Assistências Bike e Pet são novidades no recém-lançado seguro de vida individual da Zurich

Zurich Fabiano LIma

Fonte: Zurich

Quem já teve um animalzinho doente em casa e precisou consultar um veterinário para cuidar da saúde dele, sabe bem que a conta pode ser bem alta (financeira e emocional).  A conta pode passar por consultas, exames ou mesmo cirurgias que os bichinhos venham a precisar. Já para os donos de bike, o estresse pode ser outro – além de “ficarem na mão” por um pneu avariado, uma corrente arrebentada ou freios danificados, estes imprevistos podem ainda trazer riscos à sua segurança.

Pensando na qualidade de vida dos amantes de pet e de bike, a seguradora Zurich acaba de disponibilizar duas novas assistências para o seu recém-lançado seguro de vida individual: a Assistência Pet e a Assistência Bike. Funciona assim: ao contratar o seguro “Zurich Vida Para Você”, o cliente pode escolher, sem custo adicional, até três assistências dentre 15 opções oferecidas pela empresa – incluindo agora os novos serviços mencionados.

“O Zurich Vida para Você foi pensado desde o início para ser flexível e que pudesse ser utilizado pelo cliente em todas as fases da sua vida. Mais do que isso, é um produto totalmente customizável, que o cliente pode adaptar às suas necessidades e desfrutar a proteção em vida”, explica Fabiano Lima, Diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil. “Conscientes do impacto que a doença de um animal de estimação ou um defeito em uma bike podem causar para a saúde e o bem-estar de nossos clientes, adicionamos novas assistências, para oferecer essa proteção sempre que necessário”.

Para donos de cães e gatos estão inclusos na Assistência Pet serviços como consultas veterinárias (normais e ambulatoriais), exames de imagem, internações, cirurgias, hospedagem (em caso de lesão ou doença do usuário que o impeça de cuidar do seu pet), leva e traz (envio e retorno do pet ao veterinário em caso de acidente) e assistência funeral. O usuário também pode optar por usar a rede credenciada ou a clínica de sua preferência mediante reembolso, dentro dos limites preestabelecidos, sempre realizando o contato prévio com a central de assistência.

Já para os proprietários de bicicletas, os benefícios da Assistência Bike incluem reparo emergencial de pneus (remendo e troca de câmara de ar), correntes (emenda) e freios (trocas de cabos e/ou sapatas), transporte do usuário (caso a bikeesteja quebrada e o problema não possa ser resolvido pela assistência) e remoção médica entre hospitais (caso um acidente demande cuidados mais específicos, de acordo com avaliação médica), também dentro dos limites preestabelecidos. O serviço oferece cobertura para bicicletas nas categorias de uso para lazer urbano, femininas, passeio, infantil, dobráveis e mountain bikes, desde que não sejam utilizadas para competição.

As novas assistências do “Zurich Vida Para Você” aparecem como mais um diferencial do seguro da Zurich com potencial para atrair um número cada vez maior de clientes. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Engenharia e Estatística (IBGE), divulgados em 2020, quase 48 milhões de domicílios brasileiros contam atualmente com cães e/ou gatos no Brasil. Já pesquisa de dois anos antes do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA) apontou que o país contava com mais bicicletas (50 milhões) do que carros (41 milhões) – só em São Paulo, a venda de bikes cresceu 66% em 2020 em comparação ao ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

“O público potencial é muito grande. E acredito que cada vez mais as pessoas estão percebendo a importância de proteger a si mesmas e aqueles que amam, o que inclui seus bichinhos de estimação”, reflete Fabiano. “Ao mesmo tempo querem serviços práticos, ágeis e descomplicados, que lhes permitam viver plenamente seu estilo de vida. As novas assistências e todas as coberturas do seguro da Zurich proporcionam tudo isso e ainda são 100% digitais”, finaliza.

Zurich Vida Para Você

O seguro “Zurich Vida Para Você” foi lançado em fevereiro deste ano como um dos mais completos do mercado. Com cobertura personalizada e flexível e opções além das tradicionais, que se adequam ao contexto do segurado e podem ser usadas ao longo de toda a sua vida, ele ainda oferece assistências sem custos adicionais, que podem ser escolhidas pelo cliente no momento da contratação. Além de ser um produto flexível, o capital segurado (indenização a receber) pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida.

