Icatu Seguros investe em ações para disseminar a importância da educação financeira

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A demanda por seguro de vida aumentou significativamente desde o início da pandemia. As pessoas perceberam que a vida é um sopro e o risco é real. Somente em abril de 2021, os contratos de planos de seguro de pessoas cresceram 24,3%, chegando a cerca de R$ 4,1 bilhões e superando o alcançado no mesmo mês de 2020, de acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O impacto da pandemia da Covid-19 resultou em um volume pago de sinistros 116% maior em relação a abril do ano passado, totalizando R$ 1,8 bilhão em indenizações no mês.

Em 2020, a Icatu destinou cerca de cerca de R$ 100 milhões para beneficiários de segurados vítimas da Covid-19, mas este número já subiu em 2021 com as mortes no Brasil que já superam 500 milhões. A Icatu é uma das principais seguradoras de vida do país, com um sistema tecnológico já desenvolvido, que lhe permite facilitar a venda para diversos canais de vendas. Criado em 2018, o portal de APIs da companhia soma 19 parceiros, entre bancos digitais, corretoras e startups.

Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu, conversou com o blog Sonho Seguro, para contar um pouco sobre o que a seguradora tem feito para proteger financeiramente as pessoas em parceria com o corretor de seguros. Leia um resumo da entrevista abaixo:

As pessoas perceberam que a vida é um sopro. O que a Icatu tem feito para mostrar ao brasileiro que tem produtos acessíveis ao bolso e às necessidades de cada um?

É uma premissa da Icatu enquanto empresa, informar a população quanto à importância da educação e do planejamento financeiro, em especial da cultura do seguro como ferramenta importante nesse sentido. Esse sempre foi um dos principais pilares de atuação da Icatu na comunicação com o cliente final. 

A companhia sempre investiu nesse diálogo por meio de inúmeras iniciativas como cursos online e gratuitos em parceria com a FGV, que tratam de temas como organização do orçamento familiar, como aprender a investir de acordo com cada perfil, como planejar a aposentadoria e consumir de forma consciente. Em nosso canal no Youtube, realizamos lives semanais com as principais gestoras do país, reunindo especialistas que trazem suas visões e análises sobre o cenário econômico, a dinâmica dos investimentos nesse novo contexto em que vivemos.

Mas também contamos com todo o nosso ecossistema de parceiros do B2B, para os quais disponibilizamos ferramentas e serviços para que de fato eles se sintam aptos a vender os nossos produtos com a segurança de um atendimento de excelência. Afinal, eles são nossos consultores que estão, diariamente, conversando com o consumidor, orientando, informando, tirando dúvidas sobre os produtos que se adequam melhor ao perfil de cada pessoa ou família. 

Quais são os produtos mais vendidos?

Do ponto de vista de design de produtos e soluções, todo o portfólio do nosso segmento de Vida é pensado e orientado de acordo com o que identificamos que é melhor para o cliente final, não só em termos de proposta de valor desses produtos, mas especialmente de autonomia e de experiência de uso. 

Entre os destaques do portfólio, estão o Icatu Vida PME, voltado para pequenas e médias empresas, além dos produtos individuais (Essencial, Horizonte e Equilíbrio), que conseguem atender diferentes perfis de clientes, todos estes com uma jornada 100% digital para o corretor, trazendo a autonomia necessária para a venda e gestão da sua carteira. 

Com o Essencial — o nosso seguro de Vida mais vendido e premiado pela CNseg por seu viés de inovação — é possível combinar coberturas com valores de indenização independentes à escolha do segurado, com opções de contratação a partir de R$ 30, 100% digital, aceitação automática e pagamento online via cartão de crédito. 

O Horizonte é a solução para quem busca proteção e a possibilidade de formar uma reserva. Com opções de contratação a partir de R$ 100, atualizado apenas pela inflação, oferece a possibilidade de conjugar coberturas temporárias até a conclusão de etapas importantes da vida, o que facilita o planejamento financeiro. O segurado pode escolher estar protegido entre 10 anos, 20 anos, ou de forma vitalícia, conforme regras do produto.

Já o Equilíbrio, um seguro de vida em formato inédito no Brasil, reúne opção de prêmio nivelado, contribuição flexível, reserva financeira com rentabilidade garantida e distribuição de resultados financeiros. Este é o primeiro produto brasileiro inspirado no Universal Life (seguro mais vendido nos EUA) e foi vencedor, em 2020, na categoria Produto Vida do “Oscar do Seguro”, prêmio entregue pelo Grupo Vida em Grupo (CVG), do Rio de Janeiro. O Equilíbrio permite realizar portabilidades, aportes e resgates permitindo que o cliente tenha liberdade na gestão da sua apólice de seguro de vida, podendo até mesmo ficar sem realizar pagamento de prêmios e não ter sua cobertura cancelada. Enfim, há opções flexíveis que podem ser utilizadas em diversas fases da vida e adaptados para diferentes orçamentos, quebrando o mito que seguro de vida é um produto caro e voltado apenas para casos de morte do titular.  

