Grupo MAG explora novos modelos de experiência de marca em parceria com o Le Cordon Bleu

O Grupo MAG, empresa com 191 anos de atuação ininterrupta nos segmentos de vida e previdência, recebeu a visita de André J. Cointreau, presidente e CEO do Le Cordon Bleu, ao Café MAG by Le Cordon Bleu. O encontro reforçou a importância das parcerias estratégicas na construção de novos territórios de marca e na geração de valor por meio da experiência.

A agenda contou também com a presença de Alienor Cointreau, diretora global de Marketing do Le Cordon Bleu, e de Patrick Martin, diretor executivo do Le Cordon Bleu Brasil e embaixador internacional da instituição. O encontro foi conduzido por Helder Molina, chairman e CEO do Grupo MAG, e evidenciou o alinhamento entre as lideranças globais e locais na condução de iniciativas que conectam excelência, marca e experiência.

A reunião reforça a convergência entre duas instituições centenárias que compartilham valores como tradição, longevidade e excelência, além de destacar o papel do Grupo MAG na criação de iniciativas voltadas à experiência de marca e ao fortalecimento do relacionamento com públicos estratégicos.

Implantado em 2025 na sede da companhia, em São Paulo, o Café MAG by Le Cordon Bleu incorpora ao ambiente corporativo a expertise e o savoir-faire da instituição francesa. Em seu primeiro ano de operação, o espaço recebeu mais de 7 mil visitantes, consolidando-se como uma plataforma estratégica de relacionamento, que integra hospitalidade, gastronomia, conteúdo e networking.

A iniciativa representa uma evolução na forma como a companhia se conecta com clientes, parceiros e stakeholders. Ao utilizar a hospitalidade e a gastronomia como ferramentas de relacionamento, o projeto amplia a percepção de valor da marca e cria novas oportunidades de negócios.

“Essa parceria mostra que marcas centenárias podem, e devem, se reinventar continuamente. Na MAG, acreditamos que o valor do negócio está cada vez mais na qualidade das conexões que construímos. O Café MAG by Le Cordon Bleu materializa essa visão ao transformar nossa sede em um espaço de relacionamento estratégico, onde tradição e excelência se encontram para gerar novas oportunidades”, afirma Helder Molina.

A presença de André J. Cointreau também reforçou o potencial de expansão do modelo, que passa a ser avaliado como replicável em outros mercados e contextos, ampliando o alcance da parceria entre as instituições.

Mais do que um projeto pontual, a iniciativa se consolida como uma plataforma estratégica que traduz o encontro entre duas trajetórias centenárias e aponta para novas possibilidades de atuação conjunta.

Sompo Resseguradora lucra em primeiro ano de operação e mira dobrar volume de prêmios em 2026

Sompo encerrou 2025 com R$ 85 milhões em prêmios, lucro líquido de R$ 5,5 milhões e estrutura patrimonial robusta, consolidando o primeiro ano completo de operação no Brasil. Para 2026, a companhia projeta mais que dobrar esse faturamento e alcançar R$ 200 milhões em prêmios, além de ampliar a participação da resseguradora para 25% dos contratos de resseguro da Sompo, ante cerca de 15% em 2025.

“A Sompo Resseguradora foi concebida como um pilar estratégico para a expansão sustentável do Grupo. O desempenho de 2025 comprova que é possível aliar rigor técnico, governança sólida e geração consistente de valor já no primeiro ciclo completo de atuação”, afirma Adailton Dias, Diretor Executivo de Produtos e Resseguro na Sompo. “Como resseguradora cativa, voltada exclusivamente aos contratos do Grupo, a operação reforça a eficiência da estrutura de seguros, amplia a retenção local de riscos e contribui para uma trajetória de crescimento mais competitiva, previsível e alinhada às ambições da companhia no Brasil”, complementa.

A evolução da carteira ocorreu de forma gradual e alinhada às diretrizes do Grupo, com foco em linhas como Seguros Empresariais, Transportes, Agronegócio, Energia e grandes riscos corporativos, além da construção de estruturas de resseguro mais eficientes para contratos de médio e longo prazos. A expectativa para 2026 é ampliar a participação da resseguradora nos negócios do Grupo, acompanhando o crescimento das operações de seguros da Sompo no Brasil.

