Susep lança prêmio em parceria com CNseg e FGV para pesquisas acadêmicas em seguros

solange cnseg

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de lançar o 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros. O Prêmio, em parceria com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto de Ensino e Pesquisa Insper, tem o objetivo de fomentar a produção acadêmica e a pesquisa, contribuindo para o aprimoramento da regulação, da supervisão e para o desenvolvimento do setor, e promover a educação securitária em nosso país. O regulamento do concurso já está disponível e as inscrições poderão ser realizadas até o dia 29 de abril de 2022, no site do Prêmio. Serão 6 trabalhos premiados nas categorias pesquisa científica e trabalho de graduação, com premiações de até R$ 25 mil. 

O Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros é voltado para estudantes universitários, pesquisadores e professores de todo o país. Os trabalhos deverão ter relação com o setor de seguros, resseguros, previdência complementar aberta ou capitalização, ter enfoque atual e aplicabilidade para o mercado brasileiro. As pesquisas submetidas deverão ser inéditas, não publicadas em livros ou revistas científicas e não podem ter sido premiadas ou agraciadas com menção honrosa em outras premiações. 

O diretor da Susep, Vinicius Brandi, ressalta a relevância da ação para incentivar o desenvolvimento do setor e apoiar os cidadãos na compreensão dos benefícios do seguro. “É uma grande satisfação para a Autarquia criar mais essa oportunidade de incentivar o desenvolvimento de novos conhecimentos sobre o setor, que podem apoiar o crescimento do mercado e trazer benefícios aos consumidores”, afirma. “Temos enfatizado sempre a importância de lembrar que seguro é proteção e queremos que todos os cidadãos possam ter seu seguro. A pesquisa é uma ferramenta essencial para avançarmos rumo a esse objetivo de promoção da cidadania financeira”, acrescenta. 

A Diretora-Executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, acredita que um público novo e qualificado passa a fazer parte da grande corrente que fomenta um setor segurador ainda mais dinâmico, inovador, e pronto para reduzir vulnerabilidades e retroalimentar o crescimento da economia nacional. “A aproximação do setor de seguros com o universo acadêmico é uma contribuição relevante, qualificada e bem-vinda, capaz de inspirar ações que promovam o desenvolvimento desse importante mercado para o país. A premiação, ao passar a integrar o patrimônio cultural e científico brasileiro, amplia o notório saber de um segmento da economia que historicamente busca ser mais bem compreendido por toda a sociedade”, afirma. 

A Diretora da Rede de Pesquisa da FGV e Membro do Conselho Consultivo do Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros da FGV (FGV IISR), Goret Pereira Paulo, acredita que a premiação idealizada pela Susep é uma importante contribuição para o desenvolvimento do mercado de seguros e resseguros do país.“Pesquisa e inovação são fortemente correlacionadas, e o incentivo à inovação na indústria de seguros é um dos principais objetivos do FGV IISR, que tem como uma de suas finalidades a produção e difusão de estudos e análises de alta qualidade, relacionadas à inovação e tendências futuras do segmento de Seguros no Brasil”, afirma Goret.  

Para o professor titular do Insper Sergio Firpo, um mercado de seguros sólido e competitivo permite que riscos individuais sejam agregados, garantindo que empresas, famílias e indivíduos possam tomar decisões bem fundamentadas em um ambiente essencialmente incerto. “O prêmio Susep irá premiar pesquisas feitas sobre temas relacionados ao mercado de seguros no país. O Insper tem como parte de sua missão gerar conhecimento sobre o Brasil e, portanto, apoia essa iniciativa. Espera-se, que com esse apoio, mais pesquisas sejam feitas sobre o tema, ajudando a fortalecer esse setor no país”, afirma o docente. 

Dinâmica 

Ao final do período de inscrições, os trabalhos serão avaliados por uma banca julgadora, composta por acadêmicos ou especialistas em áreas de conhecimento relativas ou correlatas ao tema, indicados pela Susep e pelas demais entidades apoiadoras do Prêmio. Os trabalhos serão avaliados com base nos seguintes critérios: originalidade, adequação ao tema proposto e aplicabilidade ao mercado brasileiro; relevância e atualidade do tema; estruturação lógica, correção, clareza, organização; e conteúdo. 

