TEx, em parceria com a Zurich, disponibiliza produto no multicálculo residencial

Ismael Andrade Zurich

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, acaba de firmar parceria com a Zurich no Brasil com o objetivo de aumentar a competitividade e as ofertas disponíveis no TELEPORT. A partir deste mês, todos os corretores que utilizam o TELEPORT terão acesso ao seguro Zurich Residência, informou a Zurich em comunicado.

“Nosso objetivo é estar sempre inovando e trazendo os principais produtos do mercado em primeira mão para os clientes TELEPORT. A parceria com a Zurich comprova isso e traz a possibilidade de oferecer produtos que possam contribuir para o desenvolvimento do seguro residencial, que é pouco explorado no Brasil”, explica Emir Zanatto, sócio e CEO da TEx.

Clientes Zurich Residência contam com coberturas que garantem a proteção de seu patrimônio e ainda podem aproveitar as vantagens e diferenciais que o seguro oferece, como:

  • Assistência 24 horas;
  • Serviço gratuito de descarte ecológico para móveis, eletrodomésticos, entulho e resto de obras;
  • Consultoria ambiental e para projetos sustentáveis;
  • Parceria ADT na instalação de alarmes monitorados.

Para o superintendente de seguros massificados da Zurich no Brasil, Ismael Andrade, a parceria inédita em seguro residencial é fundamental para os objetivos da seguradora. “Temos certeza de que, com o ingresso do Zurich Residência no Multicálculo Residencial da TEx, alcançaremos corretores de seguros de todo país, que poderão ofertar a seus clientes um produto único, com toda expertise e diferenciais da Zurich”, explica o executivo.

Além disso, é importante ressaltar que o Multicálculo Residencial do TELEPORT é o único do mercado em que é possível calcular e transmitir a proposta diretamente da ferramenta. Com ele, corretoras podem realizar inúmeras cotações com o preenchimento de um formulário ainda mais simples e intuitivo.

“Open health” e Metaverso no radar da seguradora SulAmérica

Alexandre Puttini SulAmerica

Não é de hoje que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vem falando em seus encontros com empresários e com a imprensa que o governo estuda editar uma medida provisória ainda neste ano para criar um sistema de “open health”, nos moldes do open banking, open insurance e open finance, resultado da conclusão de todas as fases dos dois primeiros. O discurso tem sido o mesmo: dar maior transparência ao setor de saúde, atrair novas companhias e assim beneficiar o consumidor com o aumento da concorrência.

O blog Sonho Seguro conversou com Alexandre Putini, diretor de Transformação Digital, Inovação e Advanced Analytics da SulAmérica, para saber como anda este tema no setor de saúde suplementar. Leia abaixo:

Quais são as expectativas da operadora/FenaSaúde para o Open Health?

Pelo lado dos bancos, o Open Banking deu início a um maior empoderamento de decisão para o cliente em relação ao compartilhamento de dados e consumo de serviços. O modelo de negócios tem como objetivo propor inovações para o sistema financeiro e gerar concorrência saudável, melhorando, assim, a oferta de produtos e serviços. De forma similar, o Open Insurance vem também proporcionar facilidades e oportunidade de atuação decisória por parte dos clientes. Tanto na perspectiva dos bancos quanto na das seguradoras, os modelos requerem grandes mudanças tecnológicas e de interoperabilidade entre plataformas e sistemas, com garantias de padronização das trocas de informações e de posicionamento do cliente no centro das decisões.

Nesse contexto temos o Open Heath, que dentro universo de saúde, tem como principal destaque a padronização dos dados de registros eletrônicos e prontuários digitais dos pacientes, além da interoperabilidade entre beneficiários, médicos, laboratórios e hospitais. Isso trará grande evolução na experiência do cliente, facilitando avaliações, reduzindo a repetição de exames ou mesmo de pedidos desnecessários, assim como trará poder decisório sobre como e onde seguir com tratamentos ou obter, de forma mais fácil, outras opiniões sobre diagnósticos de doenças, por exemplo. Como consequência, o setor espera o uso consciente do sistema de saúde e, potencialmente, uma redução na inflação médica, crescente ano a ano.

Quais são os desafios e oportunidades que a SulAmérica vê em um mercado aberto de informações?

O modelo trará benefícios e oportunidades, mas também desafios de alta competitividade, o que pode ser positivo sob o ponto de vista de melhor oferta de produtos e serviços, agilidade no atendimento e experiência do cliente como diferencial nesse mercado. As marcas também deverão continuamente estar aderentes às leis de proteção de dados, garantindo segurança da informação e o fortalecimento da relação de confiança. Cyber security é uma das linhas de maior investimento das empresas digitais ou em processo de digitalização.