“Nosso objetivo é expandir a participação da resseguradora de forma consistente, sempre priorizando qualidade de subscrição, equilíbrio atuarial e previsibilidade de resultados. A meta de R$ 200 milhões em prêmios em 2026 está alinhada à maturação natural da carteira e à confiança do Grupo na operação local”, destaca Dioniso Galvão Moreira de Araujo, Superintendente de Resseguro na Sompo.

Além dos ganhos financeiros e operacionais, a consolidação da Sompo Resseguradora tem gerado benefícios diretos para os clientes, ao permitir maior capacidade de retenção local de riscos, redução de custos associados a estruturas excessivamente pulverizadas de resseguro e mais agilidade na construção de soluções sob medida. A integração entre seguradora e resseguradora dentro do Grupo Sompo também viabiliza estruturas mais estáveis para riscos complexos, maior previsibilidade em contratos de longo prazo e acesso à capacidade global do Grupo, beneficiando especialmente clientes corporativos e multinacionais com operações no Brasil e no exterior.

O desempenho reflete a estratégia de criação da resseguradora como um pilar para fortalecer a retenção de riscos, otimizar o uso de capital e ampliar a eficiência técnica do Grupo no mercado brasileiro. Em 2025, o ativo total da Sompo Resseguradora superou R$ 217,6 milhões, enquanto o patrimônio líquido encerrou o período em R$ 104,3 milhões, sustentado por capitalização sólida e aderência integral às exigências regulatórias da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.

Com governança integrada, controles atuariais robustos e resultados positivos já no primeiro ano completo de operação, a Sompo Resseguradora reforça seu papel como alavanca estratégica para o crescimento da Sompo no país e para o fortalecimento de sua atuação no mercado brasileiro de seguros e resseguros.

Marsh nomeia Larissa Martins como líder de Placement para a América Latina

A Marsh anunciou a nomeação de Larissa Martins como nova líder de Placement (mercado de seguros) para a Marsh Risk na América Latina e Caribe. Baseada em São Paulo (Brasil), a executiva se reportará diretamente a John Donelly, líder global de Placement da Marsh Risk, e a Carlos A. Rivera, CEO da Marsh LAC e presidente da Marsh Risk LAC, a partir de 1º de abril.

Na nova função, Larissa será responsável por liderar a estratégia de Placement na região, conectando prioridades globais e locais, fortalecendo o relacionamento com clientes e parceiros estratégicos, impulsionando soluções inovadoras e colaborativas entre países e promovendo o desenvolvimento de talentos, com o objetivo de maximizar o impacto para os clientes e apoiar o crescimento sustentável do negócio.

Com 20 anos de experiência no setor de seguros e resseguros, Larissa é formada em Ciências Atuariais e possui mestrado em Gestão Executiva Internacional. Sua trajetória inclui experiências no Chile, em Miami e em Londres.

Desde que ingressou na Marsh Re – Facultative Reinsurance (anteriormente Carpenter Marsh FAC), em 2021, ocupou diferentes posições de liderança, contribuindo para o desenvolvimento e a implementação de soluções de portfólio em toda a América Latina.

Na Marsh Re – Facultative Reinsurance, liderou iniciativas de alto impacto voltadas ao crescimento e à inovação. Como líder regional de Práticas e Placement, foi responsável por definir a estratégia para a região, atuando em colaboração com diferentes áreas da companhia para atender às necessidades dos clientes, às demandas do mercado e apoiar o desenvolvimento das equipes.

Ao comentar a nomeação, Carlos Rivera afirmou: “Larissa conta com sólidas relações com os mercados de seguros e resseguros locais, regionais e globais, além de profundo conhecimento dos desafios enfrentados por empresas e comunidades. Aliado ao seu forte perfil de liderança, esse conjunto de atributos será fundamental para oferecer aos clientes um portfólio completo de soluções, apoiando seu crescimento em um cenário de incerteza, volatilidade e transformação.”

Larissa Martins declarou: “Sinto-me honrada em assumir a liderança de Placement da Marsh Risk na América Latina em um momento decisivo para o setor e para a companhia. A área de Placement está no centro do nosso negócio e desempenha papel fundamental na entrega de soluções ao mercado. Assumo essa nova etapa com entusiasmo e compromisso, confiante de que, por meio da colaboração, seguiremos desenvolvendo soluções relevantes para clientes, equipes e para a organização.”

