SulAmérica lança fundo temático de saúde e biotecnologia

sulamerica

Fonte: SulAmérica

Os clientes da SulAmérica Investimentos têm agora uma nova opção para diversificação de suas aplicações: o SulAmérica Saúde e Biotecnologia FIA. Sob a liderança do experiente time de gestão de renda variável da gestora, o fundo vai aplicar em empresas dos setores de saúde, hospitais, farmacêuticas, diagnósticos e pesquisas, além de biotecnologia, e tem como objetivo superar a rentabilidade do Ibovespa no longo prazo. 

Em linha com o compromisso de investimento responsável da SulAmérica, o produto conta uma avaliação constante dos ativos no que diz respeito às questões ESG (ambientais, sociais e de governança, em tradução livre) das empresas investidas. Além disso, o fundo conta com um conselho consultivo especializado, formado por lideranças de referência no setor da saúde, como Denise Soares, presidente do Hospital Beneficência Portuguesa, Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Ricardo Bottas, presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, membro do Conselho de Administração da SulAmérica, e Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica. 

A busca por saúde e cuidado é crescente no Brasil. As empresas do setor têm investido cada vez mais em expansão e tecnologia de ponta, com o objetivo de alcançar melhores resultados e maior abrangência, prestando atendimentos à distância, monitorando a saúde de seus clientes e avançando em diagnósticos. Com a pandemia da COVID-19, esses investimentos foram ainda mais alavancados. 

“Atualmente, temos 18 empresas do setor de saúde listadas na Bolsa, o que representa R﹩ 425 bilhões. É um grande mercado, com um interessante potencial de expansão”, analisa Marcelo Mello, vice-presidente da SulAmérica. “Com objetivo de retorno de longo prazo, o SulAmérica Saúde e Biotecnologia FIA tem portfólio composto por aproximadamente 15 empresas de diversos setores da saúde e até 20% da carteira tem exposição internacional em empresas de biotecnologia.” 

O fundo, classificado como “ações setoriais” na Anbima, possui taxa de administração de 2% e 20% de performance sobre o que exceder o Ibovespa. A aplicação mínima é de R﹩ 1 mil. 

Artigo: Inovação no mercado de seguros: o que há e o que se pode esperar?

marcio Coriolano 10

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e Presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

O mercado de seguros precisará de alguma evidência robusta sobre o impacto de medidas inovadoras – próprias ou advindas da atual regulamentação modernizadora – sobre o crescimento e desenvolvimento dos negócios.

Decorridos dois anos das medidas em curso pela Susep, as evidências são muito difíceis de serem estimadas, até porque esse período ainda é curto. A maturação do processo de inovações é longa e depende de muitas variáveis que vão além de iniciativas das empresas e de sua resposta a estímulos regulatórios.

Com o intuito muito simplificado de formar uma base “popular” para o acompanhamento do processo e ciclos de inovações, apresento uma tabulação básica com o desempenho dos grandes segmentos de seguros e seus ramos.

Pode-se supor e estimar que o curso do processo de inovação deva trazer

  • novos patamares de crescimento dos ramos de seguros pela sua maior sensibilidade a vendas diretas por meios remotos;
  • maior penetração pela redução de custos de processos e de transações;
  • introdução de novos produtos ou “combos” em ramos existentes;
  • emergência de ramos que até então deixavam de ter protagonismo em vista de uma regulamentação restritiva ou de falta de estímulos à modernização e competitividade, entre outros atributos.

A tabela simples, então, está estruturada por segmentos e ramos com a contribuição em pontos percentuais de cada um no crescimento ocorrido entre os 12 meses terminados em abril de 2019 (início da regulamentação modernizadora da Susep) e em abril de 2021. A tabela também contempla a participação de cada linha de negócios no total da arrecadação nos dois pontos da série.

