Zurich lança projeto social para formação de cuidadores de idosos em Belo Horizonte

A Zurich Seguros anunciou, nesta semana, o lançamento do Geração Cuidadora, projeto idealizado em parceria com o Sistema Divina Providência, Organização da Sociedade Civil (OSC), em Belo Horizonte, com foco na formação de pessoas em situação de vulnerabilidade para atuação no cuidado de idosos.  

A iniciativa abre inscrições para as primeiras turmas, previstas para início no final de abril, com 30 vagas disponíveis: 15 para pessoas que desejam formação profissional no cuidado ao idoso, e 15 para pessoas que desejam adquirir competências para o cuidado de familiares idosos. 

“O projeto foi desenhado de forma a atender diferentes perfis e necessidades. O curso de Cuidador de Idosos terá 160 horas de duração e foco na formação profissional, incluindo estágio supervisionado em instituições de longa permanência. Já o curso de Cuidados Familiares, com 80 horas, será voltado a pessoas que já exercem o cuidado no dia a dia, mas ainda sem formação técnica estruturada”, explica Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

O projeto prevê a formação de 120 pessoas ao longo de um ano, distribuídas em oito turmas. As capacitações combinam teoria e prática, com abordagem que integra aspectos físicos e emocionais do cuidado, preparando os participantes para atuar com responsabilidade e sensibilidade às necessidades da pessoa idosa.  

Os cursos serão gratuitos e contarão com apoio para transporte e alimentação, ampliando o acesso e contribuindo para a permanência dos alunos ao longo da formação. Além da formação, a proposta se conecta a instituições parceiras, como organizações sociais e ILPIs, fortalecendo a rede de atendimento e ampliando a qualificação de profissionais que já atuam no cuidado ao idoso.  

As inscrições para os cursos do Sistema Divina Providência podem ser feitas através do contato direto com as unidades, pelo WhatsApp: (31) 97135-8598 ou (31) 99561-5763. Para mais contatos e informações, acessar: Centros de Formação Profissional – Sistema Divina Providência. 

Formação como oportunidade e envelhecimento da população 

Nathalia Abreu explica que o projeto foi pensado em linha com os desafios impostos pelo avanço do envelhecimento da população brasileira, que já apresenta novas demandas para famílias, instituições e mercado de trabalho.  

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 37,8% dos brasileiros terão 60 anos ou mais em 2070, o que representa aproximadamente 75 milhões de pessoas.  

“Hoje, cerca de 16% da população brasileira é idosa, mas em Belo Horizonte, esse número gira em torno de 20%. Portanto, além de termos raízes históricas na cidade, escolhemos essa região para desenvolver o projeto por compreendermos que a questão tem se tornado prioritária para essa população”, detalha Abreu. 

Ao mesmo tempo, boa parte da população brasileira atual não tem condições de pagar por um cuidador – já eram mais de 5 milhões de brasileiros cuidando de idosos da própria família em 2019 (segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios -PNAD).  

Além disso, mesmo para quem pode pagar, o próprio número de profissionais qualificados é baixo – o Brasil tem hoje 840 mil cuidadores remunerados (segundo a PNAD de 2023), o que corresponde a menos de 1 cuidador a cada 25 idosos no país. Como a formação não é obrigatória para atuação, nada garante que eles estejam corretamente preparados – o que compromete também o cuidado adequado ao idoso. 

“Se nada for feito, a escalada do envelhecimento da população, sem medidas de preparação de cuidado correspondentes, pode gerar um problema social urgente”, defende Abreu. “É comum falarmos no público jovem quando pensamos nas novas gerações, mas os dados mostram que, quando pensamos no futuro, estamos falando também de um público majoritariamente idoso, que necessitará de cuidados e estruturas sociais adequadas à sua saúde e bem-estar”. 

