Fundación MAPFRE lança campanha de segurança no trânsito para entregadores de delivery

Mapfre Fatima Lima

Fonte: Mapfre

Pautada pela Semana Nacional de Trânsito, que acontece entre os dias 18 e 25 de setembro, a Fundación MAPFRE lança a campanha de segurança viária GR4U NA SEGURANÇA, voltada para os entregadores autônomos e de delivery de aplicativos. Trabalhadores do setor e que fazem sucesso como influenciadores foram convidados pela Fundación para traduzirem dicas de segurança para a linguagem das ruas. Jefferson Fernandes (Instagram, Youtube) Fabricia Souza Félix (Instagram, Youtube) e Thiago Entregas (Instagram, Youtube) são os protagonistas da ação.

Transformação social, condições de trabalho seguras, educação, autorresponsabilidade e coletividade serão temas abordados na campanha, a fim de impactar uma mudança no alarmante cenário atual, que foi reafirmado através de pesquisa encomendada pela Fundación Mapfre à Agência Purpose. Atualmente, o Brasil registra 1 milhão de entregadores. Deste total, 95% são homens e 67% negros, que recebem uma remuneração 40% inferior aos demais trabalhadores. 

Os números dos acidentes de trânsito envolvendo a categoria também são alarmantes. Atualmente, 40% dos óbitos no trânsito em SP são de motociclistas*. Nos últimos anos, houve um aumento de 64% de mortes de ciclistas na capital, enquanto 54% dos acidentes no trânsito no RJ são dessa classe*. 

“Com o constante crescimento da população urbana no Brasil, a mobilidade e a segurança viária têm se tornado questões cada vez mais relevantes tanto no desenvolvimento de políticas públicas quanto na promoção de campanhas focadas em diferentes tipos de veículos e condutores. Atualmente, quando abordamos a segurança no trânsito, estão inseridas as questões de educação, autorresponsabilidade e coletividade. Por meio desta ação, queremos ir além de uma campanha de conscientização, contribuindo para uma transformação social. Nosso objetivo é ajudar na construção de um trânsito mais seguro, sustentável e inclusivo.”, explica Fátima Lima, Representante da Fundación MAPFRE no Brasil. 

Cenário em meio à pandemia da Covid-2019 

Com a pandemia, 1,4 milhão de vagas formais foram fechadas, gerando um aumento do número de entregadores sem capacitação técnica*. 62% dos entregadores afirmaram trabalhar mais do que nove horas por dia*. 70% disseram que trabalham para duas ou mais plataformas*. Os motociclistas passaram a usar a moto para trabalhar. 

Mais entregadores, mais acidentes! 

40% de crescimento do número de entregadores em SP durante a pandemia*. 

47% de crescimento do número de acidentes com motofretistas no estado de SP no 1º semestre de 2021*. 

39 mil é o número de acidentes com motofretistas no estado de SP no 1º semestre de 2021*. 

A Campanha 

Os entregadores foram convidados pela Fundación MAPFRE para traduzirem dicas de segurança para a linguagem das ruas, para aqueles que mais sofrem com as inseguranças do trânsito: os próprios entregadores. A participação dos influenciadores será por meio de vídeos curtos com dicas de trânsito e com compartilhamento nos seus grupos de entregadores. Serão abordadas dicas dos principais tópicos de segurança no trânsito, distribuídas em diferentes formatos e canais que alcançam diretamente este público. 

GR4U na Segurança conta com apoio institucional do Observatório Nacional de Segurança Viária para a amplificação do diálogo e na conexão da Fundación Mapfre com o público. 

Durante a campanha, vídeos de até 15 segundos serão distribuídos via WhatsApp e Telegram, a partir das listas de contatos dos próprios influenciadores. Será produzida também uma série de 7 áudios, um por dia, misturando a linguagem descontraída dos entregadores e dando “graus de segurança” para reforçar a mensagem. Também serão distribuídos adesivos refletores com dicas para que os entregadores possam colocar nas Bags, ajudando na sua proteção enquanto circulam pela cidade. 

Além disso, até o final de outubro, a Fundación MAPFRE disponibilizará vídeos com dicas dos entregadores influenciadores em suas redes sociais. 

Conseguro 2021 debate a Era da Proteção

Fonte: CNseg

As vendas de seguro de vida e planos de previdência privada cresceram significativamente durante a pandemia, evidenciando a maior preocupação dos brasileiros com a proteção, no presente e no futuro. Para debater o tema, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg apresentará o painel “A era da proteção – a importância dos seguros de pessoas e da previdência privada” na programação da Conseguro 2021, o maior evento do setor segurador brasileiro. 