Deixamos de incluir os produtos previdenciários de acumulação e os títulos de capitalização, ambos fortemente influenciados pela volatilidade típica do mercado financeiro nesses mesmos dois anos. Da mesma forma, excluímos a saúde suplementar (porque regulada por outro órgão governamental) e o DPVAT, este com tarifa atualmente controlada.

Sinteticamente, os resultados mostram – e não poderia ser de outra maneira – que o padrão de evolução do mercado de seguros ainda não sofreu transformação significativa que possa ser atribuída a estímulos regulatórios. A expansão do mercado segue o mesmo padrão dos últimos anos, que parece ser devido à grande capacidade transformadora das próprias empresas de seguros de danos e responsabilidades e de vida – mormente investimentos em tecnologia, processos e gestão – em resposta à recente sustentação da demanda da população mesmo em tempos de pandemia (e até a propósito dela), agora então mais dirigida aos ramos “pró-pandêmicos”, como os seguros de vida risco e patrimoniais massificados que cuidam de residências e estabelecimentos comerciais e de serviços.

Além desses ramos, sujeitos a cada vez maior concorrência no mercado, os ramos mais dinâmicos continuam sendo aqueles que já vinham respondendo positivamente ao ciclo econômico. São o seguro rural, o seguro de crédito e garantias, os seguros de transportes e os seguros de responsabilidade civil. Também beneficiados pelo ciclo pandêmico.

Apenas para facilitar a leitura dos números, colhemos da tabela as seguintes inferências:

  • crescimento global em dois anos de 13,7%, ou média geométrica anual de 6,6%, consistente com comportamentos observados na última década;
  • apenas cinco ramos contribuem com 12 pontos percentuais do crescimento global de 13,7%. São eles: vida risco (morte, acidentes, invalidez, doenças), prestamista (idem morte, acidentes, invalidez), patrimonial massificados (residencial e estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços), rural e responsabilidade civil. Quando somados mais dois ramos – habitacional e crédito e garantias, chega-se a 13,4 pontos percentuais dos 13,7%.
  • Os ramos que avançaram são claramente pró-cíclicos, o que explica a preferência que tiveram das demandas sociais, portanto com influência secundária do estágio de inovação setorial.

É claro que as estimativas de impacto regulatório do processo de inovação precisarão de igual “tabulação” da dispersão dos negócios entre as empresas incumbentes (espaço competitivo dos que já estão no mercado) e entre essas e as “newcomers” (insurtechs e outras), sejam elas novas companhias, sejam as que surgirem do funil das “sandbox”.

Enfim, o processo inovador mal começou. No futuro ainda teremos o open insurance. É por isso tudo que o mercado de seguros precisará de mensurações de impacto e de criação de valor agregado mais assertivas que possam ir além da vontade dos reformadores, dos aportes de capital de investidores e do marketing que sempre povoa as mídias.

Tenho certeza de que os profissionais de seguros especialistas em inteligência de dados aportarão muito mais parâmetros e variáveis para um futuro acompanhamento de impacto. É preciso começar já. Até para possibilitar a correção de rumos.

A importância do seguro de vida para as empresas e seus colaboradores

No episódio #12 do podcast Sonho Seguro News – A importância do seguro de vida para as empresas e seus colaboradores – recebo Carlos Gondim, diretor de Vida e Previdência da Porto Seguro. Ela fala sobre seguro de vida empresarial, uma ferramenta super importante não só para as companhias, mas também para os colaboradores que fazem parte dela.

Segundo Gondim, o pacote de benefícios é um item muito visado pelos profissionais que participam de um processo seletivo, até porque muitas vezes esse pacote é bem robusto e oferece seguro saúde, seguro odontológico, seguro de vida, auxílio-creche para os pais que têm filhos pequenos, descontos em cursos, entre outros itens. “Dentro desse pacote também está o seguro de vida empresarial, considerado um dos mais importantes benefícios oferecidos pela área de Recursos Humanos.”

