D’Or Consultoria alerta para os riscos das hepatites virais

Classificadas como doenças silenciosas, as hepatites podem trazer danos irreparáveis para o fígado e até afetar outros órgãos

Por meio do seu calendário mensal de saúde, a D’Or Consultoria chama a atenção para o Julho Amarelo, mês de combate às hepatites virais, infecções que podem ser prevenidas com vacinação – nos tipos A, B e D da doença – e condições básicas de higiene e saneamento.

As hepatites virais são infecções no fígado que, em estágios avançados, impactam gravemente o funcionamento do segundo maior órgão do corpo humano, resultando em complicações como insuficiência hepática, fibrose avançada e cirrose. Alguns desses impactos podem ser irreparáveis, levando à necessidade de transplante ou ao desenvolvimento de câncer hepático. Todos os anos, as hepatites fazem mais de 1,4 milhão de vítimas fatais no mundo, e seu caráter silencioso – em muitos casos, as pessoas passam décadas sem descobrir a infecção – pode confundir quem se atenta somente aos sintomas mais clássicos.

“No Brasil, os tipos C, B e A são, respectivamente, os mais comuns. Quase nunca apresentam sintomas e costumam ser confundidos com outras doenças. Por isso, o tema da nossa campanha é ‘Descuidar da saúde dói no fígado’, alertando sobre os riscos e as formas de prevenir essas infecções”, explica Ricardo Freiesleben, gerente de Marketing da D’Or Consultoria.

Por meio de informações confiáveis e de qualidade, as campanhas têm o objetivo de conscientizar sobre a necessidade de não descuidar da saúde e adotar hábitos saudáveis. Os materiais, 100% digitais, serão utilizados nas redes sociais e trazem conscientização sobre os danos que as hepatites causam à saúde. 

Tipos de hepatite

• A hepatite C tem como sintomas cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômito, dor abdominal, constipação, pele e olhos amarelados, dores musculares, urina escura e diarreia. Provocada pelo vírus HCV, a campeã de casos no Brasil  é considerada uma epidemia global, com taxa de mortalidade comparada às do HIV e da tuberculose. A maior parte dos infectados desconhece seu diagnóstico: em 2016, estimava-se que cerca de 657 mil pessoas possuíam a doença no Brasil. 

• Causada pelo vírus HBV, a hepatite B é o segundo tipo mais comum da doença no Brasil. Classificada como uma infecção sexualmente transmissível, normalmente, se resolve espontaneamente em até seis meses. Mas atenção, assim como a hepatite C, pode se manifestar de forma crônica.

• O vírus HAV é o responsável pela hepatite tipo A, também conhecida como hepatite infecciosa. Terceiro tipo mais comum no país, essa hepatite evolui, habitualmente, como uma doença de caráter benigno. 

• As hepatites D (ou Delta) e E apresentam recorrência mais discreta. Suas formas de transmissão são idênticas às da hepatite B, assim como a prevenção – a vacina do tipo B imuniza também contra o tipo D. Existe ainda o tipo E, encontrado com maior facilidade na África e na Ásia. Com formas transmissão muito semelhantes às do vírus A, o E é mais comumente transmitido pela via fecal-oral e pelo consumo de água contaminada.

SulAmérica define modelo de trabalho híbrido para o pós-pandemia

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica está redefinindo seu modelo de trabalho a partir das experiências com expedientes remotos decorrentes da pandemia de Covid-19. Para maximizar a produtividade e melhorar a proposta de valor para colaboradores, a companhia procurou entender o nível adequado de virtualização, analisou arquétipos para os principais processos e construiu métricas que permitissem acompanhamento da produtividade e do engajamento do time com a migração do modelo. Para isso, será preciso definir, e garantir ao funcionário, as ferramentas e infraestrutura mais adequadas e desenhar um layout novo de escritório que estimulará a criatividade e colaboração. Chamado de Modelo de Trabalho Futuro, o projeto, realizado em parceria com uma consultoria, resultará em uma média de 60% a 70% de remotização no pós-pandemia. Trata-se também de mais uma iniciativa para reforçar internamente o conceito de Saúde Integral da SulAmérica, no qual as saúdes física, emocional e financeira devem estar em equilíbrio para viver melhor.

