos de saúde

Sincor SP Alexandre Camillo

Fonte: Qualicorp

A Qualicorp firmou duas parcerias estratégicas com o Sincor-SP para promover acesso à saúde de qualidade. A iniciativa consiste em viabilizar acesso aos corretores associados para comercializar todo o portfólio Qualicorp, que conta atualmente com produtos de mais de 100 operadoras parceiras. Além disso, a Companhia está disponibilizando a todos os associados do Sindicato no Estado de São Paulo acesso aos planos de saúde da SulAmérica, uma de suas principais parceiras.

“Valorizamos e lutamos pelos corretores. Estamos sempre ouvindo a categoria, na busca por soluções inovadoras e para construir juntos pontes para o futuro. A parceria visa reforçar nosso contato direto com esses profissionais e nos permite dar mais um passo na direção de apoio ao corretor. Esse é o novo jeito Quali de ser”, disse Bruno Blatt, CEO da Qualicorp, em LIVE no Direto & Reto com Camillo, realizada nesta quarta-feira, dia 26, com o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Eles reúnem produtos que combinam assistência de saúde e odontológica, seguro para perda de renda sem custo adicional, auxílio anual de até R$ 1.800,00 para compra de medicamentos, entre outros benefícios. “São produtos modernos e bem abrangentes, além de diversificados para atender às diferentes necessidades dos corretores interessados”, aponta Elton Carluci, vice-presidente Comercial, de Inovação e Novos Negócios da Quali. “Estamos realizando mais uma entrega aos nossos associados. Lutamos muito para oferecer um plano de saúde adequado aos corretores de seguros e ainda ganhamos mais uma oportunidade de negócios”, declara Alexandre Camillo o presidente do Sincor-SP.

O CEO da Qualicorp, Bruno Blatt, reforça que neste momento econômico e sanitário delicado, a importância dos planos de saúde se tornou ainda maior. “Ter um plano de saúde sempre esteve entre as prioridades das pessoas, mas agora está ainda mais evidente a sua importância neste momento. E com essa iniciativa, fortalecemos ainda amis a parceria com esse profissional qualificado que é o corretor ligado ao Sincor-SP. Esse é mais um passo no sentido de fortalecer ainda mais essa relação duradoura”, afirma Blatt.

LUTO

Faleceu nesta madrugada Michal Jerzy Swierczynski. O executivo teve sua carreira consolidada no setor de seguros por décadas. Entrou na Liberty em 1999, depois de dois anos na presidência da Santos Seguros. Foi diretor da área de grandes riscos da AGF Brasil Seguros. É pai de Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic, corretora do BB. O enterro será hoje, no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, SP.

O CEO da Thinkseg, Andre Gregori, lamenta a morte de Michal Jerzy Swierczynski, pai de Raphael Swierczynsk, ex-sócio da startup Thinkseg.

Conjuntura CNseg reavalia setor de seguros em 2020 após incorporação da saúde suplementar

Fonte:CNseg

A Conjuntura CNseg nº 44, a nova edição da publicação produzida pela Confederação Nacional das Seguradoras, mostra expansão do setor segurador após a incorporação do resultado final de saúde suplementar em 2020.

No texto sobre análise setorial, a publicação destaca que, influenciada pelos números fechados da saúde suplementar em 2020 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a arrecadação consolidada do setor segurador (Seguros- sem DPVAT -; Previdência e Vida; Saúde Suplementar e Capitalização) avançou para R$ 500,9 bilhões no ano passado, representando crescimento de 3% sobre 2019.

Sem saúde suplementar, o montante arrecadado em 2020 fora de R$ 273,7 bilhões, 1,3% superior ao de 2019. A taxa de participação do setor em proporção ao PIB subiu para 6,7% no ano passado, com a inclusão da saúde suplementar.

Segundo a publicação, a saúde suplementar encerrou 2020 com R$ 227 bilhões em contraprestações líquidas, crescimento de 5,1% em relação a 2019. Houve, contudo, desaceleração sobre 2019, quando o segmento havia crescido 8% sobre 2018.

Sobre o quadro macroeconômico, a Conjuntura CNseg constata que a economia mostrou-se mais resiliente do que o esperado no primeiro trimestre, mas adverte que as métricas de análise devem ser olhadas com cautela com a inclusão dos números de março, porque indicam um cenário de forte crescimento que, na prática, não se verifica.

