Tendências do seguro auto pós pandemia é tema de live da TEx

Tex Tecnologia

Fonte: TEx

Em bate papo descontraído, Emir Zanatto – Sócio e CEO da TEx, e Felipe Ceitlin – Head Comercial da TEx receberam Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine, que compartilhou sua percepção a respeito das mudanças que a pandemia trouxe para o setor de seguro automóvel e quais as perspectivas para 2022. A íntegra da live pode ser conferida no Instagram Oficial da TEx (@textecnologia), no Facebook e também no canal oficial da TEx no Youtube. 

Com mais de duas décadas atuando no setor de seguros e há 15 anos na Tokio Marine, Luiz Padial levou toda sua expertise para live, contribuindo com sua visão a respeito das mudanças nos hábitos de consumo da população brasileira, especificamente no seguro automóvel. “Até antes da pandemia a gente já via pessoas se desapegando do veículo, principalmente as gerações mais novas. Mas quando veio a pandemia o primeiro fato que aconteceu é que não víamos mais carros circulando. Com isso as pessoas não viam essa percepção de risco”, ressaltou Padial. 

Porém o executivo comentou sobre outra mudança de comportamento, principalmente na pandemia, que gerou um efeito na qual as pessoas não estavam à vontade e seguras para utilizar transporte público e aplicativos e fazer compartilhamento de veículos. “Percebemos uma demanda, até das pessoas mais jovens que desapegaram do carro o que contribui para um certo reequilíbrio“. 

Durante o bate papo também foi abordado a questão da falta de componentes e peças para indústria automobilística, que afetou também o seguro automóvel, principalmente nos veículos 0km. “Com a dificuldade na cadeia de suprimentos, nós notamos que o consumidor procurou alternativas, como a aquisição de motocicletas ao longo da pandemia”, explicou o executivo da Tokio Marine. 

De acordo com Padial, a companhia tinha pouca atuação e penetração no seguro motocicleta e durante o ano de 2020 consegui alcançar bons resultados. “Foi um case de sucesso, em pouco mais de um ano conseguimos atingir mais de 100 mil motos seguradas e a expectativa é excelente para os próximos anos“. 

Emir Zanatto também foi enfático ao dizer que o mercado de seguros para motocicleta é um universo muito grande e há oportunidades, pois as montadoras estão batendo recorde de venda de motocicletas. “Tem bastante oportunidade e as seguradores têm mais produtos para esse tipo de veículo. Como o Padial falou, a Tokio Marine tem tido um destaque bem relevante nesse mercado”, comentou o CEO e sócio da TEx. 

Já Felipe Ceitlin, destacou que a baixa penetração de seguro de motocicleta se dá pela falta de informação e conhecimento do consumidor. “Há uma ausência de entendimento dos prós e contras da precificação, das coberturas. E esse tipo de conteúdo não chega nas camadas sociais que utilizam desse tipo de veículo. Nosso papel, aqui na TEx, é trazer conhecimento para todos e expandir o mercado de forma a atingir uma gama maior de consumidores”. 

Flexibilização – Em vigor desde setembro, a Circular da Susep nº 639/21, que permitir que as seguradoras possam criar produtos de seguro auto que trarão mais alternativas ao consumidor, também foi tema durante alive da TEx. Também é possível conferir mais informações sobre a Circular nº 639/21 em post no Instagram da TEx 

O executivo da Tokio Marine, que defende a flexibilização, recomendou que todos os corretores leiam a circular para entender as mudanças propostas. “Nós como seguradoras temos o interesse de que órgãos reguladores, como a Susep, aumentem a flexibilidade e que nos permitam criar uma série de produtos. Com isso todos vão ganhar, desde cliente passando por corretoras, empresas de tecnologia e parceiros”.

A principal intenção da Circular, de acordo com Padial, foi aumentar a base de clientes e trazer os que estão fora do mercado de seguros, além de criar a possibilidade de vender parte de uma cobertura. “Oferecer um produto que tenha só cobertura de colisão, ou melhor ainda, criar uma cobertura que hoje não exista e você passar a ofertar isso para o consumidor é excelente. Isso já mostra o quanto a circular vai para uma direção totalmente diferente daquilo que tínhamos no nosso segmento”. 