BrasilPrev capta debêntures para recompor capital

A Brasilprev foi a primeira seguradora a emitir debêntures subordinadas no Brasil.Com a operação, a empresa levantou R$ 550 milhões, em um tipo de oferta que passou a ser permitida a partir de outubro do ano passado, com a edição da resolução 391, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), traz o Valor. A Brasilprev vai utilizar o dinheiro conforme o necessário para cobertura do capital mínimo requerido.

Segundo o diretor de planejamento e controle da Brasilprev, Nelson Katz, a demanda superou a oferta. “O impacto não é tão significativo porque somos uma empresa lucrativa e grande. Há demanda do mercado [pelo produto]”, disse. A emissão tem juros de 100% do CDI mais 2%. A resolução coloca um limitador de 15% do capital requerido, valor que foi atingido pela Brasilprev com a emissão.

Para poder fazer o registro da Brasilprev, a B3 fez ajustes em seu sistema, conta o superintendente de seguros da bolsa, Ícaro Demarchi Araújo Leite. “A Susep gerou uma sinergia interessante ao vincular a dívida subordinada ao registro das operações”, disse o superintendente da B3.

“Insurtech” Thinkseg fará listagem direta nos Estados Unidos

thinkseg insurtech andre gregori

Fonte: Reuters News, por Aluisio Alves

A startup de seguros Thinkseg vai estrear no mercado acionário dos Estados Unidos no início do segundo semestre deste ano por meio de listagem direta, na primeira operação de uma empresa brasileira usando o processo conhecido como DLP (direct listing).

O pedido de listagem já foi feito à Securities and Exchange Commission (SEC, comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) e a operação deve ser concluída por volta de setembro, disse à Reuters o presidente da Thinkseg, Andre Gregori.

Diferente das ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), as DLPs dispensam a necessidade de contratar bancos para encontros com investidores e subscritores para as ações, o que reduz custos da transação.

No caso da Thinkseg, os investidores poderão fazer reserva de cotas, cada uma com preço mínimo de 500 dólares.

“Estamos providenciando a DLP para ofertas públicas de até 75 milhões de dólares”, disse Gregori à Reuters, acrescentando entender que a empresa ainda não tem tamanho para um IPO.

Segundo Gregori, os recursos a serem captados com a oferta serão investidos em outra empresa, com estrutura financeira e jurídica própria, completamente separada da Thinkseg, que se prepara para iniciar operações nos Estados Unidos e no México.

Para receber aval para uma DLP, uma companhia sediada fora dos EUA precisa abrir uma subsidiária no país, sem vínculo societário com a empresa do mercado de origem.

Criada em 2016, a Thinkseg usa inteligência artificial para vender seguros automotivos. Em 2018, comprou a plataforma de seguros e produtos financeiros Bidu. Em 2019, fez parceria com a italiana Generali para venda de seguro por assinatura mensal.

O mecanismo DLP ganhou visibilidade após ter sido escolhido por gigantes como Spotify SPO.N, Robinhood e a corretora de criptomoedas Coinbase COIN.O para listar ações em bolsa. No Brasil, o assunto vem sendo discutido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) com participantes do mercado, antes de levar adiante uma possível regulação para esse tipo de operação.

Outra vertente que vem ganhando força nos EUA é a Special Purpose Acquisition Company (SPAC), veículo de propósito específico de aquisição, também chamadas de “empresas do cheque em branco”. As SPACs levantaram cerca de 100 bilhões de dólares nos EUA em 2021, após movimentar 83 bilhões em 2020.

SulAmérica Direto chega a Belo Horizonte

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Fonte: SulAmérica

A capital mineira é a mais nova cidade brasileira a receber o SulAmérica Direto, plano de saúde acessível e inteligente da seguradora. Agora, moradores de Belo Horizonte e de 23 municípios da região, entre eles Contagem, Ribeirão das Neves, Betim, Santa Luzia e Sete Lagoas, podem ter acesso à saúde de qualidade.

O SulAmérica Direto Belo Horizonte é uma parceria com a Rede Mater Dei de Saúde e contempla as três unidades locais do grupo: Mater Dei Contorno, Mater Dei Santo Agostinho e Mater Dei Betim – Contagem. Os beneficiários também contam com atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Sabará, Centro Oftalmológico de Minas Gerais, Casa de Saúde Santa Maria, Hospital da Mulher e Maternidade Santa Fé, Hospital e Maternidade Santa Mônica e Hospital Nossa Senhora das Graças.