Certamente exigirá investimentos em tecnologia, pessoas e inovação. Tem uma cifra para divulgar?

É fato que os investimentos para a implementação do Open Health serão importantes, à luz do que foi e continua sendo realizado com o Open Banking e Open Insurance, mas ainda não é possível dimensionar.

Como isso mudará as relações da gestão da cadeia paciente, operadora, médicos e hospitais?

Podemos citar ao menos três principais mudanças na gestão da cadeia, a favor do sistema de saúde. A primeira é sobre o paciente, que poderá decidir onde ter seus produtos e serviços, como usá-los e, de posse de seus dados, fazer uso deles para mais de um médico ou hospital. A segunda é no sistema de saúde como um todo, envolvendo a gestão da cadeia e a diminuição dos altos custos e usos desnecessários de exames. A terceira e última mudança está na otimização e afinamento na relação entre operadoras, médicos e hospitais, no compartilhamento de informações com anuência dos clientes, conforme as regras e padrões de gestão sobre os dados e consumos, sempre alinhado aos órgãos reguladores.

A aposta é que a criação de uma plataforma única tende a aumentar os serviços oferecidos, o que pode elevar a concorrência, diluir custos e melhorar a oferta. Acreditam que há mais espaço para concorrência do que já existe hoje? Cite exemplos de novos produtos e serviços que podem surgir a partir do Open Health.

A tendência é que haja mais de uma plataforma de saúde, o que certamente fomentará uma maior concorrência. Nesse contexto, a tecnologia terá papel fundamental, provendo a interoperabilidade entre elas, o posicionamento do cliente no centro decisor, de fato dono de seus próprios dados de saúde, e a interação com toda a cadeia.

Em relação aos produtos e serviços, o Open Health proporcionará a criação de novas carteiras digitais, nas quais o cliente terá facilmente acesso às suas informações de saúde, exames e diagnósticos por meio do smartphone; outros produtos de internet das coisas também aparecerão para monitoramento preventivo, como dispositivos wearable, como smartwatches, que permitem o compartilhamento de dados de saúde e a realização de alertas, recomendações ou indicações de urgência da operadora, seguradora de saúde e/ou hospital; além de serviços adicionais, como descontos, principalmente, nas adjacências de saúde como farmácias, empresas de bem-estar ou até mesmo cashback por bom uso do sistema e cuidados com a saúde.

Metaverso é um tema no radar das operadoras? 

Na SulAmérica, estamos atentos a todos movimentos de inovação no mercado nacional e internacional. Aqui, temos nossa Garagem de Inovação para avaliações, prototipações e experimentos, antes de lançarmos um novo produto ou serviço. No caso do Metaverso não é diferente – esse novo universo virtual vai combinar experiências imersivas à realidades conhecidas, além de trazer novas experiências para as pessoas, mudando a forma como entendemos o mundo que vivemos atualmente.

O que já delineou em estudos sobre o tema?

Estamos em fase de estudos e entendimentos, mas vemos possibilidades de realizar encontros de negócios virtuais, experimentar digitalmente os produtos e serviços antes da aquisição ou até mesmo ter explicações médicas de forma digital, profunda e lúdica, permitindo melhor visualização e compreensão do diagnóstico. Enfim, esse pode ser o início de uma nova era da evolução digital, na qual as experiências podem se misturar de forma efetiva, sem distinção de quais serão as melhores ou ainda uma dualidade de possibilidades de “estarmos em mais de um lugar ao mesmo tempo”.

Galo de Ouro 2021 premia os melhores corretores e funcionários de vendas da MAG Seguros

A campanha de vendas mais tradicional do mercado de seguro de vida e previdência do país, o Galo de Ouro, realizado pela MAG Seguros, teve sua comemoração e premiação realizada nesse sábado, dia 14 de janeiro, e contou com a apresentação do ator global Cauã Reymond, em evento híbrido e cercado de todos os protocolos de segurança.

O prêmio reconhece os melhores corretores e funcionários de vendas da MAG Seguros com o famoso troféu e uma viagem com direito a acompanhante. Em 2022, os vencedores de cada uma das 23 categorias embarcaram rumo à Dubai, uma cidade conhecida por suas paisagens de tirar o fôlego em cenários fascinantes, além da arquitetura moderna e linha do horizonte repleta de arranha-céus. Participam do Galo de Ouro os funcionários de vendas da empresa e os corretores parceiros da companhia.