A flexibilização, de acordo com o executivo da Tokio Marne, dá a possibilidade de oferecer produtos mais enxutos, que já vinham sendo trabalhados pela companhia antes mesmo da Circular ser publicada. “Nós da Tokio somos especialistas em produtos desse segmento. Há 12 anos começamos a ofertar seguros com característica de preço mais competitivo, que foi o auto clássico. Logo depois lançamos o produto auto roubo rastreador, lançamos o auto roubo. Fomos pioneiros no produto auto popular, tanto que fomos a que mais vendeu nesse segmento”. 

Emir ressaltou a expertise da Seguradora ao analisar soluções online e serviços que permitam que a TEx faça a integração de forma rápida e segura. “Sempre acreditamos que uma das grandes formas que as companhias têm de oferecerem melhores produtos e soluções é permitindo que eles usem ferramentas como o TELEPORT, que irão trazer maior agilidade e eficiência. E é o que notamos na Tokio Marine”. 

Luiz Padial também ressaltou que está otimista no mundo pós-pandemia, seja pelo aumento na circulação e veículos e na retomada da indústria automobilística. “Estou bastante otimista para os próximos meses, início de 2022. São duas vertentes importantes, a questão de risco, na qual as pessoas estão saindo mais e, talvez, tendo um volume maior de carros 0km. Com isso temos tudo para uma retomada muito forte no segmento de automóvel”. 

A íntegra da live pode ser conferida no Instagram Oficial da TEx (@textecnologia), no Facebook e também no canal oficial da TEx no Youtube 

Entrada do open insurance cria “gargalo” tecnológico, mas também abre novas oportunidades, avalia Teros

Com data de entrada prevista para 15 de dezembro, a primeira fase do open insurance ainda é tema de muitas dúvidas e preocupações entre as empresas e profissionais do setor. “O mercado de seguros é menor e menos desenvolvido do que o bancário. No open insurance, teremos menos de 200 empresas participantes, o desafio tecnológico é muito maior”, afirma Juan Ferrés, fundador da Teros, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para open banking e open insurance.

Além disso, existem diversos projetos em andamento estimulados pela Susep, que já ocupam a mão de obra de TI das empresas do setor. “Por isso, a tendência é que mais seguradoras optem por terceirizar o desenvolvimento e contem com aceleradoras para esse processo de transformação digital. Fica uma provocação: na data de entrada do open insurance, quantas empresas participantes estão realmente maduras para isso?”, ressalta o executivo.

Ao mesmo tempo, o open insurance deve impulsionar o ecossistema de seguros, com a criação de novas insurtechs, nos moldes do que aconteceu com as fintechs. Por isso, a Teros se antecipou e criou uma jornada completa de open insurance, que mostra como o open insurance pode abrir uma esteira de novos negócios.

Eduardo Dal Ri assume presidência da HDI Seguros

A HDI anuncia a saída de Murilo Setti Riedel do cargo de CEO e a chegada de Eduardo Dal Ri à liderança da seguradora em 1º de janeiro de 2022.  

Com mais de 25 anos de experiência, Eduardo é um executivo reconhecido no mercado de seguros por ter conhecimento operacional e de gestão, além de robusta a experiência no relacionamento com clientes e corretores.  

Há 22 anos na seguradora e cinco como CEO, Murilo assume agora novos desafios. Responsável por fazer da HDI uma empresa Humana, Digital e Inovadora, o executivo liderou um dos mais extensos projetos de transformação digital do mercado segurador. Durante sua gestão, reformulou processos e produtos com o uso de inteligência artificial e desenvolveu novos modelos de negócios. 

Para Wilm Langenbach, Presidente do Conselho de Supervisão da HDI Seguros, CEO da HDI International AG e Membro do Conselho de Administração da Talanx AG, a chegada de Eduardo Dal Ri vai garantir a estratégia de crescimento da HDI Seguros por meio da diversificação de produtos, digitalização acelerada e parcerias. “A contribuição de Murilo e a sua liderança foram diferenciais para o bom desempenho da operação local. Estamos muito felizes com a vinda de Eduardo e sabemos que traz uma bagagem primordial para esse novo momento da companhia”, avalia Langenbach. 