Quanto o grupo pagou por Covid? Separar individual e empresarial.

Em 2020, a Icatu destinou cerca de cerca de R$ 100 milhões para beneficiários de segurados vítimas da Covid-19. 

A família pode pesquisar para saber se o ente querido falecido tinha seguro? Na central da CNseg? 

Não. Isso ainda não é possível. De maneira geral, o segmento de seguro de vida possui o desafio de aumentar o chamado autosserviço – de modo que o cliente tenha, cada vez mais, autonomia para movimentar suas apólices de forma rápida, intuitiva e online – ao passo que reforça a segurança da operação desse segmento contra possibilidades de fraudes. É o que a Icatu tem feito a esse respeito; além de buscar, educar e conscientizar com relação ao entendimento do seguro de vida como algo que deve fazer parte das conversas das famílias de forma natural e madura.

Quais as ações para ajudar o corretor a vender mais?

O corretor é a ponte entre a seguradora e o cliente, portanto, é importante estar preparado para oferecer informação de qualidade e relevância e, ao mesmo tempo, trazer para a empresa as dúvidas e os desejos dos clientes. Na Icatu, temos investido substancialmente na formação dos corretores. 

Aqui temos a Casa do Corretor, um ambiente virtual destinado exclusivamente para estes profissionais, com tudo o que é preciso para facilitar sua rotina de trabalho. Lá, o profissional pode contratar produtos de forma digital com Assinatura Eletrônica, gerar 1º e 2ª via de boletos, acompanhar histórico de pagamentos e status das propostas, consultar sua carteira de clientes, dentre outras funcionalidades. Um serviço completo para o corretor fazer a gestão de seus negócios e acompanhar as informações sobre suas vendas. Para isso, uma equipe multidisciplinar de 50 funcionários – com conhecimentos em Experiência Digital, Experiência do Usuário, Design, Usabilidade, Desenvolvimento de Sistemas, Qualidade, entre outros – trabalha integrada por meio de metodologia ágil para garantir a evolução contínua da ferramenta. A empresa disponibiliza ainda o aplicativo Mais + Icatu, que permite, entre outros benefícios, que o corretor faça download e compartilhe pelo seu smartphone materiais de vendas com sua carteira de clientes, habilite as notificações e fique em dia com todas as novidades como treinamentos, campanhas e lives.

Dentro da Casa do Corretor, temos o Educatu, nossa plataforma de treinamento e capacitação online. Contamos com mais de 40 cursos online e gratuitos, em parcerias com instituições como FGV, Ibmec e a Escola Nacional de Seguros (ENS), somando 130 horas de treinamento. São materiais sobre Seguro de Vida, Previdência, Técnicas de Venda, Desenvolvimento Profissional, além de informações detalhadas sobre cada produto ofertado pela Icatu. Agora, além de um aplicativo, a plataforma conta com uma versão desenvolvida e adaptada para mobile, que permite que os corretores acessem aos conteúdos de qualquer lugar – por meio de smartphones ou tablets. Essa nova experiência proporciona mais flexibilidade e comodidade aos profissionais. 

Também buscamos incentivar a nossa rede de corretores por meio de campanhas de vendas, como a Antonio Carlos de Almeida Braga, iniciativa de incentivo que premia corretores todos os anos.

Com as mudanças regulatórias da Susep, qual a estratégia da Icatu nos produtos “combo” para o corretor ofertar ao cliente?

A nossa estratégia se mantém por meio do esforço em buscar parcerias que aportem ativos que sejam pertinentes para os nossos objetivos de experiência e portfólio. Tradicionalmente, a Icatu tem a cultura de estimular e conscientizar os brasileiros com relação à importância da proteção completa, com combos de planos de Vida e Previdência. Também temos em nosso portfólio produtos híbridos, como soluções de previdência com risco.

Crimes financeiros

Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro

As instituições financeiras de todo mundo receberam mais de US$ 14,1 bilhões em multas em 2020 por descumprirem obrigações contra crimes financeiros, incluindo lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, segundo pesquisa da consultoria Oliver Wyman, comandada no Brasil pela executiva Ana Carla Abrão.

Para reverter esse quadro, 58% vão investir em inteligência artificial e automação para reduzir a burocracia e deixar as suas equipes mais comprometidas com as responsabilidades regulatórias anticrimes.

Depois do investimento em tecnologia, a segunda prioridade para 30% é reforçar o treinamento das equipes. Participaram do levantamento global 349 diretores de compliance e gerentes de bancos, fintechs, casas de câmbio e seguradoras atuantes em cinco continentes. “É necessário evoluir também os aspectos humano e de processos, por exemplo, através de capacitação, incentivos, e aprimoramento de apetite ao risco”, disse Ana Carla.

