Marcelo Mascaretti assume a diretoria Comercial de Vida e Previdência da SulAmérica

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica anuncia a chegada de Marcelo Mascaretti ao cargo de Diretor Comercial de Vida e Previdência, a partir deste mês de outubro. Ele reportará ao VP de Investimento, Vida e Previdência da companhia, Marcelo Mello. 

Mascaretti é Engenheiro de Produção formado pela Poli-USP, com pós-graduação em Administração de Empresas na FGV e MBA pelo IMD (International Institute for Management Development) na Suíça. Está há três anos na SulAmérica como Diretor de Planejamento Comercial, função que permanece sob sua gestão. 

O profissional tem mais de 20 anos de experiência nas áreas financeira, desenvolvimento de negócios e produtos, planejamento estratégico, comercial e liderança de equipe multifuncionais. 

Porto Seguro: mitos e verdades sobre o seguro de vida individual e coletivo

Sabe aquela informação que você ouviu por aí, mas não tem certeza se é verdade ou mentira? Pois é. O blog Sonho Seguro entrevistou Carlos Eduardo Gondim, diretor de Vida e Previdência da Porto Seguro, para desvendar alguns mitos e verdades sobre os seguros de vida individual e coletivo. Leia abaixo ou se preferir ouvir, clique no podcast que está no final do texto.

Bom, então vamos começar com essa que eu acho que é a dúvida mais comum quando se fala nesse assunto: Gondim, é verdade que o seguro de vida é usado apenas em caso de falecimento?

Isso é um mito, Denise. É um grande equívoco pensar que as coberturas do seguro de vida só valem após a morte do segurado. Nem todo mundo sabe, mas o seguro de vida tem muitas coberturas que podem ser utilizadas em diversas outras situações durante a vida, tudo depende da apólice contratada. Vou te citar alguns exemplos: casos de incapacidade temporária total ou parcial por acidente; diagnóstico de câncer (exceto de pele); doenças terminais; despesas médico- hospitalares e odontológicas em caso de acidente; e Diária por Incapacidade Temporária em caso de afastamento do trabalho por acidente ou doença Como você pode ver, existe uma gama de situações onde o segurado pode utilizar o seu seguro ainda em vida. Por isso, é importante prestar muita atenção na hora da contratação. É aí que entra a importância do Corretor. Ele consegue identificar as necessidades de cada indivíduo e o ajudar a contratar produtos e serviços que atendam às suas necessidades. Aqui na Porto Seguro nós valorizamos muito esse profissional que auxilia as pessoas a encontrarem as melhores soluções para proteger a sua vida, sua família, seus bens e seu futuro.

Já que você falou sobre a contratação vou perguntar se é mito ou verdade que a contratação de seguro de vida é cara? Essa afirmação também é muito comum de se ouvir.

Esse é outro mito, Denise. Hoje em dia, é possível encontrar planos e valores muito variados para atender as necessidades de cada pessoa ou família. Vai depender do perfil de quem o contrata. O valor da apólice pode mudar de acordo com a idade do segurado, a cobertura desejada e uma série de outros fatores. Temos que ter em mente que, ao aderir a um seguro, a pessoa estará protegendo a si mesmo e a todos os seus dependentes de uma perda financeira que pode ocorrer não só com a morte, mas com uma doença. A perda financeira, nestes casos, geralmente é muito maior. É muito importante discutir com o corretor para entender o tamanho da cobertura mais adequada para cada caso específico, o que vai permitir a segurança financeira para você e sua família pelo tempo necessário. Além disso, quando colocamos na ponta do lápis o valor do seguro de vida com todos os benefícios que fornece ao contratante e seus familiares, vemos que é, na verdade, um produto bem acessível.

E mesmo tendo um seguro de vida em grupo, é interessante contratar um seguro individual?