“Agradeço muito por ter tido a oportunidade de liderar uma equipe de profissionais altamente qualificados, que dão o melhor pela empresa e acreditam no que fazem. Também quero agradecer aos líderes da HDI International e da Talanx pela oportunidade de crescer com a empresa. Agora estou caminhando para novos desafios, sempre pensando no crescimento do nosso setor”, manifesta-se Murilo.  

“Estou muito entusiasmado por receber a liderança da HDI Seguros. Volto à HDI com a missão de fortalecer ainda mais nossa posição no Brasil, cooperando para a construção de uma seguradora Top 5, que oferece soluções inovadoras para nossos clientes e corretores. Estou ansioso para escrevermos juntos o próximo capítulo da seguradora”, revela Eduardo. 

Graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com especialização em Finanças Corporativas pela Fundação Getulio Vargas (FGV-RJ), além de MBA em Marketing de Serviços e Economia Empresarial, pela Escola de Propaganda e Marketing (ESPM) e pela Universidade de São Paulo (USP), o executivo liderou uma reviravolta completa no segmento automotivo na SulAmérica, proporcionando um aumento relevante na lucratividade e no crescimento acima da média do mercado. Além disso, fez parte da equipe que liderou a venda das operações de P&C da SulAmérica para a Allianz no Brasil – o maior negócio de Fusões e Aquisições do mercado brasileiro. Em sua primeira passagem pela HDI, liderou a operação de seguro de automóveis de crescimento mais rápido no Brasil, no início dos anos 2000. Atualmente é Diretor Executivo Comercial da Allianz Seguros no Brasil. 

Nicolas Masjuan, Membro do Conselho de Administração da HDI International AG, Head para a América Latina, também comenta a importância do Brasil para a operação da empresa na América Latina e dá as boas-vindas ao novo CEO. “Foi gratificante trabalhar com o Murilo e agradeço todo o seu esforço à frente da empresa. Estamos animados com a chegada de Eduardo e temos a certeza de que ele vai deixar sua marca na história de sucesso em uma de nossas operações mais importantes na região”, diz.  

Metlife reforça conscientização da equipe

O Valor Econômico publica o anuário Mulheres na Liderança em diversos setores da economia. Em Seguros, o destaque é a MetLife.

O desafio em promover a equidade de gênero no setor de seguros tem engajado, ano a ano, um número crescente de empresas. As mulheres representam mais de 55% dos quase 30 mil funcionários de uma amostra com companhias responsáveis por 80% do setor, segundo pesquisa divulgada pela Escola Nacional de Seguros (ENS). No entanto, apenas 13% dos cargos de conselho de administração contam com mulheres. No nível de diretoria, são 22,8%, de acordo com dados do relatório de sustentabilidade elaborado pela CNseg, a confederação de seguradoras, divulgado em setembro de 2021.

Uma dessas mulheres em cargo de liderança é Daniela Dall’Acqua, diretora de RH da MetLife Brasil, subsidiária da maior seguradora de vida dos Estados Unidos, no país há 22 anos. O grupo tem 47% de mulheres em cargos de liderança, de gerência para cima. “A meta é avançar e ter pelo menos 50%”, ressalta a executiva que está há dois anos e meio no cargo, depois de construir carreira em empresas como Microsoft e Pfizer.

A MetLife tem uma política formal de promoção de equidade de gênero, com metas claras e ações planejadas. O tema está centrado no comitê “Mulheres de Atitude”, criado em 2014, com o objetivo de trazer assuntos de empoderamento feminino para dentro da companhia. “Buscamos promover a equidade de gênero dentro e fora da empresa ao fortalecer programas internos e políticas que levem a equidade para todos os níveis da organização”, diz.

O empenho para alcançar equidade de gênero apresenta resultados. Depois de conquistar o segundo lugar no ano passado, a MetLife chega neste ano à liderança entre as empresas de seguros no estudo “Mulheres na Liderança”. A executiva credita o mérito dos bons resultados ao estímulo à diversidade, equidade e inclusão com ações que visam garantir que os colaboradores tenham liberdade para expressar suas opiniões e serem eles mesmos.

