IRB registra prejuízo de R$ 510 milhões até novembro de 2021

IRB Brasil re

O IRB Brasil Re registrou prejuízo líquido de R$ 113,8 milhões no mês de novembro de 2021, baixa de 15,5% frente a perdas de R$ 134,8 milhões em novembro de 2020. No acumulado do ano, o resultado foi negativo em R$ 510,4 milhões, frente a perdas no mesmo período de 2020 de R$ 1,006 bilhão, redução de perdas de 49,3%.

O prêmio emitido totalizou R$ 706,0 milhões em novembro de 2021, em linha com valor apresentado em novembro de 2020, de R$ 709,8 milhões, sendo R$ 432,4 milhões no Brasil (+8,3%) e R$ 273,5 milhões no exterior (-11,9%). No ano, o prêmio emitido foi de R$ 7,947 bilhões, uma redução de 10,9% em relação ao período acumulado de 2020, sendo R$ 4,856 bilhões no Brasil (+5,0%) e R$ 3,090 bilhões no exterior (-28,0%).

Segundo o IRB, a redução dos prêmios com origem no exterior está em linha com a estratégia de re-underwriting amplamente divulgada pela companhia.

A despesa de sinistro em novembro foi de R$ 413,3 milhões, 13,5% superior aos R$ 364,0 milhões reportados em novembro de 2020. A operação de LPT (Loss Portfolio Transfer) contribuiu positivamente para as despesas com sinistros tanto em novembro de 2021 como em novembro de 2020.

O índice de sinistralidade em novembro de 2021 dos negócios remanescentes, excluído o efeito do LPT, ficou em 99,5%. A despesa de sinistro nos onze meses de 2021 foi de R$ 5,154 bilhões, uma redução de 9,3% em relação aos R$ 5,686 bilhões reportados no mesmo período de 2020.

O índice de sinistralidade acumulado em 2021 foi 98,1%, uma melhora de 4,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2020, cujo índice de sinistralidade foi de 102,5%. A sinistralidade dos negócios remanescentes nos onze meses de 2021, excluído o efeito do LPT, ficou em 87,5%.

SulAmérica anuncia ao mercado novo vice-presidente de Tecnologia e Inovação da companhia

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica anuncia a chegada de Igohr Schultz, ex-Telefônica-Vivo e Natura, para a nova posição de vice-presidente de Tecnologia e Inovação da companhia. O executivo se dedicará a duas áreas que possuem um papel relevante para acelerar ainda mais a entrega de Saúde Integral, mantendo a qualidade dos serviços para os clientes, corretores e beneficiários.

Igohr já atuou como executivo de tecnologia de grandes empresas do setor de telecomunicações, como GVT e Telefônica-Vivo, e também de consumo, na Natura. Acumula experiência em arquitetura de sistemas, infraestrutura e segurança da informação e transformação digital. Possui experiência importante em Cloud e, mais recentemente, tecnologia para e-commerce e Inovação.

“Estou muito feliz por fazer parte da família ‘sangue laranja’. Uma das coisas que mais me entusiasmou foi que na SulAmérica o futuro já começou. Em 2022, a companhia busca se consolidar no mercado de seguros do país com projetos relevantes e a área de tecnologia e inovação serão pilares importantes para sustentação destes projetos e ações que levarão a seguradora a entregar cada vez mais eficiência operacional e a sustentabilidade para o negócio”, afirma Igohr Schultz, VP de Tecnologia e Inovação da SulAmérica, que foi responsável pela entrega do maior projeto de transformação digital da Telefônica-Vivo.

Com a chegada de Schultz, o executivo Marco Antunes, que acumulava essas posições, passa a se dedicar exclusivamente à estratégia da Experiência do Cliente (CX) e das Operações de Saúde, Odonto, Vida e Previdência da SulAmérica.

Clientes enfrentam problemas com serviços de Assistência 24 horas

É de conhecimento das federações que os serviços de assistência aos segurados enfrentam um período de dificuldades no atual cenário de pandemia, com reflexos nos segmentos Automóvel e Residencial. Os transtornos envolvem desde os serviços de reboque até a falta de peças de reposição, passando pela carência de mão de obra qualificada para atendimento e reparos. O panorama exige uma ação institucional do setor de seguros no enfrentamento dos problemas.