Com duas categorias, pesquisa científica e trabalho de graduação, as premiações contemplarão 6 trabalhos, com premiações que variam de R$3.125,00 a R$25.000,00. Serão aceitos tanto trabalhos de autoria individual, quanto de autoria coletiva, sendo permitido que um autor ou coautor concorra com mais de um trabalho. 

As inscrições estarão abertas a partir de 03/11/2021 e seguem até 29/04/2022. Veja como inscrever seu trabalho em https://www.premiosusep.susep.gov.br/ 

Dados de agosto apontam que adesão ao seguro de pessoas avança no Brasil

Carlos de Paula - Diretor Fenaprevi bxql (1)

Relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi indica a captação de R$ 4,58 bilhões em agosto de 2021, um aumento de 18,3% nos prêmios em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado dos oito primeiros meses foram arrecadados R$ 33,34 bilhões, cuja variação é de 15,2% sobre 2020.  

“Mesmo diante dos desafios enfrentados em função da crise sanitária, que exigiu adaptações em todo o processo de venda, entregas e atendimento aos consumidores, o mercado segurador continuou avançando. Outro ponto relevante diz respeito a maior percepção da sociedade em relação à necessidade de se proteger das adversidades, como indicam os números do levantamento”, avalia Carlos de Paula, diretor-executivo da Fenaprevi.

Em termos percentuais, em agosto, o Seguro Viagem apresentou a maior variação, alcançando 94% de crescimento ou R$ 24,3 milhões prêmios, tendo como base o mesmo mês do ano anterior. Na sequência, vêm os seguros Funeral, com R$ 111 milhões captados e o de Doenças Graves/Terminais com R$ 129 milhões arrecadados, valores 44% e 26% superiores à 2020, respectivamente. 

Os ramos Vida em Grupo (R$ 1,2 bilhão) e Prestamista (R$ 1,38 bi) continuam com a maior representatividade no total dos prêmios. Depois deles estão Vida Individual (R$ 904 milhões) e Acidentes Pessoais (R$ 617 milhões) que apesar de menores em volume financeiro, que cresceram 19,4% e 24,4% sobre agosto de 2020. 

“Com o avanço da vacinação e a consequente imunização da população, percebemos que segmentos como o Seguro Viagem voltam a ganhar força, em especial por causa da retomada do turismo no País e da reabertura gradual das fronteiras no exterior”, pontua De Paula. 

O diretor também analisa que em outra via, os seguros em que as coberturas estão focadas em prevenção e cuidados com a saúde, até mesmo Funeral, tem ganhado força entre os brasileiros dados os cenários de incertezas e dificuldades causados pela crise sanitária. 

Resultados positivos, também no acumulado  

Na leitura dos oito meses de 2021, tiveram incremento de cerca de 30% na arrecadação os seguros de Vida Individual (R$ 6,2 bilhões), Doenças Graves/Terminais (R$ 915 milhões) e de Funeral (R$ 691 milhões). 

Já em valores, lideram os segmentos Prestamista, com R$ 10,5 bilhões captados e o de Vida em Grupo, que atingiu R$ 8,7 bilhões. O Seguro de Acidentes Pessoais também teve alta, acumulando R$ 4,5 bi até agosto último. 

Embora tenha se destacado no montante mensal, na contagem dos oitos meses do ano o Seguro Viagem contabilizou R$ 157 milhões em prêmios, resultado 16% menor do que o mesmo período de 2020, mas esperado em função da conjuntura da pandemia. O Educacional somou apenas R$ 30 bilhões em prêmios até agosto de 2021. 

Volume de sinistros continua alto 

O montante de indenizações continuou em patamar elevado, segundo o relatório de agosto da Fenaprevi. No acumulado, fechou em R$ 12,8 bilhões, 71% maior que 2020. Comparado ao ano anterior Vida Individual teve 121% de aumento, sendo pagos R$ 996 milhões pelas seguradoras. Seguiram essa tendência percentual de crescimento os seguros Prestamista (87%), Funeral (83,6%) e o de Vida em Grupo (81,5%). Somente Viagem teve queda considerável, de 52,4%. 

“O mercado segurador tem dado uma forte demonstração sobre a sua importância para a sociedade. As indenizações realizadas pelas seguradoras ampararam milhares de famílias,  nesse período difícil para as pessoas e desafiador para o Brasil”, encerra De Paula. 

