COP26: Zurich lança documento com ações para frear os impactos das mudanças climáticas

Fonte: Zurich

A Zurich lança mundialmente o relatório “Podemos juntos limitar o aquecimento global a 1,5°C?”, documento que traz o contexto atual dos temas sociais, ambientais e econômicos relacionados às mudanças climáticas, com sugestões e direcionamentos de como podemos frear os impactos dessas transformações em nosso planeta. O paper ajuda a esclarecer os compromissos dos governos no Acordo de Paris, em 2015, e destaca que o homem é o responsável pelos danos à natureza por conta de velhas práticas.

Um dos destaques do documento é o Scorecard de Mudanças Climáticas da Zurich que, por meio de 12 métricas climáticas, aponta como estamos evoluindo para reduzir o aquecimento global a menos de 2° C – o que evitaria que o mundo chegasse num ponto sem retorno no qual não haverá mais como evitar uma situação catastrófica. 

Segundo Lucía Sarraceno, superintendente responsável por Sustentabilidade na Zurich no Brasil (foto), o papel principal do relatório é mostrar o que podemos fazer para limitar o aquecimento global a 1,5°– e principalmente, reforçar que isso é possível.

“O paper apresenta soluções para governos, empresas e instituições diminuírem os riscos das mudanças climáticas, com investimentos em novas tecnologias de energias renováveis, redução/eliminação do consumo de combustíveis fósseis e inovações para a captura de carbono”, pontua a executiva. “E alerta que, para que tudo isso seja feito em tempo hábil, serão necessários investimentos anuais de US$ 6,9 trilhões até 2030. Faz, portanto, um balanço da situação entre a COP21, há cinco anos, e a COP26, que acontece em Glasglow, na Escócia, em novembro”, complementa.

Intimamente comprometida com a causa, em 2019, a Zurich aderiu à Net-Zero Asset Owner Alliance e vem fazendo investimentos globais de impacto que deveriam totalizar US$ 5 bilhões até 2022 – a companhia superou esse valor em 2020, quando registrou US$ 5,8 bilhões em investimentos de impacto, com ações que incluem investimentos em green bonds e em infraestrutura limpa, como parques eólicos e solares. A empresa também foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais – que é um ponto central que o paper discute.

Junto com o relatório, a companhia anunciou novas medidas globais com relação à sustentabilidade, com o objetivo principal de reduzir as emissões de carbono em até 70% até 2029 – serão 40 mil toneladas de emissões de CO2 a menos por ano. Diminuição das viagens aéreas em 70% em relação aos níveis pré-pandemia, adoção de uma frota de carros elétrica ou híbrida até 2025 e a estruturação de uma comunicação 100% digital com os clientes no mesmo prazo são exemplos dessas ações.

Alinhada aos compromissos globais da seguradora, a Zurich no Brasil vem incorporando as questões sustentáveis em diversos produtos, serviços e projetos, bem como na sua estratégia de alocação de recursos nos chamados títulos verdes. Essas ações envolvem todos os públicos com os quais a seguradora se relaciona: funcionários, clientes, parceiros de negócios e comunidades apoiadas pela empresa. Entre as iniciativas, estão:

Green Bonds – A alocação destinada em “títulos verdes” atingiu um montante próximo à meta estabelecida pela Zurich para 2022, que é de R$ 170 milhões. Atualmente, a companhia soma R$ 150 milhões em Green Bonds, que correspondem a 5% do total de ativos da seguradora.

Zurich4Power – Trata-se da cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Ou seja, o projeto, que foi lançado no começo de 2021, está relacionado à geração de energia renovável e tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade.

Seguro para veículos elétricos e híbridos – Lançado em 2019, além de coberturas tradicionais relacionadas aos casos de colisão, roubo e incêndio, o produto conta com diferenciais, como assistência 24 horas com atendimento concierge, rede de oficinas especializadas e cobertura para os cabos de carregamento em caso de furto/roubo. A iniciativa reflete a aposta da companhia na mudança inevitável pela qual a sociedade está passando e que também é tema do relatório lançado pela Zurich.