“O Galo de Ouro é sempre um momento festejado e único na MAG Seguros. É a oportunidade que temos de prestar todas as homenagens devidas a todos os profissionais que contribuíram para o grande desempenho da companhia ao longo de 2021, um dos nossos anos de maior sucesso na história da empresa”, explica o CEO Helder Molina.

Também durante a cerimônia, foi entregue um troféu do Galo de Ouro especial em reconhecimento da carreira do executivo Osmar Navarini, que passou, no início de 2022, a ser o mais novo membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros e passa a trabalhar diretamente com o presidente e CEO Helder Molina em projetos especiais da MAG.

Agravamento da severidade dos casos de Ômicron pode pressionar ganho das seguradoras

Desde a confirmação dos primeiros casos da variante Ômicron do coronavírus em São Paulo, no fim de novembro, o Brasil tem apresentado recordes de contágio. Apesar do aumento do número de casos dia após dia, a variante tem se mostrado menos letal, e a pressão sobre a sinistralidade e os índices de lucratividade das seguradoras dependerá da gravidade e da quantidade de internações, ressalta a Fitch Ratings. Em um cenário adverso, no qual o número de internações para a nova variante aumenta, existe a possibilidade de o número de casos e de a manutenção de procedimentos eletivos pressionarem a sinistralidade do segmento de seguros e, consequentemente, a rentabilidade do setor.

Para seguradoras que possuem cobertura de vida, a menor letalidade da variante e o avanço do quadro vacinal devem impedir a repetição do número de vítimas de 2021. Na primeira semana epidemiológica de 2022 houve 832 vítimas de Covid-19, ante as 6.906 da primeira semana epidemiológica de 2021 e as 21.141 do pico de casos, registrado na 14° semana epidemiológica de 2021.

O avanço da Ômicron aumentou a procura por testes de Covid-19. De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), o país tem apresentado recordes diários de testagem, chegando a 86,1 mil aplicações em 13 de janeiro de 2022. A taxa de positividade também cresceu significativamente, indo de 5% no começo de dezembro para 39,25% em 13 de janeiro, ainda pelos números da Abrafarma. 

Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), há 69 mil novas infecções por dia, em média, o que representa 89% do pico da média diária mais alta já relatada, em junho de 2021, e indica um novo pico de casos, que se reflete na taxa de positividade e na grande busca por exames. O país registrou 23 milhões casos de Covid-19 e 621 mil mortes relacionadas ao coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020. 

No entanto, apesar do aumento do número de casos, 68% da população encontram-se vacinados com duas doses ou dose única. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, 381 milhões de doses foram distribuídas. O país tem apresentado um avanço no número de internações em diversas regiões, mas a maior parte dos internados com Covid-19 não apresentava vacinação completa.

Embora ainda haja incertezas, a pressão sobre os sinistros das seguradoras de saúde dependerá da incidência de casos graves e do número de internações. De acordo com dados do setor, os números até agora são baixos quando comparados aos números de 2021.

MAPFRE divulga prévia de dados de 2021, com crescimento de 8% em vendas de seguros, resseguros e serviços no mundo

mapfre seguros brasil
COOP WEEK MAPFRE SEGUROS

A MAPFRE divulgou na última segunda-feira, 17, uma prévia de seu balanço global de 2021, com informações sobre prêmios por regiões e unidades de negócios. A companhia aumentou sua receita total com seguros, resseguros e serviços em 8% em 2021 em relação ao ano anterior, com um volume de 22,1 bilhões de euros em todo o mundo. Já a receita de prêmios de seguros cresceu 8,6%, enquanto a MAPFRE RE, com resseguros e grandes riscos, teve um aumento de mais de 10%.

A MAPFRE também apresentou no Brasil um aumento significativo: cerca de 8,3% de crescimento em prêmios, num total de 3,34 bilhões de euros. “Esses dados mostram, mais uma vez, como o nosso modelo de negócios é sólido, mesmo em circunstâncias desafiadoras como as que temos enfrentado desde o começo da pandemia. Os dados do Brasil provam porque a companhia segue forte no País, permanecendo como a segunda maior operação da MAPFRE no mundo”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil.

Os dados completos sobre o balanço global da companhia em 2021 serão divulgados no dia 10 de fevereiro.

