Conseguro 2021: Multiplicação das mídias é um dos desafios da comunicação

Conseguro 2021 Cnseg

Fonte: CNseg

“Em publicidade, a busca sempre foi transformar o consumidor em mídia, gratuita e crível, e isso não é uma novidade em função do ambiente online”, afirmou o publicitário Washington Olivetto ao abordar o tema “Os desafios da comunicação em uma sociedade em transformação”, painel que integra a 10ª edição da Conseguro, evento da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg.

Para o publicitário, “em comunicação, se não houver uma grande ideia, nada acontece”. E ressaltou: “A principal mudança é que antes havia um monólogo, mas com a digitalização, o diálogo prevalece; essa grande ideia tem a obrigação de ser grande e única em si, mas não basta ter o tema da mídia considerada prioritária. Ela deve ganhar as características de cada mídia, mesmo sendo a mesma ideia”.

Para abordar os desafios da comunicação em uma sociedade em transformação, a Conseguro – maior evento do mercado segurador nacional – reuniu Olivetto, a antropóloga Hilaine Yaccoub, especializada em antropologia do consumo, e o presidente da Comissão de Comunicação e Marketing da CNseg e diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira. A mediação do encontro foi realizada por Antônio Penteado Mendonça, sócio do Penteado Mendonça e Char Advocacia, também colunista do Estadão.

No painel, Washigton Olivetto destacou também: “A melhor publicidade é aquela que parece não ter autor. Velhinhas italianas conversando em janelas em uma vila em São Paulo formam uma rede social. Da mesma forma, era costume voltar de viagem e reunir os amigos para comer fondue e mostrar as fotos, o que hoje acontece no Instagram. A projeção de imagens continua, os sonhos e anseios não mudaram, mas a forma de comunicar ganhou novos contornos”.

Na avaliação de Olivetto, na pandemia, dois pontos foram diferenciais em termos de comunicação: entender a necessidade das pessoas e informar. “As empresas que melhor se comportaram foram aquelas que se preocuparam mais com informação do que vendas. Naquele momento, informar era mais importante que persuadir”, destacou.

Em sua participação no painel, Hilaine Yaccoub salientou: “O consumo é um fato social. Antes mesmo do nascimento e até a morte, o consumo está presente de forma prática, simbólica e emocional. E com a profusão das redes sociais, as comunidades digitais servem como canal de recomendações”.

De acordo com a antropóloga, “as pessoas olham para as marcas como se fossem pessoas, esperam posicionamentos, pedidos de desculpas se algo politicamente incorreto foi proferido, mesmo que não seja politicamente incorreto para boa parte da população”. 

Segundo Hilaine, existe também a busca sobre o serviço ser idôneo ou o produto entregar o que promete. “Um consumidor, com um celular na mão, consegue fazer, de forma simples, uma boa recomendação para outros consumidores nas redes”, afirmou. “Não adianta mais muito papo de vendedor. O storytelling, desde a jornada de compras também está mudando. Mas entendo que também não é esse caminho dos influenciadores virando garotos-propaganda”, explicou.

Na avaliação da antropóloga, na comunicação com o público é necessário levar em consideração, entre outros fatores, que “60% da população brasileira é ‘desbancarizada’, e que há um número expressivo de analfabetos funcionais”.

No evento, a abordagem do tema para o universo do seguro foi conduzida por Alexandre Nogueira, presidente da Comissão de Comunicação e Marketing da CNseg, ao contextualizar que o setor tem um desafio muito maior na comunicação, em função de sua amplitude de atuação. “É uma quantidade grande de segmentos que abrange, como seguro de vida, saúde, previdência e capitalização, e cada uma dessas modalidades tem as suas características e seus próprios desafios”, explicou.

Nogueira refletiu também que o seguro faz parte da vida das pessoas em diversos momentos. “Temos produtos e serviços para todo o espectro de atuação de vida das pessoas. A relação de consumo e a relação de proteção da cultura do seguro deve andar lado a lado”, observou.