D’OR Consultoria inicia campanha para o Novembro Azul

O câncer de próstata é o tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. Este mês, a sociedade médica chama a atenção para a conscientização da saúde do homem com o Novembro Azul e a D’Or Consultoria preparou a campanha Homão da postura exemplar

A abordagem toca direto no ponto da postura ideal, com o conceito que o segredo para ser um homão foi revelado. “Com linguagem e formato modernos, a campanha brinca sobre alguns pontos da imagem de um homem de ‘postura ideal’, que mesmo com as responsabilidades e rotina do dia a dia, não pode se esquecer do mais importante, cuidar da saúde”, reforça Victor Pereira, coordenador de Criação do Marketing e Comunicação da D’Or Consultoria.

São muitos os fatores genéticos, hormonais e comportamentais que fazem os homens terem uma expectativa menor de vida. De acordo com o IBGE, hoje, as mulheres vivem em torno de 79.9 anos, enquanto os homens em média 72.8 anos. O homem possui maior comportamento de risco em vários aspectos da vida, como consumo de álcool, fumo e trânsito. Além disso, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, 31% dos homens brasileiros não têm o hábito de ir ao médico e, quando o fazem, 70% tiveram a influência da mulher ou de filhos.

“Promover o debate e a conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata é cada dia mais relevante. No Brasil, a doença mata, em média, 42 homens por dia”, afirma Sérgio Hércules, médico e superintendente de Gestão Médica da D’Or Consultoria.

Vale ressaltar que o câncer de próstata quando detectado precocemente tem 90% de chances de cura. Por isso, a importância dos exames e do acompanhamento médico de rotina. Os principais sintomas da doença são: dificuldade ao urinar com diminuição do jato; gotejamento e micção em dois tempos; sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, urgência e incontinência miccional e o aumento da frequência, sobretudo à noite.

Além dos sintomas, é importante ter atenção aos fatores de risco como, por exemplo, o histórico familiar e obesidade mórbida. Os negros têm propensão a desenvolver a doença. Nestes casos é indicado procurar o urologista para acompanhamento a partir dos 45 anos. Para os demais casos, a faixa etária recomendada é 50 anos.

Para trazer ainda mais conteúdo e abrir o diálogo sobre o câncer de próstata, a D’Or Consultoria receberá no próximo dia 17/11, às 17h30, um médico oncologista da Oncologia D’Or. A live será gratuita no youtube da companhia – https://www.youtube.com/c/DOrConsultoria

Manter hábitos e alimentação saudáveis diminui os riscos não só do câncer de próstata, como de muitas outras doenças. O que também contribui para essa estatística é o preconceito com o exame do toque retal, que não dói e é extremamente rápido. Além do toque retal, o exame de sangue (o PSA) também é um método conhecido e seguro para a detecção desse tipo de câncer. Visitar o médico regularmente é essencial para identificar precocemente qualquer doença.

Focus pode estar em compasso de espera, analisa CNseg

Pedro Simoes CNseg

A queda nas projeções de crescimento da economia, acompanhada de altas na projeção para a inflação e para os juros continuam, mas, considerados os cenários pessimistas traçados por alguns agentes do mercado na semana passada, é possível supor que poderiam ter vindo ainda mais negativas. Este é o resumo da avaliação da CNseg sobre o Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira, (1), com estimativas coletadas até o fim da semana passada. “Apesar dos esforços do Governo, não houve aprovação da PEC na semana passada. Um novo esforço deverá ser feito nesta semana. A proposta foi interpretada, por grande parte dos analistas do mercado, como um “furo” naquela que é a âncora fiscal da política econômica brasileira. Resta saber se isso se deve a uma mera questão temporal – com os analistas “esperando para ver” – ou se, de fato, a expectativa é de um cenário, se não otimista, menos pessimista”, destaca o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

O economista avalia que podem ter influenciado os dados fiscais relativamente positivos divulgados na semana passada, principalmente no que diz respeito às finanças de Estados e Municípios. “Quando se olha para o setor público como um todo (União, Estados e Municípios), há melhora nos resultados fiscais: o déficit primário, por exemplo, passou de R$ 636 bilhões (-11,7% do PIB) de janeiro a setembro de 2020 para um superávit de R$ 14,2 bilhões (0,22% do PIB) no mesmo período deste ano. Ou seja, a deterioração fiscal a que assistimos é mais ligada às expectativas, à trajetória futura”, afirma.