Orquestra Jovem do Estado apresenta composições de Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Shostakovich no domingo (12)

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No domingo, 12/04, a Sala São Paulo será o palco de mais uma das apresentações da Orquestra Jovem do Estado (OJESP). No segundo concerto de 2026, o grupo irá performar obras do brasileiro Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Dmitri Shostakovich. A temporada deste ano recebe o patrocínio da Generali Brasil, que atua como uma das facilitadoras dos eventos do grupo e na formação gratuita de alunos em São Paulo.
 

A OJESP é um dos grupos da Escola de Música do Estado de SP e realizará apresentações durante todo o ano de 2026. O projeto foi selecionado pela Generali Brasil por meio de edital publicado pela seguradora, por qualificar profissionalmente os jovens que fazem parte da Orquestra e por oferecer acesso ao lazer e cultura ao público interessado.
 

Com atuação centenária no Brasil, a Generali sempre busca novas maneiras de fomentar a cultura no país. Por meio do valor global Live the Community, a empresa trabalha para se integrar às comunidades em que está presente. Tatiana Franzoe, diretora jurídica e de sustentabilidade destaca que “a cultura desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, pois amplia o olhar crítico, estimula o respeito à diversidade e fortalece os laços entre diferentes gerações”.
 

A Generali Brasil apoia o grupo por intermédio da ONG Santa Marcelina Cultura, para a realização de apresentações de diferentes compositores nacionais e internacionais. Os ingressos para os concertos já estão disponíveis no link.
 

Serviço:

Concertos da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos

Data: 12 de abril – 16h

Seguradoras arrecadam R$ 68,3 bilhões no bimestre, mas ritmo ainda fica abaixo da projeção da CNseg para 2026

seguros

O setor supervisionado pela Susep — que reúne seguros, previdência aberta e capitalização — arrecadou R$ 68,3 bilhões no primeiro bimestre de 2026, queda nominal de 3,47% sobre igual período do ano passado. Dentro desse total, porém, o bloco mais diretamente ligado às seguradoras, de danos e pessoas sem VGBL, somou R$ 35,86 bilhões, com crescimento nominal de 2,35%. No mesmo intervalo, indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 40,47 bilhões, recuo de 11,58%. 

O resultado agregado negativo veio da fraqueza dos produtos de acumulação e da capitalização. Até fevereiro, a acumulação arrecadou R$ 27,70 bilhões, com queda de 9,17%, enquanto a capitalização somou R$ 4,76 bilhões, baixa de 9,15%. Já nos seguros, o desempenho foi dividido: os ramos de danos arrecadaram R$ 22,82 bilhões, com recuo de 0,85%, e os seguros de pessoas somaram R$ 13 bilhões, alta de 8,45%. 

Entre os produtos com melhor desempenho no bimestre, o destaque em pessoas foi o prestamista, com R$ 3,96 bilhões em prêmios e expansão nominal de 17,66%. Em danos, avançaram sobretudo fiança locatícia, com alta de 21,56%; patrimoniais-outros, 15,30%; garantia estendida, 12,43%; habitacional, 11,29%; e financeiros, 10,60%. O seguro de vida, principal linha do segmento de pessoas, arrecadou R$ 6,24 bilhões, com crescimento de 6,78%. 

Os produtos mais próximos da estabilidade foram o seguro auto, que cresceu 1,84% em termos nominais, embora ainda tenha recuado 2,31% em termos reais, e o compreensivo, com alta nominal de 3,25% e queda real de 0,94%. Em pessoas, acidentes pessoais e viagem tiveram retrações moderadas, de 3,71% e 3,83%, respectivamente, o que indica um começo de ano mais lateral nessas carteiras. A própria Susep ressalva que parte dessas oscilações pode refletir movimentos sazonais em algumas linhas de negócio. 

Do lado das quedas mais fortes, em danos temos os recuos de riscos especiais-energia, de 64,40%, que é algo sazonal com a renovação dos contratos centradas em meses específicos; microsseguros, de 56,22%; transporte, de 15,80%; riscos especiais-patrimonial, de 11,10%; responsabilidade civil, de 9,26%; e rural, de 8,07%. Em pessoas, as baixas ficaram concentradas em acidentes pessoais e viagem. 