Nesse modelo, 30% dos mais de 4 mil funcionários trabalham com 90% a 100% de virtualização; 40% com maior dedicação ao trabalho remoto com meio período a 2 dias por semana de trabalho presencial; 27% com maior dedicação ao trabalho presencial de 3 a 4 dias por semana; e 3% com modelo presencial predominantemente. Esse trabalho partiu de uma análise interna da companhia, com uma escuta ativa dos seus colaboradores, por meio de pesquisas, entrevistas individuais e grupos focais. A partir dessa análise, a SulAmérica descobriu que 99% dos seus funcionários preferem um modelo híbrido de trabalho, pois acreditam que esse formato oferece melhor qualidade de vida. No entanto, o trabalho remoto também recebeu críticas, como sobrecarga de trabalho, dificuldade de desconectar e ampliação da jornada diária – pontos que estão sendo endereçados pela companhia.

Para a implementação, a SulAmérica está mudando as suas normas internas tanto para os modelos de trabalho no escritório quanto para o remoto. A proposta desse sistema híbrido é que cada atividade seja realizada no formato mais adequado para o sucesso dela – para isso, algumas interações precisarão ser presenciais, enquanto outras poderão ser mais bem executadas no formato remoto.

Estão dedicadas à execução do projeto sete frentes de trabalho coordenadas por um comitê, com indicadores de resultado para cada etapa. “A partir de um mapa de atividades, vamos implementar cada etapa por ondas, com ciclos que duram 3 meses, testes e ajustes com base nos aprendizados de cada fase”, explica Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica.

A companhia está funcionando hoje num modelo de trabalho remoto desde o dia 16 de março de 2020. Deslocamentos nacionais e internacionais foram cancelados, o horário de trabalho passou a ser mais flexível e todas as reuniões são realizadas por videoconferência. Eventos, treinamentos e seminários foram também transferidos para um modelo virtual. “Conseguimos nos adaptar rapidamente ao novo modelo de trabalho remoto pois já tínhamos uma cultura organizacional que oferecia a opção de home office ou home working desde 2014”, explica Patrícia. Dos pouco mais de 4 mil funcionários da SulAmérica, 40% já trabalhavam de casa antes da pandemia. A seguradora tem em seus quadros, também, mais de 200 operadores de call center em regime de home working.

Icatu amplia limite de proteção para R$ 10 milhões para seguro de vida com prêmio nivelado e formação de reserva

icatu seguros

Fonte: Icatu Seguros

A partir desta quinta-feira, 1º de julho, a Icatu passa a contemplar a possibilidade de pagamento anual na comercialização do Horizonte, seguro de Vida Individual da companhia. Com a nova condição, os clientes poderão obter descontos em torno de 4% na apólice, conquistando melhor custo x benefício na aquisição do produto. Lançado em 2019, o Horizonte é um dos mais flexíveis do mercado de Vida Individual e alia proteção e planejamento financeiro aos mais diversos perfis e realidades. Além da nova forma de pagamento, o produto ampliou para até R$10 milhões o valor máximo de indenização. 

“O Horizonte é um produto flexível e, desde o seu lançamento, estamos aprimorando as condições de acordo com os feedbacks dos corretores, buscando opções cada vez mais alinhadas com o que os nossos clientes precisam”, afirma Gustavo Arruda, gerente de Produtos de Vida da Icatu. 

Além das coberturas tradicionais do seguro de vida, o Horizonte se destaca por ser um produto de prêmio nivelado com formação de reserva que oferece possibilidade de resgate. A contratação é totalmente online, com assinatura eletrônica e análise inteligente da proposta, além de contar com cobrança online e imediata, possibilitando que o corretor receba a comissão mais rapidamente. O cliente também pode optar pela vigência vitalícia ou temporária.  

Entre as coberturas adicionais, o Horizonte oferece Invalidez por Acidente, Doenças Graves, Diária por Incapacidade Temporária, Morte por Acidente, Invalidez por Doença e Assistência Funeral. “Possibilitamos um seguro personalizado em todo o processo de contratação e manutenção do contrato, com opção de vigência vitalícia ou temporário, além das condições variadas de pagamento”, explica Gustavo Arruda. “O nosso seguro se adequa ao perfil e necessidades do segurado”, conclui. 

