Susep homologa CRDC para o registro de operações do mercado de seguros

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Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) homologou o sistema da registradora CRDC para as operações do Sistema de Registro de Operações (SRO) do mercado de seguros. Junto com a CERC, a CSD e a B3, já são quatro registradoras plenamente qualificadas para operar. 

O SRO tem como objetivo aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações. A expectativa da Susep é de que as seguradoras e a população se beneficiem das sinergias que ocorrerão com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos a partir da implementação do Sistema. 

Para operar o SRO, as registradoras devem seguir rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), como determinam as regras aprovadas pela Susep no ano passado. Entre os critérios está a exigência de patrimônio mínimo de R$ 15 milhões e capacidade técnico-administrativa. 

Atualmente, já estão sendo registradas no SRO as operações de seguro garantia e, de forma facultativa, outras operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples. 

Lockton registra alta incidência de Covid-19 nos sinistros de vida da corretora

Fonte: Lockton

Levantamento da corretora norte-americana Lockton, que gerencia programas de seguros para grandes empresas, mostra que dos 468 casos de sinistros de seguro de vida registrados pela companhia, entre o início da pandemia e maio deste ano, 115 foram em decorrência de Covid-19. O número corresponde a 25% das ocorrências no período analisado. O volume de indenizações para as famílias de vítimas da doença somou R$ 11 milhões.  

Em apenas 4 meses,  entre fevereiro e maio deste ano, em decorrência da segunda onda, 48% dos sinistros de seguro de vida apresentados pelos clientes da Lockton foram relativos às vítimas de Covid-19. Diante da elevação da sinistralidade causada pela Covid-19, visualizamos que o mercado tenderá a rever suas precificações e condições.  

Segundo Ricardo Sant’Ana, diretor de benefícios da corretora, o impacto das precificações deverá afetar tanto as renovações das apólices que tiveram a performance de sinistralidade afetada pela Covid, como também para novos negócios. As seguradoras deverão reavaliar internamente os setores mais expostos. “As taxas de seguro de vida deverão subir”, avalia o executivo.  

Segundo Sant’Ana, a Lockton identificou que algumas seguradoras poderão rever suas condições técnicas e até considerar “carências” para eventos de covid-19 para novos contratos. A recomendação da Lockton é ficar bastante atento aos processos de mudança de seguradora para garantir que não haja impactos. “As seguradoras poderão ser menos flexíveis nas renovações e em alguns casos sinalizar contratos com prazos mais dilatados para diluir o risco”, avalia o especialista.   

Fintech Target se une a seguradoras e lança carteira de seguros para caminhoneiros

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A Target Meio de Pagamentos, fintech voltada para o mercado logístico, fez parceria com seguradoras e anuncia o lançamento de uma carteira de seguros pensados exclusivamente para caminhoneiros e seus familiares. Homologada pela ANTT para realização de pagamentos de frete e Vale Pedágio Obrigatório, a empresa já oferece uma Conta Digital formatada especialmente para a categoria, com soluções financeiras como pagamentos de contas, cartões pré-pagos, empréstimos pessoais para autônomos, antecipação de recebíveis, além de previdência privada e outros investimentos.

Segundo nota divulgada, o objetivo da fintech, que já conta com mais de 50 mil caminhoneiros, empresas de frete e postos de combustível em sua rede de negócios, é se consolidar como o mais completo marketplace do setor – que hoje tem mais de 1 milhão de clientes em potencial.

A nova linha de produtos, disponível a partir da Target Conta Digital, contará com seguro de vida, seguro contra roubo e furto de caminhão, assistência em saúde, plano odontológico, dentre outros. O projeto é resultado de uma parceria com a Pan Corretora de Seguros, que fez parceria com as seguradoras Suhai (Auto), Too/Mapfre (Vida), Metlife (Odonto) e a empresa de assistência Avus (Saúde). “Os produtos foram pensados nas necessidades específicas do caminhoneiro, levando em conta que ele não tem renda fixa, está sempre em deslocamento, nas estradas, longe da família, se arriscando para levar o sustento para casa”, explica William Rego, CEO da TARGET.