No ano passado, 49,21% dos contratados eram mulheres. Neste ano, o indicador chegou a 52,29%. “Nosso comitê tem trabalhado em projetos que fazem sentido para as colaboradoras. Pesquisas internas nos motivaram a criar dois outros projetos”, conta. Um deles é o ‘Banco de Talentos para Mulheres’ e o outro ‘Mentoria para Mulheres’, em que a empresa desenvolve as que querem ocupar a liderança. “Sabemos que, muitas vezes, as mulheres não se sentem preparadas para os cargos, mas procuramos incentivar para que se sintam segurança para assumir posições.”

Estimular a conscientização da equipe é tarefa diária. Na pré-seleção de um currículo para uma vaga, por exemplo, é obrigatório ter uma mulher entre os três candidatos finalistas. Caso isso não ocorra, os dados da busca e candidatos finalistas precisam ser avaliados por uma equipe regional do comitê de diversidade para garantir que não houve problemas no processo.

A MetLife tem um canal de denúncias ou ouvidoria, que fiscaliza o preconceito, assédio moral ou sexual a colaboradoras e acompanha o tema de perto, além de avaliar a gestão de riscos e reputação da empresa perante a discriminação de sexo e gênero. Outro exemplo é a remuneração. “Monitoramos a satisfação salarial na empresa, analisamos os índices por gênero e temos um comitê que analisa a remuneração variável e investiga possíveis discrepâncias.”

Outras iniciativas propostas pela companhia com o mesmo viés são os comitês para pessoas negras, LGBTQI+ e com deficiência “Todos se reúnem periodicamente para identificar situações, propor iniciativas e discutir temas de interesse dos funcionários que promovam melhorias na companhia e na sociedade” afirma Dall’Acqua.

No setor de seguros, o caminho ainda é longo. “Somos muitas para atingir a meta de ter até 2030 a sonhada equidade de 50% a 50% “, diz Simone Vizani, presidente da Sou Seguro, a associação de mulheres de seguros, que tem o apoio de 55 das principais empresas do setor. Outro ponto de melhorar se relaciona ao salário.: as mulheres ganham em torno de 70% dos salários dos homens

MDS realiza evento em prol da Casa José Coltro com apoio das principais empresas de seguros

Ariel couto MDS

Incrível ver como as empresas de seguros apoiam eventos que envolve a caridade. Desta vez falo do evento Reciprocidade, um projeto de responsabilidade social da companhia em prol da Casa José Coltro, ONG que atua desde 1988 no Capão Redondo e recebe, anualmente, cerca de 420 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. O projeto faz parte das ações sociais da  MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos.

“Este projeto é abraçado com muito amor dentro da MDS, por mim, por toda a equipe e por todos os nossos parceiros de negócios que nos apoiam ano a ano”, disse o CEO Ariel Couto, durante o evento realizado presencialmente no dia 8, na Arena BTG+, em São Paulo. As ações, no entanto, formam realizadas entre os dias 6 e 9 de dezembro, no que o grupo chama de terceira edição da Semana da Reciprocidade. Foram lives, atrações e oficinas com a finalidade de compartilhar conhecimento, cultura, entretenimento e arrecadar fundos.

Mariana Guglielmetti, presidente da Casa José Coltro, agradeceu o apoio e afirmou que com a ajuda de todos, a Casa vem se profissionalizando e fornecerá dados interessantes dos resultados obtidos com o apoio a mais de 400 crianças em estado de vulnerabilidade. “Temos feito um trabalho diferenciado com as crianças. Muitas delas já estão aptas para trabalhar. Ver o estado que elas chegam a casa e que agora podem sair para programas de Jovem Aprendiz, é uma recompensa enorme para nós. E isso só foi possível com a ajuda de todos voces”, disse ela no evento.

Jakson Follmann, ex-goleiro do Chapecoense, cantor, influenciador e padrinho do evento, também estava no evento. “Eu sei o quanto a ajuda das pessoas e das empresas é importante para um momento de vulnerabilidade. Ajudar faz uma sociedade mais resiliente”, afirmou.