A análise macroeconômica explica que os desvios das métricas, sobretudo na comparação mês contra mês do ano anterior, ocorrem porque em março do ano passado houve as primeiras medidas restritivas à circulação e ao funcionamento de indústrias e empresas comerciais e de serviços, refletindo-se na dessazonalização dessas séries em tempos tão excepcionais.

Há exemplos numerosos: a PIM-PF, por exemplo, mostrou que a produção industrial brasileira recuou 2,4% em março perante fevereiro, na série livre de efeitos sazonais. No entanto, na comparação contra o mesmo mês de 2020, março apresentou alta de 10,5%.

Já a PMC registrou queda de 0,6% no comércio varejista em março sobre fevereiro, mas indicou alta de 2,4% na comparação a março de 2020. A oscilação se repete com o IBC-Br, indicador de atividade agregada do Banco Central. O índice teve queda de 1,59%, consideravelmente menor que a esperada na margem. Na comparação contra o mesmo mês de 2020, o IBC-Br marca alta de 6,26%. No primeiro trimestre, a alta ficou em 2,3%.

A publicação apresenta também o desempenho do setor de seguros neste ano, demonstrando o comportamento heterogêneo entre as coberturas de Danos e Responsabilidade e as Pessoais nos três primeiros meses do ano, ainda impactadas pela pandemia. Sem Saúde Suplementar e DPVAT, o setor de seguros fechou o primeiro trimestre de 2021 com crescimento de 10,3% em relação ao mesmo período de 2020, acumulando o montante de R$ 71,2 bilhões em prêmios de seguros, contribuições em Previdência Privada e faturamento de capitalização. Lembra a publicação que, no primeiro trimestre do ano passado, a crise da pandemia estava em seu começo, o que possibilitou ao setor obter um crescimento de 7,8% sobre o mesmo período de 2019.

O estudo faz ainda um prognóstico positivo para o primeiro semestre do ano, destacando que os indicadores econômicos poderão apresentar mais vigor entre abril e maio, tendo em vista a diminuição das restrições à circulação e às atividades econômicas em abril e maio. “Espera-se um cenário um pouco mais positivo para a primeira metade do ano e, por essa razão, as expectativas para o crescimento do PIB em 2021 começam a ser corrigidas para cima, como abordaremos mais adiante”, diz o estudo.

A inflação, em alta global, influenciada pela escassez ou elevação de preços de insumos de produção e materiais básicos, além dos alimentos, e comportamento do emprego são outros temas tratados na nova publicação. A correlação entre inflação e taxa de emprego é avaliada, destacando-se que as grandes transferências de renda às famílias podem estar desestimulando a busca por emprego, enquanto outros acreditam que os problemas de escassez nas cadeias de produção estariam por trás das contratações abaixo do previsto, fato corroborado pelas altas taxas de aumento dos salários no País. A correlação entre os indicadores econômicos, setoriais e o comportamento dos ramos e modalidades de seguros é assunto recorrente na nova publicação.

Lucro do setor de seguros recua para R$ 2,8 bilhões no primeiro trimestre

As seguradoras registraram lucro líquido de R$ 2,8 bilhões de janeiro a março de 2021, abaixo dos R$ 3,2 bilhões registrados em mesmo período anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Seguros (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. A diferença de R$ 400 milhões praticamente se concentra na Bradesco Bradesco, que segue líder do ranking, com ganho de R$ 772 milhões no período analisado, aquém dos R$ 1,28 bilhão registrado em janeiro a março de 2020. Neste valor não está incluído o ganho com saúde, segmento sob a supervisão da Agencia Nacional de Saúde (ANS). Com saúde, o ganho do grupo Bradesco Seguros no primeiro trimestre foi de R$ 1,6 bilhão, o que representa crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020.

A BB Seguridade vem em segundo, com R$ 588 milhões, acima dos R$ 493 milhoes do mesmo período anterior. A Caixa vem em terceiro, com R$ 559 milhões, pouco abaixo dos R$ 579 milhões de 2020. Zurich Santander praticamente manteve o ganho em R$ 221 milhões. A diferença no ranking de 2020/2021 se deu por neste ano a Siscorp consolidar o valor das duas empresas, antes separados. E para fechar o ranking dos cinco maiores lucros do setor de seguros, a Porto Seguro, com R$ 211 milhões, acima dos R$ 201 milhões do primeiro trimestre de 2020.