Seguradoras não querem bancar a viagem espacial de Jeff Bezos

Fonte: Reuters

Colocar em órbita um dos indivíduos mais ricos da Terra está  se provando ser um passo grande demais para as seguradoras, que não estão dispostas a determinar um preço pelo risco de perder Jeff Bezos ou seus companheiros de viagem espacial.

O presidente da Amazon, um entusiasta do espaço ao longo da vida, tem competido com Elon Musk e Richard Branson para se tornar o primeiro bilionário a voar além da atmosfera terrestre. E embora as seguradoras sejam bem conhecidas por oferecer cobertura até mesmo para os riscos mais estranhos – a seu preço – , os potenciais acidentes no espaço ainda não estão entre eles.

“O turismo espacial envolve um risco significativo, mas não é uma questão que as seguradoras de vida especificamente questionem ainda, porque é muito raro alguém viajar para o espaço”, disse o porta-voz do Insurance Information Institute Michael Barry.

Há um mercado de quase US $ 500 milhões para seguros de satélites, foguetes e voos espaciais não tripulados, mas nenhuma exigência legal para uma empresa como a Blue Origin, fundada por Bezos, para oferecer esses serviços aos passageiros em caso de ferimentos, ou seguro de vida em caso de morte para turistas espaciais, disseram corretores e seguradoras.

“Não temos conhecimento de um caso em que alguém tenha seguro contra responsabilidade de passageiros”, disse Neil Stevens, vice-presidente sênior de aviação e espaço da Marsh, a maior corretora de seguros do mundo, à agência de notícias Reuters.

Supondo que eles decolem conforme planejado no próximo mês, Bezos e os outros aspirantes a astronautas da nave New Shepard da Blue Origin não apenas passarão vários minutos a 100 km acima da terra em uma cápsula do tamanho de um caminhão, eles também terão que voltar.

O único grupo que já voou com humanos suborbitalmente é a Virgin Galactic, de Branson. Todos foram testes, com uma falha em 2014 resultando em morte. A Blue Origin fez 15 voos suborbitais não tripulados sem falhas, mostraram dados do Seradata SpaceTrak em 10 de junho.

Bezos, Blue Origin e Virgin Galactic não responderam aos pedidos de comentários da Reuters sobre seus planos de seguro e registros de voos.

Diferentes perfis de risco

Não ter seguro no espaço não é novidade. A NASA e os EUA, em geral, não compram cobertura de responsabilidade, com lançamentos governamentais com seguros pagos basicamente pelos contribuintes, disse Richard Parker, da Assure Space, unidade da seguradora AmTrust Financial que fornece esse tipo de serviço espacial.

Os astronautas da NASA são elegíveis para programas de seguro de vida do governo, disse um porta-voz da NASA em uma resposta por e-mail.

Charles Wetton, gerente de subscrição de políticas espaciais da seguradora Global Aerospace, disse que os astronautas em missões financiadas pelo governo são cuidadosamente selecionados por seus conhecimentos, habilidades e preparação física e treinam por vários anos antes de decolar. “Eles e suas famílias entendem os riscos do trabalho que fazem”, disse Wetton.

Mas os cadetes espaciais comerciais podem participar de apenas alguns dias de treinamento para um voo suborbital ou treinar por alguns meses, no caso de uma viagem até a Estação Espacial Internacional (ISS), disse Wetton, acrescentando: “Estes representam dois perfis de risco muito diferentes que as seguradoras levar em consideração”.

Em seu site, a Blue Origin afirma que os passageiros do voo espacial receberão treinamento um dia antes do lançamento, incluindo visão geral da missão e do veículo, instruções de segurança, simulação de missão e instruções sobre atividades de voo. A Virgin Galactic disse que os participantes tem três dias de treinamento e preparação antes do lançamento.

As seguradoras esperam renúncias rigorosas e contratos de empresas de viagens espaciais comerciais declarando que não vão arcar com nenhum fardo se um passageiro morrer durante um voo.

A NASA pediu respostas da indústria sobre os seus planos para uma estrutura de responsabilidade em missões de astronautas com financiamento privado para a ISS. Os planos da NASA incluem exigir que astronautas privados comprem seguro de vida.

Ainda é cedo, mas a cobertura para turistas espaciais pode ser o próximo passo, disse Tim Rush, vice-presidente sênior da corretora de seguros Gallagher, Tim Rush, acrescentando que o mercado de seguro de vida atualmente oferece cobertura individual de US$ 2-5 milhões para empresas privadas astronautas.

O único seguro obrigatório em vigor para os operadores espaciais comerciais é a responsabilidade de terceiros, principalmente para cobrir danos materiais em terra ou em uma aeronave em voo, disse Akiko Hama, chefe de cliente, espaço e subscrição aeroespacial da Global Aerospace.

A Blue Origin planeja que sua espaçonave de seis lugares decole em 20 de julho e voe por quatro minutos além da fronteira entre a atmosfera terrestre e o espaço sideral, onde os passageiros sentirão total ausência de peso.