Descarte responsável de celulares – Com o objetivo de reduzir ao máximo a emissão de CO2 na operação de sinistros da Zurich de forma certificada, o processo de descarte responsável de celulares e informática visa a reciclar os resíduos da operação de reparo desses equipamentos, tais como peças danificadas, acessórios e baterias – que são altamente danosos ao meio ambiente. Os resíduos passam por um processo inicial de separação de materiais em: plástico, vidro, metais e placas eletrônicas, descaracterização e decomposição em partes menores que são destinados às indústrias específicas para reciclagem. Em 2021, já foi processado 576,22 Kg de resíduos – ou seja, mais de 1/2 tonelada – coletados em urnas para descarte sustentável de celulares, informática, pilhas e baterias espalhadas por todo o território nacional.

Certificação Selo Verde e pagamento 100% digital às oficinas mecânicas – Para esses parceiros, a seguradora criou, no primeiro semestre de 2021, uma certificação para que elas melhorem sua eficiência ambiental e de gestão e, assim, recebam a Certificação Selo Verde – a primeira do gênero no mercado segurador brasileiro, desenvolvida em conjunto com o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA). A expectativa é que, até 2023, 90% da rede credenciada da Zurich no país (305 estabelecimentos) seja contemplada com a certificação. Desde o lançamento, seis oficinas foram contempladas com o selo e 21 estão em processo de avaliação. Além disso, o processo de pagamento a esses parceiros não envolve papel, portanto, tem zero emissão de carbono.

Recolhimento de salvados e descarte de entulhos – Desde 2017, a Zurich aprimorou o serviço de retirada dos chamados salvados de danos elétricos no seguro residencial, que são mercadorias e bens avariados, resgatados dos sinistros da seguradora, dando um direcionamento ambientalmente correto para estes materiais. Até de agosto de 2021, foram recolhidas 18 toneladas de equipamentos, como geladeiras, TVs, micro-ondas, impressoras, computadores, máquinas de lavar, entre outros. Em todo o ano anterior, foram mais de 20 toneladas.

Consultoria ambiental – A empresa disponibiliza aos seus clientes do seguro residencial uma consultoria ambiental especializada, com profissionais que os ajudam com ações de consumo consciente de água, energia elétrica, reciclagem de lixo, entre outras. Além disso, a companhia também oferece consultores para auxiliar os segurados na realização de projetos sustentáveis e inteligentes para reaproveitamento de água da chuva e uso de energia solar, entre outros objetivos. Entre janeiro e agosto de 2021, 89 clientes foram atendidos por esse serviço de consultoria.

Vistoria digital no seguro patrimonial – Todo o processo de vistoria dos seguros patrimoniais (residências e empresas) é digital, por conta de uma plataforma eletrônica desenvolvida especialmente para isso. Por meio dela, assim que comunica a ocorrência, o segurado recebe um SMS com um link. Após acessá-lo, basta que ele envie fotos e documentos pela internet, conforme as instruções automáticas. Se estiver tudo OK, a liberação pode ocorrer até no mesmo dia.

Projeto Origens® – No final de 2020, a Zurich no Brasil e a e Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) estabeleceram um apoio ao projeto Origens Brasil®, rede de articulação multissetorial concebido pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e pelo Instituto Socioambiental (ISA), que viabiliza negócios sustentáveis na Floresta Amazônica. Durante três anos, a Zurich ajudará o Origens Brasil® a criar condições de mudar para melhor a forma como 3 mil produtores fazem negócios com mais de 30 empresas de maneira cada vez mais ética e transparente. Os produtos são provenientes da sociobiodiversidade brasileira e devem ajudar indiretamente cerca de 15 mil indígenas de populações tradicionais da Floresta Amazônica, gerando uma receita de R$ 11 milhões.

Compromissos globais e locais com a sustentabilidade do planeta

O Grupo Zurich tem um compromisso global e uma clara missão em todos os aspectos da sustentabilidade. Hoje, a corporação ocupa o topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, resultado do seu esforço e do papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

Edson Franco, CEO da companhia no Brasil, explica que a Zurich tem três pilares estratégicos globais de sustentabilidade que norteiam toda a companhia. “O primeiro está relacionado ao propósito de liderar a mitigação e prevenção dos riscos voltados às mudanças climáticas. O segundo diz respeito à sustentabilidade no trabalho, com a promoção de um ambiente plural, diverso e inclusivo. E o terceiro pilar estratégico está voltado à confiança digital, com apoio à inovação, mas seguindo parâmetros de proteção e gerenciamento de dados”, enumera.

A seguradora é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos, assim como também ao Pacto Global, outra organização da ONU. Além disso, apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), bem como de outros projetos semelhantes mundo afora.