Startup Labora vislumbra captação ponte para Série A após vencer Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social

Fundación Mapfre

Tranquilidade diante de decisões difíceis e inteligência emocional. Eis dois atributos que passam a ganhar notoriedade no processo seletivo das empresas que já entenderam a importância do tema Economia do Envelhecimento ao valorizar a experiência de seniores com o imediatismo dos jovens. “Nossos estudos nos mostraram que mesmo em grupos corporativos onde já há avanço em temas como diversidade de raça, gênero e LGTBQIA+, a questão da idade ainda não é vista como um fator de vulnerabilidade. Porém, o grupo mais afetado por perda de trabalho, desde o começo da pandemia, foram os 50+. Por isso escolhemos este tema para nos dedicarmos”, conta Sergio Serapião, um dos fundadores da Labora, a primeira plataforma projetada para viabilizar a inclusão em escala de profissionais mais velhos no mercado com tecnologia que retira entraves “idadistas” desde os processos de recrutamento, treinamento até integração em novas posições de trabalho .

Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. De olho nisso, a Fundación MAPFRE incluiu em seus Prêmios à Inovação Social, que está em sua quinta edição, a categoria Economia Sênior por entender que grande parte dos idosos se vê sem atividade ou renda suficiente para viver bem os anos que têm pela frente. E, quando acolhidos pelo mercado de trabalho, contribuem para a geração de riqueza de uma sociedade, tanto financeiramente como emocionalmente.

Em busca de apoiadores para o primeiro estágio de uma startup, conhecido como Investimento Anjo, os fundadores da Labora inscreveram o projeto na quarta edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social, realizada no ano passado. Um júri, formado por especialistas em inovação, empreendedorismo e impacto social, além de membros da seguradora e da IE University, escolheu o projeto da Labora entre os mais de 300 inscritos nas três regiões: Brasil, Europa e demais países da América Latina.

“Foi incrível vencer pelo Brasil. Claro que ganhar o valor em dinheiro ajudou, principalmente durante a pandemia, que exigiu aporte de tecnologia para manter o projeto no ar. Mas a mentoria que recebemos dos especialistas reunidos pela Fundación MAPFRE, bem como o networking e a notoriedade com o compartilhamento de experiência nacional e internacional foram determinantes para alcançarmos maturidade para alinhar a tecnologia com a entrega de resultados mais efetivos, além de construirmos a ponte para um novo estágio da captação de recursos para startups que avança do Seed até a Série A, quando os fundos de capital tornam se mais rigorosos e buscam escalar soluções, injetando mais “gasolina” ou “smart money” no jargão do mercado”, explica Sergio.

O empreendedor afirma que os postos de trabalho foram concebidos para pessoas com menos de 40 anos e, nesse cenário, contratar pessoas mais velhas significa, para muitos, precisar fingir ser mais jovem, deixando de lado seus melhores atributos e colocando em risco sua saúde, autoconfiança e realização. De um lado, uma legião de 50+ que busca um trabalho com mais sentido. De outro, empresas ávidas para agregar comprometimento, experiência e resiliência aos jovens que ingressam no mercado de trabalho, ansiosos por trilhar uma carreira promissora em um curto espaço de tempo. No meio deles, a faixa de 40 anos, com profissionais mergulhados em complexas demandas profissionais e familiares.

A Labora tem a ambição de “prevenir e mitigar a dor” de todos os envolvidos. Por meio da identificação de perfis, treinamentos gratuitos e mapeamento de habilidades e objetivos do candidato, o aplicativo faz a correspondência de vagas sem vieses inconscientes de idade e garante o sucesso das empresas no processo de inclusão. “Ligamos uma rede de organizações e executivos engajados com a conscientização do problema e daí passarem a ser um ator de transformação no longo prazo”.

Serapião explica que é preciso entender as necessidades dos profissionais 50+. “A maioria dos RHs tende a colocar tudo no mesmo balaio, o que torna o processo seletivo ineficaz. Exigências e expectativas precisam ser avaliadas e ponderadas para esta faixa etária. Os jovens querem dinheiro, status e galgar posições. Já uma pessoa de 50+ pode ter outra aspiração. O dinheiro importa, mas a qualidade de vida, propósitos sociais e reconhecimento têm pesos relevantes na avaliação dos requisitos das vagas”.

Até 2021, 20,6 mil profissionais aderiram a comunidade Labora, tiveram acesso a cursos gratuitos e participaram de processos de matching para trabalhos desenhados para profissionais acima de 50 anos, com uso de tecnologia baseada em dados. Até o final de 2022, eles esperam que 100 mil pessoas com mais de 50 anos sejam treinadas para novos trabalhos. “Foram mais de 50 palestras dedicadas ao letramento da diversidade geracional dentro das empresas. Fizemos com que a nossa mensagem chegasse a empresas e idosos, que estão começando a repensar o seu potencial hoje e profissionais de RH a evitarem conflitos e sair da guerra entre jovens e 50+”, comenta Serapião.