Pela comparação mais próxima entre os dados da Susep e a métrica da CNseg — somando seguros e capitalização, mas excluindo previdência aberta — o crescimento nominal do primeiro bimestre foi de cerca de 0,9%, bem abaixo da projeção anual de 8,5%. O retrato sugere que, por enquanto, só os seguros de pessoas estão efetivamente em linha com a expectativa da CNseg: o segmento cresceu 8,45%, praticamente no mesmo patamar da projeção de 8,6%, e o prestamista até roda acima do previsto. Já danos e capitalização começaram o ano abaixo do ritmo esperado, com destaque negativo para rural e transportes, enquanto o habitacional aparece mais aderente ao cenário projetado.

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CVG-SP debate o papel do seguro diante da necessidade de proteger as mulheres

por Márcia Alves

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o CVG-SP foi além do gesto simbólico da mera homenagem para se aprofundar em questões que premeiam o universo feminino contemporâneo. No talk show “Mulheres que protegem”, realizado durante almoço no dia 31 de março, no Renaissance Hotel, as discussões envolveram desde a necessidade de proteger as mulheres, especialmente diante da emergência nacional dos casos de feminicídios, até a atuação do mercado de seguros nesse cenário, seus produtos e serviços, passando, ainda, pela reflexão sobre os benefícios da diversidade no mundo corporativo.

“Neste momento em que os casos de feminicídios estão aumentando, o CVG-SP quis dar voz às mulheres, não apenas para falarem de carreira e crescimento pessoal, mas também de suas lutas para alcançarem o sucesso profissional”, disse o presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, acrescentando que a entidade deseja “abraçar a causa de proteção às mulheres”. Após a abertura do evento realizada pelo diretor do CVG-SP de Relações com o Mercado, Marcos Salum, a diretora adjunta de Seguros, Asenate Souza, mediadora do talk show convidou ao palco a diretora da mesma pasta Hilca Vaz, diretora da MAPFRE, e a presidente da associação Sou Segura, Camila Maximo. 

Seguros que protegem

“Quando falamos em ‘mulheres que protegem’, entendemos que se trata de um público que também precisa de proteção”, disse Asenate Souza. Hilca Vaz concordou e acrescentou que o mercado de seguros já assimilou essa necessidade. “A mulher está em diversos âmbitos da sociedade, ocupando espaços importantes. Por isso, proteger a mulher significa proteger toda a sociedade”, disse. Em seguida, ela elencou os principais produtos de seguros que oferecem proteção às mulheres, começando pelo seguro de vida e acidentes pessoais, além dos específicos para o público feminino, como as assistências de prevenção e autocuidado, psicológica e nutricional.

Hilca Vaz ainda citou, ainda, os produtos de seguros que acompanham a mulher em diversos ciclos de vida, como a maternidade, o puerpério e até a transição de carreira. Em seguida, Asenate Souza quis saber se os produtos criados pela indústria de seguros levam em conta os diversos papeis da mulher na sociedade, a dupla jornada de trabalho, a saúde e a longevidade. Hilca Vaz respondeu que os produtos de seguros são desenvolvidos de acordo com esses parâmetros, especialmente as assistências, mas, o desafio está em identificar o momento de vida das mulheres para criar serviços que acolham, quando necessário. “Tão importante quanto a proteção é a prevenção”, disse.

Camila Maximo destacou a relevância do público feminino, lembrando que no mercado de seguros elas representam mais de 50% da força de trabalho. “Ter produtos que ofereçam segurança e tranquilidade às mulheres é essencial para que possam tocar a vida com tranquilidade”, disse. Ela também mencionou o aumento do feminicídio, observando a importância não apenas do seguro de vida, mas de ferramentas que ajudem mulheres a saírem de situações de violência e vulnerabilidade dentro do lar.  “O mercado segurador se preocupa com essa questão, mas não vejo um posicionamento firme das empresas em geral”, disse.