No radar da semana, a votação da PEC dos Precatórios. Se não for aprovada na Câmara na quarta-feira, conforme informou o presidente da Câmara, Arthur Lira, o Governo deve definir um plano alternativo para ampliação das transferências, que pode passar pelo retorno do Auxílio Emergencial. No calendário econômico, destaque para a Ata do Copom, a ser divulgada na quarta-feira (03/11) e para a produção industrial de setembro, na quinta (04/11).

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Ouvidorias de seguros solucionam 98% das demandas em 2020 e reduzem judicialização, informa CNseg

ouvidoria cnseg

No ano passado foram registradas cerca de 192 mil demandas de ouvidorias por 105 empresas e grupos seguradores, que representaram mais de 89% do valor de prêmios arrecadados entre as associadas da CNseg. Os números constam do Relatório de Atividades das Ouvidorias do Setor de Seguros 2020, lançado recentemente pela CNseg. 

Das 60.551 demandas registradas no Sistema Coletor de Dados das Ouvidorias com repercussão em outras instâncias, 98% foram finalizadas sem repercussão em ações judiciais e 99,7% sem repercussão em multas aplicadas pelos Procons. Além disso, das 14.597 encaminhadas pela Susep, apenas em 74 casos os consumidores retornaram à autarquia requerendo a abertura de um Procedimento de Atendimento ao Cliente. E, destes 74 casos, apenas 25 se converteram em processos administrativos.

“Esses índices evidenciam a relevância do trabalho dos profissionais das Ouvidorias no exercício de suas atribuições de prevenção e solução de conflitos, e também de proposição de melhorias de produtos e processos”, avalia o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

O Relatório – publicado anualmente desde 2006 pela Comissão de Ouvidoria da CNseg – apresenta o diagnóstico das demandas dos consumidores de seguros nas ouvidorias do setor e os principais indicadores sobre sua efetividade. “O monitoramento dessas demandas também ajuda a identificar temas de atenção e tendências, além de contribuir para o desenvolvimento de métricas e índices que evidenciam o desempenho das funções das Ouvidorias das empresas”, explica Coriolano. 

Pelo terceiro ano consecutivo, o Relatório apresenta indicadores sobre o tratamento das demandas dos consumidores, com destaque especial para o índice de efetividade das Ouvidorias frente às demandas que são levadas aos Procons, à Susep e ao Judiciário.

O Relatório de Atividades das Ouvidorias do Setor de Seguros 2020 está disponível neste link

André Thozeshi é eleito presidente do Sincor-RS

Fonte: Sincor-RS

André Thozeski foi eleito presidente do Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (SIncor-RS) para a gestão 2022/2025. Substitui Ricardo Pansera. Começou a atuar no seguro em 1983 como securitário. Em 1988 formou-se corretor pela então Funenseg.  É associado ao Sindicato desde 2004 e iniciou suas atividades na entidade como sub-delegado da Região do Vale do Sinos, auxiliando o então Delegado César Blauth. Depois, foi nomeado Delegado Regional.  Sob a gestão do presidente Celso Marini foi Diretor de Marketing e Eventos.  Colaborou como Vice-presidente na gestão de Ricardo Pansera e agora assume o posto máximo da categoria profissional no estado. 

“Agradeço muito a todos os nossos colegas, profissionais corretores de seguros associados ao Sincor-RS, pela sua participação na nossa entidade. Somos um Sindicato patronal, de empresários e de Profissionais, focado na excelência.  Caminhamos para 80 anos de trabalho árduo, em que muitos voluntários Corretores se doaram para a nossa entidade, quero honrar a todos estes. Nossa Diretoria está muito equilibrada, pois, une pessoas que têm grande vivência no Sindicato e no mercado segurador com profissionais que possuem juventude, energia e certamente contribuirão muito. Creio que estamos fazendo a combinação ideal para um crescimento ainda maior da Entidade”, enfatiza Thozeski.