Uma pesquisa feita pela empresa de consultoria em benefícios ProPay com mais de 600 companhias nacionais e multinacionais revelou que 81% das empresas já oferecem esse item aos funcionários e que 4% das companhias pretendem implantá-lo nos próximos anos. O mesmo levantamento mostrou que três em cada 10 profissionais de RH acreditam que o seguro de vida é um benefício que auxilia na retenção e na atração de talentos. Esses dados deixam claro que temos um grande potencial, pois as pessoas valorizam o seguro de vida e as empresas realmente estão dispostas a ofertá-lo aos seus funcionários.

Ouça o podcast com as valiosas dicas de Carlos Gondim disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

“Vamos usar o seguro e fazer isso funcionar”, diz ministro da infraestrutra em evento da ENS

ENS evento infraestrutura

“Vamos usar o seguro e fazer isso funcionar. Fazer o administrador gostar dessa ferramenta e exigi-la cada vez mais”. Na avaliação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a exigência do Seguro Garantia para obras de grande porte no Brasil pode ser um instrumento legal que potencializará o sucesso dos projetos da pasta e a redução das estatísticas negativas.

De forma remota, o ministro participou do evento “A Infraestrutura e o Seguro no Brasil”, o primeiro da série “Grandes Eventos: Ponto de Vista”, criada pela ENS em comemoração ao aniversário de 50 anos da Instituição. “No ano do seu cinquentenário, a Escola, em parceria com a ANSP, traz essa série de encontros, que convidará importantes agentes do nosso mercado, como ministros, acadêmicos, empresários, investidores, seguradores e corretores para debater os temas mais relevantes do setor”, explicou o diretor geral da instituição, Tarcisio Godoy, na abertura do encontro, realizado na última quinta-feira, 1º de julho, na Sala do Futuro da ENS, em São Paulo (SP).

O presidente da Escola, Lucas Vergilio, destacou que o ministro, mais do que ninguém, está apto a avaliar a importância de uma formação acadêmica de excelência. “Sabemos que há muito a se fazer na área de infraestrutura no Brasil e esse seminário busca discutir os avanços nos aspectos regulatórios, de estruturação de projetos e da indispensável segurança jurídica para a viabilização dos mesmos”.

Sancionada em abril deste ano, a Nova Lei de Licitações (Lei 14.133), mencionada pelo ministro, é considerada um novo marco legal de licitações e contratos administrativos no País. “Temos uma baixíssima utilização de seguros no Brasil, mas a Lei 14.133 dá uma nova margem ao seguro, traz avanços interessantes e concorre ao fiel cumprimento das obrigações firmadas nos contratos de obras públicas”, avaliou Freitas.

Para o ministro, há margem para um grande crescimento do mercado de seguros no setor de infraestrutura nacional e os resultados serão positivos para o Poder Público. “Se queremos combater o fracasso em várias obras, um dos caminhos é exigir o seguro garantia nas obras emblemáticas. É um dos passos mais importantes para o sucesso do empreendimento, para termos sua conclusão e a redução do percentual de obras paradas, que não dão retorno à sociedade”, destacou.

Outro participante do evento, o deputado federal Augusto Coutinho Melo, autor da Nova Lei de Licitações, ressaltou que a norma agasalha alguns mecanismos e dá uma segurança que irá facilitar esse ambiente. “É exatamente o ambiente seguro que é fundamental para que as coisas aconteçam com celeridade, responsabilidade e confiança. A falta do ambiente seguro cria muitos problemas”.

Lei amplia oportunidades

De acordo com o deputado, um dos grandes problemas que temos hoje são custos públicos investidos em obras que foram paralisadas, o que faz com que os recursos acabem se deteriorando. “Nem sempre isso é culpa das empresas, mas muitas vezes também é culpa do Setor Público que não faz com que as coisas aconteçam, como as licenças”.

“Foi um grande ganho que tivemos. Para contratações acima de R$ 200 milhões, a administração pode exigir uma garantia do percentual de 30% do valor contratado”, frisou o deputado. Dessa forma, se a obra for paralisada por razão da empresa, isso será detectado inicialmente, na quebra do cronograma físico e financeiro da obra.