O assunto será abordado dia 27 de setembro, das 16h30 às 17h30, pelo subsecretário da Previdência Complementar do Ministério do Trabalho e Previdência, Paulo Valle, que terá como debatedor David Legher Aguilar, diretor estatutário da FenaPrevi e presidente da Prudential do Brasil. O moderador será Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi e diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização. 

“É grande o desafio de garantir proteção presente e futura, tendo em vista o atual cenário de incertezas, agravado pela crise sanitária que teve forte impacto econômico”, afirma o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano. 

A maior preocupação com o futuro aparece no desempenho dos planos da família VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), um seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, que funciona como plano de previdência privada. Os planos VGBL arrecadaram R$ 60 ,9 bilhões de janeiro a junho de 2021, expansão de 29,7% frente a igual período de 2020. Já o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), modalidade de plano previdenciário privado, teve receita de R$ 4,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, com expansão de 3,0% frente a igual período de 2020. 

CONSEGURO 2021 

Será totalmente virtual, gratuita e traduzida para a Língua Brasileira de Sinais.

Está prevista a presença de representantes dos três poderes da República.

Abordará temas relacionados à tecnologia e bem-estar, entre outros.

Trará inovações como world café (em que um grupo fechado discutirá o futuro do trabalho), yoga, meditação e outras ações.

Corretores de Seguros e Profissionais da Saúde vencem eFestival 2021

Fonte: SulAmérica

Andy Batera (SP) e Lucas Rett (SP) são os Corretores de Seguros vencedores do eFestival Instrumental e Canção 2021, respectivamente. Já Talita Sanches (SP) e Márcio Deluk (MA) também venceram, só que na categoria Profissionais da Saúde. Uma das grandes novidades da edição do concurso musical deste ano foi a inclusão dessas duas subcategorias inéditas, além do Público Geral. 

Os músicos foram escolhidos por votação popular após terem sido selecionados pela banca julgadora do festival. Considerado o maior concurso para revelar novos talentos musicais pela internet, o eFestival é realizado pela Dançar Marketing e conta com patrocínio máster da SulAmérica.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um grande papel na jornada de levar Saúde Integral para todos. O eFestival nos proporciona essa oportunidade, de poder incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, mesmo que eles exerçam outras profissões, como profissionais da saúde e corretores de seguros. A ação só reforça que estamos no caminho certo”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica.  

Na categoria Instrumental, os vencedores terão a oportunidade de se apresentar ao lado do maior instrumentista da música popular brasileira, Carlinhos Brown. Já na categoria Canção, os vencedores se apresentarão ao lado de uma das maiores bandas do rock brasileiro – os Titãs, que estão comemorando 40 anos de carreira. Todos recebem coaching da curadoria do festival, gravam um single para divulgação nacional e garantem um prêmio em dinheiro para alavancar a carreira. 

Idealizado e realizado pela Dançar Marketing, o eFestival é uma parceria com o Ministério do Turismo, por meio da Secretaria Especial da Cultura, e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. 

Confira a lista final dos vencedores do eFestival 2021 por categoria: 

Instrumental 

Vencedores: 

Talita Sanches/Quartula | Categoria Profissionais da Saúde | São Paulo (SP) 

Irmãos Woiski | Categoria Público geral | São Paulo (SP) 

Andy Batera | Categoria Corretores de seguros | São José do Rio Pardo (SP) 

Segundos colocados: 

Andrea Perrone | Categoria Profissionais da Saúde | Porto Alegre (RS) 

Ian Coury | Categoria Público Geral | Brasília (DF) 

Pietro Putinatti | Categoria Corretores de seguros | Curitiba (PR) 

Terceiros colocados: 

Stefano Rossi | Categoria Profissionais da Saúde | São Paulo (SP) 

Bimartins | Categoria Público Geral | Varjota (CE) 

Canção 

Vencedores

Marcio Deluk | Categoria Profissionais da Saúde | Imperatriz (MA) 

John Bianchi | Categoria Público geral | Rio de Janeiro (RJ) 

Lucas Rett | Categoria Corretores de seguros | Santo André (SP) 

Segundos colocados: 

Vanessa Molina | Categoria Profissionais da Saúde | Salvador (BA) 

Conceito Articulado | Categoria Público Geral | Muritiba (BA) 