Juliana Fonseca é a nova sócia da EZZE Seguros e vai liderar área de bancassurance

ezze seguros

Fonte: EZZE

Com o objetivo de ampliar sua participação nesse canal de distribuição, a EZZE Seguros cria a área de bancassurance e A&H, sigla que contempla seguros de acidentes e saúde (Accident & Health). Para gerir o projeto, Juliana Fonseca, profissional com mais de 20 anos de experiência nesse mercado, é a nova sócia da empresa e chega para ocupar a cadeira de VP do departamento. Com a missão de estruturar e desenvolver a área na seguradora, a executiva traz sua expertise conquistada pela passagem por grandes players do mercado. 

“Na EZZE Seguros, procuramos ter presença em todos os canais de distribuição. O relacionamento é um dos pilares principais para termos uma participação holística, por isso, nosso time é composto por profissionais referência para no mercado, como é o caso da Juliana. Tenho muita confiança na liderança dela para essa nova área que estamos investindo para estarmos próximos tanto de bancos tradicionais e cooperativas, assim como as instituições digitais e fintechs, que, segundo dados do grupo McKinsey, correspondem a 21% das vendas de seguros no mundo” explica Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros. 

SURA registra crescimento de 13,7% na receita no primeiro trimestre do ano

sura seguros

Fonte: SURA

O Grupo SURA reportou seus resultados financeiros para o primeiro trimestre de 2021, período em que se evidenciou o compromisso dos investimentos da Suramericana (Seguros SURA) e SURA Asset Management (SURA AM) por acompanhar os latino-americanos na conjuntura derivada da pandemia e contribuir para a reativação econômica da região. 

O grupo destacou iniciativas como a de AFP Integra, filial da SURA AM no Peru, que criou o Fundo Solidário, financiado com 1% da receita da Companhia, para fornecer a cobertura de seguro de invalidez ou sobrevivência aos afiliados que não contam com ela. E a filial da Suramericana na Colômbia, que vacinou mais de 400 mil afiliados da EPS SURA contra o coronavírus, através de 91 centros de vacinação, com capacidade total para aplicar cerca de 25 mil doses por dia, de acordo com a disponibilidade de biológicos. 

Nos resultados consolidados, se destaca o crescimento da receita de 13,7% frente ao primeiro trimestre de 2020, enquanto as despesas operacionais aumentaram a um ritmo mais lento de 6,3%, explicado pela dinâmica comercial positiva dos negócios de ambas as filiais, apesar dos desafios em diferentes países na questão da vacinação, novos picos da pandemia e seus efeitos nas economias e nos mercados de trabalho. 

“Os resultados do primeiro trimestre são melhores do que o esperado, e vem do nosso compromisso com a vida, em contribuir com a recuperação econômica da região e, claro, para acompanhar os esforços públicos e privados para mitigar o impacto da pandemia. Os investimentos do Grupo SURA mostram uma recuperação geral desde a dinâmica comercial das filiais aos melhores resultados das companhias associadas, que demonstram a relevância para as pessoas e as empresas do portfólio”, comenta Gonzalo Pérez, Presidente do Grupo SURA. 

Na Suramericana, as companhias destinaram mais de USD 534,9 milhões em iniciativas associadas à gestão da pandemia, desde seu início até o último mês de março. Na Colômbia, os esforços para salvar vidas se destacam com uma taxa de letalidade por COVID-19 entre afiliados e segurados da SURA, sendo um terço quando comparado com a média nacional (0,8% vs. 2,6%), em 10 de maio. Além disso, a Ayudas Diagnósticas SURA ampliou as capacidades de processamento de testes de COVID com um novo laboratório de biologia molecular, assim como a implementação de vacinação multiveicular para afiliados da EPS SURA. 

No Chile, iniciativas avançam para incentivar hábitos de vida saudáveis; no México e El Salvador foram criados canais mais ágeis para facilitar a aquisição de soluções pelas pessoas; na Argentina, o Seguro de Vida Laboral foi lançado diante das incertezas da empregabilidade, e a solução de proteção digital que se consolida nos nove países onde a Seguros SURA está presente, entre outras iniciativas. 