A solução foi pensada para tentar aliviar um problema da classe. De acordo com a última pesquisa de perfil dos caminhoneiros realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT-2019), a idade média dos veículos de autônomos passa de 18 anos, o que dificulta a contratação de seguros ou os torna extremamente caros. O produto lançado pela Target, em parceria com a Suhai, aceita veículos de qualquer idade, marca e modelo, com pagamento de indenizações de até R$ 190 mil em caso de roubo ou furto do veículo.

Já o seguro de vida, inclui indenização por morte natural ou acidental, invalidez e assistência funeral, além de oferecer descontos em consultas médicas pelo programa Cuidando de Você. Poderá, ainda, ajudar e cobrir outros tipos de gastos como financiamentos de imóveis e outros bens, alimentação, custos com educação dos filhos, dependendo do plano contratado. “Uma das grandes preocupações do caminhoneiro autônomo é por algum motivo ficar impossibilitado de levar o sustento para a sua família. E um seguro de vida com planos a partir de R$ 130 podem garantir a tranquilidade que esse profissional precisa para trabalhar e cuidar da sua família”, ressalta Kenji Sabanai, superintendente de crédito e responsável pelo marketplace, acrescentando que o seguro de vida também dá a possibilidade de o caminhoneiro ser premiado em sorteios mensais – como num título de capitalização – com valores entre R$ 4 mil e R$ 13 mil, aproximadamente.

Os valores do serviço de assistência de saúde e odontológica também são um grande diferencial. São quatro modalidades que variam entre R$ 19,90 e R$ 49,90 e incluem serviços como atendimento imediato via telemedicina, descontos em medicamentos, exames e consultas presenciais, além de uma rede com mais de 24 mil médicos espalhados por todo o país. “De acordo com dados da CNT, mais de 85% dos caminhoneiros não têm plano de saúde, e a maioria não faz exames de check up periodicamente (58%), não só por não poder pagar por consultas e exames caros, mas também por falta de tempo”, destaca Kenji.

Os planos são extensivos a familiares e dependentes, e todos os serviços contarão com um consultor para tirar dúvidas e orientar quanto à melhor opção de contrato. A fintech seguirá aumentando a carteira de seguros ao longo de todo o ano de 2021. Dentre os próximos lançamentos já programados, a empresa destaca seguro para colisão, assistência psicológica, seguro residencial com assistência para pequenos reparos, seguro de renda, planos para pagamento de consertos e manutenção preventiva nos caminhões, programas educacionais (cursos profissionalizantes).

“Estamos sempre atentos às necessidades da categoria, sempre buscando soluções para as dores tanto dos caminhoneiros quanto das empresas. O objetivo é reunir na plataforma Target, tudo o que os personagens da cadeia logística precisam para crescer e prosperar com qual idade e segurança em suas operações”, completa o CEO da empresa, William Rego.

Open Banking e Open Insurance são temas do Café com seguro da ANSP

ANSP open insurance

Fonte: ANSP

Na última quarta-feira (29) a Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP realizou o evento “Open Banking e Open Insurance – A visão integrada do Banco Central e Susep”. O webinar foi apresentado pelo presidente da Academia, João Marcelo dos Santos, e teve as participações do Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil, Otávio Damaso, e do Diretor e do Chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Ccomunicação da SUSEP, Eduardo Fraga e Leonardo Brasil.

Open Finance

Na abertura, João Marcelo explicou que a compreensão da essência do Open Insurance passa necessariamente pela compreensão do Open Banking. Por sua vez, a compreensão da extensão do Open Banking no Brasil somente se revela plenamente a partir da compreensão do Open Insurance. Por isso a relevância de uma visão integrada do que deve ser tratado em conjunto como Open Finance. João Marcelo disse anda que, no Brasil, provavelmente teremos um Open Finance cuja amplitude e eficiência serão destaque no mundo.