Pergunta de um milhão de dólares

Uma questão chave para o desenvolvimento do setor é se os riscos relacionados ao turismo se enquadram nas linhas de seguro espacial ou de aviação, disseram seguradoras e corretores à Reuters.

O Tratado do Espaço Exterior da ONU e a Convenção de Responsabilidade de 1972 regem todas as atividades no espaço e muito poucos países têm uma estrutura legal para voos espaciais comerciais com tripulação, disseram eles.

A primeira apólice de seguro de aviação foi assinada pelo Lloyd’s de Londres, em 1911. Alguns anos depois, o mercado segurou Charles Lindbergh e seu avião monomotor por US $ 18 mil em seu voo direto dos Estados Unidos para a Europa.

As viagens espaciais são diferentes, disse Stevens, da Marsh, porque os passageiros estão voltando para o mesmo lugar em que saíram, tornando-se tecnicamente uma viagem doméstica na qual o seguro de aviação internacional não pode ser aplicado, o que significa que também não haverá limitação de responsabilidade.

“A aviação, o mercado de seguros de aeronaves e similares estão menos dispostos a assumir riscos que envolvem naves espaciais”, disse ele, acrescentando que a pergunta sobre se as viagens de turismo espacial caem no seguro de aviação ou do espaço é a “questão de um milhão de dólares”.

Embora as viagens aéreas sejam regidas por regras que estabelecem a responsabilidade da companhia aérea em caso de morte de passageiros, Stevens disse não ter conhecimento de planos para regras semelhantes para o turismo espacial. No entanto, Wetton disse que a Global Aerospace começou a receber consultas de empresas para missões suborbitais.

“Em 10 anos, talvez as duas linhas, aviação e voo espacial, sejam muito semelhantes”, disse Parker da Assure Space. “Algumas pessoas em algum lugar dirão: ‘olhe, agora temos gente voando nesses veículos de lançamento e precisamos protegê-los’”, acrescentou.

Zurich é reconhecida como a melhor seguradora para as mulheres trabalharem no Brasil

Edson Franco

Fonte: Zurich

A Zurich no Brasil é a melhor seguradora para a mulher trabalhar no país. De 641 companhias de grande e médio porte avaliadas pelo GPTW Mulher 2021, a seguradora ficou na 14ª posição entre as grandes empresas de todos os setores que têm as melhores práticas de inclusão e ascensão feminina à liderança.

O anúncio foi feito ontem (24), na 5ª edição do GPTW Mulher no RH Summit, uma iniciativa do Great Place to Work Brasil, que há cinco anos vem identificando e reconhecendo as corporações que se destacam nas políticas e práticas em prol da equidade de gênero.

O prêmio é resultado dos investimentos da seguradora em políticas de RH voltadas para iniciativas de equidade de gênero e ascensão das mulheres em posições de liderança. Na Zurich, as mulheres representam 60% do quadro de funcionários e estão em 42% dos cargos de liderança – índice bem acima dos 35% no quadro geral e dos 30% em cargos de gestão considerados minimamente adequados pela premiação.

Segundo Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil, o reconhecimento se deve, principalmente, à cultura e às oportunidades que têm sido fomentadas na seguradora, que incluem a criação de um conselho de Diversidade e Inclusão, o esforço para a promoção da igualdade salarial, programas de mentoria exclusivos para mulheres, ampliação da licença parental e implementação de jornada flexível, entre outras iniciativas.

“Na Zurich, alimentamos uma cultura de diversidade e inclusão. Valorizamos e defendemos o que é certo e promovemos oportunidades para equidade entre nossos profissionais, contemplando as diversidades de gênero, deficiência física, LGBTQIA+, raça, etnia, gerações e crenças”, afirma o executivo. “Estes pilares são a base do Jeito Z, a essência de como somos e agimos, e estão em linha com o nosso propósito de criar juntos um futuro melhor. Obter esse reconhecimento em uma premiação tão importante nos deixa muito orgulhosos”, complementa.

A cultura na prática

A cultura à que se refere Edson tem sido trabalhada na prática a partir de uma série de ações que a Zurich emprega em prol de diversos grupos na seguradora. Nos últimos anos, foram assegurados remuneração e benefícios iguais a homens, mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBTQIA+ que exerçam a mesma função. A licença parental foi ampliada – incluindo 180 dias para o responsável e 42 dias para o corresponsável, sem distinção de gênero. Foram construídos lactários, estabelecidas jornadas flexíveis de trabalho e concedidos auxílio-babá ou auxílio-creche para colaboradores com filhos até 5 anos de idade, para ajudar pais e mães de crianças pequenas a manterem suas atividades.

A Zurich ainda se preocupa em promover uma linguagem inclusiva nas políticas e comunicações, bem como a representatividade imagética em campanhas internas e externas. Traz o tema “diversidade e inclusão” para treinamentos de liderança, proporciona formações em sua estrutura de educação corporativa e estabelece parcerias estratégicas nos processos de recrutamento e seleção.