O presidente da Comissão de Comunicação e Marketing da CNseg reforçou, ainda, que outro desafio é o desconhecimento, por parte da população, dos benefícios do seguro. Porém, segundo ele, o isolamento social ampliou a percepção de risco. “As pessoas refletiram sobre a proteção, estabilidade, continuidade e planejamento para o futuro”, salientou.

O mediador, Antonio Penteado Mendonça, considerou o debate estratégico. “O tema é extremamente relevante porque traz o que está acontecendo no mundo em termos de comunicação e a profunda mudança ao longo dos anos”, avaliou.

Conseguro 2021: Novas regras de liquidez e solvência

Conseguro 2021 CNseg

Fonte: CNseg

Neste ano, foi publicado um pacote normativo que traz novidades em relação ao nível de liquidez e apuração da solvência das empresas do setor de seguros, que são: a Resolução CNSP nº 412/2021, a Resolução CNSP nº 416/2021 e a Circular SUSEP Nº 634/21. O assunto foi tema do painel “Gestão do risco de liquidez e qualidade de cobertura do CMR”, da Conseguro 2021, da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. O coordenador de Regulação da Coordenação Geral de Regulação Prudencial da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Gabriel Caldas, afirmou que as mudanças têm o objetivo de estimular a competitividade, eliminando custos regulatórios desnecessários, para gerar redução dos preços e permitir maior incursão dos seguros na vida da população.

O tratamento dado para o risco de liquidez, em sua versão anterior, buscava criar um colchão de ativos líquidos, adicional às provisões técnicas, de forma a minimizar a possibilidade de que as empresas não tivessem ativos financeiros elegíveis para cobrirem suas provisões técnicas. “Ocorre que, para isso, há os ativos garantidores, que são um rol de ativos financeiros, e nós criamos um buffer de liquidez, cuja base de cálculo é o capital de risco, sendo que 20% desse capital teria que ser coberto com ativos líquidos dentro do rol dos ativos garantidores”, destacou.

 Com essa revogação do buffer de liquidez, a gestão do risco passa para uma esfera não quantitativa, mas qualificativa, saindo do Pilar 1 para o Pilar 2 de Solvência II. “A política de gestão de risco terá estratégias e diretrizes para a empresa gerir o seu risco de liquidez, de acordo com a avaliação dela mesma da sua capacidade e pagamento, em condições normais ou estressadas”, explicou Caldas.

Essa mudança de paradigma, do quantitativo para o qualitativo, apresentada pela Resolução CNSP nº 416/21, que define o que é o risco de liquidez e determina que sejam previstas nas políticas das empresas a mitigação do efeito de oscilações, como o aumento nas solicitações de cancelamentos, resgate e portabilidade, aumento de sinistralidade e oscilações no fluxo de caixa. “As empresas terão que olhar para si e estabelecer o seu buffer de liquidez, se ele é necessário ou não. Isso incentivará uma política de gestão de risco e gestão de liquidez mais efetivas, e a melhoria do mercado nesse aspecto” defendeu Caldas.

Outra mudança foi a criação de um plano de insuficiência de cobertura. “Havendo uma insuficiência de cobertura por ativos garantidores de até 30%, a SUSEP estabelece um plano de recuperação e, se julgar necessário, uma fiscalização especial. Se isso se agravar com mais de 30% de insuficiência, a empresa está sujeita à direção fiscal e também à continuidade do plano de recuperação, afirmou.

NA PRÁTICA

Para Laurindo Lourenço dos Anjos, presidente da Comissão de Gestão de Risco da CNseg e Gestor de Riscos da Caixa Residencial, a Resolução CNSP nº 416/21, por si só, traz alguns desafios, mas, para as empresas que têm uma gestão eficiente, o novo normativo possibilita diferenciais competitivos.

“A mudança de Pilar 1 para o Pilar 2, do quantitativo para o qualitativo, já traz alguns desafios, mas acredito que todo o mercado a recebeu com bastante entusiasmo, pois isso tira aquelas amarras que potencialmente existiriam ao ter o buffer de liquidez de 20% como única regra possível. Permitiu às empresas que fazem uma gestão bastante segura, com profundidade, serem mais livres para buscarem rentabilidades maiores e, portanto, obterem melhores resultados e diferenciais competitivos]”, declarou ele.