Os clientes do Direto também contam com atendimento de urgência e emergência em mais de 30 hospitais nas principais capitais do Brasil, o que garante tranquilidade e segurança quando estiverem fora de sua cidade de origem.

“O SulAmérica Direto faz parte da estratégia de acesso a planos de saúde. Estamos comprometidos em ajudar mais brasileiros a cuidarem de sua saúde com assistência de qualidade”, conta Luciano Lima, diretor Comercial da SulAmérica. “Num cenário desafiador economicamente como o atual, em que muitos perderam os planos de saúde empresariais com demissões, entendemos ser fundamental ter em nosso portfólio opções diversificadas”, completa.

O produto tem valores mais atrativos porque combina importantes parcerias locais com hospitais e clínicas de referência com todas as ferramentas inovadoras da SulAmérica, entre elas o Médico na Tela, plataforma de telemedicina para realização de consultas médicas a distância com clínico geral ou pediatra.

O segurado também conta com o programa Psicólogo na Tela, para realizar sessões com psicólogo por vídeo chamada. Além disso, quem opta por ter o SulAmérica Direto conta com um programa de descontos em farmácias, drogarias, spas e vacinas, entre outros produtos.

O plano oferece cobertura para os procedimentos previstos no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com as opções de internação em enfermaria ou apartamento, para atendimento de consultas, exames, terapias, atendimento em pronto-socorro, cirurgias e internações.

O Direto está disponível com ou sem coparticipação, um instrumento importante para o uso consciente do seguro. A linha de produtos SulAmérica Direto está sendo disponibilizada gradualmente em várias cidades brasileiras, em parceria com prestadores médicos nas diversas regiões. Além de Belo Horizonte, clientes de Brasília, Joinville, João Pessoa, Recife, São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro já podem contar com SulAmérica Direto em suas regiões.

Senado aprova MP que eleva CSLL para seguradoras de 15% para 20%

O Senado aprovou a Medida Provisória 1034, que aumentou a tributação sobre bancos e a indústria química para permitir o subsídio temporário ao diesel e ao gás de cozinha. O relator, senador Ciro Nogueira (PP-PI), manteve o parecer aprovado pela Câmara. Não houve alterações nos assuntos relacionados aos bancos, que permitiu elevar a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro de 20% para 25% entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2021. Com a MP, empresas de seguros privados, capitalização, cooperativas de crédito, entre outras, também passaram a pagar mais: as alíquotas aumentaram de 15% para 20%. A partir de janeiro de 2022, todas as instituições do setor financeiro passam a recolher os porcentuais vigentes antes da edição da MP.

Por se tratar de uma medida provisória, o texto está em vigor desde a data da publicação, em 1º de março deste ano. Para se tornar legislação permanente, porém, precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. O prazo vence em 28 de junho, e o texto precisa ser aprovado pelos senadores até esta data.

Marco Antônio Gonçalves assume Conselho Consultivo da MAG Seguros

O Conselho Consultivo da MAG Seguros, órgão independente que tem como principais atribuições produzir análises de mercado e acompanhar tendências e oportunidades que possam contribuir para o crescimento da companhia, apresentou Marco Antônio Messere Gonçalves como seu novo presidente.

Marco Antônio, que tem mais de 40 anos de experiência no mercado segurador brasileiro, já fazia parte do grupo como vice-presidente e assume a posição ocupada anteriormente por Andrea Levy, membro do Board da empresa há mais 15 anos. Levy foi o organizador da iniciativa do Conselho Consultivo e sua condução produziu resultado extraordinário para o planejamento estratégico da companhia, afastado temporariamente para cuidar de questões relacionadas à sua saúde.

Criado em 2019 pela MAG Seguros, o Conselho Consultivo é composto por um time de profissionais experientes e reconhecidos no mundo dos negócios, do seguro, da academia, da economia e da política. Também fazem parte do grupo o doutor em economia, professor e pesquisador da Fundação Dom Cabral, Gilmar Melo Mendes; o professor do Departamento de Economia da Universidade de São Paulo e conselheiro da Fecomércio-SP e da Fiesp, Helio Zylberstajn; o professor do Departamento de Economia e Decano do Centro de Ciências Sociais na PUC-Rio, Luís Roberto Cunha; e o professor e sociólogo, deputado federal por mais de 30 anos, Paulo Delgado.

Pelo caráter estratégico do órgão, o Conselho Consultivo segue com atuação junto à presidência da seguradora, comandada pelo CEO Helder Molina.