Abediel & Eduardo Henrique | Categoria Corretores de seguros | Suzano (SP) 

Terceiros colocados: 

Severino Ayres | Categoria Profissionais da Saúde | João Pessoa (PB) 

Aftazardem | Categoria Público Geral | São Paulo (SP) 

Andiara Feil | Categoria Corretores de seguros | Cascavel (PR) 

i4pro é a única registradora especializada no mercado de seguros homologada pela Susep

Rafael Araujo_i4pro

 

Fonte: i4pro

A i4pro acaba de ser homologada como registradora pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio de sua controladora, Ângulo Capital Investimentos e Participações. Com a recente liberação, a i4pro se torna a única registradora especializada no mercado de seguros e a sexta empresa brasileira autorizada a operar o Sistema de Registro de Operações (SRO), que unifica o registro de todas as apólices do mercado segurador regulado pela autarquia.

Para receber o aval da Susep como registradora, a i4pro passou por um extenso processo de avaliação técnica, que envolveu rígidos protocolos de segurança e de governança, com base nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), incluindo aporte financeiro e capacidade técnico-administrativa.

Com essa credencial – que consolida ainda mais a liderança da i4pro no mercado de tecnologia para seguros, já que atende a todos os ramos do setor – a empresa está lançando o InPolicy, seu novo sistema de registro conectado à plataforma i4pro ERP, que pode ser integrado a outros sistemas adotados pelas seguradoras. O InPolicy possui relatórios de conciliação dos dados registrados que facilitam o dia a dia das seguradoras e permite a extração dos registros oficiais e dos quadros estatísticos para validação das informações. 

“A homologação pela Susep e o lançamento do InPolicy reforçam a nossa missão de ser o melhor parceiro tecnológico do mercado segurador em toda a sua cadeia de negócios, com soluções de ponta a ponta”, diz Rafael Araujo, CEO da i4pro. “Queremos impulsionar o resultado dos nossos clientes com soluções inovadoras e o InPolicy é mais um passo nessa direção”, enfatiza Araujo. 

O SRO é o sistema criado pela Susep para reunir informações de todas as seguradoras, com vistas à abertura de mercado que deverá ocorrer com o Open Insurance – a segunda etapa do Open Finance, um grande movimento de mudança do setor financeiro que vem sendo promovido pelo governo, com o objetivo de aumentar a competitividade e trazer benefícios para os consumidores. 

O InPolicy entrega ao usuário a capacidade de registrar produtos, apólices de seguro e demais transações no SRO de maneira simples, ágil e, acima de tudo, segura. As operações são registradas através de APIs (Application Programming Interfaces) com autenticação via Certificado Digital, por meio de conexões criptografadas de ponta a ponta, com o mais alto nível de segurança.

“Mudanças significativas irão acontecer no mercado de seguros em um curto espaço de tempo. O SRO é um primeiro passo importante para a transformação digital do ecossistema segurador do Brasil”, afirma Rodrigo Gomensoro, Diretor de Vendas e Relacionamento com Clientes da i4pro. “Temos soluções completas para que nossos clientes se tornem cada vez mais competitivos e eficientes nesse novo cenário. O InPolicy é o mais novo produto da i4pro e já está em nosso portfólio. Em outubro, alguns de nossos clientes já registrarão suas movimentações utilizando o InPolicy”,  finaliza Gomensoro.

Além do produto, a i4pro conta com um time totalmente dedicado, que oferece suporte de sua equipe de especialistas em todas as fases do processo de implementação do InPolicy, reduzindo custos operacionais e proporcionando agilidade na entrega dos registros das operações. Desta forma, produto, tecnologia, implantação, resultado e tempo passam a ser grandes diferenciais estratégicos para as seguradoras neste momento.

Para ter uma demonstração do InPolicy e navegar por essa transformação do mercado de setor ao lado de quem tem 16 anos de experiência, acesse i4pro.com.br . 

Eduardo Toledo comenta os desafios e oportunidades da Alper Re

Eduardo Toledo_VP Alper Re

Eduardo Toledo, acaba de assumir a vice-presidente da Alper Re, que adquiriu a corretora de resseguros do C6 Bank, a C6 Re. Com a aquisição, a consultoria absorve uma carteira de R$ 90 milhões em prêmios de resseguros. O blog Sonho Seguro conversou com Toledo para saber mais sobre os desafios que tem pela frente. Leia abaixo:

Quais são os desafios de criar uma área tão importante dentro de uma corretora já estabelecida?