Diretor de Planejamento e Controle da BrasilPrev, Nelson Katz, falou sobre a emissão de dívida subordinada por parte da companhia, iniciada neste ano e prevista pela Resolução CNSP 391/2020. “Basicamente, nós tivemos dois objetivos: diversificar a fonte de capital e o seu custo, pois nós sabíamos que o custo da dívida subordinada seria menor do que o custo de capital próprio que nós temos. Também identificamos que temos uma oportunidade para continuar a ampliar a emissão de dívida subordinada por parte do mercado segurador, o que é atrativo para o mercado de investimentos no Brasil”, afirmou, acrescentando que para a BrasilPrev, a demanda do mercado institucional foi superior à oferta coloca no mercado.

Marcos Spiguel, presidente da Comissão Atuarial da CNseg e Diretor Atuarial da Prudential do Brasil, que fez a moderação do painel, ressaltou que há alguns anos, a margem de solvência era o maior entre 20% do total de prêmios emitidos dos últimos doze meses, ou 33% a média anual do total dos sinistros retidos dos últimos trinta e seis meses. A regra possuía capacidade limitada para refletir o risco suportado nas operações. “Era bem simples e, desde então, a gente vem avançando tanto em normativos de capitais, na categorização de riscos, começamos a falar de patrimônio líquido ajustado e agora estamos discutindo melhores práticas de gestão de risco de liquidez. Sem dúvida nenhuma, é uma constante evolução, a gente sempre percebe que tem algo para ajustar, mas quando olhamos para tudo o que foi feito nesse trabalho, sabemos que o mercado avançou bastante junto à regulação”, avaliou.

Conseguro 2021: Assimetrias entre seguradoras e associações precisam ser resolvidas

Conseguro 2021 Cnseg

Fonte: CNseg

“As associações de proteção veicular são um fenômeno que está se espalhando por todo o território nacional e que já se contam às centenas”, afirmou o consultor jurídico da Presidência da Confederação Nacional das Seguradoras, Luiz Tavares, que foi mediador do painel “Seguro auto X Proteção veicular”, realizado no segundo dia da Conseguro 2021. Para ele, esse fenômeno é um retrocesso, visto que um modelo de negócio semelhante, as entidades de mutualidades (como as “associações” eram denominadas na época), já havia tentado prosperar no passado, mas não foi adiante, em função dos mesmos problemas das atuais associações de proteção veicular: obrigações assumidas por pessoas físicas no lugar da transferência de riscos para sociedades estruturadas, falta de regras técnicas para amparo das garantias prometidas e de previsão de responsabilidade dos administradores. 

O professor de Direito do Consumidor, Ricardo Morishita, explicou que, diferentemente dos seguros, as associações têm três grandes características: haver solidariedade entre o grupo, não possuírem fins lucrativos e serem regulamentadas em lei. Entretanto, pontuou Morishita, as associações de proteção veicular possuem fins lucrativos e fazem venda massificada, não podendo, portanto, ser classificadas como associações, assim como também não são seguros. Não surpreende, então, que, contra essas associações, como informou o professor, já existam 356 ações civis públicas, além de entendimentos do STJ e de vários TRF de que a atuação dessas associações no mercado de seguros seja irregular. 

Mas os problemas das associações de proteção veicular não se limitam apenas à ilegalidade. Envolvem, também, graves prejuízos que podem trazer aos consumidores, muitas vezes,  seduzidos pelos preços apresentados. O risco é não receberem as indenizações em caso de sinistro.  

O coordenador geral da Coordenação Geral de Supervisão de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo Roberto Miller Fernandes Vianna, informou que a entidade está atenta ao problema, já tendo entrado com diversas ações civis públicas contra essas associações. Segundo ele, grande parte do crescimento das associações de proteção veicular se deve a dificuldades das seguradoras em atender a uma boa parcela dos proprietários de automóveis, gerada por regras e normas muito engessadas. Essa foi, inclusive, a razão pela qual a Susep publicou a Circular 639, flexibilizando a regulação e, assim, permitindo que as seguradoras possam se tornar mais competitivas na disputa pelos consumidores que buscam essas associações. 