Sim, é verdade! E tem uma série de motivos para isso. Primeiramente, porque o seguro de vida em grupo é normalmente contratado pela empresa empregadora. A gente sabe que hoje, o seguro de vida é considerado um dos mais importantes benefícios oferecidos pela área de Recursos Humanos. Mas caso o funcionário seja demitido ou decida sair do emprego, ele poderá perder a sua proteção financeira. Além disso, muitas vezes, a pessoa tem necessidades que vão além da cobertura proporcionada pelo seguro contratado pela empresa. Sendo assim, um seguro de vida individual permitirá uma proteção mais completa com cobertura de morte natural, acidental, invalidez permanente por doença, por acidente, auxílio funeral e diversas outras coisas. Por isso, mesmo tendo o seguro de vida em grupo, é interessante, sim, que o segurado procure contratar um plano individual, personalizado de acordo com as suas necessidades e condições.

Carlos, a gente sabe que o seguro de vida é uma proteção essencial para quem tem a família grande. Mas e aqueles que são solteiros e não tem filhos? É verdade que o seguro de vida é importante para elas também?

Sim, Denise. É verdade. O seguro de vida é um instrumento importante para garantir a estabilidade financeira do segurado em situações de invalidez ou doenças graves, por exemplo. E como já falamos anteriormente, o próprio segurado conseguirá se beneficiar com o valor do seguro. Inclusive, recentemente lançamos um produto novo, chamado Vida do Seu Jeito, que justamente traz uma grande flexibilidade para o segurado escolher aquelas coberturas que são importantes para ele – mesmo que ele não tenha interesse a cobertura em caso de falecimento, ele tem à disposição um conjunto grande de coberturas para ele se beneficiar ainda em vida. Segundo dados do último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa de vida dos brasileiros é de cerca de 73 anos para homens e 80 para mulheres. E o seguro ajuda a garantir maior tranquilidade e conforto. Aqui na Porto Seguro, nós notamos que nos últimos anos as pessoas começaram a ter mais consciência de que não podem apenas esperar o risco chegar. Muitas delas já cogitavam contratar um seguro de vida e acabaram antecipando essa adesão. Houve um aumento de mais de 16% na contratação do produto Vida quando comparamos o segundo trimestre de 2020 com o de 2021. E o destaque vai para o seguro de Vida Individual, que registrou crescimento de mais de 20% em relação aos prêmios do segundo trimestre de 2020. E o interessante, Denise, é que analisando as propostas, a gente percebe que, entre os homens, a procura é maior na faixa etária entre 30 e 39 anos, enquanto entre as mulheres é de 20 a 29 anos, são pessoas bem jovens e que já tem essa consciência sobre a importância dessa proteção. Então, independentemente da idade, do sexo, tamanho da família ou de qualquer outro fator a proteção oferecida pelo seguro de vida é muito importante.

É uma garantia de conforto para o futuro, né? Realmente, muito relevante esses dados. Mas voltando aos mitos e verdades, temos mais uma frase aqui que é muito comum de se ouvir: é verdade ou mito que o seguro de vida não pode ser cancelado?

Mito! Até hoje muita gente acredita que esse tipo de serviço não pode ser cancelado. Em muitos casos, ele pode sim ser cancelado ou modificado. Em alguns casos, o segurado consegue, inclusive, receber uma parcela do dinheiro investido. Tudo vai depender do contrato. Por isso, reforço novamente: antes de fechar qualquer contrato com a empresa, o segurado deve estar atento ao contrato, verificando todas as possibilidades de resgate

E quanto à indenização? Esse é um medo que muita gente tem. É verdade que é difícil ser indenizado pelo seguro de vida?

Esse também é um mito, Denise. Muito pelo contrário. No geral, a indenização do seguro de vida é bem simples. Ao contrário do que muitos pensam, não é necessária a contratação de advogado ou qualquer outro profissional para agilizar os trâmites. O beneficiário ou o próprio Corretor podem acionar os contatos da empresa seguradora. Eles mesmos vão enviar os documentos necessários para prosseguir com o processo. De acordo com a Lei, após o encaminhamento dos materiais o prazo para o recebimento da indenização é de 30 dias. Para agilizar o pagamento, é necessário indicar os beneficiários do contrato.