Brasil permanece como oitavo país com maior potencial para o mercado de seguros, aponta estudo

MAPFRE indice

O Brasil permanece como o 8º país com maior potencial para crescimento do setor segurador pelo terceiro ano consecutivo, segundo o “Índice Global de Potencial Segurador” (GIP), desenvolvido pela MAPFRE Economics – área do Grupo MAPFRE dedicada a pesquisas e análises sobre seguros, previdência, macroeconomia e finanças. No ranking, que analisou 96 mercados, o País sustentou o oitavo lugar nos segmentos Vida e Não Vida, mantendo-se estável em relação ao levantamento anterior, divulgado em outubro de 2020. 

“O GIP mostra que, além de seu valor social de proteção às pessoas, patrimônios e empresas, o seguro tem um peso específico nas economias, tanto nas desenvolvidas como nas emergentes. E mesmo diante de tantas adversidades causadas pela pandemia, o Brasil sustentou seu grande potencial para o desenvolvimento do mercado segurador”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil. 

De acordo com o executivo, as oportunidades para a cultura do seguro seguir sua trajetória de crescimento já fazem parte do dia a dia do mercado brasileiro. “Vivemos uma sociedade cada vez mais consciente em planejar seu futuro, sua sucessão e a proteção de seu patrimônio”, acrescenta. 

O GIP-MAPFRE mostra que, em 2020, o potencial de seguro referente a cada um dos países que ocupam as dez primeiras posições do ranking teve leve aumento em relação ao registrado em 2019. Os dez principais países do ranking em 2020 representam 69,3% do seguro global potencial medido por meio do MAPFRE GIP, sendo que mais da metade desse potencial é atribuído a cinco mercados (China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão). Em 2019, essas nações representavam cerca de 66%.

Na área de Não-Vida, cinco países (China, Estados Unidos, Índia, Japão e Indonésia) concentram 56,3% do mercado potencial, 1,3% a mais que no ano anterior. Outras cinco nações (Rússia, Alemanha. Brasil, Reino Unido e Turquia) respondem por, aproximadamente, 11,2% do potencial desse segmento de seguro, índice considerável estável em relação ao ano a passado (12%), mesmo diante da leve queda de 0,8%. Vale ressaltar que o Reino Unido não figurava entre os 10 primeiros em 2019, trocando de lugar com a França – que passou para a 12ª posição.

O Índice

O GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazos. 

O índice, desenvolvido pela MAPFRE Economics, se baseia na Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre as coberturas de seguros que são economicamente necessárias e benéficas para a sociedade e o valor dessas coberturas efetivamente adquiridas. 

O conceito se modifica em função do crescimento da economia e da população de um país e do surgimento de novos riscos inerentes ao desenvolvimento econômico e social. 

No estudo mais recente, essa diferença atingiu 5,67 trilhões de dólares em todo o mundo e está dividido em 68,1% para o BPS do segmento Vida e os 31,9% restantes correspondente ao segmento Não Vida (3,86 e 1,81 bilhões de dólares, respectivamente). 

“Em termos gerais, os impactos gerados pela pandemia afetaram menos o segmento Não-Vida do que o segmento Vida. Portanto, a taxa de penetração tem sido maior e a contração do BPS tem sido maior em Não-Vida do que em Vida”, avalia Manuel Aguilera Verduzco, diretor-geral da MAPFRE Economics. “Junto com o efeito anterior sobre os prêmios, devemos acrescentar o maior impacto negativo que a pandemia teve sobre o PIB mundial – que tem respondido com mais imediatismo em sua queda e que foi transferido por efeito indireto em uma taxa de penetração mais elevada”, conclui. 

O GIP-MAPFRE 2021 está disponível na íntegra, em português, neste link

Clientes do seguro de vida individual da Zurich agora podem fazer pagamento de suas apólices via PIX

Fonte: Zurich

De acordo com o Banco Central, o PIX já é o modelo de pagamento eletrônico mais utilizado no Brasil, à frente de instrumentos tradicionais como TED e DOC: apenas 5 meses após lançado, superou 1 bilhão de operações e segue líder na preferência dos usuários. Ciente disso, e com vistas a oferecer mais um meio que propicie comodidade e agilidade aos seus clientes, a Zurich passa a disponibilizar essa modalidade como meio de pagamento para o seu seguro de vida individual.