Fórum reúne notáveis para pensar o fomento do mercado de seguros

Fonte: MAG Seguros

Um fórum totalmente independente, que reúne profissionais e executivos de diferentes segmentos do mercado, foi criado por seis lideranças do setor para pensar os rumos que devem ser seguidos para que se alcance um desenvolvimento sustentado e de longo prazo da atividade de seguros no Brasil. Três meses após sua instalação formal, o Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros Privados, já conta com 19 membros e deve a chegar a 30, limite imposto pela ata de criação.

“Formamos um grupo eclético, cada um cooperando em mais de uma área específica, seja na distribuição, inovação, resseguro, comunicação. Não há o objetivo de substituir ou confrontar qualquer entidade ou órgão que já exista, mas complementar esse trabalho e discutir o fomento e como podemos desenvolver e fazer o mercado evoluir”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, um dos criadores do Fórum, ao lado dos presidentes da Fenacor, Armando Vergilio; do Sincor-SP, Alexandre Camilo; do Conselho Administrativo e do CEO da MAG Seguros, Nilton Molina e Helder Molina; e do vice-presidente da Fenacor, Robert Bittar. 

Ele revelou que a ideia do fórum surgiu em setembro de 2020, em uma conversa entre os fundadores sobre os possíveis efeitos da pandemia no mercado e outras questões relevantes, como a Resolução 382. “Chegamos à conclusão de que era preciso aproveitar este momento para discutir o papel importante do mercado de seguros, o fomento e o desenvolvimento do setor de forma diferente do que as entidades já fazem”, acrescentou. 

Gonçalves destacou a importância de o fórum ser integrado por profissionais de diferentes áreas, todos com profundo conhecimento do mercado e que podem colaborar para o debate e a formulação de propostas. 

Outro ponto importante enfatizado por ele é que não há, no fórum, o propósito de protagonizar ações junto aos órgãos reguladores. A ideia é “criar propostas para abrir caminhos. “Podemos desenvolver uma proposta e apresentar tanto para a CNseg ou a Fenacor ou direto para a Susep”, acentuou. 

Já os critérios para a seleção de participantes são simples. Os convidados sempre serão pessoas físicas, não importando se representam uma empresa ou entidade, que tenham o mesmo propósito e conhecimento para ajudar no debate das questões mais relevantes para o setor em debate no fórum. 

Esses nomes deverão ser recomendados por, pelo menos, três membros já inscritos e aprovados pelo Comitê Executivo – temporariamente formado pelos seis membro fundadores – e pela maioria simples dos membros efetivos que compõem o Fórum. 

Marco Antônio Gonçalves permanecerá como coordenador desse Comitê, até que seja eleito o colegiado definitivo. 

Vejam quem são os 19 membros do Fórum (por ordem alfabética) 

1. Alexandre Milanese Camilo 

2. Antonio Penteado Mendonça 

3. Ariel Couto 

4. Armando Vergílio dos Santos Junior 

5. Boris Ber 

6. Gustavo Roberto Vieira Doria Filho 

7. Helder Molina 

8. João Elísio Ferraz de Campos 

9. Joaquim Mendanha de Ataídes 

10. Jose Adalberto Ferrara 

11. Lucas de Castro Santos 

12. Luciano Snel Correa 

13. Marcelo Blay 

14. Marco Antônio Messere Gonçalves 

15. Nilton Molina 

16. Paulo Eduardo Botti 

17. Pedro Pereira de Freitas 

18. Ricardo Iglesias Teixeira 

19. Robert Bittar 

Presidente da CNseg aborda e debate o desempenho recente e as perspectivas para o setor em webinar do SindSeg MG/GO/MT/DF

Fonte: CNseg

Os desafios e perspectivas para o setor sob a ótica da CNseg foram abordados pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, em webinar realizado em 29 de julho pelo Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (SindSeg MG/GO/MT/DF). 

Com a condução do Presidente do SindSeg organizador, Marco Neves, e participação do corretor e Presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial de Minas Gerais, Sérgio Frade, o evento teve início com Coriolano explicando que a CNseg é uma entidade associativa, que representa o setor junto aos seus públicos de interesse. 