“Quando esse seguro começar a acontecer, dará uma garantia enorme para o Poder Público e abrirá um grande mercado para o setor de seguros. Ainda não temos essa cultura e a nova lei vai abrir um grande espaço”, explicou o deputado.

Ainda segundo Freitas, a reeducação acerca da importância do seguro virá com resultados positivos. “Temos que exercitar, fazer e mostrar que dá certo. Temos que capacitar e usar as ferramentas disponíveis. E isso irá trazer a reeducação que tanto queremos e os resultados que tanto precisamos”, concluiu o ministro.

Na opinião do presidente-executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), Venilton Tadini, esse tipo de mudança dá muito mais segurança institucional e jurídica. “Nós temos efetivamente feito um grande trabalho em relação à estruturação de projetos. Melhoramos muito nossa capacidade de organização nos projetos de infraestrutura, dando muito mais racionalidade, com regras definidas e apelos importantes. Isso tem sido comprovado no sucesso que temos visto nos últimos leilões”.

O presidente da ANSP e mediador do evento, João Marcelo dos Santos, também ressaltou os aspectos positivos da lei. “Às vezes, o que saber o que precisa ser feito é fácil, o difícil é saber como. E a nova lei é um excelente começo. Ela estabelece padrões entre os novos e torna o seguro um instrumento muito mais efetivo, no sentido de viabilizar que as contrações cheguem ao resultado. E a própria lei é muito mais focada no resultado, ela tem instrumentos, saídas e soluções alternativas”.

Desafios para o setor

Conduzindo o debate e ampliando as discussões entre os demais participantes do evento, o executivo da ANSP questionou quais serão os principais desafios para o mercado de seguros diante da nova legislação.

Para o vice-presidente da Junto Seguros, Roque de Holanda Melo, a lei traz uma série de inovações e impõe uma mudança no modo de operação para todos os players que atuam no mercado de contratações públicas. “O primeiro desafio para o mercado segurador será construir uma apólice que evidencie de forma muito transparente e objetiva quais são os direitos e obrigações das partes envolvidas. E do mesmo modo, delimite os riscos que efetivamente estarão cobertos nessa apólice”.

Ainda segundo o executivo da Junto Seguros, a legislação vai impor uma verdadeira reestruturação do mercado, a começar pela análise de risco, que precisará de uma mudança substancial e a necessidade de um corpo de engenharia efetivo, capaz de acompanhar essas obras do início ao fim. “Também será crucial que haja diálogo entre as partes envolvidas, mercado segurador, ressegurador, os tomadores e os segurados, que no caso é o Poder Público. É importante que haja diálogo para que o seguro garantia preserve os direitos do Estado e possa garantir, inclusive, uma função que é social”.

Para o corretor de seguros da GIBS Corretora, Luís Barretto, o grande benefício que a nova lei traz para o mercado é colocar o seguro garantia como protagonista no segmento de infraestrutura. “O grande desafio é como trazer o dinheiro privado para financiar estes projetos. Sem dúvida, esse momento é propício para expandir a discussão e ver como o mercado de seguros pode mitigar riscos para o investidor privado, para que ele possa efetivamente investir em infraestrutura”, finalizou.

A nova lei movimentará o mercado de seguros e a ENS, por sua vez, segue atenta às demandas por qualificação e preparada para prover os treinamentos efetivos para a capacitação dos profissionais que atuarão nessa frente. “Lançaremos em breve um programa de certificação para o Seguro Garantia, que deverá cobrir as necessidades de formação e atualização dos profissionais envolvidos com estes produtos”, acrescentou Vergilio.