Interessante você falar sobre essa indicação dos beneficiários no contrato, pois uma outra afirmação que ouvimos bastante é de que somente parentes de primeiro grau podem ser indenizados pelo seguro de vida. Vou encerrar o nosso bate papo com essa pergunta: Isso é verdade ou mais um mito?

Esse é mais um mito, Denise. Os beneficiários não precisam, necessariamente, ser de primeiro grau. Vai receber o valor contratado a pessoa indicada pelo cliente na apólice. Caso não haja uma indicação e o segurado tenha falecido, a seguradora deverá indenizar os seus herdeiros legais. Por mais que um seguro de vida conte com mais coberturas para serem utilizadas durante a vida do que em caso de falecimento, é importante que o cliente também considere que a cobertura de morte funciona como um amparo financeiro no caso de sua ausência, garantindo que familiares ou qualquer outro indicado na apólice tenham uma preocupação a menos em um momento tão delicado. O dinheiro pago pelo seguro ajuda a manter o padrão financeiro dos dependentes indicados na apólice até que o titular consiga se reequilibrar financeiramente para continuar arcando com as despesas do dia a dia. Vale ressaltar nesse encerramento que, para auxiliar o cliente na escolha das coberturas, recomendamos que ele entre em contato com um Corretor de seguros de sua confiança. Isso porque o Corretor pode prestar esclarecimentos e assessoria aos consumidores. Com um Corretor, a pessoa consegue se informar sobre todas as coberturas e assistências que este seguro oferece e esclarecer possíveis dúvidas.

Para ouvir o podcast, clique no link do Spotify, também disponível nas plataformas Deezer e Apple Podcasts.

GP compra Argo Brasil por US$ 30 milhões

A Argo Group International Holdings Ltd anunciou um acordo para vender sua operação brasileira, Argo Seguros Brasil, para a Spice Private Equity Ltd., empresa de investimentos focada em investimentos globais de private equity, a um preço de compra de R$ 160 milhões (cerca de US$ 30 milhões), sujeito aos termos do contrato de compra. O fechamento da transação está sujeito à aprovação regulatória e deverá ocorrer até o final de 2021. 

“O Grupo Argo lançou a Argo Brasil em 2011 com uma equipe local de executivos de seguros para construir uma nova marca de seguros no mercado de seguros brasileiro”, disse Andy Borst, Chefe Interino de Operações Internacionais. “Esta venda representa um marco importante no desenvolvimento da Argo Brasil e apóia a estratégia operacional do Grupo Argo de focar no risco de seguro especializado nos Estados Unidos.”

Para Rafael Fragnan, Chief Risk Officer da Argo Seguros, o acordo abre novas e excelentes perspectivas de crescimento para a seguradora. “Estamos muito entusiasmados com essa negociação porque enxergamos essa operação como mais um passo importante na nossa trajetória. A Spice PE possui um longo e bem-sucedido histórico de investimentos de longo prazo no Brasil e certamente esta transação proporcionará à companhia novas oportunidades de negócios num futuro próximo”.

O processo de venda está em andamento e nada mudará neste momento. Toda a operação da companhia segue normalmente, incluindo o atendimento e a comercialização de seguros. “Nossos clientes, corretores, assessorias, parceiros de negócios e fornecedores podem ficar tranquilos, pois o nosso relacionamento não será alterado”, completou Rafael.

Assim que as aprovações regulatórias forem recebidas, incluindo a da Superintendência de Seguros Privados (Susep), mais informações serão fornecidas.