Open Banking

Na visão de Damaso, o Open Banking é um assunto extremamente importante para o desenvolvimento dos mercados financeiro e bancário nos próximos anos, e junto com o Pix, é um dos principais itens da agenda de inovação do Banco Central. Também chamado de Open Finance, ele antevê, nos próximos 10 anos, uma mudança paradigmática no relacionamento do cliente com o mercado financeiro.

Seus dois principais pilares são: reconhecer que o cliente tem a disponibilidade e o controle dos seus dados e a padronização do processo de compartilhamento de dados e dos serviços financeiros. “Além de serem padronizadas, no Open Banking as informações serão transmitidas de forma eletrônica e rápida. Isso nos possibilita entregar serviços cada vez melhores, customizados para diferentes perfis de clientes, os principais beneficiados com essa transformação”, afirmou.

Segundo o Diretor, o Open Banking é um movimento global e tem sido adotado por várias jurisdições. O Reino Unido tem sido um dos principais benchmarks para a sua implementação no Brasil. “Temos um intercâmbio muito grande com os reguladores financeiros e de competição da Inglaterra. Muitas das coisas que estão sendo implementadas aqui no país são um aperfeiçoamento do modelo deles”, revelou.

Cada player, cada jurisdição tem um objetivo distinto. Alguns olham o enfoque de competição, outros de mais eficiência, outros de inclusão financeira e outros ainda como um processo natural de inovação. Entre as lições aprendidas com outros países e incorporadas ao sistema brasileiro, Damaso destaca o padrão único, definido por autoridade de governança central (Reino Unido), reciprocidade no compartilhamento (Austrália e Índia), padronização de cláusulas contratuais de parcerias comerciais (Cingapura e Hong Kong) e padrões técnicos definidos em ato normativo (México). 

O Brasil incorporou inovações técnicas, tendo em vista o nosso ecossistema bancário, como por exemplo: informações sobre operações de crédito, serviço de encaminhamento de proposta de operação de crédito, escopo de dados mais amplo em fases posteriores (Open Finance) e a participação de todas as instituições, de forma mais ampla.

No Brasil, o Open Banking está sendo implementado de forma gradual em quatro fases. Sua evolução será constante com o desenvolvimento do próprio marcado. “Eu considero que a fase 1 do Open Banking tem sido um verdadeiro sucesso. E ela é a base para tudo o que vai ser oferecido nas demais fases. Como na fase 4 entra o seguro, o investimento e previdência complementar, teremos o que denominamos Open Finance. E essa é uma característica central do arcabouço geral que estamos implementando”, destacou.

Open Insurance

Na opinião de Eduardo Fraga, o fato de a Susep ter uma equipe dedicada ao tema do Open Finance e manter uma agenda de reuniões com o Banco Central demonstra que o conceito foi internalizado. “É um ambiente colaborativo e as fronteiras que no passado delimitavam até onde vai uma indústria e onde começa a outra foram estreitadas, principalmente da perspectiva do cliente”, disse.

Durante sua palestra, o Diretor reforçou algumas características do sistema, como a questão da segurança, o compartilhamento dos dados, o respeito à privacidade dos dados dos clientes, agilidade e a conveniência que essas ferramentas vão promover. Destacou, ainda, o binômio inovação e concorrência, que geram um verdadeiro círculo virtuoso.

“Um ponto que eu gostaria de reforçar é o da inclusão financeira. O acesso que essa ferramenta pode dar às pessoas sub ou desbancarizadas, além das que não são seguradas. Também gostaria de olhar por outro prisma a questão da inclusão financeira e da cidadania financeira”, indicou.