Desempenho do mercado de seguros em números 

O ano de 2019, informou o Presidente da CNseg, foi “esplendoroso” pra o setor, com a arrecadação alcançando a cifra de R$ $270,2 bilhões e crescendo nominalmente 12,4% em relação ao ano anterior. Em 2020, com a pandemia, o crescimento nominal foi de apenas de 1,3%, “mas, à medida em que fomos saindo do momento mais crítico da crise”, afirmou, o mercado voltou a crescer e agora, em 2021, até abril, registrou uma variação nominal positiva de 15,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. 

O Presidente da CNseg também explicou que o setor segurador acompanha os ciclos econômicos e, assim, quando produção, emprego e renda crescem, o setor também cresce, como pode ser constatado no gráfico abaixo, comparando-o com o PIB.

Concluindo a parte da apresentação referente aos números de desempenho, Coriolano comentou que “se há um setor econômico resistente a crises e particularmente resistente a esta crise epidemiológica, que tornou-se uma crise de mobilidade, que tornou-se uma crise econômica, este é o setor segurador”.  

Movimento regulatório recente 

Além dos desafios financeiros enfrentados pelo setor em 2020, afirmou o Presidente da CNseg, a nova diretoria da Susep, que assumiu no início de 2019 com a proposição de modernizar o mercado, implementou várias mudanças regulatórias, que também representam desafios para o setor. 

Entre os movimentos regulatórios que mais tem “povoado as nossas preocupações” está “o regime para abrir informações do mercado”, denominado de Open Insurance. Segundo ele, “é o principal projeto regulatório que vai trazer um impacto extraordinário para o nosso mercado de seguros. Não existe e acho que nunca existiu outra medida que tenha mobilizado tanta informação, gere tantas dúvidas e incertezas e necessite de tanto investimento”, afirmou.

Perspectivas. O que se pode esperar? 

Sobre o mercado, a expectativa da CNseg, informou Coriolano, é que ele sofra uma grande expansão, com o consumidor cada vez mais no centro do negócio, inclusive, devido à “eclosão formidável dos meios remotos alavancados pela pandemia”, fornecendo as ferramentas necessárias para que os consumidores aprendam a fazer as melhores escolhas em termos de proteção securitária. 

Abordando o ambiente competitivo, ele afirmou que vivemos uma “revolução silenciosa”, com o surgimento de novos players nacionais e estrangeiros, com o aumento das fusões e incorporações, a revisão dos modelos de negócio por parte de muitas seguradoras e devido ao modelo regulatório de proporcionalidade. 

Em relação ao ambiente econômico, que é desafiador para a manutenção dos mesmos níveis de rentabilidade, devido às baixas taxas de juros, ele disse que, nessas circunstâncias, a governança e a gestão de risco tornam-se ainda mais importantes. 

A respeito do ambiente da demanda, que está exigindo uma maior segmentação, Coriolano prevê o surgimento de novos produtos e o crescimento da importância dos seguros inclusivos para a população com menor poder aquisitivo. 

Por conta da consolidação tecnológica, do maior acesso à informação e às instituições de proteção dos consumidores, das mudanças regulatória e do surgimento das insurtechs, disse Coriolano, a experiência do cliente vai ser “mandatória”. 

E, por fim, abordando a questão da comunicação com a sociedade, disse que é preciso que o setor divulgue a todo o tempo os fundamentos do seguro e de seus produtos, para que os consumidores possam fazer as melhores escolhas. O Presidente da CNseg também afirmou, porém, que a comunicação com a sociedade não deve se limitar aos consumidores, mas também aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. 

A importância dos corretores 

Indagado pelo Presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial de Minas Gerais sobre a intermediação no negócio, Coriolano disse acreditar que os corretores continuarão a existir devido à importância e complexidade do produto chamado seguro e da complexidade do processo de avaliação das necessidades de proteção de cada indivíduo.  

O problema das associações de proteção veicular 

Sobre o problema das associações que comercializam a chamada proteção veicular, levantado pelo Presidente do SindSeg, o Presidente da CNseg afirmou que não há nenhum impedimento legal para que essas associações ofereçam proteção para risco, mas, de acordo com as normas legais, elas só podem oferecer essa proteção aos seus associados, “que devem ser um conjunto muito bem definido de pessoas”, afirmou. “O que elas não podem fazer é oferecer a proteção indistintamente a qualquer um”, concluiu. 