“A Zurich tem foco no cliente. Por isso, oferecer aos seus segurados do produto ‘vida individual’ a possibilidade de utilizar o PIX no pagamento dos prêmios (que é o nome que se dá para o valor que eles pagam para a contratação dos seguros, seja no montante total ou em parcelas) é uma iniciativa natural, justamente por conta dessa política”, comenta o Diretor Executivo de Finanças da Zurich no Brasil, Sven Feistel. Ele ressalta ainda que esse avanço permitirá que os corretores parceiros também sejam beneficiados em breve, já que poderão receber a comissão com mais agilidade para esta forma de pagamento.

“Agora, com a implantação de cobrança no seguro de vida por esse método, passamos a disponibilizar mais uma opção para os clientes, que escolhem se desejam pagar o seu seguro por meio de boleto bancário, cartão de crédito, débito automático ou via PIX – que é feito por meio do recebimento mensal de um QR Code, tudo com o objetivo de oferecer conveniência aos nossos segurados”, conta o executivo.

A empresa também está iniciando o uso do PIX para realização de pagamentos, seja para a comissão dos corretores parceiros, restituição de prêmio, devoluções e indenizações de sinistros (nome que se dá ao evento que é coberto na apólice de seguros), sendo que a modalidade está sendo cada vez mais aprimorada operacionalmente dentro da companhia.

Além dos aspectos de flexibilidade, comodidade, agilidade, menos burocracia e inovação – já que o PIX é um dos meios mais contemporâneos para transferência de valores no setor financeiro do país –, o uso da ferramenta também foca na segurança. Isto porque a única chave de endereçamento utilizada pela Zurich nas transações feitas via PIX é o CPF ou o CNPJ do cliente. “Os nossos clientes estão no centro de tudo o que fazemos, bem como a sua segurança. Analisamos o processo e opções e chegamos a um formato em que não há risco de a companhia direcionar o pagamento para alguém diferente do beneficiário”, conclui Sven.

Artigo: Covid-19 e a saúde mental do estudante: a pandemia silenciosa

Por Christophe Aniel, Chefe Global de Mobilidade Estudantil Internacional do Grupo Allianz Partners

Após quase dois anos de desafios e aprendizagem à distância devido ao COVID-19, o novo ano letivo começa com um renovado sentimento de otimismo. A taxa de vacinação na Europa atingiu um marco importante de 70%, um passo crucial para garantir o retorno seguro das aulas presenciais. Juntamente com outras medidas de proteção, esta será nossa melhor defesa contra novas restrições no ensino superior.

À medida que as fronteiras internacionais se abrem, também estamos vendo o retorno da mobilidade estudantil internacional. O renascimento do setor está sendo alimentado pela demanda reprimida de estudantes que colocaram seus planos de estudos internacionais em espera por um tempo e agora estão ansiosos para desfrutar de uma experiência de imersão no exterior com todos os benefícios culturais, acadêmicos e sociais que isso acarreta.

Embora o vírus não tenha diminuído o desejo de estudar no exterior, a pandemia está transformando a forma como os alunos planejam e se preparam nestes tempos incertos. Antes de embarcar em uma viagem de estudos no exterior, os alunos querem se certificar de que estão preparados para o ressurgimento do vírus com cobertura de saúde abrangente, consultas de telemedicina e uma variedade de apoios de bem-estar. É claro que, além da ameaça de bloqueios futuros, os alunos que procuram estudar no exterior estão preocupados com sua saúde geral e bem-estar.

Também estou muito atento aos impactos contínuos do COVID-19 na saúde mental de estudantes universitários. Embora essa tenha sido uma preocupação crescente para administradores de faculdades, a pandemia do COVID-19 exacerbou os problemas de saúde mental entre as populações de estudantes vulneráveis. 46% da geração Z (idades entre 18-25) estão preocupados em sofrer de problemas de saúde mental (estresse, depressão e esgotamento), de acordo com nossa última pesquisa* que teve como objetivo lançar luz sobre a saúde mental dos jovens no contexto de a pandemia.

No início da pandemia, quando os bloqueios foram impostos em todo o mundo, os estudantes universitários relataram que se sentiam deprimidos, isolados, estressados, ansiosos e desinteressados. Esta imagem sombria do estado mental dos jovens vai contra a noção popular de que “a faculdade são os melhores quatro anos da sua vida”. Em circunstâncias normais, o caminho do ensino superior está repleto de oportunidades; conhecer novas pessoas, participar de clubes e sociedades, buscar o crescimento pessoal e alcançar objetivos acadêmicos. No entanto, também pode ser uma fonte de enorme estresse e ansiedade.