Rede Lojacorr cria site sobre LGPD voltado ao corretor

Está aberto ao público o site, desenvolvido pela Rede Lojacorr, sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), voltado ao corretor de seguros pelo link https://www.lgpdcorretoras.com.br/. A iniciativa visa auxiliar o profissional do mercado a tirar dúvidas sobre condutas, simulações, prazos, órgãos reguladores, agentes e passos para adequação. 

O canal foi desenvolvido para ser um ponto de contato rápido entre o corretor e especialistas, com informações fidedignas, claras, didáticas e acessíveis, que podem apoiar o profissional na sua adequação, além de contribuir com todo o ecossistema de seguradoras e segurados no Brasil. A curadoria do site vem ao encontro de esclarecimentos e das principais dúvidas e orientações que a Lojacorr obteve ao longo de um mergulho na LGPD, compilados também por meio de reuniões com os times e corretores, além da prática do dia a dia em relação à adequação. 

Devido a entrada em vigor dos artigos 52, 53 e 54 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), referente às sanções administrativas, a maior rede de corretoras de seguros independentes do País vem realizando, desde 2019, diversas ações por meio de diversificadas plataformas e formatos para apoiar as corretoras de seguros da Rede, mas principalmente todo o mercado segurador. As ações informativas e educacionais também têm o intuito de aculturar o brasileiro referente à lei e a participação de cada um nesse processo.

De acordo com o diretor Financeiro (CFO) e cofundador da Lojacorr, André Duarte, a realização de auditorias, além do uso indevido dos dados das carteiras e até mesmo contatos impróprios podem não estar em conformidade com as diretrizes da LGPD. “Por isso, o desafio é informar, educar e apoiar as corretoras de seguros da Rede Lojacorr e o mercado segurador, bem como proporcionar segurança aos titulares dos dados (segurados). A implantação das adequações à lei é mundial e a Rede diagnosticou que muitas empresas possuem dificuldades de adequação à LGPD, tanto em relação à informação, quanto de recursos”, afirma.

Com o intuito de promover as adequações à LGPD, bem como colaborar com o mercado ainda tradicional e com muita diversidade devido à capilaridade de atuação da Lojacorr, os times de Compliance, Jurídico e Tecnologia da Rede Lojacorr, com apoio da Comunicação e Gente & Gestão, desenvolveram uma série de ações, promovendo informações, troca de ideias, treinamentos, soluções de dúvidas, esclarecimentos e, principalmente, a escuta dessas corretoras e corretores.

Seguradora MetLife investe para avançar em seguro de vida para PMEs

Ramon MetLife PME

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, está de olho nas oportunidades de crescimento com a comercialização de seguro de vida para micro, pequenas e médias empresas que, atualmente, representam mais de 10 milhões de estabelecimentos e 30% do faturamento do país, segundo dados do Sebrae e do Governo Federal. Com isso, a seguradora está aperfeiçoando seus produtos e investindo em plataformas digitais para atender às necessidades dos clientes, dos corretores e as demandas do mercado com mais rapidez.  

“O mercado de pequenas e médias empresas  é muito importante para o país e para a MetLife, por isso, investimos continuamente para atender àquilo que os corretores e os nossos clientes esperam. Queremos que o corretor tenha autonomia na gestão de seus negócios, de forma prática e descomplicada. hoje não existe mais a necessidade do corretor enviar a proposta física e assinada para a empresa, isso já é feito com assinatura digital”, explica Ramón Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil. O executivo também destaca a preocupação da empresa para que o corretor tenha autonomia na ponta. “Criamos um programa chamado Conta Corrente, onde os corretores possuem liberdade para gerenciar sua comissão e preço da apólice”, completa Ramón Gomez. 

Em outubro deste ano, a MetLife ampliou os recursos dentro do Portal do Corretor, ao lançar o “Dashboard do Cotador”, uma ferramenta que permite ao corretor fazer toda a gestão do seu negócio de forma rápida e intuitiva, desde a proposta até a concretização da apólice.  

Para 2022, a empresa mantém parcerias importantes pensando no valor agregado de seus produtos de vida PME. Entre elas estão o Gympass, benefício que dá acesso a mais de 24 mil academias e estúdios conveniados e a uma plataforma integrada com aplicativos de saúde, bem-estar e atividade física; e o Einstein Conecta, serviço de orientação médica online pelo celular ou computador 24h por dia, 7 dias por semana.  