O deputado Federal e presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Lucas Vergílio, por sua vez, defendeu que, no combate às associações, a Susep fortaleça o papel dos corretores. Ele também afirmou que essas associações se utilizam do livre associativismo para legitimar sua ação, mas isso não as autoriza a entrar em um mercado regulado sem seguir as suas normas. Em função disso, informou, o PLP 518/2018, de sua autoria, que tramita na Câmara dos Deputados, estabelece regras para a atuação das associações, protegendo, assim, os consumidores.  

A diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Lilian Brandão, disse que a principal preocupação do órgão é com o direito à informação, que está diretamente relacionado à liberdade de escolha. Informação que precisa ser sempre correta, acessível e satisfatória, diferentemente do que acontece em relação às associações de proteção veicular, que atraem clientes com pouco entendimento a respeito de seu funcionamento. 

O presidente da Comissão de Automóvel da FenSeg e diretor da Zurich Brasil Seguros, Walter Eduardo Pereira, destacou que a flexibilização das normas para o seguro de automóveis realizada pela Susep ajudará as seguradoras a criarem novos produtos, que terão potencial de concorrer com os das associações. Ele também destacou o importante papel dos corretores de seguro no esclarecimento dos consumidores sobre as características dos produtos que estão sendo adquiridos, algo que não ocorre nas associações. Por fim, ele disse que o mercado segurador não teme a concorrência, mas ela deve ocorrer com as mesmas regras para todos.  

Por sua vez, a gerente geral do Procon Pernambuco, Danyelle Sena, informou que chegam muitos casos, aos órgãos de defesa dos consumidores, de clientes de associações de proteção veicular que não receberam suas indenizações, conforme o prometido. Segundo ela, isso é particularmente delicado nesses tempos de pandemia, onde a renda das pessoas foi reduzida e o impacto financeiro de um problema desses torna-se ainda maior. Entretanto, à semelhança dos colegas de painel, Danyelle não defende a extinção dessas associações, mas a devida regulação da atividade para que haja um aumento da proteção do consumidor.  

Icatu realiza última etapa da campanha Rota das Vendas de 2021

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Fonte: Icatu

A Icatu vai premiar os corretores que baterem metas nas vendas de Seguros de Vida e coberturas de Risco de Previdência, na 4ª e última edição do ano da campanha Rota das Vendas. Nesta edição, que entrou em vigor no dia 1º de setembro, e segue até o dia 31 de dezembro, quem superar seus próprios resultados poderá conquistar diversos prêmios. Com destaque para os melhores do ranking, novidade desta edição, que poderão resgatar prêmios extras como Moto Scooter Elétrica, Iphone 12, Bicicleta Elétrica Motorizada, entre outros.

Durante a campanha, quanto mais o corretor vender, mais ele acumulará pontos para resgatar prêmios, que poderão ser escolhidos na Plataforma de Campanhas, até o dia 31 de março de 2022. Poderão participar os corretores parceiros da Icatu que comercializarem os produtos individuais de Seguro de Vida (Essencial, Equilíbrio e Horizonte) e coberturas de Risco de Previdência durante o prazo de vigência regular.

A meta da campanha está dividida em faixas de atingimento, onde o corretor pode alcançar pontos, de acordo com a faixa de produção. Ao longo da campanha, para cada faixa de produção atingida, o participante acumula os pontos correspondentes. “Os corretores são essenciais para o nosso negócio e sabemos a importância de incentivar e valorizar constantemente nossos parceiros. Com os corretores, construímos relações duradouras, de mútua cooperação”, afirma o vice-presidente corporativo da companhia, Alexandre Vilardi. 

Como novidade para esta edição, haverá a premiação extra, que consiste em um ranking nacional dos cinco corretores com maior pontuação, de acordo com os critérios de elegibilidade. Eles poderão resgatar os prêmios sugeridos na Plataforma de Campanhas.