Carreira feminina

Questionada sobre o perfil atual das mulheres no mercado de seguros, Camila Maximo observou que apesar de serem em maior número, ainda é pequena a representatividade feminina nos cargos mais altos. Ela defendeu a maior diversidade nas empresas até como meio de melhorar os resultados. “A inclusão da mulher não é um tema para se falar apenas em março, mas deve ser visto como estratégia de negócios”, disse. Ela falou, ainda, sobre o papel decisor da mulher no lar e também sobre a ascensão no mercado de trabalho. “Não se trata de ocupar o espaço dos homens, mas de dividir com eles”, disse.

Para Hilca Vaz, as mulheres têm algumas aptidões mais latentes que os homens, principalmente no trato com os colaboradores. Segundo ela, algumas seguradoras adotam programas específicos de capacitação para incentivar a carreira das mulheres, com jornadas e fóruns de negócios. No entanto, acredita que o público masculino precisa participar dessa empreitada. “Se os homens não levantarem nossa bandeira, entendendo a importância da mulher no mercado de trabalho e o quanto ela precisa ser acolhida e protegida, essa luta não faz sentido”, disse.

Camila Maximo reconhece que a ascensão profissional da mulher é mais lenta e mais difícil e, por isso, algumas grandes empresas têm oferecido suporte para mantê-las nesta posição. Segundo ela, algumas têm sponsors nos altos comitês que oferecem feedbacks mais reais e precisos, outras oferecem mentorias ou criam grupos de afinidades. “Quando a mulher tem autoconfiança e um espaço seguro para se expressar, é possível notar a melhoria de sua performance e o seu crescimento”, disse. Já Hilca Vaz defende a sororidade feminina. “A mulher não pode enxergar a outra como competidora, mas como aliada. A sua obrigação é estender a mão”, disse.

Por fim, as duas profissionais deram dicas para o desenvolvimento profissional das mulheres. Ao ser questionada sobre o que diria para a Hilca Vaz no início de carreira, 30 anos atrás, ela respondeu: “Nunca saia de uma reunião sem dar a sua opinião, se posicione, mesmo que a voz esteja trêmula e que a sala esteja repleta de homens”. Camila Maximo complementou: “Seja curiosa, estude, se prepare e não deixe de se fazer presente”. A seu ver, quanto menos a mulher se expressa, menos é vista. “Para crescer na carreira é preciso se expressar, olhar ao redor e ter uma rede de apoio”.

Entidade de mulheres

Camila Maximo aproveitou a ocasião para falar sobre a entidade Sou Segura, que completou sete anos, mas que nasceu da formação original do Clube das Luluzinhas, há 20 anos. “A associação nasceu para dar representatividade e visibilidade às mulheres. Nos eventos não tratamos apenas de temas femininos, mas técnicos”, disse. Segundo ela, a entidade, que defende a representatividade feminina e tem adesão gratuita, tem dado mais enfoque à capacitação, oferecendo, inclusive o patrocínio de MBA para as mulheres que não têm condições de custear. No encerramento, o diretor Marcos Salum elogiou a temática do evento e adiantou que o CVG-SP já tem programado um encontro importante no dia 26 de maio.

A economia da longevidade e o novo papel das assistências

Por Sergio Marcos, CEO da Europ Assistance Brasil

O setor de assistências vive um momento de transformação profunda. A digitalização dos serviços, a mudança no comportamento do consumidor e a busca por soluções mais integradas e personalizadas já vinham redesenhando o mercado. Contudo, um fenômeno ainda mais relevante amplia esse movimento: a consolidação da economia da longevidade, resultado direto da transição demográfica que o Brasil atravessa.

O país testemunha uma das mudanças etárias mais aceleradas do mundo. O número de pessoas com 60 anos ou mais cresce de forma consistente e tende a assumir um papel ainda mais significativo nas próximas décadas. Esse avanço não traz apenas novos desafios; ele redefine a maneira de envelhecer. As pessoas chegam a essa fase mais ativas, conectadas, independentes e com expectativas claras sobre qualidade de vida. Isso exige um olhar mais abrangente e contínuo sobre cuidado, conveniência e bem-estar.

A lógica da assistência, historicamente voltada à resposta pontual a emergências, se expande. A longevidade demanda soluções que acompanhem a rotina, apoiem a autonomia e ofereçam segurança diária. Serviços domiciliares, cuidados de saúde preventivos, orientação a familiares e suporte em atividades que podem se tornar mais complexas passam a compor uma jornada mais longa e integrada de cuidado.