“Trabalhamos para eliminar vieses na contratação e conduzir processos para maior representatividade dos mais diversos grupos em nosso quadro de funcionários. Também atuamos fortemente para proporcionar oportunidades na média e alta liderança para mulheres, implementando KPIs de diversidade e inclusão”, aponta Carlos Toledo, Diretor Executivo de Recursos Humanos da Zurich.

Women’s Innovation Network

Para apoiar as iniciativas voltadas à mulher, a criação do WIN – Women’s Innovation Network, em 2015, foi essencial. Esse é o grupo que representa o pilar Mulheres no Conselho de Diversidade e Inclusão e que tem como objetivo estimular a equidade de gênero na companhia, promovendo ações que possibilitem a igualdade de oportunidades de carreira entre mulheres e homens em todos os níveis da organização.

“Com a criação do grupo, disseminamos a cultura e a importância da discussão sobre equidade de gênero. Sem dúvida, o WIN foi essencial para a conquista do GPTW Mulher e isso nos deixa muito felizes”, afirma Juliana Abdulack, gerente de subscrição na Zurich e atual líder do WIN. “Esta certificação significa que temos um time engajado em garantir que a Zurich seja um ambiente cada dia mais agradável, acolhedor, com respeito e oportunidades de desenvolvimento para todos.”

Além das atividades promovidas pelo WIN, sua própria existência colaborou para a criação de outros grupos – como o PRIDE, que aborda e desenvolve discussões sobre temas como respeito, aceitação e inclusão dentro do universo LGBTQIA+, e o DEZ, que atua na conscientização, na inclusão e no desenvolvimento de colaboradores de diferentes etnias. Além disso, fortaleceu a atuação das mulheres na empresa de dentro para fora. “No WIN, tive a oportunidade de colaborar para o crescimento do grupo, que fortaleceu o sentimento de pertencimento, a representatividade e a força feminina na companhia”, afirma Gabriela Iosqui, analista de seguros internacionais na Zurich e ex-membro do grupo.

A mulher como protagonista da sua carreira

Além de palestras de conscientização, um exemplo das ações do WIN comentadas por Juliana é um programa de mentoria exclusivo para mulheres, que tem o propósito de estimular o desenvolvimento e promover a consciência e o protagonismo sobre suas carreiras. Mais de 100 mulheres já participaram do programa, que terá uma segunda edição esse ano. Flavia Medina da Cunha, gerente de projetos na Zurich e uma das participantes da mentoria do WIN, falou sobre a importância da iniciativa para o seu desenvolvimento profissional.

“Tive uma experiência muito enriquecedora. Fui conectada ao meu mentor, Hélio Flagon, que é o diretor de Finanças da América Latina. Através de nossos encontros de mentoria, pude ter acesso às experiências de carreira dele e entender quais foram os passos que o ajudaram a chegar aonde almejo”, conta. “Utilizando esses insights, escolhi meu programa de pós-graduação de forma muito mais efetiva e consciente. Neste ano, farei o meu mestrado em negócios, e estou confiante de que será o melhor caminho para o meu desenvolvimento e carreira futura”, explica Flavia.

Quem também cresceu com a experiência foi Jaine da Silva Moreira, analista de trade marketing da Zurich, que conseguiu, inclusive, conquistar um novo cargo na empresa, com o apoio da mentoria. “Gostei muito da experiência, pois houve uma troca muito interessante com o meu mentor, compartilhamos experiencias e desenvolvemos algumas técnicas para aprimoramento da minha carreira. Tive a oportunidade de concorrer a um novo cargo na companhia em 2020 e atribuo parte desse sucesso ao programa”, contou ela.

Para Carlos Toledo, a mentoria e todas as iniciativas em prol da mulher e de outros grupos estão alinhadas à promessa de “crescer juntos” que a Zurich faz aos seus colaboradores. “Sem justas condições de trabalho e benefícios, não seria possível cumprir essa promessa. Por isso, essas ações são fundamentais e materializam o compromisso global da Zurich com a diversidade e a inclusão, de dentro para fora, começando pelos nossos colaboradores e se estendendo a toda a sociedade”, finaliza o executivo.

CNseg: sete décadas de representação do setor segurador brasileiro

70 anos CNseg

Fonte: CNseg

O Brasil viveu grandes transformações com o apoio do setor de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, atividades estratégicas para o desenvolvimento da economia, contribuindo para a formação de poupança interna e para a proteção da saúde, vida e patrimônio de milhões de pessoas e empresas ao longo de sete décadas. Em mensagem em vídeo, produzida especialmente para a ocasião, o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras- CNseg, Marcio Coriolano, celebra: “Representar um setor cuja receita anual corresponde a perto de 6,7% do PIB, gera 175 mil empregos diretos e faz a gestão de investimentos equivalentes a quase um quarto da dívida pública brasileira é, sem dúvida, um grande orgulho e um enorme desafio diário para todos os que integram esta Confederação. Desafio compartilhado com as quatros Federações que a compõem: FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap.”