Indenizações com Furacão Ida podem chegar a US$ 30 bilhões, segundo Swiss Re

A Swiss Re estimou sua carga de sinistros preliminares do furacão Ida em aproximadamente US$ 750 milhões. No nível da indústria, a Swiss Re estimou as perdas totais do mercado segurado na faixa de US$ 28-30 bilhões.

O furacão Ida, o segundo furacão mais intenso já registrado a atingir o estado norte-americano da Louisiana, também causou extensos danos por ventos e inundações nas partes do leste e do meio-Atlântico dos EUA. Depois de atingir a costa em 29 de agosto de 2021, o furacão de categoria 4 causou uma ampla falta de energia e graves danos à infraestrutura, especialmente na Louisiana, antes de desencadear enchentes e tempestades excepcionais nas regiões nordeste do país.

A Swiss Re também atualizou sua estimativa de perda para as enchentes de julho na Europa em aproximadamente US$ 520 milhões. O grupo estimou as perdas de mercado seguradas totais da indústria para este evento em aproximadamente US$ 12 bilhões.

As estimativas anteriores estão sujeitas a incertezas e podem precisar ser ajustadas posteriormente à medida que o processo de notificação e avaliação de sinistros continua.

Fábio Protasio deixa comando da AIG no Brasil e assume como CEO no México

Fabio Protasio Oliveira deixa o comando da AIG no Brasil depois de quatro anos no comando para ser o novo Country Manager e CEO da AIG México. O processo de seleção do novo CEO do Brasil está em andamento. Por enquanto, quem assume interinamente é Edson Souza, diretor de produtos. “Com décadas de experiência, Fabio está preparado para ajudar a expandir nossos negócios no país e continuar atendendo às necessidades de seguros de empresas e indivíduos mexicanos”, informou a AIG em postagem no LinkedIn.

Porto Seguro compra 74,6% da fintech Atar

Porto Seguro Atar

A Porto Seguro assinou um acordo para a aquisição de 74,6% da Atar, fintech que desenvolve soluções de Banking as a Service (BaaS) e infraestrutura bancária para empresas. O valor da transação não foi divulgado.

“A Atar passará a integrar o ecossistema Porto Seguro, reforçando a sua estratégia de aceleração da transformação para o mercado digital”, diz o comunicado. Segundo a companhia, a aquisição tem como objetivo “consolidar a participação da empresa no segmento de serviços financeiros, com a aquisição de uma instituição de pagamentos capaz de desenvolver soluções digitais de maneira ágil, eficiente e escalável, incluindo a conta digital”, destacou a companhia em comunicado à imprensa.

A Atar continuará como uma empresa independente e sua operação permanece em Santa Catarina, bem como alguns sócios continuam no negócio. A negociação já foi concluída e a Porto Seguro também irá aportar um valor adicional para o desenvolvimento de novos serviços e a ampliação da plataforma de soluções de pagamento da Atar.

Foto: divulgação Katia Benini, Rafael Trisotto, Orland Purim Junior e Mike Allan.

Liberty Seguros destaca a importância do seguro empresarial para pequenas e médias empresas

Mario Cavalcanti Liberty

Fonte: Liberty

Durante a pandemia da COVID-19, o país passou por diversas mudanças, tanto em setores da economia quanto em hábitos de consumo da sociedade. Um segmento que registrou crescimento exponencial no último ano foi o de PMEs, que somou mais de 600 mil empresas abertas em 2020. De acordo com o Sebrae, o número de novos empreendimentos registrados nos quatro primeiros meses de 2021 corresponde a 25% do total aberto no ano passado.

Dentro do montante de PMEs, alguns exemplos de negócios populares em 2020 foram comércio de vestuários e acessórios, fornecimento de alimentos para consumo domiciliar, trabalhos de alvenaria e cabeleireiro.