Roberto Hernández, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich: projeto incrível

Os convidados conheceram o mascote do projeto e puderam realizar doações à ONG via PIX, além de arrematar quadros pintados pelas crianças, além de outros objetos.  Roberto Hernández, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, ganhou da MDS um dos quadros por ser uma das principais apoiadoras. “Este projeto é incrível e está em conformidade com as ações da Zurich em todo o mundo, que incluem social, meio ambiente e governança”, disse ao blog Sonho Seguro.  

“Há dois anos, o grupo Zurich assumiu diversos compromissos mundiais e locais, pois quer ser um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta”, disse. Mundialmente, o grupo vem renovando investimentos parrudos em ações importantes. Em 2012, o compromisso foi investir US$ 2 bilhões em títulos verdes. Em 2017, fez uma nova aliança com o planeta ao renovar por cinco anos seu compromisso de investir US$ 5 milhões até 2022. O montante equivale à compensação de 5 milhões de emissões de CO2.

Colombo, da Swiss Re: “Apostamos nos jovens e em parcerias com esta com a MDS”.

O CEO da Swiss Re Corporate Solutions, Angelo Colombo, e o diretor comercial Guilherme Perondi, também estavam presentes. “Esta é uma das boas causas para apoiarmos. Gostamos muito do trabalho que a Casa José Coltro tem feito em parceria com a MDS, uma importante parceira de negócios nossa”, comentou Colombo.

A Fator Seguradora, patrocinadora do evento, estava representada por Mauro Wassilewsky Caetano, recém contratado para a diretoria de Property & Casuality (P&C), Pedro Mattosinho, diretor de garantia, e  Luiz Antonio da Fonseca, diretor executivo comercial. “É um grande prazer para nós apoiarmos a MDS em um projeto tão sério como o da Casa José Coltro. Saber que jovens em situação de vulnerabilidade tem uma chance de superar as dificuldades e serem preparados para o mercado de trabalho é algo que todos nós precisamos nos dedicar”, comentou Fonseca.

Karine Barros é a primeira mulher a assumir a diretoria comercial da Allianz

Karine Barros, diretora executiva de Neg. Corp. e Saúde da Allianz Seguros_cred. Túlio Vidal (8)

A Allianz Seguros acaba de anunciar que Karine Barros assume a diretoria Comercial da empresa, sendo a responsável por toda a venda de produtos e serviços em âmbito nacional, o que inclui a comercialização por meio de corretores, assessorias e parcerias. Karine é a primeira mulher a ocupar esse cargo na Allianz Seguros e comandará as seis regionais comerciais, formadas por mais de 500 colaboradores que atuam nas sedes de São Paulo e Rio de Janeiro e em 72 filiais e atendem a mais de 42 mil corretores e 62 assessorias.


A posição ocupada pela executiva será fundamental para a perspectiva de crescimento e diversificação de negócios da Allianz no Brasil. “Estou muito feliz com o novo desafio. Assumir a diretoria Comercial de uma das três principais companhias de seguros de Ramos Elementares do país é motivador. A Allianz Seguros tem amplo portfólio de produtos, o que nos permite oferecer e alavancar a cadeia de proteção dos consumidores brasileiros”, afirma Karine.


A executiva está na Allianz Seguros há sete anos, sendo há três do Comitê Executivo. Karine representa o Brasil no Programa Allianz Women’s Sponsorship, iniciativa global para o desenvolvimento lideranças. A profissional tem mais de 20 anos de experiência nos setores bancários e de seguros, com foco em Linhas Comerciais e Saúde, Gestão de Mercado e Planejamento Estratégico, com passagens por grandes bancos e administradoras financeiras.

Open Insurance começa a valer hoje, 15 de dezembro

open insurance

O Banco Central divulgou o cronograma de registro das APIs na fase 4 do Open Banking, marcado a fase 1 do Open Insurance. De maneira simplificada, as APIs são a tecnologia que permite a troca de informações entre as instituições. O registro das APIs no ambiente criado pelo BC será escalonado, dependendo do serviço específico a ser oferecido. Com a fase 4, tem inicio o compartilhamento de um conjunto de informação além de produtos e serviços bancários tradicionais, o que marca o início de sua migração para Open Finance.