Em linha com a agenda de empoderamento econômico que norteia toda a estratégia de Responsabilidade Social Corporativa da companhia, o projeto responde simultaneamente à crescente demanda por cuidadores qualificados e à necessidade de ampliar oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho em comunidades vulneráveis, olhando para o cuidado ao idoso como uma “profissão do futuro”. 

“A iniciativa integra formação técnica e cuidado qualificado, contribuindo para o fortalecimento das comunidades e para respostas mais eficazes aos desafios do envelhecimento no país. Dessa forma, o Geração Cuidadora mostra como é possível amplificar o impacto social concreto por meio de soluções estruturadas. Ao investir na formação de cuidadores, contribuímos para a qualidade do cuidado e para a criação de novas oportunidades de trabalho”, afirma Nathalia Abreu. 

Segundo ela, o projeto amplia seu alcance ao estruturar uma rede de cuidadores capacitados, com potencial de atuação de longo prazo nas comunidades e conexão direta com instituições que atendem a população idosa. “A expectativa é de que cerca de mil pessoas sejam indiretamente impactadas neste primeiro ano, mas o potencial de impacto positivo é muito maior, já que a proposta é contribuir para qualificar pessoas que podem cuidar de muitos idosos ao longo da vida”, defende. 

A execução do projeto ficará a cargo do Sistema Divina Providência, organização com atuação consolidada em qualificação profissional e desenvolvimento social em comunidades vulneráveis, responsável pela condução dos cursos, seleção dos participantes e articulação com o território. 

A superintendente geral do Sistema Divina Providência, Dolores Bertila, comenta sobre a iniciativa: “A parceria com a Zurich é um exemplo de como o setor privado pode gerar impacto social concreto ao investir na formação de cuidadores de idosos e em cuidados familiares. O projeto amplia oportunidades de renda, prepara a sociedade para o envelhecimento da população e promove mais dignidade no cuidado com a vida”.  

Seguro rural e crédito entram no centro da agenda do agro em seminário em Brasília

Fonte: CNseg

Em um momento de aumento dos riscos climáticos e de transformação das formas de financiamento no campo, lideranças do setor público e privado defenderam, nesta terça-feira (8), uma mudança estrutural no modelo de proteção ao agronegócio brasileiro. O debate ocorreu durante o seminário “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio – Proteção rural e novos instrumentos de financiamento”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi). 


Logo na abertura, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, deu o tom do encontro ao afirmar que o Brasil ainda trata o risco agrícola de forma equivocada, priorizando o crédito em detrimento do seguro. “O produtor perde uma safra e a solução é renegociar as dívidas”, criticou. Ele alertou que esse modelo encarece o crédito e perpetua o endividamento no campo. “No fim do dia, o produtor paga o custo do crédito, da inadimplência e o custo climático”, disse.


Dyogo também destacou o contraste entre o volume de recursos destinados ao Plano Safra e ao seguro rural. “Para economizar algumas centenas de milhões no seguro, o governo acaba gastando dezenas de bilhões em renegociações”, afirmou, classificando a lógica como uma “miopia” da política pública. Ele lembrou ainda que a área segurada no campo caiu drasticamente nos últimos anos, evidenciando a urgência de mudança.


Um agro diferente exige soluções novas


O presidente da ABAG, Ingo Plöger, chamou atenção para as especificidades do agronegócio brasileiro, que opera em uma lógica distinta das economias do hemisfério norte. “Aqui, uma safra empurra a outra. É uma dinâmica intensa, praticamente em ‘just in time’”, explicou.


Segundo ele, essa característica torna o setor mais sensível a choques logísticos e climáticos, exigindo soluções próprias. “Precisamos de legislações que atendam a essa economia tropical”, afirmou.


Já o presidente da Acrefi, Tadeu Silva, destacou a mudança no perfil do financiamento do agro. “O funding está mudando. Ganham espaço os instrumentos de mercado de capitais e operações privadas”, disse. Ele alertou, no entanto, que sem seguro adequado, o sistema financeiro permanece vulnerável. “O risco não desaparece quando o seguro recua, ele apenas se redistribui.”