Para muitos alunos, o retorno ao “normal” é um ajuste de vida que requer apoios adicionais. Alguns foram afetados negativamente por experiências traumáticas, como luto, isolamento social, perda de rotina, bem como aumento do custo de vida e incerteza sobre seu futuro. À luz dos efeitos persistentes do COVID-19 no bem-estar mental dos alunos, é importante que os alunos tenham acesso a tratamento precoce e apoio psicológico adaptado às suas necessidades, seja apoio entre pares, módulos online de saúde mental ou presencial, com aconselhamento face a face. Os serviços de apoio à saúde mental podem ser ainda mais importantes para os alunos que estudam no exterior, que não têm acesso às suas redes de apoio habituais.

Outro dado interessante de nossa pesquisa mostrou que 55% da Geração Z (idades de 18-25) tem alto interesse em usar soluções digitais de saúde mental, com 29% da Geração Z relatando já ter usado serviços de e-terapia (incluindo 15% antes a pandemia). Outros 27% confirmaram que pensariam em usar a e-terapia no futuro. Isso sublinha a importância de fornecer apoios de saúde mental em formatos diversos e acessíveis que reduzam as barreiras à procura de ajuda.

Uma das maneiras pelas quais os jovens estão assumindo o controle proativo de sua saúde é usando tecnologias vestíveis e inteligentes para monitorar uma variedade de indicadores de saúde. Embora esses dispositivos sejam usados predominantemente para monitorar atividades físicas e frequência cardíaca, há uma expectativa clara entre os consumidores de que mais recursos estarão disponíveis em seus dispositivos conectados no futuro – nossa pesquisa mostra que 29% da Geração Z usaria um dispositivo vestível para monitorar seu estado emocional.

Ao promover uma cultura de bem-estar mental e emocional no ensino superior, garantimos que todos os alunos tenham acesso aos apoios de que precisam para prosperar, causamos um impacto positivo na qualidade de vida dos alunos e retemos alunos que podem estar em risco de desistência.

Esperançosamente, esta pandemia servirá como um alerta para enfrentar a escala da crise de saúde mental no setor de ensino superior. Este ano, mais do que qualquer outro, precisamos garantir que o bem-estar do aluno seja colocado no centro da questão.

* Customer Lab Research – pesquisa do segundo trimestre de 2021 com 11 mil consumidores no México, Tailândia, Suíça, Áustria e Cingapura e incluindo questões relacionadas aos novos comportamentos emergentes do COVID.

Setor financeiro na favela: estudo releva aderência do Pix e dos bancos digitais nas favelas do G10

Um levantamento inédito feito pelo Outdoor Social Inteligência®, instituto de pesquisa voltado para a classe C, traz dados sobre o setor financeiro nas comunidades do G10, bloco das favelas com maior expressão econômica do país.

Entre os destaques, a pesquisa mostra que guardar dinheiro em cédulas é uma prática do passado, inclusive nas comunidades. Apesar da tradição do dinheiro vivo, apenas 13% dos entrevistados alegaram que não possuem conta no banco. Dentre os mais de 80% que utilizam os bancos, 30% têm conta digital, 30% utilizam uma poupança para guardar dinheiro e 34% movimentam sua renda em conta corrente. 

“O fato de 30% utilizar o banco digital mostra o quanto essa população está antenada em novas formas de poupar e até mesmo investir o seu dinheiro. Esse estudo faz parte do levantamento Persona Favela, que iniciamos este ano e mostra o quanto os moradores desses territórios estão acompanhando algumas tendências de consumo de outras classes sociais”, conta Emília Rabello, fundadora do instituto de pesquisa que ressalta: “fomos até pegos de surpresa ao ver que algumas fintechs recém-lançadas foram citadas pelos entrevistados”.

A ascensão dos bancos digitais também se dá pelas mudanças de hábitos. A pesquisa revela que 72,5% dos entrevistados acessam o banco pelo aplicativo e apenas 39,7% preferem ir presencialmente à agência. 

Entre as vantagens do cartão de crédito, além do uso do dia a dia para alimentação, roupas e em demais compras, os entrevistados ressaltam a possibilidade de parcelamento para itens de maior valor ou o fácil acesso em caso de emergências.