O lançamento da Alper Re, área de Resseguro da Alper Seguros, nasce com um time de especialistas aptos a fazer a conexão entre o mercado segurador e o mercado ressegurador, ampliando as possibilidades de capacidade para nossos clientes e trazendo produtos inovadores praticados no mercado internacional. Somos uma corretora completa que irá atender as demandas de nossos clientes possibilitando agora o acesso direto ao mercado ressegurador, estreitando as parcerias, visando o relacionamento de longo prazo. A integração entre as operações, seguro e resseguro, certamente trará excelentes oportunidades para que possamos crescer significativamente a operação do resseguro nos próximos anos.

Você também será responsável pela de Specialty Insurance Products. Como essa área vai funcionar?

A criação da área de Specialty Insurance Products consiste em uma divisão dedicada a atuar em alguns segmentos que requer uma especialização e que na maioria dos casos, precisa da capacidade e conhecimento técnico do mercado ressegurador internacional. A área de Specialty possibilitará à Alper atuar em nichos de mercado onde há demandas específicas e que poucas corretoras operam.

Com quais resseguradoras a Alper atua? 

Ao longo da história do resseguro no Brasil sempre fomos muito atuantes, desde a época do monopólio do IRB, e também após a abertura do mercado em 2007. Desde então, mantemos relacionamentos estreitos com os principais mercados resseguradores nacionais e internacionais presentes nos EUA, Europa, Ásia e também na América Latina. Mantemos parcerias com Brokers de Resseguros independentes e especialistas em Londres, que nos possibilitam acessar a maior indústria do seguro e resseguro do mundo, que é o Sindicato do Lloyd’s (Lloyd’sof London). Com a aquisição da C6 Re, a Alper herda o relacionamento e a confiabilidade que os mercados creditam em nossa operação e, com a certeza de que novos negócios irão acontecer. Estão todos entusiasmados com esta nova oportunidade de estreitarmos cada vez mais nossos relacionamentos.

Como será composta a equipe da Alper Re?

A equipe da Alper Re é composta de um corpo técnico de profissionais altamente capacitados, que atuam como especialistas nosdiversos segmentos do resseguro, atuando desde a operação das cotações e colocações dos riscos junto aos mercados, regulação de sinistros, endossos, bem como no acompanhamento de todo o processo até sua renovação, atendendo sempre as exigências específicas que nosso regulador exige. Temos um time dedicado que entende as reais necessidades dos nossos clientes, ajudando-os nas colocações dos riscos mais complexos e inovadores.

Pelos balanços divulgados nas maiores do mundo, vem aumento no resseguro. O que vislumbra para seus clientes?

Os balanços divulgados clamam por um equilíbrio melhor na relação prêmio vs sinistro, podemos observar um agravo de taxas em diversas linhas de negócios, relacionados principalmente, pelas perdas significativas em decorrência da pandemia do Covid-19. Diante disso, vislumbramos um cenário desafiador para nossos clientes não apenas na questão de aumento de prêmio, mas também pela necessidade de investimentos e melhorias dos riscos. A figura do corretor de resseguro será fundamental para traduzir aos mercados resseguradores toda e qualquer informação que faça a diferença neste momento atípico.

O Brasil também sofrerá os reajustes que as maiores resseguradoras prometem?

Sim. Ninguém ficará de fora desse reequilíbrio que o mercado de resseguro está buscando. Óbvio que será levado em consideração aqueles riscos onde comprovadamente houve investimentos significativos na melhora da exposição do risco, objetivando a mitigação de perdas, nesses casos, o impacto, se houver, será mínimo em termos de agravo de prêmio. O Brasil vem crescendo o volume de prêmio cedido aos mercados resseguradores internacionais, o que mostra um maior apetite pelos riscos locais.

Muitas falam sobre a seriedade da subscrição, prevalecendo acima de condições concorrenciais. Como vê isso?

Nosso mercado é muito sério, a subscrição de risco é muito séria e extremamente profissional. Infelizmente, é muito difícil reeducar um cliente que pagou por anos uma taxa baixa de seu risco em relação à realidade do mercado e, levá-lo ao patamar desta “nova” realidade, coloca em risco as condições concorrenciais. Este é um trabalho árduo e desafiador, e por muitas vezes afeta a relação com o cliente. Mas, temos que ter em mente que estamos passando por esta reestruturação e a realidade será para todos, os mercados resseguradores sabem muito bem como manter um posicionamento firme nos termos e condições ofertados nas diversas concorrências em que participam, não deixando brechas para aventureiros.