O digital que expande possibilidade e serviços 

Nesse contexto, a telemedicina e o atendimento domiciliar ganham destaque central. Essas modalidades permitem acompanhamento próximo, continuidade de tratamentos e atenção frequente a condições crônicas, tudo com maior conforto e eficiência. A combinação de consultas virtuais, visitas em casa e monitoramento adequado amplia o acesso e fortalece a sensação de proteção — tanto para o idoso quanto para sua rede de apoio / família.

Outro aspecto decisivo é o suporte digital. Embora a tecnologia esteja presente em quase todas as interações do cotidiano, ela ainda representa barreiras para muitos idosos. Ajudar na configuração de aplicativos, pagamentos online, autenticações, agendamentos e uso de plataformas remotas, faz diferença concreta na preservação da independência. Além disso, a educação digital se torna uma ferramenta essencial na prevenção de golpes, uma vez que o público sênior é especialmente vulnerável a fraudes.

Paralelamente, o monitoramento remoto emerge como instrumento estratégico. Sensores de queda, botões de emergência e dispositivos conectados permitem respostas rápidas e ampliam a segurança domiciliar. Essa abordagem preventiva, combinada a orientação e tecnologia, cria ambientes mais protegidos e acolhedores, viabilizando que as pessoas envelheçam em casa com tranquilidade, autonomia e manutenção de seu estilo de vida.

A logística também assume papel estruturante. Agendar e acompanhar consultas, retirar medicamentos, organizar rotinas e coordenar serviços domiciliar (faxina, suporte a pets, refeições, compras de supermercado etc.)  tornam-se tarefas cada vez mais complexas com o avanço da idade. Garantir que tudo funcione de forma simples e eficiente é parte fundamental do cuidado moderno.

De olho no futuro

Mercados como Europa e Estados Unidos já consolidaram estes modelos, integrando assistência, saúde, tecnologia e apoio contínuo. O Brasil segue na mesma direção e existe uma oportunidade clara de contribuirmos para este ecossistema.

Olhar para oportunidades e desafios desse público nos permitirá evoluir de um modelo reativo de serviços para uma proposta de valor contínua, acompanhando a necessidade de cada cliente e oferecendo a solução adequada a cada fase da maturidade.

Com isso, o papel das assistências se fortalece como parceiro presente no dia a dia, ampliando autonomia e praticidade. As empresas que compreenderem essa demanda de integração entre serviços estarão mais bem preparadas para atuar neste mercado em expansão.

Mais do que seguir tendências, trata-se de assumir um compromisso com o futuro — construindo soluções que respeitem a individualidade e acompanhem as pessoas ao longo de toda a sua jornada.

Junto Seguros é reconhecida pelo quarto ano consecutivo entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI

A Junto Seguros foi reconhecida, pelo quarto ano consecutivo, entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI, premiação promovida pelo IT Fórum, principal ecossistema de tecnologia e negócios do Brasil há mais de 25 anos. O reconhecimento consolida uma trajetória consistente na aplicação de tecnologia e inovação como vetores estratégicos de crescimento e eficiência do negócio.

Nesta edição, mais de 350 cases foram avaliados com base em critérios como impacto nos resultados, inovação, liderança em tecnologia, escalabilidade e alinhamento estratégico, em um processo que combina inteligência artificial e curadoria especializada.

Ao longo do último ano, a Junto Seguros avançou em sua jornada de inovação com iniciativas focadas no uso aplicado de inteligência artificial, sempre com atenção à governança, escala e geração de valor. Entre os destaques está a Llobo, solução de IA generativa que apoia a contratação do Seguro Garantia ao automatizar a leitura de documentos contratuais e o preenchimento das informações para cotação, trazendo mais agilidade e eficiência ao processo.

De acordo com Karine Chaves, diretora de Tecnologia e Inovação (CTIO) da Junto Seguros, o desenvolvimento da solução é resultado de uma estratégia estruturada, que integra tecnologia, governança e áreas de negócio. “Na Junto, inovação não começa pela tecnologia. Começa pelos desafios e oportunidades do negócio. O Llobo, nossa inteligência artificial generativa foi construída a partir de desafios reais, com uma base sólida de governança, segurança e capacitação porque escalar sem esses pilares não é inovar, é assumir risco”, afirma.