Outro ponto ressaltado por Eduardo foi que todos os compartilhamentos de dados seguem padrões de segurança muito fortes e só ocorrem com consentimento expresso e inequívoco do cliente. Segundo o executivo, o Open Finance não é uma iniciativa isolada na agenda do Banco Central nem da Susep. Ele impede que haja assimetrias no mercado de seguros e beneficia tanto os clientes (empresas e consumidores) que têm acesso a esse canal como também aqueles que não o utilizam.

Segundo Leonardo Brasil, a Susep comunica-se constantemente com os representantes do Banco Central sobre as lições aprendidas com a instituição durante o projeto. “Todas as vezes que temos reuniões com a equipe de tecnologia do Banco Central eu vejo como Brasil aprimorou o conceito do Open Banking em comparação com outros países”, afirmou.

De acordo com Leonardo, a SUSEP juntou-se ao Banco Central e está reutilizando toda a estrutura e o caminho percorrido por ele no projeto do Open Banking para desenvolver o Open Insurance. Assim, é premissa do Open Insurance interoperar com o Banco Central. “Os dois sistemas precisam conversar, até mesmo para encorajar o engajamento dos usuários. Essa conexão facilitará a criação do sistema de Open Finance, ambiente no qual as informações financeiras vão ser compartilhadas dentro de um ecossistema seguro, robusto e moderno”.

Adaptado à nossa realidade, o Open Finance vem com um arcabouço muito robusto e extremamente seguro, que possibilita o compartilhamento de dados bancários e de seguros entre seus participantes. “As características fundamentais do nosso projeto são começar simples, pensar simples e ser um ambiente seguro e padronizado”, concluiu.

Porto Seguro lança seguro de vida com coberturas personalizáveis

Fonte: Porto Seguro

O interesse crescente pelo seguro de vida mostra que a percepção das pessoas sobre proteção está mudando. De acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), a busca pelo produto aumentou 14,6% entre janeiro e março deste ano em relação aos mesmos meses de 2020. Neste mesmo período, a Porto Seguro teve um resultado ainda mais expressivo na contratação do seguro de vida individual, que alavancou 22% em comparação com o 1º trimestre de 2020.  

Atenta ao desejo das pessoas de protegerem a si e a sua família e, principalmente, de contar com um seguro que atenda às necessidades específicas de cada fase da vida, a Porto Seguro lança o Vida do Seu Jeito, um seguro de vida personalizável que permite a contratação de coberturas variadas de maneira independente. Com isso, além de ofertar um seguro adequado para o perfil e o momento de seus clientes, os corretores ganham mais liberdade e flexibilidade para escolher, junto com o segurado, o valor das coberturas de cada uma das proteções selecionadas. 

“Todos nós temos um jeito único de viver e trouxemos essa realidade para o seguro de vida. Com isso, o corretor consegue escolher as coberturas mais adequadas para o momento de vida do seu cliente. Afinal, não são as pessoas que precisam se adaptar às condições do seguro, é o seguro que precisa se adequar as necessidades das pessoas”, resume Carlos Eduardo Gondim, diretor de Vida e Previdência da Porto Seguro. “Esta é mais uma maneira de sermos cada vez mais um porto seguro para todos. Quem tem Porto, também tem um jeito único de contratar e se proteger”, completa. 

O novo produto conta com um leque mais amplo de oportunidades na oferta, com novas coberturas independentes para uma venda mais consultiva.  Entretanto, para facilitar o trabalho do corretor, a ferramenta já apresenta três opções iniciais de ofertas, mas que podem ser amplamente personalizadas.   

Além disso, os profissionais têm acesso a um novo sistema de contratação, mais fácil, rápido e intuitivo para preenchimento das propostas. O processo de orçamento, transmissão e aceitação do seguro é realizado de forma 100% digital no Corretor Online, com capitais de até R$ 10 milhões. O preenchimento da Declaração de Saúde também passa a ser oferecido através de um formulário inteligente totalmente online enviado para o cliente, ou através de uma entrevista virtual com um profissional de saúde, dependendo do capital segurado, o que gera maior agilidade no processo de emissão da apólice e deixa o Corretor livre para as vendas.  