Ataque cibernético, lucros cessantes e desastres naturais são os principais riscos para as empresas em 2022

ataque cibernético seguro

Fonte: Allianz

Os riscos cibernéticos são a principal preocupação global para as empresas em 2022, de acordo com o Allianz Risk Barometer. A ameaça de ataques ransomware, vazamento de dados ou interrupções de TI preocupa as organizações mais do que disrupções nos negócios nas cadeias de abastecimento, os desastres naturais ou a pandemia de Covid-19, temas que afetaram fortemente os negócios ao redor do mundo no último ano.  

Incidentes cibernéticos estão no topo do Allianz Risk Barometer pela segunda vez em toda a história da pesquisa (44% das resposas), Lucros cessantes vêm logo na sequencia (42%) e Catástrofes naturais ficaram em terceiro (25%), depois de um sexto lugar em 2021. Mudanças climáticas sobem para sua posição mais alta até hoje no ranking (6° lugar com 17%), enquanto Surto pandêmico cai para quarto lugar (22%). A pesquisa anual da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) abrange a visão de 2.650 especialistas em 89 países e territórios, incluindo CEOs, gestores de risco, brokers e experts em seguros. Veja aqui os rankings global e por país.

“Para a maioria das empresas, o maior receio é não conseguir produzir seus produtos ou entregar seus serviços. Em 2021 testemunhanos níveis sem precedentes de interrupção, causados por vários gatilhos. Ataques cibernéticos incapacitantes, o impacto na cadeia de abastecimento decorrente de eventos relacionados às mudanças climáticas, bem como problemas de fabricação relacionados à pandemia e gargalos de transporte causaram estragos. Este ano promete apenas uma flexibilização gradual da situação, embora outros problemas relacionados à Covid-19 não possam ser descartados. Desenvolver resiliência contra as muitas causas de interrupção nos negócios está se tornando cada vez mais uma vantagem competitiva para as empresas”, comenta o CEO AGCS Joachim Mueller.

Ranking Brasil

Pelo segundo ano consecutivo os riscos cibernéticos aparecem como principal preocupação para as empresas brasileiras, de acordo com o 11º Allianz Risk Barometer. Cerca de 64% dos respondentes consideram essa a maior ameaça para os negócios, seguido das catástrofes naturais (30%) e a interrupção de negócios (29%).

Ainda no ranking brasileiro, 26% dos participantes afirmam considerar o risco de fogo/explosão, 17% de desenvolvimento macroeconômico (exemplo: aumento de preços de commodities e inflação), e 14% o de pandemia que em 2021 ocupava o terceiro lugar, mas este ano caiu para a sexta posição.

Novos riscos apareceram na lista deste ano como o de perda de reputação ou valor de marca (13%), mudanças na legislação e regulamentação (12%), e falhas em infraestrutura, como apagões elétricos (10%). A preocupação com as mudanças climáticas caiu de 7º para 8º lugar, mas continua sendo um risco considerável pelas empresas, principalmente devido ao aumento de exigências relacionadas aos critérios ESG (ambiental, social e governança, em português).

América Latina: ransomware e vazamento de dados continuam a preocupar no Brasil enquanto as empresas argentinas sentem-se mais vulneráveis a interrupções nos negócios  

Os incidentes cibernéticos estão entre os três principais riscos na maioria dos países pesquisados. Um dos principais fatores foi o aumento nos ataques de ransomware, que são confirmados como a principal ameaça cibernética para o próximo ano pelos entrevistados da pesquisa (57%). Segundo relatório da empresa de cybersegurança brasileira Apura, entre janeiro de 2020 e julho de 2021 foram identificados ataques ransomare que vitimaram 137 organizações na América Latina, no período. Deste total, 71 – ou 51% – se deram no Brasil, onde pelo menos 17 grupos de ransomware foram identifcados. Quase metade dos ataques concentraram-se nas áreas governamental, industrial e em empresas de saúde. 

“Ano passado vimos um número muito alto de ataques maliciosos, orquestrados por grupos que exploraram vulnerabilidades dos mais variados sistemas, atacando-os de maneira sistemática. Esta tendência deve se manter em 2022, especialmente com a crescente especialização dos cibercrimonosos e os montantes envolvidos em suas atividades”, explica Gustavo Galrão, Diretor Regional de Linhas Financeiras AGCS Ibero/Latam. O executivo ainda comenta que, no caso do Brasil, a LGPD é um estímulo para as companhias investirem em sua resiliência cibernética e que, neste ano, o foco dos criminosos pode ser ainda maior nas pequenas e médias empresas.