Quais os segmentos mais sujeitos a reajustes de taxas e quais os menos afetados?

Ainda é difícil prever o impacto que a pandemia está causando na indústria, mas sabemos que será significativo no curto, médio e longo prazo. Ossegmentos de saúde suplementar estão sendo os mais afetados e sujeitos a reajustes. As carteiras de Seguro de Vida também estão com grandes passivos de longo prazo e com capacidade limitada para subscrição de novos negócios, especialmente por conta de seus contratos de resseguro não-proporcional.

Nos demais ramos não relacionados a Pessoas, percebemos um impacto negativo mais propriamente nas carteiras de seguros de Crédito, Aviação, Lucro Cessantes, Proteção de Dados, entre outros, muito em decorrência das mudanças provocadas pela quarentena que refletiram negativamente nas economias por todo mundo. Em outros segmentos, como Carteiras de Automóvel, Propriedades, Responsabilidade Civil, não vimos grandes impactos.

A pandemia afetou os contratos? De que forma?

Sim, afetou diretamente carteiras importantes, como mencionado anteriormente, principalmente no segmento de Saúde e Vida, bem como na Previdência. Muitas empresas, em decorrência da crise econômica causada pela pandemia, estão sendo forçadas a reduzirem seu quadro funcional, o que impacta diretamente no volume de prêmio arrecadado pelas companhias de Seguro Saúde. Muitas vezes os clientes migram para planos inferiores buscando economia de sobrevivência. Além do aumento de inadimplência, principalmente no segmento de pequenas e médias empresas, o que representa o maior volume de prêmio neste mercado.

O que esperar das renovações dos contratos neste fim de ano e em 2022?

Um dos princípios do seguro é o mutualismo, que busca o equilíbrio do mercado, e vendo por este prisma, teremos grandes desafios pela frente com as renovações dos contratos em 2022. Certamente será um ano de reequilíbrio das carteiras mais afetadas, as quais irão contar com uma compensação de outros segmentos menos afetados. Não podemos deixar de ressaltar que estamos vivendo uma conjuntura de juros baixo, onde a subscrição passa a ser fundamental para a saúde financeira do mercado segurador e ressegurador.

Artigo: É preciso entender o consumidor do futuro, que já faz parte do presente das empresas

Fenacap

por Marcelo Farinha, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap)

Nos seis primeiros meses de 2021, a arrecadação do segmento de Capitalização superou igual período de 2020 em 8,4%, com receita de R$ 11,6 bilhões. O resultado ameniza os efeitos da pandemia e mostra que o setor começa a dar sinais de retomada. Mas isso não significa a completa superação da crise.

Existem vários obstáculos a serem superados. Entre os desafios, três são fundamentais: a retomada da economia dentro de um percentual que recupere boa parcela das perdas de anos anteriores; o desenvolvimento de novos mercados tendo as plataformas digitais como ferramenta para atingir o público jovem e conectado; e a adequação das empresas à abertura do mercado segurador, prevista para dezembro de 2021, que modifica substancialmente a estrutura do mercado e coloca no horizonte do seguro uma série de perguntas e dúvidas ainda sem resposta.

A crise atual afetou a vida de todos os brasileiros e seus hábitos de consumo em função da necessidade de prevenção e cuidados com a saúde, sobretudo os aspectos inerentes ao distanciamento social. Isso estimulou o home office e fez com que o mercado fizesse uso mais intenso das plataformas digitais acelerando e testando novas formas de interação com os clientes, o que se traduz em mais agilidade e transparência.

No entanto, a atividade econômica ainda se encontra retraída, o desemprego é elevado e a renda média das famílias foi afetada. Mas o setor aprendeu a lidar com a crise mais severa do século e tudo indica que o pior já passou. Em 2021, os produtos de Capitalização completam 92 anos de presença no país, o que mostra a sua grande capacidade de resiliência e, sobretudo, o esforço de todos os envolvidos em sua cadeia de produção de se reinventar e ofertar soluções eficientes e que atendam aos consumidores de forma rápida e eficaz.

Diante de uma sociedade cada vez mais conectada, o mercado de Capitalização vem combinando investimentos em soluções de negócios digitais com responsabilidade social. Este ambiente de negócios faz com que o setor se transforme e, na busca de aprimorar o relacionamento, rejuvenesça sua base de clientes. 