Para saber mais sobre a campanha Rota das Vendas, acesse: www.icatuseguros.com.br/casadocorretor/

BMS Re lança operação no Brasil tendo como CEO José Leão

José Leão, CEO of BMS Re

A BMS Re, corretora especializada de resseguros, anuncia a constituição da BMS Brasil Corretora de Resseguros Ltda (“BMS Re Brasil”), com sede em São Paulo. A confirmação da licença da BMS Re Brasil foi publicada no Diário Oficial da União em 27 de setembro.

José Leão, CEO da BMS Re no Brasil, e Judi Newsam, presidente, conduzirão a nova operação reportando ao Aidan Pope, CEO e Presidente Executivo da BMS América Latina e Caribe, baseado em Miami. A BMS Re Brasil atuará em serviços de resseguro facultativo bem como contratos automáticos, com suporte direto dos escritórios do Grupo em Miami, Londres e demais.

Newsam possui experiência no mercado de resseguro da América Latina, tendo sido anteriormente presidente e CEO da Guy Carpenter no Brasil, onde liderou a operação dos dois escritórios da empresa, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Previamente, trabalhou para a Benfield no Brasil como chefe de escritório. Judi iniciou sua carreira trabalhando no mercado londrino.

Leão tem atuado no setor de resseguros por mais de uma década e ingressa na BMS Re após sua função mais recente como vice-presidente da Guy Carpenter Brasil. Antes disso, ele trabalhou como subscritor no IRB Re. Leão tem trabalhado no apoio ao desenvolvimento do mercado local por meio do uso de sua experiência global e capacitação técnica.

“Estabelecer uma nova operação no Brasil é um grande passo para a BMS e BMS Re. É um elemento-chave na nossa estratégia de crescimento na região da América Latina, perfeitamente alinhada com o modelo “hub and spoke” adotado pela BMS para crescimento internacional. Nossa iniciativa tem tido uma resposta positiva das companhias brasileiras, que buscam uma alternativa forte e independente aos corretores atuais. Tenho plena convicção de que nossa nova equipe no Brasil, apoiada pelos colegas de Miami e Londres, continuará crescendo cada vez mais. Temos um plano de contratação que será implementado progressivamente neste ano e durante 2022”, comentou Nick Cook, CEO da BMS, em comunicado.

“Judi e eu estamos muito satisfeitos por abrir novos caminhos para a BMS Re em um dos maiores mercados de seguro e resseguro da América Latina. A BMS Re tem uma excelente reputação por suas capacidades analíticas e atuariais e estamos entusiasmados em trazer essas habilidades para o mercado brasileiro. Apresentaremos aos nossos parceiros, as qualidades que fizeram da BMS Re uma das corretoras de resseguros com crescimento mais rápido do mundo, uma combinação de agilidade, capacitação técnica, e excelentes valores culturais, para o benefício de nossos clientes no Brasil”, acrescentou Leão.

AXA no Brasil oferece trilha exclusiva sobre Marketing Digital para corretores

AXA Seguros

Fonte: AXA

A seguradora AXA no Brasil finalizou hoje uma trilha de conteúdos sobre Marketing Digital ministrada por Edney Souza, conhecido como Interney, que ofereceu a corretores parceiros dicas e aprendizados sobre como estabelecer uma presença digital forte e, ainda, como utilizar a jornada do funil de vendas para atrair e fidelizar clientes. A ação é parte dos benefícios do Clube de Experiências AXA, programa de relacionamento da companhia, e inaugura o calendário de atividades para comemoração do Mês do Corretor.

“Nosso objetivo é, cada vez mais, oferecer conteúdos que vão além dos seguros e dos produtos, contribuindo para o desenvolvimento profissional do corretor e para o crescimento dos seus negócios. A escolha do Edney para estes encontros foi, justamente, porque a aplicação do marketing digital e a presença ativa nas redes sociais tem sido uma das principais demandas do mercado, e o corretor pode explorar muitas possibilidades e ferramentas” comenta Danielle Titton Fagaraz, Superintendente de Marketing e Estratégico e Planejamento Comercial P&C da AXA no Brasil. A executiva conta ainda que os participantes do evento serão os primeiros a receber, com exclusividade, um E-book sobre Jornada Digital para Corretores, que, em outubro, também será disponibilizado para todos os demais interessados.