A executiva ressalta que a adoção da inteligência artificial na companhia segue um princípio claro: ampliar a capacidade operacional sem substituir o papel humano na tomada de decisão. “A inteligência artificial amplia a nossa capacidade, mas não substitui a decisão. A responsabilidade continua sendo humana e isso é o que garante confiança em um setor como o nosso”, explica.

Os resultados alcançados refletem mais do que ganhos de eficiência, indicam uma transformação na forma de operar o negócio. O reconhecimento acontece em um contexto de desempenho expressivo: em 2025, a Junto Seguros ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em prêmio direto de Seguro Garantia, com crescimento de 26% em relação ao ano anterior, além de superar 2 milhões de apólices emitidas ao longo de sua história, atendendo mais de 80 mil empresas em todo o país.

Grupo MAG lança campanha ‘O Futuro é MAG’

O Grupo MAG, especialista em vida e previdência, lança sua campanha institucional “O Futuro é MAG: novos tempos, um novo olhar”. A iniciativa marca oficialmente um novo ciclo estratégico da companhia, que completou 191 anos em 2026 e consolida seu direcionamento rumo ao futuro, orientado por seu crescimento estruturado, ganho de eficiência operacional e fortalecimento da posição competitiva dentre os players do mercado. 

A campanha traz um mote que traduz a transição das ondas, utilizadas na comunicação dos 190 anos, para uma linguagem que reforça a capacidade da companhia de projetar o futuro com inteligência estratégica, consistência e clareza de propósito. O conceito criativo, desenvolvido pela agência DPBR, aborda inovação, propósito e performance, pilares que compõem a atuação do Grupo MAG, apresentando um novo elemento gráfico que simboliza percepção, consciência e visão de futuro. O filme da nova campanha, que ilustra o momento atual, foi divulgado nas mídias sociais da companhia.

Estruturada para dialogar com diferentes públicos, como colaboradores, corretores, parceiros, clientes e investidores, a campanha chega ao mercado por meio de ações internas, eventos próprios e iniciativas externas de comunicação e relacionamento, com foco no fortalecimento do reconhecimento de marca e na consolidação da solidez institucional do Grupo MAG.

“Em quase dois séculos de atuação, o Grupo MAG construiu sua trajetória com foco na proteção financeira e social das famílias brasileiras. Ao completar 191 anos, a companhia entra em um novo momento institucional, reafirmando seu protagonismo em um cenário de transformação do mercado, preservando a solidez que marca sua história e projetando o futuro com a experiência de quem sempre esteve à frente da inovação no setor”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing do Grupo MAG.

Rumo aos 200 anos

O lançamento da campanha ocorre em um contexto de transformação do mercado de seguros no Brasil, impulsionado por mudanças demográficas e maior conscientização sobre planejamento financeiro e a desmistificação da importância do seguro para os brasileiros. Diante desse cenário, o Grupo MAG busca se posicionar em combinação entre tradição, inovação e capacidade de execução, sendo um diferencial competitivo para sustentar a expansão nos próximos anos. 

Dentre as ações, a empresa desenvolveu a agenda MAG 200, uma iniciativa que norteia os próximos dez anos, reunindo lideranças e especialistas em inovação para antecipar tendências de impacto no setor, refletindo no papel do corretor e definindo as melhores formas de levar proteção financeira aos brasileiros. Outras ações previstas pela empresa envolvem intensificação dos investimentos em automação e otimização de processos, integração de sistemas e modernização das plataformas de contratação e gestão de apólices, buscando reduzir prazos operacionais, aumentar eficiência administrativa e aprimorar a jornada do cliente e do corretor, além do uso estratégico de dados.

Com “O futuro é MAG”, a companhia reafirma seu compromisso com a evolução contínua e consciente, unindo tecnologia, inovação e proteção para responder aos desafios atuais e futuros do mercado.