Soluções digitais, em diferentes plataformas, garantem mais agilidade e maior abrangência aos processos. Significa que mesmo em cidades sem a presença física de uma instituição é possível adquirir um Título de Capitalização, oferecê-lo como garantia se este for o objetivo, contribuir com causas sociais, ou apenas poder contar com uma reserva de valor com o incentivo de um sorteio que ele pode acompanhar pelas mesmas ferramentas digitais onde adquiriu o título. Ou seja, existe, por conta dos investimentos em tecnologia, total capilaridade e transparência.

O relacionamento digital ganha cada vez mais relevância diante de uma sociedade mais informada, consciente e exigente, que valoriza experiência, agilidade e conveniência. A chegada da geração Z – os nativos digitais, superconectados e que demandam novos modelos de consumo trazem desafios e oportunidades para a capitalização.

De acordo com estudo publicado pelo Think With Google, 85% dos jovens que participaram da pesquisa disseram estar dispostos a doar parte do seu tempo para alguma causa, sendo o meio ambiente uma das maiores preocupações. Esse comportamento revela espaço para a modalidade filantropia premiável, que aproxima interessados em fazer o bem e entidades carentes de recursos.

Outro ponto levantado pelo relatório é que a insegurança com o futuro marca mais a geração Z do que a geração anterior, o que reforça um dos pilares da Capitalização: a importância da educação financeira. De acordo com a pesquisa, esses jovens cresceram sentindo os efeitos da crise econômica global, começaram a trabalhar em um mercado que está se transformando e temem os efeitos das mudanças climáticas. E isso reflete em todo o propósito de vida dessa geração.

O empoderamento desse consumidor vem acompanhado de princípios de ética, responsabilidade, lealdade e transparência nas relações. E para que essa evolução ocorra em um ambiente seguro é preciso esforço coletivo de uma ampla gama de partes interessadas: empresas do setor, consumidores, órgão fiscalizador, além dos desenvolvedores de tecnologia. 

Artigo: Por que os corretores de seguros serão ainda mais relevantes neste novo momento do mercado de previdência privada?

Rodrigo Caravelli_Superintendente de Novos Canais e Upselling_2

por Rodrigo Caravelli, superintendente de Novos Canais da Brasilprev

A indústria de previdência privada vem passando por uma transformação sem precedentes. Os produtos ganharam em muito para quem deseja diversificar seus investimentos para o futuro, que vão muito além das letrinhas “PGBL” ou “VGBL”. Neste novo cenário, o corretor de seguros ganha um papel ainda mais importante. Mas antes de responder à pergunta do título, vale a pena explicarmos o porquê desse tema ser tão relevante.

Apesar do forte apelo da previdência privada como uma maneira de compor reservas para o longo prazo, ela conta com características que reforçam seu propósito na “família” dos produtos de seguridade: possibilidade de conversão em renda futura, formando e/ou complementando a aposentadoria; coberturas de proteção para o dia-a-dia; sucessão patrimonial e planejamento tributário, via benefícios fiscais no Imposto de Renda (esses últimos, mais voltados a planos PGBL¹)

Não sou contra a abordagem da previdência privada como mais uma alternativa de investimento. Ela também é isso, mas não se restringe a esse propósito. E é exatamente por causa deste ponto que acredito na aderência que o produto tem para sua distribuição via corretores de seguros. 

Não há profissional no mercado mais capacitado que eles para falar de produtos de seguridade, por entenderem sobre cada tipo de produto e qual melhor se adequa ao seu cliente. E com a evolução dos produtos previdenciários, minha aposta é de que trabalhar seus conceitos e o conhecimento sobre o mercado financeiro junto a esses profissionais pode ser uma via de muito sucesso.

Muito antes de começarmos a falar dos “Opens” (Finance, Banking e Insurance) já assistíamos uma parcela significativa de pessoas buscando produtos financeiros fora das prateleiras das empresas financeiras tradicionais – os ditos “bancões”. Minha avaliação desse cenário sinaliza que nós consumidores estamos em busca de (no mínimo) duas coisas: queremos entender mais sobre o que estamos fazendo, escolhendo, comprando e, fundamentalmente, queremos participar do processo – mais do que no passado. O “do it for me” está mais para o “back off… I do it myself”

Com estes movimentos, aparentemente estamos buscando eliminar intermediários e ganhar mais autonomia. Porém, e aqui está o meu segundo ponto, não dá para saber “tudo sobre tudo” e, nas questões mais complexas, queremos a ajuda de pessoas nas quais confiamos. Este espaço de maior proximidade com o cliente e de construção de relações de confiança sempre foi a base da formação das carteiras de clientes dos corretores. Tipo aquele médico de confiança da família, sabe?