Durante a trilha, os convidados puderam aprimorar a aplicação do marketing digital no dia a dia dos negócios, sempre com uma cultura de Foco no Cliente, analisando conceitos como Proposta de Valor, Storytelling (técnica de contar histórias atrativas), a importância das etapas de Conversão e Retenção e, ainda, o conceito de Experiência do Cliente.

PASI cria nova área de Ativação de Clientes e anuncia novo gerente comercial

Mateus Ribeiro - Gerente Comercial do PASI

Fonte: PASI

O Seguro PASI criou a área de Ativação de Clientes com o intuito de agregar os trabalhos desenvolvidos pelo departamento comercial da companhia e também atender necessidades específicas de Corretores parceiros. A área faz parte das ações inovadoras que o seguro vem desenvolvendo a partir das novas demandas do mercado, que tem como foco a melhoria dos processos, experiência do cliente e dos corretores.

“A Área de Ativação de Clientes será responsável pelo suporte, consultoria e acompanhamento de novos negócios específicos e resgate de clientes junto aos corretores parceiros. Sua atuação está voltada diretamente para prospecção direcionada pelas entidades parceiras, negociações estratégicas e suporte comercial para corretores nos fechamentos de novos clientes que estiverem dentro do escopo de atuação da área”, afirma  Mateus Ribeiro, novo gerente comercial do PASI. A nova área terá diversas frentes de atuação, cujo foco é levar ao cliente a mensagem e o propósito da empresa de forma mais personalizada, evidenciando seus diferenciais e exclusividades. “Dentre os trabalhos realizados, está a identificação e mapeamento dos corretores ligados às empresas que eventualmente buscam o PASI através dos canais de atendimento ou dos leads captados através dos canais digitais” ressalta Mateus. 

Além disso, a área contará com o apoio de outras equipes, a depender das estratégias e atuações. Os departamentos de SIP – Suporte Integrado PASI, Relações Institucionais e Marketing, por exemplo, deverão ser grandes parceiros da área, a fim de definir estratégias de atuação para fomento e maior alcance das empresas vinculadas aos parceiros do PASI e diversos segmentos de atuação. Além da equipe interna, a área também contará com o trabalho integrado junto aos Corretores e Entidades Parceiras do PASI.

 Novo Gerente Comercial

O PASI também anunciou Mateus Ribeiro, profissional que já possui 10 anos de carreira na empresa, como novo Gerente Comercial. Mateus já atuou no SIP e traz consigo toda essa experiência de relacionamento e atendimento para sua nova gestão. Ele é graduado em administração de empresas e iniciou no mercado de trabalho através do PASI, passando por diversas áreas da Companhia. 

O executivo contou que é um privilégio  fazer parte do time há tantos anos e acompanhar de perto essa transformação da empresa. “Após quase dois anos de muitos desafios e muita dedicação na área comercial, receber essa notícia foi extremamente gratificante. Me sinto muito honrado por ter a oportunidade de crescer e participar cada vez mais ativamente do crescimento do PASI. Uma empresa que realmente valoriza o colaborador e nos proporciona muitas oportunidades de crescimento”, pontuou.

Os Corretores poderão contar com todo o apoio do novo Gerente. Ele frisou que irá auxiliar os corretores nas negociações e buscará sempre a melhor solução através dos produtos PASI. “Darei todo apoio e suporte necessário aos corretores, para que possam construir carteiras perenes e sustentáveis junto ao PASI, desenvolvendo cada vez mais o time interno para ampliar ainda mais essa tão importante rede de suporte”, finalizou o novo gerente.

