CNP Seguros Holding Brasil anuncia Joaquim Cruz como novo Diretor de Produtos e Operações

A CNP Seguros Holding Brasil anunciou a nomeação de Joaquim Cruz como seu novo Diretor de Produtos e Operações. O executivo assume o cargo com a missão de aprimorar a experiência do cliente e desenvolver novos negócios. 

Com uma carreira consolidada, Joaquim Cruz reúne ampla experiência estratégica, visão de negócios e profundo conhecimento em governança, finanças e operações. Ao longo de sua trajetória, atuou em diferentes segmentos — bancário, financeiro, varejo, governamental e de seguros — sempre com foco em eficiência operacional, sustentabilidade dos resultados e desenvolvimento de equipes de alta performance.

Formado em Administração de Empresas, Joaquim tem pós-graduação em Marketing e Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio

BB Seguridade alcança lucro líquido de R$ 2,6 bi no 3º trimestre

Delano Valentim de Andrade


A BB Seguridade anuncia ao mercado um lucro líquido gerencial de R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre de 2025, maior lucro trimestral recorrente registrado desde o IPO em 2013. O valor representa um crescimento de 13,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O resultado operacional combinado das empresas do grupo cresceu 2,4% (líquido de impostos) em relação ao mesmo período de 2024, mas o principal destaque foi o resultado financeiro, que subiu 55,1% no período impulsionado pelo aumento do saldo médio de aplicações financeiras, alta da taxa Selic e, especificamente no caso da Brasilprev, pela deflação do IGP-M, que resultou em um menor custo do passivo associado aos planos de benefício definido.

No 9M25, o lucro líquido gerencial recorrente foi de R$ 6,8 bilhões, equivalente a um incremento de R$818,3 milhões (+13,7%) em comparação aos primeiros nove meses de 2024, explicado por crescimento de prêmios ganhos e receitas de corretagem, redução da sinistralidade e evolução do resultado financeiro consolidado.

Delano Valentim de Andrade, presidente da BB Seguridade, afirma que “este é meu primeiro trimestre à frente da companhia, e ao divulgarmos mais um desempenho consistentemente positivo, fruto de uma estratégia centrada no cliente, podemos ter tranquilidade que nossos esforços estão sendo empenhados na direção certa. Estamos comprometidos em oferecer soluções inovadoras, personalizadas e sustentáveis, e continuamos avançando para sermos a referência brasileira em proteção, segurança e tranquilidade.”

Veja destaques por companhia:

– Brasilseg: No 3T25, o lucro líquido gerencial recorrente cresceu 7,2% em relação ao 3T24, impulsionado pela expansão de 51,1% do resultado financeiro, explicada pela maior taxa média Selic. O resultado operacional não decorrente de juros cresceu 2,9%, com avanço de 6,8% dos prêmios ganhos retidos, impulsionado pelo reconhecimento de receitas de vendas realizadas em períodos anteriores.

– Brasilprev: O lucro líquido gerencial recorrente totalizou R$709,5 milhões no 3T25, um crescimento de 19,1% em relação ao mesmo período de 2024. O desempenho foi suportado pelo crescimento de 35,0% do resultado financeiro, favorecido pela redução do custo do passivo. O resultado operacional não decorrente de juros avançou 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

– Brasilcap: A arrecadação cresceu 5,4%, impulsionada pela maior quantidade de títulos de pagamento mensal vendidos e incremento do ticket médio. No 3T25, o lucro líquido da operação de capitalização foi 31,1% superior ao mesmo período de 2024. Tal desempenho decorre da alta do resultado financeiro, impulsionado tanto pela expansão do saldo médio de ativos rentáveis como pela melhora de 1,3 p.p. da margem financeira.

– BB Corretora: No 3T25, o lucro líquido da BB Corretora cresceu 9,3% em relação ao 3T24, com expansão de 4,2%, das receitas de corretagem, impulsionadas pela apropriação de comissões de vendas ocorridas em períodos anteriores.