 Diante deste quadro, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) estão criando um Grupo de Trabalho para monitorar a situação nos estados e oferecer respostas satisfatórias diante das queixas apresentadas. O GT representa um compromisso de seguradoras e corretoras de seguros com a prestação dos serviços de assistência 24 horas, mantendo seu padrão de excelência. O trabalho será desenvolvido de forma conjunta com SindSegs e Sincors, contemplando todas as regiões.

 O cenário atual exige a compreensão dos problemas que afetam as assistências. De um lado, a elevação de custos (peças, combustíveis e outros insumos) e o seu respectivo impacto no trabalho dos prestadores. De outro, fenômenos climáticos que dificultam o acesso e a execução dos serviços nos locais de demanda.  

 As queixas dos segurados contemplam uma série de fatores que merecem reflexão. Um deles diz respeito aos canais de acionamento dos serviços. Sabemos que os canais online não contemplam a necessidade de muitos segurados, que necessitam de atendimento humanizado. No caso do Seguro Auto, há também relatos de problemas crônicos com a demora na chegada de guinchos, rede insuficiente e municípios sem prestadores de serviços.

  O problema é agravado pela crise dos combustíveis, que encarece o custo dos serviços. Em paralelo, as assistências sofrem com a temporada de chuvas e com o absenteísmo de colaboradores na pandemia, por motivos de saúde. Já o Seguro Residencial, que vive período de demanda aquecida, sofre com a deficiência na qualificação da rede de prestadores, em especial no reparo de eletrodomésticos.

 O restabelecimento do padrão de normalidade exige, em primeiro lugar, um mapeamento completo dos problemas nessa área. A Fenacor e os Sincors já vêm monitorando as queixas por estados e regiões, mediante a coleta de dados que serão compartilhados com as seguradoras, de modo a subsidiar um plano de ação. Corretores de todo o país foram convocados a relatar as dificuldades enfrentadas no contato diário com os segurados. O objetivo é ter um volume adequado de informações, que reflita a realidade de cada região.

A criação do Grupo de Trabalho permite identificar e avaliar corretamente os problemas em cada Estado, incluindo: custos dos serviços, desenvolvimento e treinamento dos prestadores, bem como incremento das redes de assistência, entre outros. No cenário de dificuldades e desafios trazidos pela pandemia, a união de forças do setor é peça-chave para solucionar tanto problemas de ordem pontual como questões estruturais. Só assim poderemos alcançar soluções definitivas, prezando sempre pela boa relação com as assistências e os segurados.

Contamos com a colaboração de todos.

Atenciosamente,

Antonio Trindade, presidente da FenSeg

Armando Vergilio, presidente da Fenacor

Seguradora oferece oportunidade de carreira profissional para pessoas 50+ em todo Brasil

A iniciativa 50+ Ativo, da MAG Seguros, é um programa para formação de novos corretores, que permite que pessoas com mais de 50 anos recebem a oportunidade de uma reinvenção profissional aliada a uma nova oportunidade de carreira. A iniciativa permite capacitar e desenvolver 50+ para atuarem como corretores de vida e previdência — mercado em constante crescimento no país – com todo o apoio de uma empresa de mais de 185 anos de experiência.

A iniciativa foi criada do desejo de possibilitar uma real requalificação profissional para um público que tem experiência, vivência e maturidade acumulada ao longo da vida. Para o programa, a MAG Seguros está oferecendo, incialmente, 50 vagas.
 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, um índice três vezes superior ao verificado em 2010. A grande virada no perfil da população brasileira deve acontecer em 2030, quando o país terá mais pessoas a partir de 60 anos do que crianças e adolescentes de 14 anos. Por isso, a inclusão etária é uma necessidade urgente.
 

O programa Isso foi apresentado em live transmitida pelo canal do YouTube da MAG, com Ronaldo Gama, superintendente comercial da MAG Seguros e, ex-participante do programa 50+ Ativo e corretor parceiro atuante. A mediação e perguntas foram realizadas por Mauro Wainstock, da HUB 40+, uma consultoria de diversidade etária. “É muito difícil uma empresa contratar ou dar oportunidade a alguém da minha idade. É por isso que eu sou apaixonado pela MAG”, disse Franklin Teixeira Lima, de 53 anos, que participou do 50+ Ativo em 2021.