Lucros cessantes (BI) aparecem como o segundo principal risco global e o primeiro na Argentina, onde teve 58% das respostas. Em um ano marcado por uma disrupção generalizada, a fragilidade das cadeias de abastecimento e de produção ficou mais óbvia do que nunca. De acordo com a pesquisa, a causa de BI mais preocupante são os incidentes cibernéticos; refletindo o aumento dos ataques de ransomware, mas também o impacto da crescente dependência das empresas na digitalização e a mudança para o trabalho remoto. Catástrofes naturais e pandemia são os outros dois gatilhos importantes para interrupção de negócio na visão dos pesquisados.

No ano passado, problemas de demanda pós-lockdown somaram-se a interrupções na produção industrial e logística, já que os surtos de Covid-19 na Ásia fecharam fábricas e causaram níveis recordes de congestionamento nos portos de transporte de contêineres. Atrasos relacionados à pandemia agravaram outros problemas da cadeia de abastecimento, como o bloqueio do Canal de Suez ou a escassez global de semicondutores após o fechamento de fábricas em Taiwan, Japão e Texas devido a eventos climáticos e incêndios. 

“A pandemia trouxe à tona questões como a interconectividade das cadeias abastecimento atuais, nas quais eventos não relacionados criam uma disrupção generalizada. Os ataques cibernéticos, problemas com disponibilidade de peças, atrasos logísticos, mudanças de hábitos dos consumidores, protestos relacionados às medidas restritivas…esse fatores tornam qualquer empresa mais suscetível a uma interrupção em suas operações”,  comenta Felipe Orsi, Diretor de Property AGCS América Latina.

De acordo com o Euler Hermes Global Trade Report, a pandemia de Covid-19 provavelmente levará a altos níveis de interrupção da cadeia de abastecimento no segundo semestre de 2022, embora os descompassos na demanda e oferta globais e na capacidade de transporte de contêineres acabem por diminuir, assumindo que não haja outros desenvolvimentos inesperados.

Empresas estão mais bem preparadas para uma pandemia

Surto pandêmico continua uma preocupação para as companhias, mas que agora caiu da segunda para a quarta posição no ranking global (embora a pesquisa seja anterior ao surgimento da variante Ômicron). Embora a crise do Covid-19 continue ofuscando as perspectivas econômicas em muitos setores, de forma encorajadora, as empresas sentem que se adaptaram bem. 

A subida dos temas Catástrofes naturais e Mudança climática para terceiro e sexto lugares respectivamente (NatCat também é nº 2 no Brasil), mostram estreita relação entre essas tendências. Os últimos anos mostraram que a frequência e a gravidade dos eventos climáticos estão aumentando devido ao aquecimento global. Em 2021, as perdas globais por catástrofes seguradas foram bem superiores a US$ 100 bilhões – o quarto ano mais alto já registrado. O furacão Ida nos EUA pode ter sido o evento mais caro, mas mais da metade das perdas vieram dos chamados perigos secundários, como inundações, chuvas fortes, tempestades, tornados e geadas. Exemplos incluem o sistema climático de baixa pressão Bernd, que desencadeou inundações catastróficas na Alemanha e Benelux, a tempestade Filomena na Espanha, e ondas de calor e incêndios florestais no Canadá e na Califórnia.  

Os respondentes do Allianz Risk Barometer estão mais preocupados com eventos climáticos relacionados às mudanças climáticas que causam dano ao patrimônio (57%), seguidos por BI e impacto na cadeia de abastecimento (41%). No entanto, eles também estão preocupados em gerenciar a transição de seus negócios para uma economia de baixo carbono (36%), cumprir com complexos requisitos de regulamentação e evitar possíveis riscos de litígio por não tomar medidas adequadas para lidar com as mudanças climáticas (34%).

“A pressão nas empresas para agir sobre as mudanças climáticas aumentou notavelmente no ano passado, com um foco crescente em contribuições net-zero”, observa Line Hestvik, Diretor de Sustentabilidade da Allianz SE. “Há uma clara tendência das empresas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa nas operações ou explorar oportunidades de negócios para tecnologias climate-friendly e produtos sustentáveis. Nos próximos anos, muitos tomadores de decisão corporativos estarão analisando ainda mais de perto o impacto dos riscos climáticos em sua cadeia de valor e tomando as devidas precauções. Muitas empresas estão desenvolvendo competências dedicadas à mitigação de riscos climáticos, reunindo especialistas em gerenciamento de riscos e sustentabilidade.”  