Crescimento do PIX

O estudo também perguntou aos entrevistados em qual formato eles recebem seus salários. Nesse caso, mais da metade, cerca de 55% afirmaram que recebem seu pagamento em cédulas, 48,6% recebem no banco em forma de crédito, transferência ou conta salário, e 34,1% recebem pelo método de pagamento PIX. A maquininha de débito e crédito é citada por 14%.

“O dinheiro em espécie sempre foi o mais utilizado pela garantia e agilidade, porém, isso está ficando para trás. Atualmente, nem todas as pessoas têm o costume de sacar dinheiro e. com isso, os pequenos e até microempreendedores passaram a trabalhar com o PIX, que é prático e automático”, avalia Emília.

A pesquisa ouviu 435 pessoas das 5 regiões do Brasil. 60% homens e 40% mulheres. Dentre os entrevistados, 25,6% possuem entre 18 e 24 anos; 27,5% têm entre 25 e 34 anos; 23,7% estão na faixa dos 35 a 44 anos; 13% têm entre 45 e 54 anos, e 10% possuem mais de 55 anos.

Entre as ocupações, 19% afirmam que trabalham de forma autônoma, 18% atuam no setor de serviços, 14% são microempreendedores, 12% atum no comércio, 14% estão desempregados. Parcelas menores compõe o grupo de aposentados (4,8%), funcionários públicos (4,2%) e outros.

Sabemi expande parcerias no mercado de affinity

sabemi

Fonte: Sabemi

A abertura de novos mercados e canais de vendas levou a Sabemi a ampliar em cerca de 30% o número de clientes em alguns produtos em 2021. Ao ingressar no segmento de affinity, seguros e assistências de menor valor e pensados para atender públicos específicos, a companhia ampliou seus canais de venda e ganhou relevância em novos segmentos e regiões.

Este é o balanço do primeiro ano da nova área de seguros da seguradora, reposicionada com a entrada do head de Seguros, Rodrigo Pecoraro, e com a estruturação de um time dedicado a prospectar novos modelos de negócio. Com aproximadamente 420 mil segurados e matriz no Rio Grande do Sul, a empresa está presente em 23 estados e no Distrito Federal e, de acordo com o executivo, reforçou significativamente sua presença neste ano em todas as regiões onde atua, em especial no Nordeste.

No mercado de affinity, a Sabemi tem parcerias com redes de varejo e vestuário e passou a ofertar, em diferentes seguros pessoais, serviços como Assistência Pet e Telemedicina, que se popularizou durante a pandemia. “Estamos com um novo olhar para nosso próprio core business, com processos disruptivos e foco em diferentes mercados, processos digitais e na ampliação da base de produtos. Entre essas novidades estão alianças e parcerias com marketplaces e na comercialização de affinities, que não era parte das operações do grupo”, explica Pecoraro.

Uma plataforma multifuncional, integrações com outros fornecedores e mais ações com corretores, além de operações digitais dentro dos correspondentes bancários e ferramentas de autocontratação de seguros, estão entre as estratégias para manter o crescimento já alcançado em 2021. Ao mesmo tempo, acrescenta o executivo, procurar alianças estratégicas para ampliar a oferta de produtos de fácil assimilação pelos clientes deve permitir que a adesão a alguns produtos cresça também na casa dos 30% em 2022.

Isabel Solano deixa IRB Brasil RE

isabel solano IRB

O IRB-Brasil Resseguros comunicou que Isabel Blázquez Solano deixou ontem o cargo de diretora vice-presidente executiva de Resseguros. O cargo será ocupado interinamente pelo diretor presidente, Raphael Carvalho, que acumulará as funções. O Conselho de Administração do IRB Brasil RE, no âmbito da reestruturação que vem conduzindo, deliberou acerca da criação das diretorias não estatutárias de Underwriting de P&C e Underwriting de Vida, ambas subordinadas ao presidente.

Gestão do plano de saúde suplementar exige modelo sustentável, afirma CEO da DynamicCare

O segmento de saúde suplementar está à todo vapor. Não podia ser diferente diante de uma pandemia que já ceifou mais de 600 mil vidas no Brasil e causou uma mudança abrupta no modo de vida das pessoas, principalmente pela perda de entes queridos, de emprego ou de trabalho em casa. A busca por um modelo sustentável de gestão significa sobreviver às intempéries a médio e longo prazo, de forma saudável para todos os players envolvidos na operação.