Ainda na abertura institucional, o diretor administrativo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Elinton Honorato, destacou a relevância estratégica do tema para o desenvolvimento nacional. Representando o presidente da entidade, ele enfatizou a convergência entre a pauta do seminário e os interesses dos municípios brasileiros. “Os temas tratados aqui são de extrema relevância e convergem com a luta da CNM pelos municípios”, afirmou, colocando a entidade à disposição para fortalecer a agenda do setor.


Seguro como pilar estratégico

A senadora Tereza Cristina, uma das principais vozes do agronegócio no Congresso, reforçou a necessidade de colocar o seguro rural no centro da política agrícola. “O seguro é hoje o principal pilar. Se resolvermos o seguro, começamos a resolver o crédito”, afirmou.


Ela criticou a dependência anual do Plano Safra e defendeu uma reformulação mais ampla. “A agricultura brasileira não pode ficar presa a uma discussão pontual todos os anos”, disse. Para a senadora, o país precisa de um modelo mais moderno e previsível, capaz de dar segurança ao produtor diante de uma atividade “a céu aberto” e cada vez mais exposta a eventos extremos.


Tereza Cristina também defendeu a criação de mecanismos estruturais, como fundos de catástrofe e novos modelos de resseguro. “O custo do seguro rural é muito pequeno diante do benefício que traz para o país”, destacou.


Novos instrumentos e inovação

No primeiro painel, mediado por Renato Buranello, vice-presidente da ABAG, especialistas discutiram alternativas para diversificar o financiamento do setor. A executiva de relacionamento com os clientes da B3, Fabiana Perobelli, destacou a necessidade de ampliar instrumentos e reforçar a gestão de riscos. “O agro precisa de uma nova avenida de financiamento”, afirmou.


Representando o IRB Re, o diretor de Novos Negócios, João Rabelo, destacou experiências internacionais, como o modelo espanhol, em que o Estado atua como ressegurador parcial, absorvendo parte dos riscos mais severos. “Isso permite uma precificação mais equilibrada e reduz o custo para quem está na ponta”, afirmou, defendendo maior integração entre setor público e mercado para viabilizar um sistema mais robusto no país.


Para Octaciano Neto, sócio da Zera.Ag, o setor vive uma transição. “Hoje, grande parte do financiamento já vem fora do Plano Safra”, afirmou, destacando a crescente participação de investidores privados.


Agenda legislativa e desafios

Em sua participação, o deputado Pedro Lupion (Republicanos/PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, destacou a urgência de modernizar a legislação. “Precisamos de um seguro condizente com a produção brasileira”, afirmou. Segundo ele, o alto custo do crédito e a insegurança jurídica têm dificultado investimentos no campo.


O parlamentar também chamou atenção para os impactos geopolíticos e logísticos sobre o setor. “A guerra não chegou com bombas, mas afetou profundamente o custo de produção”, disse.


Destravando o seguro rural

No segundo painel, o foco foi a inovação no seguro rural. O diretor de Tecnologia da BB Seguros, Bruno Alves, destacou o uso de dados e tecnologia para melhorar a precificação e ampliar a cobertura. “Hoje conseguimos ser muito mais precisos na avaliação de risco”, disse.


O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Guilherme Campos, foi direto: “O seguro é uma questão de Estado, não de governo”. Ele defendeu mudanças estruturais e maior protagonismo público para viabilizar o sistema. “Se não houver essa mudança, continuaremos correndo atrás de renegociações todos os anos.”


Também participaram do debate João José Prieto Flávio, gerente do Sistema OCB, e o head de Pesquisa e Conhecimento da Meridiana, Fábio Guerra, que ressaltaram a necessidade de visão de longo prazo e integração entre os diversos agentes do mercado.


A mediação ficou a cargo do presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação de Seguros Gerais (FenSeg0, Gláucio Nogueira Toyama, que sintetizou o consenso do evento: “O seguro agrícola é fundamental e precisa ser tratado como parte de um ecossistema mais amplo”.