Artigo: Exigência de garantias em operações marítimos-portuárias é discussão urgente

por Rafael Ferreira é sócio da Advocacia Ruy de Mello Miller (RMM), especializado em Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro

O navio de contêineres CAP SAN ANTONIO não só atingiu um atracadouro de balsas que fazem a travessia Santos-Guarujá durante a manobra de saída do Porto de Santos, como também evidenciou a importância de se discutir o acesso a garantias por parte das empresas que realizam operações de transporte marítimo de cargas em portos brasileiros.

As causas do acidente ocorrido no último fim de semana serão investigadas pela Capitania dos Portos de São Paulo. Mas casos como este escancaram o alto risco ao qual as empresas que exploram terminais portuários em todo o Brasil se sujeitam diariamente, principalmente quanto às instalações e equipamentos utilizados para operações de embarque e desembarque de cargas.

No referido acidente, o navio envolvido é explorado pela gigante MAERSK LINE, maior armador de contêineres do mundo, com diversas rotas fixas para o Brasil, e que possui frota e recursos suficientes para garantir eventuais despesas e prejuízos que possam ser a ela atribuídos em razão do ocorrido, inclusive lucros cessantes.

Entretanto, os portos brasileiros recebem diariamente centenas de navios explorados por empresas que não se encontram na mesma situação. Muitas delas são armadoras de uma única embarcação, sem rotas fixas, sediadas em paraísos fiscais, sem estrutura financeira razoável e, portanto, sem condições de arcar com todas as consequências de um eventual acidente de maior proporção.

Além de questões ambientais e de proteção à vida e integridade física de pessoas, os potenciais prejuízos econômicos não se resumem aos danos diretos causados às instalações portuárias e outras embarcações, mas principalmente aos prejuízos decorrentes de uma possível paralisação da atividade em determinado terminal portuário e suas consequências.

Um terminal portuário que opera graneis sólidos para a exportação, por exemplo, não poderia ficar um único dia sem realizar suas atividades de embarque de mercadorias em navios, sob pena de verificar o surgimento de filas de trens e caminhões que abasteceriam os armazéns com mercadorias, o aumento dos custos fixos com taxas/tarifas, armazenagens portuárias adicionais e fila de embarcações aguardando para operar, causando altos custos de sobre-estadia (demurrage) de navios.

Não se pode deixar de incluir nesse cenário o fato de que a economia brasileira gira em torno das exportações de commodities e que a conclusão de tais negócios depende diretamente do bom funcionamento dos portos.

Logo, em um momento que se busca maior efetividade nas operações portuárias e maior movimento de navios nos portos brasileiros, é papel das autoridades competentes a discussão sobre medidas aptas a mitigar tais riscos, como a exigência de garantias a serem fornecidas por armadoras estrangeiras, suas seguradoras e/ou Clubes P&I para a realização de operações marítimo-portuárias no Brasil.

No caso do setor de transporte marítimo de cargas, o seguro de responsabilidade civil por perdas e danos é, em regra, oferecido por clubes de proteção e indenização (P&I Clubs – Protection and Indemnity Clubs), que são associações de seguro mútuo mantidas pelos próprios armadores membros. E já são os Clubes P&I que, no dia-a-dia do setor marítimo, oferecem garantias a eventuais acidentes nos portos brasileiros – como fianças nos casos de arresto de embarcações –, além de cuidar de todos os aspectos práticos para os armadores, como vistorias, inspeções, assistência jurídica, entre outros.

Sendo assim, uma vez que os referidos Clubes P&I já vivenciam experiências em que precisam garantir danos ocorridos em acidentes que envolvem seus associados por todo o mundo, é razoável que se discuta, com urgência, a possibilidade do oferecimento de garantias prévias às operações dos navios nos portos brasileiros por parte dos Clubes P&I. Principalmente para os armadores que não possuem estrutura financeira compatível com o risco proporcionado por sua atividade e que, se envolvidos em eventual acidente em portos brasileiros, podem nunca mais voltar ao país.

A questão está longe de ser simples e as possibilidades de execução de tais garantias são diversas. Todavia, é preciso levar com urgência casos como o ocorrido no último fim de semana às mesas de discussão que tratem do desenvolvimento e, principalmente, da segurança dos portos brasileiros.