Na SURA Asset Management, as ações pedagógicas da AFP Integra (Peru) e AFP Capital (Chile), que promovem a importância de proteger a poupança, se destacam diante das recentes mudanças regulatórias que autorizaram retiradas parciais da poupança previdenciária, para as quais também foram disponibilizados canais ágeis e oportunos para atender as solicitações dos afiliados. Da mesma forma, a Protección (Colômbia) contribui para a reativação econômica com a formação do seu MasterClass Digital, jornadas abertas para milhares de PMEs e empreendedores que recebem formação gratuita durante três dias, ministradas por especialistas em tendências de inovação, transformação digital, marketing, sustentabilidade e talento humano. 

Por sua parte, Afore SURA (México) foi pioneira em habilitar a auto transferência digital para afiliados no seu aplicativo, que ao mesmo tempo é uma ferramenta simples que impulsiona a formalização trabalhistade milhões de trabalhadores, especialmente jovens, que não se registraram no sistema previdenciário mexicano. A iniciativa permite verificar em tempo real se seus empregadores estão fazendo as respectivass contribuições de poupança para a aposentadoria e é uma oportunidade para iniciar sua poupança voluntária. 

Resultados financeiros consolidados no primeiro trimestre de 2021 

O crescimento dos prêmios emitidos e das receitas por comissões das filiais, a recuperação em rendimentos por investimentos próprios das administradoras de fundos de pensão, assim como o aumento no percebido por método de participação como acionistas em outras companhias, permitiram alcançar receitas operacionais de USD 1,564 bilhão. 

“Estes primeiros resultados consolidados de 2021 mostram sinais claros de recuperação dos investimentos no portfólio. Estamos vendo os benefícios de um portfólio de investimentos balanceado, que impulsiona o crescimento das receitas e lucros, que também é resultado dos avanços da Suramericana e SURA AM em consolidar modelos operacionais eficientes, assim como a melhora considerável nas receitas pela participação em companhias como Bancolombia, Grupo Nutresa e Grupo Argos”, explica Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios e Finanças do Grupo SURA. 

Destaca-se também que o crescimento das despesas foi de 6,3%, comportamento controlado devido ao foco na eficiência e as despesas operacionais que reduziram 0,4%, apesar do aumento da sinistralidade nos segmentos de Vida e Saúde da Suramericana. Assim, o lucro operacional foi de USD 140,7 milhões, superior ao de 2020, mas, inferior ao de um ano sem pandemia como 2019. O mesmo ocorre como lucro líquido, que foi de USD 59,4 milhões. Em relação aos resultados das filiais: 

SURA Asset Management registrou um crescimento da renda por comissões de 7,5%, impulsionado pela Poupança para a Aposentadoria (pensões), Investimentos SURA (poupança para pessoas) e da SURA Investment Management (gestão de ativos para clientes institucionais). Desta filial também se destaca o controle das despesas operacionais, que aumentou 0.8% frente ao primeiro trimestre de 2020. Assim, o lucro líquido fechou em USD 32,6 milhões, resultado dos lucros em todos os segmentos. Dessa forma, destaca-se que os ativos sob manejo cresceram 16,6% frente ao primeiro trimestre de 2020, alcançando USD 150,111 milhões. 

Suramericana (Seguros SURA) obteve um crescimento de 7.3% em prêmios emitidos, que somaram USD 1,296 milhões, da mesma forma que manteve o controle das despesas, que aumentaram 1.6%. Não obstante, os sinistros retidos aumentaram 14.5%, principalmente pelos segmentos de Vida e Saúde, considerando um primeiro trimestre de 2020 sem efeitos materiais da pandemia, frente a um primeiro trimestre de 2021 que recebe impactos dos picos de contágio, especialmente na Colômbia. Ao final, registrou um prejuízo líquido de USD -3 milhões, em linha com o orçamento da Companhia perante o aumento da sinistralidade mencionada. 

Zurich fecha parcerias e lança 3 fundos de previdência privada

Zurich Fabiano LIma

Fonte: Zurich

A Zurich continua expandindo a oferta de fundos de previdência privada aberta com o objetivo de atender aos mais variados perfis de investidores. Por conta disso, três novos fundos geridos por casas independentes de renome estão sendo ofertados pela seguradora. O primeiro, disponível desde dezembro/2020, é gerido pela Legacy Capital. Os outros dois, ambos disponíveis desde a segunda quinzena de abril, em parceria com a Rio Bravo Investimentos e a Forpus Capital.