Convergência e próximos passos

Ao longo do evento, houve convergência entre representantes do governo, mercado e Congresso: o modelo atual não é mais suficiente. A combinação entre crédito, seguro e inovação aparece como caminho para garantir sustentabilidade ao agronegócio.


Mais do que um diagnóstico, o seminário evidenciou uma agenda comum: transformar o seguro rural de instrumento complementar em eixo estruturante da política agrícola brasileira.

Green Vida da Tokio Marine amplia portfólio e a premiação para os Corretores e Clientes

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A Tokio Marine Seguradora realiza, entre hoje e o dia 09 de abril, a primeira edição do Green Vida 2026, campanha que tem como objetivo incentivar a contratação do Seguro de Vida, reforçando sua importância como instrumento de proteção pessoal, financeira e familiar, além de gerar oportunidades de negócios para Corretores e Assessorias. Neste ano, a iniciativa ganha ainda mais abrangência com a inclusão do Seguro Viagem, que se soma aos produtos participantes – Vida Individual, Funeral+ e Simples VidaEmpresa – nas três edições previstas para o ano.
 

“O Green Vida Brasil é uma iniciativa já consolidada e amplamente reconhecida pelos Corretores. Um reflexo desse sucesso foi o excelente desempenho do Produto Vida Individual, que cresceu 15,8% em 2025. Para 2026, estruturamos a campanha com novas frentes de atuação, ampliando ainda mais as oportunidades de negócios e reforçando nosso posicionamento como uma Seguradora Especialista em Vida”, comenta Rosangela Spak, Superintendente Comercial Vida da Tokio Marine.
 

Entre as principais novidades deste ano está o reforço na premiação ao Corretor Destaque de cada Diretoria Regional, que passa a receber R$ 3 mil em cartão de crédito. Além disso, a campanha dobra o número de sorteios realizados pela Loteria Federal, para Clientes e Corretores que concorrerão a R$ 2 mil cada.
 

A inclusão do Seguro Viagem no portfólio da campanha é outro destaque, ampliando o leque de soluções oferecido e potencializando as vendas para clientes que estão se preparando para viajar a lazer, a trabalho ou até para acompanhar os jogos da Copa do Mundo.
 

Além disso, para potencializar o Green Vida, ocorre simultaneamente o Agenciamento Bônus, que oferece comissão extra para os produtos Vida Individual, Vida Sênior e Funeral+, desde que contratados com pagamento via cartão de crédito ou débito em conta, o que reforça os incentivos comerciais durante o período da ação.
 

Vale destacar que o Seguro de Vida da Tokio Marine oferece suporte para o dia a dia por meio de serviços como telemedicina ilimitada, assistência psicológica, programas de incentivo a hábitos saudáveis, além de diferenciais como 2ª Opinião Médica e Teste Farmacogenético.
 

Rosangela Spak destaca que a ampliação dos incentivos e a diversificação do portfólio do Green Vida refletem o compromisso da Tokio Marine em promover conscientização sobre a importância do Seguro de Vida. “Com essa iniciativa, mostramos que é possível aliar inovação, benefícios comerciais e soluções adequadas a diferentes perfis de público. Nossa expectativa é crescer acima do mercado e superar os resultados de 2025”, finaliza a executiva.

Yelum transforma retirada de veículo após processo de reparo em momento de recomeço para segurados 

A Yelum Seguros, marca do Grupo HDI, está transformando a fase final da jornada de sinistro – conjunto de etapas que se inicia após a ocorrência de um evento que causa dano ao bem segurado, como um acidente de carro –em uma experiência mais humana e acolhedora em São Paulo. Durante a retirada do veículo reparado em oficinas referenciadas, clientes da companhia estão sendo surpreendidos com a “Caixa Yelum”, um kit com itens personalizados e uma carta de acolhimento que simboliza o recomeço após um período delicado. 