Segundo ele, por causa da pandemia, o Sincor-RS teve que mudar radicalmente suas ações e sua atuação, socorrendo-se dos meios remotos para manter-se em contato com seus corretores.  Com a perspectiva da retomada das atividades na sociedade, a partir de 2022, o Sindicato voltará a promover cursos, palestras e encontros para a categoria, de forma presencial, sempre dentro dos mais rigorosos protocolos sanitários. 

NOVA DIRETORIA

Presidente André Thozeski;Marcos Pozza vice-presidente; Ricardo Pansera vice-prersidente Administrativo e Financeiro; Celso Marini vice-presidente de Relações com o Mercado. A Diretora de Marketing e Eventos será Genesi Cassol; a Diretora Social, Tânia Rosa; o Diretor de Benefícios e Convênios, Marco Antônio Fortuna e o Diretor de Formação Técnica será Andreas Rafael Mayer. Os suplentes da diretoria serão Tatiana Petzhold e Jorge Edivan Kath. Laiza Martins, Antônio Alvarenga, César Blauth e Amauri Bueno integram o Conselho Fiscal. 

Zurich usa tecnologia para agilizar reparos e indenizações

Adriana Heidecker

Fonte: Zurich

Quase a metade (49%) dos processos dos sinistros de roubo e furto de celular seguem fluxo automatizado, conta a diretora executiva de Sinistros da Zurich no Brasil, Adriana Heideker. O levantamento, que considera mais de 19 mil indenizações realizadas entre janeiro e maio de 2021, apontou que 22,7% dos acionamentos de Roubo e Furto foram solucionados no mesmo dia.“O número de clientes indenizados por meio desse procedimento deve continuar aumentando ao longo deste ano de 2021, na medida em que expandimos o uso do voucher com nossos parceiros de negócio, bem como o nosso marketplace”, afirma.

De acordo com a executiva, hoje essa iniciativa já está sendo operacionalizada com a maior parte dos parceiros de negócio da companhia – que se caracterizam por serem grandes redes varejistas, com presença nas cinco regiões do Brasil.

A solução também funciona para os seguros de Garantia Estendida – uma proteção que garante o reparo ou troca do bem após o vencimento da garantia original de fábrica – e Danos Acidentais – que cobre, por exemplo, a queda do aparelho eletrônico. São modalidades em que o produto poderá ser trocado quando é detectado um defeito, ou se o reparo for considerado inviável. “Para estes seguros, mais de 50% dos sinistros são aprovados pelo processo de inteligência artificial’, revela.

Outra medida implantada pela Zurich e que resultou em melhora de seus indicadores é o diagnóstico remoto de Garantia Estendida. Esta iniciativa permitiu reduzir o tempo de solução em 40% e aumentou a satisfação dos segurados em 119% para serviços em domicílio de Garantia Estendida em todo o Brasil.

O Programa de Diagnóstico Remoto com o Segurado foi desenvolvido pela companhia juntamente com alguns de seus parceiros de serviços. Ele acontece no mesmo instante em que é feito o registro de sinistro, o que faz com que a assistência técnica visite o cliente uma única vez com a peça para a solução do problema – ação importante no momento de pandemia em que vivemos.

Heideker conta que a ideia surgiu de uma prática simples, mas efetiva e essencial: ouvir o cliente, a fim de entender suas necessidades e melhorar a experiência que ele tem com a companhia – processo que internamente é denominado como Close The Loop.

“Após nos atentarmos para o fato de que os segurados apontaram o tempo de atendimento da linha de eletrodomésticos de grande porte como refrigeradores e Lavadoras de roupas como algo a ser melhorado, uma equipe de colaboradores da Zurich, juntamente com a alta gestão da companhia e a área de Sinistros, criou o projeto com o intuito de reduzir prazos. O resultado foi a melhora dos índices de satisfação, que têm crescido continuamente. Por essa razão, a Zurich já expandiu a solução para outras linhas de serviço aplicáveis”, revela.

BNP Paribas Cardif lança seguro para proteção de bens e perdas financeiras por roubo de dados online para pessoas físicas

A BNP Paribas Cardif, braço de seguros do conglomerado grupo financeiro francês, traz ao mercado brasileiro um produto inédito: Proteção de Bens e Cyber. O potencial de crescimento de proteção de dados online é imenso, segundo os especialistas no segmento. O Brasil é um dos principais alvos de hackers e boa parte do prejuízo financeiro acaba comprometendo o orçamento já apertado da população das classes D, C e uma parcela da B, alvos do produto que a companhia lança neste mês. 