Segundo Coriolano, o legado desses 70 anos de representação tem sido fundamental para enfrentar e superar os desafios da atual realidade. “A chegada da pandemia do novo coronavírus exigiu rápida adaptação de todos e mudou a percepção da população quanto ao seu modo de vida e ao risco a que estão sujeitos. Mais uma vez, a resiliência do setor de seguros foi essencial para amparar o país em um momento tão complexo da vida nacional”, afirma o executivo. 

Os ex-presidentes da CNseg João Elísio, Jorge Hilário e Jayme Garfinkel também enviaram mensagens gravadas em vídeos sobre as sete décadas de atuação da Confederação Nacional das Seguradoras, disponíveis no portal da CNseg. Uma série de veiculações está sendo promovida, que incluem matérias sobre a trajetória da Confederação em seus diversos canais de comunicação, como a Rádio CNseg, suas redes sociais (Facebook, YouTube, Instagram e LinkedIn), a Revista de Seguro, seu portal e sua intranet. Também foi lançado no início do ano um selo em comemoração à data e realizada campanha junto aos funcionários com o mote “Eu construo a história do setor segurador. Eu sou CNseg”. 

Principais seguradoras se juntam ao príncipe Charles para enfrentar mudanças climáticas

O Príncipe de Gales (Charles, filho mais velho da rainha Elizabeth II do Reino Unido) lançou a força tarefa “Seguros da Iniciativa de Mercados Sustentáveis ​​(SMI)” durante visita ao Lloyd’s, o mercado de seguro e resseguro líder mundial. A SMI Insurance Task Force, convocada por HRH (Her Royal Highness) e presidida pelo Lloyd’s, é composta por executivos das maiores seguradoras e resseguradoras do mundo. O objetivo é proporcionar uma plataforma influente para o setor avançar coletivamente no progresso mundial em direção a uma resiliência, com carbono zero.

Com uma visão única da crise climática, ao longo de suas muitas décadas de apoio a comunidades, empresas e economias em face de eventos climáticos cada vez mais severos e frequentes, a indústria global de seguros tem um papel crítico a desempenhar. Além de mitigar e gerenciar o impacto desses desastres, o setor continua a fornecer suporte financeiro a vários setores para construir uma maior resiliência climática, apoiando o aumento da escala e da velocidade da transição.

A SMI Insurance Task Force publicou no dia 24 de junho sua declaração de intenções, comprometendo-se a fornecer financiamento positivo para o clima e soluções de gerenciamento de risco para apoiar e encorajar indivíduos e empresas em todo o mundo a acelerar sua transição para um futuro sustentável.

Durante a visita de HRH, o Lloyd’s Lutine Bell tocou duas vezes para marcar o novo e significativo compromisso global da indústria de seguros para impulsionar ações positivas para o clima em ritmo, por meio de uma série de iniciativas importantes. Para clientes empresariais e individuais, essas ações incluem a adaptação e expansão da cobertura para projetos eólicos offshore em resposta ao rápido crescimento e novas tecnologias, juntamente com a implementação de cláusulas de sinistros “reconstruir melhor” nas apólices de seguro residencial para encorajar os clientes a reconstruir de forma sustentável.

A SMI Insurance Task Force também trabalhará com os governos para estabelecer uma estrutura público-privada de resiliência, resposta e recuperação a desastres, que ajudará a proteger as nações em desenvolvimento dos impactos econômicos e sociais em evolução das mudanças climáticas.

Para apoiar o rápido crescimento de projetos verdes e inovação, a SMI Insurance Task Force desenvolverá uma estrutura para ajudar a desbloquear os mais de US$ 30 trilhões em ativos sob gestão, direcionando cada vez mais o capital para investimentos que gerem resultados positivos para o clima em países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales, disse: “A indústria de seguros está excepcionalmente bem posicionada para compreender o impacto da mudança climática e os danos que ela pode causar a todos nós se não agirmos agora. É por isso que estou tão satisfeito que um grande número das seguradoras líderes mundiais se uniram para identificar como a indústria de seguros pode ajudar a colocar a Natureza, as Pessoas e o Planeta no centro de toda a nossa economia. ”

O presidente do Lloyd’s, Bruce Carnegie-Brown, acrescentou: “À medida que o mundo começa a se recuperar de uma pandemia que causou desafios financeiros e sociais significativos e de longo alcance, ele o faz com a oportunidade de reconstruir com a sustentabilidade como base e princípio orientador. Embora a mudança climática represente um risco sistêmico sem precedentes, é aquele que – por meio de parcerias e ações aceleradas – temos os meios para lidar com isso. Como uma força-tarefa, estamos assumindo o compromisso firme de ser um catalisador de ações para ajudar a criar um futuro mais sustentável por meio dos riscos que administramos e do capital que investimos ”.