Zul+, insurtech 180° e Tokio Marine se unem para lançar seguro intermitente

O Zul+, app que viabiliza pagamento e compra de créditos de estacionamento rotativo e de diversos outros serviços automotivos, em parceria com a insurtech 180° Seguros lançam o seguro com cobertura intermitente, segundo release divulgado. Com contratação 100% digital e para uso imediato, o Seguro Zul+ é garantido pela Tokio Marine Seguradora e inclui cobertura de roubo ou furto de itens como smartphones, carteira, óculos e cosméticos, por exemplo, ao custo de R﹩ 0,49 por hora, garantindo indenização máxima de R﹩1 mil.

Disponível, primeiramente, para o público de Curitiba, o Seguro Zul+ é ativado somente no período em que o carro estiver estacionado na área do EstaR (Estacionamento Regulamentado) protegendo, imediatamente, os pertences deixados no veículo. “Conseguimos enxergar uma oportunidade e um formato inexplorado que tinha tudo a ver com o que o Zul gostaria de ofertar para seus clientes. A partir daí, desenvolvemos esse seguro intermitente que, na prática, pode ser ‘ligado e desligado’ pelo usuário, sendo cobrado e validado apenas quando o carro estiver precisando, de fato, de proteção”, explica o CEO e sócio fundador da 180° Seguros, Mauro Levi D’Ancona. 

O que pensa o Sonho Seguro: o valor de indenização máxima é baixo se considerado o custo de um smartphone ou de um óculos de grau. Ainda mais se for multifocal. Se o carro esta em um estacionamento, este é responsável pelo roubo/furto ocorrido. As empresas poderiam melhorar este produto para que ele realmente atenda a expectativa do consumidor.

Parceria com a Órama Investimentos amplia as pontuações no PRA Super Campeões

PRA SulAmerica Barcelona

Fonte: SulAmérica

Em parceria com a Órama Investimentos, a SulAmérica trouxe novas formas para aumentar a pontuação e o crescimento dos corretores participantes do PRA Super Campeões. Serão somados 10 pontos ao corretor que indicar a plataforma para abertura de novas contas na Órama, e mais três pontos a cada R$1.000,00 aplicados nela. Além disso, se o corretor tiver feito o treinamento de consultores IndicaSAS, receberá mais 50 pontos. 

A Órama foi uma das empresas pioneiras a oferecer investimento digital no Brasil e foi premiada pela Amazon Web Services como uma das empresas mais inovadoras em serviços financeiros. Na área financeira, a SulAmérica detém 25% da Órama, plataforma digital de investimentos.  

O PRA Super Campeões tem vigência do primeiro ao último dia útil de 2021 e terá duas rodadas. A etapa intermediária irá considerar a pontuação de janeiro até o último dia útil de setembro e sorteará carros 0 km entre os melhores colocados de cada região. Já a rodada final soma os resultados de todo o ano e premia os corretores que obtiveram as melhores pontuações com a viagem para Barcelona. 

Pra Super Campões 2021 – Uma das principais novidades da edição deste ano é o aumento no número de premiações: de seis para 11 carros 0km, e de 52 para 87 premiados na viagem internacional. Os corretores irão competir de acordo com porte e região do país. O PRA Super Campeões 2021 traz, ainda, uma nova premiação para reconhecimento das assessorias de seguros, com direito a cinco vagas na viagem internacional. 

O regulamento completo da campanha, com todos os detalhes sobre elegibilidade, pontuação e prêmios, já está disponível no site: portal.sulamericaseguros.com.br/pracorretor/  

Conseguro 2021: Seguradoras têm potencial estratégico na certificação de riscos ASG

conseguro 2021

Fonte: CNseg

Há uma oportunidade se abrindo para o setor se seguros na transição para uma economia de baixo carbono, afirmou nesta tarde o economista e ecologista Sergio Besserman, coordenador Estratégico do Climate Reality Project no Brasil e curador de Clima e Sustentabilidade do Museu do Amanhã. Besserman foi um dos palestrantes do painel “Integrações das questões ASG nas operações do setor de seguros”, da Conseguro 2021, evento da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg para todo o setor de seguros.