Gerido pela Legacy Capital, gestora fundada em 2018 por Felipe Guerra, ex-Tesoureiro do Banco Santander, o “Legacy Capital Previdenciário Zurich FI em Cotas de Fundo de Investimento” é um fundo multimercado macro, que busca uma grande aderência com a principal estratégia da casa, porém, com todos os benefícios fiscais da previdência. Já o fundo “Rio Bravo Previdência Imobiliário FI em Cotas de FI Multimercado Crédito” tem como principal fonte de retorno ativos de crédito privado e alocações em fundos imobiliários, aproveitando a expertise da casa nesta classe. O fundo é gerido pela Rio Bravo Investimentos, gestora que possui como sócio-fundador o economista e ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco. Completando a lista, o fundo “Forpus 70 Zurich Previdenciário Fundo de Investimento Multimercado” é um multimercado com foco em ações (até 70%). O fundo será gerido pela Forpus Capital, gestora fundada em 2014 por ex-executivos de bancos tradicionais de investimentos. 

De acordo com o diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, Fabiano Lima: “As novas parcerias estão em linha com a nossa estratégia de oferecer um portfólio completo de produtos e, também nosso propósito de construir um futuro melhor, sendo a previdência privada o melhor instrumento para acumulação de longo prazo”. 

Em 2020, a Zurich lançou, ao todo, nove fundos de previdência em parceria com gestoras independentes, com diferentes benchmarks (índices de referência) e perfis. As três mais recentes ofertas juntam-se às demais da companhia e representam opções tanto para diversificar os recursos de clientes com reserva constituída quanto para clientes que desejam iniciar um plano de previdência, contando sempre com o apoio dos corretores de seguros. 

“Embora já com R$ 1 trilhão de reserva, a indústria de previdência privada aberta ainda tem grande potencial de crescimento e, à medida que a legislação se moderniza, gestores e distribuidores são atraídos para este mercado, contribuindo para o desenvolvimento da formação de poupança de longo prazo do brasileiro”, finaliza Fabiano.

BB Seguros firma parceria com CargOn para lançar seguro de vida para caminhoneiros

transporte seguros

Fonte: BB Seguros

A BB Seguros, em parceria com a logtech CargOn, que atua como operador logístico digital há pouco mais de um ano no mercado, anuncia o lançamento do primeiro seguro de vida para motoristas que realizam o transporte de cargas identificadas e cadastradas pela plataforma da startup. O seguro, no valor de R﹩ 50 mil, oferece cobertura por todo o período da viagem para o caso de morte e/ou invalidez por acidente. Em breve, o benefício também será estendido para os fretes de outras transportadoras parceiras da CargOn, como um produto opcional aos motoristas das cargas. 

“O caminhoneiro enfrenta muitos perigos em seu dia a dia de trabalho, incluindo estradas mal conservadas e a falta de segurança, acarretando no roubo de cargas, e nossa maior preocupação é com a vida desses profissionais e suas famílias. Por isso, saímos na frente e firmamos uma parceria pioneira com a BB Seguros para oferecer essa apólice aos nossos parceiros”, afirma Denny Mews, fundador e CEO da CargOn. 

Segundo o Painel de Acidentes Rodoviários , atualizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em 2020, aconteceram 63.447 acidentes nas rodovias federais, o que resultou na queda de 5,9% em relação a 2019 (67.427). No entanto, o número de mortes no ano passado foi de 5.287, com redução de apenas 0,8% comparado ao ano de 2019 (5.332), apontando maior letalidade em menor quantidade de acidentes. 

Para Mews, esses dados não podem ser ignorados. “Tivemos 14 mortes por dia em 2020 e 81 acidentes com vítimas a cada 100 km de nossas rodovias. Além do seguro, estamos incluindo no cadastro do aplicativo do motorista, informações iguais aos de cartões de embarque de aeroportos, onde ele poderá inserir dados de contatos de emergência, para podermos apoiá-los ainda mais em caso de necessidade”, destaca. 