Confira o filme da nova campanha: Link

Ficha Técnica:

Título: O FUTURO É MAG

Duração: 90 segundos | Formato: 16:9 (1920×1080)

Agência: Agência DPBR | Produtora: Retumbante

Criação: Direção de Criação: Rafael Machado e Rafael Correia / Criação: Rafael Machado

Diretor: Ivan Leal / Editor e Motion: Guto Michel / Produtora de Áudio: Studio 33

Áudio: Stereo AAC 48kHz

EUA dobram para US$ 40 bilhões garantias para navios atravessarem o Estreito de Ormuz, com novos parceiros de seguros

FONTE: Bloomberg

Os Estados Unidos estão dobrando, para US$ 40 bilhões, seu compromisso de fornecer garantias de resseguro a navios dispostos a atravessar o Estreito de Ormuz, com a inclusão de novos parceiros de seguros, incluindo AIG e Berkshire Hathaway. A medida, anunciada na sexta-feira, é o mais recente esforço dos EUA para reduzir preocupações em torno dessa via marítima vital e incentivar a retomada do tráfego, apesar de um bloqueio de fato pelo Irã e das hostilidades contínuas na guerra que já dura cinco semanas.

A Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA (DFC) havia anunciado no mês passado um programa de resseguro de US$ 20 bilhões. Na sexta-feira, a agência informou que Travelers, Liberty Mutual Insurance, Berkshire Hathaway, AIG, Starr e CNA se juntarão à seguradora americana Chubb para fornecer US$ 20 bilhões adicionais em resseguro para a estrutura marítima da agência. 

O anúncio de sexta-feira traz os primeiros detalhes significativos divulgados publicamente pela DFC sobre o programa desde sua criação, há quase um mês. O fechamento efetivo do estreito — que responde por cerca de um quinto dos fluxos globais de petróleo e gás natural liquefeito — tem abalado os mercados e desencadeado uma ampla crise energética. “Junto com a Chubb, essas seguradoras americanas de ponta trazem ampla experiência em subscrição nos segmentos marítimo e de guerra marítima, fortalecendo nossos esforços para restaurar a confiança no comércio marítimo”, afirmou o CEO da DFC, Ben Black, em comunicado. 

Donald Trump reiterou na sexta-feira sua frustração com o fechamento do estreito e com a falta de apoio de aliados para ajudar os EUA a reabrir a via marítima. 

“Com um pouco mais de tempo, podemos facilmente abrir o Estreito de Ormuz, pegar o petróleo e fazer uma fortuna”, disse Trump em uma postagem nas redes sociais. Não ficou claro quais ações o presidente estaria considerando. 

Ainda assim, empresas de transporte marítimo permanecem céticas quanto a uma retomada ampla das operações no Estreito de Ormuz, mesmo após a promessa de Trump de proteger navios e seu discurso em horário nobre na quarta-feira, no qual afirmou novamente que a guerra deve terminar em breve. A principal preocupação ao atravessar a rota marítima é o risco à vida das tripulações, já que o Irã continua a ameaçar embarcações com ataques de drones, mísseis e minas marítimas. 

A DFC também informou que a agência e os parceiros de seguros definirão quais embarcações serão elegíveis para o programa de resseguro. Para se qualificar, a DFC exige que os solicitantes forneçam, entre outros dados, o país de origem e destino da embarcação; os principais beneficiários econômicos do navio e seu domicílio; o proprietário da carga e seu domicílio; e informações sobre os financiadores das embarcações. 

Restaurar a confiança de operadores dispostos a navegar pelo Estreito de Ormuz é um dos objetivos mais urgentes dos EUA. Os preços globais de energia vêm subindo à medida que países enfrentam escassez de uma rota essencial de abastecimento de petróleo. A Índia — terceiro maior consumidor de petróleo do mundo e grande compradora de gás — foi particularmente afetada pela crise. 

Nos EUA, os preços da gasolina ultrapassaram US$ 4 por galão pela primeira vez desde 2022, aumentando ainda mais a pressão sobre consumidores já afetados pelo alto custo de vida. 

Embora a duplicação do compromisso de resseguro amplie as garantias financeiras, o programa ainda não inclui promessa de escolta naval, que teoricamente daria mais proteção às tripulações. Mesmo assim, pode não ser suficiente para convencer embarcações a retomar viagens pelo estreito. 

“As taxas de seguro cairão, e a disposição de operadores comerciais de segurar e enviar cargas pelo Estreito aumentará, apenas depois que as capacidades militares do Irã forem reduzidas”, disse Bob McNally, presidente do Rapidan Energy Group, consultoria sediada em Washington, à Bloomberg News no início da semana.