O prazo para inscrição vai até os seguintes dias de março do ano que vem: dia 4 para seguros, previdência complementar aberta e capitalização; 11 para serviços de credenciamento em arranjos de pagamento; 18 para operações de câmbio; e dia 25 para contas de depósito a prazo e outros produtos com natureza de investimento.

“A data de início da fase fica mantida para 15 de dezembro de 2021, quando as instituições participantes devem iniciar processo de certificação funcional das APIs dos produtos que serão compartilhados, com objetivo de garantir a qualidade e aderência às especificações”, disse o BC em comunicado. A partir daí, as instituições terão os prazos detalhados acima para fazer o registro.

A Bradesco Seguros, que tem o maior percentual de retorno ao banco com vendas de seguros, sempre beirando os 30% de participação no resultado do grupo, está preparada, segundo o CEO Ivan Gontijo: “Estamos dentro do cronograma. Temos dois vieses: governança, para garantir aos nossos clientes a reserva dos dados. Isso é fundamental. Segundo ponto é verificar quais são as oportunidades que o mercado nos apresenta para desfrutarmos e surfar neste novo modelo de negócio que é novo. Ninguém conhece bem os resultados, mas acreditamos que seja positivo e salutar para o mercado ao dar poder de escolha ao consumidor”. 

Veja abaixo o release da Susep:

Começa, nesta quarta-feira, 15 de dezembro de 2021, a implementação do Open Insurance no Brasil, com o início da primeira fase, que se estende até 30 de junho de 2022 e prevê o início do compartilhamento de dados públicos sobre canais de atendimento e produtos de seguro, previdência complementar aberta e capitalização disponíveis para comercialização.  

A implementação do Open Insurance é realizada em sincronia com a entrada desses produtos no funcionamento doOpen Banking, evitando assimetrias entre os Sistemas e consolidando o processo de sua integração em um modelo de Open Finance.

O primeiro passo formal para o avanço do projeto foi a publicação da Resolução CNSP nº 415/2021 e da Circular Susep nº 635/2021, que dispõem sobre as diretrizes para implementação do Open Insurance. Em seguida, as partes envolvidas na implementação do ecossistema seguiram um cronograma para viabilizar as primeiras entregas necessárias para a conclusão de sua infraestrutura inicial: o portal do Open Insurance, o diretório de participantes e os canais para encaminhamento de demandas de clientes (service desk).  

O portal, https://opinbrasil.com.br, já se encontra disponível e tem conteúdo específico e atualizado destinado a atender as demandas de cidadãos, desenvolvedores e sociedades participantes. O diretório de participantes, por sua vez, é peça chave do ecossistema, por meio do qual as companhias deverão efetuar seus registros no Open Insurance, o que permitirá o gerenciamento dos acessos e o compartilhamento de todas as informações nesse ambiente. Por fim, o service desk disponibilizará atendimento gratuito e ininterrupto para o funcionamento do Sistema, dando tratamento formal às diferentes demandas das empresas. 

Na sequência da implementação da Fase 1, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) conferiu às empresas prazo até 4 de março de 2022 para realização dos testes de conformidade e registros das APIs que permitirão o acesso às informações compartilhadas, de maneira a conferir maior segurança e eficiência ao desenvolvimento dessa etapa. 

Benefícios 

Open Insurance é um sistema que permite o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas no âmbito dos mercados de seguros, previdência complementar aberta e capitalização. 

Neste primeiro momento, o Open Insurance garantirá um acesso mais fácil para o consumidor aos produtos e serviços disponíveis no mercado de seguros, criando condições mais favoráveis, também, para que as entidades participantes divulguem informações públicas relevantes para seus clientes e para o público em geral.  

Nas fases seguintes, o ecossistema permitirá que os consumidores, mediante seu consentimento formal, possam compartilhar seus dados pessoais dentro do ambiente, de forma segura, ágil, precisa e conveniente.  

Com base nessa ampla disponibilidade de dados e informações, surgirão produtos cada vez mais customizados, eficientes e adequados ao consumidor, com potencial para alavancar o desenvolvimento do mercado de seguros e criar condições mais favoráveis para a promoção da cidadania financeira, que acaba por agregar valor para o setor como um todo, além de promover o desenvolvimento econômico e social do país.  