Projeção para PIB melhora e de inflação piora neste ano, como esperado, mas em 2022, foco das expectativas, situação se inverte

pedro simoes, CNSEG

Mais uma vez os economistas do mercado financeiro elevaram suas expectativas de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB), com avanço de 5,05% para 5,18% para 2021, segundo o Relatório Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira (5). “Este movimento confirma algumas percepções que vimos manifestando neste espaço, como a continuidade do aumento das projeções de crescimento do PIB este ano, com redução da projeção para o ano que vem – resultado do carregamento estatístico de 4,9% garantido pelo crescimento do primeiro trimestre – e o aumento da projeção para a inflação este ano, que também ocorre de maneira simultânea com redução da projeção para o ano que vem”, comenta o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seg uradoras. 

No caso do PIB, esses movimentos consolidam a percepção de uma atividade mais aquecida do que o esperado no começo do ano. O economista acrescenta que as expectativas muitas vezes têm ajustes lentos. “Os dados correntes têm apresentado sinais mistos, daí a permanência da incerteza quanto à extensão do atual quadro de recuperação e a consequente queda – ainda que marginal – da projeção para o crescimento no ano que vem, de 2,11% para 2,10%”, ressalta. 

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as projeções aumentaram de 5,97% para 6,07% em 2021 e oscilaram negativamente, de 3,78% para 3,77% para 2022. “No caso da inflação, os movimentos das expectativas podem ter uma interpretação mais positiva, fruto da credibilidade do mercado na ação do Banco Central. Apesar do aumento das expectativas para o IPCA este ano – que ultrapassaram a barreira dos 6%, chegando a 6,07% – a projeção mais relevante é para 2022”, acredita.

O economista também destaca duas divulgações do IBGE feitas na semana passada ilustram o ponto: enquanto a produção industrial medida na PIM-PF/IBGE subiu 1,4% em maio ante abril, (24,0% em relação a maio de 2020, fruto da base deprimida pelos primeiros meses da pandemia), a PNAD Contínua do trimestre móvel encerrado em abril mostra um quadro ainda frágil para o mercado de trabalho reforçando o quadro para o qual já temos chamado atenção desde a divulgação do PIB do primeiro trimestre, de que vivemos uma jobless recovery (recuperação sem emprego), que pode afetar de maneira bastante distinta diferentes setores da economia, incluindo aí as atividades do setor segurador. 

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg.

Clientes de Automóvel e Residência da Allianz podem avaliar seguradora em tempo real

Desde a última semana, os segurados de Residência podem avaliar a satisfação do processo de sinistro da Allianz Seguros. Com isso, os clientes que tiverem um sinistro residencial receberão duas pesquisas, uma na etapa de comunicação e outra após o pagamento da indenização.

E ainda em julho, os clientes passarão a classificar o atendimento da seguradora logo após a compra do seguro de Residência e também de Automóvel. As implementações fazem parte do Voice of Customer (VoC), plataforma digital, sistêmica e global do Grupo Allianz para coletar feedbacks dos consumidores imediatamente às suas jornadas com a marca.

“Escutar os nossos clientes, canal de vendas e parceiros é a nossa prioridade e o VoC é uma das principais ferramentas para promover essa aproximação com os consumidores. Por meio de notas, que vão de uma a cinco estrelas, comentários e conversas com segurados, conseguimos analisar e otimizar continuamente os processos internos da empresa”, afirma Luiz Cartolano, diretor executivo de Marketing e Transformação da Allianz Seguros.  

A implementação do VoC no Brasil começou em setembro de 2020 para o produto Automóvel, com a Liquidação de sinistro – após pagamento da indenização ou retirada do veículo da oficina. E, em março deste ano, avançou para a Notificação de sinistro. As notas e os comentários da etapa de Liquidação são publicadas no site da Allianz, com acesso a qualquer internauta. Atualmente, a área de Sinistros da companhia têm classificação geral de 4,4 estrelas, com 86% das opiniões positivas.  

Como funciona o Voice of the Customer (VoC)

O objetivo do Voice of the Customer é avaliar a experiência dos consumidores durante a sua jornada com a Allianz em uma escala de cinco estrelas – em caso de avaliações com três estrelas ou menos, a empresa tem como processo entrar em contato com o respondente em até 24h e encerrar o caso no prazo de 48h.