Alper participa do GoianaRH para fortalecer relacionamento e apresentar soluções estratégicas para RH

Leandro Schmidt,

A Alper Seguros, uma das maiores consultorias e corretoras de seguros do Brasil, confirma sua participação no GoianaRH, um dos principais eventos de Recursos Humanos da região Centro-Oeste. O encontro, que acontece do dia 5 a 6 de novembro de 2025 no Espaço Dois Ipês, Avenida Quitandinha, 600, das 09h até 18h, é voltado para profissionais de RH, líderes, empresários, estudantes e todos que lidam com pessoas.

A companhia estará presente com um estande exclusivo, onde receberá os participantes para discutir tendências em benefícios corporativos, gestão de saúde e soluções em seguros voltadas para o desenvolvimento estratégico de pessoas.

A Alper será representada no evento por Leandro Schmidt, superintendente da filial Centro-Oeste. O executivo destaca que a presença no evento reforça o compromisso da empresa em ser um pilar de apoio para os desafios de gestão de pessoas na região.

“A participação da Alper em eventos como o GoianaRH é extremamente relevante, pois reforça nossa proximidade com os profissionais de Recursos Humanos e o nosso compromisso em apoiar as empresas na gestão estratégica de pessoas por meio de soluções completas em seguros e benefícios”, afirma Schmidt.

O superintendente complementa que esse é um fórum crucial para o setor. “O GoianaRH é um dos principais pontos de encontro do setor na região, reunindo lideranças e especialistas para discutir tendências, inovação e desafios da área. Estar presente é uma oportunidade valiosa para fortalecer relacionamentos, apresentar nossas soluções integradas e destacar como a Alper tem se posicionado como parceira estratégica dos RHs na construção de ambientes corporativos mais saudáveis e sustentáveis.”

A equipe da Alper estará disponível no stand durante todo o evento para networking e apresentação de seu portfólio de serviços.


Serviço

O que: XXIII GOIANARH

Quando: 05 até 06 Nov 2025

Onde: Espaço Dois Ipês, Avenida Quitandinha, 600, Setor Jao, Goiânia – GO

A que horas: 09:00 até 18:00

CEO da Generali Brasil destacará no Rio os 100 anos da companhia e o papel da liderança global 

A Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro (CCIE-RJ), em parceria com o Polo Cultural ItalianoRio, realiza mais uma edição da série “Buondí CEO!”, que de julho a novembro reúne executivos de grandes empresas italianas atuantes no Brasil para discutir temas estratégicos sobre liderança, inovação e sustentabilidade. 
 

Em novembro, o convidado será Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil, que celebra os 100 anos da companhia no país. Com mais de 30 anos de experiência no mercado segurador, Lundgren construiu uma carreira internacional em empresas como Allianz, Prudential Financial e SCOR Resseguros, acumulando passagens pela Alemanha e pela Espanha.
 

Economista formado pela PUC-Rio, com MBA pela Cranfield School of Management (Reino Unido) e especialização em M&A pela Wharton, o executivo é reconhecido por sua visão estratégica e foco em inovação, pessoas e resultados.
 

Durante o evento, Lundgren abordará a história e a consolidação da Generali no Brasil, os desafios da liderança em tempos de transformação e a importância de integrar cultura, tecnologia e sustentabilidade em um setor em constante evolução.
 

A mediação será conduzida por Patrizia Antonini, chefe do escritório da ANSA na América Latina, jornalista especializada em geopolítica e comunicação institucional. Com mais de três décadas de experiência, Patrizia é reconhecida por sua habilidade em mediar debates com sensibilidade e profundidade analítica, fortalecendo o diálogo entre diferentes culturas e visões de mundo.
 

Iniciativa

O “Buondí CEO!” aborda temas como inovação e sustentabilidade, cultura organizacional e liderança humanizada, além da transformação digital e dos valores que diferenciam empresas italianas no Brasil. A série já contou com nomes como Fortunato Leta (Zona Sul), Alberto Griselli (TIM Brasil) e Francesco Moliterni (Enel Distribuição Rio), reforçando o compromisso da CCIE-RJ com a promoção de trocas de alto nível entre líderes empresariais ítalo-brasileiros.
 