Um aspecto indispensável para a sustentabilidade dos negócios das PMEs é o seguro empresarial, que atualmente é oferecido em diversos formatos, com coberturas específicas para cada frente de atuação. Ter um seguro desse tipo é importante pois, geralmente, pequenas e médias empresas não contam com departamentos responsáveis por gestão de riscos ou reservas financeiras destinadas a possíveis incidentes. Com os seguros empresariais, os empreendedores podem ficar tranquilos em relação à solução de problemas com agilidade e segurança.

A Liberty Seguros oferece um portfólio completo de seguros para empresas como Liberty RC Fácil, Liberty Responsabilidade Civil, Liberty Prestação de Serviços, Liberty Auto Perfil, Caminhão e Liberty Comércio e Serviços. Cada produto tem uma proposta ampla de coberturas, como por exemplo orientação jurídica, danos causados a terceiros, além de proteção contra riscos específicos de cada ramo, como a cobertura de equipamentos de consultórios médicos e odontológicos, danos elétricos em restaurantes, responsabilidade civil para escolas – que pode se estender para a cobertura de passeios e viagens dos alunos -, serviços para home office, entre outras.

No Liberty Comércio e Serviços, a seguradora oferece um pacote de coberturas personalizadas para tipos variados de comércios, como buffets, cafeterias, escolas, escritórios, hotéis e pousadas, floriculturas, lavanderias, pet shops e muito mais. Para proprietários de floriculturas, por exemplo, o Liberty Floriculturas proporciona coberturas para despesas como danos na preparação de eventos, deterioração de flores por paralisação na câmara fria ou roubo de arranjos florais em trânsito.

Já para pequenos negócios em segmentos como alimentício, têxtil, hoteleiro, de telecomunicações, restaurantes e bares, a companhia oferece o Liberty Responsabilidade Civil, que cobre danos morais ou materiais causados a terceiros dentro das empresas ou local de prestação de serviços, entre outros.

No cenário atual de isolamento social, em que muitas pessoas passaram a trabalhar de suas casas, também há opções para os que lideram empresas no home office. Mesmo sem um estabelecimento físico que demande um seguro empresarial, clientes podem contratar um seguro residencial com coberturas diferenciadas voltadas para o trabalho remoto, como a perda de renda por incêndio na residência. 

“É extremamente importante oferecer soluções que atendam às necessidades das PMEs, pois é um segmento que conquista cada vez mais representatividade na economia brasileira”, afirma o diretor de massificados da Liberty Seguros, Mario Cavalcante. “Imprevistos acontecem nos empreendimentos e, nestes casos, ter um seguro empresarial como os que a Liberty oferece é o primeiro passo para que as PMEs se consolidem e possam ter tranquilidade para cuidar de pontos estratégicos do negócio”, completa o executivo.

Atenção do mercado segue na questão energética global e sinais do BC para a Selic, avalia CNseg

Pedro Simoes CNseg

A semana começa novamente com grande volatilidade nos mercados. O economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, comenta algumas das razões em sua análise do Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 4. “O dia foi bastante negativo nas bolsas da Ásia – com a suspensão da negociação das ações da chinesa Evergrande, cuja crise de endividamento sacudiu os mercados há duas semanas – que já enfrenta uma crise energética severa em sua maior economia, a China, com riscos de atingir também a Índia, segundo país mais populoso do mundo”. 

Outra razão relevante no radar do mercado financeiro é que a crise energética também afeta a Europa, às vésperas do inverno, quando aumenta a demanda por energia. “O mau-humor dos mercados, que se reflete na valorização do dólar em todo mundo – e também por aqui, mesmo que o Real já esteja mais desvalorizado em relação ao dólar do que seus pares – também é reflexo do temor de que a economia global enfrente um período de inflação mais alta, associada a um crescimento bem mais baixo que o esperado no pós-pandemia”, analisa Simões. 