“Os resultados colhidos neste programa nos permitem colocar, de fato, o cliente no centro de todas as nossas iniciativas e decisões, além de nos possibilitar a responder de forma específica e imediata às suas solicitações e preocupações”, confirma Cartolano.

A nota e os comentários são obtidos a cada interação. A Allianz envia, por e-mail uma pesquisa questionando a satisfação do cliente em relação aos serviços prestados. O VoC considera cinco pontos de contato: Venda e Emissão; Renovação e Cancelamento; Sinistro; Resolução de Problemas e Comunicação. Para cada um deles há um processo específico de avaliação, que será implementado gradualmente nos produtos de Automóvel, Residência, Vida e Saúde ao longo de 2021.

ANS: números de maio reafirmam crescimento no setor

Fonte: ANS

Nesta segunda-feira (05/07), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou os números completos de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de maio. As informações estão disponíveis na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS. Nesse período, o setor se manteve em curva de crescimento e totalizou 48.137.767 usuários em planos de assistência médica e 27.681.068 em planos exclusivamente odontológicos.

No caso dos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 1.334.781 beneficiários – o equivalente a 2,77% de aumento em relação a maio de 2020. No comparativo de maio com abril, o crescimento foi de 154.1 mil usuários. O total de beneficiários é o maior número registrado desde julho de 2016. Antes disso, só foi superado em junho daquele ano, quando o setor atingiu 48.266.704 beneficiários nessa segmentação.Já nos planos exclusivamente odontológicos, foi registrado aumento de 2.285.227 beneficiários em um ano – o que representa 8,26% de crescimento no período – e de 133.422 em um mês (comparativo com abril).

Entre os estados, no comparativo com abril de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 23 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, 27 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná também, os estados com maior crescimento em números absolutos.A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras. 

Seguro de vida com cobertura temporária ou vitalícia? Saiba como escolher!

Data: 10.02.2020 Local: Alphaville, SP Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência. Foto: Bitenka

Em tempos de incerteza, os impactos ocasionados pela pandemia tornaram ainda mais importante a revisão do planejamento financeiro individual e familiar, incluindo a escolha de um seguro de vida adequado ao momento de cada pessoa. Uma parcela crescente da sociedade vem demonstrando interesse por essa proteção, mas muitos ainda esbarram em uma infinidade de dúvidas e, sem uma perspectiva clara dos seus objetivos, acabam adiando a contratação do seguro.

Para Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, a pandemia mostrou a necessidade de todos reavaliarem permanentemente o nível de proteção e segurança de que dispõem, adequando-o aos diferentes momentos de vida. O especialista explica como avaliar a cobertura, o valor e o que pode influenciar na decisão do segurado na hora de contratar um Seguro de Vida vitalício ou temporário, uma vez que as modalidades apresentam caraterísticas particulares.

Quando adquirir um Seguro de Vida Temporário?

O Seguro de Vida temporário é indicado para quem busca coberturas para necessidades momentâneas. Por exemplo, jovens que ainda não acumularam patrimônio, financiamento de um imóvel ou pais que desejam garantir boas condições de educação para os filhos até que eles alcancem a maioridade. Dessa forma, é uma proteção pensada para assegurar a manutenção da renda, caso aconteça alguma eventualidade que resulte na ausência do provedor principal.

Vale ressaltar que, pelo fato de o plano ser temporário e não resgatável, o segurado deve ficar atento ao período e à revisão da cobertura, para que ele esteja sempre adequado às suas reais necessidades. “O plano temporário normalmente tende a apresentar um valor mais atraente do que o seguro de vida vitalício. Contudo, a comparação não deve ser focada na diferença de preço, e sim no objetivo desejado e nos benefícios a serem proporcionados pelo plano no prazo estabelecido”, aconselha Bernardo.

Quando contratar um Seguro de Vida Vitalício?