É esta a ponte que a DynamicCare, que administra 40 mil vidas e movimenta R$ 40 milhões em prêmios de seguros anualmente., tem construído para chegar no futuro em boa forma. Nos últimos 12 meses, a consultoria na área de benefícios reteve 100% da carteira de clientes e registrou crescimento orgânico de 10% no primeiro semestre do ano. “Apostamos num modelo de saúde suplementar sustentável, que seja viável a curto, médio e longo prazo para todos os players envolvidos. E aqui falamos de rentabilidade, serviço humanizado, tecnologia de ponta e atuação bem próxima ao cliente, que é o protagonista do contrato”, comenta Leandro Almeida, fundador e sócio-diretor DynamicCare Benefícios.

O executivo, que tem mais de 20 anos de experiência neste segmento, afirma que o grande diferencial neste mercado tão sensível a emoções e custos, é estar conectado com toda a cadeia de saúde suplementar do país. “Isso nos possibilita olhar o todo e oferecer a cada cliente o que é mais apropriado para a sua equipe, com ofertas de produtos e serviços mais assertivas. O resultado é o elevado nível de satisfação e fidelização da nossa carteira”.

Segundo Almeida, a corretora desenvolveu programas de qualidade de vida (como o EAP) para os colaboradores de seus clientes corporativos, que englobam cuidados com a saúde emocional, bem-estar, dá apoio nas esferas social e jurídica para o funcionário e seus familiares -, cria campanhas de prevenção de doenças, sobretudo as mentais e ligadas ao sedentarismo. Com a pandemia, agregou no pacote de benefícios ginástica laboral digital para compor o pacote home office.

Todos esses programas têm um custo-benefício evidente. “Melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e dar apoio ao gestor de RH nos trâmites com operadoras, seguradoras e prestadores de serviço, sobretudo nessa época de tanta excepcionalidade, valorizou a consultoria de benefícios, como mostra o resultado de renovação de contratos e conquista de novos clientes”, ressalta o executivo.

Treinar os seus próprios colaboradores foi vital neste período em que a corretora registrou aumento de cerca de 40% nas solicitações de atendimento ao cliente. “Ampliamos a equipe e investimos mais em treinamento, capacitando a nossa operação em todo o território nacional. Estamos orgulhosos de conquistar o selo de melhores empresas para se trabalhar da Great Place to Work (GPTW), pois ele valida não só um modelo leve e sustentável de trabalho da Dynamic, mas uma alegria ímpar por estarmos propagando internamente autonomia com responsabilidade, que gera felicidade e perpetuidade em tudo que fazemos junto aos clientes, parceiros e protagonista em nosso sistema. Gostamos de tecnologia, mas lidamos com pessoas e neste mercado é prioritário ter uma estratégia humanizada para acolher os colaboradores de seus clientes nessa fase tão complicada como a que o mundo vive”, comenta.

Questionado se está de olho no aquecido momento de fusões e aquisições no segmento de saúde e de corretagem de seguros, o executivo afirma que fundos de investimentos em saúde e parcerias com foco em pessoas e cuidado estão em seu radar. “Mais do que um número, os resultados obtidos neste ano desafiador para todos mostram que apostar na humanização do processo e no olhar próximo e personalizado para cada cliente tem ajudado a cumprir não apenas a missão da Dynamic, mas a minha enquanto indivíduo: acolher e estar disponível pode transformar realidades”, finaliza o CEO de 42 anos.

Brasilprev anuncia Camilo Buzzi como diretor Comercial e de Marketing

Fonte: BrasilPrev

Com 33 anos de experiência no mercado bancário, atuando em posições estratégicas e de liderança executiva, principalmente no segmento de Corporate Banking, Buzzi é bacharel em Ciências Econômicas pela Fundação Alvares Penteado (FAAP),  possui  MBA em Finanças pelo Ibmec, além de especializações em Gestão Estratégica, Liderança e Marketing, todas pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). 

Buzzi iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 1988, ocupou os cargos de Head do Large Corporate nos setores Automotivo e de Agronegócios e posteriormente a Superintendência Large Corporate. Em sua passagem pelo mercado de Seguros, foi Diretor Geral de Grandes Riscos e Resseguros do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, e Diretor Comercial, Marketing e Clientes da Brasilseg. Desde 2019 ocupava a Diretoria de Corporate Bank no relacionamento com o segmento de empresas do Banco do Brasil.