Para Coriolano, os maiores problemas dessas associações são a falta de necessidade de prestação de contas aos órgãos de defesa do consumidor e de constituição de reservas financeiras para honrar seus compromissos, sendo, na sua visão, a fiscalização, o melhor remédio. 

Já ao fim do webinar, o Presidente da CNseg destacou a importância de eventos como este para a reflexão sobre as realizações e desafios que se colocam em um mercado tão grande e complexo como o segurador.  

Assista aqui ao webinar na íntegra

Zurich substitui o “segurês” por linguagem acessível nos manuais de assistência 24 horas

Rafael Ramalho Zurich

Fonte: Zurich

Sinistro, prêmio, bônus, emolumentos. Se você também tem dúvida do que esses termos podem significar, você não está sozinho. Esses e muitos outros termos fazem parte de um “idioma” peculiar, o “segurês”, que é próprio do universo dos seguros e, muitas vezes, dificulta a capacidade de compreensão dos clientes quanto ao que consta em suas apólices (os contratos com o detalhamento dos serviços que serão oferecidos pela seguradora).

Mas, se depender da Zurich, essa situação deve mudar muito em breve. A seguradora acaba de iniciar a reformulação da linguagem de uma série de serviços da companhia, com o objetivo de construir uma comunicação mais simples, efetiva e acessível ao cliente. Os primeiros documentos a passar por essa transformação foram os manuais de assistência 24 horas do seguro auto, que é um dos mais populares do mercado.

“Começamos pelos manuais porque a assistência é o serviço mais utilizado pelos clientes e é o canal em que eles mais se relacionam com a Zurich”, explica o Diretor Executivo de Personal Lines da Zurich no Brasil, Rafael Ramalho. “Substituímos os termos técnicos por expressões de fácil entendimento, que fazem parte do dia a dia dos consumidores. O intuito é que eles possam compreender plenamente o que está e o que não está coberto pelo contrato, deixando o descritivo de cada serviço ainda mais claro”, complementa. 

Além dos manuais, até o início do próximo ano a Zurich tem a expectativa de reformular a linguagem das condições gerais, do kit de boas-vindas, do cartão do seguro e demais canais de contato com o cliente. Além disso, a Central de Assistência 24 horas da seguradora já está capacitada para utilizar a nova linguagem simplificada na abordagem com os clientes durante o atendimento. A Zurich é a primeira empresa do mercado segurador brasileiro a iniciar esse movimento de simplificação de linguagem, que está relacionado à sua promessa de colocar as necessidades do cliente no centro de tudo o que faz.

Para Rafael, o setor tem o desafio de simplificar a forma como se relaciona com os seus clientes e isso inclui a linguagem utilizada durante esse processo. “A mudança que estamos promovendo é um diferencial de mercado, um avanço que ainda não foi feito pelo setor. A reformulação torna a comunicação ainda mais transparente, diminuindo dúvidas sobre a cobertura dos produtos. Nosso objetivo foi, e sempre é, priorizar os clientes com foco na melhora de sua jornada”, finaliza o executivo.

Liberty Seguros lança campanha com Didi Wagner e Igor Rickli para Meu Momento de Vida

campanha liberty seguros

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros acaba de lançar uma campanha com o objetivo de ressaltar a facilidade e agilidade de utilizar o digital para a contratação de seguros de vida. Nesta ação, a apresentadora Didi Wagner, e o cantor, produtor e empresário Igor Rickli mostrarão a importância de ter um seguro de vida.

As comunicações destacam o Meu Momento de Vida, uma plataforma 100% online desenvolvida em parceria com o Solaria Labs, laboratório de inovação da Liberty Mutual, responsável pelos maiores projetos de disrupção da companhia no mundo. Com uma abordagem consultiva, o cliente tem maior facilidade para entender o que realmente precisam em um seguro de vida. Para indicar o capital necessário, por exemplo, a plataforma possui uma ferramenta de recomendação, baseada em três variáveis: educação dos filhos, reposição de renda e patrimônio atual. Também traz textos explicativos sobre cada cobertura para que o cliente saiba exatamente o que está contratando.