As empresas também precisam se tornar mais “à prova de” eventos climáticos extremos, como furacões ou inundações. “Eventos anteriores que ocorrem uma vez a cada século podem ocorrer com mais frequência no futuro e também em regiões que foram consideradas ‘seguras’ no passado. Tanto os edifícios quanto o planejamento de continuidade de negócios precisam se tornar mais robustos em resposta a essa mudança”, explica Maarten van der Zwaag, Diretor Global de Property Risk Consulting AGCS.

Outros riscos que fazem parte do ranking global do Allianz Risk Barometer deste ano são:

  • Falta de mão de obra qualificada (13%) está em nono lugar. Atrair e reter trabalhadores raramente foi tão desafiador. Os entrevistados classificam isso como um dos cinco principais riscos nos setores de engenharia, construção, imobiliário, serviço público e saúde, e como o principal risco para transporte.
  • Mudanças na legislação e regulamentação manteve-se em quinto (19%). Iniciativas regulatórias proeminentes nos radares das empresas em 2022 incluem práticas anticompetitivas voltadas para grandes tecnologias, bem como iniciativas de sustentabilidade com o esquema de taxonomia da UE.
  • Fogo e explosão (17%) são riscos perenes às empresas, ficando em 7º lugar, assim como no ano passado.  Desenvolvimentos de mercado (15%) caíram do quarto para o oitavo e os Desenvolvimentos macroeconômicos (11%) desceram duas posições, ficando em décimo lugar.

Brokerslink renova Conselho para 2022

jose-manuel-fonseca-mds

A Brokerslink, corretora de seguros global, nomeou quatro diretores para o Conselho de Administração neste início de ano. Jorge Manuel Arias, sócio e diretor administrativo da corretora Corporación Continental, com sede no Panamá, como diretor do Conselho. Jorge tem mais de 30 anos de experiência no setor de seguros e é o atual secretário e ex-presidente da Câmara Panameña de Empresas de Corretaje de Seguros, e diretor e ex-tesoureiro da Câmara de Comércio, Indústrias y Agricultura de Panamá (Câmara de Comércio do Panamá).

Denise Nart, chefe de contas globais, resseguros e desenvolvimento de negócios e vice-presidente do conselho executivo da NART Insurance & Reinsurance Brokerage, parceira da Brokerslink na Turquia. Anthony Lim, fundador e presidente executivo da Acclaim Insurance Brokers, parceiro da Brokerslink em Cingapura; Laure Nicaise, gerente geral da Generalia Assurances, parceira da Brokerslink em Camarões.

Os novos diretores do conselho substituem Sunny Léons, Roger Potts, Rohan Stewart e Francisco Valdes, que prestaram cinco anos de serviço ao conselho.

“Tenho o prazer de receber Jorge no conselho junto com Denise, Anthony e Laure. Jorge tem excelente experiência nos mercados panamenho, centro-americano e caribenho e traz um grande conhecimento para o cargo. Estou ansioso para trabalhar com o conselho para impulsionar os negócios em 2022. Estamos confiante neste ano, à medida que continuamos expandindo nossa presença e investindo em inovação tecnológica para apoiar parceiros e afiliados”, comentou o presidente e fundador da Brokerslink, José Manuel Fonseca, em nota.

“É uma honra ser convidado para fazer parte do conselho da Brokerslink. Tornamo-nos um parceiro em 2020 e, desde então, ficamos impressionados com a colaboração e o suporte global fornecidos em toda a rede. Estou ansioso para trabalhar com o conselho para estabelecer e construir ainda mais o perfil da Brokerslink em toda a região da América Latina”, acrescentou Jorge Manuel Arias.

Jorge, Denise, Anthony e Laure juntam-se aos atuais diretores do conselho; Steve Hearn do Reino Unido, Edoardo Leusciatti da Suíça, Grégory Allard da França, Jamie Crystal dos EUA, Patrick Chan de Hong Kong, Patrick Verlinden da Bélgica, Stefan Müller da Suíça e Youness Rhallam do Marrocos.

A Brokerslink é uma Global Broking Company fundada pela MDS que gere uma rede de brokers e firmas especialistas em consultoria de riscos presente em cerca de 110 países. Por meio da Brokerslink, a MDS oferecer uma ampla gama de soluções personalizáveis de acordo com a necessidade de cada cliente. A capacidade de atuação internacional a permite disponibilizar às empresas multinacionais uma gestão global e integrada dos programas de seguros e riscos em qualquer parte do mundo.