A iniciativa faz parte de um projeto interno do Grupo HDI, que busca ressignificar momentos tradicionalmente operacionais do seguro por meio experiências diferenciadas para os segurados. Mais do que devolver o carro consertado, a proposta é marcar o retorno do cliente à rotina e reforçar que a seguradora esteve presente em toda a jornada, desde a abertura da ocorrência até a entrega do veículo. 

A ação também dialoga com o posicionamento da Yelum de oferecer um seguro pensado para quem quer viver com mais liberdade e tranquilidade. Ao reconhecer que a finalização do reparo representa, para muitos clientes, a retomada da mobilidade e da rotina, a companhia busca transformar esse momento em uma experiência positiva. “Nosso propósito é cuidar das pessoas quando elas mais precisam. A entrega da Caixa Yelum é uma forma simbólica, mas muito significativa, de mostrar que acompanhamos cada etapa da jornada e valorizamos a conexão emocional entre o condutor e seu carro”, afirma André Truzzi, vice-presidente de Transformação e Assistência do Grupo HDI. 

O projeto teve início neste ano e está sendo acompanhado de perto pela companhia. As primeiras entregas foram realizadas pelos próprios colaboradores das oficinas no momento da devolução do veículo reparado, o que contribui para tornar a experiência ainda mais próxima e personalizada. 

Um olhar para toda a jornada do segurado

Além da entrega dos kits, a companhia fará a captação de imagens em uma das oficinas participantes para registrar, de forma espontânea, as reações dos clientes ao receberem a surpresa. O objetivo é dar visibilidade a histórias reais e mostrar como o atendimento pode ir além do básico, valorizando inclusive momentos mais sensíveis, como o período após um incidente. 

A iniciativa também reforça a importância de olhar para toda a jornada do segurado, especialmente em situações que exigem mais atenção e empatia. Ao colocar o cliente no centro da experiência, a Yelum busca fortalecer o relacionamento e consolidar uma percepção de cuidado ao longo de todo o processo. “Nosso foco é sempre oferecer a melhor experiência para quem confia na gente. Se conseguirmos tornar esse momento mais leve e positivo, já estamos cumprindo o nosso papel”, conclui o executivo. 

Marcílio Nascimento assume como diretor de regulação prudencial e estudos econômicos na Susep


A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e possui mais de 30 anos de experiência no setor de seguros, tendo atuado como corretor habilitado e empreendedor no segmento. Foi diretor do SINCOR/PB por dois mandatos, membro suplente do IBRACOR (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) entre os anos de 2018 e 2022 e foi, também, professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

O novo diretor ficará à frente dos trabalhos da Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos (DIRPE). Até sua posse no cargo de diretor, o que ocorrerá nas próximas semanas, a diretoria segue sob o comando de Carlos Queiroz, diretor substituto, conforme Portaria Susep nº 8.469/2025.

A Casa Civil da Presidência da República também publicou hoje a Portaria nº 313/2026, referente à Diretora Jessica Anne de Almeida Bastos, a fim de proceder ajuste formal no sistema. Jessica permanece à frente da Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta – DIORE.

Azul Seguros amplia portfólio e lança seguro exclusivo para motoristas de aplicativo

 

A Azul Seguros e Itaú Seguros passam a aceitar motoristas de aplicativo em todo o Brasil, ampliando a elegibilidade desse público. O movimento acompanha o crescimento do trabalho por plataformas digitais no país. Segundo dados do IBGE, cerca de 1,7 milhão de brasileiros atuam nesse modelo.
 

A novidade contempla soluções como Azul Auto Roubo, Azul Compacto, Itaú Compacto e Itaú Assistência 24h, oferecendo alternativas que atendem às diferentes necessidades de proteção de quem utiliza o veículo como ferramenta de trabalho.
 

As soluções contam com diferentes níveis de cobertura, que vão desde proteção contra roubo e furto e assistência 24 horas até alternativas mais completas, com cobertura total. Também estão disponíveis planos com responsabilidade civil facultativa (RCF), ampliando a proteção a terceiros e oferecendo mais segurança ao motorista durante a atividade.
 