Para os clientes 

No Vida do Seu Jeito, as coberturas de IPA (Invalidez Permanente Total ou Parcial Por Acidente) e IFPD (Invalidez Funcional Permanente Total Por Doença) podem ser contratadas de forma independente, sem a necessidade de inclusão da cobertura de morte.  Da mesma forma, as coberturas de Diária Por Incapacidade Temporária e de Doenças Graves agora podem ser adquiridas com a contratação de qualquer tipo de cobertura de morte, ou apenas com a adesão da IPA e da IFPD, conforme o interesse do cliente frente às suas necessidades. Uma nova cobertura de diagnóstico de câncer (incluindo câncer de mama e de colo do útero) também foi inserida e pode ser contratada tanto pelas mulheres quanto pelos homens. 

Os clientes ainda contam com serviço de telemedicina ilimitado e gratuito, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, que disponibiliza orientação médica à distância. 

MAPFRE lança seguro de cargas para pequenas e médias transportadoras

Carlos Polizio MAPFRE

Fonte: MAPFRE

Atenta às necessidades das pequenas e médias transportadoras e embarcadores, principalmente neste período em que o trânsito de cargas tem se intensificado no Brasil, a MAPFRE anuncia o lançamento do “MAPFRE Cargo Light”, um seguro para empresas que possuem até R$ 200 mil em mercadorias embarcadas. “Para que pequenas e médias empresas possam ser mais competitivas, disponibilizamos um produto com operação simples, preço acessível, limites de cobertura adequados à realidade das PME´s e compatível a diversos tipos de carga”, informa Carlos Polizio, superintendente de Seguros Aéreo, Casco e Transporte da MAPFRE. 

O executivo alerta que algumas mercadorias possuem aderência imediata ao produto. “Com os indicadores de crescimento econômico divulgados recentemente e o volume de negócios que temos observado, compreendemos que os setores de máquinas e equipamentos industriais e de construção em geral estarão com maior necessidade de distribuição em nosso País e são itens de excelente aceitação no MAPFRE Cargo Light”, afirma.

Cálculos e cotações mais rápidos

O MAPFRE Cargo Light possui um sistema operacional único, mais rápido e eficaz, com regras de gerenciamento adequadas para o tipo e volume de mercadoria embarcada, para cálculo e elaboração de cotações e propostas de seguro para as modalidades RCTRC (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga) mais DC (Responsabilidade Civil Facultativa do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga) e de Transporte Nacional (seguro contratado pelo dono da mercadoria e não pela transportadora). Há ainda a possibilidade de se adicionarem coberturas para operações de carga, descarga e içamento; viagem com percurso complementar fluvial; extensão ao valor dos impostos suspensos; danos ambientais decorrentes de acidente com veículo transportador; mercadorias em devolução ou reenviadas; e riscos de greves. 

Seguradoras faturam 19,7% mais até maio de 2021, para R$ 117,4 bilhões

As receitas dos segmentos supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) totalizaram R$ 117,4 bilhões nos cinco primeiros meses de 2021, um aumento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2020, quando as receitas totalizaram R$ 98 bilhões. Somente em maio de 2021, o setor arrecadou R$ 24,7 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 40,6% em relação a maio de 2020.

Os seguros de danos apresentaram um crescimento de 14,2% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Foram movimentados R$ 33,87 bilhões nos cinco primeiros meses de 2021, face aos R$ 29,66 bilhões do mesmo período em 2020. Os seguros de pessoas foram responsáveis pela arrecadação de R$ 68,90 bilhões este ano, o que representa uma alta de 26,6%, ou R$ 14,49 bilhões, em relação aos cinco primeiros meses de 2020.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 102,77 bilhões no acumulado de 2021, uma alta de 22,2% em relação ao mesmo período de 2020, quando totalizaram R$ 84 bilhões. O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios de R$ 68,9 bilhões em 2021, o que representa um aumento de 26,6% em relação aos cinco primeiros meses de 2020. O seguro de vida teve crescimento de 18,4% em relação aos primeiros cinco meses de 2020, correspondendo a um aumento de R$ 1,39 bilhão na arrecadação de prêmios.