O Seguro de Vida vitalício é uma opção indicada para cobertura de morte natural ou acidental. A proteção é válida por toda a vida do segurado, atuando como uma forma de proteção financeira familiar. “Em caso de invalidez, o beneficiário fica dispensado do pagamento das mensalidades, mas a cobertura contratada é mantida na íntegra. Na situação de uma doença terminal, ainda é possível antecipar parte do benefício contratado em vida”, detalha o diretor da Bradesco Vida e Previdência.

A proteção vitalícia também oferece a vantagem de não sofrer a incidência do Imposto de Renda. Além disso, diferentemente de outras modalidades de planejamento sucessório, por não ser considerada uma representação de herança, é isenta do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o que garante o recebimento do valor completo da indenização.

Como escolher entre uma cobertura vitalícia ou temporária?

“Como mostram as características de cada produto, o importante é analisar a natureza das situações que possam desequilibrar seu orçamento. No caso de um imprevisto capaz de impactar grande parte da família, como a perda de seu provedor, por exemplo, a cobertura vitalícia seria a mais indicada”, observa Bernardo Castello.

“Mas imagine que você enfrente um imprevisto menos impactante, porém mais imediato, que demande a mobilização de uma reserva financeira que não esteja disponível. Nesse momento, o seguro de vida temporário entra como uma proteção para ser usada em vida, suprindo as necessidades decorrentes dessa eventual instabilidade financeira. Independentemente da modalidade, o seguro de pessoas deve ser sempre lembrado como uma forma de garantir qualidade de vida e bem-estar, pensando na sua proteção pessoal e na daqueles a quem você ama”, conclui o diretor da Bradesco Vida e Previdência.

NEWE Seguros lança duas proteções em uma apólice para conquistar PMEs e startups

Carlos Caputo Newe Seguros

A NEWE Seguros lança o seguro “Smart Protection”, com duas proteções em uma única apólice: Riscos Cibernéticos + Erros e Omissões. A apólice protege pequenas e médias empresas e startups de tecnologia de ataques de hackers, já considerando as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como por perdas com processos judiciais movidos por terceiros. “Estamos orgulhosos de sermos pioneiros no lançamento deste produto já dentro das novas determinações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que visa trazer produtos inovadores, simples, transparentes e acessíveis com o objetivo de impulsionar o crescimento do mercado segurador”, comemora Carlos Caputo, CEO da NEWE.

As seguradoras concentram sua criatividade em ofertar seguro numa estratégia ganha-ganha. Identificam situações de risco que demandam proteção, desde que eles possam ser mitigados e controlados, para garantir o lucro ao acionista, e que atendam às expectativas dos consumidores e, consequentemente, o faturamento. Com esta estratégia, os especialistas da NEWE foram a campo detectar as dores dos clientes. 

A pesquisa também revelou que muitos empreendedores desconhecem as consequências de um hacker sequestrar os dados armazenados e os vazar na web, violando a privacidade de seus clientes. Além da empresa, ou profissional autônomo, como médicos, dentistas, contadores, entre outros, poderem ser acionados por terceiros, pelos danos causados com a exposição da privacidade, ainda há o risco de multas e sanções pela nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “Cabe aqui também uma campanha de conscientização dos riscos emergentes”, avalia Carlos Mavca, head comercial de liabilities.”

Frederico: “Optamos por atender clientes excluídos e criamos um produto que certamente será relevante para o segmento de pequenas e médias empresas, que movem a economia do país”

A equipe de especialistas entrevistou empreendedores que tentaram comprar o seguro tradicional ofertado no mercado e desistiram diante da dificuldade de entendimento claro das cláusulas do contrato, do preço fora do orçamento financeiro ou por restrições de coberturas. “Cientes das dores levantadas, optamos por atender clientes excluídos e criamos um produto que certamente será relevante para o segmento de pequenas e médias empresas, que movem a economia do país”, enfatizou Caputo.