“Temos observado um aumento da preferência do consumidor por opções digitais que descomplicam a rotina diária e agilizam a contratação do seguro de vida. Além disso, percebemos uma penetração cada vez maior em públicos mais jovens do que o comum para este tipo de seguro.  De abril de 2020 até o momento, houve um crescimento de mais de 60% nas contratações por pessoas com idade até 39 anos. Por isso, apostamos no Meu Momento de Vida como uma excelente opção para esse perfil de cliente”, comenta Alexandre Vicente da Silva, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

A ferramenta também é uma aliada dos corretores, ampliando ainda mais as oportunidades de vendas em um mercado que se encontra em ascensão. O Meu Momento de Vida permite que os corretores criem seu link personalizado para enviar a sua base de clientes e agora com a nova campanha, os parceiros terão a possibilidade de personalizarem um vídeo exclusivo com a Didi Wagner. 

“O número de corretores que passaram a utilizar a plataforma em suas vendas segue crescendo a cada dia, o que nos deixa confiantes para continuar investindo neste tipo de solução digital que facilita não só a vida do cliente, mas também ajuda o corretor a vender mais”, acrescenta o executivo.

A campanha que começa hoje conta com plano de comunicação envolvendo anúncios em plataformas digitais como o YouTube, Instagram, Facebook e Google.

João Alceu Amoroso Lima assume vice-presidência de ASG no grupo NotreDame Intermédica

A partir de 31 de julho de 2021, João Alceu Amoroso Lima assume como Vice-Presidente Ambiental, Social e Governança (ASG) do Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), substituindo Anderlei Gerhardt Buzelli. João Alceu Amoroso Lima ocupava, desde 2014, a posição de Vice-Presidente do segmento odontológico (Interodonto) e vem exercendo um papel importante na gestão do GNDI há 7 anos. Sob a sua gestão, o número de beneficiários do segmento odontológico mais que dobrou, alcançando 2,7 milhões de beneficiários em junho/21. 

Graduado em Economia pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, João Alceu é membro do Chartered Insurance Institute da Inglaterra e Presidente da FenaSaúde, além de possuir uma vasta experiencia na liderança do segmento de planos de saúde e odontológicos. A escolha de João Alceu para esta posição deve-se à importância que o grupo vem dedicando ao ASG, em especial em função das aquisições estratégicas realizadas nos últimos anos e que tem aumentado as responsabilidades em relação à proteção ao meio ambiente. 

“Assumir essa vice-presidência é estimulante e desafiador, vis a vis a importância e prioridade estratégica que a agenda ASG tem no Grupo NotreDame Intermédica. Como parte desta estratégia, o GNDI dará continuidade a este ciclo de transformação com ambição de construir um ecossistema sustentável de saúde, em linha com as melhores práticas globais de ASG. Vamos fortalecer ainda mais o nosso posicionamento como uma das instituições de saúde mais respeitadas no País”, comenta João Alceu Amoroso Lima, em nota divulgada à imprensa.

João Alceu assume o posto deixado por Anderlei Gerhardt Buzelli, que estava à frente da área desde sua criação em outubro de 2020. O executivo atuou em posições estratégicas nos 8 anos que ficou na Companhia, colaborando para o crescimento do GNDI nas suas funções anteriores de CFO e Vice-Presidente de Integrações, além de diretor estatutário. 

IRB convoca assembleia para eleger dois novos conselheiros

IRB Brasil re

Fonte: Valor Econômico

O IRB convocou assembleia geral extraordinária (AGE) para 28 de julho, para eleição dos membros do seu conselho de administração, para um mandato unificado de dois anos. Entre os dez integrantes, dois são novos: André Marcelo da Silva Prado e Antonio Francisco de Lima Neto. Eles entram nos lugares de Marcos Bastos Rocha e Roberto Dagnoni.

Prado é formado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC e especializações na Manchester Business School, University of Pennsylvania e Insead. Tem passagens por Citibank, Lloyds e Bradesco. Também foi membro do conselho de administração da Fleury.

Lima Neto é bacharel em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco e mestre em Economia pela FGV. Tem pós-graduçãoa em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e MBA em Formação para Executivos pela Fundação Dom Cabral. Foi presidente do Banco Fibra e tem passagens por Banco do Brasil e Itaú. Atuou como membro do conselho de administração da Brasilprev.