Os seguros de danos apresentaram um crescimento de 14,2% na arrecadação de prêmios em 2021, quando comparado ao mesmo período de 2020. Foram movimentados R$ 33,8 bilhões nos cinco primeiros meses de 2021, face aos R$ 29,66 bilhões do mesmo período em 2020.

A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 14,2 bilhões no acumulado do ano, valor 5,9% superior ao do mesmo período em 2020. Na comparação entre maio de 2021 e maio de 2020, houve um crescimento de 14,3%, com uma arrecadação de prêmios de R$ 2,94 bilhões.

Desconsiderando-se auto, o desempenho das demais linhas de negócio dos seguros de danos foi 21,1% superior no acumulado de 2021, em relação a 2020, um crescimento de R$ 3,42 bilhões na arrecadação de prêmios. As linhas de negócio rural, responsabilidade civil (RC), patrimonial e petróleo foram destaques, com crescimento acima de 30%. Os seguros das linhas transporte e financeiros também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021.

VGBL – As contribuições do VGBL em 2021 superaram as dos cinco primeiros meses de 2020 em 32,2%, totalizando R$ 48,98 bilhões – vide Tabela 4. As contribuições de maio de 2021 superaram as de maio de 2020 em 71,9%. Já os resgates apresentaram aumento de 21,2% em relação ao acumulado de 2020 até maio, totalizando R$ 36,3 bilhões. Nos cinco primeiros meses de 2021, as contribuições superaram os resgates em R$ 12,6 bilhões.

Compreensivo Empresarial – Os seguros compreensivos empresariais registraram receita acumulada de R$ 1,2 bilhão nos cinco primeiros meses de 2021, um crescimento de 19,83% em relação ao volume de prêmios acumulados no mesmo período do ano passado, R$ 1,02 bilhão. Na comparação entre as receitas de maio deste ano (R$ 216 milhões) e maio de 2020 (R$ 185 milhões), o aumento no volume de prêmios arrecadados foi de 16,9%. Transporte Nacional – Os seguros de transporte nacional registraram receita acumulada de R$ 490 milhões nos cinco primeiros meses de 2021, um crescimento de 28,13% em relação ao volume de prêmios acumulados no mesmo período do ano passado, R$ 382 milhões. Na comparação entre as receitas de maio deste ano (R$ 111 milhões) e maio de 2020 (R$ 85 milhões), o aumento no volume de prêmios arrecadados foi de 29,7%.

Sinistralidade – Nos seguros de pessoas, excluindo-se o VGBL, a sinistralidade saiu de um patamar de 30%, passando para uma média de 37% no segundo semestre de 2020 e atingindo o patamar de 50% de média no acumulado de 2021, com pico de 61,4% em maio. A sinistralidade do seguro de vida atingiu o valor de 96,9% em maio deste ano, ligeiramente abaixo do valor observado em abril, quando foi de 97,3%.

O seguro de vida em grupo, entretanto, apresentou uma sinistralidade de 103,1% em maio de 2021, acima do valor observado em abril, quando foi de 102,3%. Nos seguros de danos, após uma oscilação para baixo no segundo trimestre de 2020, observa-se uma estabilidade na sinistralidade mensal. A sinistralidade em maio de 2021 foi de 46,4%. A sinistralidade no seguro auto ficou em 54,2% em maio de 2021, frente aos 54,3% observados em abril de 2021 e 44,4% em maio de 2020. No acumulado do ano, a sinistralidade desta linha de negócio está em 56,4%.