Neste contexto de tanta incerteza, os analistas mantiveram estáveis suas projeções para o crescimento da economia brasileira neste ano e no próximo, após várias semanas de revisões negativas. A projeção para o crescimento do PIB em 2021 permaneceu em 5,04%, enquanto a projeção mediana para 2022 ficou em 1,57%. As projeções para o ano que vem apresentam grande dispersão, com analistas projetando crescimento próximo a 3%, enquanto outros projetam crescimento próximo a zero. “Vale destacar que essas projeções de crescimento abaixo de 1% para o ano que vem podem ser consideradas pessimistas, já que, com hipóteses razoáveis para o PIB no terceiro e quarto trimestres deste ano, um crescimento da ordem de 0,5% em 2022 representaria crescimento de praticamente 0% ao longo do período”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Nelson de Souza assume a presidência da Brasilcap

FOnte: BrasilCap

A Brasilcap tem um novo presidente, que chega ao cargo com grandes desafios. Nelson de Souza assumiu na sexta-feira (dia 1º) o comando da empresa de capitalização da BB Seguros. Com larga experiência no setor financeiro, Souza acumula passagens de destaque em instituições de peso, com resultados históricos. Foi presidente da Caixa Econômica Federal e também do Banco do Nordeste e do Banco Desenvolve SP. Ocupou ainda a presidência do Conselho de Administração do Banco de Brasília (2020) e do Banco Pan (2018-19).

Nelson de Souza tem como objetivo levar a Brasilcap à liderança do mercado de capitalização, sem abrir mão da rentabilidade. Com o marco regulatório de 2018, o segmento passou a ser cada vez mais versátil e dinâmico. Souza pretende aproveitar essa oportunidade para intensificar a atuação em outras modalidades de capitalização, além do modelo tradicional.

“O mercado vive um novo momento de grandes transformações. Além de estarmos alinhados com as melhores práticas, devemos ser protagonistas dessas transformações. A Brasilcap tem credibilidade e uma marca muito forte. Nosso objetivo é alcançar os melhores resultados da história. Por isso, vamos focar de forma contundente nos nossos clientes; é imperativo irmos além do balcão do BB. É hora de explorar ainda mais o mar aberto e conquistar novos mercados”, explica.

A nova gestão será focada em pessoas. Nelson de Souza vai trabalhar em sintonia com os mais de 200 colaboradores da Brasilcap para retomar a liderança de mercado. “Acredito no trabalho em equipes e na comunicação eficaz. Essa parceria é fundamental quando falamos em melhorar os indicadores de rentabilidade e de produtividade. O objetivo é engajar os colaboradores nesse desafio. Afinal, o nosso propósito é fazer a diferença na vida das pessoas e da sociedade”, ressalta.

A busca pela inovação é outro ponto focal da nova gestão. Segundo Nelson de Souza, o foco nos canais digitais de relacionamento e nas tecnologias disruptivas será intensificado. “Precisamos falar com o público jovem, que é altamente conectado e dialoga pelas redes sociais. Daí a importância de um modelo digital de negócios forte, capaz de aumentar o número de clientes e se relacionar cada vez melhor com cada um deles”, ressalta.

Perfil. Nascido em São Paulo, Nelson de Souza mudou-se ainda jovem para o Piauí, onde iniciou sua carreira profissional. O primeiro trabalho foi como jovem aprendiz no Banco do Brasil, em 1974, na cidade de Parnaíba. “Estou voltando à minha primeira casa”, celebra. Cinco anos depois, foi aprovado em concurso público na Caixa Econômica Federal, onde assumiu diversos cargos executivos até chegar à presidência do banco. 

Nelson é graduado em Psicologia e Letras, com MBA em Administração e Marketing pelo Instituto de Estudos Empresariais do Rio de Janeiro. A sua formação inclui também Consultoria Empresarial pela Universidade de Brasília (UnB).

Nos últimos anos, Nelson de Souza teve papel de destaque à frente de grandes instituições financeiras, com resultados expressivos no período, como CEO do Banco do Nordeste (2014) e também em sua gestão como presidente da Caixa Econômica Federal (2018). De 2019 a 2021, esteve no comando do Banco Desenvolve SP, que apresentou resultados recordes por três anos consecutivos.