No mundo, a seguradora já comercializa este tipo de apólice, experiência que ajudou a criar o produto no Brasil, onde a oferta de seguro cibernético é restrita a empresas, com vendas próximas a R$ 50 milhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento aproximado de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Segundo informou a BNP Paribas Cardif, o produto já está sendo comercializado em dois parceiros do ramo varejo, com resultados positivos na venda digital e presencial. A expectativa é que a partir de 2022, ele seja lançado em outros vários canais de distribuição. Não apenas nas varejistas parceiras, como também em instituições financeiras e outras empresas com grande base de consumidores em pontos de vendas físicos. 

O otimismo com o produto é que além da novidade de poder ser contratado individualmente, ele foi criado dentro da filosofia central do plano estratégico da companhia: a BNP Paribas Cardif quer que todos os seus produtos ofereçam benefícios ao longo da validade das apólices. Para isso, vem investindo em tecnologia e criando ecossistemas de serviços digitais que possibilitam a oferta de produtos mais completos, com preços mais acessíveis.

Por menos de R$ 10 por mês, o seguro cobre perdas financeiras causados pelo roubo de dados pessoais que foram vazados na internet. Alguém faz uma dívida financeira utilizando informações pessoais do cliente, como RG, CPF, endereço, sem seu conhecimento, com dados obtidos na internet sem sua autorização. Aí chega a conta para pagar de uma dívida indevida em seu nome. O cliente não paga porque não reconhece a compra. Até conseguir provar que o débito foi fruto do uso fraudulento de dados, o nome da pessoa pode parar na lista de devedores. Para evitar isso, a BNP Paribas Cardif indeniza o valor da perda e o cliente tem tempo para resolver a questão com as autoridades elegíveis. De acordo com a companhia, a proposta deste seguro é cobrir prejuízos decorrentes de roubo de dados fora das responsabilidades de bancos e instituições. 

A apólice também cobre bens dentro do veículo e da residência, desde que estejam em posse do segurado, vítima de roubo ou furto qualificado. A seguradora revisitou o seguro bolsa protegida existente no mercado e traz uma cobertura que agrega valor ao dia a dia do cliente, Proteção de Bens. Uma das mudanças é inerente à realidade digital. Boa parte do seguro bolsa protegida atrelava a indenização mediante o roubo do cartão. Com a digitalização financeira, muitas pessoas deixaram de usar o cartão físico. Por isso, a proteção passa a considerar o pagamento dos danos sem atrelar ao roubo do cartão e também incluir objetos típicos de bolsas, como relógios, tablet e notebook, entre os itens seguráveis.

O posicionamento da seguradora com este produto é trazer conhecimento e tornar o seguro parte do dia a dia das pessoas e não apenas uma apólice acionada quando o risco se concretiza. Para isso, com o ecossistema de serviços digitais, o cliente pode usar o seguro no mesmo dia da compra, aproveitando o serviço adicional de monitoramento online de dados. Assim, em caso de vazamento ou uso indevido dos seus dados, ele recebe alertas sobre o evento e orientações de especialistas do que tem de ser feito, como troca de senhas, uso de duas etapas de confirmação de senhas entre outras dicas de segurança.  

Com 21 anos no Brasil, a BNP Paribas Cardif conta com estoque de 29 milhões de certificados ativos e 1.2 milhão de novas apólices por mês. Outras novidades estão prontas para serem lançadas em 2022 com vistas a disseminar e incentivar a cultura de seguros, e aproveitar o potencial de crescimento dos seguros no País, visto como um dos maiores do mundo quando avaliados indicadores como consumo per capita e penetração do setor no Produto Interno Bruto (PIB), que estão muito aquém da média mundial. 

SulAmérica é eleita a empresa mais inovadora do segmento de Seguros e Planos de Saúde

sulamerica inovação alexandre putini

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica une inovação e tecnologia com foco em trazer melhorias para a vida das pessoas e propiciar a melhor experiência para os clientes, colaboradores, corretores e parceiros. Como reconhecimento a esses esforços, a empresa acaba de ser eleita como a vencedora do Prêmio Valor Inovação na categoria “Seguros e Planos de Saúde”.  