Icatu promove debates sobre o atual cenário de investimentos e previdência do país no Encontro com Gestores 2021

Fonte: Icatu

Na próxima quinta-feira, 24, acontece o Encontro com Gestores 2021, evento tradicional nos mercados financeiro e segurador, realizado pela Icatu desde 2018. Totalmente on-line, esta edição irá debater o atual cenário de investimentos e evoluções na previdência privada aberta com as principais lideranças e estrategistas de fundos previdenciários do mercado, como: JGP, Forpus, SPX, Trígono, Icatu Vanguarda, IP Capital, Western, CTM, Finacap e Real Investor. 

Aberta ao público, a programação contará com quatro painéis que discutirão sobre o cenário econômico, o novo normal da previdência privada, fundos de ações, previdência com ativos no exterior e gestores fora do eixo Rio-São Paulo. Para acompanhar, basta acessar o canal da Icatu no YouTube 

De acordo com o CEO da Icatu, Luciano Snel, que realizará a abertura do evento, a pandemia possibilitou um olhar mais atento da população para o planejamento financeiro, gerando mais demandas por produtos e experiências mais simples para o consumidor. “Os produtos de previdência tornaram-se indispensáveis para o planejamento do futuro”, ressalta o executivo. 

Para mais informações sobre o evento, acesse https://www.encontrocomgestores.com . 

Serviço: 

Encontro com Gestores 2021 

Data: 24/06/21 

Hora: 9h às 12h10 

Gratuito e aberto ao público 

Programação: 

09h00 – Abertura 

Talita Raupp – Produtos de Previdência da Icatu 

09h05 – Boas-vindas 

Luciano Snel – CEO da Icatu 

09h15 – O novo normal da Previdência Privada: Fundos de Ações 

Luiz Nunes – Forpus 

Leonardo Linhares – SPX 

Werner Roger – Trígono 

10h00 – Previdência com ativos no exterior 

Bruno Horovitz – Icatu Vanguarda 

Gabriel Raoni – IP Capital 

Marcelo Guterman – Western 

10h45 – Gestores fora do eixo Rio-São Paulo 

Daniel Vinícius Albernini – CTM 

Luiz Fernando Araújo – Finacap 

César Paiva – Real Investor 

11h30 – Cenário Econômico 

Fernando de Paula Rocha – JGP 

12h10 – Encerramento 

Talita Raupp – Produtos de Previdência da Icatu 

Webinar promovido pela CNseg debateu mercado irregular de seguros na América Latina

cnseg webinar

Fonte: CNseg

A situação do mercado irregular de seguros em países da América Latina e as possíveis soluções para os prejuízos causados ao consumidor foram os principais assuntos debatidos no webinar promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg na manhã dessa segunda-feira (21/06). O compartilhamento de experiências entre lideranças do setor de diferentes países buscou alternativas para diminuir os prejuízos causados aos consumidores. 

O evento contou com a participação do Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano; do chefe da Coordenação Geral de Estudos e Relações Institucionais da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo Roberto Miller; do Vice-Presidente Executivo da AACH/Chile (Asociación de Aseguradores de Chile), Jorge Claude; do Diretor Executivo AUDEA/Uruguay (Asociación Uruguaya de Empresas Aseguradoras), Alejandro Veiroj; e do Presidente APCS/Paraguay (Asociación Paraguaya de Compañía de Seguros), Antonio Vaccaro, sendo moderado por um dos maiores especialistas do Brasil na área de Direito do Consumidor, o professor Ricardo Morishita.  

De acordo com Morishita, diversos países do mundo contam com a operação simultânea de seguradoras e associações de socorro mútuo, mas sua atuação não se confunde. Diferentemente das seguradoras, essas associações visam ao exercício de solidariedade e não têm fins lucrativos. Ambas as atividades são regulamentadas no Brasil, mas têm naturezas jurídicas distintas. Entretanto, Morishita destaca que o que preocupa é o surgimento de um terceiro gênero que “não é uma associação, mas veste uma roupa de associação para poder comercializar seguros”.  

“O grande problema dessa atividade é a legalidade, não é nem seguro, nem proteção dos consumidores”, salienta Morishita. Tanto o Superior Tribunal de Justiça brasileiro quanto vários Tribunais Regionais já reconheceram que a venda de seguros por associações de forma aberta, no varejo, é ilegal. Mas há uma estratégia que se estabeleceu ao longo de anos. “Você entra com a ação, suspende a atividade, mas se cria uma nova associação. Como há uma informalidade muito grande e não há regulação suficiente, abrir e fechar é muito simples”, explica Morishita. 