São Paulo encerra ciclo de eventos do Fórum de Oportunidades

Fonte: Sincor-SP

Finalizando o ciclo do Fórum de Oportunidades – Papo com Presidentes, os corretores de seguros de São Paulo (Região 1) receberam o evento na quinta-feira (30/09). Além do talk show com presidentes das seguradoras, o evento traz uma feira de negócios interativa, com diversas atrações e novidades.

O VP e Regional SP Centro, Braz Fernandes recebeu os diretores Edmar Fornazzari (SP Oeste), José Rossatto (SP Leste), Márcio Silva (SP Sul) e Luis Alberto D’Almenery  (SP Norte) para a abertura do evento. “Agradecer aos corretores que estão participando, dedicando tempo para ouvir as oportunidades do setor”, destacou Braz.

Para Rossatto, o Fórum é de extrema importância para a categoria. “Tenho certeza que vamos ter um excelente evento com muita informação”. Representando Marco Antônio Cabral, Luis destacou o conteúdo: “estamos aqui para aprender e nos desenvolver”. Edmar complementou: “espero que vocês consigam aproveitar o conteúdo debatido entre os presidentes”. Já Márcio ressaltou a organização do Sincor-SP: “O Fórum foi preparado com dedicação e muito conteúdo para o corretor de seguros”. 

O 1º vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber, mediou o talk show com presidentes, que recebeu Alexandre Camillo (Sincor-SP), Ivan Gontijo (Bradesco Seguros), Luciano Snel (Icatu Seguros) e Roberto Santos (Porto Seguro). 

Sobre o seguro de vida, Luciano revelou que o setor já pagou R$ 4 bilhões em indenizações decorrentes da covid-19. “Nesse período, o brasileiro descobriu que a vida é frágil e começou a se interessar mais pelo seguro. Quebrou-se o tabu de falar sobre morte e isso traz à tona o papel social do seguro, como principal agente de estabilização econômica no País”.

O presidente da Bradesco Seguros concordou e acrescentou: “o seguro passou a ser um produto de desejo para a sociedade. As pessoas passaram a olhar o próximo de uma maneira diferenciada, e isso é o verdadeiro conceito do seguro, o mutualismo”. Gontijo ainda ressaltou o papel do corretor: “É preciso que o corretor se convença da sua importância e relevância para atender melhor o consumidor, através do seu conhecimento técnico e do seu relacionamento com as seguradoras”. 

Roberto Santos falou sobre a capacitação do corretor e o papel do digital para atender um novo perfil de consumidor. “A capacitação passa além do conhecimento técnico, tem que entender e saber utilizar as ferramentas disponíveis. Há alguns anos atrás, o digital era visto como uma ameaça para os corretores. E a pandemia comprovou que não. O corretor se adaptou às tecnologias para auxiliar a população”, completou. 

Camillo ressaltou o papel do Sincor-SP diante das transformações digitais impostas pela pandemia. “O Sincor-SP também estava preparado para o momento. Produzimos as revoluções e reformas necessárias, como a transformação das Regionais para uma infraestrutura digital, além das constantes orientações e qualificações aos corretores de seguros, por meio das nossas plataformas digitais e dos eventos, como o Fórum, por exemplo”, completou. 

Durante o evento, os corretores Eduardo Vidal Pileggi, Octavio Ferrucio Possedente e Fatima Regina de Souza Miguel foram premiados com um voucher da Brooksfield no valor de R$ 2.000, da Americanas no valor de R$ 2.000 e R$ 2.500, oferecidos pela Bradesco, Icatu e Porto Seguro, respectivamente. Já o Sincor-SP premiou Marisa Gomes Damasco Nascimento com um kit home office, composto por cadeira, webcam, fone de ouvido e ring light.