“Nós da BB Seguros acreditamos que o seguro de vida é, acima de tudo uma proteção para a vida. Dentro desta ideia, temos enorme satisfação em desenvolver um produto exclusivo, primeiro do mercado, que oferece tranquilidade e segurança para profissionais tão vitais para o funcionamento pleno do nosso país, como os caminhoneiros, responsáveis por movimentar a maior parte da carga brasileira,” celebra Sérgio Ribeiro, superintendente executivo comercial da Brasilseg, uma empresa da BB Seguros. 

Mas o plano da startup não para por aí. Nos próximos quatro meses, a CargOn ampliará os facilities, levando outras soluções inéditas para as rodovias brasileiras. E também já está em fase de implantação um programa de fidelidade para os motoristas, o FICA (Fidelidade CargOn), para o acúmulo de pontos, que poderão ser trocados por benefícios em restaurantes, lojas de conveniência e postos de abastecimento. 

Capitalização arrecada R$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre de 2021

Fenacap

Fonte: FenaCap

No primeiro trimestre do ano, os clientes que tiveram seus Títulos de Capitalização contemplados somaram R$ 325,5 milhões de prêmios em dinheiro. Esse montante equivale à entrega de R$ 5,2 milhões em sorteios por dia útil do período. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), com base nas estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A receita do mercado cresceu 3,3%, em comparação ao mesmo período de 2020, alcançando R$ 5,8 bilhões. As reservas técnicas – compostas pelos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos – apresentaram alta de 5,8%, alcançando R$ 32,5 bilhões. Os resgates aumentaram 1%, totalizando R$ 4,9 bilhões. “Esses indicadores sinalizam que o consumidor continua cauteloso e constituindo reservas financeiras, seja para realização de planos futuros, seja para fazer frente a situações inesperadas, uma vez que o cenário ainda apresenta muitas incertezas”, avalia Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.   

Os Títulos de Capitalização seguem, portanto, como importantes instrumentos de educação financeira, que, ao longo do tempo se diversificaram e, pela versatilidade, se apresentam como soluções de negócios com sorteios. São seis modalidades de produtos – Tradicional, Popular, Instrumento de Garantia, Filantropia Premiável, Incentivo e Compra Programada – capazes de auxiliar o consumidor – pessoa física ou jurídica – em várias situações do dia a dia.  

Genial lança marketplace de Vida e Previdência e já conta com Icatu, Sulamérica, Zurich e Omint

sergio genial investimento

A Genial Investimentos dá mais um passo na experiência digital de seus clientes e lança o marketplace de Vida e Previdência. A novidade estreia já com cinco seguradoras disponíveis para contratação 100% online, ampliando a oferta de produtos e serviços. No lançamento, estarão disponíveis produtos de previdência da Icatu, Sulamérica e Zurich, e de vida da Omint e Icatu. Na sequência, já está prevista a inserção de Mapfre e Porto Seguro.

Na primeira fase, o marketplace será voltado para atender a rede de parceiros comerciais B2B da Genial Investimentos, entre assessores financeiros, consultores, corretores, distribuidores e agentes autônomos. Uma maior oferta de serviços, como simulações (comparativo de fundos), portabilidade e extrato devem ficar disponíveis para contratação direta na plataforma e via App pelo varejo em até três meses.

“Estamos muito confiantes com o potencial de crescimento com o meio digital. Serão produtos tailor made, desenhados para atender a necessidade dos clientes de proteger patrimônio e a capacidade de geração de renda da família”, aponta Sérgio Schwartz, responsável pela área de Seguros & Previdência da Genial Investimentos. 

Com a integração da nova plataforma, novos serviços trarão vantagens para os  parceiros, como facilitar a distribuição dos produtos comercializados e disponibilizar consulta de informações. A expectativa é triplicar o volume de Previdência e Seguro de Vida Individual em 2021, com maior capilaridade e aumento da oferta de produtos e serviços, ampliando a distribuição via parceiros e corretores de seguros, um novo e importante canal na Genial.

Integrado com as seguradoras para distribuição por meio de um Hub de APIs, o marketplace permitirá uma solução completa com mais produtos, velocidade,  escalabilidade e uniformidade nos processos, gerando fidelização de clientes e parceiros associados. Equiparando a área às demais plataformas da casa, o ambiente vai permitir uma jornada 100% digital, simplificada e ágil, da contratação dos produtos.

“Pretendemos transformar a experiência do cliente e dos parceiros, com simplificação e transparência dos processos, ofertando os melhores produtos do mercado, como já é tradição na Genial”, afirma Schwartz.