BrasilPrev contrata resseguro da Swiss Re para lançar produto que reúne previdência privada e seguro de vida

Brasilprev, empresa de previdencia privada aberta do Banco do Brasil e a americana Principal, contratou soluções de resseguros da Swiss Re para lançar, a partir de julho, o Brasilprev Flex, que combina em apenas um produto as características de previdência privada e seguro de vida.

“Este é um novo segmento para a Brasilprev, uma nova demanda que vamos atender”, comentou o gerente de Produtos da Brasilprev, Renato Padredi, em comunicado. “O Brasilprev Flex começou a ser desenhado há pouco mais de 1 ano e meio, e nasce justamente em um momento em que as pessoas buscam por produtos de previdência privada sejam eles para garantir um complemento de renda ou uma segurança financeira no futuro, aliando coberturas que protejam a ele e seus beneficiários”.

O produto conta com características de longo prazo, permitindo que o cliente pague o mesmo valor do início ao final da cobertura. O Brasilprev Flex parte de um plano de previdência no formato VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), mais indicado para clientes que entregam a declaração Simplificada do Imposto de Renda e/ou não contribuem para a previdência pública, além da cobertura em caso de morte do cliente. Dependendo do momento de vida e necessidades, ele também pode contratar coberturas como: doenças graves, invalidez total ou permanente por acidente, diária por incapacidade temporária e assistência funeral.

“No Brasilprev Flex o segurado tem ao todo 14 fundos para escolher, com diferentes perfis de investimento, incluindo as estratégias no conceito ́Carteira de Previdência ́. Atende desde o perfil de investidor mais moderado, até aquele com mais aptidão ao risco”, comentou Padredi, que ainda revelou o motivo do nome Flex. “Vem justamente desta flexibilidade de adaptar o produto ao seu perfil e momento de vida, possibilitando a escolha do perfil do fundo, a possibilidade de mudar ao longo do tempo, fazer resgates, portabilidade, aporte, transferência entre os fundos. Tem ainda a escolha dos valores e das coberturas de risco que melhor atendam suas necessidades e de sua família. Toda esta flexibilidade dentro de um mesmo produto”.

“Vemos uma importante oportunidade de trazer soluções de resseguros que podem ajudar a fechar a lacuna de proteção de mortalidade no Brasil. Isso significa que o país possui proteção de seguro de vida disponível e não utilizada: apenas 53% do risco de morte é coberto pelo mercado de seguros, como informado em relatório do Swiss Re Institute. A previdência privada e seguro de vida são duas soluções importantes para aliviar esse risco e estamos satisfeitos de ter trabalhado em colaboração com a Brasilprev, a fim de reduzir os efeitos de tal risco”, comenta Frederico Knapp (foto), Head Reinsurance Brazil & South Cone, Swiss Re, na nota enviada aos jornalistas.

Com a capacidade de resseguros oferecida pela Swiss Re, será possível apoiar a venda de seguros de vida pelo Brasilprev de forma mais ágil e personalizada. Com o intuito de oferecer uma jornada simplificada ao consumidor final, o Brasilprev Flex contará com Magnum Go, ferramenta automatizada da Swiss Re.

Desenvolvida por subscritores, para subscritores, Magnum oferece um serviço de automação completo apoiada pelo Life Guide, um guia de subscrição, e o recurso de referência para as últimas pesquisas e compreensão sobre o risco biomédico. A plataforma de subscrição vem em linha com estudo divulgado nesta semana pela Swiss Re.

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Segundo a empresa, esta solução funciona de forma orientada ao cliente, para que os interessados possam receber o resultado da análise para obtenção do seguro de vida em poucos segundos, a qualquer momento, em qualquer lugar. Além de reduzir a burocracia no processo de contratação, garante carência zero para as coberturas de morte adicionadas ao plano.

“Enquanto parte do mercado ainda utiliza questionários manuais, trabalhamos em parceria com a Swiss Re para melhor entender o comportamento geral dos consumidores. A partir das respostas iniciais, o programa consegue explorar mais as condições individuais, elaborando propostas mais ajustadas ao perfil de cada cliente, num processo ágil e transparente”, afirmou Padredi.