“Cada encontro é uma oportunidade de compreender como a liderança italiana contribui para o desenvolvimento econômico e cultural do Brasil, conectando inovação, tradição e propósito”, destaca Renata Novotny, presidente da CCIE-RJ.
 

Serviço:

Data:06 de novembro

Horário: 8h30 às 10h

Local: Polo Cultural ItalianoRio – Av. Pres. Antônio Carlos, 40 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos:

Link

Grupo Bradesco Seguros lança “Seguros Friday” com ofertas especiais em novembro

O Grupo Bradesco Seguros realiza, em novembro, nova edição da Seguros Friday, campanha nacional que reúne condições especiais para contratação de seguros, previdência, capitalização e assistência odontológica. Voltada a pessoas físicas e jurídicas, a iniciativa oferece vantagens exclusivas em produtos dos segmentos de Auto, Residencial, Empresarial, Vida, Saúde, Dental, Capitalização e Previdência.

Com o objetivo de incentivar a cultura de proteção e planejamento financeiro, a campanha contempla condições comerciais diferenciadas e benefícios adicionais, como o acúmulo de pontos no programa de recompensas Livelo, facilitando o acesso a soluções que promovem segurança e bem-estar.

As ofertas estão disponíveis em diversos canais de venda do Grupo Bradesco Seguros, incluindo parceiros, canais digitais, atendimento remoto e rede de corretores em todo o território nacional.

Para conhecer todas as condições da campanha, o público pode acessar o hotsite exclusivo da Seguros Friday ou procurar um dos mais de 40 mil corretores parceiros do Grupo Bradesco Seguros.

HDI Global traz cinco passos para fortalecer a resiliência cibernética das empresas

riscos cibernéticos hackers

As ameaças cibernéticas estão entre os riscos mais críticos para as empresas. O volume de incidentes segue em alta, gerando perdas sem precedentes e colocando em risco infraestruturas essenciais e a estabilidade econômica. Estudos recentes apontam que os ataques estão se tornando mais difíceis de detectar e conter, à medida que criminosos passam a usar inteligência artificial generativa para atingir um número cada vez maior de setores.

David Bartolini, chefe de Engenharia de Riscos Cibernéticos da HDI Global, destaca cinco áreas prioritárias para fortalecer a resiliência das empresas diante dessas ameaças.

Segundo o relatório mais recente da Agência Europeia de Cibersegurança (ENISA), que analisou cerca de 4,9 mil incidentes entre julho de 2024 e junho de 2025, os principais vetores de ataque são o phishing, o ransomware e as ofensivas de negação de serviço distribuída (DDoS). Diante desse cenário, a resiliência cibernética precisa ser tratada como prioridade estratégica. A seguir, as cinco recomendações centrais.

1. Treinamento contínuo de conscientização dos colaboradores

O erro humano continua sendo um dos principais riscos: de acordo com a ENISA, cerca de 60% dos incidentes têm origem em falhas humanas. Os invasores exploram sobretudo e-mails e técnicas de engenharia social. Por isso, é essencial que as empresas realizem treinamentos regulares de conscientização, com simulações de ataques de phishing. Programas mais eficazes incluem exercícios práticos e Readiness Workshops, muitas vezes oferecidos em apólices de seguro cibernético. O desafio é manter o aprendizado ativo: a atenção tende a crescer apenas após um incidente, o que reforça a necessidade de educação permanente.

2. Atualização de softwares e fechamento de brechas de segurança

Sistemas desatualizados são portas de entrada ideais para os criminosos. A gestão consistente de atualizações e correções reduz significativamente o risco de invasões. O uso de práticas de engenharia de risco direcionadas e revisões periódicas da infraestrutura crítica é não apenas eficaz, mas indispensável para mitigar vulnerabilidades conhecidas.