O programa conta com teorias e práticas combinadas, onde o aluno pode ir trabalhando à medida que aprende o novo ofício. Por meio da universidade corporativa, o participante conta com treinamento e desenvolvimento contínuos, além de ter acesso a plataforma digitais de venda e gestão de negócios e um amplo e completo portfólio de soluções que possibilitarão ganhos ainda maiores.

Os interessados devem se inscrever pelo link. 

Evolução da gestão de riscos ASG no setor segurador é tema de estudo

CNseg Solange Beatriz

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg está apoiando um estudo conduzido pelos pesquisadores do Programa de Planejamento Energético da Coppe e da Coppead da UFRJ sobre riscos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG), com ênfase em riscos climáticos, no setor de seguros no Brasil. 

A pesquisa está sendo realizada junto a profissionais de diferentes níveis das seguradoras, particularmente das áreas de sustentabilidade, subscrição de risco, gestão de riscos, investimentos, técnica e sinistros. A expectativa é que os resultados sejam publicados em um artigo científico, com as explicações sobre as principais descobertas no segundo trimestre de 2022. 

A diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, destaca que o apoio ao estudo está alinhado aos objetivos da CNseg de incentivar a produção de conhecimento científico.

 “Pesquisas como essa são essenciais para possibilitar o entendimento sobre este setor que é estratégico para a sociedade nos momentos em que a resiliência se faz necessária. Este estudo conduzido pela UFRJ tem como objetivo atualizar os resultados de uma pesquisa inicial conduzida em 2015, que também teve o apoio da CNseg”, explica. 

Na ocasião, foi constatado que, embora existisse materialidade financeira dos riscos ASG e climáticos relacionados a ramos de seguros de danos e responsabilidades, ainda havia poucos produtos que considerassem essas variáveis. Além disso, foi detectado nível baixo de integração de fatores ambientais, particularmente os relacionados a perda de biodiversidade e degradação dos ecossistemas, nos processos de subscrição de riscos. Paradoxalmente, a maioria dos respondentes indicaram que esses aspectos ambientais são os mais relevantes para a subscrição de riscos.

Perspectiva Global de Seguros para 2022: crescendo com pessoas, propósito e tecnologia

Após os dramáticos desenvolvimentos dos últimos anos, as seguradoras mostraram que podem realizar mudanças em larga escala em um ritmo mais rápido do que muitos veteranos do setor pensavam ser possível e podem lidar com desenvolvimentos inesperados, afirma o estudo 2022 Global Insurance Outlook da consultoria EY. “Acreditamos que o setor está pronto para um período de crescimento proposital, apesar dos desafios macroeconômicos e estruturais assustadores, concorrência acirrada e interrupções contínuas causadas pela tecnologia”, afirmam os autores.

Segundo eles, a COVID-19 demonstrou por que o setor de seguros é essencial – não apenas para a saúde econômica global e o aumento do bem-estar financeiro, mas também para proteger o que as pessoas mais valorizam. As decisões e ações que os líderes tomam hoje podem influenciar significativamente o futuro da indústria, as vidas e meios de subsistência de bilhões de pessoas em todo o mundo, enfatizam.

A edição de 2022 da série anual Global Insurance Outlook da EY reflete o momento dinâmico e orientado para o setor, com foco em seguros e ecossistemas abertos, transformação da força de trabalho e sustentabilidade. Embora essas três tendências especialmente poderosas estejam atualmente moldando o mercado, há também outras áreas em que as seguradoras estão encontrando oportunidades atraentes e, potencialmente, riscos mais severos do que os habituais, como mudanças climáticas mais severas e riscos cibernéticos com perdas que podem chegar a bilhões de dólares. Além de pandemias, como a Covid-19, que está entre os três custos mais elevados de pagamentos de indenizações no mundo em 2021.

A otimização de custos e capital continua imperativa, conforme evidenciado pelos recentes desinvestimentos estratégicos de muitas seguradoras líderes. No Brasil, por exemplo, temos exemplos como Itaú deixando de operar em grandes riscos e Bradesco se tornando sócia da Swiss Re Corporate Solutions neste mesmo segmento. As seguradoras de vida devem investir com visão de longo prazo os ganhos em crescimento de vendas nos últimos anos, enquanto as seguradoras de danos e responsabilidades, ou Property & Casualty (P&C), devem aproveitar um mercado cada vez mais disputado.