Se como consumidores queremos mais autonomia e menos intermediários, os produtos de menor complexidade serão decididos por nós mesmos, sem a interveniência de ninguém. Agora, diante de um cenário tão diversificado quanto é o da previdência privada, os corretores precisarão se aprofundar em questões que exigem conhecimentos novos ou adicionais àqueles que já possuem, para oferecer aos seus clientes a melhor assessoria possível. 

Existem diversas opções de investimento, das mais conservadoras às mais arrojadas, coberturas adicionais e/ou até planos “conjugados”, que combinam planejamento financeiro para o futuro com proteções de renda e saúde para o presente. Um cenário múltiplo, que faz uma grande diferença para o cliente – e para o comissionamento do corretor.

A mudança em nosso comportamento como consumidores exige novas habilidades dos profissionais que se propõem a crescer e serem bem-sucedidos, oferecendo a melhor assessoria aos seus clientes. Por isso, o suporte necessário para entender mais sobre o mercado financeiro é para mim um dos pilares para a construção desta nova fase da parceria com os nossos corretores, bem como a disponibilização de melhorias contínuas para a experiência de venda e a satisfação de nossos clientes.

¹Planos de modalidade PGBL permitem o abatimento das suas contribuições no limite de até 12% da renda bruta anual tributável do Imposto de Renda.

“Fale com a gente do seu jeito” é o posicionamento da Mitsui Sumitomo Seguros para o lançamento do atendimento omnichannel

bruno porte mitsui sumitomo

Movida pelo desejo de estar cada dia mais próxima dos corretores, clientes e parceiros, a Mitsui Sumitomo investiu para estar em todos os canais onde eles querem ser atendidos. Neste mês de setembro, a seguradora consolida uma jornada de projetos para colocar no ar o atendimento omnichannel, que unifica a comunicação com seus públicos-alvo de forma simultânea em diversas plataformas. “Nosso propósito é tratar cada um como indivíduo a fim de conseguirmos proporcionar atendimento personalizado e integrado”, afirma Bruno Porte, diretor de TI, Sinistros e Operações da Mitsui Sumitomo. 

O entusiasmo de toda a equipe vem da conscientização de que mesmo sendo seguro um produto financeiro com jargões próprios, o cliente tem a sua forma de pensar. “O mindset mudou. O consumidor quer ser atendido com a mesma simplicidade que pede uma comida delivery ou escolhe um filme para assistir nas diversas plataformas de streaming. Sabemos que o seguro é um produto complexo, mas no que diz respeito ao conceito de criação e gestão dentro de casa. Para o cliente, tem de ser simples, transparente, ágil e acessível, com atendimento humanizado e ao mesmo tempo digital”, enfatiza Bruno, em entrevista ao blog Sonho Seguro.

Tendo como posicionamento “Fale com a gente do seu jeito”, baseado na personalização e integração, a Mitsui Sumitomo criou um canal de atendimento pelo Whatsapp  que contará com uma assistente virtual, que dia a dia fica mais sofisticada para esclarecer dúvidas e resolver questões baseando-se nos processos de inteligência artificial. “Temos novos canais digitais, porém nos mantemos sempre juntos para garantir a excelência que tanto buscamos. Além do suporte dado pela nossa assistente virtual Miti, o cliente e o corretor podem acionar um operador em qualquer etapa do atendimento, sempre que preferirem ou sentirem necessidade”, ressalta o diretor. 

Neste primeiro momento, serão oferecidos serviços como abertura a acompanhamento do pedido de indenização, informações gerais da apólice e dúvidas sobre a parte financeira. Passo a passo outras funcionalidades serão incluídas, inclusive o pagamento via PIX, com a opção de parcelamento do valor do seguro. 

A seguradora japonesa está inovando o mercado de autoatendimento na América Latina, usando a solução Zappix URA Visual para melhorar a experiência do cliente, reduzir o tempo médio de manuseio das chamadas de atendimento ao cliente de entrada e simplificar e automatizar a jornada de atendimento ao cliente.

O serviço URA Visual viabiliza a utilização simultânea da voz e a interação visual por meio do celular. “O cliente liga no atendimento e se auto atende. O robô em texto pergunta se ele gostaria de continuar o atendimento por meio do celular. Se sim, é enviada uma mensagem com link. Clicando, ele é guiado pela voz a fazer o autoatendimento para abrir um pedido de indenização. E, neste mesmo método visual, ele pode acompanhar o passo a passo do processo, como envio de documentos e finalização do recebimento do valor da indenização”. 