Isso traz uma série de problemas que não costumam ficar tão evidentes para o consumidor. Morishita considera que o consumidor é atraído pelo preço das associações, que costuma ser inferior ao das empresas seguradoras, mas não percebe o que está por trás dos benefícios. Ao contrário das seguradoras, as associações não possibilitam que a desvinculação seja feita a qualquer hora, não analisam o perfil do consumidor, os valores pagos são flutuantes, as regras de operação variam, a coparticipação em franquia não é fixa e a inadimplência implica automaticamente em perda dos benefícios. Com isso, os consumidores correm o risco de não receber o dinheiro do sinistro. Além disso, cobranças individuais também podem ser feitas e não há a quem recorrer caso o consumidor se sinta prejudicado.  

Em função dessa realidade, há atualmente 353 ações civis coletivas movidas contra entidades que vendem seguros irregularmente. É o que destaca o chefe da Coordenação Geral de Estudos e Relações Institucionais da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo Roberto Miller. “O consumidor não sabe e acaba achando que adquiriu um seguro mesmo”, destaca. O trabalho da Susep visa, tanto proteger o consumidor, quanto a instituição seguro. Não se trata de fiscalizar nem regular essa atividade, mas de coibir a prática irregular e, segundo ele, as reformas regulatórias da Susep buscam justamente resolver esse problema. Essas reformas, afirmou, “vão reduzir os espaços do mercado irregular e vão permitir que o mercado regular capte boa parte da demanda dos consumidores”. 

De acordo com o Presidente da CNseg, o problema do mercado irregular se deve muito ao crescimento dinâmico do mercado segurador brasileiro, que atrai aqueles que veem oportunidades para negócios, ainda que irregulares. Essa realidade teve início com o seguro de automóveis, mas logo se estendeu a outras áreas.  Mas, segundo Coriolano, abordando o tema de forma diferente da Susep, “a solução infra-legal não soluciona a assimetria legal existente, nem as vantagens competitivas das associações que se nutrem de menores custos regulatórios e isenção de impostos.” Foi com base nesse diagnóstico que defendeu que a solução para isso passa necessariamente por um projeto de lei. E, para ele, o paradigma é o mesmo que deu solução ao antigo mercado de planos de saúde em 1998: a lei 9.656. É por isso, disse o Presidente da CNseg, “que nós chamamos todos, não apenas os congressistas e parlamentares, mas todos aqueles posicionados para um setor de seguros solvente e protetivo do consumidor, inclusive órgãos reguladores e entidades de defesa dos consumidores, para que juntos possamos recolocar o tema, que já tem projeto pronto de lei complementar, dentro da agenda prioritária do Congresso Nacional”. 

Particularidades do mercado de seguros no Chile, Uruguai e Paraguai 

A situação do mercado irregular de seguros no Chile, no Uruguai e no Paraguai difere da realidade brasileira. Mas a essência é a mesma.

O Chile tem menores problemas com as associações de socorro mútuo no presente, exceto na área da saúde, afirmou o Vice-Presidente Executivo Asociación de Aseguradores de Chile, Jorge Claude. Já foi pior, segundo ele, quando uma associação da categoria dos médicos decidiu apenas manter um fundo para mover ações por más práticas médicas. Diante dessa situação, Jorge Claude contou que entidades ligadas às seguradoras mostraram que, além de ser ilegal, o fundo não garantia proteção à categoria porque não havia garantias de que seria capaz de cobrir as demandas. A solução encontrada foi a contratação, por parte dessa associação de médicos, de um seguro de responsabilidade civil.

Situações desse tipo foram evitadas com base na legislação. Segundo Claude, “a lei dá um respaldo bastante poderoso para as companhias de seguros de saúde, obrigando que o comércio de transferência de riscos se faça através de um canal formal que está regulado pela Comissão para o Mercado Financeiro (CMF)”. Além disso, os consumidores contam com uma espécie de defensoria pública para a defesa dos assegurados. Mas, ainda assim, há dificuldades para mover ações contra empresas que operem ilegalmente no país, afirmou.  

Outra particularidade do Chile é a possibilidade de aquisição de seguros no exterior. Embora seguradoras estrangeiras não possam atuar no país, os cidadãos chilenos estão autorizados a viajar e adquirir seguros no exterior. Os seguros de vida são os que mais apresentam desafios nesse sentido. “Penso que isso tem a ver, tanto com a maturidade do mercado, quanto com a situação política. O Chile está passando por um momento de incertezas, que faz com que parte da população prefira buscar soluções fora do país”, ponderou Claude. 