Ainda, sob a ótica de regulação de sinistros, espera-se que o ecossistema permita uma redução no tempo de liquidação e a incorporação de novas tecnologias, ainda mais convenientes, trazendo mais um benefício direto ao consumidor, seja ele pessoa natural ou pessoa jurídica, como, em especial, as pequenas e médias empresas.  

Para saber mais sobre os avanços da iniciativa, os benefícios e oportunidades trazidos pelo Sistema de Seguros Aberto, acesse openinsurance.susep.gov.br, área do site da Susep dedicada ao Open Insurance.

Nos EUA, golpistas de garantia fidejussória vão para a prisão

Três homens foram condenados a penas de prisão que variam de dois a seis anos nesta semana por participarem de uma fraude de fiança, nos moldes de garantia fiduciária, onde “certificados de ouro” inúteis foram usados ​​para garantir projetos de construção em Nova York, Nova Jersey e outros lugares, informa o portal Business Insurance. De acordo com a acusação original, os homens fraudaram três empreiteiros em US $ 1,2 milhão em taxas de fiança em 2015.

“Era um propósito do esquema e artifício os réus enriquecerem-se ilegalmente, obtendo pagamentos de empresas de construção em troca da emissão de fianças supostamente valiosas que eram, de fato, garantidas por ‘certificados de ouro’ sem valor”, afirmou a acusação.

Os quatro réus, que foram sentenciados por um juiz do tribunal distrital federal do Sul da Flórida em Miami, confessaram ser culpados de conspiração para cometer fraude eletrônica.

Alexander Xavier foi condenado a seis anos de prisão, Timothy Castracane foi condenado a três anos e 10 meses e Henry Hattendorf foi condenado a dois anos. No mês passado, Robert Wann foi condenado a 4 anos e meio e meio por sua participação na fraude.

No Brasil, o mais recente caso de fiança fidujussória envolve o contrato de fornecimento de vacinas para o Ministério da Saúde. O FIB Bank, que não é banco, ofereceu garantia financeira de R$ 80,7 milhões em um contrato firmado entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a compra da vacina Covaxin, valor equivalente a 5% do valor do contrato. No entanto, este tipo de garantia não é prevista na nova Lei de Licitação, que permite apenas garantias em dinheiro, carta fiança bancária emitida por bancos fiscalizados pelo Banco Central do Brasil ou seguro garantia por seguradoras reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), alertou Pedro Mattosinho, diretor e especialista em seguro garantia da Fator Seguradora.

Leia mais Garantia Fidejussória não é seguro

O caso ganhou o ápice dos debates e investigações da CPI da Pandemia. Em quase seis meses de trabalho, a CPI da Pandemia colheu mais de 50 depoimentos, quebrou 251 sigilos, analisou 9,4 terabytes de documentos e fez mais de 60 reuniões, marcadas por intensos embates. Com o fim da CPI em agosto, o Plenário do Senado aprovou em outubro um projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Observatório da Pandemia de Covid-19 (PRS 53/2021). Seu objetivo é acompanhar os desdobramentos das investigações e do relatório final da CPI da Pandemia. O desfecho do caso da Precisa Medicamentos com o FIB Bank ainda é aguardado.

CNseg divulga ranking do setor de seguros

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg passa a divulgar o “Ranking do Setor de Seguros”, cujos dados serão atualizados mensalmente. O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, explica que a estruturação e a divulgação, no Portal da Confederação, do ranking de arrecadação por segmentos e ramos, são mais um passo da entidade para melhor informar o público interessado sobre o desempenho do setor e suas mudanças. “A iniciativa faz parte da nossa sistemática diretriz de ampliar ao máximo o acesso a informações básicas e analíticas para utilização por profissionais do setor, especialistas, estudiosos, estudantes e consumidores”, ressalta.