3. Segmentação de redes e segurança técnica

O avanço do trabalho remoto ampliou a superfície digital das empresas, criando novas oportunidades para ciberataques – inclusive com aumento expressivo das ofensivas DDoS. Medidas técnicas como segmentação de rede, detecção e resposta em endpoints (EDR), gestão de eventos e informações de segurança (SIEM) e a criação de centros de operações de segurança (SOC) permitem detectar e isolar rapidamente sistemas comprometidos. Aplicar o princípio do acesso mínimo necessário também ajuda a limitar os danos.

4. Gestão de riscos de terceiros e da cadeia de suprimentos

Parceiros externos representam outra fonte de vulnerabilidade. Após um ataque, muitas empresas reforçam seus controles e passam a auditar com mais rigor seus fornecedores. A ENISA estima que mais de 10% das ameaças documentadas envolvem a cadeia de suprimentos. Casos de repositórios de software comprometidos e falhas em prestadores de serviços que geraram incidentes em larga escala na Europa reforçam a urgência do tema. As medidas de mitigação incluem cláusulas contratuais de cibersegurança, comprovação de padrões mínimos e testes conjuntos de infraestrutura.

5. Preparação para emergências: backups e simulações de crise

A prevenção total é impossível. O tempo médio de paralisação após um ataque cibernético é de 4,2 dias, chegando a 5,5 dias em pequenas empresas. Backups regulares e planos de recuperação testados são essenciais para reduzir o tempo de inatividade e a perda de dados.

Análise de risco ampla aumenta a resiliência

Investir em prevenção e proteção holística traz retorno: empresas com altos níveis de segurança retomam suas operações cerca de 36 horas mais rápido e têm custos 10% menores por incidente. Líderes do mercado de seguros, como a HDI Global, atuam como parceiros estratégicos de transformação digital, oferecendo consultoria especializada e soluções que fortalecem a resiliência e a segurabilidade das organizações.

Por meio de um portfólio abrangente e de suporte técnico direcionado, essas iniciativas ajudam empresas de todos os portes a avançar com mais segurança na jornada digital.

Com alta de 6%, lucro da MAPFRE no Brasil atinge 199 milhões de euros até setembro


A MAPFRE Brasil encerrou os nove primeiros meses de 2025 com lucro líquido de 199 milhões de euros, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado representa quase um quarto (24%) do lucro global da MAPFRE, e confirma o país como um dos principais polos de rentabilidade do grupo.
 

Mesmo diante da desvalorização de 9% do Real no período e de um ambiente macroeconômico desafiador, a operação brasileira manteve um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acima de 27%, nível considerado excepcional no setor. O desempenho técnico positivo e a forte geração financeira sustentaram o resultado, com índice combinado Não Vida, que em parte reflete o custo dos sinistros em relação ao prêmio recebido, de 72,1% (-2,0 p.p.), um dos melhores entre todas as operações da MAPFRE no mundo.
 

O volume de prêmios no terceiro trimestre somou 3,31 bilhões de euros no Brasil, o que corresponde a 15% de toda a arrecadação global do grupo. Em moeda local, a retração foi limitada a 2,8%, apesar do recuo de 11,5% em euros devido ao câmbio. O resultado foi pressionado principalmente pelos ramos de Agro e Vida Risco, ainda afetados por juros altos e menor contratação de crédito rural. Por outro lado, os ramos de Seguros Gerais, tanto industriais quanto de varejo, apresentaram crescimento e boas margens técnicas, com índice combinado de 63,3% (-1,6 p.p.).
 

O negócio de Vida Risco manteve forte rentabilidade, com índice combinado de 82,1% (-2,1 p.p.), enquanto o ramo de Automóveis, em fase de ajustes tarifários, estabilizou-se em 101,4% (+0,3 p.p.).
 