SulAmérica é patrocinadora do maior evento de tecnologia e dados para impacto social no Brasil

Fonte: SulAmérica

Estudos e pesquisas apontam o exponencial aumento do volume de dados no Brasil e no mundo. E saber entende-los tem se tornado uma demanda urgente para os negócios e a sociedade. É por essa razão que o Festival Social Good Brasil (SGB), um evento digital e gratuito patrocinado pela SulAmérica, pretende debater a importância das pessoas, organizações e governos estarem cada vez mais fluentes em dados, a favor de impactos e transformações sociais positivas. 

Entre os dias 26 e 30 de outubro, o maior festival de dados para impacto social do país chega à sua 10ª edição. O evento, que já alcançou mais de 12 mil pessoas, neste ano já confirmou a participação de mais de 50 palestrantes nacionais e internacionais em debates sobre a relação das pessoas, o futuro e o poder dos dados. 

Ao todo serão cinco dias de programação com mais de 20 horas de conteúdo e diversas atrações culturais. Na edição 2021, a SulAmérica participará em três momentos dos debate e discussões. 

Na quarta-feira (27), às 18h10, Washington Vital, head de Data Analytics e Transformação Digital da SulAmérica, participa do painel “Porque toda empresa deveria ser uma empresa de saúde?”. O executivo da seguradora irá abordar o conceito prioritário de Saúde Integral sob a ótica do futuro do trabalho e a jornada para se tornar cada vez mais data-driven. 

“A SulAmérica, ao longo dos seus 125 anos, sempre apostou na inovação. Vamos nos unir ao SGB para debater questões sobre tendências em usos de dados e novas tecnologias para impacto socioambiental positivo, futuro do trabalho e a importância de toda empresa ter como foco a Saúde Integral, promovendo o equilíbrio entres saúdes física, emocional e financeira”, destaca Washington. 

Já na sexta-feira (29), às 14h, o superintendente de Sustentabilidade, Tomás Carmona e a gerente de Transformação Digital da SulAmérica, Camilla Azeredo, que juntos vão explorar o processo de transformação digital da companhia e seus impactos na sociedade, apresentando o workshop “Como mobilizar sua empresa para investir em práticas ESG”, uma jornada que começou há mais de 10 anos na SulAmérica.  

“Iniciamos a integração da sustentabilidade à estratégia há mais de uma década, orientada por compromissos como os Princípios para o Investimento Responsável (PRI), os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) e o Pacto Global da ONU. Hoje, aplicamos as melhores práticas ESG em nossa jornada digital, no desenvolvimento de produtos e serviços, afim de gerar impacto positivo para todo o ecossistema. No workshop, vamos apresentar mecanismos para engajar e mobilizar as empresas em uso de dados para benefícios ESG”, afirma Tomás Carmona. 

Por fim, no quinto e último dia (30), será a vez da superintendente de Desenvolvimento Organizacional da SulAmérica, Flávia Neves, apresentar o painel “Espaço de carreira: criando o trabalho do futuro, de olho no presente”, às 10h. O bate-papo terá como foco a Jornada do Colaborador na companhia, com destaque para o case “Modelo Futuro de Trabalho”, que prevê até 70% de remotização no pós-pandemia. 

Participações de peso 

O SGB terá a participação de palestrantes internacionais como Andrew Means, Diretor Senior da Salesforce Global e fundador da maior rede de profissionais de dados no setor social, a Data Analysts for Social Good, Beth Kanter, facilitadora reconhecida internacionalmente em transformação digital e bem-estar no local de trabalho para organizações sem fins lucrativos, e Simon Mainwaring, fundador e CEO da consultoria estratégica We First e autor de We First: How Brands and Consumers Use Social Media to Build a Better World. 

Também participam dos debates grandes nomes do mercado nacional, como Daniela Arrais, jornalista e sócia-fundadora da Contente, Alan Soares, fundador do Movimento Black Money, Liliane Tie, Community Builder e iniciadora da Women in Blockchain Brasil, Fernanda Campagnucci, diretora-executiva da Open Knowledge Brasil, e Rodrigo Borges, cofundador da Escola do Vazio e Clube do Diálogo.

O Festival Social Good Brasil é gratuito e online e as inscrições estão abertas no site socialgoodbrasil.org.br/festival