A publicação do ranking, de forma estruturada e de fácil consulta, vem ampliar o vasto conteúdo sobre o setor, elaborado pela CNseg e divulgado em seu Portal, na área denominada “Análise e Estatísticas”. Os dois rankings agora publicados apresentam as seguintes abordagens: um referente aos grupos econômicos classificados por segmento e a outra, por empresas posicionadas por segmento e principais produtos. Para as análises de desempenho do setor, um estudo da CNseg concluiu que a melhor varável é o prêmio direto para as operações de seguros de Danos e Responsabilidades e Planos de Vida Risco. Para os Planos de Acumulação, são as contribuições; para Capitalização, o faturamento e, para Saúde Suplementar, as contraprestações líquidas.

 “A novidade, que o diferencia de outros rankings publicados, é que o nosso abrange todas as operações do setor, abrindo por ramos e atualizando mensalmente, porque a posição intrassetorial tem mudado muito rapidamente. Outra novidade é a apresentação de dados e índices pré-formatados e acumulados até o último mês de atualização, o que capta melhor essas mudanças. Há segregação dos dados e índices com e sem Saúde Suplementar, porque a base de divulgação da Susep e da ANS tem defasagens diferentes com relação ao mês de referência, destaca Marcio Coriolano. E acrescenta: “O ranking da CNseg não pretende demonstrar ‘qualidade’ ou ‘extensão’, das operações, tendo em vista que as companhias têm suas próprias estratégias de posicionamento no mercado, exposição a riscos e diferenciação de produtos. Além disso, há outros tipos de ranking, com outros atributos, como lucratividade ou índice combinado. Ao longo do tempo, pretendemos harmonizar conceitos para agregar outros tipos de ranking, o que exige cuidado estatístico adicional, para que sejam evitadas avaliações sem adequado embasamento técnico”.

A primeira edição lançada utiliza os dados de setembro de 2021, divulgados pela Susep.

Abaixo o ranking completo de 12 meses de 2020

Previdência privada: captação líquida tem alta de 315% em outubro, sobre 2020

marcelo picanco porto

O setor de previdência privada aberta obteve melhora significativa nos números, indicando a recuperação gradual do mercado, como comprova o último levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, referente a outubro de 2021. A leitura mensal informa que, somente em captação líquida foram arrecadados R$ 2,6 bilhões, crescimento de mais de 315% em relação ao mesmo mês de 2020. 

O saldo corresponde ao valor do montante bruto captado pelos planos de caráter previdenciário, de R$ 11,3 bilhões, menos os resgates efetuados no período, de R$ 8,7 bi. As duas cifras revelam avanço de 26,9% e 5,1% no mês, respectivamente, frente aos dados apresentados em outubro do ano anterior. 

Conforme explica Marcelo Picanço, diretor estatutário na Fenaprevi, a alta na captação líquida mostra um otimismo com a retomada econômica, que ocorre gradativamente no país e no mundo. “Apesar do cenário volátil, a expectativa é que esse tipo de investimento continue crescendo nos próximos períodos”. 

Resultado acumulado 

Na análise de janeiro a outubro também houve retomada da poupança de longo prazo. Os aportes somaram mais de R$ 112 bilhões, volume 15,2% maior. Já os resgates cresceram no período 25%, alcançando R$ 84,7 bi. A captação líquida, diferentemente da leitura mensal, registrou leve recuo, de 7,3%, fechando em R$ 27,3 bi nos dez meses. Todos os percentuais resultam da comparação com o mesmo recorte de 2020. 

Em termos de reservas, as provisões superaram R$ 1.040 trilhão, com aumento de 5,9% em relação ao ano prévio. 

“Os índices de 2021 indicam uma recuperação do que foi perdido em 2020. A tendência é que, de forma gradativa, as pessoas retomem seus investimentos, deixando de lado o foco nos percalços do presente e voltando a se preocupar com o futuro”, complementa Picanço. 

Dedução no IR 

A chegada ao último mês do ano motiva quem faz a declaração completa do Imposto de Renda a buscar os planos de previdência complementar, em especial o PGBL, ou a realizar aportes maiores em dezembro devido à possibilidade do diferimento fiscal de até 12% da renda bruta para a base de cálculo do IR. 

É importante, porém, ter atenção à data limite para o aporte (31 de dezembro) e, no caso de quem ainda não possui o plano, observar os prazos operacionais das empresas para não perder a oportunidade.