“Nos últimos 125 anos, a inovação teve papel decisivo na consolidação da SulAmérica como uma das empresas mais pulsantes do país. Somos digitais na essência, cuidadosos no contato, parceiros nas relações e visionários no olhar. É com muita alegria que recebo esse prêmio e divido com todo o time da SulAmérica que se dedica todos dias na busca por soluções inovadoras, que impactam positivamente a vida de milhares de brasileiros pela busca da Saúde Integral”, ressalta Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica. 

Alguns principais projetos da SulAmérica ganham destaque quando o tema é atuação inovadora unida a um profundo estudo de tendências de mercado, experiências, tecnologias e negócios. O primeiro deles é o “Conexão Criativa”, que tem por objetivo de acelerar a inovação interna por meio de colaboradores de diversas áreas que passam por processos de coaching e mentoria dentro da garagem de inovação da empresa. Outra relevante iniciativa é o “Bio Feedback”, uma solução de aferição de indicadores de saúde por meio da imagem do paciente durante uma consulta médica digital. Por fim, destaca-se ainda o Uso da Inteligência Artificial, como foco na prevenção e predição de doenças graves, além da recomendação de programas de saúde preventivos para os clientes.  

O Prêmio Valor Inovação é realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com Strategy& – consultoria estratégica da PwC. As empresas que se inscreveram foram avaliadas em cinco pilares: intenção de inovar, esforço para realizar a inovação, resultados obtidos, avaliação do mercado e geração de conhecimento. 

Swiss Re reverte prejuízo e lucra US$ 1,3 bilhão em nove meses de 2021

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re registrou lucro líquido US$ 1,3 bilhão de janeiro a setembro de 2021, revertendo o prejuízo líquido de US$ 691 milhões no mesmo período do ano anterior. O lucro líquido excluindo COVID-19 aumentou 38% ano a ano para US$ 2,3 bilhões.

O resultado foi comemorado pela empresa, pois o ganho foi conquistado apesar do grande volume de pedido de indenizações por tempestades em ambos os lados do Atlântico. As reclamações de grandes catástrofes naturais – incluindo o furacão Ida nos Estados Unidos e inundações na Alemanha e em outros lugares – totalizaram US$ 1,7 bilhão no período, um valor que foi maior do que a empresa inicialmente esperava.

“Os resultados nos dão confiança para o restante do ano e até 2022, com todos os nossos negócios bem posicionados para continuar seu forte desempenho”, disse o CEO Christian Mumenthaler, em um comunicado.

O balanço traz um ROE de 6,6%, no contexto da pandemia contínua de COVID-19 e de grandes eventos de catástrofe natural. Os prêmios líquidos ganhos e a receita de comissões para aumentaram 5,9%, para US$ 32 bilhões nos primeiros nove meses de 2021 em comparação com o mesmo período do ano passado, com todas as empresas relatando aumentos.

A Swiss Re alcançou um retorno sobre os investimentos de 3% nos primeiros nove meses de 2021. O resultado do investimento foi amplamente impulsionado por receitas recorrentes, bem como ganhos de avaliação patrimonial, combinados sem prejuízos de crédito, no ambiente de baixo rendimento.

A resseguradora atribuiu o bom desempenho aos resultados de subscrição em sua divisão de resseguros de seguros de danos, ou Property & Casualty (P&C). Sua divisão de resseguros de vida e saúde perdeu dinheiro devido a sinistros relacionados à COVID 19. No ano passado, a Swiss Re divulgou seu primeiro prejuízo desde a crise financeira de 2008, mas havia dito que esperava retornar aos lucros neste ano financeiro.

O segmento de resseguro de vida e saúde, a L&H Re, relatou um prejuízo líquido de US$ 62 milhões nos primeiros nove meses de 2021. Isso se compara a uma receita líquida de US$ 72 milhões no período do ano anterior, uma vez que a empresa incorreu em sinistros significativamente maiores relacionados ao COVID-19 de US$ 1,2 bilhão nos primeiros nove meses de 2021, originados principalmente dos Estados Unidos. Apesar do impacto da pandemia, a L&H Re relatou receita líquida positiva para o segundo e terceiro trimestres de 2021. Os prêmios líquidos ganhos e as receitas de comissões aumentaram 10,2% para US$ 11,1 bilhões, sustentados por grandes transações e desenvolvimentos cambiais favoráveis.