“O desempenho do trimestre confirma a solidez da operação brasileira e nossa capacidade de preservar rentabilidade com diversificação de portfólio”, afirma Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE Brasil. “A sociedade estratégica com o Banco do Brasil e a forte rede de distribuidores em todo o país seguem sendo diferenciais importantes para ampliar o acesso aos nossos produtos e fortalecer nossa presença nacional. Mantemos o foco em eficiência técnica, gestão prudente e crescimento sustentável, consolidando a MAPFRE como uma das líderes do mercado segurador nacional e uma operação importante para o grupo internacionalmente”, completa o executivo.
 

MAPFRE no mundo
 

No consolidado mundial, a MAPFRE reportou lucro líquido de 829 milhões de euros entre janeiro e setembro, alta de 26,8% na comparação anual. Desconsiderando efeitos extraordinários, como a deterioração parcial do ágio no México e o cancelamento de ativos fiscais na Itália e Alemanha, o resultado alcançaria 908 milhões de euros. 
 

volume global de prêmios somou 22,38 bilhões de euros, com avanço de 3,5%, impulsionado pelo crescimento de Automóveis, Saúde e Vida. O índice combinado consolidado recuou 2,2 pontos percentuais, para 92,6%, refletindo ganhos técnicos e disciplina na subscrição.
 

A América Latina contribuiu com 340 milhões de euros do lucro total, com destaque para o Brasil. A região da Ibéria, que contempla Espanha e Portugal, registrou 347 milhões de euros e a MAPFRE RE, 256 milhões de euros. Já a América do Norte apurou 99 milhões de euros em resultado (+40,6%).
 

“Mais um trimestre crescemos de forma rentável em todas as regiões e linhas de negócio, o que nos permite novamente aumentar o dividendo aos acionistas”, afirmou Antonio Huertas, CEO global do grupo MAPFRE.

Setor segurador debate sustentabilidade, infraestrutura e inovação nas cidades

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) esteve presente no maior evento municipalista de inovação e tecnologia, realizado nesta semana em Nova Petrópolis (RS), o Smart Cities Park. Gestores municipais de todo o Brasil e representantes do setor produtivo puderam dividir o protagonismo em debates sobre iniciativas que promovem o desenvolvimento baseado em inovação e tecnologia nas políticas públicas das cidades brasileiras.

O diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, participou dos debates em dois painéis com os temas: “Parcerias Público-Privadas: Impulsionando Tecnologias e Construindo Smart Cities” e “Inovação Agrícola: Tecnologias para Agricultura, Impulsionando o Desenvolvimento nos Municípios com números comprovados e experiências transformadoras”.

A fala de Esteves destacou o papel transversal e essencial do setor de seguros no enfrentamento das mudanças climáticas no Brasil, com foco na necessidade de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e de áreas agrícolas para construir resiliência e fornecer respostas eficazes a desastres naturais.

“O setor de seguros tem soluções e a capacidade de ser um parceiro fundamental do poder público, seja fornecendo assistência emergencial rápida pós-desastre (Seguro Social Catástrofe) ou atuando em medidas de longo prazo para tornar o país mais seguro e adaptado (Cidades Resilientes). Ressalto que devemos superar a burocracia do poder público, permitindo que o setor de seguros atue mais rapidamente no momento inicial da catástrofe; essa é a função do setor segurador. Complementar a isso, devemos focar na adaptação e atuação antes da catástrofe, promovendo mudanças estruturais para tornar as cidades mais resilientes a longo prazo”, afirmou.

Durante o debate, o diretor da CNseg destacou também uma proposta de reforma do Fundo para Calamidades Públicas da Defesa Civil (FUNCAP), que já existe desde 2010, mas que tem baixa atuação. Colnago propôs, junto aos debatedores, a reorganização deste mecanismo público, para dar-lhe uma natureza privada e atualizar a legislação para que se permita, por exemplo, o financiamento de medidas preventivas de infraestrutura.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, reforçou durante o encontro, que está em sua terceira edição, a importância de reunir líderes da gestão municipal e do setor privado para moldar ações que possam apontar uma constante transformação tecnológica nas ações públicas das cidades, baseadas na inovação.