Previdência – Nos produtos de previdência, observa-se um crescimento de 2,2% na receita nos primeiros cinco meses de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior. PGBL – Conforme a Tabela 6, o PGBL apresentou, nos cinco primeiros meses de 2021, um crescimento de 3,1% nas receitas em relação ao mesmo período de 2020, tendo arrecadado R$ 3,80 bilhões no período. Os resgates no acumulado de 2021 cresceram 5,7% em relação ao mesmo período de 2020, totalizando R$ 4,41 bilhões.

Previdência Tradicional – Observou-se, nas receitas dos cinco primeiros meses de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, uma queda de 0,4% nas contribuições de Previdência Tradicional. Os resgates, por sua vez, cresceram, totalizando R$ 0,78 bilhões em 2021, 2,5% acima do valor dos primeiros cinco meses de 2020

Seguro PASI anuncia nova Superintendente de Jurídico e Indenizações

Fonte: PASI

Executiva com longa trajetória no seguro, Edvânia Reis assume a posição de Superintendente de Jurídico e Indenizações do PASI. Formada em direito, atua desde 2005 na empresa. “Me sinto extremamente orgulhosa e privilegiada em fazer parte da empresa e saber que, ao longo desses 16 anos, estou tendo a oportunidade de realizar sonhos e de trilhar novos desafios alinhados aos propósitos do PASI”, declarou. A executiva sabe que os desafios na nova etapa serão muitos e maiores, mas estão alinhados à sua vontade de fazer sempre mais e melhor. “A intenção é emergir de modo ainda mais pleno, buscando utilizar todo conhecimento adquirido ao longo desses anos, com o objetivo de ter melhor interação com recursos tecnológicos, otimizando ainda mais os processos, alicerçada na filosofia do PASI, cujo propósito é a excelência do nosso atendimento e o amparo imediato aos nossos segurados”, destacou.

Anteriormente, Edvânia ocupava o cargo de Gerente de Jurídico e Indenizações. Ela acredita que com uma gestão coesa e muito trabalho, dedicação e harmonia, será possível alcançar os objetivos almejados. “Agradeço, com muita emoção, à diretoria do PASI por me confiar este novo desafio. Receber a notícia de uma promoção é um misto de sentimentos. Emoção, gratidão, mas acima de tudo, ainda mais disposição frente aos novos desafios”, concluiu.

Generali utiliza tradutora virtual para viabilizar leitura do seu site em Libras

Fonte: Generali

A Generali, como parte de seu programa de inclusão, vai tornar a linguagem de seu site institucional ainda mais acessível. A iniciativa já está no ar e acontece por meio de um serviço eletrônico que conta com um plugin de acessibilidade para website, garantindo a tradução automática de textos e imagens para áudio e Libras (Língua Brasileira de Sinais). Tudo isso por meio de um personagem 3D: uma tradutora virtual – mulher e negra. 

Segundo a Hand Talk Brasil, fornecedora desta tecnologia, 9,7 milhões de pessoas possuem deficiência auditiva no Brasil (Censo 2010) e 80% dos surdos no mundo são analfabetos ou semi-alfabetizados nas línguas escritas e dependem das Línguas de Sinais (WFD 2003). Atualmente, apenas 1% dos sites são considerados acessíveis no Brasil e o resultado é uma barreira de comunicação enorme entre as empresas e milhões de surdos que precisam de acesso à informação ou querem consumir online.

“Quando criamos o Programa de Diversidade e Inclusão, nos dispusemos a ser, realmente, inclusivos. Dessa forma, não poderíamos deixar de ter uma tradutora virtual que transformasse os nossos textos e imagens acessíveis em Libras. Além disso, um site acessível abre um novo canal de comunicação com milhões de pessoas e isso é o que nós procuramos: sinergia com os nossos públicos”, explica Andrea Crisanaz, CEO da Generali.