“O conhecimento para o seu próprio negócio torna as seguradoras stakeholders estratégicos para todo o processo. Empresas certificadas pelas seguradoras sobre riscos climáticos podem ter diferenciais na hora de fazer um IPO, por exemplo”. Besserman destacou ainda que, se para outros países a atenção às questões ASG representam custos, para o Brasil, significa oportunidade. “O Brasil é o único país do mundo que, caso a economia global vá realmente para o baixo carbono, ganhará inserção e competitividade”, avaliou.

Para Fátima Lima, presidente da Comissão de Integração ASG–CIASG e diretora de Sustentabilidade da MAPFRE, o setor precisa estar preparado para entender que as questões socioambientais e corporativas podem ser vistas como riscos, mas também devem ser consideradas oportunidades de negócio e diferencial competitivo.

“Nosso dever de casa é entender como essas questões podem ser integradas nos processos de análises e subscrição de risco, regulação de sinistros e salvados e na inovação para criar oportunidades ASG”. Fatima comentou ainda um estudo sobre o tema. “No final de 2020, o Loyds of London publicou o primeiro relatório ASG, no sentido de restringir a cobertura de seguros para setores com ASG crítico. Essas questões fazem parte do posicionamento já adotado por grandes empresas de seguros no âmbito global”. 

O diretor da SUSEP, Vinicius Brandi, disse que o regulador tem papel essencial nesse processo. “Temos um arcabouço mais geral que define as diretrizes e os princípios para os sistemas de controles internos e estruturas de gestão de riscos das empresas. A ideia é que a regulamentação acabe se comunicando com essas regras gerais”, afirmou.

Brandi acrescentou que a SUSEP tem tentado eliminar regras para se aproximar da realidade das empresas. “Optamos por regras proporcionais, fugindo da armadilha do ‘one size fits all’. Sabemos que o mercado tem várias iniciativas. O papel do regulador é identificar as melhores práticas e nivelar a atuação do setor e encaixar a sustentabilidade na estrutura macro de governança”, explicou.

Na avaliação de Samya Paiva – Membro da Comissão de Gestão de Risco da CNseg e Diretora de Risk Management da Zurich Brasil Seguros, é esperado das empresas posicionamento e medições dos riscos climáticos no portfolio. “As questões ASG estão presentes na cadeia como um todo. Como está o meu cliente? E o meu parceiro de negócios? A empresa não pode olhar os impactos climáticos no seu balanço, sem se preocupar com o do cliente ou do parceiro. Por isso, o setor financeiro tem um papel estratégico e precisa se posicionar de forma clara, para poder cobrar metas, métricas claras, reportadas de maneira consistente”.

Samya avalia que um fator-chave para o setor desenvolver boas práticas de sucesso é a colaboração entre as seguradoras e, internamente, entre as diversas seções de uma empresa. “É necessária uma excelente governança entre as várias áreas que participam do processo de sustentabilidade. Seja a área de varejo, comercial, operações, finanças, risco, responsabilidade social-corporativa, eventualmente o RH. Este assunto é estratégico do board”. 

 Relatório de Sustentabilidade

A moderadora do painel, Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da CNseg, destacou que o mercado segurador brasileiro é apontado como uma liderança em sustentabilidade. “O Brasil é o País com o maior número de signatários nos princípios para sustentabilidade em seguros – o PSI – constituído pela ONU para ser uma referência mundial ao mercado segurador”.   Solange citou ainda alguns dados sobre as práticas ASG no setor:

• 65% das empresas já treinam seus analistas e gestores em ASG;

• 45% oferecem treinamentos periódicos sobre o tema para suas lideranças;

• 20% incluem na meta de desempenho da alta liderança questões ASG;

• 85% consideram essas questões na homologação e contratação de fornecedores e prestadores de serviços. 

Solange encerrou o painel anunciando que o Relatório de Sustentabilidade 2020, da CNseg, editado anualmente, reunindo indicadores e métricas do setor, estava sendo lançado no evento. 

Para assistir ao painel na íntegra, clicar em https://www.youtube.com/watch?v=HW_CQipIt74