A iniciativa faz parte da estratégia de Azul Seguros e Itaú Seguros de ampliar a inclusão securitária, incorporando novos perfis de clientes e tornando os produtos mais acessíveis. Com isso, as companhias também fortalecem sua competitividade no segmento e criam novas oportunidades de negócios para os corretores. 
 

“No setor, o principal desafio na aceitação desse público está no maior nível de exposição do veículo, o que muitas vezes resulta em valores mais elevados e dificulta a contratação do seguro. Por isso, estamos trabalhando na oferta de produtos mais acessíveis, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade. Nesse processo, o corretor de seguros é fundamental, pois ele é o especialista disponível para ajudar cada cliente a encontrar a solução que melhor se adapta à sua realidade e necessidade de proteção”, afirma Jaime Soares, diretor executivo de Auto da Porto Seguro.

Galo de Ouro 2026 leva seus campeões para Austrália 

O Grupo MAG anuncia que os vencedores do Galo de Ouro 2026, principal campanha de vendas do mercado segurador brasileiro, terão a oportunidade de viver uma experiência internacional única na Austrália. Mais do que definir um destino, a companhia reafirma sua tradição de oferecer vivências exclusivas, cuidadosamente desenhadas para ampliar repertório, visão de mundo e conexão com tendências globais de inovação.

A Austrália se destaca pelo protagonismo de seu modelo econômico resiliente, aliado a investimentos consistentes em sustentabilidade, tecnologia e inovação, com políticas voltadas à transição energética, preservação ambiental e uso eficiente de recursos naturais. Esse posicionamento se soma à paisagem paradisíaca do país, marcada por praias icônicas, biodiversidade única e cenários naturais que reforçam sua conexão com o equilíbrio entre desenvolvimento e natureza.
 

“A MAG sempre entendeu que o Galo de Ouro vai além de uma premiação. Não se trata apenas de viajar, mas de proporcionar experiências que marcam, inspiram e ampliam horizontes. E quando pensamos em cada detalhe dessa jornada, existe algo que vem antes de qualquer destino: o cuidado com as pessoas. E diante do cenário internacional recente, tomamos uma decisão importante para garantir que essa experiência continue sendo recheada de vivências absolutamente exclusivas, fornecendo um convite para conhecer de perto como o futuro está sendo pensado, construído e acelerado”, afirma Helder Molina, Chairman e CEO do Grupo MAG.
 

A proposta da viagem é oferecer aos vencedores contato direto com iniciativas ligadas à transformação digital, novos ecossistemas de negócios, arquitetura futurista e projetos que unem tradição e inovação, reforçando o olhar estratégico que a MAG estimula em seus profissionais e parceiros.
 

O Galo de Ouro reconhece, anualmente, os profissionais de vendas que se destacam pelo desempenho, pelo protagonismo e pela visão inovadora. A edição de 2026 contará com 16 categorias, premiando corretores e colaboradores da companhia. Além da viagem, os vencedores serão contemplados com uma premiação em dinheiro.

Grupo HDI intensifica presença no país com encontros para corretores de seguros

Reforçando sua estratégia de expansão e proximidade com o mercado, o Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – realizou, ao longo do mês de março, uma série de encontros regionais e participou de importantes eventos do setor, consolidando sua atuação em diferentes regiões do país. A agenda teve como foco o fortalecimento do relacionamento com parceiros e de novas oportunidades de negócios.

Entre os destaques do período, uma agenda dedicada em Cuiabá, onde o vice-presidente Comercial do Grupo HDI, Marcos Machini, ampliou o diálogo com parceiros locais e reforçou a presença da companhia nessas praças estratégicas. Também foram realizados encontros regionais voltados às frentes de Sinistro e Assistência Auto em cidades como Florianópolis, Sorocaba e Maringá, além de iniciativas no segmento Rural em Goiânia e Sinop.