De acordo com a OMS, 466 milhões de pessoas têm perda auditiva incapacitante no mundo, dessa forma, as empresas têm obrigação de gerar contribuição direta para uma sociedade mais justa e igualitária através da promoção da acessibilidade. “Também estamos evoluindo muito com o Comitê de Diversidade e Inclusão, composto por um grupo de dez funcionários e responsável por fomentar as iniciativas, promover o engajamento e executar os planos de D&I, amparados pelos pilares de diversidade cultural, habilidades, gênero, gerações e LGBTQIA+. Esse é um trabalho bonito e significativo demais para todos nós”, finaliza Crisanaz.

WinSocial apresenta oportunidades e discute o mercado de seguros

Raphael rosas

fonte: MAG Seguros

A WinSocial, startup que oferece seguro de vida a pessoas com diabetes, participou, recentemente, de uma live da ePharma. Rafael Rosas, CEO da insurtech, falou sobre as oportunidades do mercado em diferentes clusters e trouxe os diferenciais da companhia para atender esse nicho que não é aceito no mercado de seguros tradicional. 

De acordo com a IDF Diabetes Atlas, o Brasil é o 5° no mundo em pessoas com diabetes e uma em cada nove pessoas têm a doença. “Já que esses pacientes não conseguiam comprar um seguro de vida, uma vez que a primeira pergunta que respondiam em companhias tradicionais era se possuíam essa condição, desenvolvemos uma plataforma que analisa o histórico de saúde desses usuários, possibilitando oferecer um produto acessível e flexível para eles. Quando começamos a atendê-los, direcionamos o olhar do mercado de seguros para eles, algo que até então não acontecia”, conta Rafael. 

A startup é a única no Brasil que fornece seguro de vida focado em pessoas com diabetes e os recompensa por atividades saudáveis – “Percebemos que, dessa forma, conseguimos possibilitar que eles tenham mais qualidade de vida, além de incentivá-los a ter um melhor controle da doença e evitar futuras complicações”, diz Rosas. A plataforma conta com a integração com outros aplicativos de saúde para monitorar a prática de atividades físicas e os batimentos cardíacos. 

Para continuar apoiando esse público em seu dia a dia e melhorando sua qualidade de vida, a WinSocial conta, em sua gama de serviços, com o Bem-Estar Diabetes. O produto conta com descontos em consultas, exames e medicamentos, incluindo insulinas. Outro destaque é a telemedicina, que inclui endocrinologistas, nutricionistas, educadores físicos, dentre outros, mostrando que o seguro de vida pode ser um aliado na sua rotina da mesma forma que é uma segurança no seu planejamento financeiro.  

A organização também percebeu a importância de desenvolver iniciativas de conscientização da sociedade. Por conta disso, desde o início da pandemia, a empresa promove ações com influenciadores, participa de webinars e criou uma campanha para incentivar a vacinação, a “WinSocial e vacina sim”. Ela estimula quem tem diabetes a compartilhar suas fotos vacinando contra a covid-19 nas redes sociais para ganhar brindes. Além disso, no ano passado, o Instagram da insurtech promoveu lives diárias de Ioga e Educação Física. “Pessoas com diabetes precisam fazer atividade física e quando estávamos em um lockdown mais restritivo, foi a forma que encontramos de deixá-los em movimento”, completa o CEO. 

Por fim, Rosas abordou a importância de as companhias serem omnichannel. “É preciso estar presente em todos os canais. Se o cliente te ativou pelo WhatsApp, dê prosseguimento no atendimento via WhatsApp. Se ele ligar, siga o atendimento via telefone. Para atender a todos os tipos de cliente, é preciso desenvolver soluções para todas as plataformas”. 

Além de Rosas, participaram da live Mariana Arruda, médica endocrinologista, e Alexandre Olímpio, diretor geral da Atenzi, companhia focada em soluções para a área da saúde.