As seguradoras devem continuar a lidar com sua dívida de tecnologia digitalizando os principais processos, migrando para a nuvem e adotando modelos de fornecimento flexíveis, afirma o estudo. O cenário atual também é enriquecido por sua fragmentação; convergência e competição intensa, inclusive de um mix de players não tradicionais; e tendencia de parceria entre diversos players.

“As operadoras procurarão fazer parceria ou adquirir as insurtechs mais promissoras, e os bancos e gestores de ativos oferecerão mais produtos de proteção diferenciados em propostas holísticas de valor voltadas para o bem-estar financeiro, forçando as seguradoras a escolher entre colaboração e competição”, acrescentam os autores em comunicado divulgado.

Por fim, o setor de seguros deve procurar liderar com propósito e cumprir suas mais altas aspirações, principalmente após a pandemia COVID-19. As seguradoras precisavam estar presentes para os clientes e empreender mudanças em larga escala rapidamente para garantir que pudessem atender às pessoas necessitadas – e devem continuar a fazê-lo, principalmente se quiserem ajudar o mundo a se preparar para o aumento do risco climático.

Fitch afirma que parcerias com insurtechs podem fortalecer seguradoras

tecnologia insurtech

A colaboração bem-sucedida da InsurTech pode permitir que as seguradoras adotem a tecnologia mais recente mais rapidamente, reduzam as despesas operacionais, melhorem seu alcance de distribuição e aumentem a retenção de clientes. A Fitch Ratings acredita que o sucesso dessas parcerias desempenhará um papel importante na futura posição de mercado das seguradoras.

A Fitch espera que a inovação baseada em tecnologia e as soluções digitais no setor de seguros intensifiquem a concorrência de não seguradoras, como empresas de tecnologia – especialmente em setores onde as empresas de tecnologia têm acesso a participações de mercado concentradas. Além disso, devido às mudanças tecnológicas que facilitam o acesso mais onipresente às informações, a Fitch Ratings espera que a demanda do mercado se desloque para a qualidade do produto, e não para a familiaridade de marcas de seguros conhecidas. Isso representa uma ameaça para as seguradoras tradicionais que dependem muito da fidelidade e herança da marca para manter sua vantagem competitiva.

Nem todas as atividades da InsurTech são regulamentadas sob as estruturas regulatórias atuais, e isso cria uma zona cinzenta regulatória. O risco de interpretação regulatória consequente pode desencorajar os provedores de capital. No entanto, a Fitch Ratings espera que surja mais clareza à medida que os reguladores de serviços financeiros priorizam as inovações tecnológicas.

No Brasil, as parcerias já estão a todo vapor.  Em 2021, segundo o monitoramento do Conexão Fintech, as insurtechs brasileiras receberam em investimentos mais de meio bilhão de reais. O número ainda não é tão alto quando comparado com os R$ 33 bilhões arrecadados por startups até setembro de 2021, segundo levantamento da KPMG em parceria com a ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital). Boa parte deste capital investido vem de seguradoras tradicionais, segundo comentam executivos do setor.

ANS inclui exame de Covid-19 em rol de coberturas obrigatórias em planos de saúde

Fonte: ANS

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, no início da noite desta quarta-feira (19/01), em reunião extraordinária, a inclusão do exame teste rápido para detecção de antígeno SARS-CoV-2 (coronavírus Covid-19), no rol de coberturas obrigatórias para beneficiários de planos de saúde. O procedimento que irá constar do anexo I da Resolução Normativa nº 465/2021 foi encaminhado para publicação no Diário Oficial da União após a reunião e a previsão é que seja publicado na edição desta quinta-feira. A partir de então, a cobertura passa a ser imediata.  

O teste será coberto para os beneficiários de planos de saúde com segmentação ambulatorial, hospitalar ou referência e será feito nos casos em que houver indicação médica, para pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), quando os sintomas estiverem na janela ótima de utilização, ou seja, entre o 1° e o 7° dia de início dos sintomas. 

Para a avaliação da decisão, a ANS considerou o contexto atual, que conta com a circulação e rápido crescimento de casos relacionados à nova variante, Ômicron – designada como variante de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 26 de novembro do ano passado. 