O calendário ainda incluiu o Congresso Minha Vida Protegida e a Convenção Alper, eventos que proporcionaram troca de experiências, atualização sobre tendências do mercado e fortalecimento do networking com profissionais do setor. A participação na Expodireto, realizada entre os dias 9 e 13 de março, em Não-Me-Toque (RS), também foi um momento relevante, com a presença das equipes da companhia. 

Encerrando o mês, o Grupo HDI esteve presente na Feira Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT), entre os dias 23 e 27 de março. Durante o evento, o diretor de Transportes e Equipamentos, Marcos Siqueira, representou a companhia em agendas com parceiros e visitas estratégicas, com foco na identificação de novas oportunidades de negócios e no fortalecimento de relacionamentos.

Essa agenda de encontros e eventos reforça o compromisso da companhia com a proximidade, geração de valor e identificação contínua de oportunidades de crescimento conjunto em diferentes regiões do país.

FenSeg coloca o seguro no centro do debate com lançamento de guia inédito

O avanço dos veículos elétricos e híbridos no Brasil deixou de ser tendência para se tornar realidade crescente nas ruas e rodovias. Mas, à medida que a frota eletrificada aumenta, também ganham relevância temas como infraestrutura de recarga, segurança em garagens e condomínios, logística de peças e capacitação técnica. É nesse contexto que a Comissão de Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lança o guia “Veículos Eletrificados: desafios e oportunidades para o seguro”, publicação que reúne dados, análises e orientações sobre os impactos dessa transformação para o mercado e para a sociedade.
 

Elaborado pelo Grupo de Trabalho de Veículos Eletrificados da Comissão de Automóvel da FenSeg, com apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o material oferece uma visão abrangente sobre o crescimento global e nacional dos eletrificados, os gargalos estruturais do país e a evolução do ambiente regulatório, além de detalhar como o seguro automóvel vem acompanhando essa nova realidade.
 

Para o mercado segurador, a mobilidade elétrica impõe novos parâmetros técnicos. Além das coberturas tradicionais — como colisão, roubo, furto e responsabilidade civil —, entram em cena proteções específicas para baterias de alta tensão, sistemas de recarga, assistência especializada e rede de oficinas habilitadas para lidar com tecnologia embarcada.
 

Segundo Marcelo Daparé, integrante do Grupo de Trabalho de Veículos Eletrificados da Comissão de Auto da FenSeg, o momento exige visão sistêmica. 
 

“O seguro está preparado para atender os veículos eletrificados, com coberturas específicas e assistência especializada. Mas o avanço desse mercado depende de um ecossistema estruturado. Infraestrutura de recarga, normas claras de segurança, logística eficiente e capacitação técnica caminham junto com a proteção securitária. Vale reforçar que o mercado segurador brasileiro não começou do zero nesse processo. Enquanto países da Europa e da Ásia aprendiam com o avanço da tecnologia, nós também vivíamos um processo de amadurecimento paralelo, que nos permitiu absorver o crescimento da frota de maneira segura e com critérios técnicos sólidos de subscrição”, afirma Daparé.
 

Infraestrutura e segurança como pilares

O guia destaca a importância da Diretriz Nacional sobre Ocupações Destinadas a Garagens e Locais com Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos (SAVE), publicada em 2025 pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares, por meio da Portaria nº 029/2025. A norma estabelece parâmetros mínimos de segurança contra incêndio e controle de riscos em estacionamentos, garagens e áreas com pontos de recarga, promovendo maior harmonização técnica em todo o país.
 

No âmbito estadual, São Paulo também avançou recentemente ao publicar legislação que disciplina a instalação de infraestrutura de recarga em condomínios residenciais, estabelecendo critérios técnicos e responsabilidades para adaptação elétrica dos edifícios. A medida reforça a necessidade de planejamento técnico e diálogo entre moradores, síndicos e especialistas — tema igualmente abordado na publicação da FenSeg.
 