O produto da NEWE cobre perdas de receita com um ataque cibernético ou uma acusação de terceiros por perdas e danos. “Diferente de lucro cessante, o nosso produto tem como cálculo para indenização os dias em que o profissional ficou sem trabalhar”, explica Frederico Geraldo, head operacional de liabilities.

Apesar de terem adotado servidores em nuvem e outras soluções durante as restrições de circulação impostas pela pandemia, muitas das PMEs ainda não possuem estratégias de segurança. Uma grande empresa já considera os protocolos de segurança no orçamento. Mas para muitas PMEs, o custo chega a ser inviável neste momento. A NEWE, então, resolveu incluir no pacote um protocolo de procedimento preventivo. É oferecida de forma gratuita ao cliente uma ferramenta inovadora que monitora incessantemente o sistema em busca de falhas e atua proativamente contra ameaças de ataques cibernéticos:  “O cliente nos concede o acesso à máquina e fazemos a instalação dos diversos programas.  E, se mesmo assim o ataque for bem sucedido, a equipe da seguradora intervém para o restabelecimento do sistema”, explicam.

Mavca: vamos ofertar um produto que vai encantar o cliente ao garantir a continuidade do negócio mesmo com imprevistos

A pesquisa também revelou que muitos empreendedores desconhecem as consequências de um hacker sequestrar os dados armazenados e os vazar na web, violando a privacidade de seus clientes, que pela nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) podem processar a empresa ou profissional autônomo, como médicos, dentistas, advogados entre outros pelos danos causados com a exposição da privacidade. “Cabe aqui também uma campanha de conscientização dos riscos emergentes”, avalia Carlos Mavca, head comercial de liabilities.

A LGPD também fez surgir outro nicho de negócio neste segmento: as startups de tecnologia. As novatas muitas vezes não têm como provar que vão estar vivas nos próximos anos, o que faz com que possíveis clientes e parceiros exijam garantias de que não serão responsabilizados pelo não cumprimento da LGPD. “A saída para este embate tem sido a exigência de um seguro cibernético”, informa Caputo. 

Mavca abre um sorriso largo ao falar do produto. “O nosso combo não é um seguro só para indenizar um cliente. Ele tem uma jornada criada para proteger o empreendedor, seja dos riscos emergentes trazidos pela pandemia e das novas regulamentações, como a LGPD, dos ataques cibernéticos e dos atendimentos virtuais, com margem maior de erros do que uma consulta presencial, por exemplo. Realmente é uma solução, não apenas um seguro”, aposta ele, certo de que tem em mãos um produto que vai encantar o cliente ao garantir a continuidade do negócio mesmo com imprevistos. 

ESSOR realiza webinar para divulgar seguro de construções e reformas com retomada do setor

ESSOR Seguros

“O mercado de construções e reformas está passando por uma retomada, em um ritmo acelerado de crescimento. Um seguimento promissor de negócios. Uma oportunidade única para alavancar as vendas e incrementar a carteira. Nossa solução digital permite ao corretor máxima eficiência para viabilizar os negócios, desde a cotação até entrega da apólice. Tudo online, feito de forma rápida e ágil”, disse Roberto Uhl, Head das Linhas Digitais e Massificados da ESSOR no webinar “Seguro para Construções e Roformas”, realizado na semana passada, para detalhar o pacote completo de coberturas digital para o segmento de construções e reformas de pequeno e médio portes.

Ana Luiza Medori, gestora do Departamento de Construção Civil, explicou como funciona o produto na plataforma, seu objetivo e facilidades até mesmo para o corretor que não tem conhecimento sobre o setor. Segundo ela, a contratação é fácil e sem burocracia e com valor acessível. “A nossa responsabilidade começa quando a construtora vai fazer a descarga de todo o material da obra até o imóvel entrar em operação. Destinado ao construtor ou dono da obra, de pessoas físicas e jurídicas, no valor de risco de até R$ 2 milhões. O nosso diferencial é que o corretor não precisa ter experiência com o risco de engenharia porque o nosso produto já traz um pacote completo com todas as coberturas necessárias”, comentou Ana Luiza.