“Neste momento, compreendemos que a inclusão do teste rápido para detecção de antígeno pode ser realmente útil, tendo em vista que os testes rápidos são mais acessíveis e fornecem resultados mais rapidamente que o RT-PCR, por exemplo. Assim, o teste de antígenos pode ampliar a detecção e acelerar o isolamento, levando a uma redução da disseminação da doença e, por consequência, a uma diminuição da sobrecarga dos serviços laboratoriais. Ao mesmo tempo em que tomamos a decisão responsável de manter o acesso ao padrão ouro de diagnóstico, o RT-PCR”, avaliou Paulo Rebello, diretor-presidente da ANS. 

A Agência orienta que o beneficiário consulte a operadora do seu plano de saúde para informações sobre o local mais adequado para a realização do exame ou para esclarecimento de dúvidas sobre diagnóstico ou tratamento da doença. 

A ANS esclarece ainda que a cobertura do tratamento aos pacientes diagnosticados com a Covid-19 já é assegurada aos beneficiários de planos de saúde, de acordo com a segmentação de seus planos (ambulatorial, hospitalar ou referência). 

Sobre o exame 

O exame que será incluído no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS é o “Teste SARS-COV-2 (coronavírus Covid-19) – teste rápido para detecção de antígeno”. 

A cobertura será obrigatória quando o paciente apresentar Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), entre o 1° dia e 7° dia desde o início dos sintomas. 

A Síndrome Gripal (SG) é atribuída ao paciente com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças: além sintomas citados, o responsável deve considerar obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico. Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento, como: síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência. Na suspeita de Covid-19, a febre pode estar ausente e sintomas gastrointestinais (diarreia) podem estar presentes. 

Já a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é atribuída ao paciente com Síndrome Gripal (SG), que também apresente: desconforto respiratório ou pressão persistente no tórax, ou ainda saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente, coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos sintomas já mencionados, o responsável deve observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência. 

A ANS ressalta que, uma vez que o conhecimento da infecção pelo vírus SARS-CoV-2 (Covid-19) ainda está em processo de consolidação, à medida que novas evidências forem disponibilizadas, a tecnologia e sua diretriz poderão ser revistas, a qualquer tempo. 

Seguradora Zurich amplia valor da cobertura de responsabilidade civil em riscos de engenharia

Fabio Silva Zurich
Fabio Silva

Fonte: Zurich

Apesar do recente anúncio da retração da economia, confirmando que o país está em recessão técnica, o setor de construção civil segue aquecido. Segundo projeção da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), feita em 13 de dezembro do ano passado, o segmento deve registrar crescimento consolidado de 7,6% em 2021. A entidade estima que em 2022 a evolução será de 2%, caso a economia do país tenha alta entre 0,5% e 1%.

Os números são uma oportunidade para o corretor parceiro da Zurich de olho no mercado de seguro de riscos de engenharia. A razão é que a plataforma online de Riscos de Engenharia da Zurich, o Zurich Construção, acaba de liberar uma nova funcionalidade. Trata-se da cobertura de Responsabilidade Civil (RC) contratada para reformas em residências ou pequenos estabelecimentos comerciais, cujo limite pode ser de até 5 vezes o valor da obra, limitado a R$ 2 milhões.

“Com essa nova funcionalidade, a ferramenta está cada vez mais apta a atender às necessidades do mercado. Agora, pequenas reformas, que tem um ticket médio relativamente mais baixo, mas valores de risco de RC altos, podem contar com uma cobertura de Responsabilidade Civil acessível, em uma única apólice”, comenta o Superintendente de Linhas de Engenharia da Zurich, Fabio Silva.

O Zurich Construção está disponível dentro do Portal de Riscos de Engenharia da seguradora. Foi lançado há poucos meses e possibilita a realização de 15 tipos de cotações (das quais 14 são de construção e um de reforma), além de emissões de certificados e boletos. Seu principal diferencial está no fato de permitir aos corretores cotarem, de forma simples e ágil, os mais diversos tipos de riscos – não se limitando apenas aos de construções verticais, ou ‘Grupo I’, como é conhecido no mercado.