Grupos que fazem parte da força tarefa:

  • AIG: Peter Zaffino, presidente e CEO
  • Allianz: Oliver Bäte, CEO
  • Amwins: Scott Purviance, CEO
  • Aon: Greg Case, CEO
  • Axa: Sean McGovern, CEO AXA XL
  • Beazley: Adrian Cox, CEO
  • Direct Line Group: Penny James, CEO
  • Hiscox: Bronek Masojada, CEO
  • Howden Group: David Howden, CEO
  • Legal & General: Nigel Wilson, CEO
  • Lloyd’s of London: John Neal, CEO
  • Marsh McLennan: Dan Glaser, presidente e CEO
  • Munique Re: Joachim Wenning, CEO
  • Phoenix: Andy Briggs, CEO
  • Tokio Marine Kiln: Brad Irick, CEO

Zurich no Brasil apresenta iniciativas em prol do meio ambiente e estratégias para o futuro

Rodrigo Barros
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

Uma das maiores seguradoras do mundo, com raízes sólidas no Brasil, onde atua há mais de 80 anos, a Zurich tem como propósito criar um futuro melhor e como ambição ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no planeta. Para isso, estabeleceu compromissos globais com a administração dos riscos de mudanças climáticas junto a clientes, funcionários e parceiros de negócios.

Assim, além de listar todas as metas e compromissos estabelecidos pela companhia, a primeira edição do Relatório de Sustentabilidade da Zurich no Brasil pontua o estágio atual de cada um deles e aponta os próximos passos – como parte da sua política de transparência.

“O lançamento do nosso primeiro relatório de sustentabilidade no país é a materialização e ratificação de uma promessa que toda a companhia tem com essa causa junto aos seus diversos stakeholders, como clientes, parceiros de negócios, colaboradores e com o planeta. Com essa publicação – e com os compromissos já assumidos – queremos continuar inspirando toda a sociedade a fazer o mesmo”, diz o diretor responsável pela Sustentabilidade na Zurich, Rodrigo Barros (foto).

Segundo o executivo, a Zurich tem três pilares estratégicos de sustentabilidade (mudanças climáticas, sustentabilidade no trabalho e confiança em uma sociedade digital), e é com base neles que se comprometeu com diversas causas em nível global e local:

  • Em 2017, a companhia se engajou em fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 bilhões até 2022, equivalentes à compensação de 5 milhões de emissões de CO2.
  • A Zurich é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) da Organização das Nações Unidas (ONU) e assina o Pacto Global, da mesma entidade.
  • A empresa integra a Net-Zero Asset Alliance, igualmente da ONU, com o compromisso de zerar suas emissões até 2050.
  • Para reduzir as emissões de CO2, em 2019 inscreveu-se no Business Ambition, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.
  • No Brasil, a seguradora apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), entre outros projetos.

“Temos muita satisfação em informar que já emitimos R$ 230 milhões em títulos verdes, ultrapassando a meta de R$ 170 milhões prevista apenas para o ano que vem. Criamos um projeto-piloto para descarte ecológico de eletrônicos e celulares com 40 pontos de coleta, lançamos um seguro para carros elétricos e, mais recentemente, proteção para painéis fotovoltaicos, num incentivo claro para o uso de energia limpa”, enumera Rodrigo.

“Mas queremos ir além. Por essa razão, mais do que discorrer sobre nossas entregas frente às metas mundiais e locais, o 1º Relatório de Sustentabilidade da Zurich no Brasil também apresenta os próximos passos que daremos para possibilitar às futuras gerações um planeta mais sustentável”, conclui.

BC detalha cronograma do Open Banking e Open Insurance

open insurance no brasil

Fonte: Banco Central

Em decisão conjunta do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central (BC), foi conferido ao BC a competência exclusiva para a definição dos cronogramas de entrega da convenção e de implementação do Open Banking. Essa mudança visa conferir maior agilidade para adequações pontuais no cronograma por questões de ordem operacional para a adequação de processos e sistemas.

Considerando a evolução esperada com o Open Banking, o BC apresenta detalhou o cronograma do projeto, em particular:

I – assegurado que, a partir de 15 de julho de 2021, será possível o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais de clientes, mediante seu prévio consentimento, com observância de cronograma de lançamento escalonado e eficiente das interfaces dedicadas ao compartilhamento (APIs) em 4 ciclos de duas semanas a partir dessa data;

II – definido que, a partir de 30 de agosto de 2021, será possível a iniciação de transações de Pix por iniciadores de transação de pagamento, com a apresentação de prazos para a entrada dos demais arranjos de pagamento que poderão ser iniciados no ecossistema do Open Banking, bem como remanejado para 30 de março de 2022 a implementação do serviço de encaminhamento de proposta de operação de crédito, que demandará ajustes na regulamentação vigente.