Outro ponto desafiador destacado por ele são os serviços de assistência nos quais uma empresa vende o serviço, mas subcontrata outra para a prestação. Claude avalia que “isso é um seguro disfarçado”.  

Os serviços pré-pagos de saúde oferecidos por clínicas ou hospitais privados estão entre os principais desafios no Chile e no Paraguai. “Muita gente tem certeza de que conta com um seguro, mas isso não é seguro; é simplesmente uma forma de pagar antecipadamente por um serviço”, destaca Claude. A principal diferença é que essas empresas não possuem reserva técnica, como possuem as companhias seguradoras. Situação semelhante envolve serviços funerários. 

Já no Paraguai, as atividades das empresas que oferecem serviços pré-pagos de saúde e as seguradoras privadas são atividades complementares que, desde 1997, são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros. Quanto aos serviços funerários e os serviços de assistência, o Presidente APCS/Paraguay (Asociación Paraguaya de Compañía de Seguros), Antonio Vaccaro, salientou que a solução encontrada foi incorporá-los aos seguros. No que diz respeito a outros tipos de serviços, Vaccaro afirmou que as cifras ainda são pequenas no mercado paraguaio. Embora, disse ele, “a experiência brasileira já tenha levantado questões que deveremos enfrentar em nosso país.”

O mercado irregular de seguros no Uruguai é bastante semelhante ao do Paraguai e ao do Chile. Os serviços de saúde e de vida, além do seguro funeral, são os que mais apresentam problemas. A principal diferença é que a legislação uruguaia proíbe formas societárias diferentes de seguradoras devido ao marco regulatório. O Uruguai também não permite que os cidadãos adquiram esse tipo seguros fora do país. Neste caso, as sanções previstas em lei se aplicam tanto a quem compra quanto a quem vende.  Da mesma forma que o representante do Paraguai, disse que “é preciso levantar barreiras regulatórias que impeçam a venda de seguros por outros entes que não tenham a mesma proteção.”

O Diretor Executivo AUDEA/Uruguay (Asociación Uruguaya de Empresas Aseguradoras), Alejandro Veiroj, destacou que a assimetria regulatória e a dificuldade de fiscalização de mercados irregulares têm a ver com falta de foco adequado, porque os riscos se materializam a longo prazo. “Em muitos países isso se resolveu designando reguladores diferentes, para a conduta de mercado e para a solvência”, apontou Veiroj. É o caso da Inglaterra e do Canadá, mencionou. 

Ao encerrar o evento, o Presidente da CNseg advertiu que a progressiva quebra de barreiras informacionais na região da América Latina pode suscitar maior velocidade de expansão do mercado irregular entre os países e que, por isso, o fortalecimento da FIDES e de suas trocas é fundamental para todos os seus integrantes.

Liberty Mutual anuncia nova liderança executiva

liberty mutual

A Liberty Mutual Insurance Co. anunciou na segunda-feira uma nova liderança executiva, incluindo a promoção de Tim Sweeney ao cargo recém-criado de presidente da empresa. Sweeney supervisionará as três unidades de negócios da empresa – Global Risk Solutions, Global Retail Markets e Liberty Mutual Investments. Ele se reportará ao presidente e CEO da Liberty Mutual Insurance, David Long.

Jim MacPhee, até entao presidente e diretor de operações da Global Retail Markets-U.S, será o sucessor de Sweeney como presidente de Global Retail Markets. Neeti Bhalla Johnson, entao presidente e diretora de investimentos da Liberty Mutual Investments, foi nomeada presidente da Global Risk Solutions, sucedendo Dennis Langwell, que se aposentará no final de 2021. Johnson irá dirigir a unidade de negócios de seguros comerciais e especializados da empresa e se reportar a Sweeney. Langwell atuará como vice-presidente da Liberty Mutual Insurance Operations até o final do ano, reportando-se ao CEO Long.

Vlad Barbalat, diretor executivo e codiretor de estratégia e alocação de ativos da Liberty Mutual Investments, sucede a Johnson como presidente e diretor de investimentos da Liberty Mutual Investments, respondendo a Sweeney.

Todas as nomeações são efetivas em 1º de julho, informou a seguradora. Todos os executivos estão baseados em Boston