Foco no cliente é um dos três pilares da estratégia mundial do grupo. “Nosso objetivo é oferecer alternativas de atendimento cada vez mais práticas e seguras aos nossos clientes, ampliando suas possibilidades de comunicação com a empresa. O resultado disso é um elevado índice de eficiência, que traz melhores experiências para todos, tanto em tempo como em custo”, acrescenta Bruno.

O vice-presidente, Hélio Kinoshita, afirma: “A Mitsui se posiciona interna e externamente para estar junto de pessoas e empresas, oferecendo mais agilidade, tecnologia, tranquilidade e segurança para que atinjam seus objetivos e sonhos por meio de serviços de seguros globais. E seja onde for, juntos vamos encantar nossos clientes”.

André Lauzana, ex-SulAmérica, agora é Banco Modal

O colunista do Globo, Lauro Jardim, conta que o Banco Modal tem um novo sócio e CFO: André Lauzana, ex-Icatu, Sul América e Prudential. Lauzana integrará o Comitê Executivo e será responsável pela estruturação das áreas de Parcerias, Novos Negócios e Seguridade.

Desde 2018, Lauzana está à frente da área de vendas da SulAmérica. Atua no mercado de seguros há 24 anos, sendo 10 deles na SulAmérica, onde entrou como diretor financeiro. Antes disso, atuou em posições executivas na Aliança do Brasil, Brasilcap, Prudential do Brasil e Icatu Seguros.

Certamente terá muito trabalho pela frente. Os bancos digitais estão atentos ao mercado de seguros, que faz parte da estratégia do desenho do marketplace financeiro que praticamente todos eles desenham. O banco digital para investidores se aproxima de 1,5 milhão de clientes, segundo informações do balanço do primeiro semestre. E a equipe está de olho nas oportunidades do Open Banking e Open Finance. Segundo entrevistas recentes, eles acreditam que a partir do momento que as pessoas começarem a escolher como os seus dados serão compartilhados, o ambiente passará a ser mais competitivo. Então, a experiência, além do serviço, será fundamental.

Dá-lhe Lauzana para desbravar seguros nesta plataforma financeira, que corre atrás dos agentes autônomos e clientes.

Icatu conquista prêmio de excelência em automação

Antonio Nicolella

 

Fonte: Icatu

A automação de processos operacionais na Icatu foi um dos grandes desafios da seguradora que, em dois anos,  implementou  35 robôs – os chamados RPAs – que foram responsáveis pela robotização de 27 processos e 56 subprocessos das linhas de negócios de Vida, Previdência e Capitalização.   Esses números conferiram à companhia o reconhecimento feito pela Kryon – empresa israelense líder em automação de processos robóticos, desenvolvedora da solução ARIS RPA da Software AG,  como a empresa com maior implantação de robôs não-atendidos da América Latina, anúncio feito durante o Prêmio de Excelência em Automação 2021.

“Já tínhamos identificado uma necessidade de automação de nossos processos operacionais. Antes, muitas atividades eram executadas manualmente. Nosso desafio era fazer uma sinergia entre a atuação de nossos técnicos e o trabalho dos robôs. Identificamos que a nossa equipe podia ter uma ação mais analítica. Hoje, focamos nas contratações de analistas para revisar processos e implementar robôs. E vale destacar que fizemos remanejamento de equipes e não, desligamentos”, conta o diretor de Operações da Icatu, Antonio Nicolella, que coordena uma equipe com 270 pessoas.

Ele explica ainda que a Diretoria de Operações é responsável por todo o backoffice da operação da companhia, contemplando todas as linhas de negócios e canais. Em Capitalização, por exemplo, os RPAs operam em resgates; em Previdência, em operações que envolvem portabilidade interna e externa; em Vida, na renovação de apólices, faturamento e na emissão de segunda via de certificados, só para citar.  A implantação de RPAs resultou em mais de 31 mil horas de processamento e um total de 715 mil registros sem a intervenção humana. 

“Nós já sabíamos que éramos um case de sucesso em matéria de implementação. Temos muitos processos que rodam em fração de minutos. A automatização de processos traz maior agilidade operacional e qualidade no processamento de dados”, reforça Nicolella. A Icatu foi a única seguradora brasileira homenageada na edição deste ano do Prêmio de Excelência em Automação.