Para Daparé, a consolidação de regras claras favorece todo o ecossistema. “Ambientes mais seguros reduzem riscos, aumentam a confiança do consumidor e contribuem para uma precificação mais equilibrada do seguro. A mobilidade elétrica é um caminho sem volta, mas precisa avançar de forma planejada e responsável”, afirma ele.
 

Desafios estruturais e impacto no seguro

A publicação também aponta que os principais entraves à expansão dos eletrificados no Brasil estão relacionados à infraestrutura e à logística. A concentração de eletropostos nas regiões Sul e Sudeste, os custos de importação e transporte de componentes, a menor disponibilidade de peças e a necessidade de oficinas especializadas influenciam diretamente os custos de manutenção — e, consequentemente, a precificação do seguro.
 

As seguradoras vêm adaptando produtos e critérios técnicos de análise de risco para refletir as especificidades da tecnologia, considerando fatores como maior valor de reposição, menor índice de roubo em comparação a veículos a combustão e exigência de transporte adequado em caso de pane ou sinistro.
 

Ao lançar o guia, a Comissão de Auto da FenSeg reforça o papel estratégico do seguro na transição para uma mobilidade mais sustentável — não apenas como instrumento de proteção financeira, mas como agente técnico capaz de contribuir para a organização, segurança e amadurecimento desse mercado em expansão.

Grupo MAG explora novos modelos de experiência de marca em parceria com o Le Cordon Bleu

O Grupo MAG, empresa com 191 anos de atuação ininterrupta nos segmentos de vida e previdência, recebeu a visita de André J. Cointreau, presidente e CEO do Le Cordon Bleu, ao Café MAG by Le Cordon Bleu. O encontro reforçou a importância das parcerias estratégicas na construção de novos territórios de marca e na geração de valor por meio da experiência.

A agenda contou também com a presença de Alienor Cointreau, diretora global de Marketing do Le Cordon Bleu, e de Patrick Martin, diretor executivo do Le Cordon Bleu Brasil e embaixador internacional da instituição. O encontro foi conduzido por Helder Molina, chairman e CEO do Grupo MAG, e evidenciou o alinhamento entre as lideranças globais e locais na condução de iniciativas que conectam excelência, marca e experiência.

A reunião reforça a convergência entre duas instituições centenárias que compartilham valores como tradição, longevidade e excelência, além de destacar o papel do Grupo MAG na criação de iniciativas voltadas à experiência de marca e ao fortalecimento do relacionamento com públicos estratégicos.

Implantado em 2025 na sede da companhia, em São Paulo, o Café MAG by Le Cordon Bleu incorpora ao ambiente corporativo a expertise e o savoir-faire da instituição francesa. Em seu primeiro ano de operação, o espaço recebeu mais de 7 mil visitantes, consolidando-se como uma plataforma estratégica de relacionamento, que integra hospitalidade, gastronomia, conteúdo e networking.

A iniciativa representa uma evolução na forma como a companhia se conecta com clientes, parceiros e stakeholders. Ao utilizar a hospitalidade e a gastronomia como ferramentas de relacionamento, o projeto amplia a percepção de valor da marca e cria novas oportunidades de negócios.

“Essa parceria mostra que marcas centenárias podem, e devem, se reinventar continuamente. Na MAG, acreditamos que o valor do negócio está cada vez mais na qualidade das conexões que construímos. O Café MAG by Le Cordon Bleu materializa essa visão ao transformar nossa sede em um espaço de relacionamento estratégico, onde tradição e excelência se encontram para gerar novas oportunidades”, afirma Helder Molina.

A presença de André J. Cointreau também reforçou o potencial de expansão do modelo, que passa a ser avaliado como replicável em outros mercados e contextos, ampliando o alcance da parceria entre as instituições.

Mais do que um projeto pontual, a iniciativa se consolida como uma plataforma estratégica que traduz o encontro entre duas trajetórias centenárias e aponta para novas possibilidades de atuação conjunta.