Fabio lembra que o lançamento foi mais que um meio de a empresa ampliar o leque de produtos com contratação simplificada no segmento de seguros corporativos: teve e continua tendo 100% do foco no corretor. “Tanto o lançamento quanto a ampliação de funcionalidades da plataforma visam oferecer a melhor experiência aos usuários, a fim de proporcionar uma contratação ágil e descomplicada, que agregue valor a esses nossos parceiros estratégicos”.

Insurtech do Santander faz parceria com Europ Assistance para entrar no segmento de serviços automotivos

Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS 1b

O Auto Compara, plataforma de contratação de seguros do Santander, firmou parceria com a Europ Assistance Brasil – multinacional presente em mais de 200 países e líder mundial em assistências – para democratizar o acesso a serviços automotivos. A estratégia das duas empresas é atender a motoristas com um pacote de comodidades que, tradicionalmente, ficam restritas a quem possui cobertura das seguradoras. Outro público-alvo são proprietários de veículos com mais de dez anos de uso, devido às limitações para a contratação de seguro.

Para cumprir o propósito de facilitar o acesso aos serviços, a solução chega ao consumidor ao custo de R$ 49,90 por mês, segundo comunicado do grupo distribuído à imprensa. O pacote inclui serviço de monitoramento e localização para casos de roubo e furto, além de assistências automotivas como reboque, socorro mecânico ou por pane seca, além de meio de transporte alternativo para o motorista e passageiros. O cliente ainda recebe assistência despachante e concierge automotivo para renovação da CNH, mudança de categoria, transferência de veículos e agendamento de revisão do automóvel.

A expectativa é que por meio da parceria as empresas possam oferecer a facilidade dos serviços de assistência automotiva a uma população que hoje não é assistida, dado a baixa penetração de seguros automotivos no Brasil. Um estudo desenvolvido pelas maiores seguradoras com atuação local estima que mais de 70% da frota de veículos do País não é segurada. O Brasil aparece apenas na 50ª posição global em gastos per capita com seguros.

Segundo Ronaldo Rondinelli, CEO do Auto Compara, o plano de negócios tem como meta inicial alcançar 300 mil contratos em três anos. “Com este lançamento, estamos ampliando a nossa atuação no setor automotivo, com um pacote de assistências bastante atrativo a uma parcela significativa de potenciais clientes”, afirma. O executivo explica que, hoje, entre os consumidores que acessam a plataforma em busca de proteção veicular, uma parcela desiste da contratação devido ao custo, ou por não fazer parte da base elegível das seguradoras.

O Auto Compara é uma plataforma 100% digital, controlada pelo Santander, para cotação, comparação e contratação de seguros de carro e moto de seis seguradoras (HDI, Liberty, Sompo, Tokio Marine, Zurich e Allianz, que a partir deste ano conta também com toda a carteira da SulAmerica). Além de oferecer a venda online de proteção para o veículo, a insurtech transformou a experiência do cliente no processo de contratação em uma operação simples, rápida e acessível. A jornada completa – do preenchimento de dados pessoais, informações do carro ou da moto, até a efetivação da compra – pode ser feita em apenas três minutos.

“Trata-se uma oportunidade de negócio crescente e robusta. Nesse sentido, as duas companhias ressaltam o peso dessa parceria, que, além de reunir soluções bastante vantajosas, contribui para a o acesso de forma massificada dos serviços de assistência”, completa.

Segundo Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance, a oferta das soluções de assistência por meio do Auto Compara vai fazer com que a multinacional alcance um número cada vez maior de possíveis clientes no Brasil. “Esse movimento estratégico reforça o nosso plano de ampliação dos negócios, pensando sempre na facilidade e na praticidade para o consumidor”, avalia Queiroz.

Este movimento, vai de encontro com a estratégia da Europ Assistance, em termos de diversificações de canais e foco na maior penetração de produtos de proteção a sociedade. “Nós trabalhamos no ramo de proteção, ou seja, nossos produtos visam atender pessoas em momentos de possível vulnerabilidade, através de uma prestação de qualidade, é possível ter um resultado extremamente positivo ao cliente. O mais interessante nesta pareceria, é o encontro de duas empresas com a visão de democratizar a proteção com mais opções em produtos para seus clientes” finaliza Queiroz.

           O executivo destaca que a facilidade de acesso a serviços que antes estavam condicionados apenas às apólices de seguros amplia o alcance da companhia e projeta as ferramentas de assistência o caminho ideal para todos os públicos que buscam proteção do veículo.