Mais CNseg

Também durante o encontro, a superintendente de sustentabilidade da CNseg, Luciana Dall’Agnol, foi uma das painelistas no palco que debateu o tema “Inovação Climática no Município: Como a Tecnologia Pode Prevenir Desastres Naturais”. Durante sua fala, a superintendente da Confederação ressaltou o papel do setor segurador e soluções integradas para a mitigação climática e desenvolvimento socioeconômico do país. 

MAG Investimentos é destaque em ranking de investimentos do Guia FGV 2025

A MAG Investimentos, gestora independente com 12 anos de atuação no Brasil e R$17 bilhões sob gestão, é a segunda melhor gestora de nicho do ano, segundo o Guia FGV 2025. A companhia foi reconhecida, principalmente, pelo destaque em duas categorias nas quais sagrou-se campeã: em Renda Fixa e Alta Renda, em uma análise criteriosa de desempenho dos últimos três anos.

“Para nós, é muito gratificante o reconhecimento de um ranking tão conceituado como o da FGV. Estar entre as principais gestoras de investimentos do país reforça o nosso compromisso de entrega de gestão qualificada, pautada em análises rigorosas e assertivas, refletida na entrega de resultados consistentes aos investidores”, afirma Claudio Pires, sócio-gestor da MAG Investimentos.

Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, o ranking avalia o desempenho das gestoras embasado por uma análise criteriosa de fundos nas categorias renda fixa, money market (DI e Curto Prazo), multimercados e ações, considerando os resultados dos últimos 36 meses.

Segundo Claudio Pires, a empresa mantém como prioridade a segurança e a performance dos investimentos de seus clientes, fortalecendo uma relação de confiança construída ao longo do tempo. “Um dos grandes diferenciais deste ranking é a avaliação da regularidade das gestoras ao longo dos últimos três anos. Portanto, o reconhecimento é fruto da nossa consistência e solidez nas estratégias, realçando essa relação de confiança mútua com o mercado e clientes”, complementa.

Nascida como gestora global, mas com expertise local, a MAG Investimentos também possui a mais alta avaliação do Rating de Qualidade de Gestão pela agência de risco Moody’s com nota MQ1 (Excelente). A asset disponibiliza a seus clientes, investimentos por meio de fundos abertos, exclusivos, fundos offshore, fundos imobiliários e carteiras administradas.

FenSeg defende fortalecimento do seguro rural e apoio aos pequenos e médios produtores

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) marcou presença na 2ª edição do Agro Horizonte, promovido pela revista Globo Rural, em Brasília. A entidade foi representada por Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, que participou do painel sobre finanças, seguros e tecnologia.
 

Durante o debate, Toyama destacou que fortalecer o seguro rural passa por canalizar as políticas públicas para os produtores mais vulneráveis, fundamentalmente os pequenos e médios produtores, que em períodos com baixas margens e alta volatilidade climática não têm ferramentas próprias para lidar com estes fatores.
 

“O agronegócio é composto por todos os produtores — do pequeno horticultor ao grande sojicultor. A política pública precisa priorizar o produtor vulnerável, porque necessitam de apoio nos momentos mais difíceis, com estabilidade de oferta de crédito e seguros com custos mais equilibrados”, afirmou.
 

Toyama também ressaltou o papel da tecnologia e da inovação na evolução do seguro rural, apontando que as seguradoras já utilizam ferramentas como telemetria, imagens de satélite e produtos inovadores, a exemplo do seguro paramétrico e do seguro de renda. “A inovação é o caminho para ampliar o acesso à proteção e fortalecer a resiliência do campo”, destacou.
 

O painel reuniu Gustavo Freitas (Sicredi), José Ângelo Mazzillo Júnior (CNA) e André Guillaumon (BrasilAgro), sob moderação de Rafael Walendorff (Valor Econômico), e contou com a presença de autoridades e lideranças do setor agropecuário.
 

O Agro Horizonte é um espaço de diálogo sobre os rumos do agronegócio, reunindo especialistas nacionais e internacionais para discutir competitividade, sustentabilidade e inovação no campo.