Adicionalmente, foi compatibilizado o cronograma da fase de Open Finance com as datas programadas de projetos similares conduzidos por outros reguladores, a exemplo do Open Insurance pela Susep. Ao tempo em que foi mantido o início dessa fase em 15 de dezembro de 2021, para o compartilhamento em formato aberto ao público de informações sobre as características de produtos de investimentos, seguros, câmbio, entre outros, ofertados e distribuídos no mercado, foi definido que a partir de 31 de maio de 2022 os clientes poderão, a seu critério, compartilhar seus dados transacionais sobre esses produtos financeiros com outras instituições participantes do Open Banking.

Com essas medidas, o BC reforça o seu compromisso com a implementação de modelo de Open Finance o mais abrangente entre todas as jurisdições que já regulamentaram o tema, com expectativa de trazer significativos benefícios para a sociedade brasileira ao longo dos próximos anos, preservando a segurança e a solidez do sistema.

XP lança plano de previdência em criptoativos

FonteL XP

A XP, em parceria com a Hashdex, maior gestora de cripto da América Latina, lançou o Hashdex Criptoativos XP Seguros Prey FIC FIM. Este será o primeiro produto de previdência internacional voltado ao cliente que deseja seguir a tendência do mercado de ativos digitais. Exclusivo para proponentes qualificados, o produto investe num fundo de gestão passiva que conta com 40% de sua composição sujeita à variação cambial atrelada ao índice Nasdaq Crypto Index (NCI), e os demais 60% aplicados em títulos de renda fixa no Brasil. O NCI é um índice de criptoativos criado pela Hashdex e Nasdaq como um benchmark desse mercado.

O Hashdex Criptoativos XP Seguros Prev FIC FIM tem aporte inicial de R$ 5.000, 1,70% a.a em taxa de administração, sem taxa de performance e sem hedge cambial. Sendo a compra do plano de previdência efetuada somente em conjunto do consultor.

“O lançamento do fundo de criptoativos atende a uma demanda crescente dos nossos clientes e segue em linha com o pioneirismo da XP Seguros em seus dois anos de mercado. Fomos também os primeiros a oferecer planos previdenciários ESG, planos com taxa de zero de administração, FoFs de alocação, entre outros”, comenta Roberto Teixeira, head da XP Seguros. O executivo explica que o novo fundo é uma alternativa para que o investidor qualificado diversifique seu portfólio, tendo em vista a rentabilidade de longo prazo.

“Um produto de previdência que ofereça exposição a cripto está totalmente alinhado com nossa tese de investimentos, que acredita no potencial de valorização dessa classe de ativos no longo prazo. Além disso, o efeito de descorrelação que esse produto traz para o portfólio do investidor, pode oferecer oportunidades de maior retorno, sem necessariamente aumentar o risco, em um portfólio balanceado”, explica Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex. “Estamos contentes em participar do lançamento deste produto ao lado da XP, pela confiança e admiração que temos pela empresa, e pelo alcance gigantesco da plataforma pelo Brasil, o que propicia que esse produto chegue a grande parte dos investidores brasileiros”, diz.

A XP Seguros conta hoje com mais de R$ 20 bilhões em ativos sob custódia, 116 produtos para varejo – sendo 51 exclusivos, 23 fundos com alocação offshore e mais de 60 parceiros, incluindo a própria XP Asset. Dentre as prioridades para 2021, estão o lançamento de fundos que refletem o desempenho de mercados internacionais como Estados Unidos, China e Europa. “O objetivo é democratizar o acesso a mercados que, normalmente, não são acessíveis ao investidor individual”, diz Teixeira.

SulAmérica divulga campanha nas redes sociais com dicas para cuidar da saúde no inverno

Fonte: SulAmérica

A chegada do período de temperaturas mais baixas do ano desperta a atenção de especialistas para a importância do cuidado com a saúde. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que o tempo seco e a baixa umidade relativa do ar aumentam em 30% o surgimento de doenças respiratórias como asma, bronquite, rinite e sinusite.

Pensando nisso, a SulAmérica convidou o Dr. Leonardo Abreu, médico de família e comunidade, para uma campanha nas redes sociais com dicas de como se prevenir durante a temporada mais fria da estação.

“É possível que, no inverno, você sinta menos sede e, portanto, beba menos água. Além disso, é uma época de clima seco e isso predispõe o ressecamento das vias aéreas. Por isso, é fundamental manter-se hidratado”, orienta o médico.

Veja outras dicas da SulAmérica para você cuidar da sua saúde no inverno, que vai até o dia 22 de setembro:

• · Alimente-se de forma saudável;
• · Pratique exercícios físicos;
• · Não se esqueça de umidificar as narinas;
• · Lave roupas e agasalhos de frio;
• · Higienize as mãos;
• · Continue usando filtro solar.

Início de Inverno | Dicas de Saúde

Além do Youtube [https://www.youtube.com/watch?v=l_WsoUG9bgU], a campanha também está disponível nos demais canais proprietários da SulAmérica – LinkedIn, Instagram e Facebook – e foi criada em parceria com a agência Dentsu.

#SaúdeIntegralSulAmérica